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Pussycat Dolls anuncia primeiro show no Brasil com a turnê mundial PCD Forever Tour

A apresentação acontece no dia 30 de outubro, em São Paulo. A pré-venda começa em 5 de agosto e a venda geral abre em 7 de agosto

Quando Nicole Scherzinger anunciou We’re Back! no palco do American Music Awards, em maio deste ano, a reação foi imediata. Em poucos minutos, as Pussycat Dolls dominaram as redes sociais e mostraram que a relação construída com o público ao longo de duas décadas permanece tão forte quanto no auge da carreira. Mesmo após anos longe dos palcos, o trio confirmou que continua mobilizando diferentes gerações e despertando o interesse de fãs ao redor do mundo. Agora, esse reencontro chega a São Paulo no dia 30 de outubro, quando a PCD Forever Tour faz a sua estreia no Nubank Parque. A turnê celebra os 20 anos do álbum PCD (2005) e coloca o Brasil, pela primeira vez, na rota do grupo.

Turnê
Imagem: divulgação/Pussycat Dolls

 O show é uma realização da 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, com apresentação de Itaú Live, plataforma proprietária de música do Itaú Unibanco, e tem a Budweiser como cerveja oficial. Clientes do banco terão acesso à pré-venda exclusiva, com 15% de desconto na compra de ingressos utilizando cartões de crédito.

Os ingressos estarão disponíveis pela Eventim da seguinte forma: clientes Private Bank e Itaú Personnalité poderão comprar ingressos entre 5 de agosto, às 10h, e 6 de agosto, às 9h59. Para todos os clientes Itaú Unibanco, a pré-venda ocorre entre 6 de agosto, às 10h, e 7 de agosto, às 9h59.  

As Pussycat Dolls deixaram uma marca que ultrapassa os sucessos que dominaram as paradas. Canto, dança e performance passaram a dividir o protagonismo em um mesmo espetáculo, consolidando um formato que se tornaria referência para grandes produções internacionais. Nesse processo, as coreografias deixaram de funcionar apenas como um complemento visual e assumiram um papel central na construção da narrativa dos shows. 

Essa identidade também se refletiu na forma como o trio construiu sua imagem. Enquanto a sensualidade feminina ainda era frequentemente tratada pela indústria como um recurso estético, as Pussycat Dolls a incorporaram como parte de uma proposta artística baseada em confiança, atitude e protagonismo.

Esse impacto foi impulsionado por um repertório que ajudou a definir a música pop dos anos 2000. Lançadas nos álbuns PCD (2005) e Doll Domination (2008), faixas como Don’t Cha, Buttons, Beep, Stickwitu, Wait a Minute, When I Grow Up e I Hate This Part dominaram rádios, canais de música e pistas de dança ao redor do mundo. O sucesso comercial acompanhou essa influência cultural. 

Ao longo da carreira, as Pussycat Dolls venderam mais de 15 milhões de álbuns e 40 milhões de singles, emplacaram cinco músicas no Top 10 da Billboard Hot 100 e, em 2012, foram incluídas pela VH1 na lista 100 Greatest Women in Music, reconhecimento que consolidou seu lugar entre os girl groups mais influentes da história da música pop. 

Duas décadas depois, Nicole Scherzinger, Ashley Roberts e Kimberly Wyatt lideram o retorno do grupo, que já se apresentou aos fãs com a inédita Club Song, primeiro lançamento desde React (2020). A celebração também inclui edições comemorativas dos álbuns PCD, que reúne sucessos como Don’t Cha, Buttons, Stickwitu, Beep e Wait a Minute, e Doll Domination, e responsável por hits como When I Grow Up e I Hate This Part, reforçando a força de um repertório que continua conquistando novos ouvintes nas plataformas digitais.

Sempre sentimos o carinho e o apoio dos nossos fãs brasileiros. A paixão e a dedicação deles significam muito para nós, e estamos muito animadas por trazer a PCD Forever Tour para São Paulo! Mal podemos esperar para retribuir todo esse amor e essa energia com um show inesquecível, celebrar esse momento especial junto ao público do Brasil e criar novas memórias com os fãs que nos acompanham desde o início“, afirmam as integrantes da banda.

O show no Brasil ocorre em São Paulo, cidade que figura entre as que mais escutam as Pussycat Dolls no Spotify. Com mais de 16,5 milhões de ouvintes mensais e 6,6 milhões de seguidores na plataforma, o grupo segue ampliando seu alcance global, enquanto a capital paulista se consolida como um de seus principais mercados

“A estreia das Pussycat Dolls no Brasil mostra como alguns projetos seguem relevantes muito além do seu momento original. Existe uma memória afetiva forte em torno do grupo, mas também uma nova geração descobrindo essas músicas nas plataformas e nas redes. Para a 30e, é muito especial transformar essa demanda em uma experiência ao vivo de grande escala”, afirma Carol Pascoal, VP de Marketing e Comunicação da 30e.

Na PCD Forever Tour, as Pussycat Dolls retomam a identidade que as transformou em uma das maiores referências do entretenimento pop. Coreografias em perfeita sintonia, figurinos inspirados em diferentes fases da carreira e uma abordagem contemporânea desse universo conduzem o espetáculo, equilibrando a essência que consagrou o trio com uma nova leitura para o retorno aos palcos. 

Tem artistas que marcam gerações e as Pussycat Dolls são um desses casos. E quando a gente decide trazer um show assim para o Brasil, não é só sobre entretenimento, é sobre entender o que conecta as pessoas a memórias, a momentos que elas querem reviver. Esse é o papel do Itaú Live: colocar o fã no centro dessa jornada, oferecendo acesso facilitado, benefícios exclusivos e uma experiência mais fluida ao longo do caminho. Com a pré-venda exclusiva e 15% de desconto para clientes Itaú, seguimos transformando a música em uma plataforma de conexão, relacionamento e valor para nossos clientes“, afirma Rodrigo Montesano, Superintendente de Experiências e Conexões de Marcas do Itaú Unibanco.

Durante anos, assistir às Pussycat Dolls no Brasil foi um desejo alimentado por videoclipes, transmissões de premiações e apresentações acompanhadas à distância. Pela primeira vez, o público brasileiro poderá viver essa experiência ao vivo. Mais do que um show inédito no país, a apresentação marca o encontro entre um repertório que atravessou gerações e uma base de fãs que esperou décadas para viver esse momento.

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Leia também: BTS terá show em São Paulo transmitido ao vivo para cinemas de todo o Brasil

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Crítica Livros Notícias

Crítica | O Cidadão Incomum: Experiência de Quase Morte encontra sua força justamente no que há de mais humano em seus heróis

No terceiro volume da saga, Pedro Ivo mistura ação, conspiração e conflitos pessoais para mostrar que a fantasia brasileira também tem espaço para criar grandes heróis sem abrir mão da própria identidade

Cuidado! O texto pode conter spoilers.

Quando pensamos em histórias de super-heróis, é quase automático imaginar personagens que nasceram muito longe daqui, protegendo cidades que conhecemos mais pelos filmes do que pela vida real. Por isso, existe algo especialmente interessante em abrir O Cidadão Incomum: Experiência de Quase Morte (2026), terceiro volume da saga escrita por Pedro Ivo, e encontrar uma narrativa que não tenta transformar o Brasil em uma versão genérica dos Estados Unidos para parecer grandiosa. 

Acompanhando Caliel em uma nova etapa de sua jornada, o livro mergulha em uma trama marcada pela busca da origem de seus poderes, conspirações políticas, interesses corporativos, experimentos científicos e pela atuação da Organon, organização que infiltra seus interesses na política, na ciência e em diferentes setores da sociedade. É uma história ambiciosa, cheia de mistérios, ação e reviravoltas, mas que nunca perde de vista aquilo que realmente sustenta a leitura: as pessoas envolvidas nesse caos.

Antes mesmo do primeiro capítulo, Pedro Ivo deixa claro qual é sua proposta. Na nota do autor, ele escreve que histórias de super-heróis são, acima de tudo, histórias sobre pessoas comuns tentando lidar com ética, responsabilidade e escolhas difíceis. Não é apenas uma introdução ao universo de O Cidadão Incomum: Experiência de Quase Morte, mas uma espécie de declaração de intenções que acompanha toda a narrativa. Os poderes existem, impressionam e movimentam a trama, mas nunca ocupam um lugar mais importante do que os conflitos internos dos personagens, e essa é uma das maiores qualidades do livro.

A escrita de Pedro Ivo também contribui para isso. A narrativa em primeira pessoa acompanha o jeito inquieto, irônico e, muitas vezes, ansioso de Caliel enxergar tudo ao redor, aproximando o leitor de seus pensamentos sem transformar a história em um grande monólogo. Os capítulos costumam terminar com bons ganchos, os diálogos são rápidos e naturais e existe um ritmo muito próximo do audiovisual, principalmente durante as cenas de investigação e ação. 

Ainda assim, o autor encontra espaço para desacelerar quando a história pede, permitindo que momentos mais introspectivos tenham o mesmo peso das grandes sequências de confronto. Em alguns trechos, o excesso de informações e de novos nomes exige um pouco mais de atenção do leitor, mas a narrativa rapidamente reencontra o foco ao trazer tudo de volta para a perspectiva de Caliel.

Essa proximidade fica ainda mais evidente na relação entre Caliel e Eder, um dos grandes destaques de O Cidadão Incomum: Experiência de Quase Morte. Muito mais do que o amigo responsável pela tecnologia e pelas investigações, Eder funciona como um contraponto constante ao protagonista. É ele quem questiona suas decisões, percebe quando algo está errado e, ao mesmo tempo, encontra espaço para aliviar a tensão com comentários bem-humorados. A amizade entre os dois soa genuína porque Pedro Ivo evita transformá-la em uma relação idealizada. Eles discordam, se provocam, brigam e se apoiam, criando diálogos que parecem acontecer entre pessoas que realmente dividem uma longa história juntos.

Lígia também ganha um papel importante na narrativa, principalmente porque a gravidez muda completamente aquilo que está em jogo para Caliel. De repente, a luta deixa de envolver apenas sua própria sobrevivência e passa a colocar em risco a mulher que ama e o futuro do filho que está por vir. O mais interessante é que Pedro Ivo não reduz Lígia à função de alguém que precisa ser protegida.

Ela questiona Caliel, toma decisões difíceis e encara a situação de maneira muito mais pragmática do que ele, chegando a considerar a ajuda da própria Organon quando percebe que talvez essa seja a única forma de garantir uma gestação segura. Essa diferença de perspectivas cria alguns dos diálogos mais fortes do livro e reforça que os conflitos emocionais têm tanto peso quanto qualquer batalha.

É justamente por causa de Lígia que a presença de Regina Albuquerque se torna ainda mais inquietante. Regina está longe da figura clássica da vilã que resolve tudo pela força. Sua ameaça vem da influência, da capacidade de manipular pessoas e do controle que exerce sobre a Organon, organização infiltrada em diferentes setores da sociedade. 

O Cidadão Incomum: Experiência de Quase Morte
Foto: reprodução/Pedro Ivo

Quando a gravidez de Lígia passa a depender da estrutura médica ligada à própria Organon, Pedro Ivo cria um dos conflitos mais interessantes do livro: Caliel precisa confiar justamente na mulher que representa tudo aquilo contra o que vem lutando. A partir desse momento, a tensão deixa de existir apenas durante as cenas de ação e passa a acompanhar cada decisão tomada pelo protagonista.

Outro personagem que merece destaque é Tito. Seu jeito debochado, a linguagem descontraída e as ilusões que cria fazem dele uma presença imprevisível na história, capaz de transformar uma conversa comum em algo completamente desconcertante. Ao mesmo tempo, Pedro Ivo toma cuidado para não deixá-lo preso apenas ao humor. As marcas físicas que carrega e a revolta diante das escolhas de Caliel mostram que Tito também é resultado da violência provocada pela Organon

Quando os dois entram em conflito, a discussão deixa de ser apenas sobre heróis e vilões e passa a refletir diferentes formas de lidar com trauma, perda e sobrevivência. Essa complexidade também aparece em Jac, personagem que desafia a ideia de um conflito dividido apenas entre mocinhos e vilões. Ao longo da narrativa, Pedro Ivo mostra que boa parte de seus personagens ocupa zonas morais cinzentas, reforçando a ideia apresentada logo na abertura do livro de que a vida dificilmente se resume a escolhas completamente certas ou completamente erradas.

Talvez o maior acerto de O Cidadão Incomum: Experiência de Quase Morte seja justamente entender que poderes extraordinários não tornam ninguém automaticamente extraordinário. Caliel continua sendo um personagem movido pelo luto, pelo medo, pela culpa e, principalmente, pelo peso das responsabilidades que surgem conforme sua vida muda. A chegada da paternidade faz com que seus poderes deixem de representar apenas um fardo pessoal e passem a levantar dúvidas sobre o futuro da própria família, ampliando um conflito que vai muito além das batalhas físicas. 

Os momentos em que suas emoções interferem diretamente em suas habilidades são alguns dos mais interessantes do livro, porque deixam claro que seus poderes não representam liberdade, mas também um enorme peso. Pedro Ivo consegue transformar conflitos internos em parte da própria ação, fazendo com que a fantasia nunca se distancie completamente da experiência humana.

Também chama atenção a confiança do autor na identidade da obra. O Cidadão Incomum: Experiência de Quase Morte não tenta esconder que é uma história brasileira para parecer mais universal. A política, a desigualdade, a influência de grandes organizações e até a maneira como os personagens se relacionam pertencem claramente ao Brasil, e isso faz diferença em um gênero que, por muito tempo, pareceu reservado a outros países. Em vez de reproduzir fórmulas já conhecidas, Pedro Ivo constrói um universo que conversa com referências do gênero, mas encontra personalidade justamente por assumir suas próprias raízes.

No fim, O Cidadão Incomum: Experiência de Quase Morte deixa a sensação de que a fantasia brasileira ainda tem muito espaço para crescer. Não porque tente competir com grandes franquias estrangeiras, mas porque entende que nossas histórias, nossos personagens e nossos conflitos já são interessantes o suficiente para sustentar uma grande saga. Se esse é o caminho que Pedro Ivo pretende seguir daqui para frente, Caliel certamente ainda tem muito a dizer.

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Leia também: Lançamentos literários de agosto: romances, mistérios e não-ficção marcam as novidades do mês

 

Texto revisado por Kalylle Isse

 

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Notícias Teatro

Não Aprendi Dizer Adeus: peça retorna a São Paulo com sessões gratuitas

Espetáculo estrelado por Bárbara Salomé faz nova temporada entre agosto e setembro de 2026, com 12 apresentações em teatros municipais da capital paulista

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Cultura turca Notícias

Kerem Bürsin será protagonista de nova série Grand Maison İstanbul

Ator interpretará um chef de cozinha de sucesso na adaptação turca de produção japonesa que será lançada no streaming

Segundo informações da jornalista Birsen Altuntaş, Kerem Bürsin será o protagonista da nova série Grand Maison İstanbul, produção da Dass Yapım que já iniciou sua fase de preparação.

Na trama, o ator dará vida a Ateş Leventoğlu, um chef de cozinha talentoso, bem-sucedido e carismático. A produção terá oito episódios e será uma adaptação da série japonesa Grand Maison Tokyo, que acompanha os desafios e a busca pela excelência no universo da gastronomia.

Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Série será lançada pelo Prime Video

As gravações de Grand Maison İstanbul estão previstas para acontecer em Urla, na Turquia. A produção será disponibilizada pelo Amazon Prime Video, com roteiro desenvolvido pela equipe de escrita da própria Dass Yapım.

A direção da série ainda não foi definida e as negociações seguem em andamento para escolher a atriz que interpretará Defne, personagem feminina principal da história.

Além da nova série, Kerem Bürsin também está envolvido no filme de vôlei Çizginin Dışında (tradução livre: Fora da Linha), no qual dividiria o protagonismo com Alina Boz. No entanto, as gravações do longa foram adiadas.

Foto: reprodução/Birsen Altuntaş

 

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Leia também: Especial | Ilsu Demirci, a atriz que conquistou o público com Arafta

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Cultura Notícias

Academia Internacional de Cinema (AIC) realiza a 14ª Semana de Cinema e Mercado e a Casa Aberta

A Semana de Cinema e Mercado e a Casa Aberta acontecem de 4 a 6 de agosto e marca a abertura da nova sede da escola, no INK Studios, em São Paulo

A 14ª edição da Semana de Cinema e Mercado começa na terça (4). Promovido pela Academia Internacional de Cinema (AIC), o evento segue até 6 de agosto e reúne profissionais reconhecidos do mercado audiovisual brasileiro, como Fábio Cesnik, Marcelo Zambelli e Paulo Schmidt. A programação também marca a mudança da AIC para sua nova sede no INK Studios, na Vila Leopoldina, polo audiovisual da capital paulista.

Desde 2012, a Semana de Cinema e Mercado reúne nomes da indústria para falar sobre produção, distribuição e inovação na área, buscando aproximar estudantes, profissionais e entusiastas. A programação oficial começa no dia 4 de agosto, com a palestra Quem Paga a Conta do Conteúdo Nacional? Regulação, Plataformas e o Futuro do Audiovisual Brasileiro, mediada por Ingrid Ferreira, Executiva Jurídica da Paramount Brasil e co-fundadora da ELA Academy, com a participação de Paulo Schmidt, Sócio-Fundador da INK Studios, e Fábio Cesnik, Sócio do CQS/FV Advogados, especializado em mídia, entretenimento e tecnologia

Já no dia 5 (quarta), a mesa Narrativas que Conectam: Diversidade, Novos Formatos e o Futuro do Audiovisual, com mediação do roteirista e diretor Elzemann Neves, terá a participação Luiz Costa, sócio-fundador e diretor de design da Papel Studio e diretor criativo do Influência Negra;  Marcelo Zambelli, diretor de televisão e audiovisual com mais de três décadas de experiência; e Denis Feijão, produtor executivo e sócio-fundador da Elixir Entretenimento. 

Por fim, no dia 6 (quinta), o debate será sobre Tecnologia e Negócios: IA e as Novas Linguagens no Audiovisual, com mediação de Erotides Nai (Orbis), e participação de Bruna Bismara, Diretora Criativa e AI Image Maker (estúdios BEGE e Touch of Oddity), e de Eliza Guerra, Diretora Criativa e Fotógrafa da AI Visual Creator e Ware Studio. Todas as palestras têm início às 19h30. 

Para participar da 14ª edição da Semana de Cinema e Mercado basta se inscrever, gratuitamente, no link AQUI

Em sua 14ª edição, a Semana de Cinema e Mercado marca também uma data especial para a AIC. É o primeiro grande evento que realizamos em nossa nova sede, inseridos em um verdadeiro polo do mercado audiovisual brasileiro. Esperamos seguir contribuindo cada vez mais para a formação de nossos estudantes e para o desenvolvimento da indústria de cinema e TV e novas mídias em nosso país”, diz Flávia Rocha, cofundadora e diretora de comunicação da Academia.

Além do ciclo de debates, a Semana de Cinema e Mercado inclui também sessões de pitching criativos exclusivos para os alunos da AIC. As apresentações acontecerão uma hora antes das mesas de debates e serão ouvidos até 12 projetos de longa, série, vertical e documentários. Os melhores projetos receberão considerações dos players convidados e poderão ser incubados pela Incubadora AIC.

Casa Aberta

Também no dia 4 de agosto, das 15h às 19h, a AIC propõe a Casa Aberta, um evento gratuito e aberto ao público com a proposta de aproximar as pessoas da escola. A ideia é mostrar como são os processos, os cursos e a rotina para interessados em estudar cinema e audiovisual. Os visitantes poderão acompanhar um set de filmagem em funcionamento, participar de aulas abertas com professores e coordenadores, conhecer equipamentos profissionais, visitar a ilha de edição e assistir a curtas-metragens realizados por alunos, alunas e professores da AIC. A entrada é franca, e para participar é só se inscrever no link AQUI.

As atividades ocorrem simultaneamente e é recomendado chegar com antecedência. Entre os destaques estão o Live Set, em que o público vai acompanhar a realização de uma cena com atores, cenário, luz, câmera, som, arte e figurino, e poderá tirar dúvidas in loco; e a visitação à produtora independente Manas, liderada pelas sócias Bel Berlinck e Joana Cooper, onde será possível conhecer o trabalho de produção na prática.

Outro ponto alto da programação é o Plate Station com Orbis que ocorre no Loft Tavola, 42, das 16h às 19h, e que inclui uma experiência em laboratório de virtual production com ferramentas de IA e a palestra sobre Tecnologia e Novas Linguagens, terá mediação de Erotides Nai, Diretora Criativa de Inovação e Fundadora do núcleo Orbis; participação de Rodolfo Roth, Diretor de Animação, Supervisor de VFX e Fundador da Funn Club; e Leonardo Silvério, artista visual especializado em Produção Virtual, ICVFX e Motion Capture.

A 14ª Semana de Cinema e Mercado e a Casa Aberta contam com o apoio de Orbis, Elitecam, Cinecam, Monstercam, Vibe Loka, Utimura, Trendspace e Influência Negra – parceiros que reforçam a conexão da AIC com o mercado audiovisual.  

Nova sede

Para inserir ainda mais seus alunos no ecossistema do audiovisual, a AIC mudou sua sede para o INK Studios. Localizado na Vila Leopoldina, região que se consolidou como um grande polo do setor, o complexo ocupa uma área de mais de 12 mil m² e reúne produtoras, hubs de tecnologia, locadoras de equipamentos e empresas criativas. A AIC estará em dois prédios dentro deste espaço, que oferece estúdios profissionais, áreas de convivência ao ar livre e infraestrutura completa com segurança 24 horas. 

Foto: reprodução/Atômica/AIC

A parceria garante vantagens práticas aos estudantes, como acesso a tecnologia de ponta, oportunidades de estágio, projetos colaborativos e networking direto com profissionais do mercado. Além disso, por meio da Incubadora AIC, os alunos terão apoio na produção de seus filmes. Os projetos selecionados receberão mentorias, suporte de empresas parceiras do próprio complexo e participação em rodadas de negócios para impulsionar novos talentos.

Serviço

14ª Semana de Cinema e Mercado

Quando: 4 a 6 de agosto a partir das 19h30

Onde: Academia Internacional de Cinema (Rua Senador Joaquim Ribeiro do Valle, 340, Vila Leopoldina – São Paulo/SP)
Entrada gratuita, retire os ingressos AQUI

Casa Aberta

Quando: 4 de agosto, das 15h às 19h

Onde: Academia Internacional de Cinema (Rua Senador Joaquim Ribeiro do Valle, 340, Vila Leopoldina – São Paulo/SP)

Entrada gratuita, retire ingressos AQUI.

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Leia também: O Cidadão Incomum, saga de Pedro Ivo, ganha adaptação ao cinema

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Música Notícias

Hipólyto reúne Any Gabrielly, Diego Martins e elenco de musicais na 5ª edição do Sambelting

Projeto que une samba, pagode, R&B e teatro musical volta a São Paulo no dia 11 de agosto após quatro edições com ingressos esgotados

Enquanto integra o elenco de Wicked – O Musical no Rio de Janeiro, Hipólyto, um dos nomes da nova geração do teatro musical brasileiro, retorna a São Paulo para apresentar a 5ª edição do Sambelting no dia 11 de agosto, no Naco Pinheiros.

 O projeto, criado ao lado de Thales Cesar (Finalista The Voice) e Thadeu Torres (Musical Adorável Trapalhão), reúne nomes da música e do teatro musical em um espetáculo que mistura samba, pagode, R&B e releituras de grandes sucessos. 

Imagem: divulgação/@vportolima

Quando o Samba encontra o Teatro Musical 

Mais do que um show, o Sambelting nasceu da amizade entre seus criadores e da paixão em comum pela música brasileira. A proposta é transformar a tradicional roda de samba em uma experiência que aproxima artistas e público, promovendo encontros inéditos e performances que transitam entre diferentes estilos musicais.

A quinta edição contará com participações especiais de Any Gabrielly (ex-integrante do Now United), Diego Martins (lançou o single Tatuagem em parceria com Pocah e GW), além de Hani (Estrela da Casa), Marília Lopes (Quem sabe outro dia), Lorena Tucci (Festa no Arraial – O Musical), Amanda Vicentte e seu filho, Mateus Vicentte, Luan Carvalho (Tremembé), Thais Ribeiro (The Voice Brasil), além de Tabatha, Bel Barros e Gabi Sgatti, artistas com passagens por produções como Wicked, Legalmente Loira, Shrek, Sweeney Todd e outros grandes musicais. “Essa edição tem um significado muito especial porque celebra a amizade, que sempre foi a essência do Sambelting. Ver tantos artistas incríveis dividindo o palco com a gente é a prova de que a música cria encontros que vão muito além do espetáculo”, conta Hipólyto.

Imagem: divulgação/@vportolima

O Sambelting se consolidou como um espaço de celebração da música ao vivo, reunindo artistas de diferentes gerações e estilos em apresentações únicas. O sucesso das quatro primeiras edições, todas com ingressos esgotados, reforça a grandiosidade  da proposta de unir samba, pagode, R&B e teatro musical em um mesmo palco, sempre valorizando a troca entre os convidados e a proximidade com o público.

Serviço

Sambelting Entre Amigos! – 5ª edição

Data: 11 de agosto de 2026 (terça)
Local: Naco Pinheiros – Rua Belmiro Braga, 83, Pinheiros, São Paulo (SP)
Abertura da casa: 18h
Início do show: 19h
Encerramento: 23h
Ingressos: Pelo Sympla

Se você ama música ao vivo e encontros inesquecíveis, esse evento é para você! Chame os amigos e nos vemos lá! Siga o Entrete: Facebook, Instagram e X para não perder nenhuma dica de shows, musicais e entretenimento. 

Leia também: SOU, o primeiro álbum do Soul de Brasileiro chega às plataformas

Texto revisado por Gabriela Matuk

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Crítica Música Notícias

Crítica | Com Petal, Ariana Grande nos lembra que, assim como ela, flores também murcham

Oitavo álbum de estúdio da cantora aposta em um tom intimista, mas repete fórmulas já conhecidas e não convence

A cantora Ariana Grande lançou seu oitavo álbum de estúdio, Petal, na última sexta-feira (31), e arrancou reações diversas de fãs e admiradores. Com o lead single Hate that I Made You Love Me, a vocalista traz a premissa de um projeto mais intimista, com um tom agudo e composições pessoais, porém a entrega não é nada diferente do que já vínhamos recebendo anteriormente.

Dona de uma marca pessoal muito bem posicionada no mercado, Ariana vai contra a própria imagem que construiu para si já na capa do álbum: no lugar do clássico rabo de cavalo alto e cheio, a cantora aparece de cabelos soltos e esvoaçantes, sugerindo aos fãs uma nova faceta.

Vista como a princesa do pop, Ariana tem uma vasta discografia carismática e contagiante. Não à toa, seus hits se tornaram atemporais. Mas Petal vai na contramão do caminho que a cantora construiu: é esquecível e entediante. As composições, escritas quase inteiramente com um único colaborador, o produtor sueco Ilya Salmanzadeh, não trazem nenhuma novidade sobre a vida pessoal conturbada de Grande. É na construção das faixas que fica evidente o quão esse projeto joga no seguro o tempo todo.

Foto: divulgação/Ariana Grande

A temática do álbum é a mesma iniciada em Eternal Sunshine, lançado em 2024: relações tóxicas protagonizadas por Ariana em vocais angelicais e suaves, quase um paradoxo. O que começa com uma premissa interessante e complexa morre antes mesmo de tomar forma.

Todo o trabalho parece uma junção de descartes acumulados pela cantora ao longo da carreira. Mesmo com uma vida recheada de polêmicas, o álbum ainda permite que os fãs consigam se sentir próximos de Ariana, já que as letras não dizem nada que eles já não saibam. É como se a vocalista imponente que ela já foi um dia tivesse sido substituída por uma versão pacificadora e tranquila, mesmo ao tratar de temas delicados.

O ponto alto é exatamente aquilo que nos faz querer ouvir o álbum: o lead single. Ele é catchy, mesmo sem batidas fortes ou extensões vocais marcantes. Ao longo do trabalho há momentos em que a cantora parece acordar, como em Like I Do, mas uma ou outra despertada não são suficientes para tirá-la de um sono intenso.

Mas e aí, o que você achou de Petal? Conta pra gente e siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

 

Leia também: Crítica | Com LUX, Rosalía nos aproxima do divino

 

Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Atraídos pelo Destino ganha cartaz oficial e novas imagens antes da estreia

Suspense romântico baseado na duologia Enfrentados, de Mercedes Ron, chega em setembro com Ester Expósito e Hugo Diego García nos papéis principais

O Prime Video divulgou o cartaz oficial e novas imagens de Atraídos pelo Destino, novo filme inspirado na duologia Enfrentados (Marfil e Ébano), da escritora Mercedes Ron. Estrelado por Ester Expósito (Elite, 2018-2024) e Hugo Diego García (A Substância, 2024), o suspense romântico estreia exclusivamente na plataforma em 9 de setembro, ficando disponível para assinantes em mais de 240 países e territórios.

Imagem: divulgação/Prime Video

A trama acompanha Marfil Cortés (interpretada por Expósito), filha de um poderoso empresário espanhol que leva uma vida aparentemente perfeita em Nova York até ser sequestrada e, misteriosamente, libertada. Abalado pelo ocorrido, seu pai contrata o reservado Sebastian Moore (interpretado por García) para protegê-la. Apesar da relação profissional e das personalidades opostas, os dois acabam desenvolvendo uma forte atração. De volta à Espanha, eles precisam enfrentar novas ameaças e descobrir em quem realmente podem confiar, em uma história marcada por romance, mistério e suspense.

Foto: reprodução/Filmes com Batata

O elenco também reúne Eric Masip (Através da Minha Janela, 2022), Pablo Molinero (Um Assunto Privado, 2022), Zoe Bonafonte (The 47, 2024), Lluís Homar (Abraços Partidos, 2009) e Joaquín Ferreira (Club de Cuervos, 2018). O longa é dirigido por Óscar Pedraza (Vivir Sin Permiso, 2018), com roteiro de Sofía Cuenca (Sua Culpa, 2024).

Atraídos pelo Destino também reforça a parceria entre o Prime Video e Mercedes Ron. Esta é a terceira adaptação de obras da autora para o serviço de streaming, após o sucesso da trilogia Culpados e de Diga-me Baixinho. Agora, a plataforma aposta em mais um universo criado pela escritora best-seller, desta vez combinando romance, ação e conspirações em uma história repleta de reviravoltas.

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Leia também:Série de livros Quando em Roma, de Sarah Adams, ganhará adaptação

Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Novo romance de Lynn Painter transforma um café roubado em uma comédia romântica sobre amor no ambiente de trabalho

Às vésperas de desembarcar no Brasil para a Bienal do Livro de São Paulo, autora apresenta Nada É por Acaso, romance que mistura humor, química irresistível e um relacionamento proibido no mundo corporativo

O que parecia ser apenas um pequeno deslize em uma cafeteria acaba mudando completamente o rumo da vida de Isabella Shay. Esse é o ponto de partida de Nada É por Acaso (2026), novo romance de Lynn Painter, que chega ao Brasil em agosto pela Intrínseca. Conhecida por conquistar leitores com comédias românticas cheias de humor e protagonistas carismáticos, a autora amplia sua trajetória no romance adulto com uma história que mistura encontros inesperados, primeiras impressões e os desafios de um relacionamento que, ao menos no papel, não deveria acontecer.

Às vésperas de retornar ao Brasil para participar da Bienal Internacional do Livro de São Paulo, Lynn Painter celebra também uma marca expressiva: mais de um milhão de exemplares vendidos no país. Em seu novo lançamento, a autora promete entregar mais uma narrativa leve e divertida, construída a partir de uma situação tão cotidiana quanto caótica.

Na trama, Isabella Shay está prestes a começar o emprego dos sonhos quando decide pegar um café que havia sido preparado para outra cliente. O plano parecia inofensivo até que ela derruba a bebida na camisa de um desconhecido durante um encontro marcado por provocações e uma atração imediata. O problema surge no dia seguinte, quando Isabella descobre que o homem da cafeteria é Blake Phillips, vice-presidente da empresa onde acaba de ser contratada.

Obrigados a conviver diariamente, Isabella e Blake precisam lidar não apenas com o constrangimento do primeiro encontro, mas também com a política da empresa, que torna qualquer envolvimento entre eles praticamente impossível. Entre conversas inesperadas, provocações e uma química difícil de ignorar, os dois descobrem que manter distância pode ser muito mais complicado do que imaginavam.

Mais do que explorar a clássica trope do romance no ambiente de trabalho, Nada É por Acaso também apresenta temas como identidade, primeiras impressões e as diferentes versões que as pessoas apresentam dentro e fora do ambiente profissional. Com seus já bem conhecidos diálogos rápidos e situações bem-humoradas, Lynn Painter promete uma história sobre os riscos de misturar vida pessoal e carreira sem abrir mão do romance que conquistou seus leitores.

Sobre a autora
Imagem: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Autora best-seller do The New York Times, Lynn Painter conquistou leitores ao redor do mundo com suas comédias românticas protagonizadas por personagens carismáticos e relacionamentos construídos com humor e leveza. Entre seus livros publicados no Brasil pela Intrínseca estão Melhor do que nos Filmes, Não É como nos Filmes, Amor por Engano, Apostando no Amor, Sorte no Amor, Mil Vezes Amor, Patinando no Amor e Confusões do Amor. A autora vive no estado de Nebraska, nos Estados Unidos, com o marido e os filhos. 

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Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Lançamentos literários de agosto: romances, mistérios e não-ficção marcam as novidades do mês

De Lynn Painter a Zoé Ash, passando pelo influenciador Lucas Barros e um novo livro sobre a ascensão da China, confira os principais lançamentos da editora Intrínseca em agosto

Agosto chega com novidades para leitores dos mais diferentes gêneros. Entre romances contemporâneos, mistérios interativos, ficção literária, desenvolvimento pessoal e não ficção, a Intrínseca reúne autores consagrados e estreias aguardadas em uma seleção que promete agradar tanto quem busca uma boa história de amor quanto quem prefere investigações, reflexões ou narrativas de impacto social.

Um dos destaques do mês fica com Lynn Painter, autora confirmada na Bienal do Livro de São Paulo. Ela, que desembarca no Brasil em setembro, tem dois lançamentos marcados para agosto: a coletânea 13 Histórias de Amor, inspirada nas músicas de Taylor Swift, e o romance Nada É por Acaso. A programação ainda traz o segundo volume do fenômeno francês Léa Não É a Culpada, a estreia literária do influenciador Lucas Barros, além de títulos de autores como Dan Wang, Nir Eyal, Edward Schmit, Katherine Rundell, Patmeen Sabit e Paul Tough.

13 Histórias de Amor: Uma Antologia Inspirada nas Músicas de Taylor Swift, por Lynn Painter, Jesse Q. Sutanto, Elise Bryant, J. Elle, Jennifer Dugan, Jessica Goodman, Julie Murphy, Katharine McGee, Krystal Marquis, Laura Sebastian, Sara Shepard, Crystal Maldonado e Sloan Harlow
Imagem: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Os fãs de Taylor Swift têm um motivo especial para comemorar neste mês. 13 Histórias de Amor reuniu 13 autoras de destaque da literatura jovem para criar contos inspirados em músicas da cantora, transformando diferentes faixas em romances inéditos.

Entre os nomes presentes na coletânea está Lynn Painter, autora de sucessos como Melhor do que nos Filmes e uma das convidadas da Bienal do Livro de São Paulo. O resultado é uma antologia que promete celebrar diferentes formas do amor e trazer narrativas que dialogam com as emoções e os universos presentes nas canções de Taylor Swift.

Lançamento: 03 de agosto

Nada É por Acaso, por Lynn Painter
Imagem: divulgação/Intrínseca/Entretetizei

Um café trocado por engano é suficiente para mudar completamente o rumo da vida de Isabella Shay. Prestes a começar a trabalhar no emprego dos sonhos, ela pega, por acidente, a bebida de outra pessoa e acaba conhecendo Blake Phillips. O encontro parece apenas um momento divertido até que, no primeiro dia de trabalho, Izzy descobre que o homem da cafeteria é justamente o vice-presidente da empresa onde acaba de ser contratada.

O que começa como um mal-entendido rapidamente se transforma no que promete ser uma relação marcada por provocações, tensão e uma química impossível de ignorar. Com o humor característico de Lynn Painter, Nada É por Acaso aposta no clássico romance de escritório para acompanhar dois personagens que precisarão aprender a conviver antes de decidir se vale a pena dar uma chance ao amor.

Lynn Painter é autora best-seller do The New York Times e um dos principais nomes do romance contemporâneo. No Brasil, conquistou leitores com títulos como Melhor do que nos Filmes, Amor por Engano e Apostando no Amor, todos publicados pela Intrínseca.

Lançamento: 03 de agosto

Léa Não É a Culpada – Volume 2, por Zoé Ash
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Depois do sucesso do primeiro volume, Léa Não É a Culpada retorna com um novo desafio para os leitores que gostam de colocar a lógica à prova. Desta vez, a investigação começa quando a renomada cantora de ópera Hélène Vasseur é encontrada morta em seu camarim, em Lyon, vestida como Maria Antonieta.

Assim como no primeiro livro, cabe ao leitor reunir as pistas, eliminar possibilidades e descobrir quem está por trás do crime. Com 40 mil suspeitos e apenas um culpado, a continuação promete manter a proposta que transformou a série em um fenômeno na França e conquistou leitores interessados em experiências literárias interativas.

Zoé Ash é o pseudônimo da autora da série Léa Não É a Culpada, fenômeno editorial na França. O primeiro volume permaneceu por semanas entre os livros mais vendidos da Amazon francesa e conquistou leitores ao transformar cada história em uma investigação interativa.

Lançamento: 03 de agosto

A Todo Vapor, por Dan Wang
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Como a ascensão da China influencia o restante do mundo? Em A Todo Vapor, o pesquisador Dan Wang analisa o crescimento econômico, tecnológico e político do país a partir da própria experiência de anos vivendo em território chinês.

Ao comparar o modelo de desenvolvimento chinês com o cenário dos Estados Unidos, o autor discute os avanços, os desafios e as consequências dessa transformação para a economia global. Misturando análises históricas, políticas e sociais, o livro promete apresentar um panorama acessível para quem deseja compreender uma das relações geopolíticas mais importantes da atualidade.

Dan Wang é pesquisador do Hoover History Lab, da Universidade Stanford, e especialista em política, economia e tecnologia chinesas. Seus textos já foram publicados em veículos como The New York Times, Financial Times, Foreign Affairs e The Atlantic.

Lançamento: 03 de agosto

Amanhã Eu Morri Sozinho, por Lucas Barros
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Conhecido por produzir conteúdo sobre literatura nas redes sociais, Lucas Barros faz sua estreia na ficção com um romance sobre abandono, luto e sobrevivência emocional.

A história acompanha Caetano, um garoto que passa a conviver com a ideia da morte desde a infância após perceber a ausência do pai. Ao longo dos anos, ele enfrenta diferentes formas de perda enquanto tenta compreender seu lugar no mundo. Ambientado no interior de Pernambuco, Amanhã Eu Morri Sozinho aborda temas como homofobia, gordofobia e violência, e promete emocionar em uma narrativa sensível sobre crescer cercado por ausências e, ainda assim, encontrar motivos para seguir em frente.

Natural de Garanhuns (PE), Lucas Barros é criador de conteúdo e uma das principais referências em literatura nas redes sociais. Amanhã Eu Morri Sozinho marca sua estreia na ficção.

Lançamento: 03 de agosto

Liberte Sua Mente, por Nir Eyal
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As crenças que cultivamos podem influenciar diretamente a forma como enxergamos o mundo e o nosso potencial? Em Liberte Sua Mente, Nir Eyal propõe uma reflexão sobre como pensamentos limitantes podem ser substituídos por perspectivas capazes de impulsionar mudanças reais.

Baseado em estudos da psicologia e da neurociência, o autor apresenta estratégias para identificar padrões de pensamento que impedem o crescimento pessoal e profissional. Ao defender que crenças funcionam como ferramentas, e não como verdades absolutas, Eyal convida o leitor a reavaliar suas convicções e utilizá-las a favor dos próprios objetivos.

Nir Eyal é especialista em comportamento humano, empreendedor e autor dos best-sellers Engajado (Hooked) e (In)distraível, obras traduzidas para mais de trinta idiomas. Ao longo da carreira, também atuou como professor em Stanford e como consultor de empresas ao redor do mundo.

Lançamento: 03 de agosto

Abrindo o Jogo, por Edward Schmit
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Austin Hardy sempre viveu sua sexualidade de forma aberta. Mas, ao se tornar o primeiro tenista assumidamente queer a disputar um Grand Slam, ele percebe que sua vida passa a ser observada muito além das quadras.

Entre a pressão da imprensa, ataques nas redes sociais e uma crise de ansiedade, o jovem atleta acaba se aproximando de Diego Cruz, um rival talentoso que desperta nele sentimentos inesperados. Misturando esporte, romance e discussões sobre saúde mental, Abrindo o Jogo acompanha a jornada de um protagonista que tenta equilibrar carreira, identidade e a possibilidade de viver um grande amor.

Edward Schmit mora em Nova York e atua nas áreas de design e direção criativa. Defensor da conscientização sobre saúde mental, faz sua estreia na literatura com Abrindo o Jogo, romance que reúne esporte, romance LGBTQIAPN+ e reflexões sobre bem-estar emocional.

Lançamento: 03 de agosto

Nos Telhados de Paris, por Katherine Rundell
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Mesmo depois de sobreviver a um naufrágio ainda bebê, Sophie nunca acreditou que fosse órfã. Convencida de que sua mãe continua viva, ela embarca ao lado do guardião Charles em uma viagem até Paris para tentar encontrá-la antes que os dois sejam separados.

Durante a busca, a menina conhece Matteo e um grupo de jovens que percorrem os telhados da cidade em aventuras cheias de coragem e imaginação. Com uma narrativa que promete encantar todas as idades, Katherine Rundell combina amizade, esperança e descobertas em uma história sobre nunca desistir daqueles que amamos.

Katherine Rundell é autora best-seller de livros infantojuvenis e vencedora de importantes prêmios literários, como o British Book Awards e o Waterstones Children’s Book Prize. Suas obras foram publicadas em mais de 30 países e já venderam cerca de 4 milhões de exemplares.

Lançamento: 03 de agosto

Pessoas Boas, por Patmeena Sabit

A família Sharaf construiu uma vida de sucesso após deixar o Afeganistão e recomeçar nos Estados Unidos. Respeitados pela comunidade e vistos como exemplo de prosperidade, eles parecem ter alcançado tudo o que sonharam. No entanto, uma tragédia muda completamente a percepção de quem os cerca.

Narrado por meio de relatos, boatos e diferentes pontos de vista, Pessoas Boas promete analisar como a opinião pública pode transformar uma família em alvo de suspeitas. Ao explorar pertencimento, imigração e identidade, Patmeena Sabit apresenta uma ficção literária que questiona as narrativas construídas sobre aqueles que acreditamos conhecer.

Nascida em Cabul, no Afeganistão, Patmeena Sabit viveu no Paquistão antes de se mudar para os Estados Unidos ainda na infância. Atualmente mora em Toronto, no Canadá, e utiliza suas experiências para abordar temas como imigração, pertencimento e identidade em sua ficção.

Lançamento: 03 de agosto

Como as Crianças Aprendem, por Paul Tough
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O que realmente determina o sucesso de uma criança ao longo da vida? Em Como as Crianças Aprendem, Paul Tough revisita uma das discussões mais importantes da educação para mostrar que inteligência e boas notas contam apenas parte da história.

Reunindo pesquisas científicas e experiências de educadores, estudantes e especialistas, o autor argumenta que características como perseverança, resiliência e desenvolvimento emocional têm papel fundamental na formação de adultos bem-sucedidos. A obra propõe uma nova perspectiva sobre aprendizagem e desenvolvimento infantil, aproximando descobertas acadêmicas do cotidiano de famílias e profissionais da educação.

Paul Tough é jornalista e colaborador da The New York Times Magazine, com trabalhos voltados para educação, desenvolvimento infantil e políticas públicas. Também escreveu para publicações como The New Yorker, The Atlantic e GQ.

Lançamento: 03 de agosto

Com romances aguardados, mistérios interativos, estreias nacionais e obras de não ficção, os lançamentos da Intrínseca de agosto oferecem opções para leitores de diferentes perfis. Seja para quem procura uma nova história de amor, um suspense desafiador ou reflexões sobre comportamento, política e educação, a programação do mês reúne títulos que prometem movimentar as estantes e as listas de leitura.

Qual desses lançamentos já entrou para a sua lista de desejos? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

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Texto revisado por Crystal Ribeiro

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