A prévia de 18 segundos trouxe um gostinho da expansão da franquia
Foto: reprodução/Instagram @disneyplusbr
Para comemorar o início das gravações no dia 10 de setembro, o Disney+ disponibilizou o primeiro teaser da nova série do universo Prison Break.
Chamada Prison Break: Black Creek, a obra vai contar com uma nova sinopse. A série vai focar em um ex soldado que virou agente penitenciário e que aceitou uma oferta para trabalhar em uma das prisões mais perigosas do Estados Unidos, tudo para provar o quão longe ele iria por alguém que ama.
Boa parte do elenco já está confirmado: Emily Browning como Cassidy, Georgie Flores como Andrea, Clayton Cardenas como Michael/Ghost, Lukas Gage como Jackson, Drake Rodger como Tommy, JR Bourne como Junior, e Myles Bullock como Darius/ “Red.” Também há nomes como Sam Trammell e Sean Bridgers.
Confira a prévia:
Relembre a série Prison Break
Foto: divulgação/Fox
Original da Fox e criado por Elgin James, Prison Break conta a história de Michael Scofield, que rouba um banco para ser preso no mesmo lugar que o irmão, Lincoln Burrows, que está lá injustamente. O personagem principal faz isso para planejar uma fuga e tentar provar a inocência de Lincoln.
Durante suas cinco temporadas, os personagens passam por dificuldades, lutam contra um complô policial e precisam fugir sempre para não serem presos de novo.
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Produção baseada no mangá de Muneyuki Kaneshiro e Yusuke Nomura reúne jovens atacantes em uma disputa pelo futuro da seleção japonesa
O clima da copa do mundo acabou em julho, mas está de volta agora em setembro! O live-action do famoso anime Blue Lock chegou aos cinemas brasileiros na última quinta (10) com uma que trama promete grandes disputas e muito futebol.
A produção adapta o mangá Blue Lock, escrito por Muneyuki Kaneshiro e ilustrado por Yusuke Nomura. A obra também ganhou uma adaptação em anime em 2022.
Imagem: reprodução/Globo Esporte
O longa conta com direção de Yûsuke Tak, mesmo diretor de Amor Em Águas Turvas (2023), e roteiro de Tetsuo Kamata, conhecido por ter roteirizado Black Night Parade (2022), produção do estúdio CREDEUS e distribuição no Brasil feita pela Sato Company.
A aventura
A trama começa depois de uma derrota da seleção japonesa na Copa do Mundo. Para mudar o desempenho do país, a União Japonesa de Futebol cria o Blue Lock, um programa de treinamento destinado a encontrar o melhor atacante do mundo.
Ao todo, 300 jovens atacantes são reunidos em uma espécie de competição de sobrevivência com o objetivo de encontrar aquele que será capaz de levar o Japão ao título mundial.
O ator Fumiya Takahashi dará vida ao protagonista Yoichi Isagi, um jovem atacante que entra no projeto buscando se tornar o principal jogador do Japão.
Imagem: reprodução/Toho
Elenco e trilha sonora
O elenco também conta com Kaito Sakurai interpretando Meguru Bachira, Kyōhei Takahashi como Hyoma Chigiri, Kota Nomura no papel de Rensuke Kunigami, Keito Tsuna dá vida a Mikage Reo e Masataka Kubota como Jinpachi Ego.
Imagem: reprodução/Crunchyroll
O site oficial também lista Yuzuru Aoki, Takumi Nishigaki, Soma Tomimoto, Yuki Kura, Keisuke Higashi e Mei Hata entre o elenco.
A música-tema do filme, Monstruo ficou por conta da cantora japonesa Ado. A música foi produzida pela dupla Giga & TeddyLoid, com letra de Ryo, do grupo Supercell. A ideia trazida no título reflete a trama do filme de despertar o monstro interior dos jogadores.
Confira o trailer na íntegra
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Festival termina com momentos que entraram para história e números superlativos que ajudam a dimensionar a grandiosidade da Cidade do Rock
O Rock in Rio 2026 chegou ao fim neste domingo (13) com uma noite repleta de atrações de diferentes gêneros musicais em todos os seus palcos. Encerrando com chave de ouro a edição que marcou a nova era do Palco Mundo, Twenty One Pilots fez sua estreia no festival entregando um show emocionante e repleto de energia, coroando uma edição marcada por momentos históricos: da apresentação lendária de Elton John à chegada do K-pop. Este ano, mais de 700 mil pessoas circularam pela Cidade do Rock para aproveitar os 190 shows, mais de 1300 artistas e 45 apresentações internacionais, que aconteceram ao longo dos sete dias de festival.
“Que bacana poder viver momentos como os que aconteceram nesta edição. A gente fala muitas vezes daquele primeiro Rock in Rio, em 1985, com o Freddie Mercury regendo a plateia de milhares de pessoas. Mas nós, aqui, também podemos viver momentos históricos. E que honra! A vida passa muito rápido, há um excesso de informação e uma quantidade de conteúdo que a gente mal consegue digerir. Não podemos deixar passar batido uma declaração de amor de um cara como o Elton John para o Brasil. A gente tem que valorizar e entender o quanto o Brasil entregou para um artista dessa dimensão. E não vamos deixar isso ser esquecido nunca”, afirmou Roberta Medina, vice-presidente da Rock World, em coletiva realizada na tarde deste domingo (13), na Cidade do Rock.
No Palco Mundo, que em 2026 ganhou um telão de LED de 2,4 mil metros quadrados, a noite teve início com o furacão Ivete Sangalo que, como de costume, incendiou o público da Cidade do Rock com um setlist recheado com sucessos mais conhecidos como Macetando, Poeira, Energia Gostosa, Dançando e Pequena Eva. Em sua 20ª apresentação no Rock in Rio, contando as edições do Rio de Janeiro, Lisboa, Madri e Las Vegas, Mainha, levou para o festival o show A La Sangalo, no qual inclui canções como NUEVAYoL, de Bad Bunny, e Corazón Partío, que já ganhou uma gravação na voz da baiana, em parceria com Alejandro Sanz.
Foto: divulgação/Approach
Lola Young fez sua estreia no país entregando uma performance que mostrou toda potência de sua voz. A artista comprovou a fama dos fãs brasileiros, elogiando o público que correspondeu à altura e apoiou a artista do início ao fim, mesmo sob a chuva. Em Spiders, ficou visivelmente emocionada e confessou ao público suas reflexões sobre guerras e inteligência artificial para, em seguida, dizer: “Vocês são a melhor plateia da minha vida”. O show terminou com Messy, hit mundial que rendeu a Lola Young o Grammy Awards e o BRIT Award, em um grande coro na Cidade do Rock.
A penúltima artista a se apresentar no Palco Mundo foi Halsey que, em sua estreia no festival, literalmente, colocou fogo por toda a extensão do espaço. A norte-americana entregou um show performático, desceu até a grade para cantar perto dos fãs e, na sequência, pediu que a plateia acendesse as lanternas do celular em Without Me. No repertório, que passeou por versões mais roqueiras de sua discografia, a artista ainda apresentou os sucessos Hurricane e Closer.
O Twenty One Pilots encerrou a programação do Palco Mundo com um show de alta intensidade, combinando rock e uma produção marcada pelo dinamismo de Tyler Joseph e Josh Dun. Em sua estreia no Rock in Rio, o duo revisitou diferentes fases da carreira em um repertório que passou por sucessos como Heathens, Shy Away e Jumpsuit, além de apresentar músicas mais recentes, como Overcompensate, que abriu o show. A apresentação também foi marcada pela intensa interação com a plateia: em diferentes momentos, os músicos foram suspensos pelo público em pequenas plataformas – ao final, inclusive, tocando tambores em cima do público. Josh Dun ainda escalou uma estrutura para tocar bateria das alturas. Já na reta final, Jonathan, segurança do festival e fã da banda, ganhou uma surpresa especial e subiu ao palco para cantar Ride, um dos clássicos do duo. Em uma noite de estreia, o Twenty One Pilots transformou o Palco Mundo em parte do espetáculo e encerrou a edição com o público no centro da cena.
Palco Sunset tem Zara Larsson como headliner deste domingo
Foto: divulgação/Approach
A abertura do Palco Sunset foi marcada pelo show Carol Biazin convida Joyce Alane, encontro de duas vozes da nova geração da música brasileira. Biazin iniciou a apresentação transitando pelo pop rock e R&B, com canções como Dilemas da Vida Moderna e Sou do Mundo. Quando Joyce Alane subiu ao palco, as duas cantaram juntas Tudo com Você, parceria entre as artistas. Em seguida, Joyce assumiu os vocais para apresentar Idiota Raiz, feat com João Gomes, levando ao festival sua mistura de pop e referências da música nordestina.
Em seguida foi a vez do Pará brilhar com a estreia de Joelma no Rock in Rio. A artista emendou clássicos da carreira como Anjo, A Lua Me Traiu e Passe de Mágica, reservando espaço para seu tradicional momento de “bater cabelo” com o público. A apresentação contou com participação especial da Rainha do Tecnomelody, Viviane Batidão, que fez a temperatura subir em Balanço do Norte e Vem Meu Amor.
Foto: divulgação/Approach
Marina Sena levou um show performático e cheio de personalidade, que ganhou ainda mais força com a participação especial de Céu. Diante de um público que lotou o espaço mesmo sob a chuva, a cantora abriu a apresentação com Numa Ilha e Coisas Naturais e transitou por diferentes momentos do repertório, com destaque para Carta de Maria, Ouro de Tolo e uma versão mais lenta de Por Supuesto. Ao lado de Céu, Marina cantou Varanda Suspensa e Malemolência. O show terminou em alta, com Carnaval e Desmitificar, reforçando o carisma da artista.
A headliner do Palco Sunset fez uma apresentação marcada pelo carisma e pela interação com o público. Zara Larsson surgiu vestida com um top verde e amarelo, entregando não só potência vocal, mas também muita interação e coreografias vibrantes, suas marcas registradas, com direito a um quadradinho – famoso no funk carioca. A artista chamou ao palco o fã Sayron, que recebeu a já tradicional camisa grafitada por Larsson, e entregou passos precisos e muito vogue ao dançar Lush Life. Em Midnight Sun, o protagonismo foi da plateia: diversas pessoas entraram na trend e ergueram os amigos no ar. Em uma noite de muita dança e conexão, Zara deixou o público cantando, dançando e reproduzindo suas coreografias até o fim.
Rock in Rio em números: um festival de superlativos
Os números ajudam a dimensionar a grandiosidade de uma das maiores experiências de música e entretenimento do mundo. Ao longo de sete dias, o Rock in Rio reuniu mais de 700 mil pessoas na Cidade do Rock, sendo 49% vindas de fora do estado do Rio de Janeiro, com fãs de 89 países, e movimentou um impacto econômico de R$ 3,36 bilhões. O festival gerou ainda 33,9 mil empregos diretos e indiretos e credenciou 30 mil pessoas para atuar na operação. Na programação, foram 190 shows, mais de 1300 artistas e 45 apresentações internacionais.
Mais do que números, a edição de 2026 reforçou a capacidade do Rock in Rio de transformar a Cidade do Rock em uma verdadeira cidade temporária, com uma operação de grande escala para receber o público. Para colocar tudo de pé, foram mobilizados 120 quilômetros de fios elétricos, distância equivalente a aproximadamente 16 voltas na Lagoa Rodrigo de Freitas; 90 mil m² de grama sintética; 65,85 toneladas de cenografia nos palcos; e 5.136,50 m² de painéis de LED. A estrutura de atendimento contou ainda com 1314 banheiros e 168 bebedouros distribuídos pela Cidade do Rock. O aplicativo oficial acompanhou a jornada do público antes e durante o festival, com 530 mil downloads ao longo da edição, média de 170 mil acessos diários e mais de 100 mil bebidas vendidas antecipadamente.
A experiência também começou antes de chegar à Cidade do Rock. Ao longo dos seis dias de festival, a operação de transportes garantiu o deslocamento de milhares de pessoas: cerca de 300 mil passageiros utilizaram o BRT Expresso Rock in Rio, enquanto o metrô registrou aproximadamente 240 mil embarques por dia durante o evento. Já o Primeira Classe transportou cerca de 150 mil pessoas, conectando a Cidade do Rock a mais de 40 destinos.
Uma cidade de experiências, sabores e encontros
A gastronomia também ocupou espaço de destaque na experiência do público. Durante a edição, a Gourmet Square recebeu mais de 165 mil pessoas ao longo dos seis dias de festival, enquanto, na Área Vip, foram consumidas 80 toneladas de comida. O Rock in Rio Club recebeu até mil pessoas simultaneamente e mais de 2,5 mil pessoas por dia durante o festival. A operação também vendeu diariamente mais de 500 hambúrgueres inspirados no Rock in Rio Café.
Na Capela da Rota 85 foram realizadas 1260 celebrações do amor, uma média de 180 por dia, e quatro casamento oficiais. Entre as experiências, o ECCO, by Lightwire, espetáculo sensorial e imersivo em 360° criado exclusivamente para o Rock in Rio 2026, emocionou mais de 25 mil pessoas que passaram pela Arena 1. Ao todo, as experiências da Cidade do Rock foram vivenciadas por mais de 266 mil pessoas nesta edição.
Por Um Mundo Melhor: impacto que continua depois do festival
A dimensão do Rock in Rio também se estende para além dos dias de evento. Na parceria com a Ação da Cidadania, mobilização nacional de combate à fome, foram contabilizados mais de 866 mil pratos de comida doados até o fim desta edição. O volume de refeições foi acompanhado diariamente, em tempo real, pelo “Pratômetro” instalado na Cidade do Rock.
A gestão de resíduos foi outra operação de grande escala. Ao longo do festival, a Comlurb recolheu 40 toneladas de resíduos por dia, sendo 80% de materiais potencialmente recicláveis. Deste total, 34,5% já foram triados por 22 catadores e 60 catadoras. Um total de 82 postos de trabalho foram criados, com a participação de seis cooperativas. O valor da diária dos catadores envolvidos na ação é 248% maior do que o salário-mínimo nacional proporcional ao dia de trabalho.
O compromisso com o impacto positivo também se estende para depois do festival. O leilão teve itens assinados por 42 bandas/atrações, incluindo guitarras autografadas por Bring Me The Horizon, Foo Fighters e Gilberto Gil, camisetas assinadas por Calvin Harris, Nova Twins, João Gomes, NEXZ e HWASA, entre outros, como vinis, setlists e baquetas. O leilão tem início na segunda, 14 de setembro, e segue até o dia 25 deste mês.
Música, encontros e diferentes sotaques na Cidade do Rock
Com a plateia cheia, Marvvila levou o vozeirão e a força do pagode carioca ao Espaço Favela, em uma apresentação marcada pela participação de convidadas como Amanda Amado, Mannda Lym e Aline Wirley, ex-integrante do Rouge. No repertório, sucessos como Acredita e A Pagodeira dividiram espaço com clássicos do samba e do pagode, além de uma versão de Killing Me Softly with His Song, em arranjos acompanhados pela banda completa e pelo cavaquinho de Ayla Albuquerque.
Foto: divulgação/Approach
Em sua estreia no Rock in Rio, Suel fez uma viagem no tempo pelos sucessos que marcaram sua trajetória à frente do Imaginasamba, como Dúvida e Para de Pirraça. O repertório também trouxe clássicos do pagode, como Derê, do Soweto, e Deixa Acontecer, do Grupo Revelação. O EspaçoFavela encerrou a programação deste domingo (13) com o baile funk comandado por DennisDJ. Com telões de LED, efeitos visuais e luzes sincronizadas, o produtor levou uma estrutura de grande porte ao palco e colocou o público para dançar ao som de hits como Malandramente, Tá OK e Deixa de Onda. A apresentação também contou com uma homenagem a Mr.Catra, participação de Tília e um momento especial com o Coral das Quebradas.
O palco Supernova começou o último dia de festival com o rapper AR Baby, que apresentou seu novo álbum, Mestiço, e sucessos como Fundamentos das Ruas, parceria com L7nnon. Em seguida, Bruna Black fez o público dançar com sua musicalidade influenciada pelos vizinhos nordestinos. A artista apresentou parcerias com Jota.pê e ÀVUÀ, em Conte Comigo, e com ChicoCésar, em Marrom Cremoso. A terceira atração da noite foi Sant, que fez um show lotado e deu spoiler do novo álbum, além de presentear os fãs com artes produzidas durante a apresentação pelo criador das capas de seus discos. Encerrando a programação do Supernova nesta edição, Lourena apresentou o show de sua turnê acústica, com participações de Sant e 3030, e levantou o público com hits como Dizeres.
No GlobalVillage, Kynnie surgiu vestida de freira e acompanhada por dançarinos segurando bíblias, em referência ao filme Mudança de Hábito. Ao longo da apresentação, o repertório combinou músicas próprias, como Pegada de Vilã, Me Curar e Pretinho, entre outras, com arranjos de músicas de Lauryn Hill e Snoop Dogg. Kynnie também prestou homenagem a PretaGil ao cantar Oro, música que gravaram juntas.
Já LucyAlves foi a segunda artista a se apresentar no palco, com sua sanfona e seu gingado, cativando o público e transformando o espaço em um grande forró. “Esse festival é sobre tocar as pessoas com a música”, disse a cantora, reforçando a gratidão por passar pelo Rock in Rio.
No fim do dia, Haley Smalls fez sua estreia no Brasil. A cantora canadense encantou a plateia, arriscou algumas palavras em português e agradeceu ao público pela hospitalidade.
No NewDanceOrder, o último domingo do Rock in Rio foi dedicado à música eletrônica, reunindo diferentes vertentes da cena em uma sequência de apresentações que manteve a pista aquecida até a madrugada. A programação começou com o Dawn Patrol, projeto que reúne Maz, Antdot, Riascode e Bakka, seguido por Illusionize, Roddy Lima e John Summit, que encerrou a noite. Os artistas conduziram o público por diferentes atmosferas e sonoridades da música eletrônica, em uma programação marcada por sets dançantes, forte conexão com a pista e energia crescente até o fechamento do festival.
Qual experiência mais te marcou nesses dias de festival?Contem pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Palcos da Cidade do Rock recebem diversos gêneros, que vão do pop ao forró, passando pelo folk e o piseiro. No New Dance Order, Alok apresentou um encontro especial em família, com pai, mãe e irmão, mostrando que a cena eletrônica atravessa gerações
A Cidade do Rock viveu neste sábado (12) uma verdadeira festa dos hits. Do funk brasileiro ao reggaeton, passando pelo pop e pelo rock, o Palco Mundo reuniu quatro atrações que fizeram o público cantar, dançar e celebrar do início ao fim. A primeira delas foi: PE-DRO SAM-PAI-O! O artista abriu a programação comandando, mais uma vez, o maior “Cavalinho” do mundo – depois de reunir 100 mil pessoas no Rock in Rio Lisboa. Pedro repetiu o feito no Rio de Janeiro colocando um mar de gente para dançar o hit. Na sequência, J Balvin trouxe a força do reggaeton latino para o evento. Demi Lovato combinou músicas de seu novo álbum, It’s Not That Deep, com sucessos que marcaram sua carreira, enquanto o Maroon 5 encerrou a noite com um repertório repleto de clássicos que fazem parte da trilha sonora de diferentes gerações.
Nos demais palcos, a diversidade musical também deu o tom do sábado. O Global Village recebeu o forró de Mestrinho, enquanto o Palco Sunset foi tomado pelo indie rock e pelo folk do Mumford & Sons. Já o New Dance Order teve mais uma noite de Alok, que voltou ao festival para uma apresentação especial ao lado do pai, da mãe e do irmão. O resultado foi um dia de hits, encontros e muita dança, embalada pela batida dos leques e por um público que cantou praticamente todos os refrões do começo ao fim.
Kátia dos Santos, 32, Flávia Almeida, 28, e Jéssica Albuquerque, 31, todas moradoras de Madureira e amigas de longa data, vieram ao Rock in Rio pela terceira vez. Kátia, fisioterapeuta, comenta que para ela e as amigas os melhores shows do dia foram do Pedro Sampaio e Demi Lovato: “A energia está muito incrível e o público é bem animado. Essa edição do Rock in Rio de 2026 é uma das mais ecléticas”. A fisioterapeuta disse ainda que curtiu muito o novo palco mundo: “Esses recursos tecnológicos deixam os shows ainda mais interessantes. A organização e os profissionais também merecem aplausos”.
Foto: divulgação/Approach
Pedro Sampaio abriu o Palco Mundo em uma apresentação pensada para transformar a Cidade do Rock em uma grande pista de dança, e o público correspondeu à altura, batendo leque e acompanhando as coreografias a cada comando da máquina de hits. O DJ, cantor e produtor levou para o festival sucessos como JETSKI, POCPOC e Sequência Feiticeira, além de repetir no Rio um feito que já havia protagonizado no Rock in Rio Lisboa: o maior “Cavalinho” já visto na história, realizado para 100 mil pessoas. Se em Lisboa ele fez um mar de gente “engatar a marcha ré”, no Rio repetiu a dose e mostrou que, no Rock in Rio, um Cavalinho para 100 mil pessoas pode acontecer duas vezes. A apresentação também ganhou força com bailarinos e uma produção visual que explorou a nova cenografia do Palco Mundo, que conta com 2400 metros quadrados de painéis de LED.
Um dos maiores nomes da música latina contemporânea, J Balvin levou ao Palco Mundo um repertório feito para não deixar ninguém parado. O colombiano revisitou sucessos como Mi Gente, Ginza e Downtown em uma apresentação que reuniu reggaeton, pop e elementos da música urbana. O balé ganhou destaque em uma rampa posicionada no centro do palco, que assumia novos contornos com as projeções de luz e complementava as imagens exibidas nos telões. Pedro Sampaio, que já havia incendiado o público mais cedo, voltou para uma participação em Perversa e, em seguida, as boas-vindas à Melody que entregou todo seu rebolado em Jetsky. A apresentação terminou com uma sequência de Ritmo, Que calor e In the Ghetto.
Demi Lovato trouxe para a Cidade do Rock um show que equilibrou o presente com os grandes momentos de sua carreira. A cantora apresentou músicas do álbum It’s Not that Deep, lançado em 2025, como Fast e Kiss, ao lado de sucessos como Heart Attack, Confident, Skyscraper, Give Your Heart a Break e Tell Me You Love Me. O repertório reforçou uma das principais características de seus shows: a combinação entre potência vocal, dança, emoção e conexão direta com os fãs – arriscando até algumas palavras em português.
Encerrando a programação no espaço, Maroon 5 entregou uma coleção de sucessos que transformou a Cidade do Rock em um enorme coro. Com mais de duas décadas de carreira, a banda revisitou músicas como This Love, She Will Be Loved e Moves Like Jagger, entre outros hits que ajudaram a construir sua trajetória internacional. O repertório do grupo é justamente um dos grandes trunfos de suas apresentações ao vivo: músicas reconhecidas por diferentes gerações e capazes de fazer o público cantar do começo ao fim. E não foi diferente desta vez, quando Adam trouxe as primeiras letras de Sugar, que fechou as atividades do sábado no Palco Mundo.
Foto: divulgação/Approach
Palco Sunset celebra encontros entre gerações e diferentes sotaques da música
Abrindo o Palco Sunset neste sábado, Criolo, Amaro Freitas e Dino d’Santiago apresentaram o projeto colaborativo que une rap, jazz, MPB e ritmos afro-lusófonos, celebrando a ancestralidade e a conexão entre Brasil, Portugal e África. O show teve início com Esperança, música indicada ao Grammy Latino e que deu origem à parceria entre os três, alternando momentos de festa e reflexão. O repertório empolgou o público e contou ainda com E Se Livros Fossem Líquidos e Ela É Foda.
Os Gilsons foram a segunda atração a se apresentar, recebendo diversos convidados. O trio formado por José, Francisco e João Gil abriu o show embalando o público com baladas como Love Love e Pra Gente Acordar. Após a canção Proposta, o cantor Narcizinho se juntou aos artistas para Bem me Quer. Mas foi quando o Olodum subiu ao Palco que a temperatura subiu de vez com sucessos como Avisa Lá e Deusa do Amor. Quando o clima do carnaval de Salvador já tomava conta do público, a rainha Daniela Mercury surgiu com o clássico Nobre Vagabundo. A energia permaneceu lá no alto até o fim da apresentação com hinos como Suingue da Cor, Faraó e finalizando com Samba Enredo.
Se os Gilsons celebraram o carnaval de Salvador, João Gomes levou a folia pernambucana para a Cidade do Rock. Um cortejo de cultura popular, com pernas de pau, bonecos gigantes e personagens do folclore, comandado pelo Boi da Macuca, seguiu junto à Orquestra de Frevo pelo meio do público em direção ao Palco Sunset. Em seguida, a voz grave, marca registrada do artista, ecoou ao som de Eu Tenho a Senha. João Gomes mostrou que o piseiro e o forró, executados pelos instrumentos da Orquestra Brasileira, podem ganhar a grandiosidade e a potência de um grande espetáculo.
No Palco Sunset, Mumford & Sons encerrou a programação com sua mistura de folk e indie rock, marcada pelo uso de instrumentos acústicos, vocais potentes e grandes coros. Com sucessos como Little Lion Man, The Cave e I Will Wait, a banda britânica encantou toda a plateia que acompanhava atentamente e clorosamente cada faixa e transformou o espaço em um grande encontro entre público e artistas.
New Dance Order reúne a família inteira de Alok em noite histórica
A família de Alok tomou conta do New Dance Order neste sábado. A programação começou com Bhaskar, irmão do artista, que abriu a pista como o Special Opening do dia, seguido por Adam Sellouk e Gabe. Na sequência, o palco recebeu Ekanta e Swarup, pais de Alok e Bhaskar. O encontro ganhou o fechamento com Alok – Rave The World, em um espetáculo que trouxe drones para o público e reuniu toda a família em cima do palco em uma apresentação emocionante.
Foto: divulgação/Approach
Espaço Favela, Supernova e Global Village ampliam a festa
O show do trio carioca Soul de Brasileiro, formado por José Junior, Ge Vieira e Negra Silva, foi um verdadeiro espetáculo de musicalidade, energia e potência vocal na abertura das apresentações deste sábado no Espaço Favela. Crias da Vila Kennedy, os artistas estrearam no festival com um show baseado no álbum SOU. O público acompanhou de perto a mistura de soul e R&B com samba, jazz e MPB. A recepção coroou a história dos três amigos, que começaram cantando juntos na igreja e hoje levam a voz da comunidade para o palco do festival.
Na sequência, a estreia de Priscila Senna marcou um momento de forte apelo cultural ao transformar o espaço em um grande palco do brega pernambucano. De Águas Compridas para o mundo, o show teve como tema No Alto da Minha História e transformou a trajetória da artista em parte da própria apresentação. A cantora dominou a estrutura vertical do palco, acompanhada por uma grandiosa fusão de músicos tradicionais do gênero, bailarinos e arranjos de orquestra. Com vocais marcantes, levou sua identidade à Cidade do Rock e entregou um espetáculo focado na emoção, ao qual o público respondeu em coro a hits de sofrência como Alvejante e Te Beijo Chorando. “Eu sou muito orgulhosa porque eu sou mulher, sou pernambucana e estou alcançando esse lugar, esse espaço que eu acho que é tão merecedor de todas nós. A gente lutou tanto, né? O Brega lutou tanto para chegar até aqui e trazer um show, um espetáculo, vocês viram hoje nesse palco”, celebrou a cantora.
Fechando o dia, o Espaço Favela virou um verdadeiro trio elétrico no meio da Cidade do Rock quando a Timbalada tomou o palco. A percussão pesada ditou o ritmo de uma apresentação que teve direito até a um mini trio elétrico em cena, arrastando a multidão com clássicos do axé e releituras certeiras de Felicidade (Seu Jorge) e País Tropical (Jorge Ben Jor). A festa ganhou ainda a participação de Gominho, que subiu ao palco e dançou ao som da banda. Já no fim do show, o vocalista Buja Ferreira desceu para o meio do público e cantou junto com a galera. Denny Denan, um dos nomes mais emblemáticos da história do grupo, também dividiu os vocais com Buja durante a apresentação. O ápice veio na saideira. Ao som do hit A Roda, a Timbalada botou todo mundo para girar, em uma autêntica micareta baiana.
Foto: divulgação/Approach
O palco Supernova começou o dia com show do baiano Celo Dut, que fez parar quem chegava à Cidade do Rock. Num ritmo que mistura R&B, rap e ragga, Celo cantou suas parcerias com Liniker e BK. No palco não estava só a banda. “Minha família, meus pais e meu filhos. Eles lutaram pela minha vida e meu filho deu sentido a minha vida”, disse ele ao apresentá-los. Na sequência, o espaço ficou lotado para receber Yago Oproprio que presenteou os fãs entrando no palco com um de seus maiores sucessos, Três da Madrugada.
Já a terceira atração da noite no Supernova foi o argentino Milo J, que também reuniu fãs que cantaram junto todas as músicas. Um deles de apenas 12 anos, Yasser Abraham, se emocionou o show inteiro com a primeira oportunidade de ver de perto o ídolo. Ele veio com os pais argentinos, Romina Montero, 39 anos, e Carim Abraham, 42. “Demos para ele de aniversário, pois completou 12 ontem e ama o Milo J. Somos argentinos, mas moramos em Búzios. Quando soubemos que ele vinha fizemos plantão no site pra garantir o ingresso. Deu certo e hoje ele está só alegria. É o show principal pra ele”, contou a mãe.
A programação do Supernova encerrou com o show do Delacruz. O rapper transformou o palco em uma sala de estar em clima de romance: sofá, meia luz e os hits românticos do cantor. Lotado, o show teve homenagem ao príncipe do funk, o saudoso MC Marcinho, além das músicas que Delacruz canta com Péricles e Ludmila.
No Global Village, a cantora Badi Assad abriu as apresentações de sábado. Em um ritmo animado, músicas em português e inglês e trocas de figurinos ao longo do show, a artista chamou a atenção de quem chegou ao festival. Em um dos momentos mais marcantes do show, ela assumiu sozinha o palco e brincou ao se apresentar como “a banda de uma mulher só”.
Hamilton de Holanda entrou no palco em seguida. O artista, conhecido por improvisar acordes e ritmos ao subir no palco, prendeu a atenção da plateia. Ana Paula dos Santos, de 56, foi uma das pessoas que ficou assistindo. “Primeira vez vendo o Hamilton ao vivo e foi emocionante”, relatou a administradora de Macaé. “Não conhecia, mas a música dele e toda a apresentação me tocou bastante”, continuou, ressaltando a facilidade que o artista tem em improvisar e se encaixar entre seu baterista e tecladista.
Foto: divulgação/Approach
Para fechar o dia no Global Village, Mestrinho trouxe sua sanfona e sua banda para o palco. Com um repertório de músicas autorais e de outros artistas, como Marília Mendonça, Luiz Gonzaga e Dominguinhos, o artista animou o público e fez todo mundo dançar. Em homenagem a Rita Lee, quem ele considera Rainha do Rock Brasileiro, Mestrinho cantou Caso Sério, Erva Venenosa e Lança Perfume ao som de sua sanfona.
“Eu já conhecia o Mestrinho pelo projeto Dominguinho, mas nunca tinha assistido um show dele”, contou Estela Vasconcelos, de 35. A nutricionista carioca elogiou a apresentação: “Tudo foi sensacional, desde a banda até as músicas que ele escolheu. Virei mais fã ainda”.
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Alok entregou um verdadeiro espetáculo, com direito a show de drones, para uma plateia repleta de famílias e totalmente iluminada, que formou o maior lightstick ocean da América Latina; milhares de fãs celebraram a cultura do K-pop em um dia de música, encontros e experiências para todas as idades
A Cidade do Rock viveu nesta sexta (11) uma noite inédita em sua história: a tão aguardada estreia do K-pop no Rock in Rio. E o gênero chegou em grande estilo, com Stray Kids comandando uma apresentação grandiosa no Palco Mundo, diante de milhares de fãs que cantaram, dançaram e acompanharam cada movimento do grupo sul-coreano. Com looks marcantes, acessórios e produções cheias de personalidade, o público do K-pop também levou para a Cidade do Rock a estética e a identidade que fazem parte da cultura do gênero. O headliner da noite encerrou uma programação que contou com uma performance histórica de Alok, além de HWASA e NEXZ, em uma sequência que combinou música, tecnologia e audiovisual, transformando o Palco Mundo em um espetáculo de grandes proporções. O dia também foi marcado pelo maior lightstick ocean – efeito visual criado quando milhares de fãs acendem seus bastões de luz iluminados (lightsticks) ao mesmo tempo durante um show – da América Latina. A noite desta sexta (11) reuniu famílias inteiras, com pais e filhos vivendo juntos a experiência da Cidade do Rock e aproveitando atrações pensadas para diferentes idades.
“Foi incrível ver a Cidade do Rock assim desde a abertura dos portões. A gente via famílias chegando juntas, pais e filhos, pessoas de todas as idades, e ao mesmo tempo uma comunidade de fãs extremamente apaixonada, que estava ali para viver esse momento junto. O K-pop tem uma capacidade muito especial de criar conexão, e isso ficou muito claro desde o primeiro momento. Ver as pessoas felizes, interagindo, trocando experiências e celebrando juntas uma música que amam foi emocionante. Construir essa estreia no novo Palco Mundo, com toda a tecnologia, dança, audiovisual, luz e movimento que esse universo pede, foi criar um espetáculo grandioso para uma turma que vive a música de uma forma muito intensa”, afirma Roberta Medina, vice-presidente executiva da Rock World.
A paixão pelo K-pop tomou conta dos espaços de circulação da Cidade do Rock. Desde cedo, os fãs se reuniam para compartilhar a expectativa pelos shows e transformaram o festival em um grande ponto de encontro da cultura K-pop. O visual do público foi composto por muitos SKZOO (mascotes de pelúcia) e freebies, que são mimos produzidos manualmente para serem distribuídos nos shows, promovendo interação e criando conexão entre os fãs. Mais do que assistir aos shows, o público viveu uma experiência coletiva, em um grande encontro de pessoas apaixonadas pelos artistas e pela cultura que acompanha o gênero.
Foto: divulgação/Approach
Palco Mundo transforma estreia do K-pop em espetáculo de música, dança e tecnologia
NEXZ abriu a programação do Palco Mundo e colocou em cena uma nova geração do K-pop, com uma apresentação marcada por coreografias precisas, forte presença de palco e um português afiado: “Rock in Rio, e aí, estão prontos para curtir?”, perguntaram os integrantes do grupo. O repertório reuniu sucessos como Beat-Boxer, que soma mais de 5 milhões de streams no Spotify, e a recém-lançada SAUCIN. Na sequência, HWASA mostrou por que é uma das grandes estrelas do gênero. A artista, que ganhou projeção mundial com o grupo MAMAMOO e consolidou carreira solo com faixas como Maria e Chili, levou ao festival uma performance que combinou potência vocal, dança, muita atitude e interação com a plateia. Para a alegria do público, HWASA desceu do palco e se aproximou de quem estava na grade, proporcionando momentos que ficarão marcados na memória dos fãs e do festival.
O terceiro artista a se apresentar nesta sexta foi Alok. O maior DJ do Brasil e um dos mais celebrados no exterior tinha o desafio de manter a energia lá no alto – e entregou um setlist repleto de sucessos com o projeto Keep Art Human. A abertura foi triunfal: os LEDs do Palco Mundo ganharam novas dimensões a partir de projeções em 3D, criando a ilusão de um teto que se abriu para revelar, no céu da Cidade do Rock, um espetáculo de drones. Juntos, os objetos iluminados formaram diversas figuras, como um rosto, uma nave espacial e até um buraco negro, em uma combinação com pirotecnia e lasers que ampliou ainda mais o impacto visual da apresentação.
Além disso, um painel humano formado por 45 bailarinos, em uma coreografia precisa e sincronizada, tomou o Palco Mundo e deixou o público completamente hipnotizado. O artista recebeu a participação especial de Zeeba para interpretar sucessos como Hear Me Now e Never Let Me Go. Em um dos momentos mais especiais da apresentação, Alok apareceu no telão ao lado dos dois filhos, levando as crianças para dentro do espetáculo e reforçando o caráter pessoal de uma performance que promete ficar marcada como uma das mais impactantes da história do Rock in Rio.
A chegada do K-Pop no Rock in Rio realmente abre um novo capítulo na história do festival. Se o dia já estava incrível com os artistas do gênero que passaram pelo Palco Mundo, a chegada do Stray Kids pode ser considerada um encerramento apoteótico. Os Sul-Coreanos fizeram uma apresentação com mais de duas horas, com muita sincronia com os fãs, que corresponderam a todos os comandos da banda, cantando, dançando e gritando, o que traduzia a euforia vivida no que podemos chamar de Stay City. Teve coreografia, conversas dos astros traduzidas para o português e todos os 2400 m² de led muito bem utilizados durante toda a apresentação. O repertório repleto de hits da banda trouxe canções como Chk chk boom e LALALALA, além de Ai se Eu te Pego, que ficou conhecida na voz de Michel Teló.
Foto: divulgação/Approach
Jamiroquai leva groove e clássicos do acid jazz ao Palco Sunset
Se de um lado K-poppers dominavam o terreno, do outro, no Palco Sunset, Jamiroquai encerrou a noite colocando pais e filhos na Cidade do Rock para dançar ao som de uma trajetória que ajudou a popularizar o acid jazz em escala mundial. Liderada por Jay Kay, a banda revisitou clássicos de seu repertório e levou ao festival a mistura de funk, soul, jazz e pop que se tornou sua assinatura. O maior sucesso da banda, Virtual Insanity, não ficou de fora do repertório, que contou ainda com faixas como Don’t Give Hate a Chance.
PJ Morton fez sua estreia no Rock in Rio, tocando no Palco Sunset uma mistura de R&B e soul que marca sua trajetória como tecladista, cantor e produtor vencedor de seis prêmios Grammy. Ao teclado e com uma performance vocal marcante, o músico conduziu um show com muita interação com o público, sendo um dos pontos altos da apresentação, com a plateia acompanhando e cantando junto em vários momentos.
Antes, o trio Os Garotin subiu ao Palco Sunset apresentando a mistura de R&B, soul, MPB e pop. Um dos destaques da apresentação veio com a chegada de Duquesa, rapper baiana, que fez uma participação especial que uniu a suavidade envolvente do trio carioca à força e ao flow característicos da cantora. A abertura ficou por conta de Jota.pê, que recebeu Luedji Luna e Zaynara em uma apresentação que celebrou a diversidade da nova música autoral brasileira.
Foto: divulgação/Approach
New Dance Order mantém a Cidade do Rock em movimento
Em um dia com Alok no Palco Mundo, a programação eletrônica continuou no New Dance Order, que encerrou a noite com o encontro entre Neelix e Vegas em um B2B de alta energia. Antes deles, OMIKI apresentou sua sonoridade contemporânea, enquanto Ski Aggu e DEPARTAMENTO deram sequência à pista. ANNA abriu a programação com um set que preparou o público para mais uma madrugada de música eletrônica.
Espaço Favela e Supernova conectam diferentes cenas e novos talentos da música
O Espaço Favela iniciou o primeiro dia do segundo final de semana em clima de conexão direta com a plateia, que lotou o espaço desde a primeira apresentação. Caio Luccas, natural de Belford Roxo, fez questão de exaltar a Baixada Fluminense, relembrando sua trajetória, desde quando gravava freestyles escondido na escola, até alcançar o palco do maior festival de música e entretenimento do mundo. Conhecido pelo estilo de trap romântico e R&B melódico, Caio cantou o tempo todo muito próximo da grade. Ele arrastou uma multidão logo no primeiro horário da Cidade do Rock, fazendo a plateia cantar cada verso em coro.
Na sequência, Puterrier promoveu uma das misturas de tribos mais inusitadas do festival. Como a data foi dedicada ao K-pop, o funkeiro carioca – que virou um queridinho inesperado dessa fã-base na internet – entregou um espetáculo eletrizante. O show também contou com uma troca de figurino de Puterrier, que vestiu terno para uma homenagem aos seus avós. Ambos subiram ao palco e se emocionaram durante a execução da faixa romântica Delírios de Amores. O artista ainda presenteou os fãs presentes ao distribuir flores para quem estava na grade.
Foto: divulgação/Approach
A cantora MC Carol também participou da apresentação, subindo ao palco na metade do show e levando a plateia à loucura, cantando clássicos como Vou Investir em Você, Meu Namorado é Otário e Minha Vó Tá Maluca. Ela esbanjou carisma comandando o público, que dançava agitando leques. “Ter esse espaço aqui, o Espaço Favela, trazer atrações de favela, mulheres pretas, funk, é muito importante para mim e para o movimento funk. Mostra para uma galera que o funk pode fazer parte”, afirmou a artista.
Encerrando o dia e com forte apelo visual, marcado pelo uso intenso de efeitos especiais, fogos e labaredas que impressionaram pela escala, a apresentação de Cabelinho levou o público a gritar do início ao fim e pular com empolgação. Um dos pontos altos ocorreu quando o convidado, TZ da Coronel, cantou algumas faixas literalmente do meio do público, para delírio da galera.
No palco Supernova, o dia começou com o show de Muse Maya. Com um som que mistura trap, pop e jazz, ela animou quem chegava à Cidade do Rock. Em seguida, os fãs de Isa Buzzi lotaram o espaço para o show. Giovana Pereira, dez anos, assistiu ao show emocionada: “Ela cantou a que eu mais amo, Nanana, estou cheia de energia porque hoje ainda tem Stray Kids”. Giovana veio com os pais de Porto Alegre, Catiesca Pereira, 37 anos e consultora de RH, e Oclerio Lacerda, 40 anos e técnico de TI, para o primeiro Rock in Rio da família. “A Gi é fã do Stray Kids e fizemos essa surpresa no aniversário de dez anos dela. Ela ficou muito feliz e chorou demais”, contou a mãe.
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Das passarelas ao street style, saiba como as Fashion Weeks influenciam o que chega às lojas e ao nosso guarda-roupa
A temporada de Spring/Summer 27 das semanas de moda se inicia esse mês, passando por Nova Iorque, Londres, Milão e Paris, as principais capitais em referência de estilo e técnicas de moda.
Você já olhou para uma loja e viu repetição de padrões e estéticas, se perguntando como essas roupas foram escolhidas? A verdade é que as tendências de moda são apresentadas ao público através dos desfiles de coleções nas famosas Fashion Weeks, que foram pensadas por uma equipe de cada marca que serve de referência com suas peças.
Por isso, conhecer mais sobre essas semanas de moda te leva a compreender melhor as tendências. Neste especial, o Entretê te explica qual é a diferença de cada semana de moda e como elas funcionam.
Foto: reprodução/Schiaparelli
O que são as Fashion Weeks e para que elas servem?
Sendo o evento mais importante do mundo da moda, ele é marcado por duas temporadas, Primavera/Verão e Outono/Inverno. As semanas de moda têm como propósito apresentar ao público o que estará no mercado nas próximas estações das principais marcas.
As apresentações das coleções são feitas com seis meses de antecedência do seu lançamento e podem ser através de desfiles, experiências imersivas e até mesmo performances. Marcado por um circuito das quatro principais semanas, também ficando conhecido como fashion month, as principais cidades dessas datas são as que mais ditam a moda do mundo.
Foto: reprodução/Maria Hedian
Quais são as quatro principais Fashion Weeks?
Londres, Nova Iorque, Milão e Paris são as principais capitais do circuito internacional da moda. Mas uma coisa que poucos sabem é que, na verdade, cada uma delas se comporta de uma forma diferente diante das criações e visões do mercado da moda. Cada uma delas possui uma história, uma indústria e uma própria identidade.
Representando a força norte-americana, a New York Fashion Week (NYFW) é a semana que abre o circuito de moda. Sua relação está fortemente ligada a uma moda mais comercial, com cultura urbana, streetwear, sportswear e inovação, também servindo como uma porta de entrada para novos designers. Agora no segundo semestre, as datas dos desfiles estão marcadas do dia 11 a 16 de setembro.
Foto: reprodução/Off White
Os desfiles que acontecem em Londres trazem propostas onde a criatividade possui mais liberdade ao trazer designers emergentes, trabalhos mais experimentais e roupas menos comerciais. Com propostas ousadas e narrativas fortes, eles servem como um laboratório experimental, onde posteriormente as tendências chegam ao mercado. A temporada SS27 está marcada entre 17 a 21 de setembro com programação de desfiles e apresentações.
A cidade de Milão tem umahistória de tradição com o design italiano. Marcas como Prada, Gucci e Giorgio Armani são referências quando o assunto é MFW. Os designs italianos possuem uma relação de luxo e tradição da indústria, de forma que a inovação comercial se encontra com o glamour. É possível ler os desfiles através da construção das peças, o uso de materiais nobres e silhuetas bem definidas. As datas dos desfiles da capital italiana da moda está marcado do dia 22 a 28 de setembro
Paris é mundialmente conhecida como epicentro da moda, carregando o nome de Cidade da Alta Moda, seu principal foco nas criações é apresentar a tradição artesanal que se mantém viva nas grifes. As criações parisienses carregam o luxo, teatralidade e referências históricas, com dois tipos de desfiles: Ready to Wear e Haute Couture, sendo este último apenas com marcas reconhecidas pela Fédération de la Haute Couture et de la Mode. Os desfiles dessa temporada ocorrerão nos dias 28 de setembro a 06 de outubro.
Foto: reprodução/Dior
O que acontece depois dos desfiles?
Depois de toda a temporada de desfiles, já se perguntou como as pessoas vão usar essas roupas? Para muitos que acham que as peças apresentadas ali são diferentes demais para usar na rua, a verdade é que os desfiles servem como uma apresentação para que outros interpretam e adaptam para o dia a dia.
A imprensa tem o trabalho de interpretar não só as coleções mas também todas as possíveis tendências que surgem dos principais designers. A partir disso, os compradores, celebridades e as redes sociais passam a popularizar esse desejo de forma que chega às lojas e ao consumidor final.
Foto: reprodução/Funky Forty
Tendências que circulam entre os conteúdos não vem de apenas uma peça apresentada, mas sim da repetição de padrões tanto nos desfiles quanto no street style dos convidados ao longo das semanas, como a jaqueta de couro da temporada de FW26 que se tornou uma das peças mais desejadas entre os consumidores.
As passarelas são uma visão criativa de um designer, um consumidor não precisa reproduzi-la fielmente, mas enxergar qual tendência criou um impacto visual para ele e então adaptar de forma que possa incorporar no seu dia a dia.
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Com mais de 2 bilhões de streams globais, a artista chama atenção pelas performances emocionantes
A cantora e compositora marroquino-canadense Faouzia vem conquistando uma legião de novos fãs brasileiros nas redes sociais. Ela explodiu após vídeos de uma interpretação comovente da faixa UNETHICAL viralizarem no TikTok e no Instagram, acumulando dezenas de milhões de visualizações e tocando o público ao redor do mundo, principalmente no Brasil.
A história por trás da canção deixa o momento ainda mais emocionante: UNETHICAL retrata uma experiência pessoal em que um antigo parceiro pediu que Faouzia abandonasse a carreira na música para se casar. De forma desafiadora, a artista escolheu romper o relacionamento e seguir seu sonho.
A mensagem de libertação e empoderamento fez a música disparar globalmente, ultrapassando a marca de 120 milhões de streams e somando mais de 1 milhão de reproduções diárias, além de atrair mais de 1 milhão de novos seguidores para a artista.
Assista à performance viral de UNETHICAL:
Conheça Faouzia
Foto: divulgação/HQ Music
Nascida em Casablanca, Marrocos, e criada no Canadá, Faouzia iniciou sua trajetória musical ainda na infância, aprendendo piano, violino e violão.
Com alcance vocal impressionante e lírica dramática, a cantora conquistou a atenção da indústria ao colaborar com gigantes do pop e da música eletrônica, incluindo David Guetta na música Battle, John Legend em Minefields, Kelly Clarkson em I Dare You e Galantis em I Fly.
Em 2025, a artista deu um passo decisivo rumo à sua total independência artística ao se associar à distribuidora Stem para o lançamento de seu álbum de estreia, FILM NOIR.
O projeto constrói um universo estético elegante e cinematográfico, onde cada faixa funciona como um pequeno filme denso e emocionante. Seu impacto foi imediato, ultrapassando 230 milhões de streams e culminando no lançamento da versão deluxe em 2026.
Com mais de 12 milhões de seguidores e um público cada vez mais engajado no Brasil, Faouzia firma sua posição como um dos nomes mais promissores da nova música pop internacional.
O álbum FILM NOIR (fin) e o single UNETHICAL já estão disponíveis em todas as plataformas de streaming.
E você, já conhecia a Faouzia antes do hit?Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Animação ganha seu primeiro trailer e mostra um pouco do que se pode esperar para a nova série
Ontem (10), a Paramount+ divulgou o trailer oficial de Avatar: Os Sete Refúgios e deu um gostinho do que está por vir na nova série do universo Avatar. Após 21 anos do lançamento de Avatar: A Lenda de Aang e 14 anos de Avatar: A Lenda de Korra, os fãs de Avatar – não os gigantes azuis – poderão ver o ciclo ser continuado em uma nova trama com novos personagens, com lançamento marcado para o dia 9 de outubro.
Imagem: divulgação/Paramount+
A nova Avatar
Como é apresentado em Avatar: A Lenda de Aang, o Ciclo do Avatar – única pessoa capaz de dobrar os quatro elementos – segue uma ordem específica, onde o sucessor é definido pela sua nacionalidade. Somos apresentados a esse universo através do Avatar Aang, nascido entre os Nômades do Ar, seguido da Avatar Korra, originária da Tribo da Água.
A próxima história, portanto, seguirá a nova hospedeira do espírito Avatar, uma garotinha chamada Pavi, que nasceu no Reino da Terra e que aparenta ser mais nova do que Aang que, em Avatar: A Lenda de Aang, tinha apenas 11 anos.
Imagem: divulgação/Avatar Studios
Segundo o produtor executivo Sehaj Sethi e o cocriador Michael Dante DiMartino, a história dá um pulo de 225 anos após o fim da história de Korra e promete trazer Pavi como uma personagem que é forçada a fugir e viver na clandestinidade, devido a um mundo que despreza o Avatar.
Imagem: divulgação/Paramount+
Por mais que o trailer traga um quê um tanto quanto futurista, os visuais ainda parecem respeitar a essência clássica da história. Dessa forma, podemos identificar as fortes influências de culturas reais e milenares. As inspirações variam, ainda, entre as regiões dentro do universo das séries, com referências culturais advindas dos povos indígenas do Ártico Norte, para as Tribos da Água, da tradição imperial chinesa, para o Reino da Terra, dos monges tibetanos, nos Nômades do Ar, e, por fim, no feudalismo japonês na Nação do Fogo.
Imagem: divulgação/Paramount+
Confira o trailer!
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Novo projeto da cantora reúne seis faixas e encerra o ciclo iniciado com o álbum No Escuro, Quem É Você?
Mais do que uma despedida, assumo os riscos funciona como uma espécie de passagem entre diferentes momentos da artista. O projeto revisita sentimentos e experiências vividos por Carol nos últimos anos ao mesmo tempo em que abre espaço para novas possibilidades em sua música. A proposta transita entre relações, escolhas e a disposição de se permitir experimentar caminhos ainda desconhecidos.
Entre as faixas, BH ganha um significado especial. A música foi composta durante o camping de composição de No Escuro, Quem É Você?, mas acabou ficando de fora do álbum. Agora, resgatada para o novo EP, a canção aparece em um novo contexto e chega acompanhada de um videoclipe. As demais faixas do projeto também ganham seus próprios visualizers.
Foto: divulgação/ Iris Alves
“É um presente para os meus fãs. Eu sentia que precisava desse fechamento, de uma despedida para esse período de No Escuro, Quem É Você?. Ao mesmo tempo, ao longo do último ano, eu tenho vivido sentimentos e experiências que naturalmente me levaram a querer construir novos caminhos, tanto na minha vida pessoal quanto artística”, explica Carol.
Foto: divulgação/Wallace Domingues
O EP também marca o encontro de Carol com Joyce Alane em tudo com você. Amigas de longa data, as duas já haviam conversado sobre a música antes de Joyce se envolver no processo de finalização da faixa. A parceria nasceu de forma natural e reúne elementos característicos das duas artistas.
A colaboração ainda terá um desdobramento especial nos palcos. Joyce Alane será convidada do show de Carol Biazin no Rock in Rio, marcado para 13 de setembro.
Com assumo os riscos, Carol Biazin revisita o que ficou para trás sem perder de vista o que está por vir. Ao reunir seis faixas que atravessam diferentes experiências e sentimentos, a cantora transforma o encerramento de uma era em ponto de partida para uma nova fase de sua carreira.
Foto: divulgação/assessoria de Carol Biazin
Tracklist – assumo os riscos
morrer de viver
BH
nem vale a pena
tudo com você (feat. Joyce Alane)
a dona dos futuros versos
assumo os riscos
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Formado em um reality da JYP, grupo de sete integrantes fará seu primeiro show no Brasil em 11 de setembro e abre o Palco Mundo no dia dedicado ao K-pop
Quem acompanha K-pop vai ter alguns bons motivos para chegar cedo ao Palco Mundo em 11 de setembro. Antes de Hwasa e Stray Kids, o Rock in Rio recebe o NEXZ, grupo da JYP Entertainment que fará seu primeiro show no Brasil pouco mais de dois anos depois da estreia.
Formado por Tomoya, Yu, Haru, So Geon, Seita, Hyui e Yuki, o NEXZ ainda pode ser novidade para parte do público brasileiro, mas sua história já passa por reality show, uma estreia dividida entre Coreia do Sul e Japão e uma agenda que cresceu rápido desde 2024. Antes de ver os sete no festival, reunimos cinco fatos para conhecer melhor o grupo.
Eles saíram de um reality da JYP
Antes de existir NEXZ, os sete integrantes precisaram conquistar seu lugar no Nizi Project Season 2, reality de sobrevivência realizado pela JYP Entertainment em parceria com a Sony Music Japan em 2023. Os participantes passaram por avaliações de canto, dança e performance, até a escolha da formação final.
Tomoya, Yu, Haru, So Geon, Seita, Hyui e Yuki foram os selecionados para integrar o novo grupo. E o formato já tinha dado certo antes: a primeira temporada do Nizi Project foi responsável pela formação do NiziU, girl group que estreou em 2020.
Foto: reprodução/Nizi Project Season 2
O fim do programa, portanto, não foi apenas uma final de reality. Foi também o momento em que o público conheceu pela primeira vez a formação que chegaria oficialmente à música no ano seguinte.
NEXZ é uma brincadeira com Next Z(G)eneration
O nome pode parecer apenas uma combinação de letras, mas existe uma explicação por trás dele. NEXZ vem de Next Z(G)eneration e foi apresentado por J.Y. Park depois da definição dos sete integrantes no Nizi Project Season 2.
Foto: reprodução/JYP
A ideia era representar integrantes de uma nova geração reunidos para abrir uma nova era por meio da música e da performance. O nome acompanha o grupo desde o fim do reality, antes mesmo de Tomoya, Yu, Haru, So Geon, Seita, Hyui e Yuki terem lançado oficialmente a primeira música.
Ride the Vibe foi só o começo
A estreia global aconteceu em maio de 2024 com Ride the Vibe, faixa que apresentou o NEXZ com uma mistura de hip-hop e elementos eletrônicos. Três meses depois, o grupo fez sua estreia oficial no Japão e começou a transformar a atenção conquistada no reality em público fora das telas.
A primeira turnê de showcases japonesa reuniu cerca de 40 mil pessoas e teve os ingressos esgotados, um começo considerável para um grupo que havia acabado de debutar. Desde então, os sete continuaram ampliando a discografia e construindo espaço entre os mercados coreano e japonês.
Performance está no DNA do grupo
Quem pretende conhecer o NEXZ só no Rock in Rio provavelmente vai entender rápido por que performance aparece tanto quando se fala sobre eles. Dança já era uma parte importante das avaliações no Nizi Project Season 2 e continuou no centro da identidade do grupo depois da estreia.
As coreografias sincronizadas e a energia dos sete ajudaram o NEXZ a construir uma identidade própria enquanto transita entre K-pop e J-pop. O crescimento também começou a aparecer nas premiações: em 2025, o grupo recebeu reconhecimentos como artista revelação no Asia Artist Awards e no Asia Star Entertainer Awards.
Para um grupo com pouco mais de dois anos de carreira, chegar a um festival do tamanho do Rock in Rio coloca essa experiência de palco diante de um público bem diferente daquele que os integrantes encontraram até agora.
E o primeiro show no Brasil já será no Palco Mundo
Nada de começar pequeno por aqui. A primeira apresentação do NEXZ no Brasil acontece em 11 de setembro, no Palco Mundo do Rock in Rio. O grupo será responsável por abrir a programação do palco e também será o primeiro des três artistas sul-coreanos que passam por ele nesse dia.
Depois dos sete, Hwasa também se apresenta no Palco Mundo. Mais tarde, após Alok, o Stray Kids encerra a programação, transformando o dia 11 em um dos momentos mais importantes para o K-pop na história do festival.
A estreia brasileira chega pouco mais de dois anos depois de Ride the Vibe e coloca Tomoya, Yu, Haru, So Geon, Seita, Hyui e Yuki diante de muita gente que provavelmente ainda está descobrindo o grupo. Para quem já acompanha o NEXZ, é a primeira oportunidade de finalmente vê-los por aqui. Para quem não acompanha, o Rock in Rio pode ser justamente o lugar para entender por que eles chegaram tão rápido ao Palco Mundo.
Você já conhecia esse grupo? Compartilha com a gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade do K-pop!
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