Astro de Off Campus será Noah Slade na adaptação do primeiro livro da série Dirty Air
Mais uma adaptação literária está a caminho, e com um rosto já conhecido dos fãs de romances esportivos. Josh Heuston, que interpreta Justin Kohl em Off Campus, foi escolhido para viver Noah Slade na adaptação cinematográfica de Throttled (publicado no Brasil como Puro Impulso), primeiro livro da série Dirty Air, de Lauren Asher.
Segundo o portal Deadline, a Amazon MGM Studios adquiriu os direitos mundiais do longa, que terá direção de Nzingha Stewart, conhecida pelo trabalho em Daisy Jones & The Six. O roteiro será assinado por Melissa Osborne, de Minha Culpa: Londres.
Publicado originalmente em 2020, Throttled acompanha Maya Alatorre, que entra para o mundo do automobilismo ao acompanhar o irmão durante a temporada de corridas. É nesse ambiente que ela conhece Noah Slade, piloto em ascensão, companheiro de equipe e principal rival de seu irmão.
A proximidade entre os dois dá início a um romance proibido em meio à pressão das pistas e à rivalidade dentro da equipe. Josh Heuston será responsável por dar vida a Noah, enquanto a atriz escolhida para interpretar Maya ainda não foi anunciada.
Em entrevista à revista People, Lauren Asher contou estar especialmente animada para ver o relacionamento de Noah e Maya ganhar as telas e destacou a oportunidade de acompanhar um romance ambientado no universo das corridas. A autora também afirmou acreditar que os fãs ficarão empolgados ao reconhecer algumas de suas cenas favoritas do livro na adaptação.
Do romance esportivo para as telas
Throttled é o primeiro dos quatro romances interligados de Dirty Air, série ambientada no automobilismo profissional. A coleção também conta com Collided, Wrecked e Redeemed. Todos os títulos foram traduzidos e o último volume, Pura Redenção, chega ao Brasil neste mês.
Além de escrever os livros que deram origem ao projeto, Lauren Asher participa do filme como produtora executiva. A produção fica a cargo de Elizabeth Banks e Max Handelman, da Brownstone Productions, ao lado de Garrett Grant, Jennifer Gibgot e Andrew Panay, da Ethea Entertainment. Alison Small também atua como produtora executiva.
Para Josh Heuston, o papel marca mais uma adaptação de romance em sua carreira. O ator australiano interpreta Justin Kohl em Off Campus, produção do Prime Video baseada na série literária de Elle Kennedy, e também integrou produções como Duna: A Profecia e Heartbreak High.
A adaptação de Throttled ainda não tem data de estreia anunciada.
E aí, o que achou de Josh Heuston como Noah Slade? Quem você gostaria de ver interpretando Maya? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram,FacebookeX – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
Em parceria com a jornalista Mariana Oliveira, ministra do STF apresenta obra que explica cidadania, Constituição e voto para crianças de 8 a 11 anos
Democracia pode ser um assunto bem complicado até para adultos, e para crianças não seria diferente. Explicar conceitos como cidadania, Constituição, participação política e voto exige mais do que simplesmente apresentar definições e seus significados. É a partir dessa ideia que a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia e a jornalista Mariana Oliveira lançam O Livro da Democracia, publicado pela Editora Mostarda, durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.
Com lançamento previsto para a primeira quinzena de setembro, a obra chega ao evento, que acontece de 4 a 13 de setembro no Distrito Anhembi, com uma proposta voltada para os leitores de 8 a 11 anos. Em vez de seguir o formato tradicional de uma cartilha escolar, o livro utiliza perguntas, curiosidades históricas e recursos visuais para apresentar conceitos fundamentais da democracia de maneira acessível e interativa.
Uma história que começa na Grécia Antiga e chega ao Brasil
Foto: divulgação/Communica Brasil/Entretetizei
O Livro da Democracia percorre diferentes momentos da história para mostrar como a ideia de democracia foi construída e transformada ao longo do tempo. A narrativa passa pela origem do conceito na Grécia Antiga, pela ditadura militar brasileira e pela Constituição de 1988, além de explicar o funcionamento dos Três Poderes e a importância do voto.
A proposta é não entregar respostas prontas, mas incentivar os leitores a fazer perguntas e entender como a participação de cada pessoa se relaciona com a construção da sociedade.
“Democracia não é um conceito que se explica de uma vez só. É algo que se aprende perguntando, discordando, participando”, afirma Cármen Lúcia.“Este livro nasce da vontade de colocar essas perguntas nas mãos de quem vai, um dia, sustentar a democracia brasileira.”
Entre os temas abordados estão ainda os direitos, a urna eletrônica, a faixa presidencial e as lutas históricas pelo direito ao voto. O livro também apresenta o trabalho realizado diariamente para garantir que esses direitos sejam preservados.
Crianças ajudaram a construir a linguagem do livro
A produção da obra contou com a participação da produtora literária Sabichinho, responsável por projetos como Quem Manda Aqui? (2015) e Eleição dos Bichos (2018). A metodologia desenvolvida para o projeto partiu de oficinas com crianças, utilizadas para orientar tanto a linguagem quanto as ilustrações do livro.
A experiência prática também aparece em uma proposta que permite aos leitores simular uma votação em urna eletrônica. A atividade está disponível gratuitamente no site do projeto, ampliando a experiência para além das páginas da obra.
Outro diferencial é que a obra foi lançada sob a licença Creative Commons, que permite o uso e compartilhamento não comercial do livro por professores, bibliotecas e famílias.
Literatura como porta de entrada para a cidadania
A parceria entre Cármen Lúcia e Mariana Oliveira aproxima a experiência jurídica e a cobertura política de uma linguagem pensada especialmente para o público infantojuvenil. Enquanto a ministra atua como professora de Direito Constitucional e integra o STF desde 2006, Mariana Oliveira é jornalista profissional com atuação nas áreas política e jurídica.
A publicação também está alinhada à proposta da Editora Mostarda, que desenvolve projetos voltados à educação, à representatividade e à valorização de identidades historicamente invisibilizadas. O catálogo da editora inclui a Coleção Black Power, com biografias ilustradas de personalidades negras, e a Coleção Kariri, dedicada a lideranças indígenas brasileiras, além de iniciativas de acessibilidade, como edições em braile e versões com fonte ampliada.
Com O Livro da Democracia, a proposta é colocar um tema que costuma aparecer associado ao universo adulto no alcance das crianças, não para simplificá-lo demais, mas para mostrar que entender como a sociedade funciona também pode começar com uma pergunta aparentemente simples: afinal, o que é democracia?
E você, acha importante conversar sobre cidadania e democracia com as crianças desde cedo? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram,FacebookeX – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
A artista islandesa encantou o público com a mistura de jazz, pop e bossa nova e cantou clássico nacional
Laufey está na reta final da turnê A Matter Of Time, que carrega o nome de seu último álbum. A sua estreia no Rock In Rio aconteceu no Palco Sunset e vem acompanhada de um show solo em São Paulo, que acontecerá na quarta (9) no Espaço Unimed.
Durante a apresentação, a cantora apresentou seus maiores sucessos, como Falling Behind, From the Start, Lover Girl e Madwoman, que trazem a mistura entre o pop, o jazz e a bossa tão marcante na sua carreira. Em sua primeira passagem pelo Rio, Laufey provocou agitação e muita emoção entre o público, que parecia engajado e contagiado pela energia doce, porém envolvente dos ritmos.
Imagem: reprodução/Youtube Multishow
A performance trouxe uma estética suave e elegante através de um cenário romântico composto por uma escadaria, adornos e detalhes brilhantes, que acompanham a estética do álbum A Matter of Time.
A apresentação também contou com um corpo de dança que acompanhou algumas das músicas. Na apresentação do hit Lover Girl, por exemplo, a cantora se uniu às dançarinas em uma performance cativante.
Imagem: reprodução/Youtube Multishow
Ao trazer as referências do jazz moderno e da clássica bossa nova, Laufey ressaltou a sua gratidão ao público, mas também à cultura brasileira, e exaltou as influências do país, especialmente do Rio de Janeiro, em sua carreira e composições.
“Essa é a minha primeira vez no Rio, o que é louco porque eu tive tanta inspiração do Rio, da bossa nova. Estar aqui com vocês parece um fechamento de ciclo”, disse a cantora durante a apresentação.
Imagem: reprodução/Youtube Multishow
Após o agradecimento recebido com entusiasmo pelo público, a artista cantou em português a canção Perdido de Amor de Luiz Bonfá, um dos grandes nomes da bossa nova.
Além do carisma, Laufey deixou em evidência a sua potência vocal e a capacidade de fluir entre performances graciosas, com violão e dança, e apresentações intensas e provocativas ao utilizar o piano.
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Drama chinês alcançou o primeiro lugar entre as séries mais assistidas do país
O mais novo C-drama disponível na Netflix, The Early Spring (2026), vem ganhando os corações dos brasileiros com a sua história eletrizante e a química de tirar o fôlego do casal protagonista.
A série acompanha Flora Shang (Sun Qian) e Luke Luan (Jing Boran) em um romance de escritório proibido, no qual os dois precisam lidar com dinâmicas de trabalho competitivas, enquanto se sentem atraídos um pelo outro de maneira irresistível.
O drama chama a atenção até de quem não conhece o universo dos C-dramas por conta do seu enredo divertido e, ao mesmo tempo, provocativo, que entrega um casal apaixonante e com muita química.
Então, se você está amando a série e quer continuar explorando o mundo dos romances chineses, o Entretê criou uma lista com 5 C-dramas para você assistir!
Road Home (2023) | Disponível no Viki
Imagem: divulgação/Viki
O drama conta a história da diretora de investimentos Gui Xiao (Tan Songyun), que se reencontra com o policial e seu primeiro amor, Lu Yan Chen (Jing Boran), depois de dez anos. Após o reencontro, os dois precisarão lidar com o desejo inevitável de ficarem juntos novamente.
Amor Oculto (2023) | Disponível na Netflix
Imagem: reprodução/Netflix
A série narra o amor platônico que Sang Zhi (Zhao Lusi) nutre pelo amigo de seu irmão, Duan Jiaxu (Chen Zheyuan). Após alguns anos apaixonada, os dois se reencontram e será a chance de viverem um amor enquanto aprendem a ser adultos.
O Psicólogo (2021) | Disponível no Viki
Imagem: divulgação/Viki
A história acompanha He Dun (Yang Zi), uma psicóloga talentosa que, após problemas na carreira, decide participar de um programa de rádio sobre aconselhamento psicológico conduzido por Qian Kai Yi (Jing Boran).
À medida que ela recupera sua carreira, seu relacionamento com Kai Yi se aprofunda, porém ela precisará lidar com seus demônios internos e traumas antigos nessa jornada de superação.
Shine on Me (2025) | Disponível na Netflix e no Viki
Imagem: reprodução/WeTV
A trama acompanha Nie Xiguang (Zhao Jinmai), uma jovem otimista e resiliente que busca uma carreira de sucesso e tenta superar uma paixão platônica que desenvolveu na faculdade.
Ao conhecer Lin Yusen (Song Weilong), ex-cirurgião e vice-presidente da empresa em que trabalha, ela resolve dar mais uma chance para o amor.
Caminho de Volta ao Amor (2020) | Disponível no Viki
Imagem: divulgação/Viki
O drama narra o reencontro de Lu Jia (Sun Qian) com sua antiga paixão e colega de classe, Xu Jia Xiu (Tang Xiaotian). O encontro desperta sentimentos guardados há anos pelos dois e a possibilidade de viverem um amor que antes parecia ser um sonho distante.
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Com ingressos esgotados, Cidade do Rock viveu uma noite de encontros entre gerações e celebração da música, com shows de Gilberto Gil, Jon Batiste, Luísa Sonza com Roberto Menescal, Laufey e o retorno do Roupa Nova ao festival
A história do Rock in Rio ganhou mais um capítulo inesquecível nesta segunda (7). Com ingressos esgotados, Elton John subiu ao Palco Mundo para seu único show no Brasil em 2026 e transformou a Cidade do Rock em um grande encontro entre gerações. O astro garantiu que todas as memórias construídas junto ao público até aqui fossem perpetuadas pela nova geração. Após encerrar, em 2023, a turnê Farewell Yellow Brick Road – que quebrou recordes e marcou sua despedida dos palcos depois de 50 anos de carreira –, o artista retornou para apresentações selecionadas e escolheu o Rock in Rio para um momento único na América do Sul. Um dos maiores ícones da história da música revisitou clássicos que atravessam décadas e permanecem no imaginário coletivo, em uma performance marcada pela emoção, pelo talento musical extraordinário e pela força de um repertório que ajudou a moldar a história da música.
Para Roberto Medina, idealizador do Rock in Rio, a presença de Elton John representa exatamente o legado que o festival busca proporcionar ao público: “O Elton John escolheu o Rock in Rio para fazer este show que foi de arrepiar. Não teve outro na América do Sul, é só esse momento. O que vimos aqui hoje é a história sendo reverenciada na sua mais pura essência. Famílias inteiras juntas, como acontece desde a nossa primeira edição, em 1985. Ele é ícone mundial e vê-lo se entregando desta forma na Cidade do Rock vai ficar marcado para sempre. Foi tudo mágico, do início ao fim”.
Desde cedo já era possível ver a empolgação do público com o show de Elton John. Muitos fãs chegaram à Cidade do Rock vestindo roupas que remetiam aos visuais icônicos e ao estilo característico do cantor – incluindo os famosos óculos. Elton John levou ao Palco Mundo do Rock in Rio canções que se tornaram parte da memória afetiva de diferentes gerações, entre elas Your Song, Tiny Dancer, Rocket Man e Bennie And The Jets. O show fechou o primeiro fim de semana do festival em uma noite à altura da dimensão de seu protagonista.
Foto: divulgação/Approach
Josilda Souza, 62 anos, mãe de dois filhos e avó da Sofia, veio do Espírito Santo sozinha para o Rock in Rio 2026. Essa é a quinta vez da vovó do Rock e do Pop, como ela gosta de ser chamada. “Peguei um ônibus e estou hospedada na casa de uma amiga aqui no Rio de Janeiro. Eu amo rock, mas quando soube que Elton John viria ao festival no dia do Pop, comprei logo meu ingresso. O show dele entrará para história, pois ele está se despedindo dos palcos”, comentou. Josilda é assistente cerimonialista e sempre se aventura sozinha nos eventos musicais que acontecem no Rio de Janeiro. “Meus filhos são casados e têm a vida deles. Eu sou muito comunicativa e faço novas amizades aqui na Cidade do Rock. Caminho por aqui bem tranquila, pois tudo é organizado e seguro”.
Antes dele, Gilberto Gil subiu ao palco com uma apresentação preparada especialmente para o Rock in Rio. O artista revisitou uma trajetória que se confunde com a própria história da música brasileira, com canções como Andar com Fé, Toda Menina Baiana e Aquele Abraço. Aos 84 anos e em sua turnê de despedida, Gil lembrou sua presença na primeira edição do festival, em 1985, e o clima de despedida ganhou ainda mais força quando o cantor sugeriu que poderia ser sua última participação no festival. A declaração foi recebida com um sonoro “não” pela plateia, que respondeu aos sucessos com coro, aplausos e demonstrações de carinho.
O segundo show foi de Jon Batiste, que misturou jazz, blues, gospel e samba, mostrando também seu reconhecido virtuosismo ao piano. O repertório percorreu diferentes momentos de sua carreira, com músicas como I Need You, e trouxe releituras de clássicos brasileiros, entre elas Mas, Que Nada, de Jorge Ben Jor, interpretada ao lado da cantora brasileira Nêgah Santos. A apresentação teve direito à participação de músicos brasileiros e momentos em que Batiste explorou diferentes formações no palco. Um dos destaques foi a participação da bailarina brasileira Ingrid Silva, em uma performance que uniu a força do movimento à música executada ao piano.
Foto: divulgação/Approach
A abertura do Palco Mundo nesta segunda ficou por conta de Luísa Sonza, que convidou Roberto Menescal para um encontro especial entre o pop, o funk e a bossa nova. A artista abriu a apresentação com Doce mentira e seguiu com Santa Imaculada. A participação de Menescal teve início com Chico, cuja versão em inglês tem produção musical assinada pela lenda, e contou com canções como Um Pouco de Mim, Você e Samba de Verão. Sonza passou por canções como Penhasco 1 e 2, e fechou a apresentação com a energia lá no alto com Dona Aranha e Telefone.
Palco Sunset celebra encontros, nostalgia e novas gerações
No Palco Sunset, Laufey encerrou a noite com a elegância de seu jazz contemporâneo e uma cenografia grandiosa que envolveu o público na Cidade do Rock. Em um dos momentos especiais da apresentação, a cantora surpreendeu ao interpretar em português Perdido de Amor, de Luiz Bonfá, reforçando sua conexão com a música brasileira. Laufey também demonstrou carinho pelos fãs ao deixar o palco para cumprimentar o público que acompanhava o show na grade, em um gesto que aproximou ainda mais a artista da plateia.
Péricles veio pouco antes com um projeto dedicado à Motown, criado especialmente para o Rock in Rio. Para a apresentação, o cantor preparou 13 sucessos da lendária gravadora norte-americana e a homenagem não ficou restrita ao repertório: o artista vestia um terno risca de giz e uma capa que trazia estampado os rostos de grandes ícones da música negra estadunidense. Com arranjos conduzidos pelo maestro Maurício Piassarollo, Péricles cantou com naturalidade canções de nomes como Stevie Wonder, The Temptations, Lionel Richie, Jackson 5 e Smokey Robinson.
O segundo show do dia contou com o encontro emocionante de dois grandes nomes da música nacional. Após 35 anos, o Roupa Nova voltou ao festival para um show que arrebatou o público e contou com a participação especial de Guilherme Arantes. O repertório reuniu sucessos como Sapato Velho, Dona e A Viagem, tema da novela homônima, sucesso em 1994. A apresentação também foi marcada pela execução da música-tema do Rock in Rio, de autoria da banda, que assina ainda o tema da vitória do grande ídolo Ayrton Senna. Na participação de Guilherme Arantes, que fez sua estreia no festival, o artista sentou-se ao piano para interpretar Cheia de Charme e Lindo Balão Azul.
Vanessa da Mata abriu a tarde do Palco Sunset celebrando seus 20 anos de carreira. O momento mais especial ficou por conta da participação de Rubel, que subiu ao palco para cantar com Vanessa Ainda Bem, Medo Bobo e Carta de Maria.
Foto: divulgação/Approach
Fatboy Slim leva clássicos da música eletrônica ao New Dance Order
No New Dance Order, a celebração continuou noite adentro com Fatboy Slim. Um dos nomes mais importantes da história da música eletrônica, o DJ britânico encerrou a programação com um set repleto de clássicos que se tornaram hinos das pistas. Antes dele, Max Styler, como o Special Opening do dia, abriu a pista com um set de forte energia, seguido pelo encontro entre Leo Janeiro e Simo Not Simon, que trouxe uma proposta autoral para a programação. Aline Rocha completou a sequência antes da chegada do headliner.
Espaço Favela, Supernova e Global Village ampliam a celebração da música brasileira
O Espaço Favela virou um caldeirão de samba e pagode, impulsionado pela presença do embaixador do palco, Belo, grande headliner do dia. A abertura ficou por conta do Balé dos Crias, que preparou o público para a chegada de Tiee. O cantor transformou o espaço em uma grande roda de samba, combinando sucessos autorais com clássicos do gênero e encerrando a apresentação com uma versão vibrante de País Tropical. A resposta do público veio em coro, com pedidos de bis e uma despedida marcada por muitos aplausos.
Foto: divulgação/Approach
Na sequência, Mart’nália transformou o palco em cenário de celebração ao comemorar seu aniversário junto ao público. A cantora foi surpreendida pelo vice-presidente artístico da Rock World, Zé Ricardo, que levou flores e balões ao palco para uma homenagem acompanhada por milhares de vozes em um Parabéns pra Você. No repertório, sucessos como Eu Vim de Lá fizeram o público cantar junto, ao lado de clássicos do samba e da MPB. O encerramento, com Água de Chuva no Mar, reuniu a plateia em um grande coro.
Encerrando a programação do Espaço Favela, o embaixador do palco, Belo, apresentou um show repleto de sucessos, e foi acompanhado em coro por uma plateia lotada. Entre momentos de emoção e demonstrações de carinho do público, o cantor celebrou a importância de sua presença no festival e destacou a representatividade daquele palco para diferentes expressões da música e da cultura brasileira. “Esse show representa muito não só para mim, mas para todo o meu público, o povo preto da comunidade, do samba, funk, pagode, trap. É uma história sendo contada aqui”, afirmou.
No Supernova, Maui abriu a programação, seguido por Melly e Zeca Veloso, que levou ao palco o peso de uma trajetória familiar profundamente ligada à música brasileira. Alee encerrou a noite com uma apresentação que reforçou sua posição entre os nomes em ascensão da cena contemporânea. Já no Global Village, Wanda Sá abriu a programação em uma celebração da bossa nova e da música brasileira, seguida por Leila Pinheiro e Fernanda Takai. Joyce Moreno veio na sequência, trazendo sua sofisticação e trajetória de décadas, antes de João Bosco, homenageado do espaço nesta edição, encerrar a noite com um repertório marcado por poesia, virtuosismo e grandes clássicos da MPB.
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Em seu segundo ano na feira, empresa sul-coreana apresentou sua primeira marca própria, com produtos de skincare e haircare pensados para a rotina dos brasileiros
Quem acompanha o Entretetizei sabe que K-beauty não é exatamente uma novidade por aqui. Já falamos de toner pads, PDRN, máscaras, séruns e praticamente tudo que aparece de novo nas rotinas coreanas. Mas, na Beauty Fair 2026, a Osang Cosmetic conseguiu nos apresentar uma novidade que realmente chamou nossa atenção.
Em seu segundo ano na feira, a empresa sul-coreana apresentou a eanae, sua primeira marca própria de K-beauty. Desenvolvida na Coreia do Sul, a novidade foi criada pensando na pele, no cabelo e, principalmente, na rotina dos consumidores brasileiros. E depois de conhecer os produtos de perto, alguns já entraram para a nossa lista de favoritos da edição.
A primeira coisa que chama atenção é a experiência com as fórmulas. A proposta da eanae é trabalhar com produtos suaves para o uso diário, com sensação leve e confortável, e isso aparece nas texturas. Nada daquela sensação pesada de várias camadas sobre a pele. O acabamento segue justamente uma das características que fizeram muita gente se apaixonar pela K-beauty: pele hidratada e luminosa, mas ainda com aparência natural.
Entre os produtos apresentados estão o Pink Glow Toner Mist, Glow PDRN Serum e Air Barrier Cream. O PDRN, que se tornou um dos ingredientes mais comentados do skincare coreano nos últimos tempos, também aparece como um dos protagonistas da marca.
Foto: reprodução/Osang
Outro que chamou nossa atenção foi o Daily Shield Sun Cushion FPS 50+. O formato cushion já é um velho conhecido de quem acompanha maquiagem e skincare coreanos e ganhou ainda mais fãs no Brasil com o sucesso de marcas como a TIRTIR. No caso da eanae, a proposta aparece associada à proteção solar e à praticidade de ter o produto no compacto, algo especialmente interessante para reaplicação ao longo do dia.
E o nosso favorito pode estar no haircare
Agora vem uma das maiores surpresas da eanae: os produtos para cabelo.
Enquanto boa parte das marcas que chegam ao Brasil pela onda da K-beauty começa pelos séruns e cremes faciais, a eanae também olha para o couro cabeludo. O Silk Serum Shampoo foi um dos produtos que mais despertaram nossa curiosidade justamente por levar para os cabelos a mesma atenção ao cuidado que já estamos acostumados a encontrar no skincare coreano.
A experiência também foge um pouco do que estamos acostumados no Brasil. Os produtos não têm aquele perfume forte que normalmente esperamos de um shampoo, deixando uma sensação muito mais neutra durante o uso. Para quem não gosta de fragrâncias marcantes no cabelo ou prefere não misturar vários aromas na rotina, é um detalhe que faz diferença.
A coleção ainda inclui o Pore Control Cleansing Foam, completando um portfólio que deixa clara a intenção da marca de não depender de um único produto viral para chamar atenção.
E talvez tenha sido justamente isso que mais gostamos de encontrar no estande da Osang. A eanae não parece simplesmente pegar tudo o que está fazendo sucesso na Coreia e colocar em uma embalagem bonita para vender no Brasil. Desde a apresentação, a marca reforça que foi criada para a pele e a rotina dos brasileiros, mantendo elementos que fizeram a gente gostar tanto da K-beauty em primeiro lugar.
Depois de conhecer os produtos de perto na Beauty Fair, saímos querendo continuar os testes, principalmente do Silk Serum Shampoo e dos produtos de skincare. Se esse foi o segundo ano da Osang na feira, a chegada da eanae já nos deixou curiosos para descobrir o que a empresa vai trazer no próximo.
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Black Eyed Peas, Nelly, Barão Vermelho, NE-YO e Jota Quest toca Tim Maia completaram uma noite histórica de muita festa, com ingressos esgotados, que levou o público a uma grande celebração da música e da dança
O Rock in Rio se transformou em uma gigantesca festa, e nem a chuva foi capaz de ofuscar o brilho e a vontade de celebrar do público que passou pela Cidade do Rock. Prontos para aproveitar cada momento de uma programação intensa e de tirar o fôlego, os fãs chegaram preparados para a chuva e transformaram a Cidade do Rock em um verdadeiro desfile de capas e acessórios cheios de estilo. Com ingressos esgotados, o domingo (6) foi marcado por música para dançar, grandes shows e uma multidão que cantou e dançou do início ao fim. No Palco Mundo, Calvin Harris fez história como o primeiro DJ a ocupar a posição de headliner do espaço e encerrou a noite diante de uma plateia completamente entregue às batidas – o espetáculo aconteceu, inclusive, no ano em que se celebra os 25 anos da música eletrônica no Rock in Rio. A festa se espalhou por toda a Cidade do Rock. No New Dance Order, a pista permaneceu em movimento durante toda a noite, enquanto o Palco Mundo recebeu o retorno triunfal do Black Eyed Peas e a estreia do rapper Nelly no festival.
No Palco Sunset, NE-YO encerrou a programação com uma apresentação repleta de hits e momentos de conexão com o público, entre eles, quando desceu para cumprimentar os fãs que estavam nas grades. Antes, Jota Quest apresentou um repertório que homenageou Tim Maia, trazendo grandes sucessos do artista. Com diferentes ritmos, gerações e estilos, o terceiro dia mostrou a vocação do Rock in Rio para transformar a Cidade do Rock em uma grande pista de dança e celebrar a música em todas as suas formas.
Para quem viveu a experiência de perto, a noite foi difícil de resumir em palavras. “Foi incrível a energia! A vocalista do Black Eyed Peas cantou bem e foi muito simpática do início ao fim”, afirmou Eduardo Ferreira Campos, 36 anos, morador de Magé, no estado do Rio de Janeiro, que aproveitou para elogiar também os efeitos visuais no Palco Mundo. “De qualquer lugar dá para você curtir o show com esse telão. Tem gente que vem com os pais, que são mais idosos; tem gente que vem com os filhos, que são crianças, e que não querem ficar muito na frente. Dá para todo mundo curtir. E essas projeções, especialmente do show, ficaram muito boas”, elogiou.
Já Lucca Fortuna, 29 anos, DJ do Rio de Janeiro, esteve no Rock in Rio para ver Calvin Harris e aprovou a escolha do DJ como headliner: “Achei sensacional! Colocar um DJ é uma escolha inusitada para um festival que vem do rock, que tem toda uma história desde 1985 e com tantas bandas brasileiras, mas acredito que a música é uma linguagem realmente diversa e simultânea”.
Foto: divulgação/Approach
Calvin Harris transforma o Palco Mundo em uma pista de dança a céu aberto
Calvin Harris encerrou a programação do Palco Mundo em uma apresentação que uniu alguns dos maiores sucessos da música eletrônica e do pop contemporâneo a uma grandiosa produção visual. Com cerca de 80 milhões de ouvintes no Spotify e mais de 35 bilhões de streams acumulados na carreira, o artista levou ao palco uma experiência audiovisual marcada por imagens no telão e uma iluminação a laser que ampliou a atmosfera de festa na Cidade do Rock. Harris chegou ao festival com um repertório repleto de hits, como One Kiss, We Found Love, This Is What You Came for e Summer, e fez história como o primeiro DJ a ocupar a posição de headliner do Palco Mundo.
Antes do headliner, o Black Eyed Peas fez um retorno espetacular ao Rock in Rio. Em uma apresentação repleta de efeitos visuais e hits, Will.i.am, apl.de.ap e Taboo comandaram o palco ao lado de J. Rey Soul, que entregou presença, atitude e potência vocal. Com seis Grammys e uma trajetória marcada pela mistura de hip-hop, pop e música eletrônica, o grupo transformou a Cidade do Rock em uma enorme pista de dança ao som de sucessos como I Gotta Feeling, Pump It, Rock that Body e Don’t Lie. A apresentação também ganhou sotaque carioca com a inclusão de clássicos do funk, como Rap do Silva, que contou com a participação de Papatinho. O público ainda pôde conferir em primeira mão a parceria inédita entre os artistas na apresentação da música We Live up in Here. Em outro momento, o filho do baterista Keith Harris subiu ao palco e sentiu na pele a energia do público no maior festival de música e entretenimento do mundo.
Segundo artista da noite no espaço foi Nelly, que se apresentou com uma camisa do Brasil e um setlist recheado de hits. Em sua estreia no festival, o rapper de St. Louis revisitou sucessos que ajudaram a definir o hip-hop dos anos 2000, como Ride With Me. Antes de Dilemma, o cantor pediu e ganhou dos fãs uma plateia iluminada pelas lanternas dos celulares. Com três Grammys e uma carreira que soma seis álbuns no top 10 da Billboard 200, Nelly fechou o show com Just a Dream, mostrando que seu repertório continua atravessando gerações.
A abertura do palco ficou por conta de um encontro histórico. O Barão Vermelho – Encontro Formação Original reuniu Roberto Frejat, Guto Goffi, Mauricio Barros e Dé Palmeira, com participação especial de Fernando Magalhães, em uma apresentação que resgatou a ligação da banda com o Rock in Rio e homenageou Cazuza. Presente na primeira edição do festival, em 1985, o grupo abriu o terceiro dia ao som de clássicos como Meus Bons Amigos, Pense e Dance e Bete Balanço, conectando e empolgando diferentes gerações do rock brasileiro.
Foto: divulgação/Approach
No Sunset, sucessos, brasilidade e música para cantar junto
A abertura do Palco Sunset neste domingo ficou por conta do duo Calema. Sucesso em Portugal, onde já passaram pelo Rock in Rio Lisboa em junho, os irmãos de São Tomé e Principe fizeram sua estreia na Cidade do Rock com uma apresentação repleta de referências culturais. A apresentação contou com canções como A Nossa Vez e Vai e teve Dilsinho como convidado especial. Com o pagodeiro, a dupla cantou Leva Tudo.
Na sequência, foi a vez do BaianaSystem incendiar a plateia em um show repleto de participações especiais. Entre elas, a atriz e cantora Alice Carvalho, que assina a direção do espetáculo e vem se apresentando com a banda; Antônio Carlos e Jocafi; o projeto Afrossinfonicas; e o jamaicano Ranking Joe. A apresentação também foi marcada por referências ao folclore brasileiro e revisitou diferentes momentos da trajetória do premiado grupo, com sucessos como Água e Sulamericano, além de Balacobaco, parceria com Anitta.
O terceiro show do Palco Sunset trouxe uma das mais populares bandas de pop rock do Brasil, Jota Quest, em uma homenagem ao “síndico” Tim Maia. O repertório, composto exclusivamente por canções do artista, contou com sucessos como Dance Enquanto é Tempo, que abriu o show, e Acenda o Farol. Um dos momentos mais emocionantes foi a participação do cantor e ator Tony Tornado. Aos 97 anos, um dos precursores da black music no Brasil e grande amigo de Tim Maia, ele emprestou sua voz marcante ao clássico Sossego. Na reta final, Rogério Flausino desceu do palco para interagir com o público e foi iluminado por um mar de lanternas ao som de Você. Na sequência, emendou As dores do Mundo antes de receber Negra Li para cantar Descobridor. A apresentação terminou em clima de celebração, com Não Quero Dinheiro.
Foto: divulgação/Approach
Encerrando a programação, NE-YO revisitou os grandes sucessos de uma carreira que ajudou a moldar o R&B e o pop das últimas duas décadas. Dono de músicas como So Sick, Miss Independent e Closer, o cantor conduziu o público por uma sequência de hits.
New Dance Order convida o público a dançar por um mundo melhor e mantém a festa até o último beat
O movimento Dance For a Better World abriu o terceiro dia do New Dance Order com muita energia, celebrando o amor, a paz e a diversidade em um espetáculo de luzes, coreografias e, é claro, música eletrônica. A mensagem tocou o estudante Davi Fonseca, de 18 anos. “Um recado muito importante, principalmente hoje em dia. Achei tudo muito bonito e bem feito”, afirmou. Milena Vianna, também estudante de 18 anos, destacou o uso de LEDs no espetáculo. “Foi uma abertura linda. O uso de LEDs e luzes deixou o espetáculo bem imersivo, foi muito legal”, declarou.
A celebração da música eletrônica, que nesta edição completa 25 anos no Rock in Rio, seguiu com Sofi Tukker, que levou ao palco sua mistura característica de música eletrônica, performance e referências globais, colocando o público em movimento desde os primeiros minutos. O Casa Bonita, projeto formado por Brisotti e Viot, apresentou uma proposta que combina diferentes referências da cena eletrônica. Na sequência, Liu preparou o terreno com sua sonoridade sofisticada, até o NDO encerrar a programação com o trio MEDUZA. Referência internacional da música eletrônica, o grupo levou à pista uma sequência de batidas envolventes e manteve a energia da Cidade do Rock em alta até o último beat.
Foto: divulgação/Approach
Espaço Favela, Supernova e Global Village celebram diferentes sotaques da música
A festa também se espalhou pelos outros espaços da Cidade do Rock. No Espaço Favela, Budah abriu a programação, seguida por Rael, que levou sua poesia e seu discurso de consciência social ao público com uma apresentação inspirada nas rádios comunitárias. Para fechar a noite no espaço, Xamã revisitou sua história com show que passeou entre o rap, o trap, o funk e referências da música brasileira. Acompanhado por uma banda e por um DJ, o artista apresentou sucessos como Malvadão e Leão, parceria com Marília Mendonça. Xamã também passeou pelo projeto Poesia Acústica e mostrou no Espaço Favela toda sua evolução como artista desde sua estreia nos palcos do Rock in Rio, em 2019.
No Supernova, O Escritório deu início à programação, seguido por Bayside Kings e Matanza Ritual, até o especial Blitzkrieg Psycho Bop – Ramones 50 Years, com João Gordo e Asteroides Trio, em comemoração as cinco décadas de uma das bandas mais influentes da história do punk rock. Já no Global Village, Bento Gil convidou Flor Gil para abrir a noite em uma celebração da música brasileira e da herança musical da família Gil. Mãeana veio na sequência, com sua sonoridade autoral e contemporânea, antes de Mohamed Ramadan encerrar a programação com a força do pop árabe e colocar o público para dançar.
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Entre os dias 5 e 8 de setembro, no Expo Center Norte, distribuidora apresenta quatro ambientes instagramáveis inspirados nos lançamentos Khamrah Waha, Ana Abiyedh Passion, Fahad e Petra Viola
A Rebaj, uma das principais distribuidoras internacionais de perfumes árabes do Mercosul, participa pelo segundo ano consecutivo da Beauty Fair, de 5 a 8 de setembro, no Expo Center Norte, em São Paulo. Ao lado da Lattafa, a empresa aposta em um estande que combina experiência de marca, geração de conteúdo e relacionamento com os principais públicos do mercado de beleza.
Após a estreia em 2025, a Rebaj retorna com uma estrutura ainda mais imersiva, pensada para ampliar a interação com visitantes e potencializar a produção de conteúdo para as redes sociais. O espaço reúne quatro áreas temáticas inspiradas nos lançamentos Khamrah Waha, Ana Abiyedh Passion, Fahad e Petra Viola, traduzindo visualmente o universo de cada fragrância.
“A Beauty Fair é um momento muito importante para nós porque reúne consumidores, lojistas, distribuidores, profissionais de beleza, imprensa e criadores em um só lugar. Nosso objetivo é aproveitar essa conexão para apresentar a força da Lattafa e mostrar a dimensão do trabalho que a Rebaj vem construindo no mercado brasileiro”, afirma Samir Jaber, CEO e fundador da Rebaj.
Mais do que uma presença institucional, a participação da marca na feira reforça a estratégia de crescimento da Rebaj no Brasil, fortalecendo conexões comerciais e ampliando a visibilidade da perfumaria árabe no país.
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Marca apresenta sua entrada no segmento de unhas e revela ao público detalhes do próximo lançamento de maquiagem
A Boca Rosa participa pela primeira vez da Beauty Fair, maior feira de beleza da América Latina, em uma parceria com Mundial e Impala. As marcas ocupam um estande de mais de 160 m², com uma collab voltada ao mercado de unhas. A parceria marca a entrada da Boca Rosa em uma nova categoria e apresenta a primeira linha de esmaltes Efeito Gel da Impala. A coleção é composta por 10 esmaltes, uma base, um top coat e dois alicates.
A nova linha traz esmaltes com brilho intenso e acabamento de impacto, sem necessidade de cabine. Os produtos contam ainda com pincel flat e fórmula vegana e hipoalergênica. Além da novidade
no segmento de unhas, a estreia na Beauty Fair também é marcada por um spoiler de um dos próximos lançamentos da Boca Rosa no mercado de maquiagem: a nova Base Líquida, que chega em 50 tons de Brasil, acompanhada de 16 tons de Corretivo Líquido.
No estande, os visitantes podem testar os produtos com maquiadoras profissionais e descobrir a combinação ideal para sua pele, além de garantir seu espaço na pré-venda oficial da base, um dia antes do lançamento, que será no dia 6 de outubro.
(Foto: divulgação/Boca Rosa)
“A Beauty Fair é um momento muito importante para a gente, porque é quando conseguimos estar ainda mais perto do nosso público. A base líquida chega com 50 tons, e isso tem muito a ver com o que acreditamos: dar mais opções para que cada pessoa encontre o seu tom e se sinta representada. E, para deixar o momento ainda mais especial, também fazemos nossa estreia na categoria de unhas ao lado de Mundial e Impala. Essa parceria tem tudo a ver com a Boca Rosa e com a nossa vontade de levar a marca cada vez mais para diferentes momentos da rotina de beleza das brasileiras”, completa Bianca Andrade, CEO e fundadora da marca.
O espaço reúne ainda mais de 74 SKUs ativos para venda, incluindo produtos de destaque do portfólio da Boca Rosa, como o Stick Pele, líder de vendas da marca e disponível em 50 tons, os Pós Compactos, em sete tonalidades, e os três Pós Translúcidos.
Para a estreia na feira, o estande também foi desenvolvido com elementos visuais da campanha da collab. O ambiente é instagramável e imersivo, permitindo que os visitantes conheçam os lançamentos, testem os produtos e tenham contato com diferentes categorias do portfólio. A participação no evento marca um novo momento para a Boca Rosa, que amplia sua atuação no mercado de beleza enquanto antecipa ao público uma das principais novidades de sua próxima fase na maquiagem.
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Até 13 de setembro, a Bienal do Livro reúne editoras e autores que merecem um lugar especial na sua lista de descobertas. Confira algumas delas!
A tão esperada Bienal do Livro de São Paulo chegou e, até 13 de setembro, estará unindo diversos leitores pela magia das páginas. Além de ser um lugar perfeito para ampliar os títulos da sua estante, o evento é ótimo para conhecer novas editoras e autores, que buscam seu espaço no mundo literário.
O Entretetizei selecionou alguns achadinhos que valem a sua atenção e um espacinho na sua estante!
Editoras
Barraco Editorial – Estande: Travessa 46
Imagem: reprodução/Barraco Editorial
A Barraco Editorial foi fundada em 2023 e, desde então, tem trabalhado com um único propósito: ecoar a cultura negra periférica, disseminar a luta antirracista e criar espaço para a publicação de autores independentes da periferia do Brasil, com histórias para públicos que vão do infantil ao adulto.
Entre seus títulos estão: Ori: Encontros Mágicos, Maria Firmina dos Reis, Presente!, Eu Te Amo, Ivan, Dias sem Glória, O Rebento do Ódio, O Diabo na Mesa dos Fundos e Viela Ensanguentada.
Zapata Edições – Estande: Mesa 12
Imagem: reprodução/Bienal do Livro
O selo Zapata Edições, há 15 anos, trabalha com histórias em quadrinhos que se passam no Brasil. Seus autores abordam temas e peculiaridades que só quem é brasileiro vai identificar e sentir como aquele abraço no peito.
De histórias em campos de futebol a um herói que surgiu em Osasco City, seus títulos incluem: Piratas do Cangaço: A História de Biu Marrento, São Paulo dos Mortos, Em Cantos da Mata, Tempo Discos – O Perigoso Pagode do Gerson, Zémurai e muito mais.
Editora Sunbee – Estande: K33
Imagem: reprodução/Bienal do Livro
A Sunbee nasceu em 2024 com o objetivo de criar espaço para uma literatura que promove respeito, aceitação e igualdade, valorizando a causa LGBTQIAPN+.
Duas amigas acreditavam que o espaço editorial não estava suficientemente representativo e se uniram para trazer livros mais plurais, que abordam diferentes temáticas e promovam a inclusão, por meio de histórias que levam os leitores a outros mundos.
Estão em seu catálogo: A Fera do Palacete, A Princesa e a Plebeia, Borboletas da Morte, Flor de Laranjeira, Um Farol no Fim do Mundo, Para Aqueles que Vivem, Azul da Cor do Mar, Origem do Universo e muito mais.
Estante Volante – Estande: Travessa
Imagem: reprodução/Bienal do Livro
A Estante Volante é um mundo para os pequenos leitores que começou, em 2015, como uma página de vendas. O crescimento foi tanto que suas criadoras passaram a desenvolver seus próprios livros e, em 2018, a primeira publicação da editora chegou às prateleiras.
Entre seus títulos estão: Dia, Animado Dia, Um Gato Muito Gaiato, O Caranguejo Sertanejo, Lila Liloca e o Tesouro Escondido, A Viagem de Porquito Gruh, O Tesouro dos Mil Livros e muitos outros.
Autoras
Sandra Braik – Estande: Travessa 21
Imagem: reprodução/Bienal do Livro
A autora é graduada em Comunicação Social e pós-graduanda em Literatura para Crianças e Jovens e em Literatura – Formação para Escritores. Sandra Braiktem um trabalho focado em livros diferentes do comum e criativos, que possam se conectar com seus leitores por meio de risadas e emoção.
Seus livros são: Gravi(dez)dade, O Biscoito da Sorte Azarado, O Biscoito da Sorte Azarado 2 e Mulheres no Imobiliário.
Stefanie Cabanelas – Estande: Travessa 42
Imagem: reprodução/Bienal do Livro
Se você busca uma imersão na cultura sul-coreana, conheça Stefanie Cabanelas.
Seus livros apresentam diferentes personagens que carregam em si a cultura da Coreia do Sul. Suas histórias, além do cenário, vêm acompanhadas de uma playlist perfeita para uma viagem completa ao outro lado do mundo.
Na Bienal, a autora estará com exemplares autografados, ecobags e peças de crochê inspiradas na cultura K-pop.
Seus livros são: Dia de Primavera e Um Verão Entre Nós.
Sofia Osório – Livraria Poison Books, dia 9, a partir das 18h; Espaço Cordel e Repente, dia 13, às 13h
Imagem: reprodução/Instagram @sofiaosoriodc
Sofia Osório, uma autora independente, além dos estandes oficiais, estará na Bienal do Livro todos os dias, realizando uma cobertura independente. A autora de Celeste e a Princesa Lazúli andará pelos estandes com brindes e estará disposta a conversar com todos.
Ela é escritora, jornalista e pós-graduada em edição e gestão editorial. Seus três livros publicados são: Medos Rabiscados, Criativando Livrementee Celeste e a Princesa Lazúli.
Clara Haddad – dias 7, às 15h, e 12, às 16h, no estande J36 da Telos Editora
Além de narradora de histórias, biblioterapeuta, atriz, formadora e editora, Clara Haddad também é escritora. Nesta Bienal, ela estará presente no estande da Telos Editora em diferentes dias e horários, com suas histórias Na Minha Casa, O Garimpeiro de Palavras, A Velhinha e o Porco, O Que é que o Crocodilo Come ao Meio-Dia?, A Narradora de Histórias e Poeira das Estrelas, trabalhos que buscam inspirar, educar e entreter por meio da literatura infantil.
Seus livros são publicados no Brasil e em Portugal, em inglês e português.
Além desses nomes, a Bienal Internacional do Livro de São Paulo estará repleta de outras editoras e autores que esperam para te conhecer! Aproveite a oportunidade e encontre novos universos!
Você já conhecia algum desses nomes? Depois, conta pra gente através das nossas redes sociais – Instagram, Facebook e X – e, se você gosta de trocar experiências literárias, venha participar do Clube do Livro do Entretê!
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