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CCBB Educativo ー- Lugar de Encontros celebra a diversidade com arte, histórias e encontros

 

Programação da segunda quinzena de junho convida o público a refletir sobre diferentes formas de viver, criar e pertencer

Inspirada nas exposições em cartaz no CCBB Rio, a programação quinzenal do CCBB Educativo – Lugar de Encontros transforma a visita ao museu em uma experiência interativa para públicos de todas as idades.

Ao longo da segunda quinzena de junho, oficinas, laboratórios e contações de histórias dialogam diretamente com mostras como Além da Fantasia – Yoshitaka Amano e Vik Muniz – A Olho Nu, aproximando o público da arte por meio da experimentação e da criatividade.

Entre os destaques estão os laboratórios Do Papel para a Pele, que convida os participantes a criar tatuagens temporárias inspiradas no universo visual de Amano; e o O Que a Luz Mostra, que explora a técnica da cianotipia – processo fotográfico que produz imagens em tons de azul –, em sintonia com a obra de Vik Muniz; e a contação de histórias O Mistério da Grande Onda, uma divertida viagem pelo universo das gravuras japonesas e da famosa obra do pintor japonês Katsushika Hokusai

A celebração da diversidade ganha destaque na programação com atividades que promovem reflexão, acolhimento e representatividade. No dia 17 de junho, quarta-feira, às 18h, a roda de conversa E a Palavra Com reúne as artistas Julia Bernat, Kaká Guimarães Rosa e Nice Chagas para discutir como trajetórias individuais se conectam a processos coletivos de resistência, criação e preservação da memória, abordando temas como apagamento histórico, território e produção cultural.

Julia Bernat é autora do livro Minha Vó Ri, texto adaptado na peça teatral homônima encenada no CCBB do Rio no início do ano, com direção de Débora Lamm. Já Kaká Guimarães Rosa recebeu menção honrosa do Black Queen Festival pela direção do filme Desta Vez Eu Nem Chorei, e foi assistente de direção da peça Minha Vó Ri. E Nice Chagas é atriz e educadora da arte, que atua em movimentos de mulheres negras, na defesa de direitos humanos e da comunidade LGBTQIAPN+.O encontro também contará com a exibição de imagens de um projeto de lambe-lambes que ocupou as ruas da cidade em 2024.

No dia 28 de junho, domingo, data em que se celebra o Dia Internacional do Orgulho LGBTQIAPN+, o Laboratório de Cianotipia convida o público a representar o amor familiar em composições visuais, transformando memórias e afetos em imagens.

A programação se encerra com a contação de histórias Minha Família é Onde Cabe Meu Amor, apresentada pela Companhia Costurando Histórias, que utiliza literatura, música e imaginação para celebrar a convivência, o respeito às diferenças e os múltiplos laços que unem as famílias contemporâneas.

Em um ambiente lúdico criado com tapetes-cenário artesanais, crianças e adultos serão convidados a mergulhar nas narrativas dos contos Rouge, o Gato Vermelho; Elmer, o Elefante Xadrez e Galo, Galo Não Me Calo. A atriz e mestre em Literatura Daniela Fossaluza, transforma os livros em experiências interativas que unem literatura, música e imaginação, celebrando a diversidade e mostrando que o amor é o que une as diferentes formas de família.

“A programação reforça a proposta do CCBB Educativo – Lugar de Encontros de promover experiências no museu voltadas para públicos de todas as idades, fortalecendo valores como inclusão, diversidade, pluralidade e convivência democrática”, afirma Daniela Chindler, responsável pela coordenação-geral do projeto.

Foto: divulgação/Armazém Comunicação

Durante todos os outros dias, as atividades nos laboratórios e as contações de histórias dialogam com as exposições em cartaz, com a história e arquitetura do prédio que abriga o CCBB Rio, além de atividades ligadas ao patrimônio imaterial brasileiro.

ATIVIDADES PERMANENTES

VISITAS AGENDADAS

Segundas, quintas e sextas: 9h30, 10h, 14h, 15h e 18h

Quartas: 9h30, 10h e 18h

Sábados e domingos: 9h30

E-mail para contato: agendamento.rj@programaccbbeducativo.com.br

VISITA COGNITIVA

Domingos: 8h (através de agendamento)

VISITAS MEDIADAS

Ingressos disponíveis na bilheteria física e no site do CCBB Rio

Visita mediada à exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano

Até 22/06/2026

Segundas, quartas, quintas e sextas: 18h

Quartas e sextas: 11h

Sábados e domingos: 12h

Visita mediada à exposição Vik Muniz – A Olho Nu

Até 07/09/2026

Segundas, quartas, quintas e sextas: 16h

Quartas e sextas: 12h

Sábados e domingos: 10h

Visitas mediadas com intérprete em Libras

Quartas: 11h

Sábados: 11h e 14h

Visita mediada Caminhos da Memória

Segundas e Quintas: 11h e 17h

LABORATÓRIO DE ARTES

Entrada gratuita por ordem de chegada

Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar

Sábados e feriados: 15h e 17h

Domingos: 11h, 15h e 17h

Será oferecida uma dentre as atividades abaixo por horário.

DO PAPEL PARA A PELE

Classificação: Livre

Entrada gratuita por ordem de chegada

Do Papel Para a Pele é um laboratório de tatuagens temporárias, elaborado pela educadora Maria Estrella, aprendiz de tattoo, que faz referência à exposição. Os participantes vão explorar o desenho inspirados em referências como A Grande Onda de Kanagawa e as ilustrações de Yoshitaka Amano. Depois os desenhos são transferidos para a pele como tatuagens temporárias, transformando o corpo em suporte de expressão.

IMPRIMINDO PERSONAGENS – LABORATÓRIO DE GRAVURA

Classificação indicativa: 7 anos

Entrada gratuita por ordem de chegada

Laboratório de gravura inspirado na tradição japonesa dos Ukiyo-e, técnica que influenciou importantes artistas do impressionismo europeu. Durante a experiência, os participantes criam personagens a partir de matrizes. Atividade elaborada para a exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano

O QUE A LUZ MOSTRA – LABORATÓRIO DE CIANOTIPIA

Classificação indicativa: 7 anos

Entrada gratuita por ordem de chegada

Este laboratório, em diálogo com a exposição Vik Muniz – A olho nu, convida o público a experimentar o Laboratório de Cianotipia, técnica fotográfica que utiliza a luz para criar imagens. A atividade parte da investigação presente na obra do artista, que propõe novas formas de construção da imagem, a partir de materiais e processos não convencionais, oferecendo uma experiência sensível de observação e descoberta.

ERA UMA VEZ NO SÉCULO 19

Classificação indicativa: A partir de 7 anos

Entrada gratuita por ordem de chegada

Que tal imaginar novas histórias para o passado? Nesta atividade as crianças exploram fotografias do Brasil do século 19 e reinventam as narrativas de figuras negras através de projeções de imagens, dando nova vida ao passado.

ILUMINANDO HISTÓRIAS

Classificação indicativa: a partir de 6 anos

Entrada gratuita por ordem de chegada

Laboratório que oferece ao público uma experiência de criação no teatro de sombras.

LIVRO VIVO

Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar

Sábados, domingos e feriados: 16h

Entrada gratuita por ordem de chegada

Classificação indicativa: Livre

O Livro Vivo é uma atividade de mediação de leitura que busca compartilhar a experiência de ler um livro, incentivando o interesse de novos leitores. Inspirado nas exposições em cartaz e ações de patrimônio.

HORA DO CONTO

Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar

Sábados, domingos e feriados: 14h

Entrada gratuita por ordem de chegada

Classificação indicativa: Livre

Como mediar o conteúdo de uma exposição com histórias? Ao incluir histórias na programação, é sugerido ao visitante um novo olhar sobre as obras expostas. Para que a história se desenrole usa-se o faz de conta. Quando o visitante se transporta para o papel de ouvinte, ele está compactuando com a ficção. Existe melhor forma de viver experiências?

O MISTÉRIO DA GRANDE ONDA

Tempo de duração: 30 min

Classificação indicativa: Livre

A contação de histórias O Mistério da Grande Onda é um convite a uma aventura pelo mundo da arte. A personagem principal acredita ter um nariz capaz de reconhecer grandes obras, mas se surpreende ao encontrar uma imagem que ela não conhecia: a gravura A Grande Onda de Kanagawa, de Katsushika Hokusai. Intrigada, ela embarca em uma jornada até o Japão para desvendar esse mistério. A história apresenta, de forma lúdica, o universo do Ukiyo-e, um estilo artístico japonês de gravuras que retrata cenas do cotidiano, da natureza e da vida urbana, e convida as crianças a ampliar seu olhar sobre as diversas formas de se fazer arte. Elaborada para a exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano.

AQUELA QUE BRILHA NO CÉU

Tempo de duração: 30 min

Classificação indicativa: Livre

Amaterasu é uma deusa solar tradicional do Japão, seu nome completo (amaterasu-o-mi-kami) significa “grande deusa que brilha no céu”. Presente no universo mítico japonês, ela é considerada a ancestral da família imperial, regente do céu, representando a luz e a pureza. Na contação da história Aquela que Brilha no Céu, o público será apresentado a famosa narrativa japonesa, na qual o isolamento da deusa e seu mergulho no mundo da escuridão é atravessado por um espelho – que pode trazer a luz de volta ao mundo. Elaborada para a exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano.

HANA SAKA JIII – O VELHO QUE FAZ FLORESCER

Tempo de duração: 30 min

Classificação indicativa: Livre

Inspirada na exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano, a nova contação traz uma história de tradição japonesa. A narração acompanha a história de um bondoso casal de idosos e de seu cãozinho Shiro, que encontram um tesouro inesperado. Na casa ao lado, porém, vive um casal invejoso que faz de tudo para conseguir essa riqueza. Elaborada para a exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano.

HISTÓRIAS QUE CABEM NA PALMA DA MÃO

Tempo de duração: 30 min

Classificação indicativa: Livre

A contação Histórias que Cabem na Palma da Mão se inspira em duas narrativas da tradição oral japonesa para mergulhar em um universo onde pequenos gestos têm grandes efeitos. Omusubi Kororin – Os Bolinhos de Arroz Rolantes apresenta a história de um senhor simples que, ao dividir o pouco que tem, encontra um mundo mágico cheio de ratinhos dançantes, propondo uma reflexão sobre generosidade e escolhas. Issun Boshi, o Samurai do Tamanho de uma Polegada, traz um pequeno herói que enfrenta o mundo com uma coragem gigante. História elaborada para a exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano.

URASHIMA TARÔ – A JORNADA ALÉM DO TEMPO

Tempo de duração: 30 min

Classificação indicativa: Livre

A contação do clássico conto japonês Urashima Tarō ganha uma nova dimensão ao ser apresentada como um jogo de escolhas, transformando espectadores de todas as idades em participantes ativos da história. Aqui, o destino do personagem está nas mãos do público. A contação narra a trajetória de um jovem bondoso, que vive uma experiência extraordinária, mas repleta de desafios. O jovem conhece um reino mágico no fundo do mar, onde tudo parece perfeito e o tempo não segue as mesmas regras do mundo real. Ao retornar, percebe que as coisas na superfície não estão como imaginava. Aos poucos, a história revela que toda escolha carrega consequências e, junto com Tarō, o público é convidado a descobrir cada uma delas. Elaborada para a exposição Além da Fantasia – Yoshitaka Amano.

HERMES – O MENINA QUE TINHA ASAS NOS PÉS

Tempo de duração: 30 min

Classificação indicativa: Livre

A atividade elaborada para apresentar a arquitetura do prédio para visitantes do Transtorno do Espectro Autista contempla diferentes formas de percepção e mobilidade, utilizando recursos táteis e visuais para narrar a história do deus Hermes. Durante o percurso, colunas evocam a arquitetura do CCBB, enquanto os objetos têm a textura de travesseiros e podem ser abraçados e manipulados. Hermes surge com suas sandálias aladas, e Zeus aparece entre trovões e nuvens. O público é convidado a cuidar das ovelhas e caminhar com os educadores pelos passos de Hermes até o fim da história, numa experiência coletiva e inclusiva.

HISTÓRIAS DA MINHA TERRA

Tempo de duração: 30 min

Classificação indicativa: 5 anos

Quantos de nós não somos filhos e filhas, netos e netas de homens e mulheres que deixaram sua terra natal para tentar a sorte em outras regiões? Este espetáculo narra uma história real ocorrida no Sudeste do Pará, quando as primeiras famílias de migrantes chegaram à região que depois viria a se chamar Canaã dos Carajás. Em uma sala de aula multisseriada, a professora Aparecida dá aulas quando invade a sala um boi enfurecido! Em cena o ator Antônio Valladares diverte crianças de todas as idades com sua experiência na palhaçaria. O cenário de papel-cartão, outra surpresa, foi desenhado pela educadora Marianne Chamarelli.

PEQUENOS EXPLORADORES

Local: Biblioteca Banco do Brasil, 5° andar

Sábados e feriados: 11h

Entrada gratuita por ordem de chegada

Classificação indicativa: 3 a 6 anos

Crianças e seus acompanhantes serão convidados a conhecerem o prédio e a história do CCBB de um modo diferente. Para estimular essa vivência, preparamos um roteiro onde cada espaço visitado guarda um segredo. A viagem começa no quinto andar, onde os participantes buscam na biblioteca uma importante pista que permite acessarem orientações para outras etapas sucessivas, envolvendo bilhetes, baús e mapas, numa verdadeira caça aos segredos do CCBB.

PEQUENAS MÃOS

Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar

Sábados e feriados: 13h

Entrada gratuita por ordem de chegada

Classificação indicativa: 3 a 7 anos

Duração: 30-40 minutos

O Quarto de Luiza

Agora é noite / E você deve estar dormindo de barriga para baixo / Com seu pijama de bolinhas / E nem desconfia / Que eu encontrei / Dentro do seu nome, as palavras Luz e Lua (…) Inspirada na poesia Pequena Luiza, de Daniela Chindler, as crianças pequenas vão manipular objetos e brincar com luz e sombra.

PEQUENÍSSIMAS MÃOS

Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar

Domingos: 13h

Entrada gratuita por ordem de chegada

Classificação indicativa: 2 a 3 anos

Duração: 25 minutos

Entre Notas e Bichos

Projeção de imagens, música, contação de histórias e máscaras nesta atividade que apresenta, para as crianças pequeninas, os animais da fauna brasileira, que estão desenhados nas nossas notas de dinheiro.

Sobre o CCBB Educativo – Lugar de Encontros

O CCBB Educativo – Lugar de Encontros parte da ideia de que o conhecimento é construído coletivamente, por meio da convivência, da escuta, do diálogo e da troca de experiências. Mais do que apresentar conteúdos, o programa busca criar espaços de encontros entre pessoas, saberes e diferentes formas de expressão, utilizando a arte e a cultura como ferramentas de reflexão e sensibilização.

Voltado para públicos diversos, promove o acesso estético, artístico e cultural à programação do CCBB, estimulando a participação ativa, o pensamento crítico e a produção compartilhada de conhecimento, sempre pautados pelos valores da democracia, da pluralidade de ideias, da inclusão e do respeito às diferenças.

CCBB Educativo – Lugar de Encontros é realizado pela Davar Projetos Culturais e oferece visitas mediadas, laboratório de artes, contação de histórias, mediação de leitura, vivências para crianças pequenas, encontro com professores e apresentações em datas comemorativas. As atividades são inteiramente gratuitas e voltadas para todos os públicos, em um programa de arte-educação patrocinado pelo Banco do Brasil.

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Texto revisado por Crystal Ribeiro

 

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Cultura Entretenimento Livros Notícias

Amor & Gelato ganha edição especial de 10 anos

Uma década após seu lançamento, edição de luxo de Amor & Gelato chega ao Brasil pela Editora Intrínseca

Imagem: Divulgação/ Editora Intrínseca

Para comemorar uma década da famosa aventura italiana de Lina, a Editora Intrínseca preparou uma novidade muito especial para o público apaixonado por esse sucesso da literatura jovem. Em lançamento simultâneo com os Estados Unidos, chega ao Brasil a edição de colecionador de Amor & Gelato.

A nova versão da obra de Jenna Evans Welch chegou às livrarias neste mês de junho com acabamentos especiais em capa dura, bordas arredondadas, guardas coloridas, fitilho e impressão trilateral. Para melhorar, o livro inclui um conto exclusivo na perspectiva de um personagem inesperado e uma carta da autora.

Além de Amor & Gelato, a autora também publicou pela Editora Intrínseca outros grandes sucessos do mesmo universo e queridinhos de quem ama literatura juvenil, como Amor & Sorte (2018), Amor & Azeitonas (2020) e Feitiço para Coisas Perdidas (2022).

Originalmente lançado em 2016 nos Estados Unidos, o livro encantou pessoas ao redor do mundo. No Brasil, a obra se tornou um verdadeiro fenômeno de vendas, superando a marca de meio milhão de exemplares vendidos e ganhando até uma adaptação em filme pela Netflix em 2022.

A história gira em torno de Lina, uma jovem que vai passar o verão em Florença, na Itália. O único motivo da viagem é atender ao pedido final da mãe: conhecer o pai, que não vê há 16 anos. Tudo muda quando ela recebe o diário que a mãe escreveu na juventude, revelando uma misteriosa história de amor e segredos de família.

Ao lado de Ren, seu novo amigo italiano, Lina segue os passos do passado da mãe pelos pontos turísticos da Toscana, em uma jornada que mudará tudo o que ela pensa sobre si mesma.

Você também quer matar a saudade das aventuras italianas de Lina? Conta pra gente lá nas redes sociais do EntretetizeiInstagram, Facebook e X ー se você já vai colocar essa edição no carrinho.

Leia também: Terror, romance e fantasia marcam os lançamentos literários de junho

Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Música Notícias

RIIZE lança seu novo EP, II – The 2nd Mini Album

Após sucesso de seu primeiro álbum de estúdio, Odyssey, o grupo de K-pop retorna com seis novas faixas 

O grupo de K-pop RIIZE retornou com um novo disco, II – The 2nd Mini Album, na última segunda (15). Esse segundo mini álbum inicia um novo capítulo na carreira musical da boyband e segue um ano significativo de crescimento para RIIZE, que lançou seu primeiro álbum completo ODYSSEY em maio do ano passado, o terceiro lançamento consecutivo do grupo a vender mais de um milhão de cópias.

Conhecidos por sua música enraizada em histórias honestas e experiências da vida real, RIIZE é um grupo masculino de K-pop da SM Entertainment que já fez história como o primeiro grupo masculino de K-pop a se apresentar no Lollapalooza América do Sul

Foto: divulgação/Sony Music

Com II, o grupo de K-pop entra com confiança em seu quarto ano de trajetória. O lançamento com seis faixas, que traz seu último single Do Your Dance, mostra o grupo expandindo sua direção musical enquanto mantém sua essência e narrativa honesta. Os fãs podem esperar as performances de dança poderosas e os vocais marcantes já característicos da carreira do grupo RIIZE nessa nova fase. 

Ouça II – The 2nd Mini Album: 

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Leia também: B-ARMYs Acadêmicas está de volta: projeto que conecta BTS, fandom e pesquisa retorna em nova fase

 

Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cinema Livros Notícias

Estilhaça-me será adaptado para o cinema

Saga criada por Tahereh Mafi continua expandindo seu universo mais de uma década após o lançamento

Quinze anos após conquistar leitores com sua mistura de distopia, romance e fantasia, Estilhaça-me está prestes a ganhar uma nova vida. A Warner Bros. adquiriu os direitos da obra de Tahereh Mafi e prepara uma adaptação cinematográfica da saga que se tornou um dos maiores fenômenos da literatura young adult.

Publicado originalmente em 2011, o primeiro livro acompanha Juliette Ferrars, uma jovem que carrega um poder tão extraordinário quanto perigoso: seu toque é capaz de causar dor intensa e até matar. Considerada uma ameaça pela sociedade, ela passa anos isolada até despertar o interesse do Restabelecimento, um regime autoritário que pretende transformá-la em uma arma. No entanto, Juliette decide lutar pelo próprio destino em uma trama que mistura ação, romance e elementos de ficção distópica.

Por trás da adaptação estão Wyck Godfrey e Marty Bowen, produtores da Temple Hill conhecidos pelo trabalho em franquias voltadas ao público jovem. A equipe ainda conta com Karen Rosenfelt e Kevin McCormick, além de Tahereh Mafi, que acompanha o projeto como produtora executiva. Até o momento, não há informações sobre direção, elenco ou data de lançamento.

Foto: reprodução/Universo dos Livros

Ao longo dos anos, Estilhaça-me ultrapassou as páginas e se consolidou como um fenômeno internacional, conquistando leitores em diversos países e ganhando ainda mais popularidade com o crescimento das comunidades literárias nas redes sociais, como o BookTok. O sucesso da série ajudou a transformá-la em uma das franquias mais comentadas entre os fãs de literatura jovem contemporânea.

O universo criado por Mafi também continua em expansão. Em 2025, a autora retornou à franquia com Watch Me, obra ambientada dez anos após os acontecimentos da história original e que apresenta uma nova fase desse mundo aos leitores.

Com uma fiel base de fãs e uma trajetória marcada pelo sucesso editorial, a adaptação de Estilhaça-me chega cercada de expectativas. Agora, resta aguardar os próximos anúncios para descobrir quem dará vida a Juliette Ferrars e aos demais personagens nas telonas.

Ansiosos para essa adaptação? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: A Hipótese do Amor: adaptação ganha data de estreia no streaming

 

Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Cinema Notícias

O Outro Lado das Redes: filme de Aaron Sorkin ganha primeiro trailer legendado

Longa estrelado por Jeremy Strong,  Jeremy Allen White e Mikey Madison revisita os bastidores do Facebook e estreia nos cinemas brasileiros em outubro

A Sony Pictures divulgou o primeiro trailer legendado de O Outro Lado das Redes (The Social Reckoning), novo longa escrito e dirigido por Aaron Sorkin, roteirista de A Rede Social (2010), e produzido por Todd Black, Peter Rice, Aaron Sorkin e Stuart Besser. O filme funciona como uma obra complementar ao vencedor do Oscar de 2010, explorando as consequências da ascensão do Facebook e os impactos da plataforma na sociedade.

O longa foi inspirado em acontecimentos reais descritos na série de reportagens investigativas The Facebook Files, publicada pelo The Wall Street Journal em 2021. A adaptação aborda a investigação que expôs documentos internos da empresa, discussões sobre o funcionamento da rede social e denúncias relacionadas aos impactos da plataforma sobre seus usuários na ficção.

Acompanhamos a atriz Mikey Madison como Frances Haugen, engenheira do Facebook responsável por vazar documentos confidenciais da empresa ao lado de Jeff Horwitz, interpretado por Jeremy Allen White, que investiga as informações fornecidas e ajuda a revelar alguns dos segredos mais protegidos da gigante da tecnologia. 

Jeremy Strong desempenha o papel de Mark Zuckerberg, fundador do Facebook. De acordo com Aaron Sorkin, enquanto o filme A Rede Social tratava da criação da plataforma, O Outro Lado das Redes aborda a transformação do Facebook ao longo dos anos.

Foto: divulgação/Sony Pictures

A Rede Social contou sobre como o Facebook foi inventado, e O Outro Lado das Redes é sobre o que a plataforma se tornou”, afirmou o diretor em entrevista à Vanity Fair.

O filme marca o retorno de Sorkin à temática das redes sociais após o sucesso de A Rede Social, que conquistou três Oscars nas categorias Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Trilha Sonora Original e Melhor Edição. 

Além do trio principal, o elenco conta ainda com Wunmi Mosaku, Betty Gilpin, Billy Magnussen e Bill Burr. A estreia está marcada para 8 de outubro nos cinemas brasileiros.

Assista ao trailer oficial aqui:

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Leia também: Crítica | Young Hearts transborda sensibilidade ao retratar o primeiro amor 

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Livros Notícias

Distopia de Ali Smith chega ao Brasil em junho

Livro de autora escocesa é uma instigante narrativa sobre poder e resistência

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Cultura asiática Música Notícias

B-ARMYs Acadêmicas está de volta: projeto que conecta BTS, fandom e pesquisa retorna em nova fase

Projeto brasileiro que une fandom, BTS e pesquisa acadêmica retorna em 20 de junho com painéis reformulados e novas iniciativas

O BTS não é apenas um fenômeno musical. Ao longo dos anos, o grupo também se tornou tema de pesquisas, debates e estudos sobre cultura, comunicação, comportamento e sociedade. No Brasil, uma das iniciativas mais conhecidas por promover essas discussões está prestes a retornar.

Após dois anos de hiato, o B-ARMYs Acadêmicas (BAA) anunciou seu retorno oficial para o dia 20 de junho. Criado em 2020 por fãs e pesquisadores, o projeto surgiu com a proposta de aproximar o universo acadêmico do fandom, incentivando análises e reflexões sobre o BTS, a cultura coreana e os impactos da Hallyu, a chamada onda coreana.

Atualmente, o coletivo reúne cerca de 40 integrantes de diferentes regiões do país, entre pesquisadores, professores, psicólogos, historiadores, artistas, comunicadores e profissionais do audiovisual. Apesar das diferentes áreas de atuação, todos compartilham algo em comum: a paixão pelo BTS e o interesse em compreender os fenômenos culturais que cercam o grupo.

Para marcar esse retorno, o BAA adotou o conceito de “redebut”, termo bastante conhecido entre fãs de K-pop e utilizado quando artistas iniciam uma nova fase de suas carreiras. No caso da associação, a expressão representa não apenas a retomada das atividades, mas também uma renovação da identidade visual, da estrutura interna e dos projetos que serão desenvolvidos a partir de agora.

Desde sua criação, o grupo se dedicou à produção e divulgação de artigos, análises, ensaios e conteúdos que buscam tornar o conhecimento acadêmico mais acessível ao público. A iniciativa também ganhou destaque por aproximar fãs de discussões que normalmente permanecem restritas ao ambiente universitário.

Ao longo dos últimos anos, o projeto participou de diferentes eventos e atividades acadêmicas. Entre os destaques está a publicação do livro Who’s the King?: Uma Coletânea de Análises da Mixtape D-2, obra dedicada ao trabalho de Agust D, alter ego de SUGA. O livro reúne análises sobre as músicas e videoclipes presentes na mixtape, explorando diferentes perspectivas sobre a produção artística do integrante do BTS.

B-ARMYs Acadêmicas
Foto: divulgação/B-ARMYs Acadêmicas

O grupo também marcou presença em semanas acadêmicas, palestras e iniciativas educacionais promovidas por instituições como a Universidade de Brasília, Faculdade Maringá e UNINTA. Além disso, participou de conteúdos e entrevistas para veículos como CNN Brasil e Reuters, ampliando o alcance das discussões para além dos espaços acadêmicos.

A nova fase chega acompanhada da reformulação dos tradicionais painéis responsáveis pela produção de conteúdo da associação. Entre eles estão o Painel Arte, dedicado a experiências e reflexões artísticas inspiradas pelo BTS; o Painel Cobertura, responsável pela newsletter do projeto; o Painel Como Fazer, voltado à divulgação de metodologias e práticas acadêmicas; o Painel Olhar, focado em reportagens e análises aprofundadas; o Painel Prateleira, que explora obras literárias relacionadas ao BTS e ao contexto coreano; o Painel Reticências, dedicado a temas como saúde mental e comportamento; e o Painel Visual, voltado para análises de produções audiovisuais.

Outro projeto que seguirá ativo é o podcast 2 Cool 4 Academy, criado para transformar debates acadêmicos sobre BTS e Hallyu em conversas acessíveis para diferentes públicos.

Como parte do redebut, o BAA também retomará suas atividades nas redes sociais com uma nova identidade visual e conteúdos exclusivos. Enquanto isso, o site oficial da associação passa por atualizações e melhorias que devem acompanhar os próximos lançamentos.

Entre artigos, podcasts, análises e projetos especiais, o B-ARMYs Acadêmicas retorna com a proposta de seguir explorando as diferentes conexões entre BTS, cultura coreana e sociedade, aproximando cada vez mais o fandom do universo da pesquisa.

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Leia também: Live-action de Blue Lock estreia em agosto 

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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Crítica Música Notícias

Crítica | Olivia Rodrigo e a montanha-russa de sentimentos em You Seem Pretty Sad for a Girl so in Love

Terceiro álbum de estúdio da cantora traz amadurecimento sonoro e sentimental para o novo projeto 

You Seem Pretty Sad for a Girl so in Love é o terceiro LP de Olivia Rodrigo, lançado na última sexta (12). O álbum permanece no pop, mas traz novos elementos emocionantes, nostálgicos e pessoais, mas ainda profundamente identificáveis.

O projeto, em parceria de longa data com o produtor musical Dan Nigro, conta com 13 faixas, sendo nove delas completamente inéditas. Isso porque Rodrigo anunciou o álbum e, em seguida, lançou dois EP’s, sendo eles a primeira e oitava faixas, drop dead e the cure, respectivamente. Ainda, poucas semanas antes do lançamento, a artista introduziu a nona faixa begged em uma apresentação durante o programa Saturday Night Live, no dia 2 de maio. 

You Seem Pretty Sad For a Girl So In Love
Imagem: reprodução/Instagram @oliviarodrigo

Também, dias antes do lançamento oficial do disco, Rodrigo anunciou uma parceria com Robert Smith, vocalista da banda britânica The Cure. Durante o Primavera Sound 2026, em Barcelona, a dupla apresentou a décima faixa do álbum, what’s wrong with me, marcando a primeira colaboração musical da carreira da norte-americana. 

Olivia Rodrigo e Robert Smith
Foto: reprodução/Instagram @oliviarodrigo

Olivia e Robert já haviam se apresentado em parceria prévia durante o festival Glastonbury em 2025, o qual a cantora era headliner. A dupla performou clássicos da banda britânica como Just Like Heaven e Friday I’m in Love. 

O disco vem como um passo no amadurecimento, tanto na carreira, quanto na vida pessoal da cantora. Por mais que Olivia Rodrigo dê continuidade nas temáticas as quais aborda desde seu primeiro álbum de estúdio, SOUR, lançado em 2021 – como relacionamentos, suas inseguranças e a sua relação com o mundo e a percepção que as pessoas têm dela —, seu novo álbum nos traz um novo olhar. 

Como a própria artista revelou, o projeto aborda principalmente o que ela considera como “seu primeiro relacionamento maduro”, com o ator britânico Louis Partridge. O terceiro LP é construído de forma a nos levar na jornada de Rodrigo em seu prévio relacionamento, trazendo já nas primeiras músicas a sensação de se apaixonar no início de seus 20 anos. 

No entanto, o álbum possuí uma virada temática por volta da faixa my way, a sexta música a compor o disco, cheia de sintetizadores e irritação. É nesse momento em que o projeto passa a mostrar mais a metamorfose de Rodrigo para sua ruptura com o ideal romântico, o qual ela havia apresentado no início. A música conta sobre seu lado mais possessivo e ciumento, uma quebra em relação à faixa anterior, u+me=<3, balada em que ela se mostra intimamente otimista em relação ao relacionamento. 

Apesar dessa virada, o disco realmente se quebra e introduz as suas baladas mais lentas, melódicas e certamente melancólicas. É a partir de purple que a cantora identifica os possíveis problemas em seu relacionamento, mas, para além disso, é o momento o qual ela começa a refletir sobre seus tumultos e temores pessoais. Em the cure, ela narra momentos de auto sabotagem, os quais recaíram em seu relacionamento, mostrando que a relação nunca seria a “cura” para seus momentos de conflito interno.

São nos momentos finais do disco que a compositora perde o brilho em relação ao romance e devaneia sobre os problemas e dificuldades. Em begged, ela afirma apenas aceitar o que lhe era oferecido, em what’s wrong with me diz não se sentir mais como ela mesma e entender que o problema com ela talvez seja o relacionamento. Já em less, Olivia Rodrigo mostra o desgaste da relação, dizendo desejar que seu parceiro a amasse menos, por não ser “assim que (o amor) deveria ser”.

Encaminhando-se para o fim, é em expectations que a cantora se permite superar e animar novamente. Ao cantar a 12ª e penúltima música de seu projeto, cheia dos sintetizadores do início, Rodrigo afirma retornar a suas expectativas para um relacionamento. 

Não vou beijar nenhum garoto que seja passivo

Sua indecisão é dolorosamente pouco atraente

Erros do passado são apenas novas informações

Hoje em dia, tenho expectativas”    

Por fim, em sua última faixa, cigarette smoke, a cantora parece dar um ponto final e encontrar uma certa serenidade vulnerável. Desejando que tivesse o tempo gasto no relacionamento, Olivia Rodrigo afirma se arrepender e lamentar as noites solitárias, mas ainda preferir esse estado do que os momentos em que implorava – referência à música begged – por apoio e reciprocidade no relacionamento. 

Ainda com as referências musicais vindas do rock e punk do início dos anos 2000, algumas das músicas trazem uma nova sonoridade para a carreira, enquanto outras se mantêm nas baladas clássicas com seu piano ou violão, que emocionam qualquer pessoa que se identifique com as letras. Rodrigo parece traduzir seus sentimentos e sensações de forma euforizante, humorada, profunda e honesta – algo que apenas uma artista como Olivia conseguiria fazer.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cultura turca Entretenimento

5 motivos para assistir ao novo filme turco A Casa de Verão

A comédia romântica acompanha três gerações de mulheres em busca de seus sonhos

 

O nome do filme turco da Prime Video, A Casa de Verão (Yaz Evi, 2026), chegou com a proposta de ser uma comédia romântica sobre um triângulo amoroso que se passa nos anos 90. Mas, depois de assistir ao longa, o time do Entretê te afirma que é muito mais que isso.

A produção carrega um forte peso emocional, um romance de aquecer o coração e uma importante discussão sobre criação e maternidade. Tudo isso no cenário quente e colorido do verão de 1996, no litoral turco.

Venha conferir cinco motivos pelos quais você não pode deixar de assistir ao filme!

Mina Demirtaş, Derya Pınar e Onur Seyit: um elenco de peso no protagonismo
Mina Demirtaş, Derya Pınar e Onur Seyit
Foto: reprodução/ Instagram @primevideotr

Com certeza, um dos maiores destaques do filme é o elenco formado por grandes nomes do audiovisual turco. A protagonista Selin é vivida por Mina Demirtaş, uma ascensão da nova geração de atores.

Depois de ficar famosa por interpretar Zeynep na dizi Kızıl Goncalar (tradução livre: Botões Vermelhos, 2023), a jovem ganhou ainda mais notoriedade ao estrelar Delikanlı (tradução livre: O Jovem, 2026) ao lado de Mert Ramazan Demir.

Além dela, Derya Pınar Ak, conhecida por sua atuação em produções como 3391 Kilometre (tradução livre: 3391 Quilômetros, 2024) e O príncipe (Prens, 2023), integra o elenco principal. 

Derya faz par romântico com Onur Seyit Yaran, outro artista com uma carreira de sucesso na Turquia. Sua atuação mais notória foi em Amor Eterno (Kardeslerim, 2021), em que viveu o papel de Doruk Atakul. 

Cenário encantador de Bodrum
Foto: reprodução/ Prime Video

A Península de Bodrum, que percorre a costa sudoeste da Turquia até o Mar Egeu, é o cenário deslumbrante e ensolarado em que se passa a história do filme.

A região, uma das mais famosas e turísticas da Turquia, torna-se palco para uma história envolta por calor: festas na piscina, romances na praia e sorvete entre amigas são algumas das cenas que nos levam a viver o verão turco junto aos personagens.

Nostalgia dos anos 90
Cenas de a casa de verão
Foto: reprodução/ Instagram @primevideotr

O filme nos conduz a uma verdadeira imersão no ano de 1996 da Turquia. Desde as músicas da época até os vestiários que marcam uma geração, A Casa de Verão retrata com detalhes a década de 1990.

Saindo um pouco das histórias atuais, o filme explora um outro contexto histórico do país, com diversas referências e caricaturas próprias daquele momento.

Romance fofinho e segunda chance para o amor
Derya Pınar e Onur Seyit em cena
Foto: reprodução/ Instagram @primevideotr

Em uma comédia romântica, não pode faltar, é claro, o romance. Aqui conhecemos o casal formado por Zeynep (Derya) e Sinan (Onur) em diferentes momentos da vida.

Quando a protagonista viaja no tempo e acompanha o começo do romance entre seus pais, temos a visão do passado e do futuro do casal, que vive, atualmente, um momento turbulento.

Ao recordar o início do amor, porém, ambos podem reacender a paixão que os uniu e fortalecer a longa relação. A química dos personagens, que são vividos também por Selma Ergeç e Nehir Erdoğan na fase adulta, encanta do início ao fim.

Relações familiares e discussões sobre maternidade
Mina Demirtaş em A Casa De Verão
Foto: reprodução/ Instagram @primevideotr

A parte mais bonita do filme é a relação entre as três gerações de mulheres na família: mãe, filha e avó. A protagonista enfrenta problemas com a mãe e vive em constantes brigas, até que volta para o passado e, ao encontrar a versão jovem da mulher que a deu à vida, entende as motivações e os segredos que ela carrega.

Conhecer a própria mãe e avó mais novas ajuda a menina a reconhecer os padrões de comportamento passados entre gerações. E, ao incentivar a sua mãe ainda jovem a correr atrás dos seus sonhos, a protagonista ganha também coragem para não desistir dos próprios objetos. 

O filme traz aquele recado de que, no fim, não somos tão diferentes de nossos pais – e que todos já foram jovens cheios de sonhos um dia.

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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Notícias Séries

5 motivos para assistir ao novo K-drama Renascendo como Novato

Com novos episódios aos sábados e domingos, a série mistura fantasia, vingança e um drama corporativo em constante suspense

Um novo drama vem conquistando os fãs do streaming Viki – uma das maiores plataformas de conteúdo asiático do mundo. Renascendo como Novato (Reborn Rookie, 2026) é um drama coreano que promete uma abordagem inovadora dentro do universo de K-dramas corporativos. 

Combinando vingança, fantasia, drama familiar e intriga corporativa, Renascendo como Novato é uma história que mantém um suspense constante, daqueles difíceis de parar de assistir, e que rapidamente se tornou um dos títulos mais comentados entre fãs de dramas de vingança e de histórias de fantasia.

Foto: divulgação/Viki

Se você ainda está em dúvida se deve adicioná-la à sua lista, o Entretê te conta cinco razões pelas quais Renascendo como Novato merece sua atenção.

Série baseada na web novel de Sang Yeong

Se os temas de poder, corrupção e segundas chances lhe parecerem familiares, há um motivo. A série é baseada em uma web novel de Sang Yeong chamada Renascendo Rico (2019), um dos dramas coreanos mais comentados dos últimos anos. 

Embora as duas histórias adotem abordagens diferentes, ambas exploram o que acontece quando regras deixam de valer e os personagens recebem a oportunidade inesperada de reescrever seu destino, tornando Renascendo como Novato ideal para aqueles que já são fãs de Renascendo Rico.

Um drama corporativo que encontra uma história de vingança

Nesta trama de corrupção, desfalques, acobertamentos e traições familiares, um ex-presidente se vê preso no corpo de um jovem funcionário e é forçado a se infiltrar na própria empresa, começando pela base, para desvendar os crimes cometidos pelas pessoas em quem um dia mais confiou. 

A série que mistura, com uma pitada de humor, política de escritório, batalhas estratégicas e vingança satisfatória, promete um entretenimento viciante para os fãs e novos telespectadores. 

Lee Jun-Young continua se provando um ator muito versátil

Após atuações marcantes nos últimos anos, Lee Jun-Young (Classe de Heróis Fracos, 2022) demonstra mais uma vez por que se tornou um dos atores mais promissores de sua geração. 

Encarregado de interpretar um personagem cujo corpo e identidade não pertencem mais à mesma pessoa, ele entrega uma performance capaz de equilibrar vulnerabilidade, frustração, determinação e humor, tornando sua atuação digna de elogios.

Foto: divulgação/Viki
Uma das séries mais assistidas no Viki

Logo após sua estreia, a série ficou entre os cinco programas mais assistidos do Viki durante sua semana de lançamento, refletindo o grande interesse dos fãs atraídos por sua premissa original e narrativa ágil. O drama está rapidamente se consolidando como um dos destaques da plataforma nesta temporada.

Cada episódio termina com um suspense

Renascendo como Novato sabe exatamente como manter os espectadores envolvidos. Cada episódio apresenta uma nova revelação, uma reviravolta inesperada ou uma decisão que muda tudo e transforma a história. Com alianças em constante mudança e intenções ocultas neste drama, é quase impossível não clicar no próximo episódio e seguir assistindo. 

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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