Cantora islandesa-chinesa retorna ao Brasil para apresentação única e traz ao público as músicas de seu novo álbum, A Matter of Time
A cantora, compositora e multi-instrumentista Laufey anunciou uma apresentação solo em São Paulo. O show acontece no dia 9 de setembro, no Espaço Unimed, e marca mais uma passagem da artista pelo Brasil em meio à divulgação de seu novo álbum, A Matter of Time.
Conhecida por misturar jazz, pop e música clássica em suas composições, Laufey conquistou uma geração de ouvintes ao transformar referências de artistas como Chet Baker, Carole King e Maurice Ravel em canções que dialogam diretamente com o público jovem. Com letras sobre amor, relacionamentos e autodescoberta, a cantora se tornou um dos principais nomes da nova cena musical internacional.
A venda geral de ingressos começa no dia 8 de junho, às 10h pela internet e às 11h na bilheteria oficial. As entradas poderão ser parceladas em até três vezes sem juros.
A apresentação faz parte da turnê de A Matter of Time, terceiro álbum de estúdio da artista. No projeto, Laufey trabalhou ao lado dos produtores Spencer Stewart e Aaron Dessner para expandir ainda mais sua sonoridade, explorando novas camadas emocionais e musicais sem abandonar as influências que a tornaram conhecida.
A trajetória da cantora começou ainda na adolescência, quando integrou a Orquestra Sinfônica da Islândia como violoncelista. Desde então, acumulou bilhões de reproduções nas plataformas digitais, conquistou discos de platina, entrou para a lista Forbes 30 Under 30 e foi reconhecida pela revista Time como uma das Mulheres do Ano em 2025.
Além da turnê, Laufey anunciou que US$ 1 de cada ingresso vendido será destinado a programas de orquestras juvenis e iniciativas voltadas à educação musical.
Foto: divulgação/Laufey
Serviço – Laufey em São Paulo
Data: 9 de setembro Local: Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo) Abertura dos portões: 19h Horário do show: 21h Classificação: 16 anos Ingressos: disponíveis a partir de 8 de junho
Quem ai amou a notícia? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade do mundo do entretenimento!
Escritora comenta seu processo criativo e seu amor pelo futebol
Desde nova, Vanessa Reis já possuía talento para a escrita, percebido até mesmo por seus professores da escola. Seu primeiro livro, Interseção (2024), chamou atenção do público pela representatividade, relatada de forma sutil, de sua protagonista. Agora, em retorno a um novo romance, a autora aproveitou o clima do ano de Copa do Mundo para unir duas paixões que carrega consigo: livros e esporte.
Nascida em Jacobina, interior da Bahia, no final dos anos 80, Vanessa esbanja criatividade ao usar situações cotidianas que ocorreram em sua vida como inspiração para acontecimentos em suas obras. Formada em serviço social, a escritora também trabalha como servidora pública, e afirma gostar de ocupar seu tempo na internet “surtando com casais fictícios”.
Foto: divulgação/Verus Editora
Em entrevista ao Entretetizei, ela compartilha um pouco sobre sua infância e o processo de escrita da sua nova obra, Camisa Onze (2026). Confira:
Entretetizei: Camisa Onze é o seu segundo livro lançado. O que te levou a ser escritora?
Vanessa Reis: Eu sempre escrevi, acho que essa é a verdade. Sou filha de professora, e eu sempre gostei muito de ler e tive muita facilidade para a escrita. A minha antiga escola sempre incentivou muito nessa questão, qualquer apresentação cultural que tinha, a professora de literatura chegava e falava “a Vanessa vai fazer o texto”, “Vanessa vai criar a história”, então todo ano tinha uma exposição cultural e eu fazia algo relacionado.
Cresci ouvindo minha professora dizer que quando eu crescesse ela leria livros meus, e eu sempre dizia que era bobagem. Mas aí no lançamento do meu livro, Interseção, ela estava na primeira fileira, então ela foi para esfregar na minha cara. Então, eu acho que sempre foi muito natural esse caminho de escrever, mas também a partir do momento que me entendi como pessoa com deficiência, porque a minha deficiência é congênita, mas ela só foi dando os primeiros sinais depois de mais velha, eu precisava escrever. Era uma forma de acessar outros lugares enquanto minha cabeça estava se organizando.
E: Você já relatou em suas redes sociais e em seu próprio perfil como autora que, além de escritora, também é uma leitora voraz e fã de futebol. Imagino que você tenha um time do coração. Qual é e de onde veio a paixão por esse time?
V: Eu sou torcedora do São Paulo desde 1998, foi o São Paulo que me escolheu. Mas é uma história engraçada, de meninas doidas apaixonadas por romance, porque quando eu estava na quarta série eu tive crush em um menino da minha turma e ele era são paulino. Ele tinha até uma mochila com o escudo do São Paulo, e ali eu pensei “preciso de assunto para falar com esse querido”.
Eu assistia futebol por causa do meu avô, ele era minha babá, então cresci em mesa de barzinho, em oficina e assistindo futebol e esportes no geral. Ele torcia para todos os times, menos para o Vasco, então eu poderia torcer para qualquer um, menos esse. Mas então por conta desse menino que eu gostava, passei a prestar mais atenção nos jogos do São Paulo, para puxar assunto com ele no dia seguinte. Só que no decorrer do ano, eu já não tinha mais crush no menino, mas continuei assistindo aos jogos do São Paulo, por isso digo que o São Paulo me escolheu.
E: O que te deu inspiração para o seu novo livro, Camisa Onze?
V: Então, eu sempre quis fazer um romance com sobre esportes, com o plano de fundo do futebol, mas nunca parei para fazer.Tenho um grupo de amigos, somos três, eu, a Rebeca e o Pedro, e a gente comenta sobre qualquer coisa. Aí o Pedro veio com uma seguinte informação: “Vocês se lembram de uma reportagem antigaça do Fantástico que um pai batizou a filha com o nome de Romário?”
Um tempinho depois, isso ficou na minha cabeça, e eu comecei a escrever algumas coisas que surgiam, que foram esses primeiros capítulos. Então voltei no grupo e disse: “Gente, vocês se lembram daquela conversa que a gente teve? Então, acho que tá nascendo uma história”.
E: Em Camisa Onze, a história é ambientada na Bahia, que também é a sua terra natal. Poderia dizer que você se baseou nas lembranças de sua infância para criar a descrição dos costumes familiares da Ana Romário, sua nova protagonista?
V: Sim! É algo que eu gosto bastante de ter nas minhas histórias. É o meu sotaque, são as particularidades de onde eu vim, de onde moro, a nossa forma de falar, de ver o mundo, porque isso é quem eu sou, sabe? Eu amo ser baiana, amo estar neste lugar. Eu amo ouvir as palavras que a gente só escuta aqui e comer as coisas que às vezes as outras pessoas não conhecem.
Então, as famílias do Bebeto e da Romário nasceram e foram criadas numa cidade fictícia, mas que é inspirada na minha cidade. Então, quem é daqui, quando lê, consegue perceber os lugarzinhos, com um nome um pouquinho diferente, mas consegue perceber.
E: Em seu primeiro livro lançado, Interseção, Catarina, a protagonista, foi uma personagem com representatividade. Pode dizer se em Camisa Onze também veremos algum personagem com representatividade?
V: Eu parto desse princípio de que as minhas protagonistas sempre vão representar alguém que está à margem da corponormatividade, que é aquele padrão. Então, Ana Romário é uma mulher negra. Não tinha como não fazer uma mulher negra, a gente está falando da Bahia.
A mãe do Bebeto é uma mulher com deficiência, um leitor atento vai perceber o tipo de deficiência que ela possui. Tem capítulo que ela usa uma órtese, tem um capítulo que ela arrasta mais a perna, porque eu gosto de escrever de uma forma que as minhas personagens não sejam reconhecidas por uma característica. O técnico do time da Ana Romário, ele é um homem gay, e eu me lembro que durante a revisão, pontuaram o seguinte: “Ah, mas por que você não falou do marido do técnico antes?” Mas eu vou falar isso onde antes? Tem que ser natural. Não queria que fosse nada forçado, jogado.
E: Sua personagem, Ana Romário, é uma jogadora de futebol. Qual você acredita ser a importância de colocar uma representação feminina em uma profissão muito mais valorizada na área masculina?
V: É triste, né, a gente pensar que é chamado de país do futebol e não tem essa inclusão. Então, a minha primeira quebra de expectativa vem disso, os capítulos da Ana Romário jogando é casa cheia, é como a gente trata o futebol masculino. Eu acho que é tentar colocar nesse cenário tudo que a gente poderia ter se passasse a olhar com menos julgamento.
Sim, é diferente, são mulheres jogando, mas o esporte é o mesmo, e algumas jogam muito melhor do que muitos homens do time que defendem a unhas e dentes. Então, tento trabalhar com essa quebra de expectativa do que eu gostaria realmente de ver. Estádio cheio, de ver o mesmo tipo de comentário, o mesmo tipo de reconhecimento para essas atletas, que se dedicam da mesma forma.
E: Em seu processo criativo, quais são suas etapas e suas maiores dificuldades? Teve alguma dificuldade específica que você passou para escrever Camisa Onze?
V: A minha maior dificuldade sempre é achar que tudo está horrível. Então, eu não posso reler. Porque se eu reler, vou apagar. E aí sempre tenho que lembrar que eu não posso consertar o que não existe. Eu coloco os meus objetivos mentais e as metas, então, crio regras para mim. Todos os dias durante uma hora, eu parava para escrever Camisa Onze. Eu tinha que escrever 250 palavras por dia, era a minha meta.
Em Camisa Onze, tive que pegar várias informações de acordo com os anos em que vão passando. Eu preciso pensar nessa tabela de jogos, como vou distribuir a tabela de jogos do Campeonato Brasileiro pelos capítulos, como é a troca de carro, porque ninguém fica com o mesmo carro o tempo inteiro.
E: Em seus livros, o gênero romance é o principal. Você pensa em escrever algum livro voltado para outro gênero?
V: É engraçado, porque eu nunca tentei fazer outras coisas. Porém, no ano passado, fiz o roteiro de um jogo para videogame de fantasia. E eu gostei muito, achei muito legal, porque não tem limites, tudo é válido. Dava para criar muita coisa, mas eu nunca explorei de sentar e fazer algo nesse sentido, não.
E: Já tem algum outro projeto em mente para um próximo livro?
V: Então, eu acho que sim, mas não sei ainda porque eu só tenho um capítulo. Sou servidora pública, e foi algo que aconteceu, que é inspiração para minha história. Em frente a sala em que eu trabalhava, ficava uma sala de concessão de carteira para a pessoa idosa poder viajar para outros estados, já que eu trabalho na assistência. E aí, eu estava sentada na minha mesa, que fica paralela à porta. E uma senhora, muito bonita, entrou lá na sala, sentou do meu lado, e só me chamava de Clara. Tinha uma outra senhora na porta chorando, e eu não estava entendendo. Depois, essa senhora que estava chorando, voltou para falar comigo. Ela me disse que a mulher que tinha conversado comigo era a mãe dela, que tem Alzheimer. E ela falou que havia anos que não escutava a risada da mãe.
E então me contou também que Clara era o nome da melhor amiga da mãe dela, de quando ela era jovem, e são algumas memórias que a mãe dela não conseguiu esquecer, com essa Clara. Então, a gente acredita que a Clara fosse parecida comigo, porque a mulher olhou para mim, me chamou de Clara e grudou em mim. Ela só falava nisso. Isso ficou na minha cabeça desde sempre, e eu fiquei com um desejo de escrever sobre uma amizade bem forte entre duas mulheres. Temos nome? Não. Mas aí a gente já pensa no romance.
Gostou de conhecer mais sobre esse novo livro e sobre a autora? Para mais entrevistas e notícias literárias como essa, não deixe de acompanhar em nossas redes sociais – Facebook, Instagram e X. E, caso goste de compartilhar suas leituras e trocar experiências literárias, faça parte do nosso Clube do Livro do Entretê!
Bianca Andrade, a Boca Rosa, no palco do Beauty Show (foto: @casteleprodutora/divulgação Beauty Show)
De maquiagem a esmaltes e skincare, reunimos as novidades que o Entretê testou e aprovou no Beauty Show 2026 para você descobrir em quais produtos vale investir no seu próximo girl math de beleza
Matéria por Amanda Marques e Luana Esperatti
Preparem os cartões! O Expo Center Norte ficou pequeno para o Beauty Show 2026, o maior evento do Brasil dedicado aos segmentos de maquiagem, unhas e cílios.
A 4ª edição da feira, promovida pela Beauty Fair CO., levou o público à loucura ao reunir mais de 70 marcas nacionais e internacionais. Os stands foram transformados em verdadeiros palcos para apresentar os produtos e as tendências que movimentarão o universo da beleza nos próximos meses. E, claro, a nossa equipe marcou presença já no primeiro dia.
Entre makes multifuncionais, skincare inteligente, soluções que unem cuidado e sensorial, cores e texturas únicas, separamos o que mais chamou a nossa atenção para te ajudar a fechar seu carrinho com as escolhas mais legais.
Creamy – Hydrogell Oil Control e Pore Refiner
Se tem uma coisa que chamou nossa atenção no estande da Creamy foi o Hydrogel Oil Control. O hidratante promete unir hidratação intensa e controle da oleosidade em uma única fórmula, algo que parece impossível para quem vive brigando com a pele oleosa.
Conhecida por adaptar tendências e tecnologias de skincare asiático para o público brasileiro, a marca apostou em uma textura gel aquosa com ácido hialurônico e peptídeos. “O grande diferencial do produto é entregar hidratação profunda sem aumentar a oleosidade ao longo do dia”, explicou Keila Leticia Sauer, Diretora de Marketing e Comunicação da Skelt Beauty Brands. Depois de conhecer a proposta, entendemos por que ele foi um dos destaques do estande.
Foto: reprodução/Creamy & Entretetizei
Já o Pore Refiner não chegou exatamente como novidade na feira, mas foi um dos produtos que mais nos causou interesse. Os pads de algodão vêm embebidos em uma solução com 2% de ácido salicílico e ácido glicólico, ajudando na limpeza profunda e na melhora da aparência dos poros.
O formato faz sucesso há anos entre marcas coreanas, mas ainda era difícil de encontrar por aqui. “Somos a primeira marca a trazer os pads nesse formato para o Brasil. Antes, a gente só encontrava opções coreanas, e nosso objetivo foi tornar essa tecnologia mais acessível sem abrir mão da eficácia”, contou Keila. Para quem ama skincare asiático, esse é um daqueles produtos que entram na wishlist na mesma hora.
Foto: reprodução/Creamy & Entretetizei
Nina Make Up – Duo Coffee Make
A febre por gloss segue altíssima e quem passou pelo stand da Nina Make Up com certeza sentiu a temperatura esquentar com a nova linha Coffe Make. A marca criada pela empreendedora maranhense Shirley Costa apostou em traduzir o universo do café em uma experiência de beleza e autocuidado sensorial.
O lançamento traz dois glosses com efeito espelhado, textura leve e efeito 3D que valoriza os lábios, além de uma formulação rica em ativos hidratantes como a vitamina E e o ácido hialurônico. É simplesmente perfeito!
Enquanto o Gloss Coffee possui aquele brilho quentinho e luminoso –assim como um café recém-passado –, ideal para retocar ao longo do dia durante uma pausa, o Gloss Latte chega com uma proposta mais elegante e brilho sofisticado para aplicar à noite. Amaram?
Foto: reprodução/Nina Makeup & Entretetizei
Dailus – Top Glass
Quem gosta de fazer as unhas em casa provavelmente vai gostar de conhecer o Top Glass. A novidade da Dailus promete entregar aquele brilho espelhado das unhas em gel sem precisar de cabine UV ou LED.
Além de secar rapidamente, ele cria uma camada protetora que ajuda a prolongar a esmaltação e deixa o acabamento mais uniforme. É o tipo de produto que faz você olhar e pensar: “ok, talvez eu não precise marcar horário na manicure essa semana”.
Foto: reprodução/Dailus & entretetizei
Pudim Beauty – PurpuriGloss
Se você está buscando um novo lip combo, com certeza vai amar o PurpuriGloss para finalizar seus lábios e chamar atenção por onde passar. A marca que expressa toda a diversão e criatividade da influencer Camila Pudim entregou tudo mais uma vez com esse lançamento que promete hidratação e brilho combinado.
O favorito da nossa equipe foi o PurpuriGloss na cor Sambei que mistura o dourado e o brilho rosé, mas a linha ainda conta com mais quatro opções: Arrasei, Brilhei e Entreguei. Agora é só escolher o seu mood e experimentar!
Foto: reprodução/Pudim Beauty & Entretetizei
Impala – Disney #TBT
Por esse lançamento a gente não esperava…e amamos! A nova coleção Disney #TBT da Impala foi um dos momentos mais nostálgicos da Beauty Show. Inspirada em clássicos do Disney Channel como Hannah Montana, Os Feiticeiros de Waverly Place, High School Musical e Camp Rock, a linha transforma memórias de infância em esmaltes.
São oito cores divididas em quatro duplas temáticas, incluindo glitter, acabamento metalizado e o famoso efeito Cat Eye, uma das tendências mais fortes de 2026. E vamos ser sinceras: foi impossível passar pelo stand sem precisar conferir tudo de perto.
Foto: reprodução/Impala & Entretetizei
Simple Organic – Skin AI, Solução Exossomos e Balm de Olhos
Marcando presença pela primeira vez na feira, a Simple Organic deixou a nossa equipe de queixo caído com todas as novidades. Quem passou pelas ativações do stand, recebeu uma mensagem especial do cosmos através da ilustradora Julia Barra, e também pode ter a chance de testar a Skin AI, uma tecnologia desenvolvida para personalizar rotinas de skincare por meio de inteligência artificial.
Os holofotes também ficaram em torno do lançamento da Solução Exossomos + PDRN que traz os ativos queridinhos do skincare coreano em uma versão vegana e sustentável, e do best-seller Balm de Olhos, ideal para quem busca hidratação profunda para a região dos olhos em uma rotina descomplicada.
Foto: reprodução/Simple & Entretetizei
SHEGLAM – Color Bloom Liquid Blush, Hydra Jelly Pocket e Lashlighter Up & Out
Se teve uma marca que fez muita gente parar para conferir de perto, foi a SHEGLAM. Depois de anos dominando as redes sociais e aparecendo em praticamente toda timeline de beleza, a marca finalmente chegou oficialmente ao Brasil durante a Beauty Show 2026.
Entre os produtos que mais chamaram nossa atenção estavam o famoso Color Bloom Liquid Blush, os primers tecnológicos e a linha de contornos, bronzers e iluminadores líquidos que ajudaram a transformar a marca em um fenômeno nas redes sociais. O Hydra Jelly Pocket e a máscara Lashlighter Up & Out também estavam entre os destaques.
Para quem sempre ficou namorando os lançamentos pela internet, foi muito legal finalmente poder testar tudo de perto e entender por que a SHEGLAM conquistou tantos fãs ao redor do mundo.
Foto: reprodução/SHEGLAM &Entretetizei
DIDS – Coleção Emilly & Katlen
Ok, nós realmente piramos com essas fragrâncias! A Coleção Emilly & Katlen Pink e Cosmic Vibes foi a grande novidade da DIDS na Beauty Show deste ano, revelando dois novos body splashs e dois glosses ideais para compartilhar com a sua dupla favorita.
Unindo a personalidade de cada irmã, as fragrâncias variam entre a delicadeza suave e a intensidade marcante, enquanto os glosses oferecem brilho e hidratação com vitamina E e manteiga de cacau.
Foto: reprodução/DIDS & Entretetizei
Mari Maria Makeup – Flush Up, Kit Kiss Me e linha Bubble Gum
A Mari Maria Makeup foi um dos stands mais movimentados da feira, e não por acaso. Entre as novidades, quem roubou a cena foi o Flush Up, que promete facilitar a aplicação do blush e criar aquele efeito corado natural que domina as redes sociais.
A marca também apresentou o Kit Kiss Me, focado em contorno e tratamento labial, além da nova linha Bubble Gum. Foram aqueles lançamentos que fizeram a gente parar, testar e entender por que tanta gente estava falando deles ao longo do evento.
Foto: reprodução/Mari Maria & Entretetizei
Qual desses lançamentos vai entrar para a sua wishlist? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei– Facebook, Instagram e X– e nos siga para não perder nenhuma novidade do universo da beleza!
Novidades chegam às livrarias em 2 de junho e contemplam diferentes públicos
O mês de junho começa movimentado para os leitores. No dia 2, a Intrínseca lança títulos que transitam entre o terror, o romance, a fantasia, desenvolvimento pessoal e não ficção, reunindo autores consagrados, fenômenos editoriais e novidades que chegam pela primeira vez ao catálogo da editora.
Os lançamentos reforçam a diversidade do catálogo da Intrínseca, reunindo vozes consagradas da literatura contemporânea, sucessos internacionais e novos nomes que chegam pela primeira vez aos leitores brasileiros.
Um Lugar Ensolarado para Gente Sombria, de Mariana Enriquez
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
Inspirada por mestres da literatura gótica como Stephen King e Thomas Ligotti, Mariana Enriquez retorna ao gênero dos contos com 12 histórias em que o mal surge sem aviso e o sobrenatural invade cenários cotidianos. Em meio aos fantasmas que vagam pelos subúrbios de Buenos Aires, as exposições perturbadoras em estações abandonadas, os desaparecimentos misteriosos e as lendas urbanas assustadoras, a autora constrói narrativas em que o horror se esconde tanto nas grandes cidades quanto em vilarejos remotos.
Amor & Gelato (edição luxo de colecionador), de Jenna Evans Welch
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
Em comemoração aos dez anos da publicação original, o romance ganha uma edição especial com capa dura, impressão trilateral, fitilho, carta da autora e um conto inédito narrado por um personagem inesperado.
A história acompanha Lina, que viaja para Florença para realizar o último desejo da mãe: que a filha conhecesse o pai que nunca fez parte de sua vida. Ao encontrar o diário que a mãe escreveu durante a juventude na Itália, ela mergulha em uma história de amor repleta de segredos que pode transformar tudo o que acredita saber sobre sua família.
Open to Work, de Ryan Roslansky e Aneesh Raman
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
O futuro do trabalho já está sendo moldado pelas transformações provocadas pela inteligência artificial. Neste livro, os autores analisam as mudanças que vêm redefinindo carreiras e apresentam caminhos para que profissionais se adaptem ao novo cenário. Com base em dados de mais de um bilhão de usuários do LinkedIn, o livro combina tendências de mercado, reflexões sobre o desenvolvimento de habilidades e um plano prático de 30, 60 e 90 dias para enfrentar os desafios da nova era profissional.
Não Mexa Neste Celular (Vol. 1) e Não Mexa Neste Arquivo (Vol. 2), de Mikito Chinen
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
A série japonesa Não Mexa chega ao Brasil apostando em formatos inovadores que transformam a leitura em uma experiência imersiva.
No primeiro volume, os leitores têm acesso ao telefone de Kazuma Isshiki por meio de páginas que reproduzem o formato de um smartphone. Enquanto busca uma oportunidade de emprego para conseguir morar com a namorada, o jovem acaba envolvido em acontecimentos assustadores. Alternando trechos narrativos e capturas de tela, o livro mistura investigação sobrenatural, terror psicológico e recursos gráficos para construir uma trama repleta de reviravoltas.
Já Não Mexa Neste Arquivo apresenta reportagens, entrevistas, plantas baixas e documentos inquietantes que revelam, aos poucos, a verdade por trás de eventos bizarros. A narrativa acompanha os registros relacionados a um assassinato em massa que chocou o Japão e explora a mente de um homem consumido pela paranoia e pela sensação constante de estar sendo observado.
Juntos, os dois volumes formam um quebra-cabeça em que diferentes acontecimentos se conectam de maneira surpreendente.
Ninguém Ensina a Gente a Ser Adulto, de Matheus Rocha
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
Primeiro livro do autor pela Intrínseca, a obra propõe uma conversa honesta sobre os desafios do amadurecimento. Com a sensibilidade que conquistou milhares de leitores ao longo da carreira, Matheus Rocha reflete sobre temas como solidão na era digital, mercado de trabalho, saúde mental, independência financeira e relacionamentos. Entre angústias e pequenas conquistas, o autor transforma experiências pessoais em um espaço acolhedor de identificação e troca.
Me Prometa o Sol, de Cara Bastone
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
Desde a morte da melhor amiga, Lou, Lenny se sente incapaz de seguir em frente. Apesar de ter prometido cumprir uma lista criada para ajudá-la a reencontrar a alegria de viver, ela evita enfrentar o luto enquanto tenta reorganizar a própria vida. Tudo começa a mudar quando conhece Miles, o tio da criança de quem cuida como babá. Aos poucos, os dois constroem uma parceria improvável que os leva a enfrentar dores antigas, descobrir novas possibilidades e encontrar conforto um no outro.
Eu, Medusa, de Ayana Gray
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
Nesta narrativa, a autora revisita um dos personagens mais conhecidos da mitologia grega para apresentar uma nova perspectiva sobre a história da górgona. Única mortal em uma família de divindades menores, Medusa vê a oportunidade de mudar seu destino ao se tornar sacerdotisa de Atena. No entanto, após sofrer uma violência e ser responsabilizada por algo que não fez, ela é transformada em um monstro. Determinada a não ser definida pela tragédia, Medusa assume o controle da própria narrativa e se reinventa como protagonista de sua história.
O Som do Cristal e Os Guardiões do Brilho, de Mina Finch
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
A série K-pop Academy ganha dois novos volumes que aprofundam a trajetória das integrantes do grupo AURA em uma escola especializada na formação de idols.
Em O Som do Cristal, Tae, Hana, Nari e Soojin precisam provar que dominam o kalgunmu, uma técnica que exige sincronia perfeita. Durante os preparativos, Tae encontra um misterioso instrumento capaz de transcender o tempo, dando início a uma aventura que coloca à prova não apenas o talento das garotas, mas também a amizade que construíram.
Já em Os Guardiões do Brilho, o grupo enfrenta uma competição acirrada contra seus maiores rivais. Enquanto tentam se destacar no torneio, as integrantes precisam lidar com sabotagens, forças sobrenaturais e os desafios da fama. Quando guardiões espirituais são invocados pelas apresentações e um deles foge do controle, a disputa deixa de ser apenas uma questão de desempenho e passa a representar um risco real para todas.
Quais desses lançamentos você pretende adquirir? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram,FacebookeX – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
Conhecido por produções como Hercai, o ator interpretará sultão da história turca
Akın Akınözü já tem um novo projeto definido para a próxima temporada televisiva. Após receber diversas propostas, o ator escolheu integrar o elenco de Aşk ve Taht (tradução livre: Amor e Trono), nova dizi da Bozdağ Film, produtora conhecida por seus grandes dramas de época.
Foto: reprodução/Onedio
Famoso entre o público brasileiro por trabalhos como Hercai: Amor e Vingança (Hercai, 2019) e, mais recentemente, Veliaht (tradução livre: Herdeiro, 2025), Akın dará vida agora ao sultão Alâeddin Keykubad I, um dos governantes do Sultanato Seljúcida de Rum.
A produção será exibida pela ATV e está sendo desenvolvida pela Bozdağ Film, empresa responsável pelos dramas históricos Kuruluş: Osman (tradução livre: A Fundação de Osman, 2019) e Kuruluş: Orhan (tradução livre: A Fundação de Orhan, 2025).
A direção ficará por conta dos irmãos Taylan, enquanto o roteiro é assinado por Serdar Özönalan, Hasan Erimez, Özlem Atasoy e Melek Yalçın.
Foto: reprodução/Medyaradar
Apresentada como uma das apostas mais ambiciosas da próxima temporada, Aşk ve Taht está despertando a curiosidade do público não apenas pela temática histórica, mas também pela escolha de Akın Akınözü para o papel principal.
Até o momento, outros nomes do elenco ainda não foram anunciados oficialmente.
Animadas para ver Akın Akınözü em um drama de época? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Adaptação do best-seller de Taylor Jenkins Reid continua em desenvolvimento
A adaptação de Os Sete Maridos de Evelyn Hugo acaba de dar mais um passo em direção às telas. Segundo informações divulgadas pelo Deadline, a Netflix definiu Anna Kendrick como diretora do longa baseado no romance de Taylor Jenkins Reid.
Publicado em 2017, o livro se tornou um dos maiores sucessos editoriais dos últimos anos, conquistando leitores ao redor do mundo e ganhando ainda mais popularidade com o alcance das redes sociais. Desde que a adaptação foi anunciada pela Netflix, o projeto tem sido acompanhado de perto pelos fãs, que aguardam novidades sobre a produção.
A história acompanha Monique Grant, uma jovem jornalista que recebe a oportunidade de entrevistar Evelyn Hugo, lendária estrela de Hollywood que vive longe dos holofotes há anos. Durante o encontro, a atriz decide revelar os bastidores de sua trajetória, compartilhando detalhes sobre a fama, os desafios da indústria cinematográfica e os acontecimentos por trás de seus sete casamentos.
Foto: reprodução/Metrópoles
Apesar da definição da direção, a Netflix ainda não anunciou quem fará parte do elenco nem quando o filme será lançado. A ausência dessas informações continua alimentando especulações entre os leitores, especialmente sobre quem interpretará personagens centrais como Evelyn Hugo e Celia St. James.
A escolha de Anna Kendrick marca mais um trabalho da artista atrás das câmeras. Em 2023, ela estreou como diretora com A Garota da Vez, filme inspirado em uma história real que recebeu avaliações positivas da crítica e do público. Além da carreira na direção, Kendrick é conhecida por atuações em produções como A Escolha Perfeita (2012) e Um Pequeno Favor (2018).
Ansiosos para essa adaptação? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram,FacebookeX – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
Ator viverá Kuzey Alazlı em romance ambientado na região do Mar Negro
O ator Emre Bey foi confirmado como protagonista da nova dizi Sevdam Karadeniz (tradução livre: Meu Amor do Mar Negro),produção da Mia Yapım que chega na próxima temporada da NOW. Segundo informações divulgadas pela jornalista Birsen Altuntaş,o artista está em fase de assinatura de contrato para viver Kuzey Alazlı, personagem central da trama.
Foto: reprodução/aTV
Escrita por Nuray Uslu e dirigida por Aytaç Çiçek, a série será gravada em Trabzon e vai acompanhar a história de amor entreKuzey e Zeyşan. A jovem retorna à sua cidade natal aos 25 anos e acaba reencontrando seu passado, dando início a uma narrativa marcada por romance e conflitos emocionais.
Foto: reprodução/Advantour
A produção aposta em um cenário típico do Mar Negro para construir a atmosfera da história, explorando temas como identidade, raízes familiares e segundas chances no amor. A relação entre os protagonistas deve ser o principal eixo dramático da dizi.
Foto: reprodução/NOW
Sevdam Karadeniz será exibida na próxima temporada pela NOW, ainda sem data oficial de estreia confirmada.
Vai acompanhar a nova dizi? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei(Facebook, Instagrame X) e nos siga para não perder nenhuma novidade do mundo turco!
Os dez livros que apareceram na estante do ex-jogador de futebol revelam conexões surpreendentes com os conflitos da novela
Se existe um clube do livro mais improvável da televisão brasileira, ele certamente pertence ao Tufão. Durante Avenida Brasil (2012), o ex-jogador interpretado por Murilo Benício desenvolve o hábito da leitura por incentivo de Nina (Débora Falabella) e passa a aparecer em cena acompanhado por alguns dos maiores clássicos da literatura mundial.
Foto: reprodução/UOL
O detalhe é que muitos desses títulos pareciam conversar diretamente com os dramas que ele vivia. Enquanto tentava entender as pessoas ao seu redor, Tufão lia histórias sobre traições, ilusões, identidades fragmentadas e personagens incapazes de enxergar o que estava bem diante dos próprios olhos. Coincidência? Nem tanto. Segundo João Emanuel Carneiro, autor da novela, a escolha dos dez livros ajudava a comentar a trama nas entrelinhas.
A traição entra em cena, mesmo que escondida
Os relacionamentos marcados por mentiras, suspeitas e expectativas frustradas ocupam um espaço importante na seleção literária de Tufão. Em Madame Bovary (1856), de Gustave Flaubert, Emma Bovary busca fora do casamento a felicidade que acredita merecer, alimentando sonhos românticos que a afastam cada vez mais da realidade. Já em O Primo Basílio (1878), de Eça de Queirós, uma relação extraconjugal desencadeia uma série de acontecimentos que expõem fragilidades pessoais e hipocrisias sociais.
Foto: reprodução/X @gomzsquita
A mesma temática aparece em Dom Casmurro (1899), de Machado de Assis. Embora o romance seja lembrado pela eterna discussão sobre a possível traição de Capitu, a obra também trata das incertezas que cercam os relacionamentos e da dificuldade de distinguir fatos, percepções e interpretações. Em comum, os três livros exploram vínculos atravessados por segredos, desejos e versões conflitantes da verdade.
Não por acaso, esses elementos também estão no centro de Avenida Brasil. Grande parte dos conflitos da novela nasce justamente de relações construídas sobre mentiras, traições e interesses ocultos, fazendo com que a descoberta da verdade se torne um dos principais motores da narrativa.
A dificuldade de enxergar a verdade, mesmo usando óculos
Outro tema recorrente entre os livros lidos por Tufão é a distância entre aquilo que os personagens acreditam enxergar e o que realmente acontece ao seu redor. Em O Idiota (1869), de Fiódor Dostoiévski, a bondade do príncipe Míchkin faz com que ele se torne alvo de manipulações e interesses alheios. Já em Dom Quixote (1605), de Miguel de Cervantes, a idealização transforma completamente a percepção do protagonista sobre a realidade.
Foto: reprodução/AdoroCinema
Essa discussão também aparece em O Alienista (1882), de Machado de Assis. Por meio da trajetória de Simão Bacamarte, o autor questiona os limites entre razão e loucura, mostrando como a interpretação dos fatos pode ser mais complexa do que parece.
Em muitos momentos, Tufão percorre um caminho semelhante. Cercado por mentiras cuidadosamente construídas, ele demora a perceber aquilo que os espectadores já sabiam, transformando sua trajetória em um retrato da confiança excessiva e da dificuldade de reconhecer sinais que estavam à vista o tempo todo.
O que as aparências (mais ou menos) escondem
Além das questões ligadas à traição e à percepção da realidade, alguns dos livros presentes na novela direcionam o olhar para aquilo que permanece oculto sob a superfície. Em Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Machado de Assis desmonta convenções sociais para expor vaidades, interesses e contradições que costumam permanecer escondidos por trás das aparências.
Essa ideia também pode ser percebida em A Metamorfose (1915), de Franz Kafka, obra que explora sentimentos de estranhamento, isolamento e transformação da identidade. Já em A Interpretação dos Sonhos (1899), Sigmund Freud propõe uma investigação sobre desejos, emoções e conflitos que permanecem fora da consciência, mas influenciam diretamente o comportamento humano.
Foto: reprodução/X @valerumlivro
Apesar de pertencerem a gêneros e períodos distintos, os três títulos compartilham o interesse por aquilo que não é imediatamente visível. Na novela, essa mesma lógica move boa parte da trama, já que quase todos os personagens escondem segredos, ressentimentos, ambições ou planos que só são revelados ao longo da história.
Uma reflexão sobre o amor
Em meio a histórias marcadas por enganos, segredos e desilusões, O Banquete (380 a.C.), de Platão, surge como uma presença singular na biblioteca de Tufão. O diálogo platônico reúne diferentes discursos sobre o amor, o desejo e as relações humanas, propondo reflexões que continuam atuais.
Foto: reprodução/Guia do Estudante
A inclusão da obra amplia o alcance da seleção literária apresentada na novela. Mais do que discutir traições ou conflitos, o livro convida à reflexão sobre os vínculos que estabelecemos ao longo da vida e sobre as diferentes formas de compreender o afeto. Nesta trama movida por paixões intensas, relações familiares complexas e escolhas motivadas pelo amor, sua presença reforça o caráter universal dos temas explorados tanto pela literatura quanto pela teledramaturgia.
As respostas estavam na estante
Quase todos os livros da biblioteca de Tufão abordam temas como engano, autoilusão, traição, identidade e a dificuldade de reconhecer a verdade. Não por acaso, muitos deles pareciam antecipar os conflitos vividos pelo personagem ao longo da novela. Um dos exemplos mais lembrados acontece após uma briga entre Carminha e Max (Marcello Novaes), quando a cena corta para Tufão lendo Madame Bovary e resumindo a obra como “a história de uma mulher que trai o marido, mas não gosta do amante”.
Mais do que referências literárias inseridas na trama, essas obras mostram como a literatura permanece relevante ao oferecer diferentes perspectivas sobre comportamentos e relações humanas. Ao aproximar clássicos de uma narrativa popular como Avenida Brasil, a novela também evidenciou a capacidade dos livros de dialogar com experiências contemporâneas e ajudar leitores a refletirem sobre situações que atravessam gerações.
Talvez Tufão não tenha conseguido interpretar todos os avisos escondidos nas páginas que lia. Para o público, porém, a estante do personagem acabou se tornando mais uma camada da história e uma lembrança de que certas perguntas sobre a vida continuam encontrando respostas na literatura.
Foto: reprodução/Extra Online – Globo
Você já leu algum dos livros que fizeram parte da estante de Tufão? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram,FacebookeX – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
O filme estreou nos cinemas brasileiros no dia 28 de maio e traz à tona a complexidade dos relacionamentos e o perigo da insegurança
O filme Fora de Controle (Dis-moi juste que tu m’aimes), dirigido por Anne Le Ny, foi lançado na França em 2024, mas só chegou ao Brasil este ano. O thriller psicológico narra a história de um casal marcado por um amor passado de Julien (Omar Sy), marido de Marie (Élodie Bouchez).
Marie é uma personagem profundamente apaixonada por seu marido, mas igualmente insegura, e acredita que ele ainda não superou a ex-namorada de 20 anos atrás.
Foto: reprodução/Variety
Após o retorno de Anaëlle (Vanessa Paradis), a antiga paixão de Julien, Marie fica desesperada, acreditando que Julien irá abandonar 15 anos de casamento para reviver sua paixão de juventude. A partir disso, Marie começa a ser consolada por seu chefe, Thomas (José Garcia), a quem encontra na rua enquanto espiona Anaëlle. A noite de espionagem é marcada por angústia e o medo de encontrar seu marido com a ex. Thomas, por sua vez, consola Marie e logo os dois começam um relacionamento extraconjugal. No entanto, esse envolvimento pode se tornar um tanto perigoso.
O longa representa bem os sentimentos de insegurança e como muitas vezes eles podem levar a uma autossabotagem. Percebemos como a mente humana pode ser uma armadilha e que a entrega dos nossos sentimentos à pessoa errada pode levar a uma teia de manipulação.
Foto: reprodução/AlloCiné
O ritmo do filme é agradável. A todo instante ficamos apreensivos para saber o que vai acontecer, quais serão as decisões de Marie e quais serão as consequências de suas decisões.
Omar Sy, mesmo sendo um ator versátil, nos apresenta uma versão mais séria e dramática. Estamos acostumados a ver Omar em personagens fortes, ricos, famosos e engraçados. Dessa vez, nosso coração aperta ao vermos um homem vulnerável que sofre com a dor da traição.
Uma atuação que se destaca é a de José Garcia. A princípio, a personagem interpretada por ele não parece tão interessante, mas logo percebemos a personalidade possessiva e manipuladora. É o que podemos chamar de um show de atuação. Alguém que parece amoroso e inofensivo se torna a maior armadilha de Marie.
O filme tem classificação indicativa para maiores de 14 anos e é uma ótima pedida para quem gosta de um bom suspense e boas atuações.
Ficou ansioso(a) para assistir esse thriller? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade do mundo do cinema e do entretenimento!
Comédia é estrelada pelos artistas de peso Seth Rogen, Olivia Wilde, Penélope Cruz e Edward Norton
O longa-metragem dirigido e protagonizado por Olivia Wilde, acompanha um jantar entre casais de vizinhos que acaba em diversas revelações e risadas. Os rumos desse encontro são inesperados e trazem reações imprevisíveis.
Confira o trailer:
A diretora do filme descreveu sua produção como um retrato de tensões acumuladas dentro de um casamento e elas acabam se desenrolando em apenas uma noite dentro de um apartamento.
O humor trata de temas como a intimidade, a comunicação, a frustração e a ansiedade social.
Foto: divulgação/O2 Play
O roteiro é assinado por Will McCormack e Rashida Jones, dupla que já trabalhou junta no drama Celeste e Jesse para Sempre. A nova produção chama atenção também por algumas decisões criativas, como a filmagem feita integralmente em uma película 35 milímetros, em ordem cronológica e com um extenso período de ensaios entre os atores.
Com distribuição da O2 Play, o filme tem sua estreia marcada para os cinemas brasileiros no dia 9 de julho.
Ficou ansioso pelas risadas que esse filme nos reserva? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Acesse nossa política de privacidade atualizada e nossos termos de usoe qualquer dúvida fique à vontade para nos perguntar!