Em sua quinta passagem pelo Brasil, o festival conta com exibições de clássicos e lançamentos, além de bate-papos sobre cinema
O Mubi Fest é um evento promovido pelo serviço de streaming, produtora e distribuidora cinematográfica Mubi, conhecida pelas produções independentes e alternativas. Em 2026, o evento retorna a São Paulo e ocupa o Centro Cultural da cidade entre os dias 11 e 13 de setembro.
O festival conta com títulos clássicos como Paris, Texas (1984, Wim Wenders), Bye Bye Brasil (1980, Carlos Diegues) e Xica da Silva (1976, Carlos Diegues), uma seleção de homenagem a Eunice Gutman com 5 curta-metragens da diretora, além de lançamentos do Mubi que passaram pelos principais festivais de cinema ao redor do mundo.
Entre os destaques estão os participantes do Festival de Cannes Acampamento Miasma: Adolescência, Sexo e Morte (2026, Jane Schoenbrun), A Sombra de Meu Pai (2025, Akinola Davies Jr.), Hope (2026, Na Hong-Jin) e ACronologia da Água (2025, Kristen Stewart), além de Rose (2026, Markus Schleinzer), premiado no Festival de Berlim.
Imagem: reprodução/Mubi Fest
A maior parte dos ingressos foram vendidos através do site e estão esgotados. No entanto, as entradas para as exibições especiais em 4k, que contam com A Cronologia da Água, Seu Inferno Particular (2026, Nicolas Winding Refn), Paris Texas, entre outros, serão distribuídas no local uma hora antes das sessões. Essa parte da programação ocuparia a área externa do Centro Cultural, mas foi realocada na sala Jardel Filho devido à previsão do tempo.
Para além das exibições, o evento conta com três sessões de bate-papo com convidados especiais como Renata Magalhães, presidente da Academia Brasileira de Cinema, o cineasta mexicano Fernando Eimbcke, Lucas Bühring, diretor sênior de programação da Mubi na América Latina, e a diretora e roteirista Eunice Gutman.
Imagem: reprodução/Mubi Fest
A programação envolve discussões sobre o cinema brasileio, crítica cinematográfica e diálogos sobre as obras dos cineastas convidados. Os ingressos para esses eventos também serão distribuídos no local um hora antes de cada bate-papo.
São Paulo é a quarta parada do Mubi Fest em 2026. O Festival ainda irá passar por outras seis cidades ao redor do mundo: Guadalajara, Berlim, Santiago, Buenos Aires, Bogotá e Londres.
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Comédia estrelada por Ingrid Guimarães e Mônica Martelli chega aos cinemas e lidera bilheteria desde a estreia
A comédia Minha Melhor Amiga (2026), estrelada por Ingrid Guimarães e Mônica Martelli, ultrapassou a marca de 1 milhão de espectadores em apenas uma semana em cartaz e arrecadou mais de R$ 21 milhões nos cinemas brasileiros. Dirigido por Susana Garcia, o longa chegou às salas em 3 de setembro como a maior abertura de um filme nacional da história, ocupando 1531 salas de 773 cinemas em 436 cidades do país. Desde a estreia, a produção também se mantém na liderança das bilheterias brasileiras e se tornou o primeiro filme nacional a alcançar o topo do ranking em 2026.
Já no primeiro fim de semana, o longa arrecadou mais de R$ 11,7 milhões, ultrapassando Homem-Aranha: Um Novo Dia (2026) e assumindo o primeiro lugar entre os filmes em cartaz no país. Com isso, a produção nacional interrompeu uma sequência de seis semanas de liderança do longa estrangeiro e se tornou o primeiro filme brasileiro a ocupar o topo da bilheteria nacional em 2026.
A marca de 1 milhão de espectadores foi alcançada uma semana depois da estreia, consolidando o desempenho obtido desde os primeiros dias de exibição.
Uma amizade que saiu das viagens e chegou às telas
Foto: reprodução/Instagram
A história do longa nasceu de situações vividas pelas próprias protagonistas. Ingrid Guimarães e Mônica Martelli são amigas de longa data e costumavam compartilhar nas redes sociais registros e histórias das viagens que faziam com suas filhas adolescentes, Julia e Clara, respectivamente.
A repercussão desses momentos entre os seguidores ajudou a transformar as experiências pessoais em inspiração para uma produção cinematográfica. A própria dinâmica entre as atrizes, marcada pela amizade e pelo humor, tornou-se parte da concepção do projeto.
No filme, entretanto, os nomes das amigas são invertidos: Mônica interpreta Julia, enquanto Ingrid interpreta Clara. As personagens foram construídas a partir da ideia de duas mulheres que chegam aos 50 anos diante de mudanças na vida familiar, afetiva e profissional.
Enredo mistura amizade, maternidade e recomeços
Imagem: reprodução/Paris Filmes
Na trama, Julia é uma jornalista divorciada que passa por um momento de insatisfação pessoal e profissional. Depois de experiências frustrantes nos relacionamentos, ela começa a questionar a própria vida e o reconhecimento que recebe pelo trabalho.
Clara, por outro lado, vive uma crise no casamento e está cansada da rotina doméstica e das responsabilidades familiares. Sua vida profissional como corretora de imóveis também deixou de representar um desafio.
A situação das duas muda quando suas filhas, Manu e Isadora, ambas de 16 anos, viajam para Portugal para participar de um intercâmbio. Com as adolescentes longe de casa, as amigas passam a enfrentar o chamado “ninho vazio” e percebem a oportunidade de deixar temporariamente de lado as obrigações que ocupavam suas rotinas.
Em vez de permanecerem em casa, Julia e Clara decidem viajar para a Europa para encontrar as filhas. O que começa como uma viagem para acompanhá-las se transforma em uma experiência de descoberta pessoal. O roteiro aborda, em meio a comédia, questões relacionadas a amizade feminina, maternidade, relacionamentos, carreira, envelhecimento e recomeços.
Produção foi filmada em três países
Foto: reprodução/Paris Filmes
A dimensão da produção também ajudou a diferenciar o longa. As filmagens aconteceram no Rio de Janeiro, em Lisboa, Portugal, e em Sevilha, na Espanha, acompanhando os diferentes momentos da viagem das personagens.
Segundo a produtora Veronica Stumpf, mais de 120 pessoas estiveram diretamente envolvidas na equipe durante as filmagens, enquanto a produção teria gerado cerca de 700 empregos indiretos. A dimensão internacional das gravações foi apontada pela equipe como um dos principais desafios do projeto.
A produção é da Paris Entretenimento, com distribuição da Paris Filmes. Além de Ingrid Guimarães e Mônica Martelli nos papéis centrais, o elenco reúne Giulia Benite e Gabi Amaral, que interpretam as adolescentes Manu e Isadora, filhas das protagonistas. Gustavo Machado, Ricardo Pereira, Michel Melamed e Thaila Ayala também integram a produção em personagens que acompanham os diferentes momentos da viagem e da vida pessoal das amigas.
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The Singles Collection reúne canções, lados B, remixes e demos inéditas em boxes de vinil colorido e CD
As Spice Girls anunciaram nesta quinta (10) o lançamento de The Singles Collection, primeira coletânea a reunir todos os singles lançados pelo grupo britânico. O projeto chega às lojas em 6 de novembro de 2026, exatamente 30 anos após o lançamento de Spice (1996), álbum de estreia que levou o quinteto ao topo das paradas internacionais e ajudou a transformar o conceito girl power em um fenômeno cultural. A coleção será disponibilizada em duas edições limitadas: um box com 14 discos de vinil colorido de 7 polegadas e outro com 14 CDs.
Coletânea reúne singles, lados B e gravações inéditas
Imagem: divulgação/Universal Music
Além dos singles que marcaram a trajetória do grupo, The Singles Collection reúne lados B, versões alternativas, remixes, faixas promocionais e gravações do acervo das Spice Girls. A principal novidade está nas demos inéditas, que incluem Do You Think About Me, uma das primeiras gravações do grupo e que será disponibilizada oficialmente pela primeira vez. A versão em CD terá um disco exclusivo com quatro demos inéditas.
O projeto também contará com material produzido especialmente para a edição comemorativa. As cinco integrantes, Victoria Beckham, Melanie Brown, Emma Bunton, Melanie Chisholm e Geri Halliwell, escreveram novas mensagens que estarão reunidas nos livretos das duas versões. A edição em vinil terá um livreto de 28 páginas, enquanto o box em CD contará com uma publicação de 32 páginas.
Duas edições trazem diferentes materiais
Imagem: divulgação/Universal Music
A versão em vinil reúne 14 discos, cada um em uma cor diferente, com as capas originais dos respectivos singles. Os discos apresentam os principais lados B associados a cada lançamento e incluem ainda os títulos bônus Step To Me e Tell Me Why. O último disco é dedicado às gravações inéditas e apresenta Do You Think About Me (Demo) e 2 Become 1 (Demo).
O box em CD amplia a quantidade de material reunido na coleção. Ao todo, são 160 faixas distribuídas pelos 14 discos, incluindo os singles originais, lados B, remixes raros, demos inéditas, versões instrumentais, versões para karaokê e outras gravações relacionadas aos lançamentos do grupo. Entre os materiais adicionais estão versões de Wannabe, Say You’ll Be There, 2 Become 1, Spice Up Your Life, Viva Forever e Holler.
Trinta anos de Spice
Foto: reprodução/Tim Rooney
A escolha da data de lançamento está diretamente ligada ao aniversário de Spice. O álbum chegou ao mercado em novembro de 1996 e apresentou as Spice Girls ao público internacional. O disco foi impulsionado pelo sucesso de Wannabe, que alcançou o primeiro lugar das paradas em 37 países e estabeleceu o grupo como um dos principais nomes da música pop da década de 1990.
O sucesso das Spice Girls também ultrapassou o desempenho comercial das músicas. O grupo ajudou a popularizar mundialmente o termo girl power, associado à ideia de independência, amizade e protagonismo feminino, e se tornou uma referência para grupos femininos que surgiram posteriormente na música pop. Ao longo da carreira, as integrantes venderam mais de 100 milhões de discos em todo o mundo.
Box comemorativo terá itens colecionáveis
Foto: reprodução/Instagram
Além do conteúdo musical, as duas edições de The Singles Collection terão itens colecionáveis. Cada box contará com as 14 capas originais dos singles, um cartão numerado de edição limitada, cinco cards artísticos e um pingente de acrílico comemorativo dos 30 anos das Spice Girls.
A coleção já está disponível para pré-venda, e seu lançamento oficial está marcado para 6 de novembro de 2026.
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Com ingressos que passam dos R$ 2 mil, fandoms enormes e o Brasil entre os maiores mercados fonográficos do mundo, empresas de K-pop ainda entregam ao público brasileiro turnês menores, poucas datas e experiências que nem sempre correspondem ao preço cobrado
A passagem do aespa por São Paulo, em 4 de setembro, colocou novamente em discussão uma insatisfação que não começou agora. O grupo voltou ao país maior do que em sua primeira visita, reunindo mais de 21 mil pessoas e vendendo pacotes VIP que chegavam aos R$ 2,7 mil. Depois da apresentação, porém, parte das conversas nas redes sociais se concentrou menos nas performances e mais na experiência oferecida ao público brasileiro.
As reclamações envolveram a duração e a organização dos benefícios VIP e também o repertório menor na etapa sul-americana. No show do aespa, o pacote mais caro chegava a R$ 2.689 na inteira. Pelo setor Pit, fãs pagaram R$ 990 , e outros R$ 1.699 eram cobrados pelos benefícios VIP, entre eles o send-off. É um valor alto até para os padrões cada vez mais caros dos shows internacionais e muda bastante a forma como essa experiência deve ser analisada. Quem paga por um benefício específico também pode questionar como ele foi realizado.
We spent over $500 for aespa VIP… and the send-off was literally a 15-second walk-through 😭 Was it worth it just to see Karina, Winter, Giselle, and Ningning this close? Here’s what the aespa send-off experience was actually like in São Paulo—and what you should know before paying for VIP. #aespa#kpop#aespaVIP#aespaSendOff#Karina
Isso ainda é complicado dentro de um fandom que, muitas vezes, mistura uma crítica à organização com uma crítica direta aos artistas. Questionar um send-off rápido ou um benefício que não parece compatível com o preço não significa esperar uma conversa particular de dez minutos com um idol. Significa olhar para uma experiência vendida como premium e perguntar se ela realmente justificava o valor desembolsado além do ingresso.
O repertório também entrou nessa discussão. Mesmo com o aespa seguindo com as performances debaixo de chuva forte, a etapa sul-americana teve três músicas a menos do que outras partes da turnê, incluindo Drama, um dos maiores hits da carreira. Setlists mudam durante turnês por diferentes razões, mas a diferença chama mais atenção quando acontece em uma região que historicamente recebe menos datas e precisa esperar muito mais para entrar nas rotas dos grandes grupos.
A explicação costuma chegar rápido: logística. E ela é real. Trazer uma produção da Coreia do Sul para o Brasil envolve equipamentos, passagens, equipe, hospedagem, fornecedores locais, impostos, seguros e uma operação que pode reunir centenas de profissionais. A distância pesa no orçamento e ajuda a explicar por que uma etapa latino-americana dificilmente terá a mesma estrutura de uma sequência de apresentações no Japão ou na Coreia do Sul. O que ela não explica sozinha é por que, mesmo com o crescimento do mercado, o Brasil continua tantas vezes restrito a uma única cidade ou simplesmente fora das rotas.
A própria história do K-pop por aqui mostra que o mapa brasileiro já foi mais amplo. Em 2017, o KARD passou por Fortaleza, Salvador, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo em sua primeira turnê brasileira. As sessões de autógrafos das quatro primeiras cidades esgotaram, assim como o primeiro show paulistano, levando à abertura de uma segunda apresentação na capital. Na época, o ingresso do show partia de R$ 135 pela meia e R$ 270 pela inteira, enquanto o high-touch custava R$ 80.
Não dá para comparar diretamente os preços de 2017 com os de 2026, considerando inflação, câmbio e a transformação do próprio mercado de shows. O interessante naquele caso é a rota. Um grupo ainda no começo da carreira conseguiu encontrar público em cinco capitais em um momento em que o K-pop era consideravelmente menor no Brasil.
O Dreamcatcher seguiu uma lógica parecida naquele período, passando por Recife, Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo, com sessões de autógrafos nas quatro cidades e uma apresentação na capital paulista. A produtora responsável trabalhava justamente com a proposta de levar artistas de K-pop para diferentes regiões do país e já havia feito ações com nomes como 24K, MASC e KARD.
O cenário de 2026 é outro, assim como o tamanho das produções. Uma turnê de estádio não pode simplesmente copiar a operação de um grupo que fazia casas menores quase dez anos atrás. Ainda assim, esses casos ajudam a lembrar que São Paulo não é sinônimo de Brasil e que houve momentos em que produtoras trabalharam ativamente para encontrar fãs em outras capitais, em vez de concentrar toda a demanda em uma única cidade.
Essa concentração também muda completamente o preço real de assistir a um show. Para quem mora em Recife, Fortaleza, Salvador, Porto Alegre, Brasília ou tantas outras cidades, um ingresso de R$ 700 ou R$ 1 mil pode ser apenas o começo. Passagem, hospedagem, alimentação e transporte entram na mesma conta e, dependendo da antecedência do anúncio, podem fazer o valor da experiência dobrar ou até ultrapassar isso.
Ao mesmo tempo, apresentações recentes mostram que existe espaço para grandes operações no país. Em 2024, a primeira data do TWICE no Allianz Parque esgotou e uma segunda apresentação foi adicionada. O grupo terminou sua passagem pelo Brasil com mais de 40 mil pessoas nas duas noites e ingressos que chegavam a R$ 920 na inteira, antes das taxas.
Foto: reprodução/JYP
O NCT 127 também realizou três apresentações consecutivas em São Paulo em janeiro de 2023, algo ainda pouco comum para artistas de K-pop no Brasil. Em 2024, foi a vez do NCT Dream voltar ao país para uma apresentação no Espaço Unimed. São casos diferentes, mas que ajudam a desmontar a ideia de que o público brasileiro precisa constantemente provar que existe antes de receber investimentos maiores.
Por isso, algumas ausências se tornam mais difíceis de entender com o passar dos anos. O BLACKPINK estreou em 2016, construiu uma das maiores carreiras do K-pop, realizou turnês gigantescas pelos Estados Unidos, Europa e Ásia e tem um fandom enorme no Brasil, mas segue sem realizar uma apresentação própria no país. A decisão sobre uma rota internacional envolve empresas, promotoras, agendas, custos e negociações que vão muito além das integrantes, mas dez anos sem uma passagem brasileira também revelam quais mercados foram priorizados durante esse período.
O SEVENTEEN ajuda a ampliar essa discussão. Pledis e HYBE conseguiram construir grandes etapas de turnê na Coreia do Sul, Japão, América do Norte e em diferentes mercados asiáticos, muitas vezes com várias apresentações em uma mesma cidade, enquanto a América do Sul aparece com muito menos frequência. É claro que mercados como Japão e Estados Unidos oferecem moedas mais fortes, estruturas consolidadas e um faturamento mais previsível. Só que o Brasil de hoje também não é o mesmo mercado de dez anos atrás.
Em 2025, o Brasil se tornou o oitavo maior mercado de música gravada do mundo, segundo a IFPI. A receita do setor no país cresceu 14,1%, depois de já ter avançado 21,7% em 2024. Isso não coloca automaticamente o Brasil no mesmo nível de rentabilidade de Estados Unidos ou Japão para uma turnê, mas torna cada vez mais ultrapassada a ideia de que o país ocupa uma posição pequena demais na indústria para merecer atenção.
Existe ainda uma contradição especialmente difícil de ignorar quando a discussão chega aos preços. O real vale menos do que dólar, euro, iene e outras moedas relevantes para a indústria musical, e essa diferença afeta os custos das empresas. Só que ela afeta ainda mais diretamente quem compra. O fã brasileiro sente o câmbio no álbum importado, no frete, no merchandise oficial e nos produtos que muitas vezes nem chegam oficialmente ao país.
Nos shows, essa limitação econômica não impede a oferta de experiências cada vez mais caras. O TWICE chegou a cobrar R$ 920 pela pista premium inteira em 2024. Dois anos depois, o aespa tinha opções acima dos R$ 2 mil e um pacote completo de R$ 2.689. Quem vinha de outro estado ainda precisava colocar uma viagem inteira em cima desse valor. Por isso, conforme os preços aumentam, também cresce a expectativa por organização, estrutura e benefícios que façam sentido dentro do que foi cobrado.
O problema não é esperar que toda empresa leve uma turnê para cinco capitais ou que cada grupo ofereça exatamente o mesmo show em todos os continentes. Existem diferenças de produção, agenda, tamanho de venue e negociação em qualquer turnê mundial. A crítica está em perceber como o público brasileiro é lembrado com facilidade quando o assunto é consumo e com muito mais cautela quando chega a hora de planejar investimentos por aqui.
Essa relação também foi normalizada pelo próprio fandom durante muito tempo. Uma única data em São Paulo era recebida com “pelo menos eles vieram”. Um ingresso muito caro ganhava a justificativa de que trazer artistas coreanos para o Brasil custava mais. Uma interação de poucos segundos era aceita porque, afinal, o fã tinha conseguido chegar perto do idol. O medo de reclamar e o grupo nunca mais voltar acabou criando uma situação em que qualquer insatisfação podia parecer falta de gratidão.
Só que o K-pop também mudou. Hoje, a indústria vende memberships, soundchecks, hi-touch, hi-bye, send-offs, photocards especiais e diferentes categorias de pacotes premium, muitas delas construídas justamente em cima do desejo de proximidade entre fã e artista. Quanto mais essa relação afetiva vira parte do modelo de negócio, menos sentido faz esperar que o público desligue o senso crítico depois de passar o cartão.
O Brasil já mostrou que consegue sustentar K-pop em escalas muito diferentes, de grupos menores circulando por várias capitais a três noites do NCT 127 em São Paulo e duas apresentações do TWICE em estádio. Ao mesmo tempo, se tornou o oitavo maior mercado fonográfico do mundo e continua sendo uma presença enorme em streams, charts e engajamento online. Depois de tantos números, talvez a discussão já nem devesse ser sobre provar que existe público por aqui, mas sobre o lugar que esse público ocupa nas prioridades de uma indústria que conhece muito bem seu poder de consumo.
Gostar de um artista não diminui o valor de R$ 2 mil, não paga uma passagem para São Paulo e não torna uma experiência automaticamente satisfatória. O público brasileiro pode continuar lotando shows, comprando álbuns e colocando seus grupos favoritos nos charts sem precisar tratar qualquer passagem pelo país como um privilégio. Se as empresas já aprenderam a enxergar o Brasil quando olham para os números, também precisam enxergá-lo quando decidem o que entregar em troca deles.
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Novidades atendem diferentes necessidades dos fios e incluem a repaginação da antiga Skalinha Bebê, que passa a se chamar Skala Baby
A Skala Brasil apresenta, durante a Beauty Fair 2026, novidades que integram a nova identidade da marca. Entre os destaques estão as quatro novas linhas de tratamento capilar: Mais Hidratação com Amido de Milho, Brilho Supremo, Força Absoluta e Reparação Instantânea, desenvolvidas para diferentes necessidades dos fios. O portfólio também ganha a atualização da antiga Skalinha Bebê, que passa a se chamar Skala Baby.
Cuidados para diferentes necessidades dos fios
As quatro linhas têm propostas específicas para diferentes necessidades, com indicação para todos os tipos de cabelo.
A Mais Hidratação com Amido de Milho é voltada para cabelos ressecados, com foco em hidratação e controle do frizz. A fórmula combina Manteiga de Karité e Óleo de Coco e oferece 3x mais ação antifrizz. O portfólio inclui shampoo, condicionador, creme de tratamento, creme para pentear e óleo finalizador com proteção térmica, que reduz em 80% o frizz e ajuda a proteger os fios.
Imagem: Divulgação/Skala Brasil
A linha Brilho Supremo é voltada para cabelos com falta de brilho e porosidade. Sua formulação tem o Ácido Glicólico e Óleo de Patauá, com ação antiporosidade e 72 horas de brilho espelhado. O portfólio inclui shampoo, condicionador, creme de tratamento e óleo finalizador com proteção térmica.
Imagem: Divulgação/Skala Brasil
A linha Força Absoluta tem como foco força e resistência à quebra. A fórmula combina Extrato de Jaborandi e Cafeína, ativos associados ao fortalecimento dos fios e à resistência à quebra. A linha conta com shampoo, condicionador e creme de tratamento.
Imagem: Divulgação/Skala Brasil
A linha Reparação Instantânea reúne Extrato de Abacate e Manteiga de Tucumã e tem como proposta reparar os danos desde o primeiro uso. O portfólio é composto por shampoo, condicionador, creme de tratamento e leave-in com proteção térmica, aminoácidos e peptídeos.
Imagem: Divulgação/Skala Brasil
As quatro linhas trazem soluções para as diferentes necessidades de cuidado, hidratação e controle de frizz, brilho e porosidade, força e resistência à quebra e reparação de danos. Todas contam com ativos brasileiros, dentro da proposta de valorizar ingredientes associados à beleza brasileira.
Da Skalinha Bebê à Skala Baby
A repaginação também chega ao portfólio infantil. A antiga Skalinha Bebê passa a se chamar Skala Baby e ganha nova apresentação, com bichinhos 100% brasileiros nas embalagens e ingredientes de origem vegetal com propriedades calmantes. As fórmulas são hipoalergênicas, têm pH balanceado para a pele do bebê e são livres de parabenos, sulfatos, alergênicos e corantes. A linha conta com 92% de ingredientes naturais.
A nova identidade visual associa cada produto a um animal brasileiro e a um ingrediente. O Shampoo Sálvia traz o mico-leão-dourado; o Shampoo Camomila, a capivara; a Loção Hidratante Lavanda, o bicho-preguiça; e o Sabonete Líquido de Glicerina Vegetal, o tucano. A proposta é traduzir visualmente os ingredientes e atributos de cada produto dentro da nova apresentação da linha.
Imagem: Divulgação/Skala Brasil
A atualização das linhas capilares e do portfólio infantil integra a participação da Skala Brasil na Beauty Fair, no ano em que a marca completa 40 anos.
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Primeira solista sul-coreana a subir ao Palco Mundo, cantora chega ao festival com uma carreira cada vez mais distante de fórmulas e uma sequência de lançamentos que mostra diferentes lados de sua identidade artística
Não é todo dia que uma artista estreia no Rock in Rio fazendo história. Quando subir ao Palco Mundo, em 11 de setembro, Hwasa será a primeira solista sul-coreana a ocupar esse espaço e chega ao Brasil em uma fase especialmente interessante da carreira. Depois de anos construindo uma identidade para além do MAMAMOO, ela desembarca por aqui com um repertório que já sustenta seu nome sozinho e, principalmente, sem parecer interessada em repetir o que funcionou no comeback anterior.
Quem acompanha Hwasa desde o início dessa trajetória solo sabe que muita coisa mudou desde Twit, lançada em 2019. O single mostrou que ela tinha espaço para caminhar sozinha, mas foi Maria que levou essa carreira para outro nível. A música se tornou um dos maiores sucessos da cantora e juntou duas características que continuam muito presentes em seu trabalho: a confiança que domina suas performances e uma vulnerabilidade que aparece quando você presta atenção no que ela está cantando.
O mais interessante é que Hwasa não passou os anos seguintes tentando criar uma nova Maria. Vieram I’m a B, I Love my Body e NA, músicas diferentes entre si e que ajudaram a construir uma discografia menos previsível. Mesmo mudando de conceito, existe algo que permanece reconhecível, seja pelo timbre rouco, pela interpretação ou pela maneira muito própria de ocupar o palco. Você não precisa de muitos segundos para perceber quando uma música é dela.
Essa vontade de experimentar ficou ainda mais evidente depois que Hwasa deixou a RBW e assinou com a P NATION, gravadora fundada por PSY. A mudança abriu uma fase em que ela parece ainda mais confortável para testar caminhos diferentes sem abandonar aquilo que construiu como artista. Um dos melhores exemplos veio com Good Goodbye, lançamento que mostrou um lado bem diferente daquele que costuma dominar suas performances.
Foto: reprodução/P Nation
Em vez de apostar novamente na sensualidade e na presença mais provocadora que muita gente associa à cantora, Good Goodbye colocou a voz de Hwasa no centro. A interpretação mais delicada e melancólica deixou seu timbre rouco conduzir a música e mostrou uma vulnerabilidade que até então aparecia com menos frequência em seus trabalhos solo. Para uma artista que passou boa parte da carreira sendo lembrada pela confiança no palco, foi interessante vê-la encontrar força justamente em uma performance mais contida.
Só que ficar confortável em uma única versão de si mesma nunca pareceu muito a cara de Hwasa. Em abril deste ano, ela mudou novamente de direção com So Cute, dance-pop composto em parceria com PSY e Park Woo-sang. Se Good Goodbye explorava uma cantora mais sensível, So Cute recupera seu lado divertido, confiante e carismático, sem simplesmente voltar aos conceitos que ela já havia apresentado.
Essa diferença entre os dois lançamentos ajuda a entender por que a chegada ao Rock in Rio acontece em um momento tão interessante. Hwasa já não precisa provar que consegue ter uma carreira fora do MAMAMOO ou encontrar uma música capaz de repetir o impacto de Maria. Depois de anos como solista, ela construiu espaço suficiente para testar, mudar e até contrariar aquilo que o público espera dela sem deixar de soar como Hwasa.
E é com esse repertório que ela chega ao Rock in Rio 2026. Ser a primeira solista sul-coreana a ocupar o Palco Mundo é um marco importante, mas reduzir sua estreia a esse feito deixaria de fora justamente o que torna o momento tão interessante. Mais de dez anos depois de debutar com o MAMAMOO e sete anos depois de começar oficialmente sua trajetória solo, Hwasa chega ao Brasil como uma artista que já encontrou sua identidade e ainda parece interessada em descobrir o que mais pode fazer com ela.
Para o público brasileiro, agora fica a expectativa de descobrir como todas essas versões vão dividir o mesmo palco. Maria provavelmente será aquele momento em que ninguém precisa combinar para cantar junto, enquanto faixas mais recentes como Good Goodbye e So Cute mostram o quanto o repertório cresceu desde 2019. Se existe algo que a carreira solo de Hwasa deixou claro até aqui, é que prever qual versão dela vai aparecer em seguida está cada vez mais difícil, e talvez essa seja justamente a graça.
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Novela ganha sequência em janeiro de 2027 e promete volta de personagens emblemáticos como Tufão, Carminha e Nina
Oi, Oi, Oi! Sim, Avenida Brasil terá uma continuação, e isso não é um teste! A novela que foi fenômeno em 2012, se tornando uma das mais emblemáticas da televisão brasileira, teve sua continuação confirmada para Janeiro de 2027 na última terça (8), substituindo a atual novela das nove, Quem Ama Cuida, na Rede Globo! A emissora anunciou a sequência da trama de João Emanuel Carneiro nas redes sociais após meses de especulações, burburinhos nos bastidores e sigilo absoluto sobre o projeto. Pensando nisso, o Entretetizei resolveu listar tudo o que você precisa saber sobre essa sequência tão aguardada e imperdível! Vem com a gente!
História original
Foto: divulgação/Estevam Avellar/Globo
Exibida originalmente pela TV Globo entre 26 de março e 19 de outubro de 2012, Avenida Brasil contou com 179 capítulos e é uma das novelas mais lembradas e queridas pelo público brasileiro, marcada pelo suspense, grandes reviravoltas, tramas de vingança, ascensão social dos chamados novos ricos e pela grande vilã Carminha, interpretada por Adriana Esteves. A trama virou tendência nacional e registrou média geral de cerca de 38 pontos no ibope. Seu último capítulo chegou a alcançar mais de 50 pontos, parando literalmente o Brasil inteiro em frente a telinha; repercutindo inclusive internacionalmente, a novela foi vendida para mais de 100 países.
Na trama original, Rita (Mel Maia) é abandonada no lixão pela madrasta Carminha (Adriana Esteves) após a morte do pai. Anos depois, a garotinha reconstrói a vida, muda de identidade e retorna ao Brasil já adulta sob o nome de Nina (Débora Falabella), se infiltrando na mansão da nova família de Carminha para se vingar dela.
Nova trama
Foto: divulgação/Globo
De acordo com a sinopse oficial divulgada pela Globo, a nova fase de Avenida Brasil parte da redenção de Carminha. Após confessar o assassinato de Max (Marcelo Novaes), ela foi presa e, anos depois, foi acolhida por Mãe Lucinda (Vera Holtz) no lixão. A reaproximação com Nina e Jorginho (Cauã Reymond) dá o ponto de partida para a nova história. A trama se desenrola a partir do desejo de Carminha de voltar a ser rica. Ela estará vivendo no lixão e cuidando das crianças órfãs após a morte de Mãe Lucinda. No entanto, ela começa a pensar em voltar para a vida de luxo que tinha antes de terminar o casamento com Tufão (Murilo Benício). Em um plano estratégico para poder retornar para a mansão, ela começa a se aproximar da filha, Ágata (Karol Lannes), que ficou morando com o pai. Ela quer voltar a conviver com a família com o intuito de recuperar sua antiga vida. No entanto, a novela não vai mostrar logo de cara qual será a verdadeira intenção de Carminha ao se reaproximar de Tufão e da família. A trama promete manter o público em dúvida se ela busca vingança, se é ambição ou se realmente ela mudou e tem boas intenções dessa vez. A morte de Monalisa (Heloísa Périssé), esposa de Tufão na trama, abre espaço para esse retorno triunfal de Carminha ao convívio da família. A história volta a se passar no bairro do Divino, onde Tufão segue sendo tratado como uma espécie de rei local.
Nomes confirmados
Foto: divulgação/Globo
Entre os nomes confirmados na sequência da trama, estão os de Adriana Esteves (Carminha), Murilo Benício (Tufão), Cauã Reymond (Jorginho), Débora Falabella (Nina), Marcos Caruso (Leleco), Eliane Giardini (Muricy), Letícia Isnard (Ivana), Juliano Cazarré (Adauto), Mel Maia, que não repete o papel de Nina criança e ganha uma personagem inédita especialmente para a continuação, e Karolina Lannes que volta como Agatha, filha de Carminha. Vale lembrar que alguns desses nomes confirmados não serão personagens fixos na história e devem aparecer em participações especiais abrindo espaço para novos personagens.
Personagens inéditos
Foto: divulgação/Globo
A continuação também aposta em novos rostos e histórias para renovar os conflitos e reviravoltas da trama do Divino:
Thalita Carauta interpreta Salomé, dona de um restaurante no bairro do Divino que forma um novo par romântico com Tufão; Thomás Aquino integra o elenco em um papel ainda sem função ou nome revelados; Ernani Moraes vive Espiridião, dirigente do Divino Futebol Clube, o mesmo núcleo de futebol que marcou a novela original, e também dono de um motel frequentado pelos novos jogadores do time; Drico Alves interpreta Juninho, outro personagem ligado ao núcleo de futebol; e Jéssica Ellen vive uma personagem com forte ligação com Carminha, ainda sem detalhes revelados. Novos nomes devem ser anunciados em breve.
Quem fica de fora
Foto: divulgação/João Cotta/Globo
Alguns nomes queridos pelo público do elenco original não devem voltar para a trama por razões de elenco ou de roteiro, como os personagens de Alexandre Borges (Cadinho), Nathalia Dill (Débora) e José Loreto (Darkson), que estão no elenco de Quem Ama Cuida e dificilmente vão emendar duas novelas seguidas. Camila Morgado (Noémia), já está confirmada em Lá Na Minha Terra, próxima novela das 18h. Vera Holtz (Mãe Lucinda), Max (Marcelo Novaes), Nilo (José de Abreu) e Genésio (Tony Ramos) descartados porque seus personagens morreram no desfecho da novela original. Isis Valverde (Suelen) e Débora Nascimento (Tessália) também foram apontadas como fora da sequência por questões de roteiro. Heloísa Perissé retorna como Monalisa mas a personagem morre já nos primeiros capítulos, o que é o pontapé inicial da nova trama.
Bastidores
Foto: divulgação/Globo
Na direção, Ricardo Waddington repete a direção artística, considerada um dos pilares da identidade da obra, que na versão original foi um marco de audiência e um fenômeno cultural. Já a direção geral, passa a ser de Henrique Sauer, substituindo Amora Mautner. Sauer já dirigiu O Outro Lado do Paraíso, Filhos da Pátria, Segunda Chamada e Encantado’s, e em 2025 dividiu com Dennis Carvalho a direção do especial de 60 anos da Globo. Atualmente, comanda as filmagens do longa A Viagem.
Com o encerramento de Quem Ama Cuida e do ciclo de Pilar, personagem de Isabel Teixeira, o público se prepara para o retorno de uma das vilãs mais populares e amadas da teledramaturgia brasileira. A volta de Carminha já promete render novos embates, memes, atuações de tirar o fôlego e muito debate nas redes sociais, com o público já ansioso e com expectativas altas para conferir como autor vai conduzir a nova fase da novela e a trama da vilã. Para viabilizar a estreia para janeiro de 2027, os trabalhos nos estúdios Globo começam já neste mês de setembro, com gravações antecipadas para se ajustar à agenda concorrida do elenco principal, garantindo que a estreia ocorra como o planejado. A novela promete!
E aí, gostou de saber mais sobre o retorno desse grande clássico da teledramaturgia brasileira? Estão animados para a sequência? Conta para gente nas redes sociais do Entretê! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca as novidades.
Evento gratuito chega à quarta edição com expectativa de reunir mais de 30 mil pessoas e mais de 50 atrações entre games, cosplay, K-pop, anime, dublagem, música, teatro, RPG e literatura
Por dois dias, o Caminho Niemeyer, em Niterói, vai deixar de ser apenas um cartão-postal da cidade para se transformar em uma espécie de portal para outros universos. Nos dias 12 e 13 de setembro, das 10h às 20h, acontece a Niterói Expo Geek, o maior evento gratuito de cultura pop e geek do Estado do Rio, com uma programação que mistura games, anime, cosplay, K-pop, quadrinhos, RPG, swordplay, música, teatro, literatura, tecnologia e experiências interativas.
Em sua quarta edição, a Niterói Expo Geek chega com expectativa de receber mais de 30 mil pessoas, ampliando a trajetória de crescimento iniciada em 2023. A primeira edição reuniu mais de 6 mil visitantes; a segunda, em 2024, ultrapassou 12 mil; e a terceira, realizada em 2025, chegou a mais de 24 mil pessoas. Para 2026, a previsão é de mais de 50 atrações e 60 horas de programação, sempre com entrada gratuita.
“Mais do que uma feira, a Niterói Expo Geek funciona como uma grande revista ao vivo do universo geek. Há lugar para quem chega vestido de personagem favorito, para quem canta música de K-pop, para quem joga videogame, coleciona cartas, joga RPG, acompanha dubladores ou quer descobrir um universo novo. A proposta é reunir comunidades diferentes num mesmo lugar. E deixar que se encontrem”, explica Alexandre Lage, um dos idealizadores do evento.
Entre os convidados confirmados estão os dubladores Úrsula Bezerra e William Viana, além de Marcos Castro e Luciana D’Aulizio, que participam da programação dedicada ao entretenimento e à cultura pop. A agenda também terá música, com o retorno da Banda Ducktails, que esteve na edição de 2025, e a participação da Floresta Secreta, grupo que trabalha com referências celtas, folk e medievais.
Foto: divulgação/assessora Maria Marinho
O teatro também ganha espaço com o espetáculo Alice e a Ampulheta Paradoxal, que leva para o evento uma história marcada pelo imaginário fantástico. Já o Painel Noches terá o lançamento de um curta de anime nacional, enquanto o Painel DSHBR põe em discussão um personagem que nem sempre recebe os holofotes do universo dos super-heróis: o super-herói brasileiro.
Um lugar onde o cosplay encontra o K-pop
Se existe uma imagem capaz de explicar a dimensão da Niterói Expo Geek, ela provavelmente passa pelo cosplay. A comunidade cresceu junto com o evento: foram mais de 300 cosplayers na primeira edição, cerca de 650 na segunda e aproximadamente 800 em 2025. Em 2026, o Concurso de Cosplay volta a ser um dos momentos de maior mobilização do público.
O mesmo vale para o K-pop. O Concurso de K-cover integra a programação e reúne dançarinos e fãs em torno de uma das manifestações culturais que mais ganharam espaço dentro do universo pop e geek nos últimos anos.
Mas nem tudo envolve competição. O GeekVersus, por exemplo, transforma conhecimento sobre cultura pop em brincadeira, com perguntas, respostas e desafios inspirados em formatos conhecidos da televisão. A ideia é descobrir quem realmente sabe tudo sobre esse universo, ou quem tem apenas a confiança necessária para responder primeiro.
Foto:divulgação/assessora Maria Marinho
Da fantasia à produção cultural
A NEG também abre espaço para quem está do outro lado do palco: artistas, autores, artesãos, criadores e pequenos empreendedores. A programação reúne iniciativas da economia criativa de Niterói e de cidades do entorno, criando um ambiente em que o público pode consumir cultura, mas também conhecer quem produz essa cultura. Entre as iniciativas previstas está uma Coletânea de Contos Fantásticos Niteroienses, voltada à produção literária independente. A proposta é selecionar histórias de novos autores para integrar uma publicação coletiva, aproximando literatura, fantasia e criação autoral. É nessa mistura que está uma das características do evento: a cultura geek aparece não só como entretenimento, mas como espaço de criação, trabalho e formação. Games encontram tecnologia; cosplay encontra artes cênicas; literatura encontra audiovisual; artistas independentes encontram público; e jovens encontram chances de transformar aquilo de que gostam em produção cultural.
Uma cidade que virou personagem
A escolha do Caminho Niemeyer acrescenta outro elemento à experiência. Projetado para ser um dos grandes conjuntos arquitetônicos de Niterói, o complexo à beira da Baía de Guanabara, marcado pela arquitetura de Oscar Niemeyer, recebe palcos, arenas, áreas de convivência, expositores e atividades. O resultado é uma combinação curiosa: personagens de anime, super-heróis, guerreiros medievais, jogadores, músicos e fãs da cultura coreana circulando diante das curvas de Niemeyer e tendo a Baía de Guanabara como cenário. Por dois dias, a paisagem da cidade ganha uma camada de fantasia e emoção.
A força regional do evento também aparece no perfil do público. Na edição de 2025, quase metade dos visitantes era de Niterói e cerca de um terço vinha de São Gonçalo. O restante se dividiu entre a capital fluminense, outros municípios do estado, outros estados brasileiros e até visitantes estrangeiros. Desta forma, o evento se consolida como o maior evento da cultura nerd do estado do Rio de Janeiro e já alcança as melhores posições no ranking nacional. A expectativa para 2026 é ampliar ainda mais esse alcance.
Uma aposta que cresceu junto com o público
A história da Niterói Expo Geek é também uma história de crescimento. Em apenas três edições, o público passou de mais de 6 mil para mais de 24 mil pessoas. A terceira edição contou com mais de 50 atividades, mais de 100 artistas, cerca de 800 cosplayers e 55 feirantes e expositores, além de alcançar mais de 8 milhões de pessoas no ambiente digital.
Foto: divulgação/assessora Maria Marinho
A quarta edição parte desse histórico para projetar um novo salto. Mais de 30 mil visitantes são esperados, número que ainda é uma previsão e pode variar de acordo com a movimentação dos dois dias. A organização também prevê mais de 50 atrações e 60 horas de programação. Por trás desses números, porém, existe uma característica menos mensurável: a construção de uma comunidade. A Niterói Expo Geek nasceu como um evento dedicado à cultura pop e foi crescendo à medida que novos grupos passaram a ocupar seu espaço. Hoje, reúne fãs, artistas, cosplayers, músicos, escritores, empreendedores, estudantes, profissionais de tecnologia e famílias.
Realizada com apoio da Secretaria das Culturas de Niterói e articulada com parceiros da economia criativa da cidade e do entorno, a iniciativa aposta em uma fórmula simples: entrada gratuita, muita diversidade e espaço para que diferentes públicos possam se reconhecer na programação.
SERVIÇO
Niterói Expo Geek
12 e 13 de setembro de 2026
Das 10h às 20h
Caminho Niemeyer – Centro, Niterói
Entrada gratuita
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Longa escolhido para representar o Brasil na premiação será divulgado em 16 de setembro
A Academia Brasileira de Cinema anunciou, nesta quarta (9), a shortlist com os seis longas-metragens pré-selecionados para representar o Brasil no Oscar 2027. Os títulos são: 100 Dias (2026), de Carlos Saldanha; A Fabulosa Máquina do Tempo (2026), de Eliza Capai; A Natureza das Coisas Invisíveis (2025), de Rafaela Camelo; Feito Pipa (2026), de Allan Deberton; Nosso Segredo (2026), de Grace Passô; e Vicentina Pede Desculpas (2026), de Gabriel Martins.
O próximo passo é escolher, entre esses, o filme que disputará de fato uma indicação à vaga na categoria de Melhor Filme Internacional na premiação de Hollywood. A comissão de seleção divulgará o representante oficial na próxima quarta, 16 de setembro.
A cerimônia do Oscar ocorre no dia 14 de março de 2027, em Los Angeles. De acordo com as regras da AMPAS (Academy of Motion Picture Arts and Sciences), os nomes dos integrantes da comissão não podem ser divulgados antes do anúncio do filme escolhido.
Confira detalhes sobre as seis produções pré-selecionadas abaixo:
100 DIAS
Imagem: divulgação/Palavra Assessoria
Produção: Ventre Studio, Trema Filmes e Boipeba Filmes.
Direção: Carlos Saldanha.
Sinopse: Sozinho em um pequeno barco, Amyr Klink desafia o Atlântico Sul a remo e escreve uma história que nunca havia sido tentada. Em 100 Dias, a travessia entre a África e o Brasil se transforma em uma batalha contra o medo, a solidão e os próprios limites. Enquanto o corpo resiste ao mar, a mente enfrenta memórias, conflitos familiares e escolhas que moldaram quem ele é. Mais do que cruzar um oceano, Amyr precisa atravessar a si mesmo.
Confira o trailer de 100 DIAS, que chega em 29 de outubro nos cinemas:
A FABULOSA MÁQUINA DO TEMPO
Imagem: divulgação/Palavra Assessoria
Produção: Amana Cine.
Direção: Eliza Capai.
Sinopse: No sertão do Piauí, meninas navegam entre cultos evangélicos, redes sociais e sonhos de futuro. Ao inventarem uma máquina do tempo, elas revisitam as histórias duras de suas mães e avós, marcadas pela pobreza e desigualdade, e viajam para um futuro onde se enxergam livres e realizadas. Entre brincadeiras e fabulação, elas questionam o que significa se tornar mulher. Um filme sobre o delicado limiar entre infância e adolescência, narrado por quem ainda vive essa travessia.
Confira o trailer de A Fabulosa Máquina do Tempo, ainda em cartaz nos cinemas:
A NATUREZA DAS COISAS INVISÍVEIS
Imagem: divulgação/Palavra Assessoria
Produção: Moveo Filmes.
Direção: Rafaela Camelo.
Sinopse: Glória tem 10 anos e passa as férias no hospital onde sua mãe trabalha como enfermeira. Lá ela conhece Sofia, uma menina que está convencida de que a piora na saúde da bisavó é causada pela internação no hospital. Unidas pelo desejo de sair dali, as crianças encontram conforto na companhia uma da outra. Quando a partida se torna inevitável, as meninas e suas mães seguem para um refúgio no interior do Goiás para passar os últimos dias de um verão inesquecível.
Confira o trailer de A Natureza das Coisas Invisíveis, já disponível na Netflix:
FEITO PIPA
Imagem: divulgação/Palavra Assessoria
Produção: Deberton Filmes e Biônica Filmes.
Direção: Allan Deberton.
Sinopse: Gugu é um menino de 12 anos apaixonado por futebol que vive com a avó Dilma, uma professora aposentada que o criou de forma livre e afetuosa em uma vida com segurança e criatividade. Menos em sua relação com o pai Batista, feita de ausências, expectativas e afetos não ditos. Agora Gugu vive seu primeiro desafio quando precisa encarar a possibilidade de morar com ele.
Confira o trailer de Feito Pipa, que chega em 5 de novembro nos cinemas:
NOSSO SEGREDO
Imagem: divulgação/Palavra Assessoria
Produção: EntreFilmes.
Direção: Grace Passô.
Sinopse: Uma família negra tenta reconstruir sua rotina após uma perda recente. Enquanto cada um foge do luto à sua maneira, o filho caçula guarda um segredo capaz de encarar as raízes de suas dores e, juntos, descobrirem um novo caminho.
Confira o trailer de Nosso Segredo, ainda em cartaz nos cinemas:
VICENTINA PEDE DESCULPAS
Imagem: divulgação/Palavra Assessoria
Produção: Filmes de Plástico.
Direção: Gabriel Martins.
Sinopse: Numa manhã ensolarada em Belo Horizonte, um ônibus lotado segue para o centro da cidade. Ao cruzar um viaduto, o veículo desvia repentinamente, sai da pista e cai na avenida abaixo. Um passageiro fica gravemente ferido, enquanto todos os demais – incluindo Wesley, o motorista – morrem. A tragédia domina os noticiários de televisão e as manchetes dos jornais em todo o país. As câmeras de segurança do ônibus e da via registram o momento do acidente e, após a análise das imagens, começam a circular especulações de que o motorista poderia ter agido intencionalmente. Vicentina, uma professora aposentada de 75 anos e mãe de Wesley, fica devastada pela tragédia e sem saber como seguir em frente. Ela decide procurar as famílias das vítimas e pedir desculpas. O caminho à sua frente se mostra difícil, e as respostas que Vicentina tanto busca nem sempre são as que ela encontra.
Confira a primeira imagem divulgada de Vicentina Pede Desculpas, que estreia em 5 de novembro nos cinemas e chega à Netflix em 20 de novembro:
Imagem: reprodução/Netflix/Denise dos Santos
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Imagem: reprodução/28ª Feira do Livro de São Paulo/Communica Brasil
Programação reúne nomes como Mia Couto, Bruna Lombardi e Serginho Groisman, além de encontros sobre bem-estar, cultura coreana e iniciativas de incentivo à leitura
A 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo entra em seus últimos dias com uma programação além dos lançamentos e das sessões de autógrafos. Entre 8 e 11 de setembro, o Distrito Anhembi, em São Paulo, recebe encontros que atravessam literatura, música, educação, saúde mental e cultura, além de iniciativas que buscam ampliar o acesso aos livros durante o evento.
Entre os destaques estão uma celebração dos 70 anos de Grande Sertão: Veredas, com Mia Couto e Bruna Lombardi; uma conversa sobre Freddie Mercury conduzida pela biógrafa Lesley-Ann Jones e mediada por Serginho Groisman; e mesas que discutem neurodiversidade, as diferentes narrativas sobre o Brasil, solidão e a expansão da literatura coreana.
A Bienal também oferece incentivo para quem pretende aproveitar os últimos dias da feira para abastecer a estante. De segunda a quinta-feira, após as 17h, o valor integral do ingresso retorna ao visitante em cashback para a compra de livros dentro do evento. Além disso, mais de R$ 20 milhões serão investidos no Vale-Livro, iniciativa que beneficia alunos, servidores municipais e bibliotecários.
Confira alguns dos destaques da reta final desta edição.
Grande Sertão: Veredas completa 70 anos
Imagem: reprodução/28ª Feira do Livro de São Paulo/Communica Brasil
Na terça (8), Mia Couto, Bruna Lombardi e Italo Moriconi se encontraram no Salão de Ideias para celebrar os 70 anos de Grande Sertão: Veredas, de João Guimarães Rosa.
A conversa partiu de uma das obras mais importantes da literatura em língua portuguesa para revisitar o sertão criado pelo autor não apenas como espaço geográfico, mas como território de conflitos, escolhas e descobertas. As travessias, o desconhecido e as reflexões sobre a condição humana presentes no romance também entram no debate.
No mesmo dia, o Espaço Saúde e Bem-Estar também recebeu uma conversa sobre neurodiversidade com Thiago Castro, Lara D’Almeida e Pedro Pan, mediada por Luciano Gonçalves. O encontro abordou TDAH, autismo, dislexia e altas habilidades a partir de evidências científicas, além dos limites entre diagnóstico e rotulação e dos desafios da inclusão em áreas como saúde, educação e cidadania.
Diferentes retratos do Brasil
Na quarta (9), o Salão de Ideias recebe Fernando Morais e Felipe Nunes para a mesa Retratos do Brasil. Partindo de perspectivas diferentes, os convidados discutem as narrativas que ajudam a compreender a formação do país e as transformações da sociedade brasileira.
De um lado, entra o olhar biográfico e literário de Fernando Morais; do outro, a análise social e estatística de Felipe Nunes. O encontro coloca passado e presente em diálogo para pensar os acontecimentos que ajudam a construir diferentes interpretações sobre o Brasil.
A programação do dia também abre espaço novamente para saúde mental. Bia Garbato e o psiquiatra Tulio Richinho participam de Bipolaridade: Uma Vida que Vai Além do Diagnóstico, conversa inspirada no livro Bipolar, Sim. Louca, Só Quando Eu Quero.
Além dos desafios relacionados ao diagnóstico e ao tratamento do transtorno bipolar, a mesa discute estigmas e preconceitos e propõe olhar para autonomia, humor e qualidade de vida sem reduzir a identidade de uma pessoa a um diagnóstico.
Freddie Mercury para além dos palcos
Na quinta (10), um dos nomes mais conhecidos da música ganha espaço na Arena Cultural. Lesley-Ann Jones apresenta uma nova leitura sobre Freddie Mercury a partir de materiais inéditos, relatos íntimos e diários escritos pelo cantor durante os últimos 15 anos de sua vida.
Com mediação de Serginho Groisman, a conversa passa pelos bastidores do Queen, relações pessoais, medos e revelações que ajudam a olhar para o homem por trás do ícone. Legado, privacidade e as histórias que continuam cercando Mercury décadas após sua morte também fazem parte do encontro.
A educação também aparece na programação de quinta. Leonardo Bento, com mediação de Hubert Alquéres, discute quais conhecimentos e competências a escola precisa oferecer diante das transformações do mundo contemporâneo. A conversa passa pela formação dos estudantes, pelas novas demandas educacionais e pelo equilíbrio entre transmissão de conhecimento e formação humana.
Do amor à literatura coreana
Amor e solidão dividem a mesma conversa na sexta (11). Alexandre Coimbra Amaral e Ana Suy partem dos livros A Gente Mira no Amor e Acerta na Solidão e Cuidar da Solidão até Virar Abraço para discutir duas experiências que nem sempre são tão opostas quanto parecem. O encontro aborda pertencimento, relações afetivas e a maneira como a solidão aparece em uma sociedade cada vez mais conectada pelas telas.
E a onda coreana também chega aos livros. Em Além dos K-dramas e do K-pop: a Literatura na Onda Coreana, a escritora Lee Hong discute como a Hallyu (Onda Coreana) ultrapassou música, séries, cinema e moda e passou a aproximar leitores de diferentes países da literatura produzida na Coreia do Sul.
A autora lança seu primeiro livro no Brasil durante a Bienal e conversa sobre o espaço da literatura dentro desse movimento e sobre como as histórias coreanas vêm atravessando fronteiras culturais.
Mais de R$ 20 milhões para ampliar o acesso aos livros
Imagem: reprodução/28ª Feira do Livro de São Paulo/Communica Brasil
Além da programação cultural, a edição de 2026 também traz um investimento voltado diretamente à formação de leitores. O Vale-Livro, iniciativa da Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Educação, em parceria com a Bienal, passa de R$ 60 para R$ 100 por beneficiário, aumento de aproximadamente 67% em comparação com 2024.
O investimento ultrapassa R$ 20 milhões e alcança mais de 52 mil alunos, 154 mil servidores municipais e 2 mil bibliotecários. Cada participante pode escolher diretamente nos estandes as obras que deseja levar para casa.
E a literatura, aqui, aparece em diferentes formatos. O benefício também pode ser utilizado para gibis, mangás, histórias em quadrinhos, revistas e publicações infantis enquadradas na Política Nacional do Livro. Nesta edição, o sistema utilizado para as transações será o mesmo do cashback dos ingressos.
Para Sevani Matos, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), a possibilidade de escolher o próprio título ajuda a prolongar a relação com a leitura para além da passagem pela feira: “O Vale-Livro transforma a visita à Bienal em uma experiência ainda mais significativa, porque permite que cada beneficiário escolha a obra que deseja levar para casa e dê continuidade a esse encontro com a leitura.”
A Bienal também apoia a campanha Meu Livro, Meu Estilo, iniciativa da Câmara Brasileira do Livro (CBL) que aproxima leitura, identidade e estilo de vida e busca reforçar o livro como parte do cotidiano e da cultura brasileira.
Bienal ocupa 86 mil metros quadrados no Anhembi
Realizada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e organizada pela RX, a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo acontece até 13 de setembro. A edição ocupa 86 mil metros quadrados do Distrito Anhembi, reúne 269 expositores e conta com 350 autores nacionais e internacionais, 3.450 horas de programação e 11 espaços culturais.
Outros 120 mil estudantes são esperados por meio do Programa de Visitação Escolar, enquanto a Espanha, Convidada de Honra desta edição, participa com uma delegação de 50 autores.
Serviço
28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo Data: 4 a 13 de setembro de 2026 Local:Distrito Anhembi Endereço: Avenida Olavo Fontoura, 1209 – Santana, São Paulo/SP Ingressos: disponíveis pela plataforma oficial de venda da Bienal
E aí, qual desses encontros você gostaria de acompanhar na reta final da Bienal? Compartilhe com a gente através das nossas redes sociais – Instagram,FacebookeX – e, se você gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
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