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Abrindo o Jogo fala de amor e saúde mental no esporte 

Romance ambientado no circuito profissional de tênis acompanha dois atletas divididos entre a pressão da fama, a busca pelo título e uma relação inesperada 

A Intrínseca lança, em agosto, Abrindo o Jogo, romance de estreia do norte-americano Edward Schmit que combina tensão esportiva, romance e uma discussão sensível sobre saúde mental e representatividade LGBTQIAPN+ no tênis profissional. Elogiado por veículos como Vogue e The Cut, o livro chega ao Brasil apenas dois meses após o lançamento nos Estados Unidos, onde já figura entre as listas de mais vendidos.

A obra acompanha Austin Hardy, jovem tenista em ascensão que sempre viveu sua sexualidade com naturalidade. Assumido desde a adolescência e apoiado pela família, ele nunca imaginou que ser um homem gay no esporte profissional se tornaria o principal foco da atenção da mídia. À medida que sua carreira ganha destaque, Austin passa a ocupar o lugar de símbolo da representatividade no tênis, enquanto enfrenta comentários preconceituosos e ataques nas redes sociais.

Foto: reprodução/Intrínseca

Em preparação para o US Open, um dos torneios mais importantes do circuito internacional, Austin sofre uma crise de ansiedade durante um treino e desmaia em quadra. Quem o ajuda é Diego Cruz, segundo colocado do ranking mundial e um dos atletas mais admirados do esporte. O encontro inesperado dá início a uma amizade que cresce em meio à pressão da competição, aos treinamentos intensos e à proximidade constante entre os dois jogadores.

À medida que passam mais tempo juntos, Austin e Diego criam uma conexão que vai além da amizade e se intensifica justamente às vésperas de um confronto decisivo no torneio. O romance, porém, levanta uma pergunta inevitável: até que ponto uma relação afetiva pode interferir na busca pelo título e na carreira de dois atletas submetidos à pressão máxima do esporte de elite?

Mais do que uma história de amor, Abrindo o Jogo coloca a saúde mental no centro da narrativa. Ao perceber que sua ansiedade afeta diretamente seu desempenho em quadra, Austin decide procurar ajuda profissional. Inicialmente resistente, ele passa a encarar o cuidado psicológico como parte essencial de sua trajetória pessoal e esportiva.

Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Com um olhar acolhedor e contemporâneo, Edward Schmit constrói um romance que discute vulnerabilidade, identidade e autocuidado sem abrir mão do ritmo envolvente de um sport romance (tradução livre: romance esportivo). A obra reforça a importância de falar sobre saúde mental no esporte de alto rendimento e amplia o espaço para protagonistas LGBTQIAPN+ masculinos em um universo ainda marcado por padrões heteronormativos.

Sobre o autor
Foto: divulgação/Erin Burniston

Edward Schmit vive em Nova York e já atuou no teatro, no design gráfico e na direção criativa. Ativista da saúde mental, trabalha há mais de sete anos no terceiro setor. Abrindo o jogo é seu primeiro romance e reúne três temas centrais de sua trajetória: histórias de amor LGBTQIAPN+, conscientização sobre saúde mental e o universo do tênis profissional.

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Leia também: Lançamentos literários de agosto: romances, mistérios e não-ficção marcam as novidades do mês 

 

Texto revisado por Luana Chicol

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Acaso Cultural reúne grandes nomes da música instrumental brasileira no Festival Acaso Duos

Com curadoria de Cliff Korman, o festival terá a presença de Cristóvão Bastos, Mauro Senise, Gilson Peranzzetta, Marcel Powell e Carlos Malta

A música instrumental brasileira ganha um novo espaço no Rio de Janeiro com a primeira edição do Festival Acaso Duos, que acontece entre os dias 6 e 9 de agosto, na Acaso Cultural, em Botafogo. Idealizado e com curadoria do pianista Cliff Korman, o evento reúne alguns dos mais importantes músicos do país em quatro concertos inéditos que têm como ponto de partida uma das formações mais sofisticadas da música de câmara e da música popular: o duo formado por piano e outro instrumento.

Ao longo de quatro noites, a Sala Acaso receberá encontros entre piano e saxofone, flauta, violão, e violoncelo, em apresentações intimistas que transitam pelo choro, MPB, jazz, bossa nova e música de concerto. Cada espetáculo explora o diálogo entre dois músicos experientes, cuja cumplicidade foi construída ao longo de décadas de convivência artística.

“O formato do duo talvez seja o que melhor representa a essência da música instrumental: duas pessoas dialogando em igualdade, ouvindo-se constantemente e construindo algo único a cada apresentação. O Acaso Duos nasce para celebrar exatamente essa cumplicidade”, afirma Cliff Korman.

A abertura, no dia 6 de agosto, reúne Cristóvão Bastos e Mauro Senise, dois dos maiores instrumentistas brasileiros, em um concerto inspirado no álbum Choro Negro, dedicado à obra de Paulinho da Viola. O repertório percorre clássicos como Coração Leviano, Para um Amor no Recife, Um Choro pro Waldir e a faixa-título Choro Negro, revelando toda a delicadeza da escrita do compositor.

Na sexta-feira (7), Gilson Peranzzetta e Marcel Powell unem piano e violão em um espetáculo marcado pela improvisação e por releituras de obras de Baden Powell, Tom Jobim, Carlos Lyra, Garoto, Valdir Azevedo, além de composições autorais.

No sábado (8), o anfitrião Cliff Korman sobe ao palco ao lado do multi-instrumentista Carlos Malta para lançar o álbum Saudade do Paulo (Biscoito Fino), espetáculo dedicado à obra de Paulo Moura. Sax soprano, flauta e piano conduzem o concerto em arranjos que resultam de uma extensa pesquisa artística desenvolvida pela dupla.

Foto: divulgação/assessoria Maria Marinho

Encerrando o festival, no domingo (9), Leandro Braga e Hugo Pilger apresentam Meninos Brincando com Portinari, concerto autoral inspirado na obra do pintor Cândido Portinari. Piano e violoncelo conduzem o público por um repertório delicado, que evoca a infância, a cultura popular e a identidade brasileira.

Grandes nomes da música brasileira

O Acaso Duos reúne artistas que figuram entre os principais intérpretes e criadores da música brasileira contemporânea.

Cristóvão Bastos é autor de clássicos como Resposta ao Tempo, Todo Sentimento e Tua Cantiga. Mauro Senise é referência internacional no saxofone e na flauta, com mais de cinco décadas dedicadas à música brasileira. Gilson Peranzzetta, reconhecido como um dos maiores pianistas e arranjadores do país, soma cinco Prêmios da Música Brasileira e duas indicações ao Latin Grammy. Marcel Powell mantém viva a tradição do violão brasileiro iniciada por seu pai, Baden Powell.

Idealizador do festival, Cliff Korman construiu uma trajetória singular aproximando o jazz da música brasileira. Carlos Malta, conhecido como O Escultor do Vento, tornou-se referência mundial nos instrumentos de sopro. Leandro Braga e Hugo Pilger completam o elenco com uma produção artística marcada pelo diálogo entre música de concerto, tradição popular e criação contemporânea.

Serviço

Acaso Duos – Festival de Música Instrumental com Piano

Data: 6 a 9 de agosto de 2026

Programação

6 de agosto (quinta), às 20h – Cristóvão Bastos & Mauro Senise

7 de agosto (sexta), às 20h – Gilson Peranzzetta & Marcel Powell

8 de agosto (sábado), às 20h – Cliff Korman & Carlos Malta

9 de agosto (domingo), às 18h – Leandro Braga & Hugo Pilger

Local: Acaso Cultural – Rua Vicente de Sousa, 16 – Botafogo, Rio de Janeiro

Ingressos: entre R$ 67,50 e R$ 480, com parcelamento em até 12 vezes pelo Sympla.

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura 

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Soul de Brasileiro: a fusão de ritmos e perseverança

Em papo sobre o álbum SOU, a banda reflete sobre suas raízes na MPB e no samba, a força do carinho próprio e a maturidade de construir uma trajetória independente de impacto

A identidade sonora da Soul de Brasileiro nasce, antes de qualquer referência externa, da riqueza da música nacional. Inspirados por nomes como Sandra Sá, Tim Maia, Cassiano, Jorge Ben Jor, Jovelina Pérola Negra e Jorge Aragão, o grupo construiu uma sonoridade em que as influências do soul e do R&B internacional chegam para somar, e não para se impor. 

Mais do que uma simples fusão de gêneros, a proposta carrega no próprio nome a premissa de traduzir a “alma” e o “tempero” brasileiro. Valorizando a originalidade, o pertencimento e a capacidade única do país de reinventar a arte, estrutura-se  o álbum SOU.

Essa autenticidade reflete diretamente na atmosfera solar e acolhedora que marca as composições do grupo. Partindo de vivências reais e histórias cotidianas, as canções buscam criar uma ponte de empatia e identificação imediata com o ouvinte. Para a banda, o papel da música vai além do entretenimento: trata-se de oferecer um abraço em momentos difíceis, incentivar o amor-próprio e lembrar que fases ruins passam. A grande missão do álbum é fazer com que o público se sinta confortável com quem é e encontre leveza no dia a dia.

Trilhar o caminho da música independente no Brasil, contudo, exige uma boa dose de realismo e persistência diária. A banda destaca que a perseverança envolve disciplina, estudo contínuo e resiliência emocional para manter a essência artística viva em meio ao excesso de informação. 

Todo esse empenho ganha um marco histórico com a confirmação do grupo no line-up do Rock in Rio, no dia 12 de setembro. Um passo fundamental na construção de um legado sólido que pretende seguir inspirando e ocupando palcos cada vez maiores nos próximos anos. 

Foto: divulgação/Marcos Hermes
Entretetizei: O próprio nome da banda traz essa fusão entre a soul music e os ritmos do nosso país. Como vocês equilibram as referências internacionais do soul e do R&B com a brasilidade na hora de compor e arranjar as músicas? 

Negra Silva: Na construção sonora da Soul de Brasileiro, as influências externas vieram depois das nacionais. Os nomes que moldaram nossa forma de sentir a música se baseiam no que a gente teve acesso primeiro. Sandra Sá, Tim Maia e Cassiano foram naturalmente influenciando nossa busca musical. Aliado a isso, o samba de Jovelina Pérola Negra e Jorge Aragão, e a MPB multicultural de Jorge Ben Jor, são matérias que serviram de elemento para criar o que a gente chama de Soul de Brasileiro, entende? Não é só a musicalidade, é também a “alma” de brasileiro, com essa capacidade notória de fazer as coisas de um jeito próprio e original. É disso que também se trata nosso álbum SOU.

E: As músicas de vocês costumam transmitir uma energia muito solar, positiva e acolhedora. Qual é a principal mensagem ou sensação que vocês querem que o ouvinte leve consigo ao dar o play no trabalho de vocês? 

Ge Vieira: A mensagem é justamente essa, que você já está dizendo na pergunta. Tudo que a gente compõe e canta está, de forma íntima, ligado ao que a gente vive e viveu: são histórias reais para pessoas reais. Acho que isso causa uma identificação mútua: é se reconhecer e se reconhecer no outro. Então, se o álbum SOU ajudar o ouvinte a entender que está tudo bem em ser quem ele é; que às vezes a vida fica difícil, mas a fase ruim passa; que é preciso se tratar com o mesmo carinho que reservamos pro outro, a gente vai estar feliz. Assim, a música estará operando em um lugar importante mexer.

E: Fazer música independente no Brasil é um desafio e uma arte por si só. Qual tem sido o maior aprendizado da banda nessa jornada e o que vocês enxergam como o futuro da Soul de Brasileiro para os próximos anos? 

José Junior: Sim, os desafios são muitos, os aprendizados na mesma proporção. Talvez o maior agora seja se manter perseverante. Essa ação, que às vezes parece subjetiva, envolve um esforço real, emocional, além de estudo, trabalho a todo tempo, sem romantismo. É preciso ter confiança no que se faz e, em meio a tanta informação, não esquecer da arte nunca, porque é ela que toca, que sensibiliza e transforma. Aprendemos isso ao longo desse tempo, manter a nossa essência, e esperamos que a Soul de Brasileiro seja um legado. Esse ano estamos no line up do Rock In Rio, no dia 12 de setembro: essa história estará num dos mais importantes palcos do mundo. Queremos ter muitas oportunidades como essa para os próximos anos.

 

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Texto revisado por Gabriela Matuk

 

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Anitta estreia na 4ª edição de festival de música com Pedro Sampaio e Gloria Groove

Novos nomes do line-up do Meli Music serão divulgados nas próximas semanas 

O Meli Music leva ao palco, pela primeira vez, Anitta, artista brasileira de maior projeção global da atualidade. Entre os primeiros nomes confirmados no line-up estão também Pedro Sampaio e Gloria Groove, referências do pop nacional. O evento acontece dia 17 de outubro, na Mercado Livre Arena Pacaembu, em São Paulo.

A pré-venda exclusiva para clientes Mercado Pago começou ontem, 5 de agosto, às 15h, pela Sympla, com benefícios especiais: 20% de desconto na compra da inteira (durante todo o período de vendas), limitada a 2 ingressos por CPF. A venda geral tem início hoje, 6 de agosto, também às 15h, com parcelamento em até 12x sem juros para todos os públicos.

Criado pelo Mercado Livre junto à GTS, o Meli Music amplia nesta edição sua proposta musical. Depois de passar pelo trap, pop e sertanejo, o festival reúne agora diferentes nomes do pop brasileiro e global, refletindo o desejo de abranger um público cada vez mais plural, com diferentes gostos musicais.

“O Meli Music nasceu da convicção de que música é uma das formas mais genuínas de construir relação entre marcas e pessoas. A cada edição, vemos isso se traduzir em preferência e aproximação reais com o Mercado Livre. Ter Anitta no palco, uma artista com a capilaridade que ela tem dentro e fora do Brasil, é uma forma de chegar ainda mais perto de um público que consome música, cultura e produtos de um jeito cada vez mais integrado”, conta Iuri Maia, Diretor de Estratégia de Marca do Mercado Livre.

Por dentro do line-up

Recém-anunciada como embaixadora do Mercado Livre, Anitta estreia no palco do Meli Music com um setlist que reúne músicas de seu novo trabalho, Equilibrivm, e grandes sucessos da carreira. Dona de um repertório que atravessa funk, pop, música eletrônica e ritmos latinos, a artista representa o novo caráter eclético da programação.

Foto: divulgação/assessoria Andrea Pessoa

Gloria Groove e Pedro Sampaio complementam a programação e fazem suas estreias no palco do festival. Enquanto a cantora traz ao Meli Music versatilidade e potência vocal, com sucessos que passeiam entre o pop e R&B, o DJ promete colocar o público para dançar com sucessos virais e impossíveis de ouvir parado.

Quatro edições de uma estratégia que consolida a música como território

A quarta e maior edição do Meli Music consolida a música como um território estratégico de atuação do Mercado Livre e demonstra a ampliação da presença da marca no setor para além de ações pontuais ou do patrocínio a eventos. O projeto, em parceria com a GTS, foi concebido e desenvolvido como um festival proprietário, com curadoria, identidade e programação renovadas a cada edição.

“O Meli Music foi concebido sob a proposta de acompanhar a forma como novas audiências se relacionam com a música: sem fronteiras entre gêneros musicais, cenas ou países. Nesta edição, reunimos artistas com forte conexão com a Geração Z, como Anitta, uma artista brasileira de enorme relevância mundial. Esse encontro traduz as referências desse público e representa um passo importante na consolidação do Meli Music”, afirma Ulises Gasparini, Diretor da GTS. A produção da quarta edição é uma parceria da GTS com a Groupe360 e a Box Produtora.

Serviço
Meli Music – 4ª edição

Data: 17 de outubro de 2026

Atrações confirmadas: Anitta, Pedro Sampaio e Gloria Groove

Local: Mercado Livre Arena Pacaembu – São Paulo (Praça Charles Miller – Pacaembu, São Paulo – SP, CEP: 01234-010)

Abertura dos portões: 12h

Ingressos: Sympla | a partir de R$ 45 e parcelamento em até 12x sem juros. Clientes Mercado Pago têm 20% de desconto sobre o valor da inteira, restrito a 2 ingressos por CPF.

Sobre o Mercado Livre Fundado em 1999, o Mercado Libre, Inc (NASDAQ: MELI) é a companhia líder em e-commerce e serviços financeiros na América Latina, com operações em 18 países. A empresa oferece soluções para que pessoas e empresas possam comprar, vender, anunciar e enviar produtos por meio da internet, assim como soluções de pagamento, crédito, investimentos, seguros e gestão de benefícios. O Mercado Livre busca facilitar o acesso ao comércio e aos serviços financeiros na América Latina, um mercado que oferece grandes oportunidades e alto potencial de crescimento. Utiliza tecnologia de qualidade mundial para criar soluções intuitivas e adaptadas à cultura local para transformar a vida de milhões de pessoas na região. Mais informações: http://investor.mercadolibre.com/

Sobre a GTS: A GTS (Global Talent Services) é a empresa de agenciamento artístico e produção de eventos do grupo UMG. Com uma atuação integrada e foco em resultados, a GTS conecta artistas ao mercado de entretenimento, publicidade e grandes marcas, potencializando carreiras e criando oportunidades em diferentes segmentos da indústria criativa. A empresa oferece soluções completas em management, agenciamento de shows, licenciamento e projetos especiais para artistas de grandes gravadores e independentes

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Cultura Cultura pop Entretenimento Notícias

Com Andrea Beltrão, Leandra Leal e Marina Ruy Barbosa, Antártida tem trailer e cartaz oficiais divulgados

O longa-metragem é dirigido por Bruno Safadi, escrito por Claudia Jouvin e chega aos cinemas brasileiros em 17 de setembro

 

Antártida, superprodução do núcleo de filmes dos Estúdios Globo em coprodução com a TV Globo, teve cartaz e trailer oficiais divulgados nesta quinta (6) pela Paris Filmes

Foto: divulgação/Globo/Paris Filmes

As primeiras imagens apresentam uma prévia do frio intenso do Polo Sul, onde se passa a história, e do mistério que permeia toda a trama. Escrito por Claudia Jouvin, o longa traz no elenco grandes nomes do audiovisual brasileiro como Andrea Beltrão, Marina Ruy Barbosa, Leandra Leal, Antonio Calloni e Lázaro Ramos. O filme estréia nos cinemas de todo o Brasil em 17 de setembro. 

Selecionado como o filme de abertura do 54º Festival de Cinema de Gramado, Antártida também conta no elenco com nomes como Mariana Sena, João Vitor Silva, Henrique Barreira e Gero Camilo

Foto: divulgação/Globo/Paris Filmes

Na trama, cientistas e militares se preparam para enfrentar o inverno rigoroso em uma base brasileira na Antártida. Tudo muda após a primeira noite, quando um crime contra a recém-chegada cientista Inês (Marina Ruy Barbosa) abala a base e transforma o ambiente já hostil em uma verdadeira panela de pressão. A situação torna todos os homens suspeitos, incluindo o Comandante Bruno (Antonio Calloni) e o Capitão Vicente (Lázaro Ramos). Sob clima de tensão, suspense e desconfiança, a subcomandante Elisabeth (Andrea Beltrão) lidera uma investigação em busca do criminoso com o apoio das mulheres da base, entre elas Marina, médica da estação, interpretada por Leandra Leal. 

Rodado no maior estúdio de produção virtual da América Latina, o filme se destaca pelos visuais do deserto gelado dominado por imensas planícies brancas, montanhas pontiagudas e icebergs colossais.

O longa foi filmado em um espaço de mais de 1500 metros localizado no Rio de Janeiro, que conta com câmeras de alta precisão, recursos de inteligência artificial e realidade aumentada e mais de 300 metros de telas de LED, o que permitiu a imersão total na paisagem congelante mesmo no intenso calor carioca. A produção possibilitou a união do mundo real e virtual de forma fluída e única, utilizando, além da tecnologia de ponta, imagens captadas na Patagônia através de câmeras 360 e cenários físicos. 

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Texto revisado por Alexia Friedmann

 

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Troye Sivan prepara retorno e solta pistas sobre nova era

Três anos após o lançamento do último álbum de estúdio, cantor publicou novas fotos e divulgou site misterioso

O cantor e compositor australiano Troye Sivan publicou novas fotos e vídeos com pistas indicando um possível retorno à cena musical. Na última quarta-feira (5), o artista divulgou imagens da nova era e o nome do que pode ser o seu novo single, intitulado She’s the Best.

As primeiras dicas de um possível retorno vieram após o artista publicar um vídeo divulgando um site. A página conta com uma foto de Troye maquiado e uma seção para cadastro de fãs que desejam receber novidades do artista.

Na última quarta, o cantor publicou mais um vídeo em que mostra outra imagem da nova era e também apresenta um número de telefone. 

Apesar das pistas recentes indicando um novo projeto, ainda não há mais informações sobre a data de lançamento ou outros detalhes.  

O possível retorno de Troye vem após três anos desde o último álbum, Something to Give Each Other. O disco conta com alguns dos principais hits do artista, como Rush e One of Your Girls.

Além da preparação para a próxima era, o artista estará na soundtrack de The Shards, nova série de Ryan Murphy.

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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25 anos do Prêmio Grande Otelo: conheça os vencedores e o primeiro empate na história da premiação

Premiação da Academia Brasileira de Cinema reuniu os grandes destaques cinematográficos do último ano

O Prêmio Grande Otelo celebrou seu 25º aniversário com uma cerimônia cheia de homenagens e grandes nomes do cinema nacional. Na terça (4), a premiação do nosso “Oscar brasileiro” aconteceu no Theatro Municipal do Rio de Janeiro para homenagear os destaques cinematográficos do último ano.

Foto: reprodução/O Globo

Dando início à noite, Ney Matogrosso homenageou Cazuza cantando O Tempo Não Para, com direito a imagens da cinebiografia Cazuza: O Tempo Não Para (2004). Após a apresentação de abertura, a presidente da Academia Brasileira de Cinema, Renata Almeida Magalhães, iniciou oficialmente a cerimônia com uma dedicatória ao produtor e diretor Luiz Carlos Barreto, falecido no mês passado.

Entre os indicados, O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, estava presente no maior número de categorias,18, terminando a noite com quatro grandes prêmios: Direção de Fotografia, Direção de Arte, Efeitos Visuais e Melhor Longa-Metragem de Ficção. Mas a honra de mais premiado da noite ficou para Homem Com H.

Foto: reprodução/Paris Filmes

Dirigida por Esmir Filho, a cinebiografia de Ney Matogrosso levou seis troféus Grande Otelo, sendo eles: Melhor Filme pelo Voto Popular, Figurino, Maquiagem, Som, Trilha Sonora e Melhor Ator, para seu protagonista Jesuíta Barbosa (Pantanal, 2022).

O longa-metragem dramático Manas, de Marianna Brennand, diretora que também foi premiada nesta edição, veio na sequência com cinco vitórias e um destaque especial para a atriz Dira Paes (Três Graças, 2025), que se tornou a mulher mais premiada nas categorias de atuação em toda a história do Grande Otelo.

Foto: reprodução/Globoplay

E a principal categoria da noite trouxe uma surpresa. Pela primeira vez na história da premiação, o Prêmio Grande Otelo de Melhor Longa-Metragem de Ficção foi dividido entre os filmes O Agente Secreto e o longa Manas. Portanto, ambas as histórias de Kleber Mendonça Filho e de Marianna Brennand foram aclamadas.

Foto: reprodução/Netflix
Confira a lista completa de ganhadores do Prêmio Grande Otelo 2026:

Melhor Filme

Homem Com H

Manas (vencedor – empate)

O Agente Secreto (vencedor – empate)

O Filho de Mil Homens

O Último Azul

Melhor Filme pelo Voto Popular

Homem Com H (vencedor)

Melhor Direção

Daniel Rezende – O Filho de Mil Homens

Esmir Filho – Homem Com H

Gabriel Mascaro – O Último Azul

Kleber Mendonça Filho – O Agente Secreto

Marianna Brennand – Manas (vencedora)

Melhor Atriz

Camila Pitanga – Malês

Carolina Dieckmann – (Des)Controle

Denise Weinberg – O Último Azul (vencedora)

Jamilli Correa – Manas

Tânia Maria – O Agente Secreto

Melhor Ator

Antonio Pitanga – Malês

Ary Fontoura – Velhos Bandidos

Irandhir Santos – Os Enforcados

Jesuíta Barbosa – Homem Com H (vencedor)

Rodrigo Santoro – O Filho de Mil Homens

Wagner Moura – O Agente Secreto

Melhor Atriz Coadjuvante

Alice Carvalho – O Agente Secreto

Camila Márdila – A Natureza das Coisas Invisíveis

Dira Paes – Manas (vencedora)

Grace Passô – O Filho de Mil Homens

Hermila Guedes – O Agente Secreto

Melhor Ator Coadjuvante

Adanilo – O Último Azul

Alejandro Claveaux – Ruas da Glória

Augusto Madeira – Os Enforcados

Carlos Francisco – O Agente Secreto

Gabriel Leone – O Agente Secreto

Robério Diógenes – O Agente Secreto

Rodrigo Santoro – O Último Azul (vencedor)

Rômulo Braga – Manas

Melhor Filme de Comédia

Agentes Muito Especiais

C.I.C – Central de Inteligência Cearense

Sexa

Sonhar com os Leões

Uma Mulher Sem Filtro

Velhos Bandidos (vencedor)

Melhor Documentário

A Queda do Céu

Apocalipse nos Trópicos (vencedor)

Hora do Recreio

Mambembe

Ritas

Melhor Filme Infantil

Narciso

O Diário de Pilar na Amazônia (vencedor)

O Último Episódio

Os Dragões

Thiago & Ísis e os Biomas do Brasil

Melhor Animação

Authentic Games no Império Desconectado

Eu e Meu Avô Nihonjin

Nosso Louco Amor

Tainá e os Guardiões da Amazônia – Em Busca da Flecha Azul (vencedor)

Melhor Filme Ibero-Americano

Belén (Argentina) – vencedor (empate)

O Olhar Misterioso do Flamingo (Chile)

O Riso e a Faca (Portugal) – vencedor (empate)

Pepe (República Dominicana)

Um Poeta (Colômbia)

Melhor Primeira Direção

Douglas Soares – Papagaios

Glória Pires – Sexa

Júlia Jordão – Perfeitos Desconhecidos

Márcia Faria – A Procura de Martina

Rafaela Camelo – A Natureza das Coisas Invisíveis (vencedora)

Melhor Roteiro Original

Anna Muylaert – A Melhor Mãe do Mundo

Esmir Filho – Homem com H

Felipe Sholl, Marcelo Grabowsky, Marianna Brennand, Carolina Benevides, Antonio Pellegrino e Camila Agustini – Manas (vencedor)

Gabriel Mascaro e Tibério Azul – O Último Azul

Kleber Mendonça Filho – O Agente Secreto

Rafaela Camelo – A Natureza das Coisas Invisíveis

Melhor Roteiro Adaptado

Aly Muritiba e Jessica Candal – Barba Ensopada de Sangue

Bruno Bini – Cinco Tipos de Medo

Daniel Rezende – O Filho de Mil Homens (vencedor)

Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha – A Queda do Céu

Marco Dutra – Enterre Seus Mortos

Wagner de Assis – O Advogado de Deus

Melhor Direção de Fotografia

Azul Serra – Homem com H

Azul Serra – O Filho de Mil Homens

Evgenia Alexandrova – O Agente Secreto (vencedor)

Guillermo Garza – O Último Azul

Pierre de Kerchove – Manas

Melhor Direção de Arte

Dayse Barreto – O Último Azul

Dina Salem Levy – Um Lobo Entre os Cisnes

Marcos Pedroso – Manas

Thales Junqueira – Homem com H

Thales Junqueira – O Agente Secreto (vencedor)

Melhor Figurino

Gabriella Marra – Homem com H (vencedor)

Gabriella Marra – O Último Azul

Kika Lopes – Manas

Manuela Mello – O Filho de Mil Homens

Rita Azevedo – O Agente Secreto

Rô Nascimento – Malês

Melhor Maquiagem

Andrea Tristão – Barba Ensopada de Sangue

Juliana Bolze – O Último Azul

Marisa Amenta – O Agente Secreto

Martín Macías Trujillo – Homem com H (vencedor)

Martín Macías Trujillo – O Filho de Mil Homens

Melhor Montagem

Bruno Bini – Cinco Tipos de Medo

Eduardo Serrano e Matheus Farias – O Agente Secreto

Germano de Oliveira – Homem com H

Isabela Monteiro de Castro – Manas (vencedor)

Marcelo Junqueira – O Filho de Mil Homens

Melhor Montagem de Documentário

André Felipe Silva e João Wainer – Zico: O Samurai de Quintino

Cristina Amaral – Ecos do Teatro Experimental do Negro

David Barker, Tina Baz, Nels Bangerter, Jordana Berg, Victor Miaciro e Eduardo Gripa – Apocalipse nos Trópicos (vencedor)

Fabio Meira, Juliano Castro e Affonso Uchôa – Mambembe

Jordana Berg – Cazuza, Boas Novas

Oswaldo Santana – Ritas

Melhores Efeitos Visuais

Alexandre Boiron, Luuk Meijer e David Van Heeswijk – O Agente Secreto (vencedor)

Claudio Peralta – O Diário de Pilar na Amazônia

Eduardo Kurt, Magdalena Maia, Sofia Sussekind, Beatriz Paixão e Vandré Huppes – O Último Azul

Juliano Storchi – O Filho de Mil Homens

Massao Asaga – Homem com H

Melhor Som

Ana Luiza Penna, Martín Grignaschi e Armando Torres Jr. – Homem com H (vencedor)

Lia Camargo, Toco Cerqueira e Alan Zilli – O Filho de Mil Homens

Liliana Villaseñor, Heverson Batista, María Alejandra Rojas, Arturo Salazar e Vincent Sinceretti – O Último Azul

Pedro Moreira, Moabe Filho, Tijn Hazen e Cyril Holtz – O Agente Secreto

Melhor Trilha Sonora

André Abujamra e George Nahssen – A Melhor Mãe do Mundo

Antonio Pinto e Barulhista – Malês

Fabio Góes – O Filho de Mil Homens

Guilherme Amabis, Mariana Amabis e Rica Amabis – Homem com H (vencedor)

Tomaz Alves Souza e Mateus Alves – O Agente Secreto

Melhor Curta-Metragem de Ficção

Amarela (vencedor)

Arame Farpado

Boiuna

Klaustrofobia

Peixe Morto

Presépio

Melhor Curta-Metragem Animação

A Tragédia do Lobo-Guará (vencedor)

Como Nasce Um Rio

Mãe da Manhã

Safo

Seu Vô e a Baleia

Uma Menina, Um Rio

Melhor Série Brasileira de Documentário para TV Aberta, TV Paga ou Streaming

A Mulher da Casa Abandonada – 1ª Temporada

Caçador de Marajás – 1ª Temporada (vencedor)

Cazuza: Além da Música – 1ª Temporada

Chico Anysio: Um Homem à Procura de um Personagem – Temporada Única

Congonhas: Tragédia Anunciada – Temporada Única

O Testamento: O Segredo de Anita Harley – Temporada Única

Melhor Série Brasileira de Animação para TV Aberta, TV Paga ou Streaming

As Aventuras de Tita – 1ª Temporada

Esquadrão do Mar Azul – 2ª Temporada

Esse é o Bicho! – 2ª Temporada

Gnaks! – 1ª Temporada

O Mundo sem Filtro de Any Malu – 1ª Temporada

Osmar, a Primeira Fatia do Pão de Forma – 3ª Temporada (vencedor)

Senninha na Pista Maluca – 3ª Temporada

Melhor Série de Ficção para TV Aberta ou Streaming

Ângela Diniz: Assassinada e Condenada

Beleza Fatal

Cangaço Novo

Emergência Radioativa

Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente (vencedora)

Melhor Atriz de Série de Ficção para TV Aberta ou Streaming

Adriana Esteves – Os Outros

Alice Carvalho – Cangaço Novo (vencedora)

Bruna Linzmeyer – Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente

Camila Pitanga – Beleza Fatal

Marjorie Estiano – Ângela Diniz: Assassinada e Condenada

Thainá Duarte – Cangaço Novo

Melhor Ator de Série de Ficção para TV Aberta ou Streaming

Allan Souza Lima – Cangaço Novo

Chico Díaz – Os Donos do Jogo

Johnny Massaro – Máscaras de Oxigênio Não Cairão Automaticamente (vencedor)

Johnny Massaro – Emergência Radioativa

Ravel Andrade – Raul Seixas: Eu Sou

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Texto revisado por Crystal Ribeiro

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19º Festival da Cultura Coreana leva gastronomia, show gratuito de Gaho e atrações inéditas ao Bom Retiro

O maior festival dedicado à cultura coreana da América Latina acontece nos dias 15 e 16 de agosto, em São Paulo, com entrada gratuita e programação que reúne música, gastronomia, tradições e atividades para todas as idades

Os fãs da cultura coreana já podem reservar um espaço na agenda. Nos dias 15 e 16 de agosto, o bairro do Bom Retiro, em São Paulo, recebe a 19ª edição do Festival da Cultura Coreana, considerado o maior evento do gênero da América Latina. Com entrada gratuita, o festival promete transformar a região em um grande ponto de encontro entre Brasil e Coreia, reunindo gastronomia típica, apresentações artísticas, oficinas, experiências culturais e um dos shows mais aguardados pelos fãs de K-pop: o cantor Gaho, que se apresenta pela primeira vez em um festival gratuito no Brasil.

Realizado pela Associação Brasileira dos Coreanos, o evento celebra o Dia da Cultura Coreana, comemorado em 15 de agosto, data que também marca o Dia da Libertação Nacional da Coreia. Mais do que uma homenagem à comunidade coreana, o festival reforça os laços culturais construídos ao longo das últimas décadas entre os dois países.

A expectativa é receber cerca de 100 mil visitantes durante os dois dias de programação, que acontece na Praça Coronel Fernando Prestes, ao lado da Estação Tiradentes do Metrô (linha 1-Azul).

Gaho é a grande atração do festival

Um dos momentos mais esperados da programação será o show do cantor sul-coreano Gaho, conhecido mundialmente por interpretar Start Over, trilha sonora da série de sucesso Itaewon Class.

Além do hit que conquistou fãs de K-dramas ao redor do mundo, o artista também acumula trilhas sonoras de outras produções coreanas e músicas autorais que misturam pop, rock e baladas. Gaho sobe ao palco principal nos dois dias do festival, encerrando a programação.

Muito além do K-pop

Embora o show de Gaho seja um dos destaques, a programação vai muito além da música pop.

O público poderá assistir a apresentações de taekwondo, música tradicional coreana, performances de gayageum, samulnori, dança, coral, poesia, caligrafia e espetáculos trazidos diretamente da Coreia pela Universidade Nacional de Artes da Coreia (K-Arts).

A proposta é apresentar diferentes aspectos da cultura coreana, desde manifestações preservadas há séculos até expressões contemporâneas que conquistaram espaço em todo o mundo.

Gastronomia é uma das protagonistas

Quem visitar o festival também poderá fazer uma verdadeira viagem gastronômica pela Coreia.

Serão 30 barracas comandadas por restaurantes e empreendedores da comunidade coreana, oferecendo pratos tradicionais como bibimbap, bulgogi, tteokbokki, kimbap, mandu, japchae, kimchi, frango frito coreano, corn dog, panquecas típicas, doces e bebidas.

Os preços variam entre R$ 20 e R$ 50, permitindo que o público experimente diferentes sabores durante o evento.

Programação paralela amplia a experiência

Além das atrações na praça principal, o festival ocupa outros espaços culturais do Bom Retiro.

O Complexo Cultural Oswald de Andrade recebe a segunda edição da Feira Cultural Bomre-Dong – Munhwa-ro, reunindo arte, literatura, artesanato e moda coreana, além do K-Debate, série de palestras sobre história, identidade, Hallyu e as relações entre Brasil e Coreia.

No mesmo espaço acontece ainda a Feira Study in Korea no Brasil, organizada pelo Centro de Educação Coreana, que reúne universidades coreanas e oferece informações sobre bolsas de estudo, intercâmbio, graduação, pós-graduação e cursos de idioma.

Já o Arquivo Histórico Municipal recebe uma exposição da KOCCA (Agência Coreana de Conteúdo Criativo) dedicada ao universo da Hallyu, explorando áreas como K-pop, K-dramas, games, animação, moda e indústria criativa.

Serviço

19º Festival da Cultura Coreana

Quando: 15 e 16 de agosto

Horário: das 10h às 20h

Onde: Praça Coronel Fernando Prestes, Bom Retiro (ao lado da Estação Tiradentes do Metrô, linha 1-Azul)

Entrada: gratuita

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Texto revisado por Marina Barrelli de Carvalho

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Autores falam sobre a adaptação da obra de Lewis Carroll, o processo criativo e a importância da literatura cordelista para formar novos leitores

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Camp Rock: Relembre os sucessos dos filmes anteriores e saiba o que esperar da sequência

Prepare-se para o retorno dos Jonas Brothers ao acampamento musical com uma retrospectiva dos hits dos dois primeiros capítulos

 

“Cause we rock. We rock, we rock on” ♪ 

Tudo bem, as férias já acabaram, mas finalmente chegou a hora de voltar ao acampamento mais amado do universo Disney. Sim, dia 14 de agosto Camp Rock 3 chega ao Disney+. O novo capítulo da franquia musical vai acompanhar uma nova geração de campistas em busca do estrelato 

Em aquecimento para o terceiro filme, reunimos uma lista com as músicas mais ouvidas de Camp Rock (2008) e Camp Rock 2: The Final Jam (2010), que também estão disponíveis no streaming. Prontos para essa retrospectiva nostálgica? 

Gotta Find You
Foto: divulgação/Disney+ 

A primeira serenata de toda uma geração, Gotta Find You é a canção que Shane Gray (Joe Jonas), astro do Connect 3, canta para Mitchie Torres (Demi Lovato), com quem estava se conectando no acampamento. Na música, o jovem fala sobre os sentimentos e a necessidade de encontrar a garota misteriosa cuja voz o inspirou novamente. O que ele não sabia no momento, é que essa menina era justamente Mitchie.

This is Me
Foto: divulgação/Disney+ 

Mais do que uma música, uma declaração! Clímax do primeiro filme, This is Me é o momento em que Mitchie Torres abre o coração sobre quem realmente é após um verão onde chegou a apagar o próprio brilho e mentir para se encaixar. Para isso, ela conclui uma de suas canções e dá origem a uma apresentação memorável.

We Rock
Foto: divulgação/Disney+ 

Após a conclusão da Jam Final, a competição que encerra o acampamento de verão, todo o Camp Rock se une em uma última apresentação. A canção escolhida pelos campistas foi We Rock, que mistura pop, rock e dá a cada integrante do elenco a chance de cantar, dançar, e, principalmente, se divertir.

It’s On
Foto: divulgação/Disney+

Camp Rock 2: The Final Jam coloca nosso amado Camp Rock em competição com um novo acampamento, chamado Camp Star. Decididos a provar que são os melhores, nossos músicos vão à base do rival convocá-los para uma disputa. E é claro que eles fazem isso na língua que melhor entendem: cantando. O resultado é It’s On, um divertido chamado à batalha entre acampamentos.

Wouldn’t Change a Thing
Foto: divulgação/Disney+

Uma das canções mais lembradas de Camp Rock 2 é Wouldn’t Change a Thing, que marca um momento delicado na relação entre Shane e Mitchie. Fora de sintonia pela dificuldade em passar tempo juntos durante os preparativos para a competição, eles desabafam em uma música. Na letra, eles refletem sobre suas diferenças, mas chegam à conclusão que não conseguem ficar bravos e que, no fim, não mudariam nada um no outro.

Introducing Me
Foto: divulgação/Disney+ 

Em uma trama digna de Shakespeare, Camp Rock 2 traz  o romance entre Nate Gray (Nick Jonas), membro importante do Camp Rock, e Dana Turner (Chloe Bridges), filha do dono do Camp Star. O grande desafio dos dois é a dificuldade de Nate se abrir e deixar que ela o conheça. Após perceber que isso poderia causar o fim da relação, o jovem decide contar tudo sobre si na divertida Introducing Me, em que precisa acelerar o ritmo para conseguir terminá-la nos dois minutos de pausa que a amada tem.

O que esperar de Camp Rock 3?
Foto: divulgação/Disney+

Camp Rock 3 vai mostrar o Connect 3, banda interpretada pelos Jonas Brothers, se encontrando para uma turnê de reunião. Os irmãos sofrem um baque quando eles perdem a atração de abertura, levando o trio de volta ao Camp Rock em busca de um novo talento capaz de acompanhá-los nos shows. Lá, eles conhecerão uma nova e talentosa geração de campistas disposta a provar que merece seu lugar ao sol.

Além de Joe, Nick e Kevin Jonas como Shane, Nate e Jason Grey, a produção também conta com Maria Canals-Barrera (Feiticeiros de Waverly Place, 2007) como Connie, a mãe de Mitchie. O novo elenco inclui Liamani Segura (Descendentes: País das Maravilhas Malvado, 2026), Malachi Barton (Zombies 4: A Era dos Vampiros, 2025), Lumi Pollack (Electric Bloom: A Melhor Banda do Mundo, 2025), e Sherry Cola (Uma Sexta-Feira Mais Louca Ainda, 2025). A direção é de Veronica Rodriguez (Festa do Pijama Muito Louca, 2023) e o é roteiro de Eydie Faye (Fuller House: Três é Demais, 2016).

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Texto revisado por Maria Fernanda Constantini

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