Além do anúncio do álbum, o artista revelou o single Home, lançado com um videoclipe oficial
Mac DeMarcoanuncia seu novo álbum, Guitar, com lançamento marcado para o dia 22 de agosto. Junto com a novidade, o artista também revelou o single Home, que chegou acompanhado de um videoclipe, disponível para assistir aqui:
Gravado e escrito em novembro de 2024 em sua casa em Los Angeles, Guitar foi inteiramente produzido por Mac DeMarco. Além de compor e mixar o álbum, este último trabalho feito no Canadá, ele também filmou os videoclipes e registrou as artes visuais do projeto usando tripés. A masterização ficou a cargo de David Ives.
“Acho que Guitar é o mais próximo de uma representação verdadeira de onde estou na minha vida hoje conforme consigo colocar no papel. Estou feliz em compartilhar essas músicas, e animado para tocá-las na maior quantidade de lugares que eu conseguir “, comenta Mac.
Mac descreve o single Home como uma música sobre o significado de lar, escrita em sua casa em Los Angeles. O videoclipe foi filmado por ele durante uma canoagem perto da casa da mãe no Canadá.
Foto:divulgação/Virgin Music
Guitar sucede o álbum instrumental de Mac DeMarco, Five Easy Hot Dogs (2023), gravado em vários locais entre Los Angeles e Nova York, além do ambicioso projeto de 199 faixas, One Wayne G.
Quem aí já ouviu e assistiu o novo single do Mac DeMarco? Conte para a gente e siga o Entretê nas redes sociais — Insta, Face e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.
Um dos esportes mais famosos do mundo ganha um novo olhar através da história de Amanda Weaver, que finalmente ganha publicação no Brasil
Fast & Reckless (2024), da série Racing Hearts, chega às livrarias brasileiras em junho. Ambientado no mundo da Fórmula 1, a obra se chamará No Limite da Velocidade.
Imagem: reprodução/Verus Editora
Primeiro volume de uma atual duologia, o livro traz um romance arrebatador entre uma estrela do esporte e a filha controlada e determinada do chefe da equipe dele. Eles nunca planejaram se apaixonar, mas quem vive no limite sabe que basta um descuido para perder o controle.
Imagem: reprodução/Amazon/Verus Editora
Por mais que exista uma atração inegável, Mira Wentworth sabe que Will Hawley é encrenca, e flertar com o novo piloto da equipe de seu pai está fora de cogitação. Principalmente depois de uma experiência adolescente que a fez jurar nunca mais se entregar a paixões desenfreadas e perigosas.
Mas nunca é fácil resistir à força que puxa dois corpos na mesma direção, e entre a adrenalina das corridas e os segredos que ameaçam vir à tona, Mira e Will se veem em uma trajetória onde o desejo pode ser tão perigoso quanto a velocidade.
Quando os sentimentos ultrapassam o limite permitido, só resta uma pergunta: seria o amor deles capaz de cruzar a linha de chegada?
Personagens
Mira Wentworth aprendeu da pior forma que algumas escolhas podem custar caro. Após um erro juvenil que quase arruinou sua carreira antes mesmo de começar, ela se reconstruiu e está decidida a provar seu valor como assistente da equipe de seu pai. Regras, foco e disciplina são suas diretrizes — e se envolver com Will Hawley está totalmente fora dos limites.
Will, por sua vez, está tentando reescrever sua história. Depois de ser afastado das pistas por seu comportamento explosivo, ele ganha uma segunda chance e está disposto a fazer tudo certo. Tudo… exceto ignorar Mira. Ela é o tipo de desafio que ele sempre correu atrás — mas agora, o risco pode ser maior do que ele esperava.
Sobre a autora
Amanda Weaver vive em Nova Iorque e trabalha na Broadway. Escreve desde romances contemporâneos picantes até histórias de época de tirar o fôlego.
Quando o trabalho do marido como jornalista de Fórmula 1 despertou nela uma nova obsessão, Weaver decidiu que faltava um romance esportivo em sua lista de obras.
Imagem: reprodução/Amazon
Pré-venda
Publicado pela Verus Editora, selo da Galera Record, o romance de Amanda Weaver está atualmente em pré-venda na Amazon, e será lançado no dia 30 de junho. Você pode adquirir seu exemplar pelo link.
O segundo livro da série Racing Hearts, Kiss & Colide, está em pré-venda em inglês. Por aqui, estamos na torcida para que a continuação, que contará a história de outro casal, também chegue ao Brasil!
Você gosta de Fórmula 1 e se interessou pela premissa do livro? Compartilhe conosco através de nossas redes sociais – Facebook, Instagram, X – e venha conhecer o nosso Clube do Livro.
Foto: reprodução/Centro Cultural Coreano no Brasil
O evento será em São Paulo e visa promover a culinária coreana
O Centro Cultural Coreano no Brasil (CCCB) recebe o evento pop-up Universo K-Food Brasil, realizado pela aT Center Brasil, agência governamental vinculada ao Ministério da Agricultura, Alimentação e Assuntos Rurais da Coreia do Sul. O evento é gratuito, na Avenida Paulista, 460 em São Paulo – SP, e ficará em cartaz a partir do dia 5 de julho até 1 de agosto.
Imagem: divulgação/Centro Cultural Coreano no Brasil
A iniciativa vai reunir gastronomia, cultura e experiências interativas para apresentar ao público brasileiro o universo da culinária coreana. Além disso, terá uma imersão completa nos sabores coreanos, como snack, bebida, ramyeon, soju. Assim também vai contar com uma seleção especial de produtos saudáveis como kombuchá, chá, suco e cracker de tofu.
Organização do evento
O evento divide-se em quatro zonas: uma de jogos, uma de degustação, uma loja de conveniência e uma zona B2B voltada para negócios. “O Brasil é um mercado emergente promissor, com uma demanda crescente por alimentos coreanos. Nosso plano é ampliar as oportunidades de degustação direta para os consumidores locais, tornando os produtos alimentares coreanos mais familiares ao público”, afirma Yousun Jung, diretora da aT Center em São Paulo.
Juntamente com as zonas, também vai ter cabine de fotos temática, voltada especialmente à geração Z. Bem como aulas de culinária prática, onde os participantes poderão aprender a preparar pratos coreanos rápidos e saborosos com ingredientes acessíveis. Os dias e horários das aulas poderão ser conferidos no site e nas redes do CCCB.
“Acredito que esta exposição oferecerá uma oportunidade divertida de vivenciar a cultura coreana por meio de seus produtos alimentícios”, diz Cheul Hong Kim, diretor do Centro Cultural Coreano no Brasil.
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Financiamento de produções do cinema nacional está em discussão, modelos de outros países mostram o caminho
O reconhecimento de filmes nacionais como Ainda Estou Aqui (2024) e O Agente Secreto (2025) pela crítica internacional reforça o valor e a qualidade do cinema nacional, além do orgulho em ver histórias brasileiras celebradas ao redor do mundo. Entretanto, um desafio permanece para as produções do setor audiovisual: como financiar seus projetos?
“Conquistar incentivo público direto via leis Paulo Gustavo e Aldir Blanc, ou indireto via Lei do Audiovisual e Rouanet, é uma tarefa árdua e que exige uma expertise na construção de projetos, o que deixa muitas produtoras e artistas independentes de fora, por falta de acesso a essas informações”, explica Mab Vizeu, CEO da Noches Produções, que já desenvolveu projetos para a Disney, através do extinto canal NatGeo Kids, e que hoje busca investimento para o anime Genius!, cujo episódio piloto, lançado no ano passado, alcançou 4 milhões de pessoas em menos de um mês.
Imagem: reprodução/Instagram @wbanimes
Mab acredita que é preciso pensar em alternativas complementares ao fomento público, uma vez que “atuamos em um sistema frágil, no qual mudanças políticas podem inviabilizar projetos já em andamento”. A empresária destaca como o investimento privado no mercado audiovisual japonês viabilizou grandes sucessos como Naruto (2002). “O Seisaku Iinkai é um modelo surgido entre os anos 70 e 80 de financiamento coletivo dos animes japoneses, e movimenta bilhões com produções como Demon Slayer e Attack on Titan. Estudando esse modelo, enxerguei como um caminho para reinventar o financiamento de filmes, séries e animações no Brasil”, aposta Mab.
Como funciona o Seisaku Iinkai?
A dinâmica é a seguinte: um consórcio de empresas divide custos e riscos de um projeto, recebendo em troca direitos sobre partes específicas da receita. Um caso emblemático é o de Demon Slayer (2019), que gerou US $2,7 bilhões (cerca de R$ 14,8 bilhões) em merchandising e licenciamento. “O segredo está na diversificação: transmissão, produtos derivados, trilha sonora e até turismo geram receitas complementares”, analisa Vizeu.
Imagem: reprodução/Fandom
Segundo a empresária, a adaptação desse modelo ao Brasil poderia encontrar potenciais investidores. “O interessante do comitê de produção é que além de dividir os custos, cada membro do comitê fica responsável por gerenciar a fatia do produto da qual tem expertise. Uma plataforma de streaming ficaria responsável por gerenciar os direitos de exibição para outras janelas e territórios, uma empresa de figures gerenciaria os direitos de licenciamento de marca e personagem e poderia sublicenciar esses direitos para outras empresas, por exemplo”, explica.
Em um projeto hipotético de R$ 2 milhões, por exemplo, um streaming poderia aportar 25% em troca dos direitos de transmissão, enquanto uma fabricante de material escolar investiria 15% para licenciar personagens.
Obstáculo legal
Os desafios, porém, são significativos. “Precisamos de um marco regulatório claro para divisão de lucros e direitos autorais”, alerta Daniel Solis, advogado especializado em entretenimento do escritório Nelson Willians. Além disso, existe o obstáculo cultural: “Muitas empresas ainda veem o audiovisual como despesa, não como investimento”, lamenta Vizeu. Especialistas sugerem que incentivos fiscais, nos moldes da Lei do Audiovisual, unidos aos comitês de produção, poderiam acelerar a adoção do modelo.
O retorno, contudo, pode transformar a indústria. Além de reduzir a dependência de verbas públicas, o sistema fortalece a sinergia entre setores, tendo em vista que “uma série de sucesso impulsionaria vendas de produtos, streaming e até turismo nas locações”, projeta a empresária. Enquanto o Brasil debate seu futuro audiovisual, o mercado japonês oferece um caminho testado.
Inspiração estadunidense
Ryan Coogler, diretor estadunidense responsável por sucessos como Pantera Negra (2018), Creed (2015) e Judas e o Messias Negro (2021) fez um acordo inédito com a Warner Bros. para seu último projeto, o longa Pecadores (2025), em que manteve o controle criativo, garantiu a propriedade total do filme após 25 anos e teve participação no primeiro dólar bruto, ou seja, recebeu parte da receita bruta da bilheteria desde o dia de estreia nos cinemas. Esse modelo, raro até para diretores consagrados como Tarantino, protege a propriedade artística da obra, além de inspirar maior autonomia criativa na indústria.
Opções Made in Brazil
Já no Brasil, a solução de Marcelo Galvão, diretor do filme Colegas (2012), que arrecadou US$ 852 mil em bilheteria, e de O Matador (2017), primeiro original Netflix brasileiro, é um modelo de negócios que visa a experiência do investidor nos bastidores do filme como principal atrativo através de um aporte que será totalmente recuperado em até 18 meses, acrescidos de uma taxa de lucro acima do CDI. Só depois que o valor for pago o resto da produção começa a lucrar com o projeto.
A ideia é fruto de sua experiência em busca de investimentos para custear seus filmes nos Estados Unidos e o primeiro a apostar no negócio foi Giordano Biagi, que atuou como sócio de Galvão. Biagi foi creditado como produtor executivo e financiou 90% de Fourth Grade (2021), longa estadunidense dirigido pelo brasileiro e que foi filmado em oito dias.
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Um doce, uma flor conta com a participação especial de ninguém menos que Elba Ramalho, um dos maiores ícones da música brasileira
Depois de abrir os caminhos com o single Viver de Carinho, apresentado em maio, o duo OUTROEU segue trilhando sua nova fase com autonomia e coração. No dia 24 de junho, Dia de São João — data emblemática no calendário musical brasileiro — o grupo lança Um doce, uma flor, canção que conta com a participação especial de ninguém menos que Elba Ramalho, um dos maiores ícones da música brasileira.
Lançado de forma independente, o segundo single do novo álbum do duo, intitulado Quarto, mantém a essência do OUTROEU, mas traz um arranjo refinado, sem perder a leveza e a identidade sonora que tem encantado o público desde o início da trajetória do grupo.
Composta por Mike Túlio, Guto Oliveira e Victor Huggo — parceiro de longa data e responsável pela sanfona que dá o tom ao arranjo — a música é um xote romântico que homenageia as raízes brasileiras, com um toque moderno e poético.
Foto: reprodução/Gilberto Dutra
“A essa altura da vida, com tantos anos de carreira, estar sendo convidada por essa galera jovem, que tem um trabalho forte, bonito, diferente do que eu faço, brasileiríssimo e tão competente. Me sinto muito honrada em cantar com eles essa música belíssima. Fico imaginando o que seria da música brasileira se, no futuro, não houvesse artistas jovens como vocês, com consciência harmônica, um trabalho sério, bonito e de bom gosto. Esse é o caminho da música brasileira”, elogia Elba Ramalho.
“A ideia dessa nova era é trazermos o que tem de mais essencial e legal no nosso som”, conta Mike. “Essa faixa é o resultado desse aprendizado de como a sanfona/acordeon se encaixou desde o início com o som da OUTROEU, somado com o fato de amarmos com força a música brasileira e seus elementos. No final, virou um forrózinho romântico que remete aos nossos sucessos, só que com um gostinho novo”, completa Guto.
A participação de Elba Ramalho, lenda da música nordestina e presença indispensável nas celebrações juninas desde os anos 1980, amplifica ainda mais o valor simbólico da faixa. Para o OUTROEU, cantar com ela foi um momento mágico: “Fazer um feat com a Elba no Dia de São João é um privilégio sem tamanho! Foi muito legal gravar com ela — um supertalento e um poço de doçura e elegância, além de ter uma voz inigualável, daquele tipo que engrandece a canção”, revela Mike.
Um doce, uma floré mais do que uma canção: é um encontro de gerações e de linguagens musicais que celebram o amor, a brasilidade e a alegria de um dos períodos mais festivos do nosso calendário. A faixa promete embalar corações com sua leveza, afeto e identidade sonora única.
Curtiram o novo som do OUTROEU? Conta para gente nas redes sociais do Entretetizei! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca nenhuma novidade!
Dirigido por Carla Camurati, o clássico do cinema nacional será relançado em versão remasterizada em 4K no dia 14 de agosto
Marco da Retomada do Cinema Brasileiro nos anos 1990, Carlota Joaquina, Princesa do Brazil celebra 30 anos em 2025 e volta às telonas em versão remasterizada, reafirmando sua força criativa e atualidade. Primeiro longa-metragem dirigido por Carla Camurati, que também assina a produção ao lado de Bianca de Felippes, o filme marcou época com sua abordagem irreverente e crítica bem-humorada sobre a formação do Brasil, combinando uma estética ousada e inovadora.
Com Marieta Severo no papel-título, interpretada na infância por Ludmila Dayer, Marco Nanini como Dom João, Marcos Palmeira como Dom Pedro I e Vera Holtz como Maria Luísa de Parma, o clássico retorna ao circuito comercial no dia 14 de agosto em cópias digitais restauradas e acessíveis, com patrocínio da Petrobras. A reestreia será realizada em salas de cinema de dez capitais brasileiras, cuja lista será divulgada em breve.
A diretora Carla Camurati, que escreveu o roteiro em parceria com Melanie Dimantas, destaca o humor, a ironia e a liberdade estética como marcas do filme, que propõe uma reflexão sobre as origens do Brasil.
“Carlota Joaquina, Princesa do Brazil, fala com leveza de um país erguido sobre privilégios, acordos de conveniência e relações de poder, temas que, infelizmente, ainda ecoam na nossa realidade. O filme se reafirma como um retrato provocador da nossa história, mas também como um espelho, por vezes desconfortável, do presente.”
Camurati celebra não apenas as três décadas de seu filme, mas também a chance de reencontrar sua obra inaugural como diretora ganhando nova vida nas telas do cinema: “É uma emoção profunda saber que meu primeiro longa vai reencontrar o público no cinema. Revendo-o hoje, percebo que continua pulsando com força surpreendente. A crítica e o tom satírico, que já eram ousados na época, talvez sejam ainda mais compreendidos pelas novas gerações. Vai ser lindo ver jovens, professores e famílias descobrindo, ou revendo, o filme no cinema, que para mim segue sendo o espaço ideal para a experiência coletiva da arte”.
Foto:reprodução/Assessoria Palavra
Ambientada entre o final do século XVIII e o início do XIX, a trama acompanha Carlota Joaquina, prometida ainda criança ao príncipe João de Portugal. Educada e promissora, ela é enviada a Lisboa, onde encontra uma realidade distante do luxo que imaginava. João, introspectivo e alheio às expectativas da esposa, dedica-se à música sacra e ao cultivo de flores. Com a morte do príncipe herdeiro e o declínio da saúde mental da rainha D. Maria I, o casal assume o trono. Diante da ameaça napoleônica, a corte portuguesa realiza uma fuga histórica para o Brasil, alterando profundamente o rumo da colônia e inaugurando um novo capítulo na história luso-brasileira.
“Queríamos comemorar a data redonda de Carlota Joaquina e tivemos a sorte de celebrar os 30 anos da Retomada em um momento histórico para o cinema brasileiro, com a conquista do Oscar. De Carlota a Ainda Estou Aqui, foi uma longa travessia. Esse relançamento é uma forma de contar essa história, e a emoção de ver o filme em 4K, na tela grande, é insubstituível”, enfatiza a produtora Bianca de Felippes.
Como parte da celebração, foi lançado um teaser do longa que resgata cenas da infância de Carlota, destacando, com leveza e irreverência, os talentos da jovem princesa, que em breve seriam postos à prova pelas rígidas estruturas de poder e pelas contradições do Novo Mundo.
Já conheciam essa obra? Conte para a gente e siga o Entretê nas redes sociais — Insta, Face e X — para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.
Após 17 anos de espera, My Chemical Romance confirma show único no Brasil em 2026 e promete uma noite inesquecível para os fãs mais fiéis
Sim, é real. Depois de uma espera que pareceu uma eternidade, o My Chemical Romance finalmente anunciou seu retorno ao Brasil! O show histórico acontece no dia 5 de fevereiro de 2026, no Allianz Parque, em São Paulo, e quem abre essa noite épica é ninguém menos que o The Hives. A realização é da 30e, com apresentação do Santander Brasil.
Se você, como eu, passou anos revivendo cada verso de Helena e Welcome to the Black Parade, sonhando com o dia em que ouviria Gerard Way cantando ao vivo de novo em solo brasileiro… então respira fundo: esse dia chegou.
A venda dos ingressos começa em 25 de junho, às 10h, no site da Eventim, com pré-venda exclusiva para clientes Santander. Se você não é cliente, prepare o alarme: a venda geral abre no dia 27 de junho, ao meio-dia.
Foto: divulgação/My Chemical Romance
O MCR volta com tudo como parte da turnê Long Live: The Black Parade, que já esgotou datas pelo mundo afora. E como se isso não bastasse, em junho eles ainda lançaram uma versão deluxe do icônico Three Cheers For Sweet Revenge, com novas mixagens assinadas por Rich Costey e faixas bônus gravadas na BBC. É tipo um presente pra quem aguentou quase duas décadas de saudade.
E o clima de revival continua com os suecos do The Hives como banda de abertura — sim, eles mesmos, com seus ternos inconfundíveis e aquele rock garageiro que explode ao vivo. Vai ser energia pura do início ao fim.
SERVIÇO – MY CHEMICAL ROMANCE @ SÃO PAULO
Data: 5 de fevereiro de 2026 (quinta-feira)
Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo/SP
Classificação etária:
5 a 15 anos acompanhados dos pais/responsáveis
a partir de 16 anos desacompanhados
INGRESSOS
Setor
Meia-entrada
Inteira
Cadeira superior
R$ 197,50
R$ 395,00
Pista
R$ 247,50
R$ 495,00
Cadeira inferior
R$ 322,50
R$ 645,00
Pista Premium
R$ 447,50
R$ 895,00
VENDAS
Pré-venda (clientes Santander Private/Select): 25/06 às 10h até 26/06 às 10h
Pré-venda (demais cartões Santander): 26/06 às 10h até 27/06 às 10h
Venda geral: 27/06 às 12h (online) e às 13h (bilheteria oficial)
Vendas online:eventim.com.br/MyChemicalRomance Bilheteria oficial: Allianz Parque – Bilheteria B (25–27/06) e Bilheteria A (demais datas)
Se você esperou esse show tanto quanto nós, essa é a hora. Recarregue a pulseira preta, tire sua camiseta da Black Parade do armário e esteja pronto para cantar até perder a voz.
Nos vemos no Allianz e compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê — Facebook, Instagram e X — e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades no mundo do entretenimento e da cultura.
Prepare-se para mergulhar no universo dos doramas e do K-pop em um evento cheio de cultura, diversão, gastronomia e experiências incríveis no coração da Liberdade
A segunda edição do K-Drama Festival SP já tem data marcada e promete ser um dos principais encontros para os fãs da cultura coreana em 2025. O evento acontecerá no dia 29 de junho, em São Paulo, e será realizado na Rua Santa Luzia, número 74, no bairro da Liberdade/Sé, a apenas cinco minutos da estação Liberdade do Metrô.
Organizado pela Konex Eventos, o festival tem como foco os apaixonados por K-dramas, K-pop, moda e gastronomia coreana. O espaço contará com diversas atrações pensadas para engajar o público que acompanha a onda coreana — também conhecida como Hallyu — que se espalhou pelo mundo nos últimos anos.
Foto: divulgação/K-Drama Festival
Atrações e ingressos
Entre as atividades confirmadas para o dia estão shows de talentos, apresentações de canto e dança, presença de convidados especiais ligados ao universo asiático, lojas temáticas com produtos relacionados à cultura coreana e estandes de comidas típicas da Coreia do Sul. Além disso, o evento promete outras experiências para o público, como espaços instagramáveis, sorteios e brincadeiras.
Os ingressos já estão à venda de forma online e com valores promocionais para quem adquirir com antecedência. Os preços variam de acordo com o lote e a opção de incluir brindes. A meia-entrada custa R$ 55, válida para estudantes com carteirinha e pessoas acima de 60 anos. A pré-venda está disponível por R$ 80. O primeiro lote custa R$ 90, o segundo lote R$ 100 e o terceiro lote R$ 110.
Também há uma opção de ingresso com brindes: o combo inclui dois pôsteres e tem preços que vão de R$ 75 (meia-entrada) até R$ 130 (terceiro lote com pôster). Vale destacar que o valor da meia-entrada com pôster corresponde à média do terceiro lote.
Para quem preferir comprar o ingresso na porta, o valor será de R$ 120, sujeito à disponibilidade. Menores de 13 anos só poderão entrar acompanhados dos pais ou responsáveis legais.
Os organizadores recomendam que o público acompanhe as atualizações do festival pelo perfil oficial no Instagram, @kdramafestivalsp. Por meio da página, é possível participar de enquetes, votar em atrações e ficar por dentro das novidades sobre a programação do evento.
O K-Drama Festival SP nasceu como um espaço de celebração da cultura sul-coreana no Brasil, reunindo fãs de diferentes idades em um ambiente de troca, lazer e entretenimento. A segunda edição vem para consolidar esse espaço, oferecendo um dia completo de atividades para quem acompanha os dramas, a música e a estética coreana no dia a dia.
Quem nós veremos lá? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê — Facebook, Instagram e X — e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades no mundo do entretenimento e da cultura.
Seis décadas da voz de um país. A cantora se apresenta em São Paulo, Rio de Janeiro e Salvador no final do ano
Maria Bethânia celebra 60 anos de carreira em shows que trarão músicas inéditas em meio a clássicos. Apresentados por Elo, os shows estreiam no Rio de Janeiro, nos dias 06, 07, 13 e 14 de setembro, no Vivo Rio, seguindo para São Paulo nos dias 04, 05, 11 e 12 de outubro, no Tokio Marine Hal e no dia 15 de novembro, em Salvador, na Concha Acústica.
No espetáculo comemorativo, a cantora irá explorar exatamente a interseção entre a linguagem musical e a dramaturgia, ou seja, entre textos e canções, incluindo músicas que ainda serão reveladas. As referências para o novo espetáculo são Rosa dos Ventos e A Cena Muda, ambos do período dos anos 1970.
Imagem: divulgação/Guilherme Nabhan
Celebrada no carnaval da verde-e-rosa, em documentários como Música é Perfume (Georges Gachot em 2005) e Fevereiros (Marcio Debellian, 2017) e pelos milhares de fãs que foram às arenas assistir a recém-encerrada turnê feita ao lado de Caetano Veloso, Bethânia seguirá traçando, no novo show, as linhas desse Brasil que a alimenta e que ela alimenta. Afinal, carrega com ela, como certeza, um verso da primeira canção que entoou no espetáculo Opinião, há 60 anos: “A barra do dia vem”.
Os ingressos estarão disponíveis online e nas bilheterias oficiais (sem taxa de serviço). Clientes Elo poderão parcelar em até 5x sem juros, enquanto os demais poderão parcelar em até 3x. A turnê é realizada pela Live Nation Brasil.
Classificação: 16 anos. Menores de 06 a 15 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais.*Sujeito a alteração por Decisão Judicial.
SALVADOR
Data: 15 de novembro de 2025 (sábado)
Local: Concha Acústica
Endereço: Av. Alberto Pinto, 11 – Campo Grande, Salvador – BA
Ingressos: a partir de R$240,00
Classificação: 16 anos. Menores de 05 a 15 anos, apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais.*Sujeito a alteração por Decisão Judicial.
Ansiosos para esses momentos com Bethânia? Conta para gente nas redes sociais do Entretetizei! Nos siga no X, no Facebook e no Instagram e não perca nenhuma novidade!
Cada uma das integrantes da equipe de redação do Clube do Entretê indicou um livro para comemorar o Mês do Orgulho
Junho é tempo de celebrar o orgulho, a resistência e, claro, a visibilidade e o poder das histórias LGBTQIAPN+ em todas as suas formas. O entretenimento também é lugar de representatividade, acolhimento e, principalmente, de protagonismo. Por isso, convidamos as integrantes da nossa equipe de redação para indicar livros que marcaram, emocionaram ou fizeram refletir. Vem conferir as recomendações para este Mês do Orgulho:
Os Sete Maridos de Evelyn Hugo (2019) – Taylor Jenkins Reid
Imagem: divulgação/Editora Paralela
Evelyn Hugo, uma lendária atriz de Hollywood já aposentada, decide finalmente contar sua verdadeira história para a jovem jornalista Monique Grant. Ao longo do livro, Evelyn revela os bastidores de sua vida glamourosa, marcada por sete casamentos, escândalos, ambição e sacrifícios.
Mas o verdadeiro amor da vida de Evelyn nunca foi um de seus maridos, e há um motivo profundo por trás da escolha de Monique para contar essa história.
Por que foi recomendado?
“É aquele tipo de obra que te tira do eixo. Extremamente divertida e atrativa, mostra uma personagem complexa e cheia de nuances, além de uma história de amor arrebatadora.” –Bia Neves
Vampiros Nunca Envelhecem (2022) –Natalie C. Parker e Zoraida Córdova (Org.)
Imagem: divulgação/Galera Record
Uma antologia com 11 contos de vampiros, organizada por Zoraida Córdova e Natalie C. Parker. A coletânea reúne algumas vozes importantes da literatura young adult, como V.E. Schwab e Julie Murphy, cada uma apresentando sua própria versão do mito vampírico, com representatividade LGBTQIAPN+, personagens diversos e ambientações que vão do clássico ao contemporâneo.
Por que foi recomendado?
“Vampiros sempre foram representados como homens brancos, héteros e padrão (e essa é uma palavra chatíssima), apesar de toda a energia LGBTQIAPN+ nas entrelinhas. Vampiros Nunca Envelhecem destrói essa ideia e reimagina tudo de uma forma muito mais inclusiva, verdadeira e, vamos ser sinceras, interessante.”– Bells Pontes
Girls Like Girls (2023) – Hayley Kiyoko
Imagem: divulgação/Intrínseca
Coley, uma adolescente de 17 anos, se muda para uma pequena cidade no interior do Oregon após a morte da mãe e passa a morar com o pai, distante e ausente. Sozinha e vulnerável, ela conhece Sonya, a garota mais popular do colégio, que se mostra gentil, empática e acolhedora.
À medida que a amizade entre elas cresce, sentimentos mais profundos emergem: Coley não sabe se merece ser amada e Sonya, que nunca ficou com uma garota antes, também precisa lidar com suas inseguranças.
Por que foi recomendado?
“É uma história sobre autoconhecimento e descobertas. Fiquei encantada ao ler como Hayley retratou algo que acontece com muitas de nós, garotas sáficas: a confusão de perceber que somos diferentes de como a sociedade esperava que fôssemos. As camadas de insegurança, aceitação, medo e felicidade são muito comuns no processo de se descobrir e se entender e, sendo uma de nós, Kiyoko retratou esses sentimentos de forma leve e emocionante.” – Letícia Mendonça
Um Milhão de Finais Felizes (2018) – Vitor Martins
Imagem: divulgação/Globo Livros
Jonas é um jovem apaixonado por livros e pela escrita, mas que enfrenta dificuldades com a família conservadora e os dilemas da vida adulta. Trabalhando como garçom em um café, ele tenta encontrar seu lugar no mundo enquanto escreve sua própria história. Ao se apaixonar por Arthur, Jonas embarca em uma jornada de amor, amizade, família e autoconhecimento.
Por que foi recomendado?
“Minha recomendação é Um Milhão de Finais Felizes porque, resumindo,o livro do Vitor quebra seu coração ao te fazer refletir sobre família, religião, escolhas, amizades e amadurecimento. Depois ele recolhe os pedaços e te reconstrói de forma carinhosa e divertida. E uma frase me marcou muito ‘(…) mesmo passando por tanta coisa ruim na vida, você ainda guarda um milhão de finais felizes aí dentro’.” –Letícia
O Mar Me Levou a Você (2023) – Pedro Rhuas
Imagem: divulgação/Seguinte
Matias Mendonza, filho de uma família de lendários surfistas, volta ao litoral cearense para um verão no hostel da família. Lá, conhece Júlio, um rapaz cheio de cicatrizes e segredos. Aos poucos, os dois se aproximam e vivem uma história de amor marcada por descobertas, curas e conexões profundas. Com o mar como pano de fundo e metáfora, o livro fala sobre identidade, afeto e recomeços.
Por que foi recomendado?
“É daqueles livros que aquecem o coração e fazem a gente acreditar no destino. A história tem uma vibe meio ‘o universo conspira a favor do amor’, com personagens que se encontram de um jeito tão especial que parece mágica. O mar quase vira um personagem também: traz saudade, mistério e uma conexão que nem sempre dá para explicar.”– Maria Eduarda
Uma Bebida e um Amor Sem Gelo, Por Favor (2006) – Liliane Prata
Imagem: reprodução/Liliane Prata
Marina é uma jovem publicitária cheia de inseguranças que, depois de uma série de decepções amorosas, conhece Rafaela em um chat online. O que começa como um namoro virtual vira um romance surpreendente, que a faz repensar o amor, os rótulos e a si mesma.
Por que foi recomendado?
“Um tipo de descoberta do amor que impressiona pela possibilidade de acontecer com qualquer um de nós. Um final surpreendente.” – Sussuca
Essas são só algumas das obras que atravessaram nossas vidas. E esperamos que possam chegar até vocês também, tendo o mesmo efeito que tiveram em cada uma de nós. Celebrar histórias LGBTQIAPN+ é também lembrar que cada vivência importa e que a literatura tem um poder transformador.
E você, o que anda consumindo no Mês do Orgulho? Conta pra gente nos comentários ou nas redes do Entretê — Instagram, X e Facebook — e venha fazer parte do nosso Clube do Livro.
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