Brasileiros ouvirão com exclusividade faixas do álbum LUX
Cantora, compositora e produtora, Rosalía virá ao Brasil para um evento no Rio de Janeiro que acontecerá no dia 30 de janeiro! Durante o evento, os fãs brasileiros poderão ouvir com exclusividade, ao lado da cantora vencedora do Grammy, algumas músicas de seu novo álbum intitulado LUX.
Para participar, o público interessado precisa preencher um formulário disponível na bio da cantora em sua conta de Instagram. É necessário responder à pergunta: “O que você perguntaria para Rosalía sobre LUX?” As respostas mais criativas serão selecionadas, garantindo acesso ao evento.
LUX, lançado pela Sony Music, é o quarto álbum da cantora e apresenta uma proposta imersiva, gravada com a orquestra Sinfônica de Londres, sob a regência de Daniel Bjarnason.
O projeto debutou como álbum internacional no topo do Spotify Brasil e conquistou número um na plataforma, transformando o álbum na maior estreia da carreira da artista. LUX inclui diversas colaborações femininas como Björk, Carminho, Estrella Morente, Silvia Pérez Cruz, Yahritza, além do coro Escolania de Montserrat i Cor Cambra Palau de la Música Catalana e Yves Tumor.
O álbum recebeu forte reconhecimento da crítica internacional. A Rolling Stone concedeu 5 estrelas e destacou a capacidade do projeto de unir referências clássicas e contemporâneas em uma obra coesa e marcante. A Associated Press definiu o álbum como um “milagre fonético”, enquanto a NPR ressaltou a integração entre elementos humanos e espirituais ao longo das faixas.
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Stray Kids será o primeiro grupo de K-pop na história do Rock in Rio e fará show único no Brasil no ano que vem
Foi a gente que pediu, sim! O grupo de K-pop Stray Kids foi confirmado no Rock in Rio 2026 e será o primeiro do gênero a subir ao palco do festival. Eles tocam no Palco Mundo no dia 11 de setembro, no único show que farão no Brasil em 2026.
Elton John e Gilberto Gil também estão na programação e se apresentam no dia 7 de setembro, igualmente no Palco Mundo. O Rock in Rio 2026 acontece nos dias 4, 5, 6, 7, 11, 12 e 13 de setembro, no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro.
Quem faz parte do Rock in Rio Club tem acesso antecipado à pré-venda do Rock in Rio Card, que abre no dia 4 de dezembro às 19h. A venda geral começa no dia 9 de dezembro, também às 19h.
O Rock in Rio Card garante a entrada em um dos dias do festival, e o público escolhe depois em qual data quer usar.
Foto: reprodução/RIR
Confira os preços do Rock in Rio Card 2026:
R$ 795 (inteira)
R$ 397,50 (meia-entrada)
R$ 675,75 (para cartões de crédito emitidos pelo Itaú Unibanco Holding S.A)
O Stray Kids é um dos grupos de K-pop mais populares do mundo e também do Brasil. Em abril deste ano, eles reuniram 175 mil fãs em três shows, batendo o recorde de público para apresentações do gênero no país.
Criado pela JYP Entertainment em 2017, o grupo é formado por Bang Chan, Lee Know, Changbin, Hyunjin, HAN, Felix, Seungmin e I.N.Entre os trabalhos de maior destaque estão os álbuns e EPs ATE, GIANT, ROCK-STAR, 5-STAR, ODDINARY, GO LIVE, entre outros.
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O projeto ainda não tem confirmação de lançamento nos cinemas brasileiros
Um dos projetos mais ambiciosos da carreira de Billie Eilish é o concert movie da turnê de sucesso Hit Me Hard and Soft, dirigido por ninguém menos que o renomado diretor James Cameron. Durante o último show, realizado em São Francisco, nos Estados Unidos, a cantora revelou que a produção chega aos cinemas no dia 20 de março de 2026. Contudo, o filme ainda não tem confirmação de lançamento nos cinemas brasileiros.
Cameron, que foi o responsável por revolucionar Hollywood com suas obras de efeitos especiais, filmou quatro shows da artista em Manchester, na Inglaterra, em julho de 2025. A expectativa é grande, dado o calibre do diretor. Em Billie Eilish – Hit Me Hard and Soft: The Tour (Live in 3D), vai haver uma montagem simples com alguns efeitos especiais básicos.
Billie Eilish tem dado espaço ao audiovisual no que diz respeito a promover a carreira. A sua última turnê Happier Than Ever virou documentário, mas é a primeira vez que a artista lança um concert movie. Ela segue também a tendência de grandes nomes da indústria pop ao estender suas turnês para as salas de cinema, atingindo assim muito mais cidades e fãs em todo o mundo.
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Artista amplia presença no audiovisual e no teatro com uma trajetória marcada pela potência da representatividade amarela no cenário cultural brasileiro
Caio Mutai atravessa um momento de amadurecimento artístico marcado pela pluralidade, consistência e novos desdobramentos no audiovisual e no teatro. Após reunir trabalhos recentes exibidos no 33º Festival MixBrasil de Cinema e Cultura da Diversidade, que aconteceu entre os dias 12 e 23 de novembro, em São Paulo, o ator segue expandindo sua presença em diferentes formatos, celebrando uma fase em que sua identidade, suas escolhas e sua voz artística convergem de forma cada vez mais sólida.
No MixBrasil, Caio integrou dois projetos de destaque: o curta Nesta Data Querida e a série Ayô. Antes de sua exibição no festival paulistano, Ayô já havia passado pelo Festival do Rio, um dos mais importantes do país, onde integrou a seleção de títulos de destaque no segmento Especial Séries Brasileiras. Embora muito distintos entre si, ambos reforçam um momento sensível e autoral do artista, apontando caminhos que atravessam intimidade, pertencimento e novas formas de representação.
Em Nesta Data Querida, Caio divide a cena com Vitor Rocha, Lucas Drummond, Letícia Helena e a convidada especial Claudia Raia, interpretando uma narrativa poética sobre o tempo, os rituais de passagem e o processo de amadurecer. Já em Ayô, ele dá vida ao único personagem amarelo da produção, ao lado de nomes como Caio Blat e Lázaro Ramos, em uma história que valoriza trajetórias plurais e reafirma a urgência de novas narrativas no audiovisual brasileiro.
Entre seus trabalhos recentes no cinema está também Furnas Fundas, filme de terror gótico dirigido por Beto Marquez, ainda inédito e sem data de lançamento confirmada, no qual vive um vampiro. O papel exigiu intensa preparação física e emocional, e marcou seu retorno ao cinema nacional após O Mestre Fumaça.
Paralelamente ao audiovisual, Caio mantém atuação ativa no teatro, espaço onde fortalece seu papel como artista e produtor. Seu trabalho em Passos, espetáculo do Coletivo Oriente-se, formado por elenco integralmente asiático, alcançou grande repercussão durante a temporada no Teatro Itália, em São Paulo, e prevê novas apresentações. A peça reafirmou a relevância da comunidade amarela nas artes contemporâneas, transformando em arte uma luta que Caio carrega publicamente desde 2017.
Para 2026, o artista amplia suas frentes de atuação com uma nova série original da Globoplay, atualmente em fase de gravação, e com o protagonismo em um novo longa: uma adaptação de Hamlet, ambientada no Japão Feudal e estrelada exclusivamente por artistas amarelos.
Também há espaço para o canto e o teatro musical, com um novo projeto em desenvolvimento que deve contar com Caio tanto no elenco quanto na equipe de produção, mais um passo dentro da vertente que ele vem explorando em paralelo à carreira de ator, buscando novas formas de criar pontes entre arte, representatividade e empreendedorismo criativo.
Foto: divulgação/Assessoria
Os projetos reforçam não apenas sua presença em produções que apostam em novas linguagens e perspectivas no audiovisual brasileiro, mas também o fortalecimento de uma representatividade que segue se expandindo a cada novo passo de sua trajetória.
Sobre Caio Mutai
Caio cresceu dentro de uma escola de ballet – legado da mãe, professora de dança, e da avó, de quem herdou a veia artística da família.
A dança foi seu primeiro idioma, o canto veio em seguida e o teatro musical o arrebatou. Nos palcos, viveu experiências marcantes em montagens como Chaplin – O Musical e Aladdin – O Musical. No audiovisual, conquistou público e crítica em produções como O Coro: Sucesso Aqui Vou Eu e As Five, onde interpretou PR, personagem que abriu debates importantes sobre sexualidade, etnia e identidade no streaming brasileiro.
Foto: divulgação/Assessoria
Desde 2017, Caio é uma voz ativa na defesa da representatividade amarela, transformando vivências pessoais em discurso cênico e contribuindo para ampliar caminhos para artistas asiáticos no país. Autêntico, múltiplo e em constante evolução, ele integra uma geração de profissionais que enxergam a arte como ferramenta de transformação, inclusão e diálogo.
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Antes de participar do fenômeno do streaming, Andrew Choi já compunha para grandes nomes do K-pop
Andrew Choi é um cantor, compositor e produtor sul-coreano com mais de uma década de experiência na indústria musical. Ele ganhou atenção do público ao conquistar o terceiro lugar na segunda temporada do programa de audições K-Pop Star, em 2013, o que ampliou sua carreira tanto como performer quanto como criador por trás de grandes artistas do K-pop. No mesmo ano, lançou seu primeiro álbum de estúdio, Love Was Enough, consolidando sua atuação como artista solo.
Após sua participação no programa, Choi passou a trabalhar na SM Entertainment, uma das maiores empresas de entretenimento da Coreia do Sul. Como compositor e produtor, contribuiu para o repertório de diversos astros importantes do K-pop, incluindo EXO, SHINee, NCT 127, NCT WISH e outros. Ele também participou de atividades de treinamento vocal e produção musical através do SM Universe, o braço educacional da companhia.
Em 2025, Andrew Choi expandiu sua presença global ao se tornar a voz cantada de Jinu, o protagonista de Guerreiras do K-Pop (2025), sucesso da Netflix produzido em colaboração com a Sony Pictures Animation. Choi entregou uma performance vocal alinhada ao desenvolvimento narrativo do personagem, um vilão que vira mocinho no fenômeno mundial que combina elementos de cultura pop, fantasia e música.
Como Jinu, frontman dos Saja Boys, Choi gravou diversas faixas presentes na trilha sonora oficial, incluindo Soda Pop, Your Idol e Free. Essas músicas ganharam grande destaque internacional, contribuindo para a visibilidade do filme e para o alcance global do personagem. O processo de gravação ocorreu em etapas conforme o filme avançava, exigindo que Choi ajustasse nuances vocais e interpretações emocionais de acordo com o decorrer da história.
Andrew também tem fortalecido sua presença internacional por meio de uma série de fan meetings de sucesso realizados ao redor do mundo ao lado da artista Ejae, a voz cantada de Rumi.
Juntos, eles têm se conectado ao público de diversos países, oferecendo performances intimistas, sessões de perguntas e respostas e momentos especiais que destacam sua sinergia musical e dedicação aos fãs internacionais. Esses eventos não apenas ampliaram o alcance de Andrew, como também reforçaram sua crescente influência na cena musical global.
Além do reconhecimento obtido com Guerreiras do K-Pop, Choi também tem trabalhado em sua carreira solo. Em 2025, ele lançou dois novos singles: Under My Skin, em maio, e Better With You, em outubro. Ambos são um reflexo da combinação de sua experiência como compositor e das habilidades de interpretação vocal que desenvolveu ao longo dos anos, enquanto manteve uma presença ativa em trabalhos de estúdio, apresentações ao vivo e projetos audiovisuais. Além disso, eles também reforçam sua identidade artística como performer solo.
Foto: reprodução/The Straits Time
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Com a parte 2 de Wicked recém-lançada, reunimos uma lista caprichada de musicais clássicos que marcaram gerações, e que merecem entrar no seu radar (ou ser revisitados!)
Se a estreia de Wicked: Parte 2 te deixou com aquela vontade de mergulhar de cabeça no universo dos musicais, você chegou ao lugar certo. O gênero já atravessou quase um século de cinema, passando por revoluções tecnológicas, fases douradas de Hollywood, adaptações grandiosas da Broadway e até renascimentos recentes que provaram que cantar e dançar ainda têm muito espaço na tela grande. Para muita gente, musicais são mais que filmes: são sensação, espetáculo, memória afetiva.
E como musical bom nunca vem sozinho, montamos uma lista com 35 clássicos essenciais, daqueles que não só marcaram época, mas ajudaram a definir o que significa fazer cinema cantado. Tem filme que nasceu nos palcos e virou fenômeno mundial, tem história criada diretamente para as telonas e até obras que só depois ganharam vida no teatro. É o guia perfeito para quem quer conhecer melhor o gênero, ou simplesmente embarcar em uma maratona vibrante e nostálgica.
Cantando na Chuva (1952)
Considerado por muita gente o melhor musical de todos os tempos, Cantando na Chuva é pura magia cinematográfica. Gene Kelly literalmente sapateia sob a chuva em uma das cenas mais famosas da história do cinema, enquanto o filme faz uma homenagem apaixonada à chegada do som em Hollywood. O charme está na mistura de humor, romance e uma celebração irresistível da era dourada da MGM, quando os estúdios respiravam música e glamour.
Foto: reprodução/imdb
O filme também funciona como uma sátira divertida aos bastidores de Hollywood, mostrando como muitos atores da era do cinema mudo se desesperaram com o surgimento do áudio sincronizado. Além disso, Debbie Reynolds brilha, mesmo tendo apenas 19 anos, e o número Good Morning continua sendo um dos mais energéticos e perfeitos já gravados. Uma obra-prima que não envelhece.
Baseado em peça? Não. O roteiro foi criado diretamente para o cinema, usando canções populares da MGM. É um musical 100% hollywoodiano, construído especialmente para o formato cinematográfico.
West Side Story (1961)
Um dos musicais mais impactantes já feitos, West Side Story reinventa Romeu e Julieta em meio a gangues de Nova York. A união entre drama, dança e romance cria uma energia única, com coreografias que parecem explodir da tela. Rita Moreno e Natalie Wood marcam presença em performances emocionantes e cada número musical é praticamente uma obra-prima de construção visual e narrativa.
Foto: reprodução/imdb
A força do filme vem da sensibilidade com que retrata temas como preconceito, violência e pertencimento, ainda tão atuais. America e Tonight continuam emocionando novos espectadores, geração após geração, e a direção dividida entre Robert Wise e Jerome Robbins criou um estilo inconfundível, metade cinema clássico, metade balé urbano.
Baseado em peça? Sim. É uma adaptação direta do musical da Broadway, que por sua vez é inspirado em Romeu e Julieta.
A Noviça Rebelde (1965)
Julie Andrews ilumina A Noviça Rebelde com um carisma que simplesmente não tem igual. As montanhas da Áustria, a família Von Trapp e músicas como Do-Re-Mi e My Favorite Things criam aquele clima aconchegante de clássico perfeito para rever sempre. É o tipo de musical que abraça o espectador em um ritmo leve, esperto e cheio de vida.
Foto: reprodução/imdb
Além disso, o filme equilibra momentos divertidos com uma história real marcada pela Segunda Guerra Mundial, o que dá profundidade ao encanto. O elenco inteiro tem uma química notável e Andrews brilha tanto nos solos quanto nas cenas com as crianças. Um espetáculo visual e emocional que nunca perde relevância.
Baseado em peça? Sim. Adapta o musical da Broadway, inspirado nas memórias reais da família Von Trapp.
My Fair Lady (1964)
Audrey Hepburn está impecável como Eliza Doolittle em My Fair Lady, um musical grandioso, elegante e cheio de humor. A transformação da florista pobre em uma dama da sociedade é contada com ironia e charme, e Rex Harrison completa a dupla com um Professor Higgins impossível de esquecer. Visualmente, o filme impressiona com figurinos icônicos e cenários luxuosos.
Foto: reprodução/prime video
Por trás do brilho, há uma crítica social afiada sobre classe e educação, que o diretor George Cukor equilibra com leveza. As músicas, especialmente I Could Have Danced All Night, atravessam gerações e mostram por que o filme levou uma avalanche de Oscars. É aquele musical clássico que parece sempre mais bonito cada vez que é revisitado.
Baseado em peça? Sim. Adaptação do musical da Broadway, que por sua vez foi inspirado na peça Pygmalion, de George Bernard Shaw.
O Mágico de Oz (1939)
O Mágico de Oz é pura fantasia e cinema clássico em sua forma mais icônica. Judy Garland entrega uma Dorothy inesquecível, cantando Somewhere Over the Rainbow com uma doçura que atravessa décadas. O salto do sépia para o Technicolor ainda é um dos momentos mais mágicos da história do cinema.
Foto: reprodução/prime video
Os personagens que Dorothy encontra pelo caminho – Espantalho, Homem de Lata, Leão Covarde – se tornaram figuras eternas da cultura pop. É um filme que mistura aventura, humor, emoção e uma estética meticulosamente construída. Um daqueles clássicos que parecem feitos para todas as idades, em todas as épocas.
Baseado em peça? Não. É baseado no livro de L. Frank Baum, mas não em uma peça teatral.
Cabaret (1972)
Liza Minnelli simplesmente redefine o gênero musical em Cabaret, interpretando Sally Bowles com intensidade, charme e um toque de decadência irresistível. Ambientado na Berlim pré-nazismo, o filme mistura sensualidade e política de um jeito único, onde cada número musical funciona como comentário social. É ousado, provocante e muito moderno para seu tempo.
Foto: reprodução/imdb
A direção de Bob Fosse traz seu estilo inconfundível: cortes rápidos, coreografias afiadíssimas e uma atmosfera densa que contrasta com o glamour do Kit Kat Club. Entre o riso e o desconforto, o filme deixa claro que o espetáculo não consegue esconder a realidade e é isso que o torna tão marcante.
Baseado em peça? Sim. Adaptação do musical da Broadway, inspirado na peça I Am a Camera, que por sua vez veio dos contos de Christopher Isherwood.
Chicago (2002)
Com brilho, ironia e um ritmo impecável, Chicago trouxe os musicais de volta para o cinema nos anos 2000. A narrativa contada através das fantasias teatrais de Roxie Hart funciona como um truque narrativo certeiro: tudo é exagerado, afiado e deliciosamente teatral. Catherine Zeta-Jones e Renée Zellweger estão elétricas, entregando performances afiadas e cheias de personalidade.
Foto: reprodução/rolling stone brasil
A montagem pulsante deixa cada número com cara de show ao vivo, e a trilha é um desfile de hits de All That Jazz a Cell Block Tango. É glamouroso, sarcástico e irresistível, com aquela energia de espetáculo da Broadway filtrada pela linguagem do cinema.
Baseado em peça? Sim. Adapta o musical da Broadway, que por sua vez se baseou na peça original de 1926 escrita por Maurine Dallas Watkins.
Os Miseráveis (2012)
Os Miseráveis é pura emoção do início ao fim. O diferencial aqui é que os atores cantaram ao vivo no set e isso dá uma verdade enorme ao drama de cada personagem. Anne Hathaway, por exemplo, fez história com I Dreamed a Dream, o que lhe garantiu o Oscar e deixou muita gente arrepiada no cinema. É um musical épico, imenso e profundamente humano.
Foto: reprodução/imdb
Além de ser tecnicamente grandioso, o filme abraça a dor e a esperança do romance de Victor Hugo com intensidade. Hugh Jackman e Russell Crowe formam um duelo moral poderoso, enquanto o visual sombrio e as melodias dramáticas completam a imersão. É daqueles musicais que fazem o público sair devastado e apaixonado.
Baseado em peça? Sim. Adapta o musical do West End/Broadway, que por sua vez é inspirado no livro de Victor Hugo.
Funny Girl (1968)
Barbra Streisand brilha como Fanny Brice em Funny Girl, combinando humor, força e vulnerabilidade de um jeito que só ela consegue. É uma estreia tão poderosa que parece feita sob medida, e realmente foi. Seus números musicais, especialmente Don’t Rain on My Parade, são explosões de carisma puro. Streisand domina a tela do primeiro ao último segundo.
Foto: reprodução/imdb
O filme equilibra a ascensão artística de Fanny com sua vida pessoal complicada, criando um retrato emocional que vai além do típico musical glamouroso. A produção capricha nos figurinos, na atmosfera da Broadway antiga e nos momentos cômicos. Um clássico que ainda serve como masterclass de atuação e presença de palco.
Baseado em peça? Sim. Adaptação do musical da Broadway, estrelado pela própria Streisand antes do filme.
Amor, Sublime Amor (2021)
A nova versão dirigida por Steven Spielberg não tenta substituir o clássico de 1961 — ela o complementa. Com uma abordagem mais realista, elenco diverso e uma direção que une tradição e modernidade, o remake entrega uma experiência visual arrebatadora. Ariana DeBose brilha como Anita, rendendo-lhe um Oscar, e Spielberg usa a câmera com uma fluidez que transforma cada número em um espetáculo cinematográfico.
Foto: reprodução/imdb
O filme aprofunda conflitos sociais e dá mais voz aos personagens porto-riquenhos, enriquecendo temas que sempre estiveram presentes, mas nunca foram explorados com tanta sensibilidade. Musicalmente, é uma homenagem respeitosa ao original, mas com vigor renovado.
Baseado em peça? Sim. Assim como o filme clássico, adapta o musical da Broadway inspirado em Romeu e Julieta.
Grease – Nos Tempos da Brilhantina (1978)
Grease é sinônimo de diversão. John Travolta e Olivia Newton-John se tornaram ícones pop como Danny e Sandy, em uma história cheia de energia adolescente, carros envenenados, jaquetas de couro e romances de verão. A trilha sonora virou febre mundial com Summer Nights, Greased Lightnin e You’re the One That I Want, atravessando gerações.
Foto: reprodução/imdb
A estética retrô dos anos 1950, somada à coreografia contagiante e ao humor leve, faz do filme um clássico eterno das sessões da tarde e das festas temáticas. É impossível assistir e não querer cantar junto.
Baseado em peça? Sim. Adaptação do musical da Broadway de 1971.
O Fantasma da Ópera (2004)
A adaptação do fenômeno de Andrew Lloyd Webber é pura opulência: cenários teatrais gigantescos, figurinos luxuosos e números que soam grandiosos mesmo fora dos palcos. Gerard Butler entrega um Fantasma intenso e vulnerável, enquanto Emmy Rossum empresta leveza e doçura à Christine.
Foto: reprodução/imdb
O filme consegue transmitir a aura gótica e romântica do musical original, com sua mistura de melodrama, mistério e paixão. Para quem ama grandes produções e melodias marcantes, especialmente a canção-título, é um prato cheio.
Baseado em peça? Sim. Adaptação direta do musical da Broadway/West End baseado no clássico romance de Gaston Leroux.
Moulin Rouge! – Amor em Vermelho (2001)
Baz Luhrmann entregou um musical completamente diferente do que Hollywood estava acostumada. Vibrante, caótico, exagerado e absolutamente irresistível. Com músicas pop rearranjadas em estilo teatral, Moulin Rouge! cria uma montanha-russa emocional protagonizada por Nicole Kidman e Ewan McGregor.
Foto: reprodução/imdb
Visualmente explosivo e narrativamente ousado, o filme é quase uma ópera pop moderna, onde o melodrama encontra a estética de videoclipe. Um marco que abriu caminho para os musicais dos anos 2000.
Baseado em peça? Não. A história é original para o cinema, embora tenha forte inspiração operística e teatral.
La La Land – Cantando Estações (2016)
Damien Chazelle revitalizou o musical moderno com uma mistura de nostalgia e frescor. Emma Stone e Ryan Gosling formam um casal cheio de química, vivendo um romance agridoce embalado por cores vibrantes e números coreografados com elegância.
Foto: reprodução/imdb
O filme presta homenagem aos clássicos da era de ouro de Hollywood, mas fala diretamente ao presente, tratando sonhos, sacrifícios e o preço de perseguir a carreira artística. City of Stars se tornou um hit mundial e o final é daqueles que ficam com você.
Baseado em peça? Não. É uma criação original para o cinema.
A Bela e a Fera (1991)
Primeira animação indicada ao Oscar de Melhor Filme, A Bela e a Fera é um dos pontos altos da era da Disney conhecida como Renascença. As músicas de Alan Menken e Howard Ashman elevaram a narrativa a outro nível. Beauty and the Beast e Be Our Guest são números impecáveis.
Foto: reprodução/imdb
O filme mistura féerie, romance e humor de um jeito que encantou crianças e adultos por décadas. O visual é riquíssimo e o arco de transformação da Fera continua sendo um dos mais bonitos do estúdio.
Baseado em peça? Não. Baseia-se no conto francês, mas o musical da Broadway veio depois, inspirado pelo filme.
O Rei do Show (2017)
Um dos musicais mais populares dos últimos anos, O Rei do Show conquistou o público com canções pop vibrantes e mensagens sobre identidade, inclusão e espetáculo. Hugh Jackman lidera um elenco carismático, e This Is Me virou um hino global.
Foto: reprodução/imdb
O tom é abertamente fantasioso, quase um grande clipe contínuo e é justamente isso que conquista tanta gente. É um musical para sentir, cantar e dançar junto.
Baseado em peça? Não. É original para o cinema, inspirado livremente na figura de P. T. Barnum.
Hair (1979)
Hair é um retrato vibrante e libertário da contracultura dos anos 60. Dirigido por Milos Forman, mistura idealismo, protesto, psicodelia e melodias icônicas como Let the Sunshine In e Aquarius. O elenco jovem e energético dá ao filme um frescor que ainda pulsa.
Foto: reprodução/imdb
Com humor ácido e crítica social afiada, o filme captura a mistura de desilusão e entusiasmo político da época. Uma obra que é ao mesmo tempo documentário, poesia e espetáculo musical.
Baseado em peça? Sim. Adapta o musical da Broadway que marcou a história do teatro.
O Violinista no Telhado (1971)
Clássico absoluto, o filme acompanha Tevye, um leiteiro judeu que precisa conciliar tradição, fé e mudança em uma pequena aldeia no Império Russo. É um musical profundamente humano, com canções inesquecíveis como If I Were a Rich Man.
Foto: reprodução/imdb
A produção é grandiosa, mas é a intimidade dos dramas familiares que realmente toca o público. A combinação entre humor e melancolia faz deste um musical raro, com alma genuína.
Baseado em peça? Sim. Adaptação do musical da Broadway baseado nos contos de Sholem Aleichem.
Mary Poppins (1964)
Misturando live-action e animação com criatividade impressionante, Mary Poppins é pura fantasia. Julie Andrews entrega uma performance mágica, carregada de leveza e charme, enquanto Dick Van Dyke completa a parceria com energia inesgotável.
Foto: reprodução/disney
As músicas são atemporais – A Spoonful of Sugar e Supercalifragilisticexpialidocious – e a atmosfera é de um encantamento constante. Um musical que parece feito para durar para sempre.
Baseado em peça? Não. É baseado nos livros de P. L. Travers; a versão teatral veio décadas depois.
O Rocky Horror Picture Show (1975)
O Rocky Horror Picture Show é um dos maiores fenômenos cult do cinema. A história absurda, cheia de humor provocativo e estética glam-rock, criou uma comunidade global de fãs que celebra o musical até hoje com sessões interativas, fantasias e performances ao vivo. Tim Curry domina cada cena como Dr. Frank-N-Furter, entregando uma das atuações mais icônicas, e ousadas, do gênero.
Foto: reprodução/imdb
Misturando ficção científica, terror e paródia, o filme brinca com normas de gênero, sexualidade e estilo narrativo, criando algo que era radical nos anos 70 e ainda soa surpreendentemente atual. As músicas são contagiantes e a estética exagerada se tornou símbolo de liberdade criativa. É um musical que transcende o cinema e se transforma em ritual cultural.
Baseado em peça? Sim. Adaptação do musical teatral The Rocky Horror Show.
Hairspray (2007)
Hairspray é um musical vibrante que celebra inclusão, diversidade e liberdade de expressão, ambientado em um programa de TV dos anos 60. A protagonista Tracy Turnblad conquista todos com sua energia e seu desejo genuíno de quebrar barreiras sociais. O elenco, que inclui John Travolta, Queen Latifah e Michelle Pfeiffer, entrega performances divertidas e cheias de personalidade.
Foto: reprodução/imdb
Além do colorido e do humor contagiante, o filme aborda temas sociais importantes como segregação racial e padrões de beleza, tudo com leveza e ritmo dançante. Cada número musical é um festival de coreografias e carisma, e You Can’t Stop the Beat é daqueles finais que deixam o público com vontade de dançar.
Baseado em peça? Sim. Adapta o musical da Broadway, inspirado no filme original de 1988.
Mamma Mia! (2008)
Mamma Mia! é um musical solar, leve e cheio de boas vibrações, embalado pelos maiores sucessos do ABBA. Ambientado em uma ilha grega paradisíaca, o filme acompanha a jovem Sophie em sua busca por descobrir quem é seu pai, enquanto sua mãe, interpretada com carisma total por Meryl Streep, confronta lembranças do passado.
Foto: reprodução/lazy boy popcorn
O filme conquista pelo espírito despreocupado e pela forma emocional como as músicas são incorporadas à trama. O elenco parece estar se divertindo genuinamente e isso contagia o público. É daqueles musicais perfeitos para assistir quando se busca alegria pura, risadas e muita cantoria.
Baseado em peça? Sim. Adaptação do musical da Broadway construído ao redor das canções do ABBA.
Encantada (2007)
Encantada é uma deliciosa metalinguagem dos contos de fadas da Disney, misturando animação e live-action com charme e humor afiado. Amy Adams brilha como a princesa Giselle, interpretando a ingenuidade e o romantismo clássico com uma doçura irresistível. O filme diverte ao brincar com as próprias convenções do estúdio, mas sem perder o encanto tradicional.
Foto: reprodução/disney
Musicalmente encantador, o filme apresenta números que vão desde homenagens aos clássicos até canções modernas, tudo com uma energia leve e vibrante. A cena no Central Park, com dezenas de figurantes cantando e dançando, é um dos momentos mais memoráveis dos musicais recentes.
Baseado em peça? Não. A história é original do cinema, embora inspirada pela tradição dos contos de fadas.
Sweeney Todd: O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet (2007)
Tim Burton transforma o musical sombrio de Stephen Sondheim em uma obra gótica visualmente arrebatadora. Johnny Depp interpreta Sweeney Todd com fúria contida, enquanto Helena Bonham Carter dá vida à peculiar Mrs. Lovett, formando uma dupla mórbida e fascinante. A atmosfera densa cria um musical único, onde sangue e poesia se misturam.
Foto: reprodução/imdb
Apesar do tom macabro, o filme é profundamente teatral, com canções afiadas e uma narrativa que explora obsessão, vingança e tragédia. Burton mantém o espírito da peça sem perder seu estilo pessoal e isso torna cada escolha estética marcante. É um musical para quem gosta de histórias sombrias e intensas.
Baseado em peça? Sim. Adaptação do musical de Stephen Sondheim encenado na Broadway.
Rent (2005)
Rent é um musical essencial dos anos 90 que ganhou versão cinematográfica mantendo boa parte do elenco original da Broadway. Ambientado em Nova York, o filme acompanha um grupo de jovens artistas lidando com amor, criação, dificuldades financeiras e a crise da AIDS. É um retrato sensível e honesto sobre comunidade e sobrevivência.
Foto: reprodução/imdb
Musicalmente, Rent traz uma mistura poderosa de rock, baladas emocionantes e letras que capturam a intensidade da juventude. Seasons of Love se tornou um hino sobre o valor do tempo e da vida. O filme emociona porque trata de temas duros com humanidade e esperança.
Baseado em peça? Sim. Adaptação do musical de Jonathan Larson.
Annie (1982)
Annie é um musical otimista que acompanha a história da pequena órfã que sonha em encontrar sua família. Carol Burnett brilha como a vilanesca Miss Hannigan, enquanto Aileen Quinn entrega uma protagonista cheia de energia e carisma. O tom é leve e caloroso, com ambientação nostálgica da Nova York dos anos 1930.
Foto: reprodução/imdb
As canções – especialmente Tomorrow – são clássicos do gênero e ajudam a construir o clima de esperança e superação que move o filme. Annie mostra que musicais infantis também podem ter grande coração e apelo emocional duradouro, conquistando gerações.
Baseado em peça? Sim. Adaptação do musical da Broadway inspirado nas tirinhas Little Orphan Annie.
Dreamgirls (2006)
Dreamgirls dramatiza a ascensão de um grupo musical feminino inspirado nas Supremes, trazendo glamour, emoção e conflitos de bastidores da indústria fonográfica. Jennifer Hudson entrega uma performance monumental como Effie White, sua interpretação de And I Am Telling You I’m Not Going entrou para a história e rendeu um Oscar merecido.
Foto: reprodução/imdb
O filme explora ambições, rivalidades, injustiças e transformações da música negra americana. Com figurinos luxuosos e uma evolução sonora que acompanha décadas de soul, R&B e pop, Dreamgirls se destaca como um musical brilhante e emocionalmente carregado.
Baseado em peça? Sim. Adaptação do musical da Broadway.
Into the Woods (2014)
Into the Woods reinventa contos de fadas clássicos com humor, ironia e uma camada inesperada de melancolia, tudo embalado por Stephen Sondheim. O filme reúne um elenco forte – Meryl Streep, Emily Blunt, Anna Kendrick e Chris Pine – que abraça o tom teatral e autorreferente da obra.
Foto: reprodução/imdb
A primeira metade brinca com expectativas e paródias, enquanto a segunda mergulha em reflexões adultas sobre responsabilidade, perda e amadurecimento. Visualmente caprichado, o filme revela as sombras escondidas nos contos que parecem inocentes.
Baseado em peça? Sim. Adaptação do famoso musical de Sondheim.
O Expresso Polar (2004)
Embora seja lembrado principalmente como animação natalina, O Expresso Polar é também um musical suave, com números discretos que reforçam o clima mágico da viagem ao Polo Norte. A captura de movimento e o visual estilizado criam uma atmosfera de sonho que encantou o público.
Foto: reprodução/imdb
O filme explora fé, imaginação com a magia interior do Natal, conduzido por um Tom Hanks multifacetado em vários papéis. As músicas ajudam a criar a sensação de jornada emocional, tornando o filme uma experiência acolhedora para todas as idades.
Baseado em peça? Não. Baseia-se no livro infantil de Chris Van Allsburg.
Anastasia (1997)
Anastasia mistura fantasia, romance e história com canções cheias de emoção, como Once Upon a December. A animação traz uma protagonista forte e determinada que busca descobrir seu passado, enquanto enfrenta memórias dolorosas e perigos reais.
Foto: reprodução/imdb
O filme impressiona com visual elegante e atmosfera russa estilizada, além de um vilão memorável na figura de Rasputin. É um musical que cresceu com o tempo e conquistou gerações pela mistura de aventura e delicadeza.
Baseado em peça? Não. O musical da Broadway veio anos depois inspirado no filme.
Jesus Christ Superstar (1973)
Jesus Christ Superstar leva para o cinema a ópera rock de Andrew Lloyd Webber e Tim Rice, interpretando os últimos dias de Jesus com estética anos 70 e uma trilha elétrica. A energia dos atores e do cenário desértico cria um contraste marcante entre o antigo e o moderno.
Foto: reprodução/imdb
O filme surpreende pela intensidade emocional e pela abordagem humanizada das figuras bíblicas. As músicas são poderosas e o estilo quase teatral transforma a experiência em algo único e provocador.
Baseado em peça? Sim. Adaptação da ópera Rock, originalmente lançada como álbum e depois encenada.
Evita (1996)
Com Madonna no papel de Eva Perón, Evita combina grandiosidade política e melodrama musical. Dirigido por Alan Parker, o filme adapta o musical de Andrew Lloyd Webber com números potentes e visual épico, destacando a ascensão meteórica da figura histórica argentina.
Foto: reprodução/imdb
A abordagem quase operística transforma a narrativa em um fluxo musical contínuo, no qual emotividade e espetáculo caminham juntos. Madonna surpreende pela entrega dramática e vocal, enquanto Antonio Banderas completa o trio central com intensidade.
Baseado em peça? Sim. Adaptação do musical da Broadway/West End.
Os Produtores (2005)
Os Produtores é uma comédia musical sobre um fracasso que vira sucesso por acidente. Nathan Lane e Matthew Broderick reprisam seus papéis da Broadway, entregando um timing cômico impecável. A trama acompanha dois produtores que tentam montar o pior musical de todos os tempos e acabam criando um hit involuntário.
Foto: reprodução/imdb
O filme é uma sátira deliciosa do universo teatral, exagerada e abertamente caricata. Os números musicais têm humor afiado, especialmente Springtime for Hitler, que virou símbolo da ousadia irreverente da obra.
Baseado em peça? Sim. Adaptação da versão musical da Broadway, inspirada no filme original de Mel Brooks.
Labirinto: A Magia do Tempo (1986)
Antes de se tornar um clássico cult, Labirinto: A Magia do Tempo ganhou um status definitivo entre fãs de fantasia por seu registro original, que captura a essência da imaginação de Jim Henson. A produção mantém a estética artesanal intacta, trazendo todo o humor, a inventividade e a ousadia visual que marcaram o filme.
Foto: reprodução/imdb
O material é uma joia para quem gosta de produções “puro estúdio”, preservando performances emblemáticas e o trabalho de marionetes e efeitos práticos que definiram uma geração. Mesmo sem os recursos digitais modernos, a força da história e do mundo criado fala por si.
Baseado em peça? Não. Trata-se de um filme original desenvolvido exclusivamente para o cinema.
High School Musical (2006)
Fenômeno cultural dos anos 2000, High School Musical conquistou uma geração inteira com canções pop contagiantes e a história do casal Troy e Gabriella tentando conciliar mundos e expectativas. Zac Efron e Vanessa Hudgens viraram ídolos instantâneos, enquanto a trilha dominou rádios, festas e coreografias escolares.
Foto: reprodução/disney
Apesar do clima leve e adolescente, o filme acerta na nostalgia, na energia e na mensagem sobre autenticidade. É um musical que definiu uma era para o público jovem e abriu portas para novas produções do gênero voltadas para TV e streaming.
Baseado em peça? Não. A história foi criada diretamente para o cinema/TV.
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Com sonoridade moderna e estética marcante, artista dá vida a uma persona autêntica e confiante no single Legal demais pra vc
Duda Ruas inaugurou recentemente uma nova fase da carreira. Com Legal demais pra vc, seu novo single, a cantora e compositora abraça o que chama de seu ‘eu popstar’, uma versão confiante, divertida e repleta de atitude. A faixa dá início a uma sequência de lançamentos que culminará no primeiro EP da artista, e reflete o amadurecimento de quem aprendeu a transformar vulnerabilidade em força criativa.
“Essa música fala sobre se reconhecer, entender o próprio valor e perceber que não precisa se diminuir para caber em alguém. É sobre olhar no espelho e pensar: eu sou legal demais, e tá tudo bem se o outro não aguenta isso”, define Duda. A letra brinca com a autoconfiança e o deboche, revelando uma artista que sabe equilibrar humor e emoção com naturalidade.
A produção de Lucas Marmitt, realizada em São Paulo, reforça essa atmosfera de empoderamento e leveza. Mesmo em meio a um processo intenso e corrido, Duda conta que o resultado superou as expectativas. “Foi digno de uma grande popstar mesmo! Tivemos pouco tempo, mas muita entrega. O Lucas trouxe uma fluidez que deixou tudo mais leve e especial”, diz ela. O som pop e arejado traz referências de Ariana Grande, Sabrina Carpenter e Lola Young, mas sem perder o toque pessoal da artista.
Créditos: Toni Ferreira
Legal demais pra vc representa um marco estético e artístico. Duda revela que está construindo uma identidade cada vez mais coesa entre som, imagem e performance. “Quero consolidar minha persona e deixar mais claro o porquê estou aqui. Busco criar experiências que misturem música, atitude e verdade. Cada trabalho que vem agora vai mostrar um pouco mais de quem eu sou”, afirma.
Essa nova era chega para reafirmar a versatilidade e autenticidade da artista, que desponta como um dos nomes promissores da cena independente do pop nacional. Com uma mistura de carisma, ironia e presença, Duda Ruas mostra que ser pop é, antes de tudo, ser genuína e sim, “legal demais”.
E aí, gostaram do novo momento da carreira da Duda Ruas ? Conte para a gente e siga o Entretê nas redes sociais – Insta, Face e X – para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.
Apresentação reúne seus maiores sucessos, covers especiais e lançamentos recentes
Com uma trajetória consolidada e a segurança de quem já tem o seu lugar, IZA agora pede licença para entrar na cena do reggae com o lançamento recente dos singles, Caos e Sal e Tão Bonito. Para completar a imersão, as faixas chegaram acompanhadas de visualizers, cuja missão foi traduzir por meio de elementos imagéticos a energia e as mensagens de cada canção.
Para celebrar essa novo momento da carreira, IZA apresentará o show Caos e Sal na Fundição Progresso, no Rio de Janeiro, em 31 de janeiro. Na mesma noite, sobe ao palco também, o grupo Maneva.
A incursão em um novo gênero não se trata de um desvio, mas a prova de que sua arte está em constante expansão. A artista, que busca sempre estar muito próxima de seu público a cada passo, carrega consigo a essência de enxergar e absorver o pulso das grandes cidades e levar para sua música.
IZA se mostra apta a explorar todos os lugares e sonoridades que desejar, porque cada um desses espaços e experiências faz parte de sua identidade e de seu processo criativo.
A performance vocal da cantora é um ponto alto da canção, destacando-se por uma interpretação carregada de sensualidade e confiança, cujo balanço e andamento favorecem plenamente a entrega lírica e a imersão na proposta do seu novo projeto.
Foto: reprodução/BreakTudo
Serviço
IZA + Maneva (dois shows completos)
Local: Fundição Progresso – Rua dos Arcos, 24 – Lapa
Data: 31 de janeiro (sábado)
Horário: 21h
Preço: De R$80 a R$360
Classificação etária: 16 anos. Menores de 16 anos somente acompanhados dos pais ou responsável legal.
Compre seu ingresso pelo site oficial da Fundição Progresso clicando aqui.
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Da Londres vitoriana à São Paulo do século XX, conheça narrativas que exploram amor, força e escolhas difíceis
Há algo de profundamente reconfortante e, ao mesmo tempo, arrebatador nos romances de época. Eles são capazes de transportar os leitores para bailes iluminados por velas, cartas secretas, juras sussurradas em jardins silenciosos e dilemas que parecem maiores do que a vida, tornando-os, desta forma, espectadores de grandes histórias de amor.
Foto: reprodução/Netflix
Entretanto, para além do encanto sensorial, o gênero revela aspectos importantes de cada período histórico: o papel das mulheres, a construção social do amor, os limites impostos pela moralidade, a força das convenções e até os tabus que moldavam os comportamentos. Portanto, ler um romance de época é, de certa forma, uma fuga e um retorno: é uma maneira de sentir emoções intensas enquanto se observa como a história moldou o amor através dos séculos.
Foto: reprodução/Primeira Página
Pensando nisso, nesta seleção reunimos histórias únicas, perfeitas para quem quer uma leitura completa e fechada, sem continuações. Cada título apresenta atmosferas distintas, mas todos exploram, à sua maneira, as nuances do amor em diferentes períodos de tempo.
De Repente Uma Noite de Paixão
Foto: divulgação/Editora Arqueiro/Entretetizei
Publicado em 2020, o romance de Lisa Kleypas apresenta Amanda Briars, uma escritora londrina que afirma não precisar do amor para viver, desde que possa explorá-lo apenas em suas obras. Às vésperas de completar 30 anos, ela decide realizar um desejo íntimo e contrata um acompanhante para uma noite discreta.
A visita termina antes do esperado e, dias depois, Amanda descobre que o homem em sua porta era Jack Devlin, seu novo editor. A partir desse reencontro, surgem conflitos entre a independência, o desejo e as feridas antigas, enquanto ambos enfrentam convicções que desafiam o futuro dessa relação.
Amor de Redenção
Foto: divulgação/Editora Verus/Entretetizei
Lançado em 2021, o livro de Francine Rivers é ambientado na Califórnia de 1850. A protagonista, Angel, foi vendida como prostituta ainda criança e cresceu acreditando que, dos homens, nada além de traição a esperava.
Mantendo o ódio como escudo, ela sobrevive como pode até conhecer Michael Hosea, um homem guiado por valores espirituais que recebe o chamado para se casar com ela, oferecendo um afeto que ela não conhece. Dividida entre o medo, o autodesprezo e a possibilidade de cura, Angel tenta fugir dos sentimentos que a alcançam, em uma narrativa sobre trauma, fé e as muitas camadas do amor incondicional.
As Cavernas que Compartilhamos
Foto: divulgação/Editora The Books/Entretetizei
O romance de 2019 da autora Juliana Barbosa acompanha Isabela Gonçalves, que foi rejeitada pelo pai e considerada uma maldição por sua comunidade. A perspectiva de um futuro solitário muda quando um acontecimento inesperado a conduz a terras distantes, onde se envolve em uma viagem marcada por descobertas pessoais, um romance complexo e uma investigação criminal que revela segredos de múltiplos personagens.
Inspirada em fatos reais, a trama aborda os limites do amor e da força que nasce em meio às adversidades.
Nicola e o Visconde
Foto: divulgação/Editora Galera/Entretetizei
Publicado em 2017, o romance de Meg Cabot apresenta Nicola Sparks, uma jovem órfã de 16 anos prestes a participar de sua primeira temporada na sociedade londrina. Seu sonho é receber um pedido de casamento do visconde Sebastian Bartholomew, conhecido pelo charme e pelos modos impecáveis.
Quando Nathaniel Sheridan sugere que o futuro noivo pode não ser quem aparenta, Nicola começa a questionar suas certezas e a juntar pistas que apontam para outra verdade. A partir daí, ela passa a reconsiderar suas escolhas e o caminho para o qual o seu coração realmente aponta.
Um Estranho nos Meus Braços
Foto: divulgação/Editora Arqueiro/Entretetizei
O livro de 2023, da autora Lisa Kleypas, acompanha Lara Hawksworth, que acredita ter encerrado um casamento infeliz após a suposta morte do marido, Hunter, no mar.
Um ano depois, um homem idêntico a ele aparece afirmando ser o conde e trazendo segredos que apenas o verdadeiro poderia conhecer. Embora mais gentil e atencioso do que antes, a sua transformação desperta dúvidas em Lara, que precisa decidir se confia nesse homem, enquanto um novo vínculo cresce entre os dois.
Edenbrooke
Foto: divulgação/Editora Universo dos Livros/Entretetizei
Lançado originalmente em 2017 e com nova edição em 2025, o romance de Julianne Donaldson conta a história de Marianne Daventry, que aceita o convite da irmã para passar um período no campo e fugir da monotonia de Bath.
O que deveria ser uma temporada tranquila se transforma em uma sequência de encontros inesperados, desde um ataque na estrada até um flerte que se torna cada vez mais significativo. Entre intrigas e descobertas, Marianne tenta equilibrar razão e sentimento enquanto enfrenta situações que questionam suas expectativas.
Onde o Amor se Esconde
Foto: divulgação/Editora Verus/Entretetizei
Publicado em 2015, o romance de Veridiana Maenaka se passa na São Paulo do início do século XX e acompanha Glória, uma jovem criada em uma família tradicional que decide seu casamento com um homem ambicioso e emocionalmente distante.
Incapaz de atender às expectativas do marido e presa a uma rotina de violência, ela observa sua amiga Marisa construir um caminho próprio e mais livre. Vulnerável e inquieta, Glória se envolve com outro homem e descobre novas sensações, enquanto tenta compreender se essa relação representa uma chance real de amor ou apenas mais uma consequência das circunstâncias.
Conhecia esses romances de época? Compartilhe com a gente em nossas redes sociais – Instagram,FacebookeX – e, se gosta de trocar experiências literárias, junte-se ao Clube do Livro do Entretê!
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