Sou de Algodao + Ronaldo FragaSPFW N61Foto: Lou Alves/ @agfotosite
Estilista mineiro apresenta coleção que transforma a fibra natural em suporte para histórias e lembranças na São Paulo Fashion Week
Texto escrito por: Esther Brito & Sinara Martins
O algodão ganhou novos significados na passarela da São Paulo Fashion Week (SPFW) nesta quinta (15), no Pavilhão das Culturas Brasileiras, no Parque do Ibirapuera, em São Paulo. Com a coleção Cartas de Algodão, Ronaldo Fraga transforma cartas manuscritas, fotografias antigas e bordados em referências para explorar a relação entre moda e histórias afetivas.
O Entretê esteve por dentro dos bastidores desse desfile, que comemora os 10 anos do projeto Sou de Algodão, e podemos entender mais sobre a construção dessa coleção.
O algodão como memória
Foto: reprodução/ Sou de Algodão / Gustavo Scatena / @agfotosite
Criado em 2016 pela Abrapa, o Sou de Algodão busca aproximar os diferentes elos da cadeia produtiva têxtil e estimular uma reflexão sobre moda e consumo responsável. Desde 2022, estão presentes na SPFW, e este ano eles retornam para marcar sua primeira década. A iniciativa apresenta a coleção de Ronaldo Fraga para reafirmar o algodão como parte da história do vestir brasileiro e trazer essa celebração.
Com o tema Cartas de algodão, o estilista parte de objetos que carregam memórias pessoais e atravessam gerações. Cartas de amor, bilhetes esquecidos entre páginas de livros, lenços perfumados e flores prensadas aparecem como referências para uma coleção que aproxima o vestir das lembranças. Dessa forma, o algodão ultrapassa sua função como matéria-prima e assume um papel central na proposta, conectando tecido e experiências afetivas.
“Ronaldo na passarela vai conseguir contar bem, sobre essa história, mas principalmente valorizar essa fibra. Essa fibra que é milenar, que está presente na vida das pessoas muito mais do que a gente imagina.” diz a porta voz do projeto, Alessandra Zanotto.
Análise dos looks e da coleção
Foto: reprodução/ Sou de Algodão/ @agfotosite
Com uma coleção feita com a valorização do trabalho artesanal e manual, o foco principal dos tecidos está no algodão brasileiro. O estilista reconhece não apenas o trabalho nacional como também um dos maiores tecidos produzidos no país.
A paleta de cores das peças é construída através de tons neutros e terrosos, de forma que valoriza o natural e podem ser chamados de “falsos brancos”, com apenas alguns toques de cor ao longo dos looks. Detalhes como bordados com frases manuscritas, aplicações, rendas e tecidos com texturas artesanais foram os protagonistas na construção da coleção.
Cartas de algodão vai além de celebrar a fibra natural do algodão, ele vem com delicadeza propondo uma forma de resistência, mostrando que a moda entra como uma forma de contar história, com aquilo que palavras não conseguem dizer, mas os olhos podem enxergar.
Produção nacional
Foto: reprodução/ Sou de Algodão/ @agfotosite
Além da proposta criativa, o desfile destaca a relação da moda com a produção nacional. A apresentação contou com uma parceria inédita com a Garotti, fabricante de calçados em couro com mais de 125 anos de tradição, responsável pelas botinas usadas pelos modelos. O algodão utilizado entre as peças vem de parceria com a Abrapa (Associação Brasileira dos Produtores de Algodão) que procura valorizar a cultura do algodão brasileiro.
A colaboração aproxima diferentes matérias-primas e etapas da cadeia produtiva brasileira, em sintonia com a proposta do Sou de Algodão de valorizar os profissionais envolvidos na produção têxtil.
“[…] Quando se fala de uma moda brasileira produzida por brasileiros, é algo que me emociona. Então eu gostaria que as pessoas também percebessem e recebessem essa emoção na mesma proporção.” compartilha o estilista Ronaldo Fraga.
Algodão através de histórias
Entre cartas guardadas, bordados e tecidos que carregam marcas do trabalho manual, Cartas de Algodão transforma a passarela em um espaço de lembranças, assim como a cenografia que lembra aquele varal no quintal da vovó.
A coleção de Ronaldo Fraga convida o público a olhar para as roupas para além de sua forma e função, reconhecendo nelas histórias, afetos e gestos que atravessam gerações. Ao completar dez anos, o Sou de Algodão celebra não apenas uma fibra, mas tudo aquilo que ela pode representar na construção da moda brasileira.
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Confira as atualizações do entretenimento no mundo das dizis durante esta semana
Por Anna Mellado, Débora Lima, Gisélia Oliveira e Mariana Chagas
Hande Erçel protagonizará novo filme de diretor iraniano indicado ao Oscar
Hande Erçel foi anunciada como protagonista de Diaspora, novo drama do diretor e roteirista iraniano Nader Saeivar, que será ambientado na Alemanha. O projeto representa mais um passo na carreira internacional da atriz turca e tem gravações previstas para o início de 2027. A novidade foi divulgada com exclusividade pelo portal norte-americano Deadline.
Imagem: reprodução/Dizilah
Saeivar é conhecido por seus trabalhos no cinema iraniano e pela parceria com o cineasta Jafar Panahi. Os dois receberam uma indicação ao Oscar de Melhor Roteiro Original por Foi Apenas um Acidente (It Was Just an Accident), vencedor da Palma de Ouro no Festival de Cannes. Entre os trabalhos dirigidos por Saeivar estão No End (2022), The Witness (2024) e Hijamat (2026).
Susuz Yaz inicia gravações em Adana com Mert Ramazan Demir e Lizge Cömert
As gravações de Susuz Yaz (tradução livre: Verão Seco), nova dizi da Kanal D produzida pela Ay Yapım, começaram em Adana, na Turquia. Adaptada da obra homônima de Necati Cumalı, a produção é ambientada nos anos 1970 e conta com roteiro de Sema Ergenekon e direção de Yusuf Pirhasan e Mehmet Can Bindal. O elenco reúne Mert Ramazan Demir, Lizge Cömert, Batuhan Bozkurt Yüzügüleç, Şebnem Bozoklu e İrem Sak, entre outros nomes.
Foto: reprodução/Instagram @susuzyazdiziresmi
A história acompanha Osman (Mert Ramazan Demir) e seu irmão Hasan (Batuhan Bozkurt Yüzügüleç), que vivem do cultivo de suas terras em uma vila de Adana. Enquanto Osman sonha em construir uma vida ao lado de Bahar (Lizge Cömert), os interesses ocultos de Hasan e as disputas pelo acesso à água e à terra colocam os irmãos em lados opostos, dando início a uma série de conflitos familiares.
İsmail Ege Şaşmaz interpretará irmão de Işıl em Ölüm Bizi Ayırana Dek
İsmail Ege Şaşmaz foi confirmado no elenco de Ölüm Bizi Ayırana Dek (tradução livre: Até que a Morte nos Separe), nova série da TOD produzida pela ARC Film. O ator interpretará Kuzey, irmão de Işıl (Pelin Akil), e dividirá a cena com Tolgahan Sayışman, Rabia Soytürk e Özgür Ozan. Şaşmaz já atuou ao lado de Rabia Soytürk em Kör Nokta (tradução livre: Ponto Cego, 2024).
Foto: reprodução/Onedio
A trama acompanha Uygar (Tolgahan Sayışman), um engenheiro civil casado com Işıl e pai de Melisa. Durante uma viagem de trabalho, ele conhece Azra (Rabia Soytürk), uma cantora por quem se sente profundamente atraído, dando início a uma história que promete abalar sua vida familiar. A produção tem direção de Serdar Gözelekli.
O Canto do Pássaro chegará à televisão dos Estados Unidos
O Canto do Pássaro (Yalı Çapkını), dizi protagonizada por Afra Saraçoğlu e Mert Ramazan Demir, ganhará espaço na televisão dos Estados Unidos. Conhecida internacionalmente como Golden Boy, a produção será exibida com dublagem em espanhol pelo canal Pasiones.
Imagem: reprodução/Dizilah
A novidade faz parte de um acordo de distribuição firmado pela Eccho Rights com a emissora Pasiones, dos Estados Unidos, que também inclui outras produções turcas, como Camdaki Kız (tradução livre: A Garota na Janela), Doğduğun Ev Kaderindir (tradução livre: A Casa Onde Você Nasceu é seu Destino) e Ömer. As quatro dizis serão exibidas com dublagem em espanhol. Com o acordo, Yalı Çapkını amplia sua presença internacional.
Produções turcas marcam presença na MIPCOM 2026, em Cannes
As produções turcas Şapkacı Kadınlar (tradução livre: As Chapeleiras), Haysiyet (tradução livre: Dignidade), Altı Üstü İstanbul (tradução livre: Istambul de Ponta-Cabeça) e Konu Komşu (tradução livre: A Vizinhança) marcaram presença na MIPCOM 2026, feira internacional do mercado audiovisual realizada entre 12 e 15 de outubro, em Cannes, na França. Elencos e representantes das produções participaram de encontros com profissionais da indústria e com a imprensa internacional para divulgar seus projetos.
Pınar Deniz e Selahattin Paşalı apresentaram Şapkacı Kadınlar, nova dizi da O3 Medya que terá distribuição internacional da Eccho Rights e gravações previstas para novembro. Já Kerem Alışık, intérprete de Sadık Karlıova em Haysiyet, representou a produção da Kanal D ao lado do produtor Ali Gündoğdu. Dirigida por Eda Teksöz, a trama aborda relações familiares, honra e busca por justiça.
Imagem: reprodução/Birsen Altuntaş
Outra produção que ganhou espaço no evento foi Altı Üstü İstanbul, da ATV. Os protagonistas Rahimcan Kapkap e Elçin Zehra İrem, intérpretes de Emir e Naz, participaram de encontros com representantes do mercado internacional para apresentar a dizi, distribuída mundialmente como Different Lives. A série é produzida pela NTC Medya e integra o catálogo internacional da ATV Distribution.
A dizi vertical Konu Komşu, da İki Dakika Creative House, também esteve em Cannes. Büşra Pekin, Rıza Kocaoğlu e outros integrantes do elenco participaram da divulgação do projeto, dirigido por Bora Tekay. Além destas, diversas outras produções também marcaram presença no evento.
O que mais aconteceu essa semana
Kızılcık Şerbeti passa por mudança na equipe de roteiristas:Kızılcık Şerbeti (tradução livre: O Xarope de Cranberry) terá uma nova equipe de roteiristas a partir do episódio 143. Melis Civelek e Zeynep Gür, responsáveis pela história desde a estreia, deixaram a produção após divergências com a produtora Gold Film. O roteiro ficará a cargo de Ozan Yurdakul, Meryem Gür, Burcu Över e Caner Güler. A dupla que deixa a dizi passará a se dedicar a Anne Yarısı (tradução livre: Metade Mãe) e Mavi Orkide (tradução livre: Orquídea Azul).
Helin Kandemir e Hakan Çelebi protagonizam Çiçekçi Kız:Çiçekçi Kız (tradução livre: A Florista), nova comédia romântica com elementos policiais da TOD, será protagonizada por Helin Kandemir e Hakan Çelebi. A trama acompanha Nilüfer, uma jovem florista, e Faruk, um policial envolvido em uma missão confidencial. O encontro entre os dois promete dar início a uma história de romance e situações inesperadas.
Songül Öden também desiste de protagonizar Cevher:Songül Öden desistiu de protagonizar Cevher (tradução livre: Joia), adaptação turca da série francesa High Intellectual Potential (HPI), após demonstrar insatisfação com o roteiro. A atriz é o terceiro nome a deixar o projeto da Show TV pelo mesmo motivo, depois de Özgü Namal e da diretora Neslihan Yeşilyurt. A produção, agora sob direção de Yüksel Aksu, segue sem protagonista feminina definida.
Genco Özak interpretará irmão de Güneş em Yörük Kızı: Genco Özak foi confirmado no elenco de Yörük Kızı (tradução livre: Garota Nômade), nova dizi da TRT1, também conhecida provisoriamente como Güneşli Günler (tradução livre: Dias Ensolarados). O ator interpretará Ferhat, irmão de Güneş (Mina Demirtaş), jovem que se muda para um bairro nobre de Istambul após conquistar o primeiro lugar no vestibular nacional. Estrelada também por Onur Seyit Yaran, a produção deve iniciar as gravações entre o fim de outubro e o início de novembro.
Şansa inicia gravações para o Prime Video: As gravações de Şansa (tradução livre: Por Sorte), nova série turca do Prime Video, começaram. A produção acompanha, com humor e situações absurdas, os desafios de jovens recém-formados que tentam encontrar seu espaço no mercado de trabalho. Inspirada nas experiências pessoais das protagonistas Dicle Karagül, Buse Tire e Gizem Ulucan Tire, que também assinam o roteiro, a série tem direção de Hasan Tolga Pulat.
Kanal 7 prepara estreia de Asiye para novembro: A Kanal 7 anunciou Asiye, sua nova dizi com estreia prevista para novembro. Protagonizada por Esengül Aypek e Ferhat Işıktaş, a trama acompanha a luta de uma mãe para reencontrar seu filho, enquanto segredos do passado e conflitos familiares vêm à tona. Produzida pela Kino Film Yapım, a trama deve ser exibida aos fins de semana.
Deniz Bal e Efe Akerler interpretarão versões jovens dos protagonistas de Kara Kuyu:Deniz Bal e Efe Akerler foram escalados para Kara Kuyu (tradução livre: Poço Escuro), nova dizi da Kanal D. Os atores interpretarão, em cenas de flashback, as versões jovens de Ferda (Özge Törer), cujo nome verdadeiro é Fikriye, e Kahraman (Onur Tuna), respectivamente.
Erdem Kaynarca fará participação especial em Susuz Yaz:Erdem Kaynarca fará uma participação especial nos dois primeiros episódios de Susuz Yaz (tradução livre: Verão Seco), nova dizi de época da Kanal D. O ator interpretará Veli, vizinho de terras da família Kocabaş, na história ambientada na região de Çukurova, nos anos 1970. A produção é estrelada por Mert Ramazan Demir, Lizge Cömert e Batuhan Bozkurt Yüzgüleç.
Esra Şahin viverá antigo amor de Ali em Anne Yarısı: Esra Şahin, que recentemente participou de O Sonho de Esref (Eşref Rüya), chega ao elenco de Anne Yarısı (tradução livre: Metade Mãe) como Bahar, primeiro amor de Ali na época do ensino médio. Divorciada e mãe de uma menina, a personagem tenta reconstruir a vida após enfrentar dificuldades familiares. A produção da NOW, gravada na Capadócia, também contará com Selin Dumlugöl no papel de Songül.
Nur Yazar substitui Ece Dizdar em Sevdam Karadeniz: Nur Yazar foi confirmada no elenco de Sevdam Karadeniz (tradução livre: Meu Amor pelo Mar Negro), nova dizi da NOW que estreou em 12 de outubro. A atriz assume o papel de Şehnaz, mãe de Zeyşan (Meltem Akçöl), após a saída de Ece Dizdar da produção. Gravada em Trabzon, a série é produzida pela Mia Yapım.
Kadriye Kenter interpretará Cıncık Abla em Hamal:Kadriye Kenter foi confirmada no elenco de Hamal (tradução livre: Carregador), nova dizi da ATV protagonizada por Oktay Kaynarca, Fahriye Evcen e Caner Cindoruk. A veterana atriz interpretará Cıncık Abla, personagem de personalidade forte que terá destaque na história ambientada em Istambul. Produzida pela KYN, a série tem estreia prevista para os próximos meses, nas noites de terça.
Ölüm Bizi Ayırana Dek amplia elenco e se prepara para iniciar gravações: Ölüm Bizi Ayırana Dek (tradução livre: Até que a Morte nos Separe), nova série da TOD protagonizada por Tolgahan Sayışman, Rabia Soytürk e Pelin Akil, confirmou novos nomes no elenco. Özgür Ozan interpretará İzzet, sogro de Uygar (Sayışman), enquanto Melis Senozan viverá Selin, sua jovem namorada. Berfin Ant será Gaye, empresária de Azra (Soytürk), e Murat Garipağaoğlu interpretará Suat, pai da cantora.
Bir Hayat Hikâyesi deixa a Star TV e passa para a ATV:Bir Hayat Hikâyesi (tradução livre: Uma História de Vida), nova dizi de época da Bozdağ Film, mudou da Star TV para a ATV devido aos custos de produção, segundo informações da imprensa turca. Ambientada a partir de 1971, a trama acompanhará Hayat, mãe de dois filhos, um deles diagnosticado com autismo. Hazal Subaşı e Turgut Tunçalp já estão confirmados no elenco, enquanto Birkan Sokullu negocia para interpretar o psiquiatra Çağrı Aras.
Centilmen confirma Alayça Öztürk no elenco e adia início das gravações:Alayça Öztürk foi confirmada no elenco de Centilmen (tradução livre: Cavalheiro), nova dizi da NOW produzida pela MF Yapım. A atriz interpretará Handan, esposa de Tayfun (Timur Acar), na trama sobre as disputas de poder dentro da empresa familiar Altınkıran. Protagonizada por Vahide Perçin e Kaan Mirac Sezen, a produção teve suas gravações adiadas devido a ajustes no planejamento publicitário da emissora.
Adana Ayazı amplia elenco e define data para leitura de roteiro:Adana Ayazı (tradução livre: O Frio de Adana), nova dizi da NOW protagonizada por Uğur Güneş e Ebru Şahin, confirmou seis nomes no elenco. Levent Ülgen interpretará Hamza, pai de Fırat (Güneş), enquanto Mustafa Mert Koç viverá Serhat, irmão do protagonista. Asena Girişken será Leyla, jovem apaixonada por Fırat, e Özgür Cem Tuğluk interpretará Kadir, seu inimigo. Já Mina Derman e Berrin Arısoy darão vida a Suzan e Gönül, irmã e mãe de Elif (Şahin), respectivamente. A produção realizará sua leitura de roteiro em 22 de outubro, com gravações previstas para começar no fim do mês.
Mercan Köşk teve final antecipado após baixa audiência: Mercan Köşk (tradução livre: Mansão de Coral) teve seu encerramento confirmado pela ATV após não alcançar os índices de audiência esperados. Produzida pela Faro e Sinehane, a dizi, gravada na cidade de Tarsus, chegou ao fim no sétimo episódio. A decisão se soma aos recentes cancelamentos de A.B.İ. (tradução livre: A Família é um Teste) e Aşk ve Taht (tradução livre: Amor e Trono), outras produções da emissora que também tiveram suas exibições encerradas antecipadamente.
Feride Özdinç interpretará filha de Zemherioğlu em Longe Demais:Feride Özdinç é a mais nova integrante do elenco de Longe Demais (Uzak Şehir), dizi da Kanal D protagonizada por Sinem Ünsal e Ozan Akbaba. A atriz interpretará Berfin, filha de Zemherioğlu (Taner Turan), na terceira temporada da produção, que também recebeu recentemente Burak Altay. Gravada em Mardin, a trama prepara novos conflitos para os próximos episódios, especialmente para o casal Cihan e Alya, que enfrentará desafios em seu relacionamento.
Halit Özgür Sarı e Özge Yağız protagonizam nova minissérie turca: Halit Özgür Sarı e Özge Yağız, que contracenaram em Gözleri KaraDeniz (tradução livre: Olhos do Mar Negro), estão novamente juntos em Tell Me Troy (tradução livre: Conte-me sobre Troia), nova minissérie da Go Türkiye, cujas gravações já foram concluídas. Os atores interpretam Aras e Bade, personagens que tiveram um romance interrompido no passado. A trama acompanha estudantes de cinema que deixam Istambul em busca de inspiração para seus projetos de formatura e embarcam em uma viagem pelo norte do Mar Egeu.
Show TV prepara Menekşe, nova dizi diária de romance e drama familiar: A Show TV prepara Menekşe (tradução livre: Violeta), nova dizi diária produzida pela Limon Yapım. Ambientada na zona rural de Istambul, a trama acompanha um homem disposto a tudo para conquistar a mulher que ama e uma jovem determinada a não abrir mão de seu orgulho. Entre conflitos amorosos, segredos familiares, ciúmes e traições, a história promete movimentar a rotina das duas famílias. Com direção de Fulya Yavuzoğlu e Ece Tahtalıoğlu Pertez, a produção já realizou sua leitura de roteiro e conta com Batuhan Özdemir, Güz Bozkurt e Çağrı Baylan no elenco.
Laçin Ceylan interpretará tia de Kıvılcım em Kızılcık Şerbeti: Laçin Ceylan é a mais nova integrante do elenco de Kızılcık Şerbeti (tradução livre: O Xarope de Cranberry), dizi da Show TV que está em sua quinta temporada. A atriz interpretará Belgin, tia de Kıvılcım que mora em Izmir e chegará a Istambul para movimentar a trama. A novidade acontece em meio às mudanças na equipe de roteiristas da produção, que passa a contar com Ozan Yurdakul, Meryem Gür, Burcu Över e Caner Güler a partir do episódio 143. Outros nomes ainda poderão ser anunciados para o elenco.
Son Yemek, filme de Özcan Deniz, terá estreia no Festival de Antalya antes de chegar ao Prime Video:Son Yemek (tradução livre: A Última Refeição), novo filme escrito, dirigido e protagonizado por Özcan Deniz ao lado de Öykü Karayel, terá sua primeira exibição em 29 de outubro, durante o 63º Festival de Cinema de Antalya. A apresentação foi autorizada excepcionalmente pelo Prime Video, plataforma que lançará o longa em 19 de novembro. Com Nejat İşler, Tilbe Saran e Ceyda Düvenci no elenco, a produção acompanha o relacionamento intenso entre Sebahat, uma talentosa pianista, e Bekir, que se conhecem por um encontro inesperado do destino.
Leyla Feray interpretará irmã gêmea de Kadir em Muhtemel Aşk: Leyla Feray foi confirmada no elenco de Muhtemel Aşk (tradução livre: Amor Possível), dizi da Show TV protagonizada por Ayça Ayşin Turan, Ekin Koç e Feyyaz Şerifoğlu. A atriz interpretará Kader Emindağ, irmã gêmea de Kadir (Ekin Koç), personagem cuja chegada à trama era aguardada há algum tempo. A produção é dirigida por Altan Dönmez e produzida pela MF Yapım.
Neslihan Yeldan retorna ao elenco de Kızılcık Şerbeti: Kızılcık Şerbeti (tradução livre: O Xarope de Cranberry) terá mais um retorno em sua quinta temporada. Após a volta de Ceren Karakoç, intérprete de Nursema, a atriz Neslihan Yeldan também está de volta à produção da Show TV, retomando o papel de Sevtap, mãe de Nilay. A novidade se soma às recentes mudanças na equipe de roteiristas e à chegada de Laçin Ceylan ao elenco, que interpretará Belgin, tia de Kıvılcım.
Rapidinhas
– Atakan Özkaya, intérprete de Kaya em Longe Demais (Uzak Şehir), participou de um encontro com estudantes da Universidade de Istambul.
– O filme de suspense Soy (tradução livre: Linhagem), estrelado por Farah Zeynep Abdullah e Barış Arduç, ganhou uma gala de estreia reunindo elenco e convidados para a apresentação da produção ao público.
– Foi divulgado o pôster oficial de Kara Kuyu (tradução livre: Poço Escuro), nova dizi da Kanal D produzida pela OGM Pictures.
– Tebdil (tradução livre: Transformação), peça teatral estrelada por Özge Borak e Fehmi Karaarslan, iniciou sua terceira temporada no bairro de Balat, em Istambul.
– A atriz de teatro Necla Uygur, esposa do falecido ator Nejat Uygur, morreu aos 89 anos.
– O cantor Murat Dalkılıç foi confirmado no elenco de Kanlı Nigar (tradução livre: Nigar Sangrenta), musical protagonizado por Hülya Avşar.
– Mutter: Bir Annenin Hatıra Defteri (tradução livre: Mutter: Diário de uma Mãe), filme protagonizado e coproduzido por Hazar Ergüçlü, concorre na competição principal do Festival de Sitges.
– A cantora Ajda Pekkan fará uma participação especial em Tuzlu Kahve (tradução livre: Café Salgado), dizi da Star TV exibida nas noites de terça.
– Meryem Uzerli substituirá Burcu Biricik no júri do 63º Festival de Cinema de Antalya, realizado entre 24 e 31 de outubro.
– Özge Gürel participou, em Baku, da gala de 44, filme sobre a Segunda Guerra de Nagorno-Karabakh, e da 9ª edição do Festival de Cinema de El Gouna, no Egito, que acontece até 23 de outubro e reúne nomes do cinema internacional.
– Foi divulgado o primeiro trailer de Aşk Tesadüfleri Sever 3 (tradução livre: O Amor Adora Coincidências 3), novo filme da franquia estrelado por Mehmet Günsür e Devrim Özkan.
– Tuvana Türkay, Sarp Levendoğlu e Hande Subaşı foram confirmados no elenco de Kasabanın Gülleri (tradução livre: As Rosas da Cidadezinha), novo filme de comédia romântica.
– O cantor turco Alpay Nazikioğlu, conhecido artisticamente como Alpay, morreu aos 91 anos.
– Kanlı Nigar (tradução livre: Nigar Sangrenta), clássico do teatro turco que ganhará uma adaptação musical, anunciou novos nomes no elenco. Além dos protagonistas Hülya Avşar, Altan Erkekli e Murat Dalkılıç, a montagem contará com Başak Parlak, Ünal Yeter, Ayşe Kırca, Bülend Çolak, Ömür Arpacı, Veysel Diker e Yelda Alp. A direção será de Fatih Dokgöz.
– O músico turco Soner Olgun morreu aos 67 anos, após enfrentar um câncer de pâncreas.
– Foi divulgado o primeiro trailer de İmroz’da Bahar (tradução livre: Primavera em Imroz), filme que reúne Halit Ergenç e Meryem Uzerli.Confira aqui!
– A gala de Gupi ve Gülmeyen Kral (tradução livre: Gupi e o Rei que Não Sorria), filme escrito por Gupse Özay, reuniu diversos artistas, entre eles Barış Arduç, marido da atriz e roteirista.
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Das diferenças na montagem dos shows às comparações entre países, o ARMY latino ainda precisa justificar por que quer uma experiência à altura das próprias expectativas?
Vamos ser sinceros: por que, sempre que os fãs latino-americanos reclamam de alguma coisa relacionada aos shows, aparece alguém para dizer que deveriam agradecer pela oportunidade de ver o BTS? Parece que, para uma parte do fandom, morar na América Latina significa ter que aceitar qualquer condição sem reclamar, como se receber uma turnê já fosse motivo suficiente para ficar quieto. E essa discussão fica ainda mais complicada quando entram em pauta as diferenças na montagem dos espetáculos e a responsabilidade das produtoras pela experiência oferecida ao público.
É claro que organizar uma turnê internacional não é simples. Cada estádio tem suas próprias limitações, existem diferenças logísticas entre os países e nem sempre é possível reproduzir exatamente a mesma estrutura em todas as apresentações. Mas reconhecer essas dificuldades é bem diferente de tratar qualquer questionamento sobre os shows na LATAM como exagero. Afinal, os fãs não estão necessariamente exigindo que tudo seja idêntico em todos os lugares. Muitas vezes, querem entender por que existem diferenças, como elas afetam a experiência de quem compra ingresso e quais são as condições que realmente serão oferecidas na região.
E por que isso deveria ser motivo de briga?
A montagem dos shows na LATAM também precisa entrar na conversa
Quando falamos sobre a montagem de uma turnê do BTS, não estamos falando apenas da aparência do palco. A estrutura pode influenciar a visibilidade de diferentes setores, a proximidade dos integrantes, a distribuição do público e até a experiência de quem paga mais caro para ficar em determinada área. Passarelas, telas, equipamentos de iluminação e outros elementos da produção também fazem parte dessa discussão. Por isso, quando os fãs comparam as montagens anunciadas ou realizadas em diferentes países, é natural que surjam dúvidas sobre o que será apresentado na América Latina.
O problema começa quando essas perguntas são recebidas como se fossem uma tentativa de diminuir o trabalho da equipe ou desmerecer a oportunidade de receber o grupo. Questionar a montagem de um show não significa ignorar os desafios técnicos de uma turnê internacional, muito menos deixar de valorizar os artistas. Significa querer entender o que está sendo oferecido ao público e se as condições anunciadas correspondem à experiência que os fãs esperam viver.
Também é importante lembrar que nem toda diferença entre montagens significa, automaticamente, que uma região foi prejudicada. Para entender os motivos de cada decisão, seria necessário considerar as características dos estádios, as exigências técnicas e os acordos envolvidos na produção. Só que isso não elimina a necessidade de transparência. Se uma estrutura precisa ser adaptada, os fãs podem querer saber quais mudanças serão feitas e como elas poderão afetar a experiência de quem estará no local.
E aqui entra uma questão importante: por que tantas vezes os próprios fãs precisam procurar informações, comparar imagens e tentar descobrir o que esperar de um show, enquanto qualquer cobrança acaba virando uma discussão sobre gratidão? Não seria muito mais produtivo que as informações fossem claras e que as dúvidas fossem respondidas sem transformar o público em adversário?
Estrutura internacional / estrutura LATAM Foto: reprodução/internet
E as produtoras, ficam de fora dessa conversa?
Não dá para falar sobre a experiência dos fãs sem falar das empresas responsáveis pelos shows. É verdade que nem todas as decisões dependem das produtoras locais, já que uma turnê envolve diferentes equipes, contratos e exigências técnicas. Ainda assim, isso não significa que elas não devam ser questionadas sobre aquilo que está sob sua responsabilidade.
A organização das filas, a segurança, a acessibilidade, a visibilidade dos setores, a divulgação das informações e a comunicação com o público fazem parte da experiência de um evento. A montagem do palco também precisa ser discutida quando interfere naquilo que os fãs podem esperar de cada setor. Se existem limitações ou adaptações importantes, o público precisa ter informações suficientes para entender o que está comprando.
Afinal, ninguém está recebendo um favor da produtora. Os fãs estão pagando por uma experiência e têm o direito de perguntar, reclamar e cobrar esclarecimentos quando consideram que alguma coisa não está adequada. Isso não significa que toda crítica esteja automaticamente certa, mas que ela merece ser analisada pelo que apresenta, e não descartada simplesmente porque veio de alguém insatisfeito.
O que incomoda é quando a conversa sobre essas questões acaba sendo desviada. Em vez de discutir se determinada montagem é viável, se as informações foram claras ou se existe algum problema que precisa ser resolvido, parte das pessoas prefere dizer que os fãs deveriam agradecer por terem a oportunidade de assistir ao BTS.
Mas gente, uma coisa não anula a outra! Dá para ficar feliz com a realização de um show e, ao mesmo tempo, querer entender por que a estrutura será diferente de outra apresentação. Dá para reconhecer o trabalho de uma equipe e ainda esperar que a organização seja transparente. E dá, sim, para amar o BTS sem concordar com todas as decisões tomadas ao redor da turnê.
Foto: reprodução/x
Desde quando ser fã significa aceitar tudo sem reclamar?
Essa é uma das partes mais cansativas dessa discussão. Às vezes, parece que o ARMY latino precisa apresentar uma lista de tudo o que já fez pelo grupo antes de poder falar sobre qualquer problema. E, quando finalmente reclama, ainda corre o risco de ser chamado de ingrato, como se apontar algo que poderia ser melhor fosse o mesmo que não valorizar a presença do BTS na região.
Um fã brasileiro, mexicano, chileno ou argentino não precisa provar que ama o grupo tanto quanto alguém dos Estados Unidos, da Europa ou da Coreia do Sul. Também não precisa mostrar quantos streams fez, quantos álbuns comprou ou quantas metas ajudou a bater para ter o direito de questionar a montagem de um show ou as condições oferecidas pela organização.
É possível estar contando os dias para ver os integrantes e, ao mesmo tempo, ter dúvidas sobre o palco, a visibilidade ou a distribuição dos setores. Isso não faz de ninguém menos fã. Na verdade, quando uma pessoa investe dinheiro e se organiza durante meses para participar de um evento, é natural que queira saber exatamente o que esperar.
O fandom precisa parar de tratar toda reclamação como um ataque ao BTS. Os artistas e as empresas responsáveis pela produção não são a mesma coisa, e questionar uma decisão logística não significa desrespeitar o grupo. Quando tudo é colocado no mesmo pacote, os fãs acabam discutindo sobre quem é mais leal em vez de conversar sobre o problema que realmente importa.
O fandom é global, mas será que todo mundo se lembra disso?
O BTS tem fãs espalhados pelo mundo inteiro, e o ARMY costuma celebrar a capacidade dessa comunidade de se unir em lançamentos, projetos e campanhas. Mas essa união parece ficar mais complicada quando surgem comparações entre países. Se a América Latina é lembrada quando falamos sobre engajamento e participação do público, por que as opiniões dos fãs da região parecem incomodar tanto quando eles questionam as condições de um show?
Isso não significa que todos os fãs de outros países pensem assim, nem que toda comparação seja injusta. O problema está em transformar diferenças de estrutura em uma competição para decidir quem deveria reclamar menos. A existência de limitações técnicas não dá a ninguém o direito de desmerecer as preocupações de outra região, assim como defender o ARMY latino não exige diminuir os fãs dos Estados Unidos ou de qualquer outro lugar.
Os fãs norte-americanos não precisam perder nada para que os latino-americanos sejam respeitados. Da mesma forma, os fãs da LATAM não deveriam precisar aceitar uma experiência sem questionamentos para provar que são gratos pela presença do grupo.
Defender melhores condições para os shows na América Latina não é atacar outras regiões. É querer que a experiência do público latino também seja levada a sério.
E isso vale tanto para a montagem quanto para a organização dos eventos. Se existem diferenças entre os palcos, elas podem ser discutidas com base nas informações disponíveis. Se existem problemas na experiência oferecida, eles podem ser questionados. O que não faz sentido é transformar toda conversa em uma disputa entre fãs que deveriam conseguir debater essas questões sem precisar provar quem ama mais o BTS.
A LATAM só é valorizada quando os números são bons?
Quando falamos sobre o alcance internacional do BTS, a participação dos fãs latino-americanos costuma aparecer como parte da força do grupo. São pessoas que acompanham os lançamentos, participam das atividades do fandom e movimentam comunidades inteiras. Mas essa valorização perde o sentido quando as mesmas pessoas são tratadas como exageradas por questionarem a montagem de um show ou cobrarem informações mais claras das produtoras.
Também precisamos lembrar que ir a um show do BTS não é algo simples para todo mundo. Além do ingresso, existem gastos com transporte, hospedagem e alimentação, sem contar o tempo necessário para organizar tudo. Para muitos fãs, assistir ao grupo ao vivo exige meses de economia e planejamento. Por isso, querer entender como será o palco, quais serão as condições de cada setor e o que a produção pretende oferecer não é exigir demais: é fazer perguntas sobre uma experiência na qual estão investindo dinheiro e expectativa.
Isso não significa que todas as regiões precisem receber produções idênticas, porque as condições de cada local realmente podem exigir adaptações. Mas essas diferenças precisam ser discutidas de maneira responsável, sem presumir que qualquer reclamação seja uma acusação de injustiça ou que o público deva aceitar tudo em silêncio.
No fim das contas, o ARMY latino não precisa provar que ama o BTS para ter o direito de questionar um show. As produtoras precisam responder pelo que está sob sua responsabilidade, e o fandom precisa entender que uma crítica à montagem ou à organização de uma apresentação não é automaticamente uma crítica aos artistas.
Foto: reprodução/x
A conversa deveria ser muito mais simples: quais são as condições oferecidas, o que pode ser melhorado e como garantir que os fãs tenham informações claras sobre aquilo que estão pagando para viver?
Porque não faz sentido celebrar a dimensão global do BTS e, ao mesmo tempo, tratar as preocupações de uma parte desse público como se fossem menos importantes. A América Latina não precisa receber exatamente a mesma montagem de todos os outros países para merecer respeito, mas seus fãs precisam ter espaço para questionar as diferenças sem serem atacados por isso.
Se o fandom é global, por que os fãs latino-americanos ainda precisam justificar tanto o direito de perguntar, cobrar e esperar uma boa experiência?
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