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Faouzia: conheça a cantora considerada promessa do Pop que viralizou no Brasil com Unethical

Com mais de 2 bilhões de streams globais, a artista chama atenção pelas performances emocionantes

A cantora e compositora marroquino-canadense Faouzia vem conquistando uma legião de novos fãs brasileiros nas redes sociais. Ela explodiu após vídeos de uma interpretação comovente da faixa UNETHICAL viralizarem no TikTok e no Instagram, acumulando dezenas de milhões de visualizações e tocando o público ao redor do mundo, principalmente no Brasil.

A história por trás da canção deixa o momento ainda mais emocionante: UNETHICAL retrata uma experiência pessoal em que um antigo parceiro pediu que Faouzia abandonasse a carreira na música para se casar. De forma desafiadora, a artista escolheu romper o relacionamento e seguir seu sonho.

A mensagem de libertação e empoderamento fez a música disparar globalmente, ultrapassando a marca de 120 milhões de streams e somando mais de 1 milhão de reproduções diárias, além de atrair mais de 1 milhão de novos seguidores para a artista.

Assista à performance viral de UNETHICAL: 

Conheça Faouzia
Faouzia
Foto: divulgação/HQ Music

Nascida em Casablanca, Marrocos, e criada no Canadá, Faouzia iniciou sua trajetória musical ainda na infância, aprendendo piano, violino e violão. 

Com alcance vocal impressionante e lírica dramática, a cantora conquistou a atenção da indústria ao colaborar com gigantes do pop e da música eletrônica, incluindo David Guetta na música Battle, John Legend em Minefields, Kelly Clarkson em I Dare You e Galantis em I Fly.

Em 2025, a artista deu um passo decisivo rumo à sua total independência artística ao se associar à distribuidora Stem para o lançamento de seu álbum de estreia, FILM NOIR. 

O projeto constrói um universo estético elegante e cinematográfico, onde cada faixa funciona como um pequeno filme denso e emocionante. Seu impacto foi imediato, ultrapassando 230 milhões de streams e culminando no lançamento da versão deluxe em 2026.

Com mais de 12 milhões de seguidores e um público cada vez mais engajado no Brasil, Faouzia firma sua posição como um dos nomes mais promissores da nova música pop internacional. 

O álbum FILM NOIR (fin) e o single UNETHICAL já estão disponíveis em todas as plataformas de streaming.

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Texto revisado por Gabriela Matuk 

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Entretenimento Notícias Séries

Avatar: Os Sete Refúgios tem trailer oficial divulgado

Animação ganha seu primeiro trailer e mostra um pouco do que se pode esperar para a nova série

Na última qunta (10), a Paramount+ divulgou o trailer oficial de Avatar: Os Sete Refúgios e deu um gostinho do que está por vir na nova série do universo Avatar. Após 21 anos do lançamento de Avatar: A Lenda de Aang e 14 anos de Avatar: A Lenda de Korra, os fãs de Avatar – não os gigantes azuis – poderão ver o ciclo ser continuado em uma nova trama com novos personagens, com lançamento marcado para o dia 9 de outubro.

Avatar: Os Sete Refúgios
Imagem: divulgação/Paramount+
A nova Avatar

Como é apresentado em Avatar: A Lenda de Aang, o Ciclo do Avatar – única pessoa capaz de dobrar os quatro elementos – segue uma ordem específica, onde o sucessor é definido pela sua nacionalidade. Somos apresentados a esse universo através do Avatar Aang, nascido entre os Nômades do Ar, seguido da Avatar Korra, originária da Tribo da Água. 

A próxima história, portanto, seguirá a nova hospedeira do espírito Avatar, uma garotinha chamada Pavi, que nasceu no Reino da Terra e que aparenta ser mais nova do que Aang que, em Avatar: A Lenda de Aang, tinha apenas 11 anos. 

Avatar: Os Sete Refúgios
Imagem: divulgação/Avatar Studios

Segundo o produtor executivo Sehaj Sethi e o cocriador Michael Dante DiMartino, a história dá um pulo de 225 anos após o fim da história de Korra e promete trazer Pavi como uma personagem que é forçada a fugir e viver na clandestinidade, devido a um mundo que despreza o Avatar.

Avatar: Os Sete Refúgios
Imagem: divulgação/Paramount+

Por mais que o trailer traga um quê um tanto quanto futurista, os visuais ainda parecem respeitar a essência clássica da história. Dessa forma, podemos identificar as fortes influências de culturas reais e milenares. As inspirações variam, ainda, entre as regiões dentro do universo das séries, com referências culturais advindas dos povos indígenas do Ártico Norte, para as Tribos da Água, da tradição imperial chinesa, para o Reino da Terra, dos monges tibetanos, nos Nômades do Ar, e, por fim, no feudalismo japonês na Nação do Fogo.

Avatar: Os Sete Refúgios
Imagem: divulgação/Paramount+

Confira o trailer!   

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Texto revisado por Alexia Friedmann

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Cultura Cultura pop Notícias

Carol Biazin assume os riscos e abre caminho para uma nova era

Novo projeto da cantora reúne seis faixas e encerra o ciclo iniciado com o álbum No Escuro, Quem É Você?

Mais do que uma despedida, assumo os riscos funciona como uma espécie de passagem entre diferentes momentos da artista. O projeto revisita sentimentos e experiências vividos por Carol nos últimos anos ao mesmo tempo em que abre espaço para novas possibilidades em sua música. A proposta transita entre relações, escolhas e a disposição de se permitir experimentar caminhos ainda desconhecidos.

Entre as faixas, BH ganha um significado especial. A música foi composta durante o camping de composição de No Escuro, Quem É Você?, mas acabou ficando de fora do álbum. Agora, resgatada para o novo EP, a canção aparece em um novo contexto e chega acompanhada de um videoclipe. As demais faixas do projeto também ganham seus próprios visualizers. 

Carol Biazin
Foto: divulgação/Iris Alves

“É um presente para os meus fãs. Eu sentia que precisava desse fechamento, de uma despedida para esse período de No Escuro, Quem É Você?. Ao mesmo tempo, ao longo do último ano, eu tenho vivido sentimentos e experiências que naturalmente me levaram a querer construir novos caminhos, tanto na minha vida pessoal quanto artística”, explica Carol. 

Foto: divulgação/Wallace Domingues

O EP também marca o encontro de Carol com Joyce Alane em tudo com você. Amigas de longa data, as duas já haviam conversado sobre a música antes de Joyce se envolver no processo de finalização da faixa. A parceria nasceu de forma natural e reúne elementos característicos das duas artistas. 

A colaboração ainda terá um desdobramento especial nos palcos. Joyce Alane será convidada do show de Carol Biazin no Rock in Rio, marcado para 13 de setembro.

Com assumo os riscos, Carol Biazin revisita o que ficou para trás sem perder de vista o que está por vir. Ao reunir seis faixas que atravessam diferentes experiências e sentimentos, a cantora transforma o encerramento de uma era em ponto de partida para uma nova fase de sua carreira.

Foto: divulgação/assessoria de Carol Biazin

Tracklist – assumo os riscos

morrer de viver

BH

nem vale a pena

tudo com você (feat. Joyce Alane)

a dona dos futuros versos

assumo os riscos

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Cultura asiática Música Notícias

5 fatos sobre o NEXZ que você precisa saber antes do Rock in Rio

Formado em um reality da JYP, grupo de sete integrantes fará seu primeiro show no Brasil em 11 de setembro e abre o Palco Mundo no dia dedicado ao K-pop

Quem acompanha K-pop vai ter alguns bons motivos para chegar cedo ao Palco Mundo em 11 de setembro. Antes de Hwasa e Stray Kids, o Rock in Rio recebe o NEXZ, grupo da JYP Entertainment que fará seu primeiro show no Brasil pouco mais de dois anos depois da estreia.

Formado por Tomoya, Yu, Haru, So Geon, Seita, Hyui e Yuki, o NEXZ ainda pode ser novidade para parte do público brasileiro, mas sua história já passa por reality show, uma estreia dividida entre Coreia do Sul e Japão e uma agenda que cresceu rápido desde 2024. Antes de ver os sete no festival, reunimos cinco fatos para conhecer melhor o grupo.

Eles saíram de um reality da JYP

Antes de existir NEXZ, os sete integrantes precisaram conquistar seu lugar no Nizi Project Season 2, reality de sobrevivência realizado pela JYP Entertainment em parceria com a Sony Music Japan em 2023. Os participantes passaram por avaliações de canto, dança e performance, até a escolha da formação final.

Tomoya, Yu, Haru, So Geon, Seita, Hyui e Yuki foram os selecionados para integrar o novo grupo. E o formato já tinha dado certo antes: a primeira temporada do Nizi Project foi responsável pela formação do NiziU, girl group que estreou em 2020.

Nizi Project Season 2
Foto: reprodução/Nizi Project Season 2

O fim do programa, portanto, não foi apenas uma final de reality. Foi também o momento em que o público conheceu pela primeira vez a formação que chegaria oficialmente à música no ano seguinte.

NEXZ é uma brincadeira com Next Z(G)eneration

O nome pode parecer apenas uma combinação de letras, mas existe uma explicação por trás dele. NEXZ vem de Next Z(G)eneration e foi apresentado por J.Y. Park depois da definição dos sete integrantes no Nizi Project Season 2.

Foto: reprodução/JYP

A ideia era representar integrantes de uma nova geração reunidos para abrir uma nova era por meio da música e da performance. O nome acompanha o grupo desde o fim do reality, antes mesmo de Tomoya, Yu, Haru, So Geon, Seita, Hyui e Yuki terem lançado oficialmente a primeira música.

Ride the Vibe foi só o começo

A estreia global aconteceu em maio de 2024 com Ride the Vibe, faixa que apresentou o NEXZ com uma mistura de hip-hop e elementos eletrônicos. Três meses depois, o grupo fez sua estreia oficial no Japão e começou a transformar a atenção conquistada no reality em público fora das telas.

A primeira turnê de showcases japonesa reuniu cerca de 40 mil pessoas e teve os ingressos esgotados, um começo considerável para um grupo que havia acabado de debutar. Desde então, os sete continuaram ampliando a discografia e construindo espaço entre os mercados coreano e japonês.

Performance está no DNA do grupo

Quem pretende conhecer o NEXZ só no Rock in Rio provavelmente vai entender rápido por que performance aparece tanto quando se fala sobre eles. Dança já era uma parte importante das avaliações no Nizi Project Season 2 e continuou no centro da identidade do grupo depois da estreia.

As coreografias sincronizadas e a energia dos sete ajudaram o NEXZ a construir uma identidade própria enquanto transita entre K-pop e J-pop. O crescimento também começou a aparecer nas premiações: em 2025, o grupo recebeu reconhecimentos como artista revelação no Asia Artist Awards e no Asia Star Entertainer Awards.

Para um grupo com pouco mais de dois anos de carreira, chegar a um festival do tamanho do Rock in Rio coloca essa experiência de palco diante de um público bem diferente daquele que os integrantes encontraram até agora.

E o primeiro show no Brasil já será no Palco Mundo

Nada de começar pequeno por aqui. A primeira apresentação do NEXZ no Brasil acontece em 11 de setembro, no Palco Mundo do Rock in Rio. O grupo será responsável por abrir a programação do palco e também será o primeiro des três artistas sul-coreanos que passam por ele nesse dia.

Depois dos sete, Hwasa também se apresenta no Palco Mundo. Mais tarde, após Alok, o Stray Kids encerra a programação, transformando o dia 11 em um dos momentos mais importantes para o K-pop na história do festival.

A estreia brasileira chega pouco mais de dois anos depois de Ride the Vibe e coloca Tomoya, Yu, Haru, So Geon, Seita, Hyui e Yuki diante de muita gente que provavelmente ainda está descobrindo o grupo. Para quem já acompanha o NEXZ, é a primeira oportunidade de finalmente vê-los por aqui. Para quem não acompanha, o Rock in Rio pode ser justamente o lugar para entender por que eles chegaram tão rápido ao Palco Mundo.

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Cinema Eventos Festival Notícias

Mubi Fest ocupa o Centro Cultural de São Paulo com programação especial de cinema

Em sua quinta passagem pelo Brasil, o festival conta com exibições de clássicos e lançamentos, além de bate-papos sobre cinema

 

O Mubi Fest é um evento promovido pelo serviço de streaming, produtora e distribuidora cinematográfica Mubi, conhecida pelas produções independentes e alternativas. Em 2026, o evento retorna a São Paulo e ocupa o Centro Cultural da cidade entre os dias 11 e 13 de setembro.

O festival conta com títulos clássicos como Paris, Texas (1984, Wim Wenders), Bye Bye Brasil (1980, Carlos Diegues) e Xica da Silva (1976, Carlos Diegues), uma seleção de homenagem a Eunice Gutman com 5 curta-metragens da diretora, além de lançamentos do Mubi que passaram pelos principais festivais de cinema ao redor do mundo.

Entre os destaques estão os participantes do Festival de Cannes Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte (2026, Jane Schoenbrun), A Sombra de Meu Pai (2025, Akinola Davies Jr.), Hope (2026, Na Hong-Jin) e A Cronologia da Água (2025, Kristen Stewart), além de Rose (2026, Markus Schleinzer), premiado no Festival de Berlim.

A Sombra de Meu Pai
Imagem: reprodução/Mubi Fest

A maior parte dos ingressos foram vendidos através do site e estão esgotados. No entanto, as entradas para as exibições especiais em 4k, que contam com A Cronologia da Água, Seu Inferno Particular (2026, Nicolas Winding Refn), Paris Texas, entre outros, serão distribuídas no local uma hora antes das sessões. Essa parte da programação ocuparia a área externa do Centro Cultural, mas foi realocada na sala Jardel Filho devido à previsão do tempo. 

Para além das exibições, o evento conta com três sessões de bate-papo com convidados especiais como Renata Magalhães, presidente da Academia Brasileira de Cinema, o cineasta mexicano Fernando Eimbcke, Lucas Bühring, diretor sênior de programação da Mubi na América Latina, e a diretora e roteirista Eunice Gutman. 

Paris Texas
Imagem: reprodução/Mubi Fest

A programação envolve discussões sobre o cinema brasileio, crítica cinematográfica e diálogos sobre as obras dos cineastas convidados. Os ingressos para esses eventos também serão distribuídos no local um hora antes de cada bate-papo. 

São Paulo é a quarta parada do Mubi Fest em 2026. O Festival ainda irá passar por outras seis cidades ao redor do mundo: Guadalajara, Berlim, Santiago, Buenos Aires, Bogotá e Londres. 

 

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Leia também: Bienal de São Paulo| Reta final chega com literatura, música, debates sobre saúde mental e investimento inédito.

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz



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Cinema Notícias

Minha Melhor Amiga alcança 1 milhão de espectadores em uma semana

Comédia estrelada por Ingrid Guimarães e Mônica Martelli chega aos cinemas e lidera bilheteria desde a estreia

 

A comédia Minha Melhor Amiga (2026), estrelada por Ingrid Guimarães e Mônica Martelli, ultrapassou a marca de 1 milhão de espectadores em apenas uma semana em cartaz e arrecadou mais de R$ 21 milhões nos cinemas brasileiros. Dirigido por Susana Garcia, o longa chegou às salas em 3 de setembro como a maior abertura de um filme nacional da história, ocupando 1531 salas de 773 cinemas em 436 cidades do país. Desde a estreia, a produção também se mantém na liderança das bilheterias brasileiras e se tornou o primeiro filme nacional a alcançar o topo do ranking em 2026.

Já no primeiro fim de semana, o longa arrecadou mais de R$ 11,7 milhões, ultrapassando Homem-Aranha: Um Novo Dia (2026) e assumindo o primeiro lugar entre os filmes em cartaz no país. Com isso, a produção nacional interrompeu uma sequência de seis semanas de liderança do longa estrangeiro e se tornou o primeiro filme brasileiro a ocupar o topo da bilheteria nacional em 2026.

A marca de 1 milhão de espectadores foi alcançada uma semana depois da estreia, consolidando o desempenho obtido desde os primeiros dias de exibição.

Uma amizade que saiu das viagens e chegou às telas
Foto: reprodução/Instagram

A história do longa nasceu de situações vividas pelas próprias protagonistas. Ingrid Guimarães e Mônica Martelli são amigas de longa data e costumavam compartilhar nas redes sociais registros e histórias das viagens que faziam com suas filhas adolescentes, Julia e Clara, respectivamente.

A repercussão desses momentos entre os seguidores ajudou a transformar as experiências pessoais em inspiração para uma produção cinematográfica. A própria dinâmica entre as atrizes, marcada pela amizade e pelo humor, tornou-se parte da concepção do projeto.

No filme, entretanto, os nomes das amigas são invertidos: Mônica interpreta Julia, enquanto Ingrid interpreta Clara. As personagens foram construídas a partir da ideia de duas mulheres que chegam aos 50 anos diante de mudanças na vida familiar, afetiva e profissional.

Enredo mistura amizade, maternidade e recomeços
Imagem: reprodução/Paris Filmes

Na trama, Julia é uma jornalista divorciada que passa por um momento de insatisfação pessoal e profissional. Depois de experiências frustrantes nos relacionamentos, ela começa a questionar a própria vida e o reconhecimento que recebe pelo trabalho.

Clara, por outro lado, vive uma crise no casamento e está cansada da rotina doméstica e das responsabilidades familiares. Sua vida profissional como corretora de imóveis também deixou de representar um desafio.

A situação das duas muda quando suas filhas, Manu e Isadora, ambas de 16 anos, viajam para Portugal para participar de um intercâmbio. Com as adolescentes longe de casa, as amigas passam a enfrentar o chamado “ninho vazio” e percebem a oportunidade de deixar temporariamente de lado as obrigações que ocupavam suas rotinas.

Em vez de permanecerem em casa, Julia e Clara decidem viajar para a Europa para encontrar as filhas. O que começa como uma viagem para acompanhá-las se transforma em uma experiência de descoberta pessoal. O roteiro aborda, em meio a comédia, questões relacionadas a amizade feminina, maternidade, relacionamentos, carreira, envelhecimento e recomeços.

Produção foi filmada em três países
Foto: reprodução/Paris Filmes

A dimensão da produção também ajudou a diferenciar o longa. As filmagens aconteceram no Rio de Janeiro, em Lisboa, Portugal, e em Sevilha, na Espanha, acompanhando os diferentes momentos da viagem das personagens.

Segundo a produtora Veronica Stumpf, mais de 120 pessoas estiveram diretamente envolvidas na equipe durante as filmagens, enquanto a produção teria gerado cerca de 700 empregos indiretos. A dimensão internacional das gravações foi apontada pela equipe como um dos principais desafios do projeto.

A produção é da Paris Entretenimento, com distribuição da Paris Filmes. Além de Ingrid Guimarães e Mônica Martelli nos papéis centrais, o elenco reúne Giulia Benite e Gabi Amaral, que interpretam as adolescentes Manu e Isadora, filhas das protagonistas. Gustavo Machado, Ricardo Pereira, Michel Melamed e Thaila Ayala também integram a produção em personagens que acompanham os diferentes momentos da viagem e da vida pessoal das amigas.

 

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Leia também: Tudo o que você precisa saber sobre Avenida Brasil 2

 

Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Spice Girls anunciam primeira coletânea completa de singles

The Singles Collection reúne canções, lados B, remixes e demos inéditas em boxes de vinil colorido e CD

 

As Spice Girls anunciaram nesta quinta (10) o lançamento de The Singles Collection, primeira coletânea a reunir todos os singles lançados pelo grupo britânico. O projeto chega às lojas em 6 de novembro de 2026, exatamente 30 anos após o lançamento de Spice (1996), álbum de estreia que levou o quinteto ao topo das paradas internacionais e ajudou a transformar o conceito girl power em um fenômeno cultural. A coleção será disponibilizada em duas edições limitadas: um box com 14 discos de vinil colorido de 7 polegadas e outro com 14 CDs.

Coletânea reúne singles, lados B e gravações inéditas
Imagem: divulgação/Universal Music

Além dos singles que marcaram a trajetória do grupo, The Singles Collection reúne lados B, versões alternativas, remixes, faixas promocionais e gravações do acervo das Spice Girls. A principal novidade está nas demos inéditas, que incluem Do You Think About Me, uma das primeiras gravações do grupo e que será disponibilizada oficialmente pela primeira vez. A versão em CD terá um disco exclusivo com quatro demos inéditas.

O projeto também contará com material produzido especialmente para a edição comemorativa. As cinco integrantes, Victoria Beckham, Melanie Brown, Emma Bunton, Melanie Chisholm e Geri Halliwell, escreveram novas mensagens que estarão reunidas nos livretos das duas versões. A edição em vinil terá um livreto de 28 páginas, enquanto o box em CD contará com uma publicação de 32 páginas.

Duas edições trazem diferentes materiais
Imagem: divulgação/Universal Music

A versão em vinil reúne 14 discos, cada um em uma cor diferente, com as capas originais dos respectivos singles. Os discos apresentam os principais lados B associados a cada lançamento e incluem ainda os títulos bônus Step To Me e Tell Me Why. O último disco é dedicado às gravações inéditas e apresenta Do You Think About Me (Demo) e 2 Become 1 (Demo).

O box em CD amplia a quantidade de material reunido na coleção. Ao todo, são 160 faixas distribuídas pelos 14 discos, incluindo os singles originais, lados B, remixes raros, demos inéditas, versões instrumentais, versões para karaokê e outras gravações relacionadas aos lançamentos do grupo. Entre os materiais adicionais estão versões de Wannabe, Say You’ll Be There, 2 Become 1, Spice Up Your Life, Viva Forever e Holler.

Trinta anos de Spice
Foto: reprodução/Tim Rooney

A escolha da data de lançamento está diretamente ligada ao aniversário de Spice. O álbum chegou ao mercado em novembro de 1996 e apresentou as Spice Girls ao público internacional. O disco foi impulsionado pelo sucesso de Wannabe, que alcançou o primeiro lugar das paradas em 37 países e estabeleceu o grupo como um dos principais nomes da música pop da década de 1990.

O sucesso das Spice Girls também ultrapassou o desempenho comercial das músicas. O grupo ajudou a popularizar mundialmente o termo girl power, associado à ideia de independência, amizade e protagonismo feminino, e se tornou uma referência para grupos femininos que surgiram posteriormente na música pop. Ao longo da carreira, as integrantes venderam mais de 100 milhões de discos em todo o mundo.

Box comemorativo terá itens colecionáveis
Foto: reprodução/Instagram

Além do conteúdo musical, as duas edições de The Singles Collection terão itens colecionáveis. Cada box contará com as 14 capas originais dos singles, um cartão numerado de edição limitada, cinco cards artísticos e um pingente de acrílico comemorativo dos 30 anos das Spice Girls.

A coleção já está disponível para pré-venda, e seu lançamento oficial está marcado para 6 de novembro de 2026.

 

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Leia também: Lançamento de livros: confira as novidades de setembro

 

Texto revisado por Crystal Ribeiro

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Cultura asiática Música Notícias

O K-pop ama o dinheiro e os charts do Brasil, mas ainda despreza o fã brasileiro

Com ingressos que passam dos R$ 2 mil, fandoms enormes e o Brasil entre os maiores mercados fonográficos do mundo, empresas de K-pop ainda entregam ao público brasileiro turnês menores, poucas datas e experiências que nem sempre correspondem ao preço cobrado

A passagem do aespa por São Paulo, em 4 de setembro, colocou novamente em discussão uma insatisfação que não começou agora. O grupo voltou ao país maior do que em sua primeira visita, reunindo mais de 21 mil pessoas e vendendo pacotes VIP que chegavam  aos R$ 2,7 mil. Depois da apresentação, porém, parte das conversas nas redes sociais se concentrou menos nas performances e mais na experiência oferecida ao público brasileiro.

As reclamações envolveram a duração e a organização dos benefícios VIP e também o repertório menor na etapa sul-americana. No show do aespa, o pacote mais caro chegava a R$ 2.689 na inteira. Pelo setor Pit, fãs pagaram R$ 990 , e outros R$ 1.699 eram cobrados pelos benefícios VIP, entre eles o send-off. É um valor alto até para os padrões cada vez mais caros dos shows internacionais e muda bastante a forma como essa experiência deve ser analisada. Quem paga por um benefício específico também pode questionar como ele foi realizado.

@bestguy360

We spent over $500 for aespa VIP… and the send-off was literally a 15-second walk-through 😭 Was it worth it just to see Karina, Winter, Giselle, and Ningning this close? Here’s what the aespa send-off experience was actually like in São Paulo—and what you should know before paying for VIP. #aespa #kpop #aespaVIP #aespaSendOff #Karina

♬ LEMONADE – aespa

Isso ainda é complicado dentro de um fandom que, muitas vezes, mistura uma crítica à organização com uma crítica direta aos artistas. Questionar um send-off rápido ou um benefício que não parece compatível com o preço não significa esperar uma conversa particular de dez minutos com um idol. Significa olhar para uma experiência vendida como premium e perguntar se ela realmente justificava o valor desembolsado além do ingresso.

O repertório também entrou nessa discussão. Mesmo com o aespa seguindo com as performances debaixo de chuva forte, a etapa sul-americana teve três músicas a menos do que outras partes da turnê, incluindo Drama, um dos maiores hits da carreira. Setlists mudam durante turnês por diferentes razões, mas a diferença chama mais atenção quando acontece em uma região que historicamente recebe menos datas e precisa esperar muito mais para entrar nas rotas dos grandes grupos.

A explicação costuma chegar rápido: logística. E ela é real. Trazer uma produção da Coreia do Sul para o Brasil envolve equipamentos, passagens, equipe, hospedagem, fornecedores locais, impostos, seguros e uma operação que pode reunir centenas de profissionais. A distância pesa no orçamento e ajuda a explicar por que uma etapa latino-americana dificilmente terá a mesma estrutura de uma sequência de apresentações no Japão ou na Coreia do Sul. O que ela não explica sozinha é por que, mesmo com o crescimento do mercado, o Brasil continua tantas vezes restrito a uma única cidade ou simplesmente fora das rotas.

A própria história do K-pop por aqui mostra que o mapa brasileiro já foi mais amplo. Em 2017, o KARD passou por Fortaleza, Salvador, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo em sua primeira turnê brasileira. As sessões de autógrafos das quatro primeiras cidades esgotaram, assim como o primeiro show paulistano, levando à abertura de uma segunda apresentação na capital. Na época, o ingresso do show partia de R$ 135 pela meia e R$ 270 pela inteira, enquanto o high-touch custava R$ 80.

Não dá para comparar diretamente os preços de 2017 com os de 2026, considerando inflação, câmbio e a transformação do próprio mercado de shows. O interessante naquele caso é a rota. Um grupo ainda no começo da carreira conseguiu encontrar público em cinco capitais em um momento em que o K-pop era consideravelmente menor no Brasil.

O Dreamcatcher seguiu uma lógica parecida naquele período, passando por Recife, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo, com sessões de autógrafos nas quatro cidades e uma apresentação na capital paulista. A produtora responsável trabalhava justamente com a proposta de levar artistas de K-pop para diferentes regiões do país e já havia feito ações com nomes como 24K, MASC e KARD.

O cenário de 2026 é outro, assim como o tamanho das produções. Uma turnê de estádio não pode simplesmente copiar a operação de um grupo que fazia casas menores quase dez anos atrás. Ainda assim, esses casos ajudam a lembrar que São Paulo não é sinônimo de Brasil e que houve momentos em que produtoras trabalharam ativamente para encontrar fãs em outras capitais, em vez de concentrar toda a demanda em uma única cidade.

Essa concentração também muda completamente o preço real de assistir a um show. Para quem mora em Recife, Fortaleza, Salvador, Porto Alegre, Brasília ou tantas outras cidades, um ingresso de R$ 700 ou R$ 1 mil pode ser apenas o começo. Passagem, hospedagem, alimentação e transporte entram na mesma conta e, dependendo da antecedência do anúncio, podem fazer o valor da experiência dobrar ou até ultrapassar isso.

Ao mesmo tempo, apresentações recentes mostram que existe espaço para grandes operações no país. Em 2024, a primeira data do TWICE no Allianz Parque esgotou e uma segunda apresentação foi adicionada. O grupo terminou sua passagem pelo Brasil com mais de 40 mil pessoas nas duas noites e ingressos que chegavam a R$ 920 na inteira, antes das taxas.

Foto: reprodução/JYP

O NCT 127 também realizou três apresentações consecutivas em São Paulo em janeiro de 2023, algo ainda pouco comum para artistas de K-pop no Brasil. Em 2024, foi a vez do NCT Dream voltar ao país para uma apresentação no Espaço Unimed. São casos diferentes, mas que ajudam a desmontar a ideia de que o público brasileiro precisa constantemente provar que existe antes de receber investimentos maiores.

Por isso, algumas ausências se tornam mais difíceis de entender com o passar dos anos. O BLACKPINK estreou em 2016, construiu uma das maiores carreiras do K-pop, realizou turnês gigantescas pelos Estados Unidos, Europa e Ásia e tem um fandom enorme no Brasil, mas segue sem realizar uma apresentação própria no país. A decisão sobre uma rota internacional envolve empresas, promotoras, agendas, custos e negociações que vão muito além das integrantes, mas dez anos sem uma passagem brasileira também revelam quais mercados foram priorizados durante esse período.

O SEVENTEEN ajuda a ampliar essa discussão. Pledis e HYBE conseguiram construir grandes etapas de turnê na Coreia do Sul, Japão, América do Norte e em diferentes mercados asiáticos, muitas vezes com várias apresentações em uma mesma cidade, enquanto a América do Sul aparece com muito menos frequência. É claro que mercados como Japão e Estados Unidos oferecem moedas mais fortes, estruturas consolidadas e um faturamento mais previsível. Só que o Brasil de hoje também não é o mesmo mercado de dez anos atrás.

Em 2025, o Brasil se tornou o oitavo maior mercado de música gravada do mundo, segundo a IFPI. A receita do setor no país cresceu 14,1%, depois de já ter avançado 21,7% em 2024. Isso não coloca automaticamente o Brasil no mesmo nível de rentabilidade de Estados Unidos ou Japão para uma turnê, mas torna cada vez mais ultrapassada a ideia de que o país ocupa uma posição pequena demais na indústria para merecer atenção. 

Existe ainda uma contradição especialmente difícil de ignorar quando a discussão chega aos preços. O real vale menos do que dólar, euro, iene e outras moedas relevantes para a indústria musical, e essa diferença afeta os custos das empresas. Só que ela afeta ainda mais diretamente quem compra. O fã brasileiro sente o câmbio no álbum importado, no frete, no merchandise oficial e nos produtos que muitas vezes nem chegam oficialmente ao país.

Nos shows, essa limitação econômica não impede a oferta de experiências cada vez mais caras. O TWICE chegou a cobrar R$ 920 pela pista premium inteira em 2024. Dois anos depois, o aespa tinha opções acima dos R$ 2 mil e um pacote completo de R$ 2.689. Quem vinha de outro estado ainda precisava colocar uma viagem inteira em cima desse valor. Por isso, conforme os preços aumentam, também cresce a expectativa por organização, estrutura e benefícios que façam sentido dentro do que foi cobrado.

O problema não é esperar que toda empresa leve uma turnê para cinco capitais ou que cada grupo ofereça exatamente o mesmo show em todos os continentes. Existem diferenças de produção, agenda, tamanho de venue e negociação em qualquer turnê mundial. A crítica está em perceber como o público brasileiro é lembrado com facilidade quando o assunto é consumo e com muito mais cautela quando chega a hora de planejar investimentos por aqui.

Essa relação também foi normalizada pelo próprio fandom durante muito tempo. Uma única data em São Paulo era recebida com “pelo menos eles vieram”. Um ingresso muito caro ganhava a justificativa de que trazer artistas coreanos para o Brasil custava mais. Uma interação de poucos segundos era aceita porque, afinal, o fã tinha conseguido chegar perto do idol. O medo de reclamar e o grupo nunca mais voltar acabou criando uma situação em que qualquer insatisfação podia parecer falta de gratidão.

Só que o K-pop também mudou. Hoje, a indústria vende memberships, soundchecks, hi-touch, hi-bye, send-offs, photocards especiais e diferentes categorias de pacotes premium, muitas delas construídas justamente em cima do desejo de proximidade entre fã e artista. Quanto mais essa relação afetiva vira parte do modelo de negócio, menos sentido faz esperar que o público desligue o senso crítico depois de passar o cartão.

O Brasil já mostrou que consegue sustentar K-pop em escalas muito diferentes, de grupos menores circulando por várias capitais a três noites do NCT 127 em São Paulo e duas apresentações do TWICE em estádio. Ao mesmo tempo, se tornou o oitavo maior mercado fonográfico do mundo e continua sendo uma presença enorme em streams, charts e engajamento online. Depois de tantos números, talvez a discussão já nem devesse ser sobre provar que existe público por aqui, mas sobre o lugar que esse público ocupa nas prioridades de uma indústria que conhece muito bem seu poder de consumo.

Gostar de um artista não diminui o valor de R$ 2 mil, não paga uma passagem para São Paulo e não torna uma experiência automaticamente satisfatória. O público brasileiro pode continuar lotando shows, comprando álbuns e colocando seus grupos favoritos nos charts sem precisar tratar qualquer passagem pelo país como um privilégio. Se as empresas já aprenderam a enxergar o Brasil quando olham para os números, também precisam enxergá-lo quando decidem o que entregar em troca deles.

 

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Texto revisado por Ludimila Rodrigues

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Beleza Notícias

Skala Brasil apresenta novas linhas de tratamento capilar e nova identidade na Beauty Fair 2026

Novidades atendem diferentes necessidades dos fios e incluem a repaginação da antiga Skalinha Bebê, que passa a se chamar Skala Baby

A Skala Brasil apresenta, durante a Beauty Fair 2026, novidades que integram a nova identidade da marca. Entre os destaques estão as quatro novas linhas de tratamento capilar: Mais Hidratação com Amido de Milho, Brilho Supremo, Força Absoluta e Reparação Instantânea, desenvolvidas para diferentes necessidades dos fios. O portfólio também ganha a atualização da antiga Skalinha Bebê, que passa a se chamar Skala Baby.

Cuidados para diferentes necessidades dos fios

As quatro linhas têm propostas específicas para diferentes necessidades, com indicação para todos os tipos de cabelo.

A Mais Hidratação com Amido de Milho é voltada para cabelos ressecados, com foco em hidratação e controle do frizz. A fórmula combina Manteiga de Karité e Óleo de Coco e oferece 3x mais ação antifrizz. O portfólio inclui shampoo, condicionador, creme de tratamento, creme para pentear e óleo finalizador com proteção térmica, que reduz em 80% o frizz e ajuda a proteger os fios.

Imagem: Divulgação/Skala Brasil

A linha Brilho Supremo é voltada para cabelos com falta de brilho e porosidade. Sua formulação tem o Ácido Glicólico e Óleo de Patauá, com ação antiporosidade e 72 horas de brilho espelhado. O portfólio inclui shampoo, condicionador, creme de tratamento e óleo finalizador com proteção térmica.

Imagem: Divulgação/Skala Brasil

A linha Força Absoluta tem como foco força e resistência à quebra. A fórmula combina Extrato de Jaborandi e Cafeína, ativos associados ao fortalecimento dos fios e à resistência à quebra. A linha conta com shampoo, condicionador e creme de tratamento.

Imagem: Divulgação/Skala Brasil

A linha Reparação Instantânea reúne Extrato de Abacate e Manteiga de Tucumã e tem como proposta reparar os danos desde o primeiro uso. O portfólio é composto por shampoo, condicionador, creme de tratamento e leave-in com proteção térmica, aminoácidos e peptídeos.

Imagem: Divulgação/Skala Brasil

As quatro linhas trazem soluções para as diferentes necessidades de cuidado, hidratação e controle de frizz, brilho e porosidade, força e resistência à quebra e reparação de danos. Todas contam com ativos brasileiros, dentro da proposta de valorizar ingredientes associados à beleza brasileira.

Da Skalinha Bebê à Skala Baby

A repaginação também chega ao portfólio infantil. A antiga Skalinha Bebê passa a se chamar Skala Baby e ganha nova apresentação, com bichinhos 100% brasileiros nas embalagens e ingredientes de origem vegetal com propriedades calmantes. As fórmulas são hipoalergênicas, têm pH balanceado para a pele do bebê e são livres de parabenos, sulfatos, alergênicos e corantes. A linha conta com 92% de ingredientes naturais.

A nova identidade visual associa cada produto a um animal brasileiro e a um ingrediente. O Shampoo Sálvia traz o mico-leão-dourado; o Shampoo Camomila, a capivara; a Loção Hidratante Lavanda, o bicho-preguiça; e o Sabonete Líquido de Glicerina Vegetal, o tucano. A proposta é traduzir visualmente os ingredientes e atributos de cada produto dentro da nova apresentação da linha.

Imagem: Divulgação/Skala Brasil

A atualização das linhas capilares e do portfólio infantil integra a participação da Skala Brasil na Beauty Fair, no ano em que a marca completa 40 anos.

 

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Cultura asiática Música Notícias

Hwasa chega ao Rock in Rio em seu melhor momento como artista solo

Primeira solista sul-coreana a subir ao Palco Mundo, cantora chega ao festival com uma carreira cada vez mais distante de fórmulas e uma sequência de lançamentos que mostra diferentes lados de sua identidade artística

Não é todo dia que uma artista estreia no Rock in Rio fazendo história. Quando subir ao Palco Mundo, em 11 de setembro, Hwasa será a primeira solista sul-coreana a ocupar esse espaço e chega ao Brasil em uma fase especialmente interessante da carreira. Depois de anos construindo uma identidade para além do MAMAMOO, ela desembarca por aqui com um repertório que já sustenta seu nome sozinho e, principalmente, sem parecer interessada em repetir o que funcionou no comeback anterior.

Quem acompanha Hwasa desde o início dessa trajetória solo sabe que muita coisa mudou desde Twit, lançada em 2019. O single mostrou que ela tinha espaço para caminhar sozinha, mas foi Maria que levou essa carreira para outro nível. A música se tornou um dos maiores sucessos da cantora e juntou duas características que continuam muito presentes em seu trabalho: a confiança que domina suas performances e uma vulnerabilidade que aparece quando você presta atenção no que ela está cantando.

O mais interessante é que Hwasa não passou os anos seguintes tentando criar uma nova Maria. Vieram I’m a B, I Love my Body e NA, músicas diferentes entre si e que ajudaram a construir uma discografia menos previsível. Mesmo mudando de conceito, existe algo que permanece reconhecível, seja pelo timbre rouco, pela interpretação ou pela maneira muito própria de ocupar o palco. Você não precisa de muitos segundos para perceber quando uma música é dela.

Essa vontade de experimentar ficou ainda mais evidente depois que Hwasa deixou a RBW e assinou com a P NATION, gravadora fundada por PSY. A mudança abriu uma fase em que ela parece ainda mais confortável para testar caminhos diferentes sem abandonar aquilo que construiu como artista. Um dos melhores exemplos veio com Good Goodbye, lançamento que mostrou um lado bem diferente daquele que costuma dominar suas performances.

Hwasa
Foto: reprodução/P Nation

Em vez de apostar novamente na sensualidade e na presença mais provocadora que muita gente associa à cantora, Good Goodbye colocou a voz de Hwasa no centro. A interpretação mais delicada e melancólica deixou seu timbre rouco conduzir a música e mostrou uma vulnerabilidade que até então aparecia com menos frequência em seus trabalhos solo. Para uma artista que passou boa parte da carreira sendo lembrada pela confiança no palco, foi interessante vê-la encontrar força justamente em uma performance mais contida.

Só que ficar confortável em uma única versão de si mesma nunca pareceu muito a cara de Hwasa. Em abril deste ano, ela mudou novamente de direção com So Cute, dance-pop composto em parceria com PSY e Park Woo-sang. Se Good Goodbye explorava uma cantora mais sensível, So Cute recupera seu lado divertido, confiante e carismático, sem simplesmente voltar aos conceitos que ela já havia apresentado.

Essa diferença entre os dois lançamentos ajuda a entender por que a chegada ao Rock in Rio acontece em um momento tão interessante. Hwasa já não precisa provar que consegue ter uma carreira fora do MAMAMOO ou encontrar uma música capaz de repetir o impacto de Maria. Depois de anos como solista, ela construiu espaço suficiente para testar, mudar e até contrariar aquilo que o público espera dela sem deixar de soar como Hwasa.

E é com esse repertório que ela chega ao Rock in Rio 2026. Ser a primeira solista sul-coreana a ocupar o Palco Mundo é um marco importante, mas reduzir sua estreia a esse feito deixaria de fora justamente o que torna o momento tão interessante. Mais de dez anos depois de debutar com o MAMAMOO e sete anos depois de começar oficialmente sua trajetória solo, Hwasa chega ao Brasil como uma artista que já encontrou sua identidade e ainda parece interessada em descobrir o que mais pode fazer com ela.

Para o público brasileiro, agora fica a expectativa de descobrir como todas essas versões vão dividir o mesmo palco. Maria provavelmente será aquele momento em que ninguém precisa combinar para cantar junto, enquanto faixas mais recentes como Good Goodbye e So Cute mostram o quanto o repertório cresceu desde 2019. Se existe algo que a carreira solo de Hwasa deixou claro até aqui, é que prever qual versão dela vai aparecer em seguida está cada vez mais difícil, e talvez essa seja justamente a graça.

 

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Texto revisado por Angela Maziero Santana 

 

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