Cantor britânico confirmou hiato por tempo indeterminado para se dedicar à família
Se você ainda estava em dúvida se valia a pena investir no ingresso para a nova turnê de Ed Sheeran, os shows no Brasil ganharam um motivo ainda maior para não ficar de fora: eles podem ser uma despedida temporária dos palcos. Durante o show de abertura de sua nova turnê, a LOOP Tour, o cantor anunciou que fará uma pausa por tempo indeterminado na carreira após o fim da sequência de apresentações.
Longe dos holofotes, o plano do artista britânico é se dedicar exclusivamente à família, o que significa que o público pode passar anos sem um novo projeto. Apesar de ser bastante reservado com sua vida pessoal, Ed é pai de duas meninas, Lyra, de 5 anos, e Jupiter, de 4 anos, frutos de seu casamento com Cherry Seaborn.
Foto: divulgação/Access Mídia
Antes do hiato, o cantor se apresenta em São Paulo, no Allianz Parque. A primeira data, agendada para 5 de dezembro, já está totalmente esgotada, mas ainda há ingressos disponíveis para o show extra, no dia 6 de dezembro.
A turnê LOOP promete trazer uma estrutura de palco renovada e produção inédita, além de mesclar faixas do álbum mais recente, Play (2025), com os principais hits que marcaram a carreira de Ed Sheeran. Para deixar a noite ainda mais especial, o show na capital paulista terá a participação do músico FINNEAS, irmão e produtor de Billie Eilish.
Os últimos ingressos para a segunda apresentação estão disponíveis no site da Eventim.
Confira mais informações:
Data: 06 de dezembro de 2026 (domingo)
Local: Allianz Parque – Rua Palestra Itália, 200 – Água Branca, São Paulo – SP
Horários: FINNEAS (19h30) | Ed Sheeran (21h)
Classificação: 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais ou responsável legal.
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Novela turca estrelada por Cansu Dere foi anunciada após meses de especulações
Os fãs de dizis já podem comemorar! A Record confirmou a exibição de Iludida (Sadakatsiz, 2020), produção que há meses era apontada como uma das possíveis apostas da emissora para sua faixa de dramaturgia internacional.
Foto: reprodução/Dizilah
A novela já havia sido alvo de rumores e chegou a ser apontada como a provável substituta de Força de Mulher (Kadın, 2017), no entanto, a produção acabou sendo engavetada temporariamente. Agora, a trama finalmente teve sua exibição confirmada pela emissora e deve estrear entre os meses de agosto e setembro.
Ainda não foi definido qual será sua faixa de exibição. Segundo informações divulgadas pela imprensa, a Record avalia se Iludida entrará no ar após o término de Coração de Mãe (Sandık Kokusu, 2023) ou se ocupará o espaço deixado pela produção bíblica Amor em Ruínas.
Foto: reprodução/Dizilah
Inspirada na série britânica Doctor Foster (tradução livre: Doutora Foster, 2015), Iludida acompanha a história da médica Asya, que leva uma vida exemplar ao lado do marido, Volkan Arslan.
Tudo muda quando ela começa a desconfiar da fidelidade do companheiro. Determinada a descobrir a verdade, Asya inicia uma investigação que poderá mudar completamente a sua vida e a de sua família.
Foto: reprodução/Dizilah
A produção conta com dois nomes bastante conhecidos do público brasileiro. A protagonista Asya é interpretada por Cansu Dere, atriz que conquistou fãs com trabalhos como Sıla (Sila: Prisioneira do Amor, 2006) e Anne (Mãe, 2016). Já o personagem Volkan Arslan é vivido por Caner Cindoruk, outro rosto conhecido de novelas como Kadın (Força de Mulher, 2017).
Foto: reprodução/Dizilah
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Debate sobre a rejeição a livros com protagonistas LGBTQIAPN+ levanta questões sobre preconceito velado, diversidade e o impacto das narrativas na formação dos leitores
Recentemente, uma declaração de uma criadora de conteúdo nas redes sociais reacendeu um debate que vai muito além das preferências literárias. Ao afirmar que não lê livros com temáticas LGBTQIAPN+, a influenciadora provocou discussões sobre os limites entre gosto pessoal e preconceito – uma conversa que revela como determinadas narrativas ainda enfrentam resistência, mesmo em um momento de maior visibilidade e diversidade editorial.
Sem sombra de dúvida, ninguém é obrigado a consumir todos os tipos de histórias. Cada leitor possui seus gêneros favoritos, autores de preferência e temas que despertam mais interesse. O debate surge, porém, quando a rejeição não está relacionada à narrativa, ao estilo de escrita ou ao gênero literário, mas exclusivamente à identidade dos personagens que protagonizam a obra.
Foto: reprodução/Chilango
Nesse contexto, especialistas e pesquisadores apontam para formas mais sutis de discriminação. Diferente das manifestações explícitas de preconceito, elas costumam aparecer em discursos que não expressam hostilidade direta, mas que estabelecem distanciamento ou desconforto diante de determinadas experiências humanas.
A literatura é um dos espaços onde esse fenômeno pode ser observado. Afinal, romances, dramas, histórias de amadurecimento e narrativas sobre amor protagonizadas por pessoas heterossexuais raramente têm sua relevância questionada por conta da orientação sexual de seus personagens. Quando a simples presença de protagonistas LGBTQIAPN+ se torna motivo para descartar uma obra, a discussão deixa de ser exclusivamente literária e passa a envolver questões sociais mais amplas.
Foto: reprodução/Guía Universitaria
Esse cenário se torna ainda mais significativo quando observamos a trajetória da representação LGBTQIAPN+ nos livros. Durante décadas, personagens queer apareceram de forma limitada, muitas vezes associados a estereótipos, finais trágicos ou papéis secundários. Nos últimos anos, porém, o mercado editorial passou a oferecer narrativas mais diversas, nas quais essas personagens podem viver romances, aventuras, conflitos familiares, jornadas de autodescoberta e histórias universais que dialogam com diferentes públicos.
Obras de grande alcance comercial ajudam a ilustrar essa transformação. A HQ Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2026), baseada no premiado filme brasileiro, acompanha a trajetória de um adolescente em busca de autonomia, amizade e pertencimento. Já Heartstopper (2021) conquistou leitores ao redor do mundo ao retratar as inseguranças, os afetos e os desafios da juventude. Embora apresentem personagens LGBTQIAPN+, ambas as histórias abordam sentimentos e experiências compartilhadas por inúmeros leitores, independentemente de orientação sexual ou identidade de gênero.
Foto: reprodução/Chilango
O mesmo pode ser observado em títulos como Os Sete Maridos de Evelyn Hugo e Vermelho, Branco e Sangue Azul. Enquanto o primeiro explora temas como fama, ambição, amor e os custos dos segredos mantidos ao longo da vida, o segundo combina romance, política e expectativas familiares. O sucesso dessas obras evidencia que a identificação do público não depende necessariamente de compartilhar as mesmas vivências dos protagonistas, mas da capacidade das histórias de despertar emoções universais.
A importância da representatividade na literatura também pode ser compreendida a partir da função que os livros exercem na formação dos indivíduos e da sociedade. Em O Direito à Literatura (1988), o crítico literário Antonio Candido afirma que “a literatura é o sonho acordado das civilizações” e que, assim como o sonho é fundamental para o equilíbrio psíquico, a literatura desempenha um papel essencial para o equilíbrio social.
Sob essa perspectiva, ampliar as vozes e experiências presentes nas narrativas significa também ampliar as possibilidades de compreensão do mundo. Não se trata apenas de garantir espaço para determinados grupos, mas de reconhecer que diferentes vivências fazem parte da realidade e merecem ser contadas.
Essa percepção também é compartilhada pelo escritor Johnatan Marques, autor de Se Tudo Der Errado Amanhã (2018). Em entrevista à Companhia das Letras, o autor destacou que jovens LGBTQIAPN+ precisam encontrar personagens com os quais possam se identificar. Segundo ele, ver pessoas semelhantes a si nas histórias contribui para a construção de um senso de pertencimento e para a compreensão de que outras pessoas enfrentam desafios parecidos.
Ao mesmo tempo, Marques ressalta que essas narrativas também são importantes para leitores que não fazem parte da comunidade LGBTQIAPN+. Ao entrar em contato com diferentes perspectivas, eles têm a oportunidade de conhecer outras realidades, exercitar a empatia e desenvolver uma compreensão mais ampla sobre a diversidade humana.
A resistência a esse tipo de literatura também levanta uma questão importante: o que se perde quando evitamos determinadas histórias? Ler sempre foi uma forma de entrar em contato com realidades diferentes das nossas. Poucos leitores viveram batalhas medievais, solucionaram crimes complexos ou habitaram mundos fantásticos, mas isso não impede que se conectem emocionalmente com essas narrativas. O mesmo princípio se aplica às histórias protagonizadas por pessoas LGBTQIAPN+.
Foto: reprodução/Opiniões Certificadas
Mais do que representar uma parcela específica da população, a literatura LGBTQIAPN+ tem contribuído para ampliar o repertório de histórias disponíveis aos leitores. Seus personagens amam, erram, amadurecem, enfrentam perdas, constroem amizades e buscam seu lugar no mundo – experiências que atravessam identidades e gerações.
Por isso, o debate provocado nas redes sociais não precisa se limitar a uma única declaração. Ele pode servir como oportunidade para refletir sobre quais histórias consideramos dignas de atenção e por quê.
No fim das contas, ler não significa necessariamente se identificar com todas as experiências retratadas em uma obra. Significa estar disposto a conhecê-las. E quando determinadas narrativas são rejeitadas apenas por quem as protagoniza, talvez a discussão revele algo maior do que uma simples preferência de leitura: ela revela quais vozes estamos dispostos a ouvir e quais ainda insistimos em manter à margem.
Foto: reprodução/Livraria Curitiba
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Confira a entrevista exclusiva e dicas da cantora para se tornar irrefreável
Ao longo de sua carreira, MC Luanna tem mostrado uma capacidade de se reinventar sem perder sua essência. Cada lançamento revela novas facetas de sua identidade artística e apresenta ao público diferentes perspectivas sobre a Luana por trás das rimas. Seu mais recente trabalho, Irrefreável, mostrou como a cantora consegue fazer canções dançantes e animadas enquanto discute temas importantes.
Em entrevista exclusiva ao Entretê, MC Luanna conta que, para ela, o que torna alguém irrefreável é passar por todas as adversidades que enfrentamos na vida. “Você vai passando por cada dificuldade e tem horas que você fala assim: ‘Deus, universo, pode mandar qualquer coisa que eu vou dar conta’.”
Foto: reprodução/Spotify
A cantora ainda discute as diferenças entre Irrefreável e Sexto Sentido, seu primeiro álbum de estúdio. “Até então, antes de Sexto Sentido, tinha muito a Luana agressiva, a Luana que falava ali de relacionamento e tudo mais, e eu falei: ‘não, acho que agora eu quero fazer uma coisa pra mim, que eu queria escutar’, e até mesmo trazer alguns processos que já eram da terapia”, recorda.
Além de discutir sua trajetória profissional, Luana contou sobre algumas coisas que gosta de fazer no seu tempo livre. “Eu gosto muito de teatro. Gosto muito de parque, assim, coisa da natureza. Nossa, pegar meu livro, sentar numa grama, já cura muita coisa em mim”.
Quando perguntada sobre quais seus livros favoritos, ela citou a obra da Oprah, chamada O que Eu Sei de Verdade, e se emocionou contando do livro brasileiro Línguas Estranhas, de Aiye Dun. Vem ver mais na entrevista completa!
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Confira as atualizações do entretenimento no mundo turco durante esta semana
Por Anna Mellado, Débora Lima, Gisélia Oliveira e Mariana Chagas
Aytek Şayan fala sobre Şerif, o vilão de Taşacak Bu Deniz
Em entrevista exclusiva ao Entretê, Aytek Şayan, que dá vida a Şerif em Taşacak Bu Deniz (tradução livre: Este Mar Vai Transbordar, 2025), contou detalhes do preparo para o personagem e falou sobre as interações nos bastidores. “Minha intenção não é fazer um homem mau parecer bom ou dizer que ele tem um ‘lado humano’. Mas temos que encarar uma questão: nós já nascemos maus ou nos tornamos maus?”, questionou.
Foto: reprodução/Dizilah
Ele comentou que as condições naturais de onde filmam tornam o processo muito difícil, mas contribuem para a história. “E justamente essas características da região que deixam a série tão impactante. A geografia do lugar pesa bastante. Às vezes é muito difícil, estamos em encostas, dentro da lama”, detalhou. Veja a entrevista completa no YouTube do Entretetizei.
Data de estreia e novo pôster de Muhtemel Aşk
O primeiro pôster de Muhtemel Aşk (tradução livre: Amor Provável), série da Show TV que reúne Ayça Ayşin Turan, Ekin Koç e Feyyaz Şerifoğlu nos papéis principais, foi alvo de críticas. Um segundo pôster foi preparado e divulgado pela MF Yapım.
Foto: divulgação/Show TV
Além disso, foi anunciada a data de estreia da dizi: quinta, 18 de junho, às 20h. A trama vai acompanhar a vida de Defne (Ayça Ayşin) que, enquanto enfrenta a pressão da família para se casar, conhece Tolga (Feyyaz Şerifoğlu). Ao mesmo tempo em que ele se interessa por ela, Defne conhece Kadir (Ekin Koç) em um encontro no qual foi para ajudar um amigo, e a advogada se atrai de uma maneira que jamais havia imaginado.
O filme A Casa de Verão foi lançado no Prime Video
O filme A Casa de Verão (Yaz Evi, 2026) estreou no Prime Video no último sábado (06). Assinado pelo premiado diretor Erdem Tepegöz, o longa é protagonizado por Mina Demirtaş, que recentemente se destacou em Delikanlı (tradução livre: O Jovem, 2026). Ao seu lado, Derya Pınar Ak e Onur Seyit Yaran completam o elenco principal.
Foto: divulgação/Prime Video
A história acompanha Selin, uma jovem de 21 anos que volta para o verão de 96 e se torna a melhor amiga de sua mãe para ajudá-la a escolher seu pai em um triângulo amoroso. Nessa jornada, ela descobre os sonhos que sua mãe abandonou e presencia um romance de verão apaixonante e nostálgico.
Serenay Sarıkaya e Zeynep Tuğçe Bayat se reencontram em Sevdiğim İnsanlar
Serenay Sarıkaya e Zeynep Tuğçe Bayat se reencontram em Sevdiğim İnsanlar (tradução livre: As Pessoas que Eu Amo). Os preparativos para o filme independente do premiado diretor Doğuş Algül continuam. O filme, estrelado por Serenay, começará suas filmagens no outono.
Foto: divulgação/Prime Video
Filmado na região do Egeu, o longa levará às telas a história de Azra, uma mulher casada com Boris, mais velho que ela, que retorna à sua cidade natal. Após a entrada de Menderes Samancılar no elenco, Zeynep Tuğçe Bayat também se juntou ao projeto. A atriz interpretará Sibel, amiga de Azra. Bayat e Sarıkaya já contracenaram juntas na série Próximo!, da Netflix.
Daha 17 bate recorde na Turquia
O primeiro episódio de Daha 17 (tradução livre: Apenas 17), que foi ao ar no dia 31 de maio, alcançou 10,3 milhões de visualizações no YouTube em apenas três dias, estabelecendo um novo recorde na Turquia.
Foto: reprodução/Dizilah
O número de visualizações do episódio inicial da dizi continua crescendo e já ultrapassou 13 milhões de visualizações. A produção da Pastel Film vem chamando atenção pelo enorme sucesso no digital. Desde sua estreia, Daha 17 também vem gerando forte repercussão nas redes sociais, conquistando rapidamente o público jovem.
Na última quarta, foi ao ar o final de Eşref Rüya no Kanal D
Chegou ao fim uma das dizis mais bem-sucedidas dos últimos tempos. Depois de duas temporadas, o fenômeno Esref Ruya (tradução livre: Sonho de Eşref), do Kanal D, despediu-se do público na última quarta (10), com um final emocionante e dramático.
Foto: reprodução/Dzilah
O episódio final da dizi ocupou o primeiro lugar em todos os grupos de classificação de audiência, sendo a programação mais assistida da noite. A página oficial agradeceu aos fãs com uma mensagem de carinho: “que bom que existe Eşref Rüya, que bom que vocês existem. Com infinitos agradecimentos aos nossos espectadores, que nos acompanharam nesta jornada”.
Fina Estampa ganhará adaptação turca
A novela brasileira Fina Estampa ganhará uma adaptação turca intitulada Ömür Usta (tradução livre: Mestra Ömür). A nova produção da NOW já vem despertando curiosidade entre os fãs das dizis por reunir um elenco de peso, liderado por Nurgül Yeşilçay, Bülent İnal, Gonca Vuslateri e Zerrin Sümer. Na trama, Sümer dará vida a Müzeyyen, sogra da protagonista Ömür, personagem interpretada por Yeşilçay.
Foto: reprodução/Arşiv
A história acompanha Ömür, uma mulher que precisa criar sozinha os três filhos após o desaparecimento misterioso do marido, que sai para comprar pão e nunca mais retorna. Sua vida muda radicalmente quando ela ganha um grande prêmio na loteria, desencadeando uma série de conflitos, reviravoltas e transformações familiares. As gravações estão previstas para começar no fim de julho, com estreia marcada para setembro.
Segunda temporada de Arafta chega em julho
Depois de um final de temporada surpreendente, o sucesso do Kanal 7, Arafta, retorna para sua continuação. Os protagonistas apareceram na página oficial da dizi para anunciar que a estreia da segunda temporada vai acontecer em 23 de julho, às 19h no horário da Turquia.
Foto: reprodução/ Instagram @araftadizi
Em entrevista exclusiva para o Entretê, o protagonista, Emin Günenç, contou sobre os bastidores e sua relação com Ilsu Demirci. A atriz também conversou com a redação para compartilhar sua experiência na dizi. Confira essas e outras entrevistas com atores de Arafta no site do Entretetizei.
O que mais aconteceu essa semana:
Reforço no elenco de Sevdam Karadeniz: os preparativos para Sevdam Karadeniz (tradução livre: Meu Amor, Mar Negro), nova aposta da NOW produzida por Banu Akdeniz, seguem a todo vapor. Entre os novos nomes confirmados no elenco estão Berfe Sancak, que interpretará Neslihan, e Deniz Hamzaoğlu, escalado para viver Medet Alazlı, pai do protagonista. A produção também contará com Furkan Aksoy, além de Erman Cihan, conhecido por seus trabalhos em Vatanım Sensin (tradução livre: Você é Minha Pátria) e Çukur (tradução livre: O Poço).
Rüzgâr Aksoy dará vida a Ömer Halisdemir em Asırlık Gece: Rüzgâr Aksoy interpretará Ömer Halisdemir em Asırlık Gece (tradução livre: Noite Secular). Produzida pela Miray Yapım e dirigida por Cihan Sağlam e Ahmet Toklu, a produção reúne nomes conhecidos como Erkan Petekkaya, Yavuz Bingöl e Murat Aygen. O ator dará vida a Ömer Halisdemir, militar turco considerado uma das figuras mais simbólicas dos eventos de 15 de julho de 2016.
Recep Usta será o protagonista de Babamın Damadı: as filmagens de Babamın Damadı (tradução livre: O Genro do Meu Pai), novo filme escrito e produzido por Fırat Erez, começam em 15 de junho. Dirigido por Yasemin Türkmenli e produzido pela Amanos Yapım, o longa será uma comédia romântica centrada em Dicle Halefoğlu, uma mulher idealista e instruída que luta não apenas para transformar a própria vida, mas também o futuro da região onde vive. O protagonista masculino já foi definido: Recep Usta dará vida ao advogado Fırat Sipahi.
Doğa Bayram será Neslihan em Başkalarının Hayatı: Başkalarının Hayatı (tradução livre: A Vida dos Outros), adaptação da novela mexicana Rubí produzida pela Ay Yapım para a Star TV, segue reforçando seu elenco e desponta como uma das produções mais aguardadas da nova temporada. A jovem atriz Doğa Bayram, vista recentemente em Sahipsizler (tradução livre: Os Desamparados), foi escalada para interpretar Neslihan, uma das personagens centrais da trama.
Mert Turak e Alp Navruz são novos atores no elenco de Nizamülmülk Altın Çağ: novos nomes entram para o elenco de Nizamülmülk Altın Çağ (tradução livre: Nizamülmülk – A Era de Ouro). A nova série de época da plataforma TRT tabii retratará a vida de Nizamülmülk, lendário grão-vizir do Império Seljúcida e autor da obra Siyasetname (tradução livre: Livro da Política). Mert Turak interpretará Nizamülmülk, enquanto Alp Navruz dará vida ao sultão Melikşah, um dos governantes mais importantes da história seljúcida.
A roteirista Eylem Canpolat e a atriz Nihal Koldaş se despedem de A.B.İ.: a série A.B.İ. exibiu seu final de temporada nesta quarta (10). A produção da OGM Pictures se despediu de Nihal Koldaş, intérprete de Saadet. No episódio final, foi exibida uma cena que indicou a chegada de uma nova protagonista feminina para a próxima fase da história, após a saída de Afra Saraçoğlu. No entanto, a atriz escolhida ainda não foi definida. A roteirista Eylem Canpolat anunciou que também está deixando a dizi e compartilhou uma mensagem nas redes sociais: “mil agradecimentos a todos que nos apoiaram”.
Muharrem Türkseven e İlker Yavuz entram para o elenco de Güneşin Doğduğu Yer: a nova série da ATV, Güneşin Doğduğu Yer (tradução livre: Onde o Sol Nasce), produzida pela TimsBi e gravada em Adana, deve iniciar suas filmagens nos próximos dias. Após as confirmações de Sibel Taşçıoğlu (Celadet), Uğur Güneş (Kenan) e Görkem Sevindik (Ceyhun), mais dois nomes foram adicionados ao elenco: Muharrem Türkseven interpretará İhsan, o filho mais velho da poderosa matriarca Celadet, e İlker Yavuz se torna Zeki.
Doğanın Kanunu estreia com bom desempenho na audiência: A nova dizi Doğanın Kanunu (tradução livre: A Lei da Natureza), estrelada por Alperen Duymaz e Özge Yağız, estreou nesta semana na televisão turca. Produzida pela Ay Yapım e gravada na cidade de Urla, a produção registrou 2,46 pontos de audiência no Total, ocupando a sexta posição do dia. Já nas categorias AB e ABC1, alcançou 2,06 e 2,52 pontos, respectivamente, garantindo o quarto lugar em ambas.
İdil Yener entra para o elenco de Aşk ve Taht: A atriz İdil Yener, conhecida por interpretar Neslihan em Kral Kaybederse (tradução livre: Se o Rei Perder), foi confirmada no elenco de Aşk ve Taht (tradução livre: Amor e Trono), nova dizi de época da ATV produzida pela Bozdağ Film. Ambientada no período seljúcida e dirigida pelos irmãos Taylan, a produção contará com Yener no papel de Hünkar Hatun, mãe de Melike Hatun, personagem interpretada por Simay Barlas.
Devrim Yakut é confirmada em Güneşin Doğduğu Yer: A atriz Devrim Yakut foi anunciada no elenco de Güneşin Doğduğu Yer (tradução livre: Onde o Sol Nasce), nova produção da Tims&B para a ATV. Gravada em Adana, a dizi busca repetir o impacto de Bir Zamanlar Çukurova (tradução livre: Era Uma Vez em Çukurova) e reúne nomes como Sibel Taşçıoğlu, Uğur Güneş, Görkem Sevindik e Muharrem Türkseven. Yakut interpretará Devran, uma influente matriarca de Çukurova e mãe de Ceyhun, personagem central da trama.
Eve Giden Yol inicia gravações para a Netflix: As gravações de Eve Giden Yol (tradução livre: O Caminho de Casa), nova série da Ay Yapım para a Netflix, começaram oficialmente nesta semana. Com direção de Onur Saylak e roteiro de Sevgi Yılmaz, a produção de oito episódios será filmada em uma vila abandonada na região de Bilecik. Aras Bulut İynemli, intérprete do protagonista Kemal, inicia suas cenas a partir de amanhã. A dizi está entre os projetos turcos mais aguardados da plataforma para os próximos meses.
Elenco da segunda temporada de Çırak realiza leitura de roteiro: A equipe de Çırak (tradução livre: O Aprendiz) realizou nesta semana a leitura de roteiro da aguardada segunda temporada, cujas gravações começam em 15 de junho. A dizi da plataforma tabii é estrelada e coescrita por Ozan Akbaba, ao lado de Birol Tezcan, e terá seus três primeiros episódios filmados na cidade de Kars, terra natal do ator. Entre as novidades do elenco estão Gonca Cilasun, Ali Savaşçı e Barış Yalçın. A nova temporada também marcará o reencontro de Ozan Akbaba e Gonca Cilasun, que interpretaram mãe e filho em Uzak Şehir (tradução livre: Cidade Distante).
Avatar Atakan entra para o elenco de Nizamülmülk Altın Çağ: O ex-lutador e ator Avatar Atakan foi confirmado no elenco de Nizamülmülk Altın Çağ (tradução livre: Nizamülmülk: A Era de Ouro), nova dizi histórica da plataforma tabii. Conhecido pelo papel de Zafer Yaman na dizi Söz (tradução livre: A Promessa), o artista interpretará o Comandante Bedros, descrito como um dos personagens mais surpreendentes da trama. A produção inicia suas gravações em 13 de junho.
Astros de Eşref Rüya se reencontram no filme Kantin: Os atores Görkem Sevindik e Kaan Turgut, que atuaram juntos em Eşref Rüya (tradução livre: Sonho de Eşref), voltarão a dividir cena no filme Kantin (tradução livre: Cantina). A produção, uma comédia de terror ambientada em 1999 em um antigo dormitório estudantil da Universidade Dumlupınar, em Kütahya, começará a ser filmada em 21 de junho. No longa, Görkem interpretará o temido Hekim, enquanto Kaan dará vida a Esat.
Rapidinhas:
– A equipe de Mercan Köşk (tradução livre: Solar dos Corais), nova aposta da ATV para a próxima temporada, realizou essa semana a sessão oficial de fotos para os materiais promocionais da série.
– O terceiro filme de O Amor Gosta de Coincidências (Aşk Tesadüfleri Sever) começa suas filmagens em 7 de julho, em Istambul, com Mehmet Günsür e Devrim Özkan.
– Burak Yörük, Oruç em Taşacak Bu Deniz (tradução livre: Este Mar Vai Transbordar), depois de participar da Festi Expo em Lyon, voltou a encontrar seus fãs na edição realizada em Marselha com milhares de participantes.
– İmroz’da Bahar (tradução livre: Primavera em Imbros), filme produzido pela Sky Films e escrito e dirigido por Özcan Alper, fez a sessão oficial de fotos do pôster essa semana.
– Tolga Sarıtaş continuará em Teşkilat (tradução livre: Organização) na 7ª temporada, após o hiato. Com as saídas de Rabia Soytürk, Serhat Tutumluer e Erkan Bektaş, mais uma despedida importante acontecerá: Yıldıray Şahinler (Davut) deixará a dizi.
– O cantor Serkan Kaya lançou em 12 de junho sua nova música, Tanımam (tradução livre: Não Reconheço), e o clipe contou com o ator Demir Karahan em Mardin.
– Os atores de Anatomia do Caos (Kaosun Anatomisi, 2025), Erol Babaoğlu e Deniz Barut, se reencontraram na última quinta (11) no Harbiye Açık Hava Tiyatrosu (tradução livre: Teatro ao Ar Livre de Harbiye).
– Cihangir Ceyhan será o protagonista de Anne Yarısı (tradução livre: Metade de uma Mãe), dizi que será exibida pela NOW.
– Erol Babaoğlu, o Ölü Yaşar de Eşref Rüya (tradução livre: Sonho de Eşref), e Deniz Barut participaram do concerto do Kardeş Türküler (tradução livre: Canções Fraternas) com uma dança romaní.
– Candan Erçetin subiu ao palco ao lado da equipe do Kardeş Türküler (tradução livre: Canções Fraternas) durante o concerto Yan Yana (tradução livre: Lado a Lado).
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Produzida por Renato Côrtes, Flor do Deserto é uma canção sobre saudade e afetos, e um presente de Luz à sua companheira
A artista gaúcha Luz Dorneles lança neste Dia dos Namorados (12) seu novo single, Flor do Deserto. Disponível em todas as plataformas digitais, a faixa inaugura uma nova fase na trajetória musical da artista, aproximando-se da música popular brasileira contemporânea a partir de uma sonoridade mais íntima e cinematográfica.
A composição, letra, harmonia, voz e violão de Flor do Deserto são assinadas por Luz Dorneles. A música conta ainda com participação de Henrique Eskova no baixo, Igor Amatuzzi no saxofone e do produtor Renato Côrtes nas guitarras e beats.
Foto: divulgação/Luz Dorneles
Segundo Luz, a faixa representa também uma mudança sonora de seus últimos lançamentos, seguindo referências pessoais da cantora como os Gilsons, Liniker, Luedji Luna e Letícia Fialho.
A inspiração para a canção se deu durante uma viagem da companheira da artista, que foi ao deserto de Socotra, um arquipélago localizado no Iêmen, e enviou à Luz uma fotografia da chamada “flor do deserto”. O impacto simbólico da imagem foi o que deu origem à composição.
Foto: divulgação/Luz Dorneles
“Pouca gente conhece o deserto de Socotra. Quando a Gabi, minha companheira,estava por lá, ela me enviou uma fotografia da flor do deserto. Imediatamente, me emocionei. Percebi que meu amor é mesmo uma flor, que embeleza e encanta inclusive meus dias mais áridos. Essa é definitivamente uma canção pra ela. É meupresente de dia das namoradas”, comenta Luz sobre sua nova música.
Ouça Flor do Deserto:
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Série que retorna em 2026 ganha reforços de peso em nova leva. Primeira temporada chega à TV Globo em julho
Debora Bloch e Taís Araújo voltarão a contracenar juntas após protagonizarem uma das rivalidades mais comentadas do remake de Vale Tudo (2025). As atrizes estão entre os reforços confirmados para a segunda temporada de Pablo e Luisão, série criada por Paulo Vieira para o Globoplay. As informações são da Coluna Play, do jornal O Globo. Por enquanto, não há mais detalhes a respeito dos personagens que cada uma das atrizes interpretarão na nova leva.
Foto: divulgação/Manoella Mello/Globoplay
A produção está preparando novas histórias e participações especiais que prometem ampliar o universo da dupla vivida por Otávio Muller e Ailton Graça. Além de Debora e Taís, o elenco de reforços conta com Welder Rodrigues, Walderez de Barros e Pedro Wagner, chamado para interpretar um caminhoneiro. Já Paulo Américo aparecerá como um amigo dos protagonistas. No elenco fixo, seguem Dira Paes, João Pedro Martins e Yves Miguel.
Uma das tramas já confirmadas para a segunda temporada envolve a saga da mudança de Luisão para a Amazônia, prometendo levar a dupla a situações ainda mais improváveis e divertidas.
Foto: divulgação/Manoella Mello/Globoplay
Enquanto os novos episódios não chegam, a primeira temporada já tem exibição prevista na TV Globo a partir de 7 de julho. Gravada em 2024 e narrada pelo próprio Paulo Vieira, que interpreta ele mesmo enquanto conduz as histórias dos personagens, a comédia acompanha as aventuras de dois amigos, cujos nomes dão título à série, em situações inusitadas e cheias de humor. A produção aborda temas como família, amizade, valores e esperança de forma leve e bem-humorada, e contou na primeira temporada com participações de nomes como Miguel Falabella, Marcelo Adnet, Lima Duarte e Rafael Vitti.
O sucesso foi imediato e retumbante. Desde sua estreia, em 22 de maio de 2025, a série se tornou a produção original mais vista do Globoplay, superando clássicos como Tapas e Beijos e A Grande Família. No fim de semana de 7 e 8 de junho do mesmo ano, chegou a liderar a audiência da plataforma, superando até Vale Tudo, principal aposta do Grupo Globo nas comemorações dos 60 anos da emissora. Foi justamente esse desempenho fora do comum que abriu caminho para a renovação.
A segunda temporada chegará ao Globoplay ainda em 2026, mas a plataforma ainda não divulgou a data exata de estreia dos novos episódios.
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Fugindo dos clichês dramáticos do cinema LGBTQIA+, longa-metragem belga foca na autodescoberta e aceitação
[Contém spoiler]
O cinema é repleto de clichês sobre as dores e as delícias do primeiro amor. No entanto, o público ainda está acostumado a ver narrativas deste tipo ocupadas majoritariamente por casais heterossexuais. Sem a pretensão de ser genial ou revolucionário, o longa Young Hearts (2025) entrega uma história de romance adolescente queer que merece e precisa ser contada.
Foto: reprodução/Prime Video
Ambientado no interior da Bélgica, o filme acompanha Elias (Lou Goossens), um jovem de 14 anos que leva uma vida pacata ao lado da família e dos amigos de escola. Tudo muda com a chegada de seu novo vizinho, Alexander (Marius De Saeger), um menino vindo da capital que, desde o início, demonstra estar bem confortável com a sua própria sexualidade. À medida que eles passam as tardes juntos, se desenrola uma jornada de autodescoberta que é retratada com muita sensibilidade.
Um filme de conforto
Foto: reprodução/Polar Bear
Dirigido pelo estreante Anthony Schatteman, o roteiro se destaca justamente por não apelar para tragédias ou dramatizar exageradamente o sofrimento na descoberta da sexualidade – um tema muito comum nos dramas LGBTQIA+. Em vez de focar a homofobia agressiva por parte da comunidade ao seu entorno, a produção prefere explorar os conflitos internos de Elias, que se vê pressionado pela heteronormatividade de uma cidade pequena.
Embora o personagem enfrente um estranhamento inicial por parte dos colegas de escola, o que o faz se afastar de Alexander por um tempo, as pessoas ao seu redor não reagem mal à ideia deles ficarem juntos, tratando com naturalidade o sentimento de se apaixonar pela primeira vez.
Laços familiares
Foto: reprodução/Polar Bear
Young Hearts também explora com maturidade questões familiares, como a relação distante entre o protagonista e seu pai, um cantor que se tornou uma celebridade local e parece focado demais em sua carreira. No entanto, o grande ponto de virada emocional do filme se dá a partir do laço entre Elias e seu avô. É ele quem acolhe o neto, compartilha sua sabedoria e dá o empurrãozinho final para que Elias se aceite e crie coragem para se declarar para Alexander.
Sutileza em cena
Foto: reprodução/Polar Bear
Um dos pontos altos do filme está na atuação do elenco principal. Com performances comoventes, Lou Goossens e Marius De Saeger conseguem transmitir as angústias da adolescência de forma sutil. Graças a química dos atores, o relacionamento entre os personagens é construído de forma orgânica e doce.
Mesmo com um desfecho muito acelerado, Young Hearts entrega uma mensagem otimista e necessária sobre aceitação familiar e identidade. É uma escolha certeira para quem busca um filme de conforto com uma história sensível e acolhedora.
A produção já está disponível através do catálogo do Filmelier+, que também pode ser acessado como um canal adicional em diversas plataformas de streaming.
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Produção é estrelada por Arianne Botelho, Micael Borges e Carla Dias e promete impressionar
Próximo drama vertical do Globoplay, Então é Amor? tem estreia prevista para 16 de junho e acompanhará a história de Rosa (Arianne Botelho) e Vicente (Micael Borges), dois amigos de infância de realidades muito diferentes que crescem com a certeza de que foram feitos um para o outro. O elenco da trama ainda conta com Cristiana Oliveira, Carla Diaz, Deo Garcez e Wagner Santisteban.
Antes mesmo da estreia, a produção já passou por uma mudança significativa: o título original Minha Amada Empregada, Patrão do Meu Coração foi substituído por Então é Amor? numa tentativa de fugir do padrão genérico que costuma marcar produções do formato. A plataforma buscou se distanciar de nomes considerados repetitivos dentro do universo dos microdramas voltados ao consumo em dispositivos móveis.
A história da trama
Foto: Divulgação/Ricardo Bufolin/Globoplay
Filha da funcionária dos Valmori, Rosa cresceu na casa da família e se tornou melhor amiga de Vicente. A amizade entre os dois resistiu às diferenças sociais que marcavam suas trajetórias, mas foi interrompida quando ele se mudou para Londres para estudar. A distância fez com que perdessem o contato ao longo dos anos, enquanto seguiam caminhos completamente diferentes.
Já adulta, Rosa continuou ligada aos Valmori. Apesar do sonho de se tornar paisagista, ela deixou seus projetos em segundo plano para assumir o trabalho da mãe na residência, em retribuição à família. Enquanto isso, do outro lado do oceano, Vicente construiu uma nova vida, sem nunca se esquecer da amiga que marcou sua infância.
Ao decidir voltar ao Brasil, ele se vê novamente frente a frente com Rosa, reacendendo a paixão e a conexão adormecida por tantos anos de distância. O reencontro, porém, acontece em meio a diversos obstáculos, incluindo a presença de Liz (Carla Diaz), noiva de Vicente, que chega determinada a proteger seu relacionamento e afastar Rosa, fazendo de tudo para prejudicá-la. O papel de Liz exigiu o uso de cadeira de rodas nas cenas, característica totalmente inédita na trajetória profissional de Carla Diaz. Para incorporar a antagonista, Carla também mudou o visual e retornou ao cabelo loiro especialmente para viver a vilã. Criada por Gustavo Reiz, com direção de Marcelo Zambelli e produção da Formata, Então é Amor? aposta em uma história repleta de romance, reencontros e sentimentos que resistem ao tempo.
Desafios e reencontros
Foto: Divulgação/Ricardo Bufolin/Globoplay
Em coletiva de imprensa realizada na última quinta (11), Carla Diaz celebrou sua primeira vilã em novelas e a sua estreia em produções verticais. “É a primeira vilã de novela, acho que mais tradicional, porque até então eu tinha feito personagens que eram vilãs, só que em outros segmentos, baseados em casos reais. Interpretar uma vilã é muito prazeroso. Ela tem a liberdade que a mocinha não tem, tem camadas, ela tem contradições, ela fala o que pensa e tem aquele humor ácido, então, como atriz isso é um grande presente. O público pode odiar a personagem, mas pode amar vê-la em cena“, disse ela. A atriz também definiu a personagem com entusiasmo: “A Liz é intensa, cheia de camadas e muito diferente de tudo o que já fiz“.
Foto: Divulgação/Ricardo Bufolin/Globoplay
A novela ainda marca o reencontro de Carla Diaz com Cristiana Oliveira. As duas já trabalharam juntas em produções como O Clone (2001) e A Terra Prometida (2016) e agora voltam a dividir cenas na nova aposta do Globoplay. Estreante em dramas verticais, Cristiana interpreta Marta, mãe do protagonista, Vicente, na trama. A atriz comentou sobre o desafio de atuar no novo formato: “Eu sou muito expressiva e tive que me conter muito na emoção O Zambelli (Diretor) ficava ‘Cristiana, menos’. É um prazer ter essa possibilidade em um mundo de multitelas. Nós, veteranos, podemos nos atualizar trabalhando em projetos assim“. Ela também refletiu sobre alcançar novas gerações: “Eu sou muito conhecida pela geração 40+, os 40 menos às vezes não sabem quem eu sou. Quer dizer, sabem por outros motivos ou pela internet, mas, em termos de teledramaturgia, não. Então, falar com a geração Z, fazer esse formato novo, foi uma experiência e tanto“.
Os protagonistas
Foto: Divulgação/Ricardo Bufolin/Globoplay
Micael Borges, também estreante no formato, contou o que chamou sua atenção no personagem Vicente: “Eu amei fazer o Vicente porque é um cara leve. Ele tem suas questões internas, tem as suas questões com a família, principalmente com o pai. Ele volta para resolver uma questão e acaba tendo que resolver outras“. O ator ainda destacou os principais desafios da novela vertical: “Fazer esse novo formato foi um grande desafio, não só pra mim, mas pra todo mundo, acho que tanto os atores como a equipe. A gente tá se adaptando a esse novo comportamento de consumo de conteúdo. Na novela vertical, a gente tem que conseguir expor e trazer toda a intenção do personagem em um tempo mais curto“.
Foto: Divulgação/Ricardo Bufolin/Globoplay
A protagonista, Arianne Botelho, compartilhou da mesma dificuldade: “Eu tive muita dificuldade de me conter. Às vezes eu queria abrir mais e não ficaria bem no vertical. Mas fiquei muito presa no roteiro da novela, e até falei com o texto. Essa novela tem muitas surpresas, vai surpreender muito o público“.
Complexidade da trama: Melodrama clássico em velocidade moderna
Foto: Reprodução/ Isabella Pinheiro/ Gshow
Os atores também destacaram a profundidade da trama, que promete não ficar na superfície e abordar personagens bastante complexos mesmo em um formato compacto: “Apesar de ter essa rapidez de microdrama, nossos personagens não são superficiais. Apesar de rápidas, as reações são todas verdadeiras. É uma forma nova de encontrar os personagens, mas carregada de muita verdade“, afirmou Micael Borges.
Para o autor Gustavo Reiz, Então é amor? é a obra que mais explorou sua capacidade artística e a essência do melodrama raiz: “Os personagens tem mais camadas e os conflitos são aprofundados em uma estrutura mais compacta“, revelou, ressaltando a aposta em mais densidade, camadas e complexidade capazes de capturar o interesse tanto do público moderno quanto dos mais defensores da teledramaturgia clássica, em resgate aos enredos de Janete Clair e do verdadeiro folhetim.
Foto: Divulgação/Ricardo Bufolin/GloboplayAlém de Liz, a trama apresenta outro vilão: Frederico (Wagner Santisteban), homem de confiança do grande empresário Marco Antônio (Deo Garcez), que fará de tudo para ganhar a aprovação do chefe e não esconde a inveja que sente do herdeiro Vicente. Segundo o ator, condensar todo um melodrama em um formato rápido sem perder a densidade é o grande desafio para ele:“Tudo tem sentido, nada ali está de bobeira. Todas as cenas são épicas. Então é um desafio pra todo mundo condensar isso sem ficar artificial, fake“.
Para o diretor Marcelo Zambelli, a narrativa já nasce estruturada para o novo formato mais rápido, e a maior dificuldade foi acertar as emoções: “Condensar uma história com todos os ingredientes de um folhetim em 50 capítulos de um minuto e meio a dois minutos é um desafio. Mas o próprio texto já vem estruturado para esse formato, e a edição também ajuda a dar mais dinâmica. A maior dificuldade não foi ajustar o folhetim ao novo formato, mas acertar as emoções dentro desse projeto. Você precisa ser muito assertivo, porque não há espaço para barriga nem para tramas paralelas“, afirma.
Então é Amor? é uma novela original Globoplay, com 51 capítulos de até dois minutos, e sua estreia está marcada para 16 de junho.
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