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Anna Kendrick será a diretora de Os Sete Maridos de Evelyn Hugo

Adaptação do best-seller de Taylor Jenkins Reid continua em desenvolvimento

A adaptação de Os Sete Maridos de Evelyn Hugo acaba de dar mais um passo em direção às telas. Segundo informações divulgadas pelo Deadline, a Netflix definiu Anna Kendrick como diretora do longa baseado no romance de Taylor Jenkins Reid.

Publicado em 2017, o livro se tornou um dos maiores sucessos editoriais dos últimos anos, conquistando leitores ao redor do mundo e ganhando ainda mais popularidade com o alcance das redes sociais. Desde que a adaptação foi anunciada pela Netflix, o projeto tem sido acompanhado de perto pelos fãs, que aguardam novidades sobre a produção.

A história acompanha Monique Grant, uma jovem jornalista que recebe a oportunidade de entrevistar Evelyn Hugo, lendária estrela de Hollywood que vive longe dos holofotes há anos. Durante o encontro, a atriz decide revelar os bastidores de sua trajetória, compartilhando detalhes sobre a fama, os desafios da indústria cinematográfica e os acontecimentos por trás de seus sete casamentos.

Foto: reprodução/Metrópoles

Apesar da definição da direção, a Netflix ainda não anunciou quem fará parte do elenco nem quando o filme será lançado. A ausência dessas informações continua alimentando especulações entre os leitores, especialmente sobre quem interpretará personagens centrais como Evelyn Hugo e Celia St. James.

A escolha de Anna Kendrick marca mais um trabalho da artista atrás das câmeras. Em 2023, ela estreou como diretora com A Garota da Vez, filme inspirado em uma história real que recebeu avaliações positivas da crítica e do público. Além da carreira na direção, Kendrick é conhecida por atuações em produções como A Escolha Perfeita (2012) e Um Pequeno Favor (2018).

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Texto revisado por Thaís Figueiredo

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Cultura turca Notícias

Emre Bey será protagonista de Sevdam Karadeniz, nova aposta da Mia Yapım

Ator viverá Kuzey Alazlı em romance ambientado na região do Mar Negro

 

O ator Emre Bey foi confirmado como protagonista da nova dizi Sevdam Karadeniz (tradução livre: Meu Amor do Mar Negro), produção da Mia Yapım que chega na próxima temporada da NOW. Segundo informações divulgadas pela jornalista Birsen Altuntaş, o artista está em fase de assinatura de contrato para viver Kuzey Alazlı, personagem central da trama.

Foto: reprodução/aTV

Escrita por Nuray Uslu e dirigida por Aytaç Çiçek, a série será gravada em Trabzon e vai acompanhar a história de amor entre Kuzey e Zeyşan. A jovem retorna à sua cidade natal aos 25 anos e acaba reencontrando seu passado, dando início a uma narrativa marcada por romance e conflitos emocionais.

Foto: reprodução/Advantour

A produção aposta em um cenário típico do Mar Negro para construir a atmosfera da história, explorando temas como identidade, raízes familiares e segundas chances no amor. A relação entre os protagonistas deve ser o principal eixo dramático da dizi.

Foto: reprodução/NOW

Sevdam Karadeniz será exibida na próxima temporada pela NOW, ainda sem data oficial de estreia confirmada.

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Entretenimento Livros Notícias Novelas

Clube do livro do Tufão: os clássicos que tentaram avisar o personagem em Avenida Brasil

Os dez livros que apareceram na estante do ex-jogador de futebol revelam conexões surpreendentes com os conflitos da novela

Se existe um clube do livro mais improvável da televisão brasileira, ele certamente pertence ao Tufão. Durante Avenida Brasil (2012), o ex-jogador interpretado por Murilo Benício desenvolve o hábito da leitura por incentivo de Nina (Débora Falabella) e passa a aparecer em cena acompanhado por alguns dos maiores clássicos da literatura mundial.

Foto: reprodução/UOL

O detalhe é que muitos desses títulos pareciam conversar diretamente com os dramas que ele vivia. Enquanto tentava entender as pessoas ao seu redor, Tufão lia histórias sobre traições, ilusões, identidades fragmentadas e personagens incapazes de enxergar o que estava bem diante dos próprios olhos. Coincidência? Nem tanto. Segundo João Emanuel Carneiro, autor da novela, a escolha dos dez livros ajudava a comentar a trama nas entrelinhas.

A traição entra em cena, mesmo que escondida

Os relacionamentos marcados por mentiras, suspeitas e expectativas frustradas ocupam um espaço importante na seleção literária de Tufão. Em Madame Bovary (1856), de Gustave Flaubert, Emma Bovary busca fora do casamento a felicidade que acredita merecer, alimentando sonhos românticos que a afastam cada vez mais da realidade. Já em O Primo Basílio (1878), de Eça de Queirós, uma relação extraconjugal desencadeia uma série de acontecimentos que expõem fragilidades pessoais e hipocrisias sociais.

Foto: reprodução/X @gomzsquita

A mesma temática aparece em Dom Casmurro (1899), de Machado de Assis. Embora o romance seja lembrado pela eterna discussão sobre a possível traição de Capitu, a obra também trata das incertezas que cercam os relacionamentos e da dificuldade de distinguir fatos, percepções e interpretações. Em comum, os três livros exploram vínculos atravessados por segredos, desejos e versões conflitantes da verdade.

Não por acaso, esses elementos também estão no centro de Avenida Brasil. Grande parte dos conflitos da novela nasce justamente de relações construídas sobre mentiras, traições e interesses ocultos, fazendo com que a descoberta da verdade se torne um dos principais motores da narrativa.

A dificuldade de enxergar a verdade, mesmo usando óculos 

Outro tema recorrente entre os livros lidos por Tufão é a distância entre aquilo que os personagens acreditam enxergar e o que realmente acontece ao seu redor. Em O Idiota (1869), de Fiódor Dostoiévski, a bondade do príncipe Míchkin faz com que ele se torne alvo de manipulações e interesses alheios. Já em Dom Quixote (1605), de Miguel de Cervantes, a idealização transforma completamente a percepção do protagonista sobre a realidade.

Foto: reprodução/AdoroCinema

Essa discussão também aparece em O Alienista (1882), de Machado de Assis. Por meio da trajetória de Simão Bacamarte, o autor questiona os limites entre razão e loucura, mostrando como a interpretação dos fatos pode ser mais complexa do que parece.

Em muitos momentos, Tufão percorre um caminho semelhante. Cercado por mentiras cuidadosamente construídas, ele demora a perceber aquilo que os espectadores já sabiam, transformando sua trajetória em um retrato da confiança excessiva e da dificuldade de reconhecer sinais que estavam à vista o tempo todo.

O que as aparências (mais ou menos) escondem

Além das questões ligadas à traição e à percepção da realidade, alguns dos livros presentes na novela direcionam o olhar para aquilo que permanece oculto sob a superfície. Em Memórias Póstumas de Brás Cubas (1881), Machado de Assis desmonta convenções sociais para expor vaidades, interesses e contradições que costumam permanecer escondidos por trás das aparências.

Essa ideia também pode ser percebida em A Metamorfose (1915), de Franz Kafka, obra que explora sentimentos de estranhamento, isolamento e transformação da identidade. Já em A Interpretação dos Sonhos (1899), Sigmund Freud propõe uma investigação sobre desejos, emoções e conflitos que permanecem fora da consciência, mas influenciam diretamente o comportamento humano.

Foto: reprodução/X @valerumlivro

Apesar de pertencerem a gêneros e períodos distintos, os três títulos compartilham o interesse por aquilo que não é imediatamente visível. Na novela, essa mesma lógica move boa parte da trama, já que quase todos os personagens escondem segredos, ressentimentos, ambições ou planos que só são revelados ao longo da história.

Uma reflexão sobre o amor

Em meio a histórias marcadas por enganos, segredos e desilusões, O Banquete (380 a.C.), de Platão, surge como uma presença singular na biblioteca de Tufão. O diálogo platônico reúne diferentes discursos sobre o amor, o desejo e as relações humanas, propondo reflexões que continuam atuais.

Foto: reprodução/Guia do Estudante

A inclusão da obra amplia o alcance da seleção literária apresentada na novela. Mais do que discutir traições ou conflitos, o livro convida à reflexão sobre os vínculos que estabelecemos ao longo da vida e sobre as diferentes formas de compreender o afeto. Nesta trama movida por paixões intensas, relações familiares complexas e escolhas motivadas pelo amor, sua presença reforça o caráter universal dos temas explorados tanto pela literatura quanto pela teledramaturgia.

As respostas estavam na estante 

Quase todos os livros da biblioteca de Tufão abordam temas como engano, autoilusão, traição, identidade e a dificuldade de reconhecer a verdade. Não por acaso, muitos deles pareciam antecipar os conflitos vividos pelo personagem ao longo da novela. Um dos exemplos mais lembrados acontece após uma briga entre Carminha e Max (Marcello Novaes), quando a cena corta para Tufão lendo Madame Bovary e resumindo a obra como “a história de uma mulher que trai o marido, mas não gosta do amante”. 

Mais do que referências literárias inseridas na trama, essas obras mostram como a literatura permanece relevante ao oferecer diferentes perspectivas sobre comportamentos e relações humanas. Ao aproximar clássicos de uma narrativa popular como Avenida Brasil, a novela também evidenciou a capacidade dos livros de dialogar com experiências contemporâneas e ajudar leitores a refletirem sobre situações que atravessam gerações.

Talvez Tufão não tenha conseguido interpretar todos os avisos escondidos nas páginas que lia. Para o público, porém, a estante do personagem acabou se tornando mais uma camada da história e uma lembrança de que certas perguntas sobre a vida continuam encontrando respostas na literatura.

Foto: reprodução/Extra Online – Globo

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Crítica

Crítica I Fora de Controle, o novo drama com Omar Sy

O filme estreou nos cinemas brasileiros no dia 28 de maio e traz à tona a complexidade dos relacionamentos e o perigo da insegurança

O filme Fora de Controle (Dis-moi juste que tu m’aimes), dirigido por Anne Le Ny, foi lançado na França em 2024, mas só chegou ao Brasil este ano. O thriller psicológico narra a história de um casal marcado por um amor passado de Julien (Omar Sy), marido de Marie (Élodie Bouchez). 

Marie é uma personagem profundamente apaixonada por seu marido, mas igualmente insegura, e acredita que ele ainda não superou a ex-namorada de 20 anos atrás.

Fora de Controle, filme.
Foto: reprodução/Variety

Após o retorno de Anaëlle (Vanessa Paradis), a antiga paixão de Julien, Marie fica desesperada, acreditando que Julien irá abandonar 15 anos de casamento para reviver sua paixão de juventude. A partir disso, Marie começa a ser consolada por seu chefe, Thomas (José Garcia), a quem encontra na rua enquanto espiona Anaëlle. A noite de espionagem é marcada por angústia e o medo de encontrar seu marido com a ex. Thomas, por sua vez, consola Marie e logo os dois começam um relacionamento extraconjugal. No entanto, esse envolvimento pode se tornar um tanto perigoso.

O longa representa bem os sentimentos de insegurança e como muitas vezes eles podem levar a uma autossabotagem. Percebemos como a mente humana pode ser uma armadilha e que a entrega dos nossos sentimentos à pessoa errada pode levar a uma teia de manipulação.

Fora de Controle, filme.
Foto: reprodução/AlloCiné

O ritmo do filme é agradável. A todo instante ficamos apreensivos para saber o que vai acontecer, quais serão as decisões de Marie e quais serão as consequências de suas decisões.

Omar Sy, mesmo sendo um ator versátil, nos apresenta uma versão mais séria e dramática. Estamos acostumados a ver Omar em personagens fortes, ricos, famosos e engraçados. Dessa vez, nosso coração aperta ao vermos um homem vulnerável que sofre com a dor da traição.

Uma atuação que se destaca é a de José Garcia. A princípio, a personagem interpretada por ele não parece tão interessante, mas logo percebemos a personalidade possessiva e manipuladora. É o que podemos chamar de um show de atuação. Alguém que parece amoroso e inofensivo se torna a maior armadilha de Marie.

O filme tem classificação indicativa para maiores de 14 anos e é uma ótima pedida para quem gosta de um bom suspense e boas atuações.

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cinema Entretenimento Notícias

O Convite ganha cartaz e trailers brasileiros oficiais

Comédia é estrelada pelos artistas de peso Seth Rogen, Olivia Wilde, Penélope Cruz e Edward Norton

 

O longa-metragem dirigido e protagonizado por Olivia Wilde, acompanha um jantar entre casais de vizinhos que acaba em diversas revelações e risadas. Os rumos desse encontro são inesperados e trazem reações imprevisíveis.

Confira o trailer:

 

A diretora do filme descreveu sua produção como um retrato de tensões acumuladas dentro de um casamento e elas acabam se desenrolando em apenas uma noite dentro de um apartamento.

O humor trata de temas como a intimidade, a comunicação, a frustração e a ansiedade social.

Foto: divulgação/O2 Play

O roteiro é assinado por Will McCormack e Rashida Jones, dupla que já trabalhou junta no drama Celeste e Jesse para Sempre. A nova produção chama atenção também por algumas decisões criativas, como a filmagem feita integralmente em uma película 35 milímetros, em ordem cronológica e com um extenso período de ensaios entre os atores.

Com distribuição da O2 Play, o filme tem sua estreia marcada para os cinemas brasileiros no dia 9 de julho.

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Texto revisado por Luana Chicol

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Cultura turca Entretenimento Notícias

Bertan Asllani é confirmado em Mercan Köşk. Veja a preparação do elenco

Atores da nova dizi iniciam as gravações em cidade histórica da Turquia

Os atores de Mercan Köşk (tradução livre: Mansão Coral), uma das produções mais aguardadas da ATV para a próxima temporada, já chegaram a Tarsus, antiga cidade no sul da Turquia, para as gravações. 

Havia grande expectativa em torno de quem interpretaria Toprak Mercandağ, um dos personagens centrais da trama. Segundo informações dos bastidores, o papel ficou com Bertan Asllani, conhecido por Yabani: Coração Selvagem (Yabani, 2023).

Na dizi de 2023, que foi ao ar pela Fox TV, o ator contracenou com Rojbin Erden. Juntos, deram vida ao fenômeno que foi o casal Alaz Soysalan e Asi.

Na história da nova dizi, Toprak surge na vida de Cemre (Hafsanur Sancaktutan) durante um momento difícil. Após um casamento relâmpago, ele desaparece misteriosamente. Além disso, o personagem também é primo de Aras, personagem interpretado por Kubilay Aka.

Alaz Soysalan e Asi em Yabani
Foto: reprodução/NOW
Em breve as gravações de Mercan Köşk irão começar

Com início das gravações previsto para cinco de junho, a produção realizará, na próxima semana, as filmagens do teaser e a sessão de fotos oficial do pôster. A leitura do roteiro já aconteceu no final de maio.

A dizi é uma coprodução da Faro e da Sinehane, com direção assinada por Yahya Samancı. A história original é de Ahunur Serdaroğlu, que também integra a equipe de roteiro ao lado de Atilla Özel, Nalan Merter Savaş e Nuriye Bilici.

Sinopse da dizi

A vida de Cemre (Hafsanur Sancaktutan) muda completamente quando seu marido desaparece misteriosamente logo após o casamento. Determinada a descobrir a verdade, ela segue uma série de pistas que a levam até Tarsus e à enigmática Mansão Mercan.

Do outro lado está Aras (Kubilay Aka), um homem que guarda um grande segredo para proteger sua família. O equilíbrio cuidadosamente construído por ele começa a ruir com a chegada de Cemre à mansão.

Elenco de mercan kosk
Foto: reprodução/Dizilah

Quando os caminhos dos dois se cruzam, uma disputa mortal entre famílias rivais ganha força. Ao mesmo tempo, nasce entre eles um sentimento que parece impossível de sobreviver em meio a tantos segredos, mentiras e conflitos.

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

 

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