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Doja Cat anuncia turnê mundial e abre temporada de shows em São Paulo em 2026

A superestrela global promete um espetáculo grandioso

A espera acabou para os Kittenz: a rapper e cantora americana traz ao Brasil a turnê Ma Vie World Tour, em 2026, com show de abertura no Suhai Music Hall, em São Paulo, no dia 5 de fevereiro. A etapa latino-americana ainda passa por Argentina, Chile, Peru, Colômbia e México antes de seguir para a Europa, Reino Unido e América do Norte.

Com o sucesso do álbum Ma Vie (2025), a cantora promete um espetáculo grandioso, mesclando os novos singles, como Agora Hills e Paint The Town Red, com faixas que a consagraram no pop e no hip-hop contemporâneo.

Além da sonoridade, o público pode esperar a marca registrada de Doja Cat: visuais ousados, cenografia impactante e performances que misturam música, dança e moda.

A artista, que começou no SoundCloud e rapidamente alcançou o topo das paradas globais, já é conhecida por transformar cada turnê em um verdadeiro evento cultural. Em 2025, ela roubou a cena no MTV Video Music Awards com uma apresentação elogiada pela crítica, reforçando o status de estrela imprevisível e inovadora.    

Ma Vie World Tour 2026
Foto: reprodução/RCA Records

América Latina: São Paulo (5/2), Buenos Aires (8/2), Santiago (10/2), Lima (13/2), Bogotá (15/2) e Cidade do México (18/2).

Europa/Reino Unido: Dublin (19/5), Londres (29/5), Lisboa (2/6), Paris (9/6) e outras.

América do Norte: Detroit (1/10), Chicago (3/10), Denver (8/10), Los Angeles (22/10), Miami (11/11), Toronto (25/11) e outras.

Ingressos 

Venda geral: a partir de 3 de outubro de 2025 na bilheteria oficial e online em www.ticketmaster.com.br.

Ingressos: a partir de R$ 430,00.

Classificação: 16 anos. Menores de 5 a 15 anos podem entrar acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Realização: Live Nation Brasil.

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Texto revisado por Cristiane Amarante

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Entrevistas Livros Notícias

Entrevista | Karina Heid reflete sobre mercado de livros independentes no Brasil e a escrita de romances históricos

Escritora acredita que o cenário atual para autores nacionais é positivo, mas ainda há muitas dificuldades ao se publicar de forma independente 

Karina Heid é autora independente e já conta com mais de 40 livros publicados pela Amazon. Entre eles, narrativas que retratam amores contemporâneos, mas, principalmente, romances de época. Nos últimos anos, histórias ambientadas em tempos passados têm feito bastante sucesso entre os leitores de romances românticos. Um exemplo é a série Os Bridgertons, de Julia Quinn, que virou série no streaming. Escritoras como Lisa Kleypas, Tessa Dare e Carina Rissi também escrevem histórias ambientadas em determinado período histórico. 

Heid começou a escrever aos 14 anos, mas foi ao mudar de país que começou a enxergar a paixão como um modo de ganhar a vida. Passando pelas faculdades de Comunicação e Psicologia, ela constrói em seus livros tramas que mesclam história, questões sociais e sensualidade. Além disso, a autora mantém um projeto de escrita terapêutica — denominado O Caminho Interior —, no qual realiza artigos para blogs e cursos. 

Em entrevista, Karina comenta sobre a sua trajetória como escritora, a sua perspectiva sobre o mercado de livros independentes no Brasil e as descobertas ao escrever um romance histórico. Confira. 

Entretetizei: Como começou a sua jornada como escritora? 

Karina Heid: Aconteceu porque em 2014 eu me mudei para a Romênia e, sem poder trabalhar, resolvi escrever. Lá eu escrevi a minha fantasia A Jornada das Bruxas (no momento, fora da Amazon) e assim começou.

E: Quais autores ou obras marcaram sua formação como leitora e influenciaram o seu estilo?

KH: Não sei se tenho um estilo… Bem, devo ter, porque todo autor tem, mas não sei dizer quem me influenciou. Acho que ler Lauren Oliver me fez entender que eu gostava muito de uma prosa mais poética (ela escreve livros juvenis e se destaca de outras por essa característica). Também sempre adorei Margaret Atwood e Clarice Lispector por suas metáforas inteligentes e entendi, enquanto lia Cheryl Strayed, que sou apaixonada por certos temas (liberdade, empatia, força). 

E: Qual foi o maior desafio que você enfrentou ao começar a escrever profissionalmente?

KH: Aprender que não bastava escrever, eu teria que vender também. 

E: Como é o seu processo de criação?

KH: Ele vai mudando, não é estático. Às vezes a história vem inteira, como em A Última Peça. Às vezes ele sai mais lento, e preciso insistir. Normalmente, tudo começa com uma cena — imagino um pedaço de diálogo, de interação entre os personagens e, a partir daí, a história vai se expandindo. 

Depois, vem a parte mais difícil, que é sentar e colocar essa história no papel. Tenho ainda que reservar um bom tempo para a edição, porque nunca gosto da primeira coisa que digito. Sempre acho que há maneiras mais bonitas e simples de dizer a mesma coisa. Ou formas mais impactantes, então eu edito muito. 

E: Você escreve romances de época ambientados em outros países, como a série Damas de Aço, que se passa na Alemanha. O que te atrai nesses diferentes cenários e como faz a pesquisa histórica para dar verossimilhança às narrativas?

KH: Eu amo história. Amo o passado, a forma como as coisas se desenrolaram, as consequências do que aconteceu nos dias de hoje. Mas confesso que quando estou escrevendo um romance no passado, esta visão desaparece e eu me movo ali, no passado, sem prestar atenção ao que gosto de perceber quando estou de fora. É estranho pensar nisso, mas funciona assim.

Quanto à forma de fazer pesquisa, recorro ao bom e velho Google. Muitas vezes, compro livros também para me ajudar a ter uma visão mais completa, como fiz com as tribos de Andaman, onde um personagem meu morou por um tempo. 

E: Quais elementos culturais ou históricos você acha que ajudam o leitor a se conectar emocionalmente com um romance de época?

KH: Para a conexão, os pequenos e específicos. O tipo de loja que vendia especiarias na rua central de uma certa cidade. A forma de selar um cavalo. A ordem das roupas nas mulheres. Os cheiros que as pessoas sentiam naquela rua. O tecido que os vestidos da época usavam, etc.

E: Para você, qual a parte mais difícil em se escrever um romance de época?

KH: Pesquisar. Saber se tal coisa já era usada ou não. 

E: Há algum detalhe histórico ou cultural que você descobriu em suas pesquisas e que te surpreendeu a ponto de mudar o rumo de uma história?

KH: Sim! Acontece muito. Por exemplo, em Damas de Aço, tentei escrever o livro entre 1850-60, mas havia tanta guerra e revolução acontecendo por toda parte que optei pelo ano da Unificação alemã (por Bismarck). Acabou que isso foi incorporado na história da família e, a partir daí, decidi todas as outras datas de todos os outros livros que escrevi.

E: O romance romântico ainda é visto por alguns leitores com certo estigma, como “literatura menor”. Como você enxerga esse preconceito?

KH: Não me abala nem um pouco. Olhem os números, é tudo o que digo. O romance é puro sucesso. Não me abala mesmo, a ponto de nem notar. Sei que existe, reconheço o estigma que alguns têm, mas não discuto com quem pensa assim e não me importo com nada do que digam. Os números do romance romântico falam por si. Quem reclama é uma minoria perto do número de pessoas que ama.

E: Como você enxerga o espaço atual para autores independentes no Brasil?

KH: A aceitação de livros comerciais (ficção de gênero) escritos por autores nacionais vem crescendo bastante nos últimos anos (até que enfim!). Hoje temos fantasias nacionais sendo publicadas por editoras grandes, além de romances, suspenses, thrillers e por aí vai. Ainda vemos muitas editoras resistindo a ampliar o catálogo de nacionais, mas sou positiva quanto à mudança. 

Acho que, cada vez mais, vamos deixar para trás aquela ideia de “o que vem de fora é bom, o que é daqui nem tanto”. O mais importante (e isso tem a ver com a sua pergunta) é que hoje é possível ter uma carreira 100% independente de uma editora. Nesse ponto, já não sou totalmente otimista: vejo o cenário por dois lados. 

O lado positivo é que publicar nunca foi tão democrático. Você pode escrever seu livro e colocar na Amazon. A venda depois tem suas dificuldades, claro, mas o ato de publicar se tornou acessível, e isso é uma grande conquista. O lado negativo é que estamos diante de um monopólio, e estar nas mãos de uma única empresa nunca é saudável, porque passamos a depender demais dela. Há muito mais a ser dito sobre o mercado e sobre esses dois pontos que coloquei, mas isso já seria papo para um mês inteiro. 

E: O que você acredita ser a maior vantagem de publicar de forma independente? E a desvantagem?

KH: Acho que a resposta dessa pergunta se cruza com a anterior. A maior vantagem é poder publicar a sua história, e a maior desvantagem é justamente o fato de que todos podem fazer o mesmo, e, por isso, você precisa se diferenciar para não ser apenas mais um na enxurrada de livros que chegam à Amazon todos os dias. 

Sabia que ela [Amazon] tem novas regras, que limitam a publicação a apenas três novos títulos por dia? Segundo o que li, a medida busca combater o abuso da criação massiva de conteúdo pouco qualificado. Mas eu te pergunto: quem realmente consegue publicar três livros por dia? E de que forma estão escrevendo esses livros?

E você, já conhecia os livros de Karina Heid? Conta para a gente em nossas redes sociais — Insta, Face e X. E, se você gosta de trocar experiências literárias, venha participar do Clube de Leitura do Entretê, para conversar sobre leituras incríveis!

Leia também: Entrevista | Ray Tavares fala sobre seu novo livro, que une o universo do cinema e da literatura

 

Texto revisado por Cristiane Amarante 

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Livros Notícias

Lançamento Intrínseca: ALCHEMISED, a fantasia mais aguardada do ano

A obra une magia com elementos distópicos que aproximam a ficção dos fatos mais sombrios da realidade

Somando mais de 20 milhões de downloads em todas as suas publicações on-line, SenLinYu é ume ficcionista aclamade por suas histórias que debatem a moral e a ética, com enredos desafiadores que abordam de política à religião. Sua estreia ambiciosa na literatura, programada para ocorrer em 25 países quase simultaneamente ao lançamento nos Estados Unidos, é celebrada há meses pela sua imensa legião de fãs e promete fazer jus à sua fama. Apontada como uma audaciosa fantasia sombria, Alchemised chega ao Brasil pela Intrínseca em outubro com edições em capa dura e brochura. A narrativa revela um mundo depravado, recém-dominado por uma classe disposta a subverter a ordem natural da vida e reanimar os mortos.

A história é ambientada em Paladia, considerada uma cidade-estado estratégica por ditar as inovações tecnológicas criadas a partir de uma habilidade especial usada para a transmutação de metais, conhecida como ressonância. Após um longo e violento conflito, o uso da necromancia se tornou o modus operandi, e uma nova classe dominante, formada por guildas corruptas e necromantes perversos, assumiu o comando, acabando com o regime da Chama Eterna, ordem política da família real que controlava o território desde sua fundação.

Ao fim da guerra, Helena Marino é capturada e mantida em cativeiro. Os registros dizem que ela era apenas uma curandeira, entretanto, quando seus carcereiros descobrem que a memória da prisioneira foi alterada e que ela não consegue lembrar-se de momentos-chave que culminaram na vitória dos Imortais sobre a Chama Eterna, o papel da curandeira durante a guerra começa a ser questionado. Seria ela realmente tão irrelevante como se imaginava?

Com isso, Helena é enviada aos cuidados do Alcaide-mor, o segundo necromante mais poderoso de Paladia. Por ordem de Morrough, o líder dos Imortais, Kaine Ferron terá que descobrir o que está escondido nas profundezas da mente da curandeira.

Aprisionada em meio a ruínas de uma propriedade sombria, Helena luta para proteger seu passado perdido e preservar os últimos resquícios de quem foi um dia. Mas o martírio está apenas começando, pois sua prisão e seu captor têm os próprios segredos… E ela terá que desvendá-los. Custe o que custar.

Lançamento mais esperado do gênero no ano, Alchemised é uma obra inovadora que promete ser um marco da literatura fantástica contemporânea.

SenLinYu | Imagem: reprodução/Katy Weaver Photography

SenLinYu cresceu no noroeste do Pacífico e estudou artes liberais e cultura clássica. Elu começou a escrever no aplicativo de notas do celular durante a soneca de seu bebê. As histórias que publicou na internet somam mais de vinte milhões de downloads e foram traduzidas para mais de vinte idiomas. SenLinYu mora com a família em Portland, nos Estados Unidos. Alchemised é sua obra de estreia.

Esse livro já está na sua lista de compras? Conta para a gente em nossas redes sociais — Instagram, X e Facebook — quais são as suas expectativas para a história. 

 

E, se você gosta de trocar experiências literárias, venha participar do Clube de Leitura do Entretê para conversar sobre leituras incríveis!

 

Leia também: Ruth de Souza, Lázaro Ramos e mais nos lançamentos da Intrínseca de setembro

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Música Notícias

Duda Beat e Cícero contracenam juntos em novo clipe

Faixa Sem dormir, parceria entre os cantores brasileiros, traz referências à artista performática Marina Abramović

Na tarde desta sexta (26), a faixa Sem dormir, parceria entre Duda Beat e Cícero, ganhou um clipe especial lançado no canal do Youtube da cantora. Inspirado na obra The artist is present, da performer sérvia Marina Abramović, tanto o clipe quanto a composição, fazem referência a amizade dos dois artistas, que se conheceram há mais de 10 anos.

A performance de Abramović consistia na artista sentada numa cadeira de olhos fechados de frente para outra cadeira onde sentava, um por vez, cada indivíduo da numerosa fila que esperava para vê-la abrir os olhos por alguns segundos. As reações foram as mais imprevisíveis, especialmente quando a artista, ao abrir os olhos, revê seu grande amor e companheiro de obras artísticas que não via há décadas. A reação dos dois pode ser vista no documentário de Marina, mas quanto à imaginação de Cícero, no clipe o encontro se resulta em uma dança entre ele e Duda. 

Foto: reprodução/ Portal Pepper

O cantor comenta sobre o que o inspirou a compor a canção: Eu e Duda nos conhecemos há mais de uma década, tivemos muitos momentos legais, e essa música fala de um desses momentos, quando fomos acampar na Praia do Sono, em Paraty. Foi um dos clipes mais legais que já gravei. Foi muito gostoso encontrar uma amiga de muitos anos e lembrar de momentos bons. Fiquei feliz com o vídeo, achei carinhoso com a nossa história”, comenta Cícero

Sem dormir possui direção de Lucas Vaz, fotografia de Tiago Rios e roteiro e edição do próprio Cícero.

Assista ao clipe:

E aí, já foi conferir a colaboração entre esses dois grandes artistas? Comente nas redes sociais do Entretetizei — Instagram, Facebook e X — e siga a gente para não perder as notícias do mundo do entretenimento e da cultura. 

Leia também: Kia Sajo estreia o novo single Sal na Pele

Texto revisado por Larissa Couto @larscouto

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Coletiva | Produtores do The Voice Brasil falam sobre representar as vozes e a cultura brasileiras

O Entretetizei teve a oportunidade de falar com as pessoas por trás da nova edição e entender os planos para conteúdos nacionais futuros

Cerca de dois anos após sua última temporada, em 2023, o The Voice Brasil retorna às casas brasileiras para contar novas histórias e revelar talentos que só a diversidade de uma produção nacional poderia encontrar. Produzido em parceria pelo Disney+ e pelo SBT, o reality show terá exibição simultânea dos seus 12 episódios no streaming e na TV aberta, além de oferecer conteúdos extras para os assinantes do Disney+. 

Apesar das novidades, o público conta com a familiar condução de Tiago Leifert, que volta a apresentar o reality, e com Mumuzinho, que compõe novamente a equipe técnica, agora ao lado de Matheus & Kauan, Duda Beat e Péricles.

Há algumas semanas, o Entretê participou de uma coletiva com os produtores do Disney+ Jerome Merle e Cristiano Lima, que conversaram conosco sobre o retorno do The Voice Brasil.

Ambos falaram que o streaming enxergou o potencial de ampliar a experiência do programa para além da TV, e daí surgiram os 20 minutos adicionais exclusivos que “fogem dos tradicionais conteúdos de bastidores”.

Além disso, 13 anos após sua estreia em 2012, o The Voice Brasil hoje tem novas perspectivas com a crescente influência das redes sociais: “há uma oportunidade única de usar todo o ecossistema de ambas as empresas e ampliar essa experiência de todas as formas que a gente puder”, explica Cristiano.

Foto: divulgação/Disney+

Durante o roundtable, o Entretê teve a oportunidade de fazer uma pergunta aos produtores: considerando a preocupação crescente em representar a diversidade nacional, sobretudo na música, pedimos que explicassem o que levam em consideração para adaptar um programa global para o público brasileiro que, ainda que tenha tantas facetas diferentes, também é muito particular.

“A voz, a música, o canto… tudo isso está no DNA do brasileiro”, falou Jerome, “então nada mais justo do que representar essa capacidade, essa vontade e disponibilidade de cantar que existe em todos os estados brasileiros”.

Jerome explica que o processo de seleção se dá de forma extremamente democrática justamente para que seja possível contemplar a diversidade que existe no Brasil e representar todas as regiões do país. 

“A Disney tem esse compromisso em todos os seus projetos”, complementa Cristiano. “Isso é natural e orgânico para nós.” O executivo também destacou a diversidade na escolha dos jurados, que além de representarem diferentes gêneros musicais, são de diferentes lugares do país.

Foto: reprodução/aqui tem diversão

Em outro momento, ainda pensando sobre a importância de entender o público nacional além do The Voice Brasil, o Entretê também perguntou qual é o processo de escolha das histórias brasileiras que são contadas no streaming, como Capoeiras (2025), Jogo Cruzado (2025) e Maria e o Cangaço (2025)

“Estou sempre buscando ouvir o assinante para entender como preencher uma lacuna, um gênero que seja importante”, revela Cristiano. “O conteúdo é um reflexo da nossa sociedade. O que a gente faz é valorizar a comunidade artística, contar as histórias da nossa cultura de modo que isso crie conexão com quem assina e traga essa diversidade que a gente tanto fala.”

Ainda sobre a nossa pergunta, Jerome explica que o Disney+ busca produções que “geram conversas, conexão natural e identificação imediata”, mas reforça que não adianta fazer apenas um tipo de história. Temos uma diversidade enorme de público, então identificamos grupos e interesses em comum para trabalhar bem o conteúdo”. O produtor explica que é essa abordagem que faz o streaming trazer séries “tão diferentes, mas não divergentes”.

Foto: divulgação/Disney+

A nova temporada de The Voice Brasil estreia simultaneamente no Disney+ e no SBT dia 6 de outubro, às 22h30. 

Quais são suas expectativas para a nova edição? Nos siga nas redes sociais do Entretetizei — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento! 

Leia também: Tiago Leifert retorna para a nova temporada de The Voice Brasil

 

Texto revisado por Gabriela Fachin

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Cultura Música Notícias

Midnight Sun: Novo álbum de Zara Larsson é lançado

A cantora sueca lança disco com 10 faixas nesta sexta-feira

Zara Larsson lança seu novo álbum de estúdio, Midnight Sun, nesta sexta-feira, 26 de setembro, em todas as plataformas digitais. Também foi disponibilizado para o público a edição exclusiva Midnight Sun (Lisa Frank Edition) em CD, em colaboração com a marca de design Lisa Frank, Inc, inspirada em memes e momentos compartilhados por fãs. 

O álbum conta com 10 faixas que mesclam elementos do pop caleidoscópico e dance eufórico, marcas registradas da cantora. As músicas abordam temáticas profundas como vulnerabilidade, confiança e ousadia, transformando Midnight Sun em um disco complexo que mostra as múltiplas faces de Zara. 

Entre tantas faixas inéditas incríveis destaca-se Blue Moon, uma balada com melodia picante que celebra o amor atemporal. Em faixas como Hot & Sexy e Saturn’s Return, Zara trata sobre a complexidade do universo feminino, inclusive fazendo uma análise sobre si. Já em The Ambition a cantora trata sobre as pressões que envolvem o sucesso.

As músicas inéditas somam-se ao single Crush, música que ficou seis semanas consecutivas no Top 25 do chart Pop da Mediabase, Pretty Ugly, cujo clipe foi indicado ao MTV Video Music Awards 2025 na categoria “Melhor Coreografia”, e Midnight Sun, com videoclipe inspirado no Y2K.

Foto: reprodução/ Charlotte Rutherford

Sobre o disco, Zara afirma: “Em Midnight Sun, eu consegui capturar totalmente aquela vibração escandinava que cresci vivendo — ela faz parte de mim, das minhas memórias mais felizes e também das mais tristes. Uma parte da minha alma é uma noite de verão sueca. Este álbum traduz isso.”

Em breve a sueca dará início à sua própria turnê Midnight Sun Tour pela Europa neste outono, com datas recém-anunciadas para a América do Norte a partir de fevereiro de 2026. A turnê levará ao palco o repertório mais visceral e emocionalmente envolvente da carreira de Zara, construído ao longo do último ano em colaboração com a compositora Helena Gao e os produtores MNEK, Margo XS e Zhone.

E você, o que achou da novidade? Conta pra gente! E siga as redes sociais do Entretê — Instagram, Facebook e X — para mais novidades sobre o mundo da cultura e do entretenimento.

Leia também: Now United lança beautiful world e apresenta Ariel, nova integrante do grupo

 

Texto revisado por Larissa Couto

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Veja todas as produções que chegam ao streaming em outubro

De K-dramas a clássicos de Halloween, confira todas as séries e filmes que chegam no catálogo do mês no streaming

As preparações para o mês das bruxas começaram na Netflix! Em outubro, o streaming recebe clássicos da temporada como Halloween (1978) e dois filmes da franquia Todo Mundo em Pânico!

Além disso, produções inéditas, como Steve (estrelado por Cillian Murphy) e o longa nacional Caramelo, também serão lançadas este mês no streaming.

Confira a lista completa do que chega à Netflix em outubro:

Séries

Monstro: A História de Ed Gein (3/10)

A série acompanha a chocante história real de Ed Gein, o famoso assassino e ladrão de túmulos que inspirou muitos dos serial killers mais icônicos de Hollywood.

Gênio dos Desejos (3/10)

Depois de um milênio, um gênio exuberante reaparece. Será que a magia dele pode transformar a vida sem graça de uma mulher em um mundo de amor e fantasia?

Românticos Anônimos (16/10)

Uma chocolatier brilhante com medo de fazer contato visual conhece um herdeiro incapaz de tocar em outras pessoas. Mas, de alguma forma, os dois se aproximam.

A Diplomata – Temporada 3 (16/10)

No turbilhão da diplomacia de crise, Kate precisa lidar com uma nova realidade frágil e uma ameaça letal que pode ter consequências internacionais.

Ninguém Quer – Temporada 2 (23/10)

O romance de Joanne e Noah fica ainda mais turbulento diante de dramas familiares, desafios profissionais e uma grande questão existencial.

Os Donos do Jogo (29/10)

A máfia da contravenção carioca entra em ebulição com a iminente legalização dos jogos de azar, o interesse de um grupo criminoso estrangeiro no mercado local e com a rápida ascensão de Profeta, um novo aspirante ao trono da cidade.

The Witcher – Temporada 4 (30/10) 

Após os eventos chocantes que alteram o Continente, a nova temporada segue Geralt, Yennefer e Ciri, que enfrentam a travessia do continente devastado pela guerra e seus muitos demônios separados uns dos outros.

Respira – Temporada 2 (31/10) 

Foto: divulgação/Netflix

A privatização do hospital traz um novo supervisor e leva a equipe ao limite. Patricia e Jésica estão entre a vida e a morte.

Filmes

Resident Evil 4 – Recomeço (1/10)

Foto: reprodução/Google Play

O apocalipse zumbi não dá trégua. Alice vai parar em um suposto santuário em Los Angeles que pode acabar sendo uma armadilha mortal.

Sete Anos no Tibet (1/10)

Foto: reprodução/PSTU

Um alpinista austríaco escapa de um campo de prisioneiros da Segunda Guerra Mundial e vai para o Tibete, onde constrói uma amizade transformadora com o jovem Dalai Lama.

Steve (3/10) 

Ao longo de um dia intenso, o dedicado diretor de um reformatório luta para manter os alunos na linha enquanto enfrenta os próprios desafios.

Convenção das Bruxas (3/10)

Durante as férias, um menino e a avó vão parar em um hotel onde está acontecendo uma convenção internacional de bruxas. E elas têm um plano maligno! 

Todo Mundo em Pânico – filmes 2 e 3 (4/10)

Foto: divulgação/Netflix

O segundo e terceiro filmes dessa franquia de terror satírico chegam ao catálogo do streaming em outubro.

Caramelo (8/10) 

Ao receber um diagnóstico grave, um chef em ascensão redescobre a graça da vida com a ajuda de um vira-lata caramelo neste drama emocionante e divertido.

A Mulher na Cabine 10 (10/10) 

A bordo de um iate de luxo a trabalho, uma jornalista vê uma pessoa caindo no mar, mas ninguém acredita. Para descobrir a verdade, ela coloca a própria vida em risco.

Casa de Dinamite (24/10) 

Um míssil não identificado é disparado contra os Estados Unidos, dando início a uma corrida para encontrar o responsável e decidir o que fazer.

O Máskara (7/10)

Foto: divulgação/Netflix

Um caixa de banco infeliz descobre a máscara de um antigo deus escandinavo e adquire coragem e humor sobrenaturais.

Halloween (7/10)

Foto: divulgação/Netflix

Há 40 anos, um assassino cometeu uma carnificina na noite de Halloween. Agora ele está novamente à solta – e seu alvo é a vítima que conseguiu escapar e sua família.

Um Tira da Pesada – filmes 1 e 2 (16/10)

Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil

Um jovem policial de Detroit vai até Beverly Hills atrás do assassino de um amigo, usando de sagacidade e audácia para enganar a polícia local e fazer justiça.

Os Bons Companheiros (18/10)

Foto: reprodução/Plano Crítico

Henry Hill e seus companheiros viviam pela e para a Máfia por anos. Até que eles puseram a vida na balança.

Refém do Silêncio (18/10)

Foto: reprodução/MUBI

Um psiquiatra é ameaçado e precisa arrancar de uma paciente violenta as informações sobre o roubo de um banco.

Balada de Um Jogador (29/10)

Nos luxuosos cassinos de Macau, um jogador fugindo do passado e das dívidas fica fascinado por uma mulher enigmática na mesa de bacará.

O Menino do Pijama Listrado (23/10)

Foto: divulgação/Netflix

O filho do comandante de um campo de concentração nazista na Polônia faz amizade com um garoto que vive do outro lado da cerca, sem saber que ele é um prisioneiro judeu.

Documentários

Victoria Beckham (9/10) 

Victoria Beckham, a Spice Girl que virou uma estilista renomada, fala sobre a rotina e os preparativos para a Semana de Moda de Paris.

Anime

ONE PIECE: Zou 1 e 2 (1/10)

Foto: reprodução/Polygon

Luffy e os Chapéus de Palha seguem rumo a Zou, uma ilha situada em cima de um elefante colossal. Eles só querem rever Sanji e o resto da tripulação.

Crianças e Família

Pets – A Vida Secreta dos Bichos – filmes 1 e 2 (10/10)

Foto: divulgação/Netflix

Depois de acabar na rua, dois cachorrinhos briguentos precisam unir forças para escapar de uma gangue de animais abandonados que está em busca de vingança.

Qual você está mais ansiose para assistir? Nos siga nas redes sociais do Entretetizei — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento! 

Leia também: Coletiva revela bastidores, personagens e ambições de Três Graças

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Entrevistas Notícias

Entrevista | De O Rei Leão a Rent: Tiago Barbosa fala sobre novos desafios e conquistas nos palcos

Ator e cantor brasileiro, conhecido por protagonizar O Rei Leão, Wicked e Kinky Boots, comenta inspirações, aprendizados e vivência de uma década em Madrid

Texto escrito por Vitória Oliveira

Em ascensão no teatro musical, Tiago Barbosa constrói nos palcos uma trajetória marcada pela versatilidade e intensidade. No Brasil, conquistou o público com personagens icônicos em produções como O Rei Leão, Wicked e Kinky Boots. Radicado em Madrid há dez anos, ampliou sua carreira internacional e se consolidou como referência para artistas brasileiros que buscam espaço no exterior.

Agora, Tiago se prepara para dar vida a Tom Collins na nova produção de Rent, na Espanha. O personagem, que representa coletividade, luta por direitos e serenidade, marca uma virada em sua trajetória, após o sucesso arrebatador de Lola em Kinky Boots. Para o ator, essa mudança significa não apenas o desafio artístico, mas também uma oportunidade de se conectar de forma mais profunda com seus colegas de elenco e com o público.

Nesta entrevista, Tiago fala sobre o processo de preparação para novos papéis, os aprendizados que carrega da vida internacional, o impacto de representar personagens tão diferentes e a importância de se manter firme em uma indústria desafiadora. Entre memórias, inspirações e reflexões, ele revela como a arte segue sendo sua forma de resistência e conexão com o mundo. Confira:

Entretetizei: Você estreia como Collins na nova produção de Rent, em Madrid. O que mais te atrai nesse personagem e como foi o processo de preparação para esse papel?

Tiago Barbosa: Tom Collins é um dos personagens emblemáticos desse espetáculo. Carrega consigo esse sentimento do coletivo e a luta pelos direitos. Depois de dois anos fazendo um papel que me rendeu tantos frutos, que foi o Kinky Boots, eu já estava desejando viver um personagem diferente daquilo que a Espanha estava acostumada a me ver. Collins é descanso e serenidade, de timbre grave e sorriso tímido. Lola era uma explosão a cada entrada em cena.

Neste processo, estou buscando o coletivo, de fora para dentro, pela primeira vez: me deixar afetar pelo coletivo, analisar cada companheiro e essa relação com eles…

E: Como você se prepara para interpretar personagens tão diferentes entre si, especialmente em musicais que exigem canto, dança e atuação ao mesmo tempo?

T.B: Eu busco o isolamento total para poder mergulhar nos estudos. Normalmente, peço ajuda e busco um preparador para me auxiliar nesse processo. Cada personagem me exigiu algo diferente, um mergulho único que marcasse aquele trabalho.

No Clube da Esquina, quando fiz o Milton, Vanessa Veiga me ajudou muito na pesquisa. Na leitura, fomos conhecer os melhores amigos do Milton, os músicos que trabalhavam com ele; estivemos na casa em que residiu e até no barzinho que frequentava. Vi todas as entrevistas dele possíveis e imagináveis no YouTube… Muitas horas de dedicação, frustração, acertos e equívocos para encontrar esse Milton, a voz do Milton.

Cada personagem é um mergulho.

E: Quando surge um novo convite ou oportunidade, quais são os elementos que você observa para decidir se aquele personagem é realmente para você? É algo mais intuitivo, de conexão pessoal, ou você avalia tecnicamente os desafios que ele traz?

T.B: Hoje, pela graça de Deus e pelos grandes amigos, parceiros, produtores e diretores que conhecem a minha entrega diária, comprometimento e implicação profissional. Eles sempre me desafiam com personagens que tiram meu fôlego. Assim foi com O Homem da Máscara de Ferro, com o Ulisses Cruz. Até hoje penso: “Meu Deus, isso foi incrível”.

E: Você menciona que Rent lhe trouxe de volta coisas que havia esquecido na corrida da vida. Quais sentimentos ou aprendizados esse processo despertou em você?

T.B: Foi um ano em que a ansiedade tomou conta do meu coração, e acho necessário falar sobre isso. O desejo de estar perto da família e dos amigos… Conciliar a carreira internacional e a vida pessoal é um pouco difícil. Sempre estive nos palcos e me sinto privilegiado por isso, mas, neste ano, algumas coisas me fizeram questionar até mesmo: “Será que esse é o caminho?

A vida vai nos ensinando algumas coisas na marra mesmo. Há pouco tempo, uma atriz me disse: “Você sabe que te acham muito snob?”. Aquilo bateu no meu coração e me atravessou como a espada no peito de um guerreiro.

Como homem preto, ter posicionamento em meio a um mercado cruel sempre fará com que esse cara seja visto como esnobe, metido, “aquele que se acha”. Mas eu sei que metade desse caminho que construí — me autodivulgando (também com o apoio da minha irmã e assessora, Grazy Pisacane), vendendo meu peixe, sendo meu próprio empresário, tentando me manter vivo no Brasil com imagens, para não ser esquecido e aquecer esse mercado internacional — abriu caminho para muita gente que nunca havia pensado que isso seria possível, até mesmo dentro do Brasil.

É claro que desejo regressar ao Brasil, mas, às vezes, alguns posicionamentos chegam a ser cruéis e te fazem repensar. E é nesse momento que paro para rever aquele vídeo com a Julie Taymor, quando tudo que eu tinha era a vontade de ser um homem artisticamente respeitado.

Foto: divulgação/Fabian Morassut

E: Quais artistas ou obras te inspiram na sua trajetória no teatro musical?

T.B: Existe um brasileiro que mora na Alemanha há anos, e eu adoraria dar mais luz a tudo que ele faz e a todos os paradigmas que ele vem rompendo aqui na Europa. Ele se chama Benét Monteiro e protagoniza todos os maiores espetáculos na Alemanha.

Já para além do teatro musical, diria Cris Moura, Taís Araújo, entre outras referências e inspirações que tenho.

E: Você está radicado em Madrid há dez anos e construiu uma carreira sólida no Brasil e na Europa. Quais são as maiores diferenças entre o teatro musical no Brasil e fora do país?

T.B: Aqui, como homem negro, é um caminho bem difícil. Mas existe um lugar de reconhecimento e respeito profissional inigualável. Além do auxílio-desemprego, que só nós, artistas, sabemos que faria tanta diferença se tivéssemos no Brasil.

Mas, sobre o público, nada se compara ao público brasileiro.

E: Essa será a primeira vez que um musical ocupará um teatro público na Espanha. O que esse marco significa para você como artista?

T.B: Mais uma vez, o acesso a todos. Isso mexe muito comigo.

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Leia também: Tiago Barbosa encara novo desafio em Rent, na Espanha – Entretetizei

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Listras everywhere: aposte na estampa que tem dominado o street style

O padrão clássico tem ganhado novos stylings cheios de criatividade nos últimos tempos

Não dá para negar que as lisras estão com tudo! Elas estão invadindo o guarda-roupa das fashionistas e, aos poucos, vão conquistar o seu. E tem inspiração para todos os gostos: desde as básicas que optam por um toque de cor sutil, até as mais ousadas, que abusam das sobreposições e do mix de estilos.

Listras, listrinhas, listronas… A estampa atemporal agrega personalidade em looks modernos, arrojados e chamativos. Pensando nisso, o Entretê uniu algumas ideias que, com certeza, vão te inspirar na sua próxima composição.

Tudo em cima
Listras
Imagens: Reprodução/Pinterest/Instagram

Das cores vibrantes aos tons sóbrios, as listras são uma ótima opção para quem procura apostar em peças versáteis e fáceis de encontrar. As camisetas, as polos, as jaquetas e as jerseys de rugby (sim, isso mesmo!) são ótimos exemplos disso.

Para trazer o listrado em evidência na parte de cima do seu look, basta encontrar um match de cores que combine com você e, então, trazer elementos mais neutros na parte de baixo, como um jeans ou tecidos leves e coloridos.

As listras ficam embaixo
Listras
Imagens: Reprodução/Pinterest/Instagram

Bermudas, calças, saias e microshorts têm sido uma febre entre as fashion girlies. Combinar as estampas listradas, geralmente em dois tons de uma mesma cartela, em partes de baixo é um truque de styling prático — e cheio de personalidade.

O segredo aqui, além de uma boa peça que faça jus ao seu estilo na parte de cima, é optar por sapatos específicos. E você tem duas opções: a primeira é escolher um par que não roube a cena da estampa principal; a outra é ousar na escolha e colocar uma cor em destaque ou apostar na wrong shoe theory.

Terceira peça cheia de personalidade
Listras
Imagens: Reprodução/Pinterest/Instagram

Uma dica de styling que não tem erro? Terceira peça! Agora, se você busca uma dica de styling totalmente fashionista, aposte numa terceira peça listrada. As camisas são os itens mais versáteis quando o assunto é esse — elas podem ir como uma segunda pele, com os botões abertos em cima de um look mais neutro ou numa amarração na cintura.

E não para por aí! As polos também mostram sua versatilidade e toda a diversão de mesclar itens que inicialmente não combinam muito bem. Cardigãs e blusas de frio listradas são opções mais intuitivas na hora de montar seu outfit. Mas se procura ousar duplamente, o vestido com calça pode ser uma ótima opção (e as listras vão bem na estampa dos dois).

Tudo listrado
Listras
Imagens: Reprodução/Panô/Pinterest/Instagram

Chegou a hora deles: os conjuntos e os vestidos! O sucesso das listras começou com peças-chave do guarda-roupa como essas. Um bom vestido longo e listrado em um jantar ou um conjunto cheio de listras em um dia quente unem praticidade e estilo, de uma vez só.

Além de serem mais intuitivos na hora de montar um look, as peças podem ser usadas de diferentes maneiras. Sapatos, acessórios, terceiras peças ou penteados são complementos que fazem toda a diferença!

Mix de estampas é um must
Listras
Imagens: Reprodução/Pinterest/Vogue/Instagram

Listra com listra, listra com animal print ou listra com floral… as combinações variam de acordo com o estilo e a criatividade! Embora pareça um desafio em primeiro plano, unir diferentes estampas mostra muita confiança e traduz muito bem a ideia de que você que veste a roupa, não é a roupa que veste você.

Além das propostas distintas, esses looks mostram o conforto em usar peças que podem dar match de diversas formas. Para um mix de estampas certeiro, você pode apostar na combinação das cores, na união de silhuetas e nas sobreposições inesperadas — mas que fazem sentido pra você!

Um ponto listrado
Listras
Imagens: Reprodução/Pinterest/Instagram

Chegou a hora dos detalhes! Que as listras estão em alta, você já sabe. Mas sabia que dá para trazer essa estampa tão versátil de maneiras mais discretas e, mesmo assim, com um toque fashionista?

Partindo da neutralidade ou adicionando mais cor em looks coloridos, os acessórios são o que faltava para completar sua composição. E eles variam de acordo com a preferência. As bolsas, os acessórios de cabeça e até os cachecóis são um must-have no closet de quem ama um pontinho listrado.

Sport e básico
Listras
Imagens: Reprodução/Pinterest/Instagram

Quem disse que não dá para combinar duas tendências e ainda seguir um estilo mais minimalista? As listras estão nos shorts, nas calças, nas saias de tenista, nas camisetas de time e nas jaquetas. Dessa vez, além de conversarem com marcas como a Adidas, conhecida pelas três listras, as peças trazem o listrado mais pontual e apostam em tecidos esportivos e mais leves.

A união do guarda-roupa esportivo com as listras combinam com peças mais femininas, como acessórios maxi e detalhes como babados e rendas que complementam a produção. Embora apostem em tons menos chamativos (em sua maioria), as combinações excêntricas — como um blazer ou um sapato mary jane — são uma dica valiosa!

Já pensou em dar uma chance às listras? Conta pra gente! Siga o Entretetizei nas redes sociais — Facebook, Instagram e X — e não perca as novidades do mundo do entretenimento.

Leia também: Estilo e (muita) personalidade: chegou a vez do boho chic e do maximalismo

 

Texto revisado por Gabriela Fachin

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