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Parede de Gelo retorna para sua 2ª temporada nesta quinta

Anime de comédia romântica dá sequência à história de Koyuki, Minato, Miki e Yōta 

Tem novidade para deixar o coração quentinho para o começo do mês de outubro! A 2ª temporada de Parede de Gelo estreia nesta quinta (1) na Netflix, dando continuidade à história de Koyuki Hikawa e seus colegas.

A série é uma adaptação do mangá de comédia romântica de mesmo nome, criado por Kocha Agasawa. A autora também é responsável por You and I Are Polar Opposites, que ganhou uma adaptação em anime em 2026.

Poster anime You And I Are Pollar Opposites
Imagem: reprodução/Crunchyroll

A obra foi publicada inicialmente de forma independente por Agasawa no aplicativo LINE Manga, entre janeiro de 2020 e abril de 2022. Posteriormente, o mangá foi reunido em 14 volumes pela Shueisha. Em 2023, Parede de Gelo conquistou o 2º lugar no ranking de mangás que os fãs gostariam de ver adaptados para anime da AnimeJapan.

A adaptação para anime chegou em 2026 com produção do Studio KAI. A primeira temporada contou com 14 episódios, disponibilizados pela Netflix entre abril e julho deste ano.

Anime Parede de Gelo
Imagem: reprodução/O Vicio
Conheça a história de Parede de Gelo

A trama acompanha Koyuki Hikawa, uma estudante do ensino médio que tem dificuldade para interagir com outras pessoas e, por isso, acaba criando uma espécie de parede entre ela e os demais.

Acostumada a passar os dias sozinha, sua rotina muda quando conhece Minato Amamiya. A partir daí, Koyuki se aproxima de outros estudantes, como Miki Azumi, uma garota popular, e Yōta Hino, integrante do time de basquete.

A história acompanha a juventude e as relações entre os quatro estudantes, que possuem personalidades bastante diferentes e acabam criando laços ao longo da trama.

Poster anime Parede de gelo
Imagem: reprodução/O Vicio
Produção e elenco

A direção da primeira temporada ficou por conta de Mankyu, também conhecido por seu trabalho em The Ice Guy and His Cool Female Colleague (2023). Já a coordenação de enredo foi realizada por Yasuhiro Nakanishi, de Kaguya-sama: Love is War (2019). A trilha sonora original ficou sob responsabilidade de Natsumi Tabuchi e Kanade Sakuma.

Na dublagem brasileira, Juliana Cagiano dá voz à protagonista Koyuki Hikawa, enquanto Renato Cavalcanti interpreta Minato Amamiya. Stephany Custodi é responsável pela voz de Miki Azumi, e Vini Estefanuto interpreta Yōta Hino.

Dubladores brasileiros do anime parede de gelo
Imagem: reprodução/@wdn_br

O elenco também conta com Gabriel Martins, Samira Fernandes, Vitor Mello e Mariana Evangelista em papéis secundários.

E você, está ansioso para esse novo capítulo? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!

 

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Resenha | Os diários de Emma M. Lion: uma mulher não precisa ser dócil para ser encantadora

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Çirkin chega ao fim no 11º episódio após segunda temporada curta

Dizi estrelada por Derya Pınar Ak e Çağlar Ertuğrul teve boa audiência na primeira temporada antes de encerrar a história precocemente

A segunda temporada de Çirkin (tradução livre: A Feia) será também a última. A dizi estrelada por Derya Pınar Ak e Çağlar Ertuğrul teve o final antecipado para o 11º episódio após os resultados de audiência da nova fase. A decisão foi divulgada após a exibição do décimo capítulo e coloca a produção entre as primeiras dizis da temporada 2026-2027 a deixar a programação antes do esperado.

O encerramento acontece em um momento curioso para a produção. Diferentemente de uma dizi que já tivesse enfrentado dificuldades desde a estreia, Çirkin terminou sua primeira temporada em alta. Em maio, o episódio que encerrou a primeira fase registrou 6,28 no Total, 5,20 no AB e 6,27 no ABC1, ficando em primeiro lugar nos três grupos, segundo a própria Star TV.

Foto: divulgação/Star TV
Uma história que começou cercada de expectativa

Produzida pela 25 Film para a Star TV, Çirkin estreou em março, acompanhada de expectativa por reunir Çağlar Ertuğrul e Derya Pınar Ak como protagonistas. O elenco também contou com nomes como Başak Gümülcinelioğlu, conhecida por sua participação em Será Isso Amor (Sen Çal Kapımı, 2020), Olgun Toker, Baran Bölükbaşı, Nur Sürer e Çetin Tekindor.

Na trama, Meryem (Derya Pınar Ak) perde a família ainda jovem e é adotada pela família de Kadir (Çağlar Ertuğrul), seu amor de infância. O reencontro dos dois acontece anos depois, quando as diferenças sociais, segredos e conflitos familiares passam a interferir na relação.

Foto: divulgação/Star TV

A estrutura da história também chamou atenção logo no primeiro episódio. A dizi começou apresentando o desaparecimento de Meryem e depois voltou no tempo para mostrar os acontecimentos que levaram até aquele momento. Na época da estreia, o primeiro capítulo ultrapassou 2 milhões de visualizações no YouTube e dividiu opiniões entre o público.

Da liderança ao fim antecipado

A primeira temporada chegou ao fim em maio com a história de Kadir e Meryem cercada de conflitos. No capítulo, Meryem decidiu se entregar à polícia enquanto Kadir tentava impedir que ela assumisse a responsabilidade pelo crime. Ao mesmo tempo, Kadir sofreu um acidente provocado por Tekin e ficou entre a vida e a morte.

A produção retornou para a segunda temporada em 20 de setembro, mas a nova fase teve uma trajetória bem mais curta. Após o décimo episódio, exibido em 27 de setembro, veio a confirmação de que a história seria encerrada no capítulo seguinte.

Segundo a imprensa turca, os resultados de audiência da segunda temporada pesaram na decisão. A notícia veio na sequência dos finais antecipados de A.B.İ. (Aile Bir İmtihandır, tradução livre: A Família é Um Teste, 2026) e Aşk ve Taht (tradução livre: Amor e Trono, 2026), que também tiveram suas trajetórias encerradas precocemente nesta temporada.

Foto: divulgação/Dizilah
Despedida acontece no próximo episódio

O 11º episódio de Çirkin, que marcará o encerramento da dizi, está previsto para 4 de outubro, na Star TV. A emissora ainda mantém a produção em sua programação e disponibiliza os episódios e conteúdos da história em seus canais oficiais.

Assim, uma produção que chegou à televisão com um elenco de peso, conquistou bons números na primeira temporada e encerrou aquela fase no topo terá sua história concluída poucos episódios depois do retorno. Para os fãs, fica a sensação de uma dizi que teve pouco tempo para desenvolver uma nova etapa de sua história.

Foto: divulgação/Refleksif

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Lançamentos de setembro: do romance entre rivais à fantasia sáfica

Com romances, histórias LGBTQIA+ e uma nova capa para Os 12 Signos de Valentina, editora aposta em leituras leves e divertidas

 

No mês de setembro, a Editora Galera do Grupo Editorial Record chega com alguns lançamentos que vão de romances entre rivais e histórias LGBTQIA + à fantasia sáfica. Entre os títulos estão obras que exploram paixões inesperadas, rivalidades que podem virar romance e mundos repletos de magia, além de uma edição especial de Os 12 Signos de Valentina.

Um a Zero, de Bruno Leão
Imagem: divulgação/Galera/Entretetizei

Um a Zero é o primeiro livro lançado no Brasil de Bruno Leão, autor best-seller da literatura jovem portuguesa. Neste livro, iremos conhecer Salvador, uma antiga promessa do voleibol que precisou se afastar das quadras após uma lesão, e Vicente, seu maior rival no esporte.

Afastado das quadras, Salvador passa a trabalhar em um bar à beira da praia e aproveita o verão para descobrir quem é além do esporte. Porém, seus planos mudam quando Vicente reaparece com uma proposta inesperada. Entre reencontros e uma atração impossível de ignorar, os dois começam a questionar se realmente se detestam tanto quanto imaginavam.

O livro é perfeito para fãs de romance esportivo, inimigos que se apaixonam e protagonismo LGBTQIAPN+.

O Corvo Dourado (Tudo pelo Jogo – Vol. 5), de Nora Sakavic
Imagem: divulgação/Galera/Entretetizei

Em O Corvo Dourado, de Nora Sakavic, quinto volume da série best-seller Tudo pelo Jogo, os Troianos estão de volta para uma temporada marcada por desafios, conflitos e antigas feridas. Enquanto Jeremy Knox tenta manter a paz que conquistou ao lado dos amigos, o início da temporada de Exy é abalado por um novo companheiro de equipe e por acontecimentos que ameaçam trazer o passado de volta.

Ao mesmo tempo, Jean Moreau está determinado a cumprir a promessa de levar os Troianos ao campeonato, mas sua dificuldade em confiar no time torna essa missão ainda mais complicada. Entre a pressão pela vitória, traumas e novas relações, Jean precisará enfrentar o passado e descobrir se é capaz de aceitar a ajuda daqueles que querem vê-lo seguir em frente.

Classificação etária: +18

Vestida de Medo, de Kéfera Buchmann
Imagem: divulgação/Galera/Entretetizei

Vestida de Medo marca a estreia de Kéfera Buchmann na Galera Record, apresentando uma fantasia sombria repleta de magia, mistério e autodescoberta.

Neste livro, iremos conhecer Seraphine Wanderville, uma jovem caçadora de bruxas que dedica sua vida à vingança pela morte dos pais. Após sobreviver a 99 caçadas, ela parte para sua centésima missão, mas encontra uma bruxa diferente de todas as outras, fazendo-a questionar tudo o que acreditava sobre seus inimigos e sobre si mesma.

O livro é perfeito para fãs de fantasia sombria, bruxas, mistério e protagonistas femininas fortes.

Os 12 Signos de Valentina, de Ray Tavares
Imagem: divulgação/Galera/Entretetizei

Os 12 Signos de Valentina é a estreia literária de Ray Tavares, que conquistou milhares de leitores e ganhou uma adaptação em série pela Netflix.

Neste livro, iremos conhecer Isadora, uma jovem que, após descobrir a traição do namorado com sua melhor amiga, encontra uma explicação para o relacionamento fracassado: a incompatibilidade astrológica. Para provar sua teoria, ela cria um blog anônimo e embarca em uma missão inusitada: conhecer garotos de cada um dos 12 signos do zodíaco em busca do par perfeito.

O livro é perfeito para fãs de romance, comédia, astrologia e protagonistas que estão descobrindo o amor e a si mesmas.

Entre tantos romances, recomeços, magia e descobertas, qual dessas histórias conquistou você? Conta pra gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e, se quiser saber mais sobre as novidades do mundo literário, venha participar do Clube de Leitura do Entretê!

 

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Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Resenha | Habeas Corpus: Marjorie Estiano e Any Gabrielly brilham em drama jurídico que vai muito além dos tribunais

A série explora as contradições humanas, os erros do sistema e o difícil caminho entre culpa, justiça e reparação

Na última quarta (23), a Netflix lançou Habeas Corpus, seu primeiro drama jurídico brasileiro. A produção tem oito episódios e acompanha uma professora de Direito e um grupo de estudantes que decide reexaminar a condenação de um jovem que afirma não ter cometido o crime pelo qual está preso. Inspirada em casos reais de revisão criminal, a série usa o universo jurídico como ponto de partida para discutir também desigualdade, relações de poder, ambição, ética, trauma e as consequências das escolhas humanas.

Imagem: reprodução/O Globo

Na trama, Inez Franco, interpretada por Marjorie Estiano (Sob Pressão, 2017), é uma respeitada professora de Direito e ex-advogada criminalista que deixou os tribunais após uma tragédia. Anos depois, ela reúne cinco estudantes para criar um grupo de revisão criminal e investigar o caso de Jonathan, jovem condenado por um crime que afirma não ter cometido.

Entre os alunos está Marina, vivida por Any Gabrielly (Buuu – Um Chamado para a Aventura, 2015), uma aluna brilhante que possui uma motivação pessoal para se aproximar de Inez e do caso. A investigação leva o grupo a confrontar novas evidências, interesses profissionais e personagens ligados ao passado da professora. Entre eles está Murilo, interpretado por Vladimir Brichta (Velhos Bandidos, 2026), ex-marido e antigo sócio de Inez, que agora está do outro lado da disputa.

A partir daí, o caso deixa de ser apenas uma questão acadêmica ou jurídica e passa a envolver diretamente relações pessoais, profissionais e afetivas. Sem entregar os principais acontecimentos da temporada, é possível dizer que a série trabalha justamente com a pergunta que sustenta sua narrativa: quando uma condenação pode estar errada, ainda existe espaço para reparação?

Foto: divulgação/Netflix

Um dos grandes méritos de Habeas Corpus está na construção de Inez. No início da carreira, a personagem aparece movida pela ambição, pela vontade de ser a melhor e por uma intensa sede de reconhecimento e poder. É aquela energia quase visceral de quem está começando e acredita que pode conquistar tudo, inclusive quando isso significa caminhar perigosamente próximo dos limites éticos da profissão.

Essa característica é fundamental para compreender a mulher que encontramos anos depois. Inez comete um erro que cobra um preço alto em diferentes áreas de sua vida. Quando retorna ao centro da narrativa, mais madura e experiente, ela não está simplesmente tentando vencer um novo caso. Está, de alguma maneira, tentando lidar com aquilo que fez e encontrar uma possibilidade de reparação.

A série acerta ao não transformar essa trajetória em uma redenção simples. Inez não se torna uma personagem perfeita. Ela amadurece, carrega o trauma, enfrenta as consequências de suas escolhas e tenta compreender o que fazer com tudo aquilo que viveu. É um arco dramático consistente justamente porque as experiências da personagem não são decorativas: elas modificam a maneira como Inez enxerga a Justiça, o trabalho e a própria vida.

Outro ponto de destaque está na complexidade dos personagens. A série apresenta pessoas contraditórias, capazes de acertar e errar, amar e manipular, agir por impulso e depois lidar com as consequências. Essa escolha fortalece o drama porque os conflitos não dependem apenas da existência de um antagonista evidentemente perverso. Eles surgem também das diferentes interpretações que cada personagem possui sobre aquilo que considera justo. É nesse espaço de ambiguidade que a série encontra boa parte de sua força.

Os diálogos acompanham essa proposta. Há conversas francas, confrontos e momentos de escuta em que a verdade, mesmo quando dolorosa, precisa ser colocada sobre a mesa. A narrativa também permite que personagens discordem sem transformar necessariamente toda divergência em uma guerra. Existe espaço para aprendizado, responsabilidade e amadurecimento.

Imagem: divulgação/Netflix

A relação entre Inez e seus alunos acrescenta outra camada interessante à narrativa. O grupo reúne jovens que ainda estão descobrindo a profissão, o sistema e seus próprios limites. Eles carregam idealismo, indignação e impulsividade, características naturais de quem ainda está construindo sua experiência de vida.

Inez ocupa o outro lado dessa equação. A professora representa a experiência, mas não é construída como alguém que simplesmente possui todas as respostas. Ela entende os impulsos dos estudantes, valida determinadas inquietações e, ao mesmo tempo, mostra que uma decisão aparentemente correta pode produzir consequências que um olhar mais jovem ainda não consegue dimensionar.

Esse choque entre gerações é uma das relações mais interessantes da série, porque não transforma juventude e experiência em conceitos opostos. Pelo contrário: os dois lados têm algo a ensinar e algo a aprender.

Embora o Direito seja o centro da trama, Habeas Corpus está interessada em algo maior: o sistema humano que existe por trás das instituições. A série aborda questões como machismo, lobby, nepotismo, abuso de autoridade, subornos, chantagens, influência e desigualdade, mostrando como relações de poder podem interferir nos caminhos da Justiça.

O olhar também alcança aqueles que possuem menos recursos e menos influência dentro desse sistema. Por isso, o drama não trata a Justiça como uma entidade abstrata que simplesmente funciona ou deixa de funcionar. A Justiça passa pelas pessoas que a operam, pelas estruturas que as cercam e pelas oportunidades, ou pela falta delas, disponíveis para quem está diante do sistema.

O que acontece quando aquilo que queremos entra em conflito com aquilo que sabemos ser correto? Nesse sentido, Habeas Corpus é tanto uma história sobre leis quanto sobre responsabilidade, escolhas e consequências.

Foto: divulgação/Netflix

No centro dessa construção estão as atrizes Marjorie Estiano e Any Gabrielly. A parceria entre as duas é um dos grandes destaques da série. Inez e Marina possuem semelhanças em uma visão mais ampla: inteligência, força, ambição e uma relação intensa com aquilo em que acreditam. Ao mesmo tempo, suas experiências e motivações fazem com que sejam personagens bastante diferentes.

Essa combinação cria uma relação de espelhamento interessante. Uma personagem revela aspectos da outra, mas nenhuma delas precisa se diminuir para ocupar seu espaço. Elas se confrontam, se reconhecem, entram em tensão e, justamente por serem tão parecidas em alguns aspectos e tão diferentes em outros, ajudam a revelar as contradições uma da outra.

Marjorie sustenta uma Inez marcada pelo controle, pela experiência e pelas consequências do passado, enquanto Any constrói uma Marina atravessada por juventude, determinação e motivações próprias. O resultado é uma dupla que consegue sustentar a complexidade da relação sem transformar o conflito em uma disputa rasa entre duas mulheres.

As duas atrizes também passaram por preparação específica para o universo jurídico. A produção contou com consultorias e o elenco teve contato com profissionais da área, acompanhou julgamentos e estudou procedimentos e conceitos relacionados à revisão criminal.

Apesar de ser uma obra ficcional, Habeas Corpus parte de uma realidade bastante concreta. A série foi inspirada no trabalho do Innocence Project Brasil, organização criada para investigar possíveis erros judiciários e atuar na reversão de condenações injustas.

A parceria também ultrapassou a inspiração temática. Profissionais do projeto contribuíram para a preparação do elenco e para a compreensão dos dilemas e procedimentos relacionados à revisão criminal. Esse cuidado ajuda a explicar por que o universo jurídico da série não funciona apenas como decoração narrativa.

Esta é uma obra que confia na inteligência do público. A série não precisa dizer o tempo inteiro quem é o certo e quem é o errado. Ela apresenta as escolhas, consequências e diferentes formas de enxergar a Justiça e permite que o público acompanhe as contradições de cada personagem.

No fim, o Direito é apenas o cenário. O que está realmente em julgamento são as pessoas e sua capacidade de reconhecer uma falha e tentar repará-la. É uma história sobre amadurecimento, ética, poder, desigualdade e relações humanas. Com boas atuações, personagens complexos e uma narrativa que equilibra investigação, tensão jurídica e drama humano, a produção se apresenta como uma obra brasileira que encontra no universo dos tribunais uma maneira de falar, sobretudo, sobre nós mesmos. Palmas para o audiovisual brasileiro!

E você, já assistiu à Habeas Corpus? Conta pra gente o que achou da série e, se ainda não viu, coloque na lista! Para acompanhar mais críticas, notícias, lançamentos e tudo o que movimenta o universo da cultura e do entretenimento, siga o Entretê nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e compartilhe esta matéria com quem também ama uma boa série brasileira.

 

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Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Cultura Latina Entretenimento Música Notícias Sem categoria Show

Ricky Martin se apresenta no Maracanã durante halftime show da NFL no Rio e estreia Pikito, Pikito ao lado de Pedro Sampaio

Artista porto-riquenho participou do halftime show do primeiro jogo da temporada regular da NFL no Rio de Janeiro e apresentou ao vivo, pela primeira vez, sua nova colaboração com o artista brasileiro

O Maracanã foi palco de um encontro entre esporte, música e cultura latina no último domingo (27). Diante de mais de 70 mil pessoas Ricky Martin participou do halftime show do NFL Rio Game 2026 numa apresentação que reuniu sucessos de sua carreira e marcou a estreia ao vivo de sua nova colaboração com Pedro Sampaio em um dos maiores eventos esportivos do mundo.

Realizado durante a partida entre Baltimore Ravens e Dallas Cowboys, o espetáculo fez parte do primeiro jogo de temporada regular da NFL realizado no Rio de Janeiro. Em um dos estádios mais emblemáticos do país, Ricky apresentou sucessos de sua carreira, que atravessou diferentes países e muitas gerações. Livin’ La Vida Loca, um dos maiores hits do cantor, fez parte da performance e antecedeu a apresentação de Pikito, Pikito, sua nova colaboração com Pedro Sampaio.

O encontro aproximou duas potências de universos e gerações diferentes em uma faixa que conecta as sonoridades latina e brasileira. O lançamento  foi apresentado pela primeira vez ao vivo durante o halftime show da NFL e chegou às plataformas digitais logo após a apresentação.

A passagem de Ricky pelo NFL Rio Game integrou uma trajetória internacional construída ao longo de décadas de sucesso absoluto. Com uma carreira que ajudou a ampliar o espaço da música latina no mercado global, o artista voltou a se apresentar no Brasil em um evento de projeção internacional, desta vez ao lado de Pedro Sampaio.

No gramado, essa conexão ganhou forma em uma produção com dança, diferentes ritmos e elementos das culturas brasileira e latina. A apresentação terminou com Ricky Martin e Pedro Sampaio juntos em Cavalinho, em meio a bandeirões, efeitos visuais e fogos de artifício, encerrando o halftime show.

Veja como foi a apresentação de Ricky Martin e Pedro Sampaio no Maracanã:

A noite também marcou mais um momento da relação de Ricky com o Brasil, país que acompanhou diferentes etapas de sua trajetória e que, desta vez, recebeu o artista em um cenário simbólico: o Maracanã, diante de uma audiência conectada a um evento de alcance internacional.

Pikito, Pikito já está disponível em todas as plataformas digitais.

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Texto revisado por Ludimila Rodrigues

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Ali Hazelwood anuncia sequência de A Hipótese do Amor para 2027

The Two-Body Problem reencontra Olive e Adam anos depois dos acontecimentos do romance que conquistou leitores ao redor do mundo

Surpresa para os fãs de A Hipótese do Amor! Ali Hazelwood anunciou nesta terça (29) The Two-Body Problem, sequência de seu romance de estreia, que volta a acompanhar Olive Smith e Adam Carlsen. O novo livro será lançado em 2 de fevereiro de 2027.

A novidade foi revelada pela própria autora nas redes sociais, junto à capa e aos primeiros detalhes da história. No anúncio, Hazelwood contou que escrever uma continuação de A Hipótese do Amor não era algo que imaginava fazer até pouco tempo atrás, mas revisitar os personagens acabou mudando seus planos.

E o retorno de Adam e Olive tem relação direta com outra novidade aguardada pelos leitores: a adaptação cinematográfica de A Hipótese do Amor, lançada este mês. Segundo a autora, acompanhar o desenvolvimento do filme e seu elenco fez com que ela se apaixonasse novamente pelos personagens e tornasse a experiência de voltar a escrever sobre eles especialmente prazerosa.

O que esperar de The Two-Body Problem?

Desta vez, Olive já concluiu o doutorado e vive ao lado de Adam, com os amigos, a pesquisa e uma nova etapa da carreira pela frente. Mas o felizes para sempre precisa dividir espaço com uma realidade bastante conhecida por quem segue a vida acadêmica: bolsas temporárias de pós-doutorado, agendas conflitantes e um mercado de trabalho cada vez mais competitivo.

Enquanto Olive tenta se estabelecer como uma cientista reconhecida por seu próprio trabalho, Adam está determinado a construir o futuro ao lado dela. A relação dos dois é uma das certezas de Olive, mas conciliar duas carreiras acadêmicas começa a colocar novas pressões sobre o casal.

A história se passa ao longo de alguns anos e, de acordo com Hazelwood, mistura momentos do cotidiano, os conflitos da vida de pós-doutorado e os desafios de um relacionamento de longa duração, incluindo, com o humor característico da autora, a aparentemente impossível missão de decidir o que jantar.

O título também brinca com um problema real da academia. O chamado “two-body problem” é usado para descrever a dificuldade enfrentada por casais de acadêmicos que precisam encontrar oportunidades profissionais compatíveis, muitas vezes na mesma região ou instituição, justamente uma das questões que Olive e Adam terão pela frente.

Hazelwood ainda reconheceu que uma sequência não anunciada previamente pode surpreender quem já havia imaginado um futuro próprio para os personagens. Por isso, deixou claro que The Two-Body Problem é uma oportunidade para quem deseja acompanhar mais alguns anos da vida de Olive e Adam, e não uma leitura obrigatória para encerrar a história do primeiro livro.

Das páginas para as telas

O reencontro com o casal acontece enquanto A Hipótese do Amor celebra sua chegada às telas. Lili Reinhart interpreta Olive Smith, enquanto Tom Bateman assume o papel de Adam Carlsen na adaptação desenvolvida pela MRC para a Amazon MGM Studios. 

O longa tem direção de Claire Scanlon, de Continência ao Amor (2022), e roteiro de Sarah Rothschild. Ali Hazelwood participa como produtora executiva do projeto. 

E esta pode não ser a única adaptação desse universo. No mesmo anúncio de The Two-Body Problem, Hazelwood revelou que a MRC está desenvolvendo um filme baseado na sequência para a Amazon MGM Studios. A autora, no entanto, fez questão de ressaltar que o projeto ainda está em desenvolvimento e não é uma produção garantida.

The Two-Body Problem chega às livrarias internacionais em 2 de fevereiro de 2027. Até o momento, não há informações sobre título em português ou lançamento da edição brasileira.

E aí, preparados para reencontrar Olive e Adam depois de A Hipótese do Amor? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!

 

Leia também: A Hipótese do Amor ganha sessão especial para fãs brasileiros com presença de Lili Reinhart e Tom Bateman

 

Texto revisado por Gabriela Matuk 

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