Descubra leituras breves e cativantes para preencher os momentos entre as partidas
A Copa do Mundo chegou e, com ela, a emoção dos jogos! Entre um intervalo e outro, que tal acalmar o coração com leituras curtinhas de até 100 páginas? Para manter o clima de torcida em alta e aproveitar os intervalos da competição, confira esta seleção de 5 contos perfeitos para ler entre os jogos.
Bia e Flávio (2021), de Suelen de Paula – 13 páginas
Foto: divulgação/Entretetizei
Destino? Bia e Flávio se encontram mais de uma vez ao longo de suas jornadas, mas isso não é suficiente para que entendam o que a vida está tentando lhes mostrar. Talvez sejam necessários novos encontros para que percebam o significado dessas coincidências.
Encontros casuais e breves, pessoas distintas prestes a descobrir o começo de uma nova história. O conto nos convida a prestar atenção aos pequenos detalhes e perceber o que o destino pode estar tentando nos contar. Perfeito para o intervalo de um jogo, os personagens cativam sem muita complexidade, deixando um gostinho de quero mais.
Cale-se para Sempre (2020), de Renata Lustosa – 53 páginas
Foto: divulgação/Entretetizei
Olívia é dona de uma empresa que organiza casamentos, mas o negócio enfrenta dificuldades financeiras há algum tempo. Quando finalmente consegue um cliente que poderia resolver seus problemas, o noivo dá em cima dela, colocando-a diante de um dilema moral absurdo: salvar sua empresa ou permitir que uma mulher se case com um traidor?
Além disso, a protagonista enfrenta questões pessoais relacionadas aos próprios relacionamentos. Depois de tomar a decisão certa, Olívia encara outros dilemas envolvendo perguntas como “o que seria o homem perfeito?” e “o que devo aceitar em um relacionamento?”.
Com uma mistura de drama, romance e aquele clima aconchegante de filme da Sessão da Tarde, o conto acompanha uma mulher independente diante de escolhas difíceis. Uma leitura envolvente e acolhedora que conquista o leitor do início ao fim.
A Garota na Prisão de Papel (2018), de Felipe Gulyas – 63 páginas
Foto: divulgação/Entretetizei
Carol pode ser vista como uma adolescente comum, com família e amigos, que está terminando o ensino médio. Porém, ela está há dias presa em sua escola por uma barreira invisível. O mais assustador é que ninguém parece perceber sua situação.
Dan surge como uma salvação: um garoto que ela conhece apenas por mensagens e que, aparentemente, sabe pelo que ela está passando. Seria ele uma ajuda? Mais um perigo? Ou a própria fonte do perigo? Além disso, ela percebe que não está sozinha nessa prisão.
O mistério ronda a história do começo ao fim. Conhecemos apenas a perspectiva da protagonista, o que aumenta ainda mais nossa curiosidade. Perfeito para quem busca mergulhar em um universo diferente, se emocionar e ter a curiosidade constantemente instigada.
Leia esse conto já sabendo que não é o que você está pensando, nunca é o que você está pensando.
A Chance de Encontrar o Amor no Metrô (2016), de Rafael Dourado – 68 páginas
Foto: divulgação/Entretetizei
Tess está tendo um dia terrível: atrasada, com o carro quebrado e sem dinheiro para um táxi. Indo para o metrô, sua sorte não melhora, e ela definitivamente vai se atrasar muito. Mas, pelo menos, conhece Adam, um cara bacana que alegra um pouco seu dia desastroso. Quando ele chega à sua estação, os dois se separam, e Adam esquece um livro com ela. Será que isso será suficiente para que eles se reencontrem?
Leve, divertida e sem grandes pretensões, a história conquista pela simplicidade. A narrativa flui com naturalidade, arrancando sorrisos e fazendo o leitor torcer pelo casal. Quando termina, fica a sensação de que gostaríamos de passar mais tempo ao lado desses personagens.
O Quarto Branco (2013), de P. Barbosa – 33 páginas
Foto: divulgação/Entretetizei
Várias pessoas entraram no quarto branco, mas nenhuma saiu. O que isso significa? Curioso, um homem que já não via sentido na vida entra no local para tentar entender o que acontece com aquelas pessoas. Ao refletir sobre o ambiente, ele percebe que elas enlouqueciam sem contato humano, sem saída e sem cores. E então surge a revelação: você só sai quando quer ficar. O tempo passa, e ele entende o verdadeiro significado dessa frase.
É um conto que depende muito dos olhos de quem lê. Ele é reflexivo, e esse é seu principal ponto: o foco está nas ideias e sentimentos despertados pela experiência. A narrativa trabalha com a subjetividade, e o quarto branco funciona como um símbolo da intensificação dos erros e problemas do protagonista, abrindo caminho para a limpeza dessa negatividade.
É um conto sobre permissão, felicidade e subjetividade. O final é confuso, mas perfeito. Afinal, o que é o quarto branco? O lugar que você mais visita em sua vida.
Já conhecia algum desses contos? Conta pra gente nas nossas redes sociais – Facebook, Instagram e X! Participe também do Clube de Leitura do Entretê para compartilhar de ótimas leituras!
Programação da segunda quinzena de junho convida o público a refletir sobre diferentes formas de viver, criar e pertencer
Inspirada nas exposições em cartaz no CCBB Rio, a programação quinzenal do CCBB Educativo – Lugar de Encontros transforma a visita ao museu em uma experiência interativa para públicos de todas as idades.
Ao longo da segunda quinzena de junho, oficinas, laboratórios e contações de histórias dialogam diretamente com mostras como Além da Fantasia – Yoshitaka Amano e Vik Muniz – A Olho Nu, aproximando o público da arte por meio da experimentação e da criatividade.
Entre os destaques estão os laboratórios Do Papel para a Pele, que convida os participantes a criar tatuagens temporárias inspiradas no universo visual de Amano; e o O Que a Luz Mostra, que explora a técnica da cianotipia – processo fotográfico que produz imagens em tons de azul –, em sintonia com a obra de Vik Muniz; e a contação de histórias O Mistério da Grande Onda, uma divertida viagem pelo universo das gravuras japonesas e da famosa obra do pintor japonês Katsushika Hokusai.
A celebração da diversidade ganha destaque na programação com atividades que promovem reflexão, acolhimento e representatividade. No dia 17 de junho, quarta-feira, às 18h, a roda de conversa E a Palavra Com reúne as artistas Julia Bernat, Kaká Guimarães Rosa e Nice Chagas para discutir como trajetórias individuais se conectam a processos coletivos de resistência, criação e preservação da memória, abordando temas como apagamento histórico, território e produção cultural.
Julia Bernat é autora do livro Minha Vó Ri, texto adaptado na peça teatral homônima encenada no CCBB do Rio no início do ano, com direção de Débora Lamm. Já Kaká Guimarães Rosa recebeu menção honrosa do Black Queen Festival pela direção do filme Desta Vez Eu Nem Chorei, e foi assistente de direção da peça Minha Vó Ri. E Nice Chagas é atriz e educadora da arte, que atua em movimentos de mulheres negras, na defesa de direitos humanos e da comunidade LGBTQIAPN+.O encontro também contará com a exibição de imagens de um projeto de lambe-lambes que ocupou as ruas da cidade em 2024.
No dia 28 de junho, domingo, data em que se celebra o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, o Laboratório de Cianotipia convida o público a representar o amor familiar em composições visuais, transformando memórias e afetos em imagens.
A programação se encerra com a contação de histórias Minha Família é Onde Cabe Meu Amor, apresentada pela Companhia Costurando Histórias, que utiliza literatura, música e imaginação para celebrar a convivência, o respeito às diferenças e os múltiplos laços que unem as famílias contemporâneas.
Em um ambiente lúdico criado com tapetes-cenário artesanais, crianças e adultos serão convidados a mergulhar nas narrativas dos contos Rouge, o Gato Vermelho;Elmer, o Elefante Xadrez e Galo, Galo Não Me Calo. A atriz e mestre em Literatura Daniela Fossaluza, transforma os livros em experiências interativas que unem literatura, música e imaginação, celebrando a diversidade e mostrando que o amor é o que une as diferentes formas de família.
“A programação reforça a proposta do CCBB Educativo – Lugar de Encontros de promover experiências no museu voltadas para públicos de todas as idades, fortalecendo valores como inclusão, diversidade, pluralidade e convivência democrática”, afirma Daniela Chindler, responsável pela coordenação-geral do projeto.
Foto: divulgação/Armazém Comunicação
Durante todos os outros dias, as atividades nos laboratórios e as contações de histórias dialogam com as exposições em cartaz, com a história e arquitetura do prédio que abriga o CCBB Rio, além de atividades ligadas ao patrimônio imaterial brasileiro.
ATIVIDADES PERMANENTES
VISITAS AGENDADAS
Segundas, quintas e sextas: 9h30, 10h, 14h, 15h e 18h
Ingressos disponíveis na bilheteria física e no site do CCBB Rio
Visita mediada à exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano
Até 22/06/2026
Segundas, quartas, quintas e sextas: 18h
Quartas e sextas: 11h
Sábados e domingos: 12h
Visita mediada à exposição Vik Muniz – A Olho Nu
Até 07/09/2026
Segundas, quartas, quintas e sextas: 16h
Quartas e sextas: 12h
Sábados e domingos: 10h
Visitas mediadas com intérprete em Libras
Quartas: 11h
Sábados: 11h e 14h
Visita mediada Caminhos da Memória
Segundas e Quintas: 11h e 17h
LABORATÓRIO DE ARTES
Entrada gratuita por ordem de chegada
Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar
Sábados e feriados: 15h e 17h
Domingos: 11h, 15h e 17h
Será oferecida uma dentre as atividades abaixo por horário.
DO PAPEL PARA A PELE
Classificação: Livre
Entrada gratuita por ordem de chegada
Do Papel Para a Pele é um laboratório de tatuagens temporárias, elaborado pela educadora Maria Estrella, aprendiz de tattoo, que faz referência à exposição. Os participantes vão explorar o desenho inspirados em referências como A Grande Onda de Kanagawa e as ilustrações de Yoshitaka Amano. Depois os desenhos são transferidos para a pele como tatuagens temporárias, transformando o corpo em suporte de expressão.
IMPRIMINDO PERSONAGENS – LABORATÓRIO DE GRAVURA
Classificação indicativa: 7 anos
Entrada gratuita por ordem de chegada
Laboratório de gravura inspirado na tradição japonesa dos Ukiyo-e, técnica que influenciou importantes artistas do impressionismo europeu. Durante a experiência, os participantes criam personagens a partir de matrizes. Atividade elaborada para a exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano
O QUE A LUZ MOSTRA – LABORATÓRIO DE CIANOTIPIA
Classificação indicativa: 7 anos
Entrada gratuita por ordem de chegada
Este laboratório, em diálogo com a exposição Vik Muniz – A olho nu, convida o público a experimentar o Laboratório de Cianotipia, técnica fotográfica que utiliza a luz para criar imagens. A atividade parte da investigação presente na obra do artista, que propõe novas formas de construção da imagem, a partir de materiais e processos não convencionais, oferecendo uma experiência sensível de observação e descoberta.
ERA UMA VEZ NO SÉCULO 19
Classificação indicativa: A partir de 7 anos
Entrada gratuita por ordem de chegada
Que tal imaginar novas histórias para o passado? Nesta atividade as crianças exploram fotografias do Brasil do século 19 e reinventam as narrativas de figuras negras através de projeções de imagens, dando nova vida ao passado.
ILUMINANDO HISTÓRIAS
Classificação indicativa: a partir de 6 anos
Entrada gratuita por ordem de chegada
Laboratório que oferece ao público uma experiência de criação no teatro de sombras.
LIVRO VIVO
Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar
Sábados, domingos e feriados: 16h
Entrada gratuita por ordem de chegada
Classificação indicativa: Livre
O Livro Vivo é uma atividade de mediação de leitura que busca compartilhar a experiência de ler um livro, incentivando o interesse de novos leitores. Inspirado nas exposições em cartaz e ações de patrimônio.
HORA DO CONTO
Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar
Sábados, domingos e feriados: 14h
Entrada gratuita por ordem de chegada
Classificação indicativa: Livre
Como mediar o conteúdo de uma exposição com histórias? Ao incluir histórias na programação, é sugerido ao visitante um novo olhar sobre as obras expostas. Para que a história se desenrole usa-se o faz de conta. Quando o visitante se transporta para o papel de ouvinte, ele está compactuando com a ficção. Existe melhor forma de viver experiências?
O MISTÉRIO DA GRANDE ONDA
Tempo de duração: 30 min
Classificação indicativa: Livre
A contação de histórias O Mistério da Grande Onda é um convite a uma aventura pelo mundo da arte. A personagem principal acredita ter um nariz capaz de reconhecer grandes obras, mas se surpreende ao encontrar uma imagem que ela não conhecia: a gravura A Grande Onda de Kanagawa, de Katsushika Hokusai. Intrigada, ela embarca em uma jornada até o Japão para desvendar esse mistério. A história apresenta, de forma lúdica, o universo do Ukiyo-e, um estilo artístico japonês de gravuras que retrata cenas do cotidiano, da natureza e da vida urbana, e convida as crianças a ampliar seu olhar sobre as diversas formas de se fazer arte. Elaborada para a exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano.
AQUELA QUE BRILHA NO CÉU
Tempo de duração: 30 min
Classificação indicativa: Livre
Amaterasu é uma deusa solar tradicional do Japão, seu nome completo (amaterasu-o-mi-kami) significa “grande deusa que brilha no céu”. Presente no universo mítico japonês, ela é considerada a ancestral da família imperial, regente do céu, representando a luz e a pureza. Na contação da história Aquela que Brilha no Céu, o público será apresentado a famosa narrativa japonesa, na qual o isolamento da deusa e seu mergulho no mundo da escuridão é atravessado por um espelho – que pode trazer a luz de volta ao mundo. Elaborada para a exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano.
HANA SAKA JIII – O VELHO QUE FAZ FLORESCER
Tempo de duração: 30 min
Classificação indicativa: Livre
Inspirada na exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano, a nova contação traz uma história de tradição japonesa. A narração acompanha a história de um bondoso casal de idosos e de seu cãozinho Shiro, que encontram um tesouro inesperado. Na casa ao lado, porém, vive um casal invejoso que faz de tudo para conseguir essa riqueza. Elaborada para a exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano.
HISTÓRIAS QUE CABEM NA PALMA DA MÃO
Tempo de duração: 30 min
Classificação indicativa: Livre
A contação Histórias que Cabem na Palma da Mão se inspira em duas narrativas da tradição oral japonesa para mergulhar em um universo onde pequenos gestos têm grandes efeitos. Omusubi Kororin – Os Bolinhos de Arroz Rolantes apresenta a história de um senhor simples que, ao dividir o pouco que tem, encontra um mundo mágico cheio de ratinhos dançantes, propondo uma reflexão sobre generosidade e escolhas. Issun Boshi, o Samurai do Tamanho de uma Polegada, traz um pequeno herói que enfrenta o mundo com uma coragem gigante. História elaborada para a exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano.
URASHIMA TARÔ – A JORNADA ALÉM DO TEMPO
Tempo de duração: 30 min
Classificação indicativa: Livre
A contação do clássico conto japonês Urashima Tarō ganha uma nova dimensão ao ser apresentada como um jogo de escolhas, transformando espectadores de todas as idades em participantes ativos da história. Aqui, o destino do personagem está nas mãos do público. A contação narra a trajetória de um jovem bondoso, que vive uma experiência extraordinária, mas repleta de desafios. O jovem conhece um reino mágico no fundo do mar, onde tudo parece perfeito e o tempo não segue as mesmas regras do mundo real. Ao retornar, percebe que as coisas na superfície não estão como imaginava. Aos poucos, a história revela que toda escolha carrega consequências e, junto com Tarō, o público é convidado a descobrir cada uma delas. Elaborada para a exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano.
HERMES – O MENINA QUE TINHA ASAS NOS PÉS
Tempo de duração: 30 min
Classificação indicativa: Livre
A atividade elaborada para apresentar a arquitetura do prédio para visitantes do Transtorno do Espectro Autista contempla diferentes formas de percepção e mobilidade, utilizando recursos táteis e visuais para narrar a história do deus Hermes. Durante o percurso, colunas evocam a arquitetura do CCBB, enquanto os objetos têm a textura de travesseiros e podem ser abraçados e manipulados. Hermes surge com suas sandálias aladas, e Zeus aparece entre trovões e nuvens. O público é convidado a cuidar das ovelhas e caminhar com os educadores pelos passos de Hermes até o fim da história, numa experiência coletiva e inclusiva.
HISTÓRIAS DA MINHA TERRA
Tempo de duração: 30 min
Classificação indicativa: 5 anos
Quantos de nós não somos filhos e filhas, netos e netas de homens e mulheres que deixaram sua terra natal para tentar a sorte em outras regiões? Este espetáculo narra uma história real ocorrida no Sudeste do Pará, quando as primeiras famílias de migrantes chegaram à região que depois viria a se chamar Canaã dos Carajás. Em uma sala de aula multisseriada, a professora Aparecida dá aulas quando invade a sala um boi enfurecido! Em cena o ator Antônio Valladares diverte crianças de todas as idades com sua experiência na palhaçaria. O cenário de papel-cartão, outra surpresa, foi desenhado pela educadora Marianne Chamarelli.
PEQUENOS EXPLORADORES
Local: Biblioteca Banco do Brasil, 5° andar
Sábados e feriados: 11h
Entrada gratuita por ordem de chegada
Classificação indicativa: 3 a 6 anos
Crianças e seus acompanhantes serão convidados a conhecerem o prédio e a história do CCBB de um modo diferente. Para estimular essa vivência, preparamos um roteiro onde cada espaço visitado guarda um segredo. A viagem começa no quinto andar, onde os participantes buscam na biblioteca uma importante pista que permite acessarem orientações para outras etapas sucessivas, envolvendo bilhetes, baús e mapas, numa verdadeira caça aos segredos do CCBB.
PEQUENAS MÃOS
Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar
Sábados e feriados: 13h
Entrada gratuita por ordem de chegada
Classificação indicativa: 3 a 7 anos
Duração: 30-40 minutos
O Quarto de Luiza
Agora é noite / E você deve estar dormindo de barriga para baixo / Com seu pijama de bolinhas / E nem desconfia / Que eu encontrei / Dentro do seu nome, as palavras Luz e Lua (…) Inspirada na poesia Pequena Luiza, de Daniela Chindler, as crianças pequenas vão manipular objetos e brincar com luz e sombra.
PEQUENÍSSIMAS MÃOS
Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar
Domingos: 13h
Entrada gratuita por ordem de chegada
Classificação indicativa: 2 a 3 anos
Duração: 25 minutos
Entre Notas e Bichos
Projeção de imagens, música, contação de histórias e máscaras nesta atividade que apresenta, para as crianças pequeninas, os animais da fauna brasileira, que estão desenhados nas nossas notas de dinheiro.
Sobre o CCBB Educativo – Lugar de Encontros
O CCBB Educativo – Lugar de Encontros parte da ideia de que o conhecimento é construído coletivamente, por meio da convivência, da escuta, do diálogo e da troca de experiências. Mais do que apresentar conteúdos, o programa busca criar espaços de encontros entre pessoas, saberes e diferentes formas de expressão, utilizando a arte e a cultura como ferramentas de reflexão e sensibilização.
Voltado para públicos diversos, promove o acesso estético, artístico e cultural à programação do CCBB, estimulando a participação ativa, o pensamento crítico e a produção compartilhada de conhecimento, sempre pautados pelos valores da democracia, da pluralidade de ideias, da inclusão e do respeito às diferenças.
CCBB Educativo – Lugar de Encontros é realizado pela Davar Projetos Culturais e oferece visitas mediadas, laboratório de artes, contação de histórias, mediação de leitura, vivências para crianças pequenas, encontro com professores e apresentações em datas comemorativas. As atividades são inteiramente gratuitas e voltadas para todos os públicos, em um programa de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil.
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Uma década após seu lançamento, edição de luxo de Amor & Gelato chega ao Brasil
Imagem: divulgação/Editora Intrínseca
Para comemorar uma década da famosa aventura italiana de Lina, a Editora Intrínseca preparou uma novidade muito especial para o público apaixonado por esse sucesso da literatura jovem. Em lançamento simultâneo com os Estados Unidos, chega ao Brasil a edição de colecionador de Amor & Gelato.
A nova versão da obra de Jenna Evans Welch chegou às livrarias neste mês de junho com acabamentos especiais em capa dura, bordas arredondadas, guardas coloridas, fitilho e impressão trilateral. Para melhorar, o livro inclui um conto exclusivo na perspectiva de um personagem inesperado e uma carta da autora.
Além de Amor & Gelato, a autora também publicou pela Editora Intrínseca outros grandes sucessos do mesmo universo e queridinhos de quem ama literatura juvenil, como Amor & Sorte (2018), Amor & Azeitonas (2020) e Feitiço para Coisas Perdidas (2022).
Originalmente lançado em 2016 nos Estados Unidos, o livro encantou pessoas ao redor do mundo. No Brasil, a obra se tornou um verdadeiro fenômeno de vendas, superando a marca de meio milhão de exemplares vendidos e ganhando até umaadaptação em filme pela Netflix em 2022.
A história gira em torno de Lina, uma jovem que vai passar o verão em Florença, na Itália. O único motivo da viagem é atender ao pedido final da mãe: conhecer o pai, que não vê há 16 anos. Tudo muda quando ela recebe o diário que a mãe escreveu na juventude, revelando uma misteriosa história de amor e segredos de família.
Ao lado de Ren, seu novo amigo italiano, Lina segue os passos do passado da mãe pelos pontos turísticos da Toscana, em uma jornada que mudará tudo o que ela pensa sobre si mesma.
Você também quer matar a saudade das aventuras italianas de Lina? Conta pra gente lá nas redes sociais do Entretetizei ー Instagram, Facebook e X ー se você já vai colocar essa edição no carrinho.
Após sucesso de seu primeiro álbum de estúdio, Odyssey, o grupo de K-pop retorna com seis novas faixas
O grupo de K-pop RIIZE retornou com um novo disco, II – The 2nd Mini Album, na última segunda (15). Esse segundo mini álbum inicia um novo capítulo na carreira musical da boyband e segue um ano significativo de crescimento para RIIZE, que lançou seu primeiro álbum completo ODYSSEY em maio do ano passado, o terceiro lançamento consecutivo do grupo a vender mais de um milhão de cópias.
Conhecidos por sua música enraizada em histórias honestas e experiências da vida real, RIIZE é um grupo masculino de K-pop da SM Entertainment que já fez história como o primeiro grupo masculino de K-pop a se apresentar no Lollapalooza América do Sul.
Foto: divulgação/Sony Music
Com II, o grupo de K-pop entra com confiança em seu quarto ano de trajetória. O lançamento com seis faixas, que traz seu último single Do Your Dance, mostra o grupo expandindo sua direção musical enquanto mantém sua essência e narrativa honesta. Os fãs podem esperar as performances de dança poderosas e os vocais marcantes já característicos da carreira do grupo RIIZE nessa nova fase.
Ouça II – The 2nd Mini Album:
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Saga criada por Tahereh Mafi continua expandindo seu universo mais de uma década após o lançamento
Quinze anos após conquistar leitores com sua mistura de distopia, romance e fantasia, Estilhaça-me está prestes a ganhar uma nova vida. A Warner Bros. adquiriu os direitos da obra de Tahereh Mafi e prepara uma adaptação cinematográfica da saga que se tornou um dos maiores fenômenos da literatura young adult.
Publicado originalmente em 2011, o primeiro livro acompanha Juliette Ferrars, uma jovem que carrega um poder tão extraordinário quanto perigoso: seu toque é capaz de causar dor intensa e até matar. Considerada uma ameaça pela sociedade, ela passa anos isolada até despertar o interesse do Restabelecimento, um regime autoritário que pretende transformá-la em uma arma. No entanto, Juliette decide lutar pelo próprio destino em uma trama que mistura ação, romance e elementos de ficção distópica.
Por trás da adaptação estão Wyck Godfrey e Marty Bowen, produtores da Temple Hill conhecidos pelo trabalho em franquias voltadas ao público jovem. A equipe ainda conta com Karen Rosenfelt e Kevin McCormick, além de Tahereh Mafi, que acompanha o projeto como produtora executiva. Até o momento, não há informações sobre direção, elenco ou data de lançamento.
Foto: reprodução/Universo dos Livros
Ao longo dos anos, Estilhaça-me ultrapassou as páginas e se consolidou como um fenômeno internacional, conquistando leitores em diversos países e ganhando ainda mais popularidade com o crescimento das comunidades literárias nas redes sociais, como o BookTok. O sucesso da série ajudou a transformá-la em uma das franquias mais comentadas entre os fãs de literatura jovem contemporânea.
O universo criado por Mafi também continua em expansão. Em 2025, a autora retornou à franquia com Watch Me, obra ambientada dez anos após os acontecimentos da história original e que apresenta uma nova fase desse mundo aos leitores.
Com uma fiel base de fãs e uma trajetória marcada pelo sucesso editorial, a adaptação de Estilhaça-me chega cercada de expectativas. Agora, resta aguardar os próximos anúncios para descobrir quem dará vida a Juliette Ferrars e aos demais personagens nas telonas.
Ansiosos para essa adaptação? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram,FacebookeX – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
Longa estrelado por Jeremy Strong, Jeremy Allen White e Mikey Madison revisita os bastidores do Facebook e estreia nos cinemas brasileiros em outubro
A Sony Pictures divulgou o primeiro trailer legendado de O Outro Lado das Redes (The Social Reckoning), novo longa escrito e dirigido por Aaron Sorkin, roteirista de A Rede Social (2010), e produzido por Todd Black, Peter Rice, Aaron Sorkin e Stuart Besser. O filme funciona como uma obra complementar ao vencedor do Oscar de 2010, explorando as consequências da ascensão do Facebook e os impactos da plataforma na sociedade.
O longa foi inspirado em acontecimentos reais descritos na série de reportagens investigativas The Facebook Files, publicada pelo The Wall Street Journal em 2021. A adaptação aborda a investigação que expôs documentos internos da empresa, discussões sobre o funcionamento da rede social e denúncias relacionadas aos impactos da plataforma sobre seus usuários na ficção.
Acompanhamos a atriz Mikey Madison como Frances Haugen, engenheira do Facebook responsável por vazar documentos confidenciais da empresa ao lado de Jeff Horwitz, interpretado por Jeremy Allen White, que investiga as informações fornecidas e ajuda a revelar alguns dos segredos mais protegidos da gigante da tecnologia.
Já Jeremy Strong desempenha o papel de Mark Zuckerberg, fundador do Facebook. De acordo com Aaron Sorkin, enquanto o filme A Rede Social tratava da criação da plataforma, O Outro Lado das Redes aborda a transformação do Facebook ao longo dos anos.
Foto: divulgação/Sony Pictures
“A Rede Socialcontou sobre como o Facebook foi inventado, eO Outro Lado das Redesé sobre o que a plataforma se tornou”, afirmou o diretor em entrevista à Vanity Fair.
O filme marca o retorno de Sorkin à temática das redes sociais após o sucesso de A Rede Social, que conquistou três Oscars nas categorias Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Edição.
Além do trio principal, o elenco conta ainda com Wunmi Mosaku, Betty Gilpin, Billy Magnussen e Bill Burr. A estreia está marcada para 8 de outubro nos cinemas brasileiros.
Assista ao trailer oficial aqui:
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Projeto brasileiro que une fandom, BTS e pesquisa acadêmica retorna em 20 de junho com painéis reformulados e novas iniciativas
O BTS não é apenas um fenômeno musical. Ao longo dos anos, o grupo também se tornou tema de pesquisas, debates e estudos sobre cultura, comunicação, comportamento e sociedade. No Brasil, uma das iniciativas mais conhecidas por promover essas discussões está prestes a retornar.
Após dois anos de hiato, o B-ARMYs Acadêmicas (BAA) anunciou seu retorno oficial para o dia 20 de junho. Criado em 2020 por fãs e pesquisadores, o projeto surgiu com a proposta de aproximar o universo acadêmico do fandom, incentivando análises e reflexões sobre o BTS, a cultura coreana e os impactos da Hallyu, a chamada onda coreana.
Atualmente, o coletivo reúne cerca de 40 integrantes de diferentes regiões do país, entre pesquisadores, professores, psicólogos, historiadores, artistas, comunicadores e profissionais do audiovisual. Apesar das diferentes áreas de atuação, todos compartilham algo em comum: a paixão pelo BTS e o interesse em compreender os fenômenos culturais que cercam o grupo.
Para marcar esse retorno, o BAA adotou o conceito de “redebut”, termo bastante conhecido entre fãs de K-pop e utilizado quando artistas iniciam uma nova fase de suas carreiras. No caso da associação, a expressão representa não apenas a retomada das atividades, mas também uma renovação da identidade visual, da estrutura interna e dos projetos que serão desenvolvidos a partir de agora.
Desde sua criação, o grupo se dedicou à produção e divulgação de artigos, análises, ensaios e conteúdos que buscam tornar o conhecimento acadêmico mais acessível ao público. A iniciativa também ganhou destaque por aproximar fãs de discussões que normalmente permanecem restritas ao ambiente universitário.
Ao longo dos últimos anos, o projeto participou de diferentes eventos e atividades acadêmicas. Entre os destaques está a publicação do livro Who’s the King?: Uma Coletânea de Análises da Mixtape D-2, obra dedicada ao trabalho de Agust D, alter ego de SUGA. O livro reúne análises sobre as músicas e videoclipes presentes na mixtape, explorando diferentes perspectivas sobre a produção artística do integrante do BTS.
Foto: divulgação/B-ARMYs Acadêmicas
O grupo também marcou presença em semanas acadêmicas, palestras e iniciativas educacionais promovidas por instituições como a Universidade de Brasília, Faculdade Maringá e UNINTA. Além disso, participou de conteúdos e entrevistas para veículos comoCNN Brasil eReuters, ampliando o alcance das discussões para além dos espaços acadêmicos.
A nova fase chega acompanhada da reformulação dos tradicionais painéis responsáveis pela produção de conteúdo da associação. Entre eles estão o Painel Arte, dedicado a experiências e reflexões artísticas inspiradas pelo BTS; o Painel Cobertura, responsável pela newsletter do projeto; o Painel Como Fazer, voltado à divulgação de metodologias e práticas acadêmicas; o Painel Olhar, focado em reportagens e análises aprofundadas; o Painel Prateleira, que explora obras literárias relacionadas ao BTS e ao contexto coreano; o Painel Reticências, dedicado a temas como saúde mental e comportamento; e o Painel Visual, voltado para análises de produções audiovisuais.
Outro projeto que seguirá ativo é o podcast 2 Cool 4 Academy, criado para transformar debates acadêmicos sobre BTS e Hallyu em conversas acessíveis para diferentes públicos.
Como parte do redebut, o BAA também retomará suas atividades nas redes sociais com uma nova identidade visual e conteúdos exclusivos. Enquanto isso, o site oficial da associação passa por atualizações e melhorias que devem acompanhar os próximos lançamentos.
Entre artigos, podcasts, análises e projetos especiais, o B-ARMYs Acadêmicas retorna com a proposta de seguir explorando as diferentes conexões entre BTS, cultura coreana e sociedade, aproximando cada vez mais o fandom do universo da pesquisa.
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Terceiro álbum de estúdio da cantora traz amadurecimento sonoro e sentimental para o novo projeto
You Seem Pretty Sad for a Girl so in Love é o terceiro LP de Olivia Rodrigo, lançado na última sexta (12). O álbum permanece no pop, mas traz novos elementos emocionantes, nostálgicos e pessoais, mas ainda profundamente identificáveis.
O projeto, em parceria de longa data com o produtor musical Dan Nigro, conta com 13 faixas, sendo nove delas completamente inéditas. Isso porque Rodrigo anunciou o álbum e, em seguida, lançou dois EP’s, sendo eles a primeira e oitava faixas, drop dead e the cure, respectivamente. Ainda, poucas semanas antes do lançamento, a artista introduziu a nona faixa begged em uma apresentação durante o programa Saturday Night Live, no dia 2 de maio.
Imagem: reprodução/Instagram @oliviarodrigo
Também, dias antes do lançamento oficial do disco, Rodrigo anunciou uma parceria com Robert Smith, vocalista da banda britânica The Cure. Durante o Primavera Sound 2026, em Barcelona, a dupla apresentou a décima faixa do álbum, what’s wrong with me, marcando a primeira colaboração musical da carreira da norte-americana.
Foto: reprodução/Instagram @oliviarodrigo
Olivia e Robert já haviam se apresentado em parceria prévia durante o festival Glastonbury em 2025, o qual a cantora era headliner. A dupla performou clássicos da banda britânica como Just Like Heaven e Friday I’m in Love.
O disco vem como um passo no amadurecimento, tanto na carreira, quanto na vida pessoal da cantora. Por mais que Olivia Rodrigo dê continuidade nas temáticas as quais aborda desde seu primeiro álbum de estúdio, SOUR, lançado em 2021 – como relacionamentos, suas inseguranças e a sua relação com o mundo e a percepção que as pessoas têm dela —, seu novo álbum nos traz um novo olhar.
Como a própria artista revelou, o projeto aborda principalmente o que ela considera como “seu primeiro relacionamento maduro”, com o ator britânico Louis Partridge. O terceiro LP é construído de forma a nos levar na jornada de Rodrigo em seu prévio relacionamento, trazendo já nas primeiras músicas a sensação de se apaixonar no início de seus 20 anos.
No entanto, o álbum possuí uma virada temática por volta da faixa my way, a sexta música a compor o disco, cheia de sintetizadores e irritação. É nesse momento em que o projeto passa a mostrar mais a metamorfose de Rodrigo para sua ruptura com o ideal romântico, o qual ela havia apresentado no início. A música conta sobre seu lado mais possessivo e ciumento, uma quebra em relação à faixa anterior, u+me=<3, balada em que ela se mostra intimamente otimista em relação ao relacionamento.
Apesar dessa virada, o disco realmente se quebra e introduz as suas baladas mais lentas, melódicas e certamente melancólicas. É a partir de purple que a cantora identifica os possíveis problemas em seu relacionamento, mas, para além disso, é o momento o qual ela começa a refletir sobre seus tumultos e temores pessoais. Em the cure, ela narra momentos de auto sabotagem, os quais recaíram em seu relacionamento, mostrando que a relação nunca seria a “cura” para seus momentos de conflito interno.
São nos momentos finais do disco que a compositora perde o brilho em relação ao romance e devaneia sobre os problemas e dificuldades. Em begged, ela afirma apenas aceitar o que lhe era oferecido, em what’s wrong with me diz não se sentir mais como ela mesma e entender que o problema com ela talvez seja o relacionamento. Já em less, Olivia Rodrigo mostra o desgaste da relação, dizendo desejar que seu parceiro a amasse menos, por não ser “assim que (o amor) deveria ser”.
Encaminhando-se para o fim, é em expectations que a cantora se permite superar e animar novamente. Ao cantar a 12ª e penúltima música de seu projeto, cheia dos sintetizadores do início, Rodrigo afirma retornar a suas expectativas para um relacionamento.
“Não vou beijar nenhum garoto que seja passivo
Sua indecisão é dolorosamente pouco atraente
Erros do passado são apenas novas informações
Hoje em dia, tenho expectativas”
Por fim, em sua última faixa, cigarette smoke, a cantora parece dar um ponto final e encontrar uma certa serenidade vulnerável. Desejando que tivesse o tempo gasto no relacionamento, Olivia Rodrigo afirma se arrepender e lamentar as noites solitárias, mas ainda preferir esse estado do que os momentos em que implorava – referência à música begged – por apoio e reciprocidade no relacionamento.
Ainda com as referências musicais vindas do rock e punk do início dos anos 2000, algumas das músicas trazem uma nova sonoridade para a carreira, enquanto outras se mantêm nas baladas clássicas com seu piano ou violão, que emocionam qualquer pessoa que se identifique com as letras. Rodrigo parece traduzir seus sentimentos e sensações de forma euforizante, humorada, profunda e honesta – algo que apenas uma artista como Olivia conseguiria fazer.
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A comédia romântica acompanha três gerações de mulheres em busca de seus sonhos
O nome do filme turco da Prime Video, A Casa de Verão (Yaz Evi, 2026), chegou com a proposta de ser uma comédia romântica sobre um triângulo amoroso que se passa nos anos 90. Mas, depois de assistir ao longa, o time do Entretê te afirma que é muito mais que isso.
A produção carrega um forte peso emocional, um romance de aquecer o coração e uma importante discussão sobre criação e maternidade. Tudo isso no cenário quente e colorido do verão de 1996, no litoral turco.
Venha conferir cinco motivos pelos quais você não pode deixar de assistir ao filme!
Mina Demirtaş, Derya Pınar e Onur Seyit: um elenco de peso no protagonismo
Foto: reprodução/ Instagram @primevideotr
Com certeza, um dos maiores destaques do filme é o elenco formado por grandes nomes do audiovisual turco. A protagonista Selin é vivida por Mina Demirtaş, uma ascensão da nova geração de atores.
Depois de ficar famosa por interpretar Zeynep na dizi Kızıl Goncalar (tradução livre: Botões Vermelhos, 2023), a jovem ganhou ainda mais notoriedade ao estrelar Delikanlı (tradução livre: O Jovem, 2026) ao lado de Mert Ramazan Demir.
Além dela, Derya Pınar Ak, conhecida por sua atuação em produções como 3391 Kilometre (tradução livre: 3391 Quilômetros, 2024) e O príncipe (Prens, 2023), integra o elenco principal.
Derya faz par romântico com Onur Seyit Yaran, outro artista com uma carreira de sucesso na Turquia. Sua atuação mais notória foi em Amor Eterno (Kardeslerim, 2021), em que viveu o papel de Doruk Atakul.
Cenário encantador de Bodrum
Foto: reprodução/ Prime Video
A Península de Bodrum, que percorre a costa sudoeste da Turquia até o Mar Egeu, é o cenário deslumbrante e ensolarado em que se passa a história do filme.
A região, uma das mais famosas e turísticas da Turquia, torna-se palco para uma história envolta por calor: festas na piscina, romances na praia e sorvete entre amigas são algumas das cenas que nos levam a viver o verão turco junto aos personagens.
Nostalgia dos anos 90
Foto: reprodução/ Instagram @primevideotr
O filme nos conduz a uma verdadeira imersão no ano de 1996 da Turquia. Desde as músicas da época até os vestiários que marcam uma geração, A Casa de Verão retrata com detalhes a década de 1990.
Saindo um pouco das histórias atuais, o filme explora um outro contexto histórico do país, com diversas referências e caricaturas próprias daquele momento.
Romance fofinho e segunda chance para o amor
Foto: reprodução/ Instagram @primevideotr
Em uma comédia romântica, não pode faltar, é claro, o romance. Aqui conhecemos o casal formado por Zeynep (Derya) e Sinan (Onur) em diferentes momentos da vida.
Quando a protagonista viaja no tempo e acompanha o começo do romance entre seus pais, temos a visão do passado e do futuro do casal, que vive, atualmente, um momento turbulento.
Ao recordar o início do amor, porém, ambos podem reacender a paixão que os uniu e fortalecer a longa relação. A química dos personagens, que são vividos também por Selma Ergeç e Nehir Erdoğan na fase adulta, encanta do início ao fim.
Relações familiares e discussões sobre maternidade
Foto: reprodução/ Instagram @primevideotr
A parte mais bonita do filme é a relação entre as três gerações de mulheres na família: mãe, filha e avó. A protagonista enfrenta problemas com a mãe e vive em constantes brigas, até que volta para o passado e, ao encontrar a versão jovem da mulher que a deu à vida, entende as motivações e os segredos que ela carrega.
Conhecer a própria mãe e avó mais novas ajuda a menina a reconhecer os padrões de comportamento passados entre gerações. E, ao incentivar a sua mãe ainda jovem a correr atrás dos seus sonhos, a protagonista ganha também coragem para não desistir dos próprios objetos.
O filme traz aquele recado de que, no fim, não somos tão diferentes de nossos pais – e que todos já foram jovens cheios de sonhos um dia.
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