Ator conquistou o público com papéis marcantes em produções como Amor Sem Limites, A Agência e The Town Doctor
Nesta terça (28), Deniz Can Aktaş celebra mais um aniversário. Nascido em 28 de julho de 1993, em Istambul, o ator turco completa 33 anos e segue consolidado como um dos principais nomes da nova geração da dramaturgia turca.
Deniz iniciou sua carreira na televisão em 2015 e, ao longo dos anos, conquistou espaço em diferentes gêneros, do drama à ação. O reconhecimento internacional veio com protagonistas que conquistaram o público dentro e fora da Turquia, especialmente entre os fãs brasileiros de dizis.
Halil İbrahim em Amor Sem Limites – 2023
O papel de maior destaque da carreira até o momento é o de Halil İbrahim Karasu em Amor Sem Limites (Hudutsuz Sevda). Na trama, o personagem retorna à cidade natal após anos afastado para reconstruir a própria vida, mas acaba envolvido em uma história marcada por vingança, conflitos familiares e um intenso romance.
A atuação rendeu ainda mais projeção ao ator e fez da produção um dos maiores sucessos recentes da televisão turca.
Foto: reprodução/TGRT Haber
Novo desafio em Submundo (Yeraltı) – 2026
O trabalho mais recente de Deniz Can Aktaş será o protagonismo em Submundo (Yeraltı), nova dizi da NOW. O ator dará vida a Haydar Ali, um homem que vinga a morte da própria família, acaba preso e é envolvido por uma poderosa organização criminosa. Após conquistar a liberdade, descobre que a mulher que ama agora é esposa de alguém muito próximo, dando início a uma trama marcada por ação, romance e conflitos no universo do crime.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Outros trabalhos de destaque
Antes de conquistar o protagonismo em Amor Sem Limites, Deniz Can Aktaş participou de diversas produções conhecidas pelo público.
Em A Agência (Menajerimi Ara, 2020), interpretou Barış, integrando o elenco da versão turca da série francesa Dix Pour Cent, que acompanha os bastidores de uma agência de talentos.
Já em The Town Doctor (Kasaba Doktoru, 2022-2023), viveu um dos personagens centrais do drama médico, enquanto em The Yard (Avlu, 2018) participou como Alp Öztürk, ampliando sua versatilidade como ator.
Foto: reprodução/FilmBooster UK
Carreira também no cinema
Além da televisão, Deniz também marcou presença nas telonas com Bandırma Füze Kulübü (2022), filme inspirado na história real de um grupo de jovens apaixonados por ciência que desafia os limites da tecnologia durante a década de 1950.
Com uma carreira em ascensão e novos projetos sempre cercados de expectativa, Deniz Can Aktaş segue como um dos rostos mais populares da dramaturgia turca contemporânea e um dos queridinhos dos fãs de dizis ao redor do mundo.
Foto: reprodução/Prime Video
Qual sua produção favorita do ator? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei – Facebook,Instagram e X – e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Saga de super-herói brasileiro conta com participação do diretor Fernando Meirelles em sua produção para as telonas
A série literária O Cidadão Incomum (2013), criada pelo escritor, quadrinista e roteirista brasileiro Pedro Ivo, está em fase de adaptação para o cinema pela O2 Filmes. Contando com a participação de Fernando Meirelles (Cidade de Deus, 2002) na produção, o cineasta acredita que a brasilidade é justamente o diferencial da obra.
O Cidadão Incomum apresenta Caliel, um ator que se torna herói, cuja trajetória é atravessada por desigualdade, violência, identidade e pertencimento. Ambientada na capital paulista, a história traz pontos icônicos de São Paulo, como o Edifício Copan e a Avenida Paulista, para o centro da narrativa.
Foto: divulgação/Pedro Ivo
Essa trilogia de livros que trocam Gotham e Metrópolis pelo centro de São Paulo combina suspense investigativo, ficção científica e horror psicológico para criar uma crítica social que aborda temas como masculinidade, poder, memória e ética no Brasil contemporâneo.
Foto: divulgação/Pedro Ivo
O super-herói genuinamente brasileiro de Pedro Ivo conquistou leitores e os criadores de seu filme principalmente por sua fácil identificação. “Tinha alguma coisa na kriptonita ou em Gotham City que não me deixavam embarcar totalmente, mas a brasilidade de Cidadão Incomum muda tudo. Eu conheço aquele ator ferrado sobrevoando a Av. Paulista. É outra experiência”, afirma Fernando Meirelles. Já o produtor executivo Gustavo Gontijo resume a proposta da saga como “onde Watchmen encontra Cidade de Deus.“
Gostou da novidade? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Série sobre autobiografia do autor foi revelada durante a Flip e promete surpreender
Uma das histórias fundamentais da literatura brasileira da segunda metade do século 20, Feliz Ano Velho – a autobiografia de Marcelo Rubens Paiva, publicada em 1982 –, vai ganhar nova adaptação para as telonas pela Netflix. A produção é da Amaia e da O2 Filmes. O anúncio foi feito durante a Flip (Festa Literária Internacional de Paraty), da qual a Netflix é patrocinadora.
“Feliz Ano Velho já virou peça, musical, ópera e agora, finalmente, essa obra tão importante para a cultura brasileira será levada ao streaming“, disse Marcelo Rubens Paiva. “Estou muito empolgado por ver mais um casamento entre a literatura e o audiovisual brasileiro que leva nossas histórias das páginas às telas“, acrescentou ele.
Pioneiro na forma e no conteúdo, Feliz Ano Velho é um romance autobiográfico sobre o acidente que deixou o autor tetraplégico aos 20 anos. Em tom confessional e linguagem coloquial, Paiva surpreende ao abordar uma passagem dramática de sua vida em relatos irônicos, rompendo com os estereótipos ao tratar uma deficiência com leveza e abordando também temas universais da juventude e do início da vida adulta.
Foto: divulgação/Editora Objetiva
“A partir de um relato extremamente pessoal, Feliz Ano Velho consegue chegar ao tema de o que significa ser jovem. Talvez por isso tenha gerado uma conexão emocional tão forte com toda uma geração de leitores“, diz Haná Vaisman, diretora de Séries de Ficção da Netflix. “Nesta adaptação, queremos que quem já conhece a história se emocione ao vê-la nas telas, e novas gerações de fãs se apaixonem“.
As gravações ainda não foram iniciadas e a série ainda não possui uma data de estreia. “Adaptar Feliz Ano Velho para o audiovisual é também uma forma de dialogar com a trajetória de Marcelo, com a coragem que ele teve de transformar uma experiência pessoal em literatura universal. Há histórias que a gente produz, e há histórias que a gente sente que precisa contar“, afirma Diane Maia, da AMAIA. “Esta é uma história que marcou várias gerações, e produzi-la agora é uma honra e um prazer enorme“, diz Andrea Barata Ribeiro, da O2 Filmes.
E aí, gostou de saber sobre a adaptação? Pretende assistir? Conta para gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca as novidades do mundo do entretenimento
Lançado em Julho, a obra mais recente da autora best-seller leva as leitoras ao mar para explorar segunda chances, vulnerabilidade e um romance inesperado
Após conquistar leitores com romances que combinam humor, emoção e personagens empolgantes, Beth O’Leary retorna com um novo lançamento. Em À Deriva com Você, publicado em julho pela Intrínseca, a autora transporta os leitores para uma história ambientada em pleno alto-mar, onde uma noite sem compromisso entre dois desconhecidos se transforma em uma jornada inesperada de sobrevivência, segundas chances, autodescoberta, vulnerabilidade e amor.
Best-seller internacional, a autora já teve suas obras traduzidas para mais de 30 idiomas e soma mais de 500 mil exemplares vendidos no Brasil. Entre seus maiores sucessos estão Teto para Dois – que vendeu mais de 300 mil livros no país e ganhou uma adaptação para série da Paramount -, além de títulos como A Troca, Na Estrada com o Ex, Mesa para Um e Um Amor Cinco Estrelas, todos publicados pela Intrínseca.
Confira a sinopse:
Lexi só quer um pouco de diversão sem compromisso com algum desconhecido. Zeke, por outro lado, está em busca de um grande amor, mas, por uma noite com uma mulher como Lexi, não vê problema em abrir uma exceção.
Os dois se encontram num bar, e a química é imediata: um beijo leva a outro, e, quando veem, Zeke e Lexi estão cambaleando juntos de volta para uma casa flutuante na marina.
Era para ser só uma noite de prazer, já que não tinham a menor intenção de se ver de novo.
Afinal, Zeke está na cidade apenas por um fim de semana para recuperar o barco do falecido pai, e Lexi passa a maior parte do tempo ajudando a cuidar da filha da melhor amiga e não tem tempo para romance.
Ir para a cama com um desconhecido parecia a fuga perfeita para os problemas dos dois. Mas um mal-entendido naquela noite escura e enevoada faz com que ninguém prenda a casa flutuante ao píer. Na manhã seguinte, de ressaca e meio impactada pela noite maravilhosa, Lexi está pronta para se despedir de Zeke. Só tem um detalhe: o barco onde eles dormiram foi levado pelas ondas e está perdido em alto-mar.
Com poucos mantimentos a bordo, eles logo se dão conta de que há muito mais em jogo do que aquele caso de uma noite. Por quanto tempo sobreviverão à deriva no Mar do Norte? Eles serão resgatados? E quem os dois se tornarão quando voltarem para casa?
Além da própria sobrevivência, Zeke e Lexi enfrentam outro desafio. Porque, quando você fica preso com alguém por dias a fio, acaba tendo muito tempo para conhecer essa pessoa – e talvez até se apaixonar por ela.
Preparados para embarcar nesse barco e ficarem à deriva com esta história? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e, se quiser saber mais sobre as novidades do mundo literário, venha participar do Clube de Leitura do Entretê!
Embora a data de 26 de julho não seja comemorada no país, os avós possuem um papel especial na cultura e nas famílias turcas
O Dia dos Avós é uma das datas mais especiais quando o assunto é família. Assim como o Dia das Mães e o Dia dos Pais, a comemoração busca reconhecer a importância daqueles que participam da formação de diferentes gerações.
Embora seja celebrado em períodos distintos ao redor do mundo, o dia 26 de julho se tornou uma das referências mais conhecidas, especialmente em países de tradição cristã.
Foto: reprodução/BBC
A escolha da data está ligada à tradição católica, que celebra em 26 de julho São Joaquim e Sant’Ana, pais de Maria Santíssima e, consequentemente, avós de Jesus. Em Portugal e no Brasil, a celebração ganhou ainda mais força graças ao trabalho da portuguesa Ana Elisa Couto, conhecida como Dona Aninhas, que dedicou anos à valorização da figura dos avós e ajudou a popularizar a data.
Anos mais tarde, em 2021, o Papa Francisco instituiu o Dia Mundial dos Avós e das Pessoas Idosas, celebrado no quarto domingo de julho. A iniciativa surgiu durante a pandemia de COVID-19 como uma forma de incentivar a aproximação entre as famílias e reforçar a importância dos idosos na sociedade.
Foto: reprodução/Vatican News
Atualmente, cada país mantém suas próprias tradições. Nos Estados Unidos, por exemplo, o National Grandparents Day acontece no primeiro domingo de setembro. Já na Itália, a comemoração ocorre em 2 de outubro.
No Brasil, o dia 26 de julho continua sendo a principal data para homenagear os avós, com reuniões familiares, almoços especiais e demonstrações de carinho. Mas como funciona essa celebração na Turquia?
Existe Dia dos Avós na Turquia?
Na Turquia, o Dia dos Avós como conhecemos no Brasil não é uma data comercial ou amplamente divulgada. Porém, isso não significa que os avós não sejam homenageados.
No país, existe a Semana dos Mais Velhos (Yaşlılar Haftası), celebrada entre os dias 18 e 24 de março. O período é dedicado à valorização das pessoas idosas e também inclui uma atenção especial aos avós, que ocupam um lugar de grande importância dentro da cultura e das famílias turcas.
Foto: reprodução/Bengu Turk
Na sociedade turca, os mais velhos costumam ser vistos como figuras de experiência, sabedoria e referência familiar. O respeito pelos avós aparece tanto no cotidiano quanto nas relações entre diferentes gerações. Mesmo sem uma data específica, o carinho e a valorização dessas figuras fazem parte da tradição turca.
A hierarquia também exerce forte influência nas relações familiares. Em muitas casas, os mais velhos são considerados uma referência para decisões importantes e costumam ser consultados antes que a família tome determinados caminhos.
Foto: reprodução/NTV
Esse papel se torna ainda mais presente em comunidades menores, especialmente no interior do país. Nessas regiões, é comum que pessoas mais velhas sejam reconhecidas como referências locais, procuradas para aconselhamentos sobre questões do cotidiano, convivência e costumes tradicionais.
Ao contrário da ideia de que a velhice representa um afastamento da vida social, os idosos continuam ocupando uma posição de destaque dentro das famílias e da comunidade, participando ativamente da transmissão de valores e conhecimentos entre as gerações.
Costumes
Quem acompanha as produções turcas provavelmente já reparou em uma cena bastante comum de uma pessoa mais jovem beijando a mão de um idoso e a levando até a testa. Embora apareça com frequência nas dizis, esse gesto faz parte do cotidiano da cultura, e simboliza respeito e gratidão pelos mais velhos.
O costume acontece durante visitas familiares, comemorações religiosas e encontros especiais, mas também pode ser visto em outras situações como forma de demonstrar consideração por pessoas idosas.
Foto: reprodução/Reddit
Outro aspecto marcante é o cuidado dedicado aos avós dentro do ambiente familiar. Em muitas famílias, os mais jovens assumem naturalmente pequenas tarefas para proporcionar conforto aos idosos, como servi-los durante as refeições ou evitar que realizem atividades que exijam esforço físico.
Os avós da Dizilândia
Para celebrar essa data tão especial, a equipe de redação turca do Entretetizei preparou uma lista com alguns dos avós mais queridos das produções.
Ezra Kilimci – Bir Gece Masalı
Em Bir Gece Masalı (tradução livre: Conto de Uma Noite, 2024), a veterana Yıldız Kültür dá vida à matriarca Ezra Kilimci, uma das personagens centrais da poderosa família Kilimci. Ezra representa a figura da avó que preserva os laços familiares e acompanha de perto o destino da neta Canfeza, mostrando como essas personagens costumam ocupar um lugar de sabedoria e respeito.
Foto: reprodução/ATV
Yekta Tilmen – Yargı
Em Segredos de Família (Yargı, 2021), Uğur Polat interpreta Yekta Tilmen, um influente advogado criminalista conhecido por defender clientes poderosos a qualquer custo. Dono de uma personalidade manipuladora e de uma ética questionável, o personagem se torna um dos principais antagonistas da trama ao enfrentar constantemente o promotor Ilgaz e a advogada Ceylin, além de manter uma relação conturbada com o filho, Engin Tilmen. No entanto, em certo momento da história, o personagem cria um vínculo muito bonito com a filha de Ceylin.
Foto: reprodução/Yargi Dizi
Azize Aslanbey – Hercai: Amor e Vingança
Em Hercai: Amor e Vingança (Hercai, 2019), Azize Aslanbey, vivida por Ayda Aksel, é a avó de Miran e a grande responsável pelos acontecimentos que movimentam a trama. Determinada a vingar a morte da família, ela cria o neto para executar seu plano contra os Şadoğlu, tornando-se uma das matriarcas mais temidas e inesquecíveis das dizis.
Foto: reprodução/Gshow
Semiha Yıldırım – Sen Çal Kapımı
Em Será Isso Amor? (Sen Çal Kapımı, 2020), a babaanne (avó) de Eda, Semiha Yıldırım, interpretada por Ayşegül İşsever, passa por uma grande transformação ao longo da trama. Apresentada inicialmente como uma mulher rígida, autoritária e determinada a controlar o destino da neta, ela protagoniza diversos conflitos com Eda e interfere diretamente na relação da jovem com Serkan. Com o passar da história, porém, Semiha reconhece o amor do casal, se reconcilia com a família e assume um papel mais protetor, tornando-se uma importante aliada dos protagonistas.
Foto: reprodução/Menu
E você, conhece algum avô ou avó inesquecível das dizis turcas? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade do mundo turco!
Confira as atualizações do entretenimento no mundo turco durante esta semana
Por Anna Mellado, Débora Lima, Gisélia Oliveira e Mariana Chagas
Cansu Fırıncı e Dilşah Demir na série Anne Yarısı
A nova dizi Anne Yarısı (tradução livre: Meia Mãe), da NOW, ganhou mais dois nomes no elenco. Segundo informações divulgadas pela jornalista Birsen Altuntaş, Dilşah Demir interpretará Fidan, irmã de Ali (Cihangir Ceyhan), enquanto Cansu Fırıncı dará vida a Asım, marido da personagem.
Imagem: reprodução/Onedio
Com direção de Semih Bağcı e roteiro assinado por Melis Civelek, Zeynep Gür e Merve Göntem, a produção também contará com Burcu Özberk como a protagonista Zeynep. As gravações estão previstas para começar em 1º de agosto. A trama acompanhará a jornada de uma professora em busca do sobrinho, em uma história marcada por conflitos familiares e segredos, e será ambientada na Capadócia.
Ayşen Sezerel reforça o elenco de Sevdam Karadeniz
As gravações de Sevdam Karadeniz (tradução livre: Meu Amor, Mar Negro) começaram nesta quarta (23) com cenas em Istambul. A nova dizi da Mia Yapım, produzida por Banu Akdeniz, contará com a veterana atriz Ayşen Sezerel no papel de Nafiye Yeniceli, esposa de Durali Yeniceli (Şerif Erol) e avó de Zeyşan (Damlasu İkizoğlu).
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Além de Sezerel, a produção reúne nomes como Senem Göktürk, Eylem Kaçalin, Berfun Beşel, Nil Günal e Elif Çakman no elenco. A trama acompanhará os conflitos e relações das famílias Yeniceli e Alazlı, com uma história marcada por laços familiares, segredos e disputas.
Halef: Köklerin Çağrısı inicia gravações da 2ª temporada em agosto
A segunda temporada de Halef: Köklerin Çağrısı (tradução livre: Halef: O Chamado das Raízes), dizi da NOW protagonizada por İlhan Şen e Biran Damla Yılmaz, já tem previsão para iniciar as gravações. Dirigida por Deniz Çelebi Dikilitaş, a produção da Most Production começará a filmar em 15 de agosto, na cidade de Şanlıurfa.
Foto: reprodução/Dizilah
A estreia da nova temporada está prevista para meados de setembro, com lançamento previsto para 17 ou 24 de setembro. Além do retorno do elenco principal, a história deve ganhar três novos personagens, incluindo o tio de Yıldırım, personagem interpretado por Emre Bulut. Após a saída de Aybüke Pusat, especulava-se que uma nova protagonista feminina seria escalada para a trama. No entanto, segundo informações dos bastidores, não há planos, por enquanto, para a entrada de uma nova atriz para um papel de destaque.
Sıla Türkoğlu e Serkan Çayoğlu estrelarão nova minissérie do Go Türkiye
A Agência de Promoção e Desenvolvimento do Turismo da Turquia (TGA) segue apostando em produções estreladas por grandes nomes das dizis para divulgar os destinos do país. A mais nova minissérie do projeto Go Türkiye terá Sıla Türkoğlu e Serkan Çayoğlu como protagonistas.
Foto: reprodução/ X @birsenaltuntas1
Segundo as primeiras informações, a produção promoverá as belezas das províncias de Ancara, Konya e Afyon, dando continuidade ao projeto do Go Türkiye de apresentar diferentes regiões da Turquia ao público internacional por meio de histórias protagonizadas por astros da televisão turca.
Emriye Hala chega à segunda temporada de Taşacak Bu Deniz
A segunda temporada de Taşacak Bu Deniz (tradução livre: Este Mar Vai Transbordar), sucesso da TRT 1 produzido pela OGM Pictures, ganhará uma nova personagem que promete movimentar a trama. Emriye Hala, já mencionada na árvore genealógica da série, será apresentada como a tia de Adil e terá uma entrada marcante na história.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Segundo informações dos bastidores, a personagem deve mudar os equilíbrios da família e protagonizar conflitos com Esme (Deniz Baysal). As gravações da nova temporada estão previstas para começar no início de setembro, sob direção de Çağrı Bayrak e roteiro de Ayşe Ferda Eryılmaz e Nehir Erdem. Ainda não foi divulgado o nome da atriz que dará vida à Emriye Hala.
O que mais aconteceu essa semana:
Emrah Altıntoprak revela novo visual para Aşk ve Taht: conhecido por interpretar Mustafa em Kızılcık Şerbeti (tradução livre: Xarope de Cranberry), Emrah Altıntoprak surgiu com um novo visual para sua próxima dizi, Aşk ve Taht (tradução livre: Amor e Trono). Para viver seu novo personagem, o ator alongou os cabelos com megahair, assim como o protagonista Akın Akınözü. O ator interpretará Emir Karaarslan.
Tuzlu Kahve ganha reforço de duas atrizes chamadas Nazlı: a comédia Tuzlu Kahve (tradução livre: Café Salgado), nova produção da Poll Films para a Star TV, se prepara para iniciar suas gravações e acaba de anunciar mais duas integrantes para o elenco. Conhecida por sua longa participação em Arka Sokaklar (tradução livre: Ruas dos Fundos), Nazlı Tosunoğlu interpretará Şengül, assistente de Safiye, personagem vivida por Binnur Kaya. Já Nazlı Senem Ünal, que também se destaca por seus trabalhos nos palcos, dará vida à personagem Melodi na nova comédia.
A nova dizi Ömür Usta, adaptação turca da novela brasileira Fina Estampa, ganha novos atores: produzida pela Ay Yapım para a NOW, a dizi será dirigida por Hilal Saral e escrita por Çağla Kızılelma. Entre os novos nomes confirmados estão Rüya Coriç, que interpretará Yasemin, melhor amiga de faculdade de İpek (Sude Zülal Güler); İbrahim Selim, no papel de Halil İbrahim, apaixonado platonicamente por Ömür (Nurgül Yeşilçay); Aybars Çalışkan, que viverá Aliş, neto da protagonista; e Devrim Kabacaoğlu, que dará vida a Koray.
Anne Yarısı anuncia mais sete nomes para o elenco: a nova dizi Anne Yarısı (tradução livre: Metade de uma Mãe), da NOW, segue ampliando seu elenco antes do início das gravações. Além dos protagonistas Cihangir Ceyhan (Ali) e Burcu Özberk (Zeynep), a produção confirmou sete novos atores. Berkay Akdemir interpretará Nadir, Mert Denizmen viverá Adnan, Deniz Gürkan será Merve, Abdurrahman Yunusoğlu e Ürüncan Keskin interpretarão os funcionários da mansão da família Altay, Bayram e Şeker, respectivamente; Selin Dumlugöl dará vida a Songül; e Ali Tarık Fındık interpretará Beko.
Aslıhan Kapanşahin entra para o elenco da cinebiografia Kazım: aatriz Aslıhan Kapanşahin foi confirmada no elenco de Kazım, novo filme do premiado diretor Özcan Alper, que contará a história de Kazım Koyuncu, lendário músico da região do Mar Negro conhecido como o Menino da Jaqueta de Poeta. As filmagens estão previstas para começar em agosto. No longa, Aslıhan Kapanşahin viverá Ceren, o primeiro amor universitário do cantor e uma das mulheres que marcaram sua trajetória pessoal.
Evlilik Güzeldir ganha novos nomes e passa por mudança no elenco: a nova dizi da TRT 1, Evlilik Güzeldir (tradução livre: Casamento É Bonito), segue reforçando seu elenco e também passou por uma troca importante nos bastidores. Sera Tokdemir, vista recentemente em Sakla Beni (tradução livre: Esconda-me), interpretará Ayşe. Já Selin Soydan dará vida a Melek Yener, colega de trabalho de Sinan, papel que passou por uma mudança de intérprete. Inicialmente escalado para viver o personagem, Emre Bey deixou a produção. Com isso, a Greative Film fechou contrato com Berk Bakıoğlu que assumirá o papel.
Uğur Güneş será o protagonista de Adana Ayazı: a NOW segue acelerando os preparativos de Adana Ayazı (tradução livre: Geada de Adana), nova dizi produzida pela NTC Medya. A produção confirmou Uğur Güneş como protagonista da história, que será dirigida por Faruk Teber, responsável por sucessos da televisão turca, com roteiro assinado por Onur Uğraş. Com a escalação, o ator retorna a Adana para gravar uma série após o sucesso de Bir Zamanlar Çukurova (tradução livre: Era Uma Vez em Çukurova).
Uzak Şehir terá novo personagem na 3ª temporada: após encerrar sua segunda temporada no episódio 63, Longe Demais (Uzak Şehir) já iniciou os preparativos para os novos capítulos, cujas gravações devem começar no fim de agosto. Entre as novidades está a chegada de Enver, antigo amor de Alya (Sinem Ünsal). Segundo informações dos bastidores, o personagem será o dono de um sofisticado restaurante em Budapeste e é descrito como um homem extremamente carismático.
Rapidinhas:
– Fadik Sevin Atasoy, júri da 12 Punto 2026 Awards, realizada pela TRT Sinema, participou da premiação com o diretor Derviş Zaim. O renomado ator Ercan Kesal foi premiado na cerimônia com seu filme Aloha Prestij (tradução livre: O Prestígio de Aloha).
– Murat Aygen, que entrará na 5ª temporada de Kızılcık Şerbeti (tradução livre: A Força do Amor) interpretando o personagem Líder, participou de um bate-papo descontraído com a talentosa roteirista da série, Zeynep Gür, para o perfil @alaka_media.
– A 5ª temporada de Kızılcık Şerbeti (tradução livre: A Força do Amor), já tem cronograma definido. As gravações começam em 25 de agosto, e a estreia está marcada para 18 de setembro, com direção de Özgür Sevimli e roteiro de Melis Civelek, Zeynep Gür e Merve Göntem.
– Cinlerin Düğünü (Djinn Wedding), filme estrelado por Demet Özdemir, foi selecionado para competir pelo Platform Award no Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), integrando a lista dos 12 longas escolhidos para a premiação.
– Serenay Sarıkaya protagonizará o filme Sevdiğim İnsanlar (tradução livre: Você É Quem Eu Amo), um dos projetos vencedores do Prêmio de Coprodução da TRT 12 Punto 2026. A atriz também renovou seus contratos publicitários com um banco e uma marca de jeans.
– Evlilik Güzeldir (tradução livre: Casamento É Lindo), nova dizi familiar da TRT 1, realizou sua primeira leitura de roteiro. As gravações começaram em 21 de julho, e a produção tem estreia prevista para agosto.
– Şevval Sam recebeu convidados famosos em seu show no Açıkhava, onde dividiu o palco com a mãe, Leman Sam. Entre os presentes estava Selin Şekerci.
– Sevdan Bir Ateş (tradução livre: Seu Amor É Um Fogo), nova dizi da Show TV, reuniu o elenco para a primeira leitura de roteiro. Estrelada por Murat Ünalmış e Özge Özacar, a produção já iniciou as gravações na Capadócia.
– Kerem Alışık revelou detalhes de Sadık Karlıova, seu personagem em Haysiyet (tradução livre: Dignidade). Patriarca da família Karlıova, ele será um homem íntegro, justo e marcado por um passado difícil.
– Özgü Namal está em negociação para protagonizar Cevher (tradução livre: Joia), adaptação turca da série francesa High Intellectual Potential. A nova dizi da Show TV será dirigida por Neslihan Yeşilyurt, conhecida por comandar grandes sucessos da televisão turca.
Qual notícia mais chamou sua atenção? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
A produção da Rebelle Media em parceria com a Amazon MGM Television foi anunciada durante a San Diego Comic-Con 2026
A série de romances Quando em Roma, escrita por Sarah Adams, ganhará adaptação para a televisão. A Rebelle Media e a Amazon MGM Television adquiriram os direitos da obra e desenvolverão o projeto, segundo informações divulgadas pelo Deadline.
O anúncio foi feito durante um painel da San Diego Comic-Con 2026 (SDCC). Na ocasião, Amanda Palley, cofundadora da Rebelle Media, confirmou a novidade ao público. Laura Lewis, também cofundadora da produtora, destacou o entusiasmo da equipe com a adaptação e afirmou que histórias ambientadas em cidades pequenas merecem mais espaço nas telas. Ela também elogiou o elenco de personagens criado por Sarah Adams, dizendo que mal pode esperar para vê-los ganhar vida na série.
A saga Quando em Roma é composta por três livros: Amor em Roma (2023), Amor na Prática (2026) e Beg, Borrow Or Steal, ainda não publicado no Brasil. O primeiro volume acompanha Amelia Rose, uma estrela do pop conhecida como Rae Rose, que decide fugir da rotina da fama e viaja para Roma, uma pequena cidade no Kentucky. Lá, ela conhece Noah Walker, um confeiteiro que não esconde sua antipatia por celebridades, dando início ao romance que conquistou leitores ao redor do mundo.
Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre elenco, equipe criativa ou previsão de estreia da adaptação.
Foto: reprodução/Roendo Livros
Quem você quer ver no elenco dessa adaptação? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram,FacebookeX – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
O show histórico na final da Copa do Mundo virou mais uma prova de que o mundo aprendeu a consumir cultura coreana muito antes de aprender a respeitar pessoas coreanas
No dia 19 de julho de 2026, o BTS entrou para a história ao participar do primeiro show oficial do intervalo de uma final da Copa do Mundo. No MetLife Stadium, em Nova Jersey, o grupo dividiu o palco com Madonna, Shakira, Burna Boy e Justin Bieber, levando Dynamite (2020) para um dos eventos esportivos mais assistidos do planeta. Mais do que uma apresentação, aquele momento simbolizou uma mudança que vem acontecendo há anos: artistas coreanos já não ocupam grandes palcos como uma curiosidade exótica ou um aceno à diversidade. Eles passaram a fazer parte da própria cultura pop global.
Poucas horas depois, porém, o feito deixou de ser a principal conversa nas redes sociais brasileiras. No lugar de críticas à escolha da música, ao formato do espetáculo ou ao desempenho do grupo – discussões perfeitamente legítimas – surgiram ataques à aparência dos integrantes. Eles foram chamados de “afeminados“, tiveram a sexualidade questionada e voltaram a ser alvo de comentários que reduzem homens asiáticos a estereótipos construídos há décadas. Mais uma vez, o debate deixou de ser sobre música para se tornar uma discussão sobre quem merece ocupar determinados espaços.
A influencer Bruna Tukamoto publicou uma reflexão sobre o que aconteceu:
Refletindo aqui para além do story que viralizou! 📌 Indicações de leituras: 🔗 MOREIRA, Adilson. Racismo recreativo. São Paulo: Sueli Carneiro; Pólen, 2019. 🔗 MORI, Letícia. ‘Não toleramos mais’: por que velhas piadas estão inflamando debate sobre racismo entre descendentes de asiáticos no Brasil. BBC News Brasil, São Paulo, 4 ago. 2017. Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-40816773 . Acesso em: 21 jul. 2026. 🔗 OKOBAYASHI, Hugo. K-POP, MASCULINIDADES E PORNOGRAFIA: entre a pornificação de si e o consumo de outridade. 2023. 109 f. Dissertação de Mestrado (Programa de Pós-Graduação em Cinema e Audiovisual). Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2023. 🔗 OKOBAYASHI, Hugo. PORNOGRAFIA GAY E RACISMO: a representação e o consumo do corpo amarelo na pornografia gay ocidental. 2019. 46 f. Monografia (Bacharel em Cinema & Audiovisual). Universidade Federal Fluminense, Niterói, 2019. 🔗 SAID, Edward. Orientalismo: o Oriente como invenção do Ocidente. São Paulo: Companhia das Letras, 1990. #BTS#Copadomundo#Kpop#Asian#Amarelos
Quem acompanha o BTS sabe que esse roteiro não começou na Copa. O grupo já foi comparado a um vírus por um radialista alemão em 2021, virou alvo de piadas racistas durante a pandemia de Covid-19 e, em 2022, esteve na Casa Branca para discutir o aumento dos crimes de ódio contra pessoas asiáticas nos Estados Unidos. O curioso é perceber que, conforme o BTS crescia, muita gente passou a acreditar que episódios como esses pertenciam ao passado. Bastava olhar para os números, para os recordes e para a expansão da Hallyu para concluir que o preconceito havia sido vencido…nunca foi.
É justamente por isso que Aliens, lançada em março de 2026 no álbum Arirang, chama tanta atenção. A música não nasceu como resposta ao que aconteceu na Copa, mas parece antecipar exatamente esse tipo de reação. Em vez de celebrar apenas o alcance da cultura coreana, ela lembra que visibilidade nunca significou pertencimento. É possível conquistar o centro da indústria do entretenimento e, ainda assim, continuar sendo tratado como alguém que não deveria estar ali. E essa sensação conduz uma discussão muito maior do que o próprio BTS.
Quando o mundo insiste em tratar artistas asiáticos como estrangeiros, mesmo depois de eles conquistarem o centro da cultura pop
Logo nos primeiros versos de Aliens, o BTS fala sobre crescer carregando a sensação de ser visto como alguém de fora. Não é uma reflexão sobre fama, nem sobre o isolamento provocado pelo sucesso. A letra descreve uma experiência muito anterior aos estádios lotados e aos recordes de audiência: a de descobrir que, para muita gente, o simples fato de ter um rosto asiático já basta para ser tratado como alguém que nunca pertence completamente ao lugar onde está.
Quem acompanha a trajetória do grupo reconhece essa sensação desde muito antes de Dynamite , dos Grammys ou da Casa Branca. Durante anos, entrevistas em veículos ocidentais pareciam menos interessadas na música do BTS do que no “fenômeno BTS“. Em vez de discutir composição, produção ou referências artísticas, jornalistas perguntavam quem era quem, por que os integrantes usavam maquiagem ou como conseguiam reunir tantos fãs. O sucesso era frequentemente tratado como uma anomalia, como se milhões de pessoas ao redor do mundo tivessem decidido ouvir sete artistas coreanos sem que existisse uma explicação plausível para isso.
Esse olhar nunca atingiu apenas o BTS. Michelle Yeoh precisou construir uma carreira de décadas até se tornar a primeira mulher asiática a vencer o Oscar de Melhor Atriz por Everything Everywhere All at Once (2022). Ke Huy Quan desapareceu de Hollywood por anos por falta de papéis relevantes antes de voltar ao cinema com o mesmo filme. Manny Jacinto, mesmo após o sucesso de The Good Place (2016–2020), segue falando sobre como homens asiáticos ainda encontram dificuldade para serem vistos como protagonistas românticos. O problema nunca foi falta de talento; foi a insistência da indústria em enxergar artistas asiáticos como exceções.
Foto: reprodução/revista O grito
A própria história recente do entretenimento mostra como o Ocidente costuma confundir reconhecimento com aceitação. Quando Parasita (2019) venceu o Oscar de Melhor Filme em 2020, muitos trataram o prêmio como se Hollywood finalmente tivesse descoberto o cinema coreano. Um ano depois, Round 6 (2021) virou a série mais assistida da história da Netflix. Ainda assim, produções asiáticas continuam sendo apresentadas como novidades, mesmo pertencendo a indústrias que acumulam décadas de sucesso, inovação e público. O discurso muda rapidamente; a maneira de enxergar quem produz essas obras, nem tanto.
Talvez seja justamente por isso que Aliens encontre tanto eco em um episódio como o da Copa. Quando o BTS devolve a palavra “alien” ao público, não está criando uma identidade para si. Está expondo a forma como foi tratado durante toda a carreira. E entender de onde nasce esse estranhamento ajuda a responder outra pergunta: se o mundo inteiro já conhece o “K”, por que ainda parece tão difícil respeitar quem o representa?
O mundo aprendeu a consumir o “K”, mas continua resistindo às pessoas que tornaram esse fenômeno possível
“Everybody know now where the K is“. A frase de Aliens parece simples, mas resume uma transformação que poucos países experimentaram na mesma velocidade que a Coreia. O “K” deixou de funcionar apenas como prefixo de K-pop e K-drama para se transformar em uma marca cultural. Hoje ele aparece na música, na moda, na gastronomia, na beleza, na tecnologia e até na forma como outras indústrias pensam o entretenimento. Mesmo quem nunca ouviu falar em Hallyu provavelmente já assistiu a uma produção coreana, usou um cosmético desenvolvido no país ou ouviu uma música em coreano sem perceber.
Mas esse crescimento não começou com o BTS, e reconhecer isso não diminui sua importância, pelo contrário. Antes deles, artistas como BoA, TVXQ, Super Junior, BIGBANG e Girls’ Generation abriram mercados importantes na Ásia e ajudaram a transformar o K-pop em uma indústria de exportação. Em 2012, Psy mostrou, com Gangnam Style, que uma música cantada em coreano podia dominar o mundo.
O BTS encontrou uma estrada parcialmente construída, mas foi quem a ampliou. O grupo não apenas conquistou mercados onde o K-pop ainda era visto como nicho: mudou a percepção da própria indústria musical. Foi o primeiro ato coreano a liderar a Billboard Hot 100, lotou estádios que artistas asiáticos jamais haviam ocupado, consolidou uma comunidade global de ARMYs e obrigou gravadoras, premiações e plataformas a enxergarem o K-pop como parte permanente da música pop mundial. Quando os fãs dizem que o BTS paved the way, não estão apagando quem veio antes. Estão reconhecendo quem transformou uma porta entreaberta em uma avenida.
Esse crescimento também coincidiu com um momento em que produções asiáticas começaram a romper barreiras históricas. Parasita venceu quatro Oscars em 2020, incluindo Melhor Filme, algo inédito para uma obra em língua não inglesa. Round 6 tornou-se um dos maiores fenômenos da Netflix e deu a Lee Jung-jae o Emmy de Melhor Ator em Série Dramática. Minari (2020) levou a história de uma família coreana imigrante ao centro da temporada de premiações.
Foto: reprodução/ EL PAÍS Brasil
Everything Everywhere All at Once colocou uma família sino-americana no protagonismo de Hollywood e transformou Michelle Yeoh na primeira mulher asiática a vencer o Oscar de Melhor Atriz. São histórias diferentes, produzidas em contextos diferentes, mas que revelam uma mesma mudança: artistas asiáticos deixaram de aparecer apenas nas margens do entretenimento internacional.
Só que existe uma diferença enorme entre consumir uma cultura e respeitar as pessoas que a produzem. Basta observar a reação que tantos idols recebem diariamente. O público aprende algumas palavras em coreano, compra álbuns, reproduz coreografias no TikTok e organiza viagens para Seul, mas continua repetindo piadas sobre olhos puxados, dizendo que “todo asiático é igual” ou tratando homens coreanos como menos masculinos. A cultura é celebrada; quem a representa continua sendo alvo de desconfiança. É um consumo confortável, que aceita a estética, mas rejeita a humanidade.
A Copa escancarou exatamente essa contradição. O BTS não foi convidado para preencher uma cota de diversidade nem para representar um país distante. Foi chamado porque, gostem ou não, faz parte do grupo de artistas mais populares do planeta. Ainda assim, bastaram alguns minutos no palco para que velhos estereótipos reaparecessem. E essa reação ajuda a entender por que Aliens vai muito além de uma música sobre identidade: também conversa com uma história de resistência cultural construída muito antes do surgimento do K-pop moderno.
Ao citar Kim Gu, RM lembra que a Hallyu também nasceu de um projeto político e cultural de reconstrução da identidade coreana
Entre todas as referências presentes em Aliens, talvez a mais importante passe despercebida por quem não conhece a história da Coreia. Em determinado momento, RM menciona Kim Gu, uma das figuras centrais do movimento de independência coreano durante a ocupação japonesa (1910–1945). Em seu texto mais conhecido, Baekbeom Ilji, Kim Gu escreveu que não sonhava com a Coreia mais rica nem com a mais poderosa militarmente. O desejo era outro: queria um país admirado por sua cultura e capaz de contribuir para a felicidade da humanidade.
Foto: reprodução/Korea Herold
Não é uma citação aleatória. Ao lembrar Kim Gu, RM conecta o sucesso atual da cultura coreana a um projeto que começou muito antes da Hallyu existir como conceito. Durante boa parte do século XX, a Coreia precisou reconstruir sua identidade depois da colonização japonesa, da Guerra da Coreia e de décadas de instabilidade política. A valorização da cultura nacional deixou de ser apenas uma questão artística e passou a fazer parte da reconstrução do próprio país. Décadas depois, a Hallyu se tornaria uma das principais expressões desse processo.
É justamente por isso que o álbum se chama Arirang. A canção tradicional que dá nome ao projeto atravessou períodos de colonização, guerra, separação territorial e migração. Ela ocupa um lugar simbólico na memória coletiva coreana muito antes de existir qualquer indústria de idols. Ao escolher esse título para o primeiro álbum completo após o retorno do serviço militar, o BTS deixa claro que não pretende separar sua trajetória da história cultural da Coreia. O grupo alcançou um nível de fama que permitiria produzir um trabalho totalmente voltado ao mercado internacional. Em vez disso, decidiu voltar às próprias raízes.
Essa escolha também desmonta uma expectativa antiga da indústria ocidental: a de que artistas estrangeiros precisam suavizar sua identidade para alcançar sucesso global. O BTS já lançou músicas inteiramente em inglês, como Dynamite, Butter (2021) e Permission to Dance (2021), mas nenhuma delas explica por que o grupo se tornou um fenômeno. Sua discografia continua profundamente ligada à literatura, à história, à juventude coreana e às contradições sociais do país. Aliens reforça exatamente isso: o reconhecimento internacional não exige abandonar as próprias referências.
Só que existe uma ironia inevitável nessa história. Kim Gu sonhava com uma Coreia respeitada por sua cultura, e esse sonho, em muitos aspectos, tornou-se realidade. O país influencia tendências, movimenta bilhões de dólares e produz alguns dos maiores fenômenos culturais do século XXI. Ainda assim, basta que sete homens coreanos subam ao palco da Copa do Mundo para que parte do público volte a tratá-los como corpos estranhos. É nesse ponto que a discussão deixa de ser apenas sobre identidade nacional e passa a revelar outro problema que acompanha homens asiáticos há décadas: a forma como sua masculinidade continua sendo usada como alvo de ataque.
A masculinidade asiática continua sendo questionada porque o preconceito nunca deixou de enxergar esses homens como “menos homens”
Os ataques direcionados ao BTS depois da final da Copa revelam um padrão que vai muito além da xenofobia. Chamar os integrantes de “afeminados”, questionar sua sexualidade ou dizer que “parecem mulheres” não é uma crítica à estética do grupo. É a repetição de um estereótipo antigo, construído muito antes de o K-pop existir. Durante décadas, homens asiáticos foram retratados pelo entretenimento ocidental como figuras sem desejo, sem vida amorosa ou incapazes de ocupar o lugar tradicionalmente reservado ao herói masculino. Quando não apareciam como mestres em artes marciais ou gênios da tecnologia, eram reduzidos ao papel de alívio cômico. Quase nunca podiam simplesmente ser homens.
Esse imaginário ajuda a explicar por que o BTS desperta reações tão diferentes das direcionadas a artistas ocidentais. O grupo usa maquiagem, acessórios, roupas que transitam entre diferentes referências estéticas e nunca construiu sua imagem a partir da ideia de agressividade masculina. Isso basta para que muita gente conclua que eles são “menos homens”.
A ironia é que essas mesmas características raramente provocam o mesmo tipo de ataque quando aparecem em artistas brancos. Em 2020, Harry Styles estampou a capa da Vogue usando um vestido e foi celebrado como alguém que desafiava padrões da moda masculina. Timothée Chalamet frequentemente aparece em tapetes vermelhos usando peças consideradas delicadas, brilhos ou modelagens pouco convencionais e é tratado como referência de elegância. Não existe problema nisso. O problema é perceber que a leitura muda completamente quando o corpo que veste essas roupas é asiático.
Foto: reprodução/Vogue
A comparação revela um mecanismo que costuma passar despercebido. Em artistas ocidentais, romper padrões é sinal de modernidade. Em homens asiáticos, muitas vezes basta usar maquiagem para que sua masculinidade seja colocada em dúvida. Não é uma questão de roupa, de cabelo ou de cosméticos. É sobre quem recebe o direito de experimentar diferentes formas de masculinidade sem que isso seja usado como justificativa para desumanizá-lo. O preconceito não nasce da aparência do BTS; nasce do olhar de quem ainda espera que homens asiáticos se encaixem em uma imagem construída por Hollywood ao longo do século XX.
Vale lembrar que a própria Coreia também impõe padrões rígidos de gênero, beleza e comportamento. Não existe sentido em romantizar uma indústria que cobra corpos, juventude e perfeição de seus artistas. Mas reduzir toda essa discussão à ideia de que “homem que usa maquiagem parece mulher” revela uma incapacidade de compreender que masculinidade não é construída da mesma forma em todas as culturas. Julgar artistas coreanos exclusivamente a partir de referências brasileiras ou americanas diz muito menos sobre eles do que sobre quem os observa.
Essa limitação aparece em outro comentário repetido há anos: “eles são todos iguais“. RM, Jin, Suga, j-hope, Jimin, V e Jungkook possuem rostos, vozes, estilos e personalidades completamente diferentes para quem dedica alguns minutos a conhecê-los. A dificuldade de distingui-los não é uma característica dos integrantes, mas de um olhar que nunca aprendeu a enxergar pessoas asiáticas como indivíduos. E é justamente esse processo de desumanização que explica por que a discussão sobre o BTS não termina na música. Ela inevitavelmente leva a uma pergunta maior: quem decide quais artistas pertencem ao centro da cultura pop mundial?
O crescimento da Hallyu mudou a indústria do entretenimento, mas ainda incomoda quem acredita que certos espaços pertencem apenas ao Ocidente
Durante muito tempo, artistas asiáticos foram ensinados a enxergar cada conquista internacional como uma concessão. Participar de uma premiação americana, ser indicado ao Oscar ou aparecer em um programa de televisão dos Estados Unidos era tratado como o ápice absoluto de uma carreira. A lógica era simples: o sucesso só estaria completo depois da validação do Ocidente. O próprio BTS viveu isso durante anos. Antes de liderar rankings, o grupo era frequentemente apresentado como uma curiosidade estrangeira que, talvez, pudesse interessar ao público americano.
A internet começou a desmontar essa lógica. Plataformas digitais permitiram que fãs organizassem comunidades internacionais, traduzissem conteúdos, acompanhassem lançamentos em tempo real e criassem uma circulação cultural que já não dependia exclusivamente das gravadoras ou da mídia tradicional. A ARMY foi decisiva nesse processo. Muito antes de a indústria americana entender o tamanho do BTS, fãs espalhados por diferentes países já transformavam o grupo em um fenômeno global. Quando gravadoras e premiações finalmente perceberam o que estava acontecendo, o movimento já era grande demais para ser ignorado.
Isso não significa que as estruturas de poder desapareceram. O inglês continua sendo privilegiado nas rádios, premiações ocidentais ainda recebem muito mais atenção do que cerimônias asiáticas e Hollywood segue funcionando como uma espécie de centro simbólico da indústria audiovisual. Mas existe uma diferença importante em relação ao passado: artistas asiáticos já não precisam esperar a aprovação dessas instituições para alcançar milhões de pessoas. O reconhecimento deixou de depender exclusivamente delas.
A apresentação do BTS na final da Copa sintetiza essa mudança. A FIFA não convidou o grupo para apresentar uma curiosidade cultural ao público. Também não fez um gesto de inclusão. Convidou um dos maiores artistas do planeta porque ignorar sua relevância seria mais estranho do que colocá-lo no palco. É justamente isso que incomoda parte das pessoas. Enquanto a cultura asiática permanecia restrita a nichos, ela podia ser admirada à distância. O desconforto aparece quando artistas asiáticos passam a disputar protagonismo nos mesmos espaços que, durante décadas, pareciam reservados ao entretenimento ocidental.
Talvez seja por isso que a reação à Copa diga respeito a muito mais gente do que apenas à ARMY. O episódio escancara um conflito que acompanha toda a expansão da Hallyu: o mundo aceitou consumir cultura coreana, mas ainda resiste à ideia de que seus protagonistas já ocupam o centro da cultura pop. E é exatamente essa contradição que faz o refrão de Aliens ganhar um significado ainda mais poderoso.
“Yeah, we aliens”: quando o insulto perde a força porque quem o recebe se recusa a aceitá-lo como ofensa
No refrão de Aliens, o BTS canta “Yeah, we aliens“. À primeira vista, a frase parece uma aceitação do rótulo que tantas vezes foi imposto ao grupo. Mas acontece exatamente o contrário. A música transforma um insulto em denúncia. Em vez de tentar convencer o público de que seus integrantes são iguais aos artistas ocidentais, ela questiona por que eles ainda precisam provar que pertencem ao mesmo espaço. O problema nunca foi o BTS parecer diferente. O problema sempre esteve em quem insiste em tratar a diferença como ameaça.
Essa talvez seja a maior força da faixa. Ela não implora por aceitação, não tenta suavizar a identidade coreana para torná-la mais confortável ao público internacional e nem transforma o preconceito em uma história de superação inspiradora. Existe uma expectativa frequente de que pessoas discriminadas respondam ao racismo com discursos educativos, paciência infinita ou exemplos de resiliência. O BTS não deveria precisar escrever músicas sobre pertencimento, discursar na Casa Branca ou quebrar recordes para provar que merece o mesmo respeito destinado a qualquer artista branco. Respeito nunca deveria depender de currículo.
O episódio da Copa mostra por que essa discussão continua urgente. Não era obrigatório gostar da apresentação do BTS. Houve críticas ao uso de Dynamite, ao formato do show, à presença crescente de espetáculos comerciais em eventos esportivos e até à escolha dos artistas convidados. Tudo isso faz parte do debate público. O problema começou quando a conversa abandonou completamente a música para se concentrar nos olhos dos integrantes, em seus rostos, em suas roupas e em sua masculinidade. Quando a análise deixa de discutir uma performance para questionar se sete homens asiáticos são “homens de verdade”, não estamos mais falando de opinião. Estamos falando de xenofobia atravessada pela homofobia e pelo racismo.
É justamente por isso que reduzir a reação da ARMY a uma defesa apaixonada de seus ídolos é um erro. O que aconteceu depois da Copa ultrapassa o fandom. Amanhã pode ser outro grupo de K-pop, um ator coreano, uma atleta chinesa, um cineasta japonês ou qualquer pessoa asiática que ocupe um espaço tradicionalmente dominado pelo Ocidente. O mecanismo será o mesmo: primeiro o estranhamento, depois a desumanização e, por fim, a tentativa de transformar preconceito em “piada” ou “opinião”. O BTS apenas tornou esse processo impossível de ignorar porque acontece sob os holofotes da maior banda do século XXI.
No fim, talvez Aliens faça uma pergunta muito mais desconfortável do que parece. Se um grupo que vende estádios, lidera rankings, influencia governos, movimenta bilhões de dólares e ajuda a redefinir a indústria da música ainda é tratado como um corpo estranho quando sobe ao palco da Copa do Mundo, o que isso diz sobre o mundo que o observa? A Hallyu conquistou mercados, mudou hábitos de consumo e fez a cultura coreana atravessar fronteiras que pareciam intransponíveis. Mas o sucesso nunca foi sinônimo de respeito. O BTS já pertence, há muito tempo, à história da música pop. Se ainda existe quem olhe para sete artistas coreanos e enxergue alienígenas, talvez os estrangeiros nunca tenham sido eles. Talvez o verdadeiro estranhamento esteja em uma sociedade que aprendeu a consumir tudo o que vem da Ásia, mas ainda resiste a enxergar pessoas asiáticas como protagonistas naturais da própria cultura global.
No novo romance do autor de Um Dia, David Nicholls propõe uma jornada sobre encontros, solidão e as marcas da vida adulta
Foto: Reprodução/ Editora Intrínseca
Depois do estrondoso sucesso de Um Dia (2009), livro que dominou as prateleiras brasileiras e virou filme (2011) e série (2024), David Nicholls provou que sabe como contar uma boa história sobre tempo e a complexidade das relações humanas. Em sua nova obra, Você Está Aqui (2024), o autor britânico brinca com a ideia de jornada, guiando o leitor por uma verdadeira travessia física e emocional entre as belas paisagens da Grã-Bretanha.
A trama acompanha Michael, um professor de geografia de 42 anos, tentando superar um divórcio recente, e Marnie, uma revisora de textos de 38 anos, que vive a solidão silenciosa da vida adulta. Juntos em uma caminhada de mais de 300 quilômetros organizada por uma amiga em comum, eles protagonizam essa divertida jornada de conhecer alguém. Onde a recompensa seria muito maior do que eles imaginavam, um ao outro.
É lindo assistir a Marnie e Michael descobrindo, aos poucos, o quanto têm em comum. O livro acerta em cheio ao criar essa atmosfera de trilha, mostrando que nada como um bom diálogo no meio do nada para desarmar uma pessoa e fazer emergir seus segredos e inseguranças mais profundos.
Há algo de muito poderoso em acompanhar duas pessoas adultas, que já passaram pelo término de casamentos, encontrando respostas e uma genuína esperança no futuro. É um respiro no mercado atual de romances, lembrando as gerações mais novas que toda idade tem seu prazer e medo, e que a gente sempre encontra um motivo para continuar.
Nem toda caminhada é perfeita
Por outro lado, o romance poderia ser melhor desenvolvido. Por ser um livro sustentado totalmente por encontros e conversas, faz falta uma profundidade maior entre os personagens. A escolha de estruturar a trama ao longo de poucas semanas traz um ritmo dinâmico, mas isso também fez com que tudo pareça um pouco raso.
A história toca em temas seríssimos, como divórcio e a solidão da vida adulta, mas entrega diálogos que por vezes soam superficiais para a gravidade do que a dupla está vivendo.
Mesmo com essa ressalva quanto à profundidade das conversas, Você Está Aqui vale a caminhada. David Nicholls entrega uma obra que conversa diretamente com quem já se sentiu sem rumo no meio do caminho, provando que, entre tantas incertezas, seguir em frente e compartilhar a estrada com alguém ainda é o melhor antídoto para a vida adulta e seus obstáculos.
Já leu o novo livro do autor ou ficou com vontade de embarcar nessa trilha? Conta para a gente nas redes sociais do Entretetizei —Instagram,Facebook eX!
Além do EP, documentário e turnê mundial, o grupo também divulgou o videoclipe da faixa, com participação especial de Demi Moore
O KATSEYE deu início a uma nova fase da carreira nesta sexta-feira, 24 de julho, com o lançamento de Animal, novo single que antecede o terceiro EP do grupo, WILD, previsto para chegar às plataformas digitais em 14 de agosto. A nova canção também ganhou um videoclipe inédito estrelado pelo grupo e com participação especial da atriz Demi Moore.
Coescrita por Ed Sheeran, Animal possui uma sonoridade pop que aborda a contradição entre a imagem que as pessoas projetam ao mundo e sua autenticidade. A produção é assinada por Omer Fedi e Blake Slatkin, nomes conhecidos por trabalhos com artistas como Justin Bieber, Sam Smith, Lil Nas X e The Kid LAROI.
O videoclipe, dirigido por Cody Critcheloe, que também desenvolveu os visuais de Gnarly e Touch, traz ao espectador uma narrativa envolta por ambientes surreais, identidades em transformação e jogos entre quem observa e quem é observado. Com coreografias intensas e uma estética cinematográfica, o produto audiovisual explora os conceitos apresentados na música.
Assista o videoclipe oficial aqui:
A música Animal integra o disco WILD, terceiro EP do grupo feminino formado pela HYBE x Geffen Records. O projeto sucede BEAUTIFUL CHAOS (2025), trabalho que estreou no Top 5 da Billboard 200 e levou o single Gnarly ao sucesso. A nova era do KATSEYE foi apresentada ao público durante a estreia do grupo no festival Coachella, onde elas performaram PINKY UP ao vivo pela primeira vez.
Confira a capa do single aqui:
Além da chegada do novo EP, o grupo também prepara o lançamento do documentário KATSEYE: WILD HEARTS, que acompanha os bastidores dessa nova fase das garotas e destaca a relação da banda com sua legião de fãs. A produção terá exibições especiais em circuito limitado de cinemas a partir de 12 de agosto.
E as meninas não param por aí! O segundo semestre também será marcado pelo início da THE WILDWORLD TOUR, primeira grande turnê internacional do grupo. Produzida pela Live Nation, a série de shows começa em 1º de setembro, em Dublin, e passará por cidades da Europa e América do Norte, incluindo Londres, Nova York, Los Angeles e Cidade do México. Os ingressos para todas as datas anunciadas esgotaram rapidamente, levando à abertura de shows extras, que também tiveram alta procura.
Você vai acompanhar a nova fase do grupo? Conta pra gente, siga o Entretetizeinas redes sociais – Facebook, Instagram e X– e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
Nós usamos cookies e outras tecnologias semelhantes para melhorar a sua experiência em nossos serviços, personalizar publicidade e recomendar conteúdo de seu interesse. Ao utilizar nossos serviços, você concorda com tal monitoramento. Acesse nossa política de privacidade atualizada e nossos termos de usoe qualquer dúvida fique à vontade para nos perguntar!