Novo ano promete a volta de diversos artistas com trabalhos novos
Ano novo, vida nova. Porém, além disso, cada passagem de ano traz novidades no mundo da música. Pensando nisso, o Entretizei separou alguns dos principais lançamentos previstos para 2026, entre projetos com datas já marcadas e artistas que indicaram o retorno, mas ainda sem data específica.
Em janeiro, o cantor inglês Louis Tomlinson tem lançamento marcado para o seu terceiro álbum de estúdio, How Did I Get Here?. O novo trabalho já foi antecipado com os singles Lemonade e Palace e chegará ao público no dia 23 de janeiro.
No mesmo mês, com uma semana de diferença, a cantora Madison Beer também lançará um novo projeto. O álbum locket chega aos fãs da artista no dia 16 de janeiro e inclui as faixas make you mine, de 2024, bittersweet e yes baby, lançadas em 2025.
Para fevereiro, teremos o primeiro álbum solo de Leigh-Anne Pinnock, ex-integrante do grupo Little Mix. Com data de lançamento para 20 de fevereiro, o álbum My Ego Told Me To chega após dois anos de produção e marca o primeiro trabalho da cantora depois do fim do girlgroup.
Leigh-Anne já vem lançando singles, como o debut Don’t Say Love (2023), Been A Minute (2025) e Burning Up (2025), além do EP No Hard Feelings (2024).
O cantor japonês-australiano Joji lançará álbum novo no dia 6 de fevereiro. Intitulado Piss In The Wind, o trabalho contará com 21 faixas, incluindo Pixelated Kisses, Past Won’t Leave My Bed e If It Only Gets Better, lançadas em 2025. O disco vem quatro anos após SMITHEREENS, projeto do cantor que inclui o hit Glimpse Of Us.
A cantora Charli XCX também já tem data de lançamento para o sucessor do BRAT. O álbum Wuthering Heights, feito para a trilha sonora do filme de mesmo nome – O Morro dos Ventos Uivantes em português – será lançado no dia 13 de fevereiro. Em 2025, ela lançou Chains Of Love e House, com participação de John Cale, vocalista do The Velvet Underground. A adaptação do famoso livro será dirigida por Emerald Fennell, estrelando Jacob Elordi e Margot Robbie. A nova versão chega aos cinemas no dia 12 de fevereiro.
O mês de março será marcado pela tão esperada volta do Gorillaz. O projeto do vocalista do Blur, Damon Albarn, e do cartunista Jamie Hewlett retorna com novidades no nono álbum de estúdio e, como sempre, traz colaborações de peso. O álbum The Mountain chega ao público no dia 20 de março e já foi antecipado em 2025 com o lançamento do single The Happy Dictator, com participação do duo Sparks.
Gravado em diversos locais, incluindo Londres, Mumbai e Nova Déli, o projeto da banda virtual traz artistas cantando em diferentes idiomas, como árabe, inglês, hindi, espanhol e iorubá. Entre as colaborações confirmadas, estão: IDLES, Anoushka Shankar, Johnny Marr, Kara Jackson e Yasiin Bey.
Ainda sem data de lançamento, a rainha Madonna também voltará em 2026 com um álbum de dance. O projeto será feito em colaboração com o produtor Stuart Price, com quem trabalhou no álbum Confessions on a Dance Floor (2005). Sem título e data divulgados, o álbum marca o retorno da artista após sete anos do último trabalho, Madame X.
Entre os artistas com retorno marcado para este ano também está o BTS. O grupo sul-coreano deverá se reunir após quatro anos de pausa devido ao cumprimento do serviço militar obrigatório. Nesse tempo, os sete integrantes lançaram projetos solo, porém os fãs anseiam pelo retorno do grupo. A expectativa é de que o BTS realize uma grande turnê mundial e lance um novo álbum, que, segundo os integrantes, estava em fase de produção.
Dois anos após Did You Know That There’s a Tunnel Under Ocean Blvd, a cantora estadunidense Lana Del Rey também retorna com novo trabalho. Com lançamento previsto para janeiro, ainda sem data, o novo disco se chamará Stove e poderá ter uma pegada mais country, conforme informado pela cantora em entrevista à W Magazine em agosto de 2025.
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Itadori, Tanjiro e Midoriya revelam o custo emocional de permanecer sensível em mundos que exigem brutalidade
Em muitas narrativas shonen, a construção do herói não se apoia apenas em força, técnica ou destino. O elemento que frequentemente os diferencia é a capacidade profunda de se importar com os outros, mesmo em universos que não oferecem espaço para sensibilidade. Essa característica, porém, não surge como virtude leve; torna-se um eixo de tensão constante, definindo tanto suas ações quanto seus sofrimentos.
Foto: reprodução/Crunchyroll
Essa estrutura narrativa revela um padrão recorrente: protagonistas cujo senso de empatia funciona simultaneamente como força e fragilidade. Em cenários cheios de monstros, violência e destinos cruéis, essa sensibilidade transforma-se em risco, pois aproxima o personagem da dor alheia sem oferecer meios para administrá-la plenamente. O chamado fardo dos bonzinhos emerge justamente dessa contradição entre ideal e realidade.
A empatia como potência e ferida
A trajetória de Itadori, Tanjiro e Midoriya evidencia como a empatia move o enredo, mas também o tensiona. Em cada caso, o impulso de salvar ou compreender o outro sustenta suas motivações, ao mesmo tempo em que amplia a intensidade do sofrimento emocional. A narrativa não utiliza a bondade apenas como característica, converte-a em conflito, tornando-a um dos motores dramáticos mais significativos.
Foto: reprodução/Crunchyroll
Essa dinâmica se torna evidente quando se observa que a empatia, nesses personagens, nunca é neutra. Ela exige sacrifício contínuo, aprofundando o contraste entre o que desejam realizar e aquilo que conseguem, de fato, impedir. Assim, cada gesto de bondade carrega um efeito colateral inevitável: a expansão da própria dor.
Itadori: a culpa como extensão da empatia
Foto: reprodução/Crunchyroll
No caso de Itadori, protagonista de Jujutsu Kaisen (2024), o sofrimento é silencioso e persistente. Ele convive com a culpa pelas mortes que tenta evitar e pelo número ainda maior das que não consegue impedir. Soma-se a isso o peso psicológico de compartilhar o corpo com Sukuna, elemento que amplia seu conflito interno e intensifica sua fragilidade emocional. Sua empatia não o protege: expõe-no a um desgaste constante, pois Itadori tenta ser humano em um universo que recompensa a desumanização.
Tanjiro: compaixão diante do irrecuperável
Foto: reprodução/Crunchyroll
Em Demon Slayer (2020), Tanjiro representa a compaixão levada ao extremo. Sua disposição para reconhecer humanidade até nos inimigos o coloca em choque permanente com a brutalidade do mundo que enfrenta. Cada batalha vencida se transforma em luto e cada perda o atinge de forma direta e profunda. Ele não deseja apenas derrotar demônios, deseja aliviar sofrimentos, intenção que o torna mais vulnerável do que qualquer ferimento físico. Seu fardo nasce da incapacidade de separar combate e empatia.
Midoriya: o ideal impossível de salvar todos
Foto: reprodução/Crunchyroll
Em My Hero Academia (2016), o conflito de Midoriya se manifesta como pressão constante. Seu desejo de salvar, antes puro e espontâneo, se converte em responsabilidade quase insustentável conforme cresce a necessidade de corresponder ao legado de All Might. A tentativa de proteger todos, inclusive aqueles que o rejeitam, gera um estado prolongado de exaustão emocional. O peso do ideal heroico ultrapassa o limite do humano, criando uma tensão permanente entre expectativa e realidade.
A lógica do sofrimento dos bonzinhos
O sofrimento desses protagonistas decorre de um ponto estrutural: a empatia reduz a distância entre o personagem e a dor do mundo ao seu redor. Não existe neutralidade para quem sente demais. Quanto maior a sensibilidade, maior o impacto das perdas, fracassos e tragédias que testemunham. O fardo nasce da tentativa de acolher dores que não foram feitas para caber em uma única pessoa.
Portanto, essas narrativas evidenciam que a bondade não é um traço leve, mas um esforço contínuo. A empatia, nesses casos, torna-se uma forma complexa de resistência, pois exige coragem para sentir em ambientes que valorizam brutalidade. Itadori, Tanjiro e Midoriya demonstram que a verdadeira dificuldade do heroísmo não está apenas no combate físico, mas na persistência em permanecer sensível, mesmo quando sentir se transforma em dor.
Foto: reprodução/Crunchyroll
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Entre títulos famosos e novas estreias, essas séries prometem dominar o streaming no novo ano
Passadas as festas de fim de ano e aquele merecido descanso, é hora de encarar a realidade. A boa notícia é que 2026 promete ser um ano épico para quem ama passar horas no sofá assistindo uma série.
Para começar o ano com o pé direito, o Entretê preparou uma lista com 26 títulos imperdíveis que retornam (ou estreiam) em 2026, para quem já é fanático por televisão ou para aqueles que estão em busca de sua próxima maratona.
The Pitt – Temporada 2
Foto: divulgação/HBO Max
Nesse drama médico, seguimos profissionais de saúde durante quinze longas horas de um único dia. Dr. Michael “Robby” Robinavitch (Noah Wyle) e sua equipe precisam equilibrar crises pessoais e o fluxo constante de emergências ao mesmo tempo que enfrentam o legado da pandemia, lidando com hospitais sobrecarregados e a escassez de recursos.
A segunda temporada de The Pitt será lançada em 9 de janeiro na HBO Max.
O Cavaleiro dos Sete Reinos – Temporada 1
Foto: divulgação/HBO Max
Um século antes dos eventos de Game Of Thrones (2011-2019), a série narra as aventuras do cavaleiro Dunk (Peter Claffey) e de seu jovem escudeiro, Egg (Dexter Sol Ansell). Vivendo em uma era em que a dinastia Targaryen ainda governava os Sete Reinos de Westeros, a dupla irá enfrentar inimigos poderosos e desafios perigosos.
A primeira temporada de O Cavaleiro dos Sete Reinos estreia em 18 de janeiro na HBO Max. Vale destacar que a produção já foi renovada para a segunda temporada.
Bridgerton – Temporada 4
Foto: reprodução/Netflix
Na alta sociedade britânica do século 19, a família Bridgerton, composta por oito irmãos, navega pela temporada social, onde jovens debutantes são apresentadas à sociedade para encontrar um cônjuge adequado. Os próximos episódios irão contar a história de Benedict Bridgerton (Luke Thompson) e Sophie Baek (Yerin Ha), que se conhecem em um baile de máscaras.
Dividida em dois volumes, a Parte 1 da quarta temporada chega à Netflix em 29 de janeiro, enquanto a Parte 2 estreia em 26 de fevereiro. Além disso, as temporadas 5 e 6 também já foram confirmadas.
How to Get to Heaven from Belfast – Temporada 1
Foto: reprodução/Netflix
Dos mesmos criadores de Derry Girls (2018-2022), esta produção une comédia e mistério. A trama acompanha Saoirse (Roísín Gallagher), Robyn (Sinéad Keenan) e Dara (Caoilfhionn Dunne), três amigas de infância que agora estão na casa dos trinta anos e levam vidas muito distintas. No entanto, após a morte da quarta integrante do grupo, elas se reúnem em uma jornada pela Irlanda para desvendar a verdade sobre o passado.
How to Get to Heaven from Belfast tem previsão de lançamento para fevereiro na Netflix.
One Piece: A Série – Temporada 2
Foto: reprodução/Netflix
O live-action dos mangás acompanha Monkey D. Luffy, um jovem aventureiro determinado a encontrar o tesouro One Piece e se tornar o Rei dos Piratas.
Para isso, ele recruta uma tripulação de elite, pronta para lutar com piratas rivais e explorar ilhas misteriosas.
A segunda temporada de One Piece: A Série estreia em 10 de março na Netflix.
Virgin River – Temporada 7
Foto: reprodução/Netflix
Em busca de um recomeço, a enfermeira Mel Monroe (Alexandra Breckenridge) se muda de Los Angeles para uma cidade interiorana da Califórnia. Porém, a vida na pequena comunidade é mais complicada do que imaginava.
Mel pensa em ir embora o mais rápido possível. Mas, quando seu caminho se esbarra com o de Jack Sheridan (Martin Henderson), o proprietário do bar local lhe dá motivos para ficar.
A data de estreia da sétima temporada ainda não foi confirmada oficialmente. Contudo, o elenco afirmou que novos episódios devem chegar à Netflix em março. Vale lembrar que a série já foi renovada para a oitava temporada.
Com Carinho, Kitty – Temporada 3
Foto: reprodução/Netflix
Kitty Song Covey, a irmã caçula de Lara Jean, da trilogia Para Todos os Garotos que Já Amei (2018-2021), consegue uma bolsa de estudos em um colégio de elite na Coreia do Sul. O local tem um significado especial: foi frequentado por sua falecida mãe.
Ao chegar em Seul, ela é confrontada com decepções amorosas, choques culturais e dramas acadêmicos.
Ainda não há data de estreia confirmada para a terceira parte. Entretanto, a produção foi encerrada em julho de 2025, e fãs especulam um lançamento no início de 2026 na Netflix.
Euphoria – Temporada 3
Foto: divulgação/HBO Max
Euphoria é centrada em Rue Bennett, uma jovem que luta contra o vício após deixar a reabilitação, navegando entre a sobriedade e a recaída.
Com uma estética singular, a série acompanha um círculo de jovens lidando com os desafios modernos da adolescência: identidade de gênero, relacionamentos tóxicos, violência, trauma, sexualidade, uso de drogas e o impacto das redes sociais.
A aguardada terceira temporada estreia no segundo trimestre do ano na HBO Max.
Elle – Temporada 1
Foto: reprodução/About Amazon
Expandindo o universo de Legalmente Loira (2001), essa nova série irá voltar no passado e explorar os anos de ensino médio da adolescente Elle Woods (Lexi Minetree), antes de a conhecermos como a brilhante advogada de Harvard.
Reese Witherspoon, protagonista do filme original, é uma das produtoras executivas do projeto.
A série tem previsão de estreia para o inverno de 2026, exclusivamente no Prime Video.
A Casa do Dragão – Temporada 3
Foto: divulgação/HBO Max
O spin-off de Game of Thrones (2011-2019) foca a ascensão e queda da Casa Targaryen, cerca de 200 anos antes dos eventos da série original. A trama acompanha a disputa pelo direito ao trono entre os meio-irmãos Aegon II (Ewan Mitchell) e Rhaenyra Targaryen (Milly Alcock), após a morte de seu pai.
A terceira parte tem previsão de estreia para metade de 2026. Felizmente, A Casa do Dragão já foi renovada para sua quarta temporada na HBO Max.
Ted Lasso – Temporada 4
Foto: reprodução/CNN Brasil
A comédia acompanha o protagonista Ted Lasso (Jason Sudeikis), um treinador de futebol americano universitário extremamente otimista que é inesperadamente contratado para treinar um time de futebol profissional na Inglaterra, apesar de não ter nenhuma experiência no esporte.
O plano incial dos roteiristas era encerrar a série com três temporadas. No entanto, novos episódios foram confirmados no ano passado. Na quarta parte, Ted retorna para Richmond com um novo desafio: treinar uma equipe de futebol feminino da segunda divisão.
Ainda não há data de estreia, mas as gravações já foram iniciadas e a previsão é de que seja lançada até o final do ano no Apple TV+.
Minha Vida com a Família Walter – Temporada 3
Foto: reprodução/Deadline
Após perder sua família em um acidente, a adolescente Jackie Howard (Nikki Rodriguez) troca a vida urbana pela fazenda, onde vai morar com Katherine Walter, a melhor amiga de sua mãe. Lá, ela se depara com uma caótica família adotiva, o luto, uma nova escola e grandes dilemas amorosos quando desenvolve sentimentos por dois dos irmãos, Cole (Noah LaLonde) e Alex (Ashby Gentry).
Até o momento, a data de lançamento da terceira temporada não foi divulgada. Porém, a Netflix confirmou que ela deve chegar em neste ano.
Carrie – Temporada 1
Foto: reprodução/Tracklist
Em uma nova adaptação do clássico de terror Carrie, a Estranha (1974), de Stephen King, vamos acompanhar a estudante desajustada Carrie White (Summer H. Howell), que vive reclusa com sua mãe, uma fanática religiosa.
A releitura pretende atualizar a trama, abordando a ausência paterna, o bullying e a origem de seus poderes telecinéticos.
O produtor Mike Flanagan confirmou em suas redes sociais que as gravações já foram finalizadas. A expectativa é que a série chegue no catálogo da Prime Video ainda em 2026.
Only Murders in the Building – Temporada 6
Foto: reprodução/People
Os vizinhos Mabel (Selena Gomez), Charles (Steve Martin) e Oliver (Martin Short) compartilham uma paixão por true crime. Quando uma morte estranha ocorre dentro de seu condomínio no Upper West Side, o trio inicia sua própria investigação. Decididos a provar sua teoria, eles documentam cada reviravolta em seu podcast recém-criado.
Embora a sexta temporada de Only Murders in the Building ainda não tenha uma data de lançamento oficial, a produção mantém um ritmo anual de estreias desde 2021, sugerindo que o próximo ciclo de episódios não deve demorar a chegar.
American Horror Story – Temporada 13
Foto: reprodução/The Hollywood Reporter
A série de antologia de terror criada por Ryan Murphy e Brad Falchuk conta uma história de terror completamente nova e independente a cada temporada, apresentando diferentes ambientações, épocas e personagens.
Detalhes da narrativa da décima terceira temporada ainda não foram revelados. Entretanto, o elenco é marcado pelo retorno de nomes conhecidos pelos fãs, como Jessica Lange (King Kong, 1976), Sarah Paulson (Ratched, 2020), Evan Peters (Monstros, 2022), Angela Bassett (Pantera Negra, 2018), Kathy Bates (Louca Obsessão, 1990), Emma Roberts (Scream Queens, 2015-2016). Além disso, como grande novidade, Ariana Grande (Wicked, 2024) completa a lista de atores.
A previsão de estreia é para outubro, acompanhando o Halloween.
Muito Esforçado – Temporada 2
Foto: reprodução/Séries em Cena
Benny (Benito Skinner), um jogador de futebol americano popular, chega à universidade com um segredo: ele é gay. Lutando para se encaixar, ele forma uma amizade inesperada com Carmen (Wally Baram) e, juntos, eles navegam pelas festas, dramas e desafios da vida universitária. No entanto, quando Benny se vê apaixonado por Miles (Rish Shah), seu colega, ele precisa confrontar a necessidade de aceitação e os limites da repressão.
Ainda não há data divulgada para a nova temporada, mas as gravações já se iniciaram. A expectativa é de que novos episódios cheguem no Prime Video no final do ano.
O Urso – Temporada 5
Foto: reprodução/The Hollywood Reporter
Carmy Berzatto (Jeremy Allen White) é um chefe de alta gastronomia que herda o restaurante de sanduíches italiano da família, The Original Beef, após a morte de seu irmão. Sua tentativa de salvar o lugar é transformada pela chegada de Syd (Ayo Edebiri), uma jovem talentosa que se junta à cozinha e se torna sua parceira criativa.
Entretanto, sua presença adiciona uma nova camada de tensão e conflito, desafiando a hierarquia antiga e forçando a equipe inteira, incluindo Carmy, a confrontar seus métodos e traumas.
Embora uma data ainda não tenha sido divulgada, a quinta temporada de O Urso está confirmada e deve estrear em 2026.
Os Outros – Temporada 3
Foto: reprodução/O Universo da TV
Dois casais se mudam para um condomínio de classe média alta na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Quando seus filhos adolescentes brigam e as famílias não conseguem chegar em um acordo, o pequeno atrito rapidamente se transforma em uma guerra entre os envolvidos.
A terceira temporada de Os Outros foi confirmada para este ano pela Globoplay.
The Boys – Temporada 5
Foto: reprodução/Observatório do Cinema
A trama se desenrola em um mundo onde os super-heróis são celebridades globais vendidas ao público. Longe dos olhos da mídia, porém, muitos desses heróis são arrogantes, imprudentes e sociopatas, usando seus poderes para fins egoístas. Um grupo clandestino de justiceiros se une para vigiar o trabalho dessas personalidades, assim como controlar o surgimento de novos heróis.
A quinta e última temporada de The Boys estreia no Prime Video, ainda sem data confirmada.
Off Campus – Temporada 1
Foto: reprodução/Deadline
Em uma adaptação da saga de livros Amores Improváveis, de Elle Kennedy, a série é centrada em um grupo de melhores amigos que são estrelas do time de hóquei no gelo da Universidade Briar, explorando suas vidas turbulentas, a busca pelo amor e a intensa pressão do esporte universitário.
A primeira temporada será focada no livro O Acordo (2015), que acompanha o capitão do time, Garrett Graham (Belmont Cameli), que, para salvar suas notas, se vê obrigado a um acordo de estudo com a estudante de música Hannah Wells (Ella Bright), que não é nem um pouco interessada nos esportes.
Apesar de a Prime Video não ter divulgado uma data, já sabemos que Off Campus estreia nas telinhas neste ano.
Something Very Bad is Going to Happen – Temporada 1
Foto: reprodução/Variety
Com o fim de Stranger Things (2016-2025), os irmãos Matt e Ross Duffer já têm um novo projeto alinhado. Eles são os produtores executivos da série de terror Something Very Bad is Going to Happen.
Estrelada por Camila Morrone (Daisy Jones & The Six, 2023) e Adam DiMarco (Overcompensating, 2025), a série acompanhará uma noiva e um noivo durante a semana que antecede seu casamento. E, obviamente, não é spoiler dizer que nem tudo irá correr bem.
As filmagens já foram encerradas e a previsão de lançamento é para 2026 na Netflix.
Ninguém Quer – Temporada 3
Foto: reprodução/Netflix
Joanne (Kristen Bell) é apresentadora de um podcast sobre relacionamentos, contrária aos conceitos tradicionais de romance e agnóstica. Noah (Adam Brody) é um rabino recém-solteiro que leva a tradição e sua fé judaica muito a sério. Quando os dois se apaixonam, terão que lidar com os choques culturais, seus diferentes estilos de vida e suas famílias intrometidas.
Embora a segunda temporada da comédia romantica tenha sido lançada no final do ano passado, a terceira temporada já foi confirmada pela Netflix e será disponibilizada no catálogo ainda esse ano.
Vermelho Sangue – Temporada 2
Foto: reprodução/Tracklist
No Cerrado Mineiro, Luna (Leticia Vieira) carrega a maldição de se transformar em uma loba-guará a cada lua cheia. Determinada a encontrar uma cura, ela se submete a uma pesquisa científica financiada por uma poderosa corporação farmacêutica.
Ela conhece Flora (Alanis Guillen), uma garota humana com quem ela desenvolve um romance intenso. Essa conexão atrai a atenção de outras criaturas mágicas, incluindo os vampiros Michel (Pedro Alves) e Celina (Laura Dutra).
A segunda temporada de Vermelho Sangue foi confirmada para este ano pela Globoplay.
Half Man – Temporada 1
Foto: divulgação/HBO Max
A trama mergulha no relacionamento turbulento entre os irmãos Ruben (Richard Gadd) e Niall (Jamie Bell) ao longo dos anos. A situação atinge um ponto de violência quando Ruben faz uma aparição no casamento de Niall, obrigando os dois personagens a revisitar e confrontar toda a trajetória de sua relação.
A série, um projeto de Richard Gadd, protagonista de Bebê Rena (2024), ainda não tem data para chegar no HBO Max.
Outer Banks – Temporada 5
Foto: reprodução/Deadline
A narrativa acompanha um grupo de adolescentes que vivem nas ilhas da Carolina do Norte, marcadas pelo conflito de classes. A trama segue John B. (Chase Stokes) e seu grupo de amigos, cujas vidas viram de ponta-cabeça após a descoberta de um mapa misterioso. Este mapa sugere a localização de um tesouro lendário, que está diretamente ligado ao desaparecimento do pai de John B.
A quinta e última temporada de Outer Banks deve chegar à Netflix em 2026.
Heartbreak High: Onde Tudo Acontece – Temporada 3
Foto: reprodução/Netflix
Quando um mural na escola expõe os segredos de todos do colégio, a responsável, Amerie (Ayesha Madon), é isolada socialmente pelo resto de seus colegas. Como consequência da exposição, a escola é obrigada a implementar um programa de educação sexual obrigatório, intensificando a raiva dos outros alunos.
A trama acompanha a protagonista enquanto ela tenta navegar pela vida escolar, enfrentar a nova dinâmica com sua ex-melhor amiga, Harper (Asher Yasbincek), e consertar sua reputação.
Heartbreak High: Onde Tudo Acontece ainda não teve informações confirmadas sobre sua terceira e última temporada, mas as gravações foram encerradas no ano passado, criando expectativas para um lançamento nesse ano na Netflix.
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Com sensibilidade e leveza, Ashley Poston nos guia para transformar o luto em um caminho de cura
Há seis meses, Clementine viveu o pior dia de sua vida e encontrou no trabalho uma forma de evitar qualquer enfrentamento emocional. A fuga, porém, não dura para sempre. Quando ela decide se mudar para o apartamento que herdou de sua amada tia, percebe que algumas ausências são grandes demais para ignorar.
Clementine cresceu ouvindo histórias que pareciam pura fantasia, criadas apenas para divertir uma criança imaginativa. No entanto, tudo muda quando a realidade começa a se dobrar diante dela. A magia que sempre pareceu inofensiva e distante se revela muito mais concreta do que imaginava.
A surpresa maior surge no momento em que ela encontra Iwan, um garoto que tinha usado o apartamento sete verões antes. A partir desse encontro inesperado, as histórias da tia ganham um novo significado. O apartamento parece vivo, transformado, como se guardasse memórias que Clementine jurava ter deixado para trás. Sem compreender como, ela é transportada para sete anos no passado em momentos que o apartamento declara ser necessário.
Durante um fim de semana ao lado de Iwan, Clementine descobre partes de si que estavam adormecidas. O afeto surge de forma natural, quase inevitável, mas a segunda-feira chega e ela é obrigada a voltar ao trabalho. A viagem no tempo não está em suas mãos e somente o apartamento decide quando ela poderá retornar.
Sete Anos Entre Nós é uma leitura rápida, delicada e aconchegante, capaz de provocar reflexões profundas sobre perda, amadurecimento e destino.
Imagem: reprodução/Editora Arqueiro
A magia descrita talvez não exista no mundo real, mas um amor como o de Iwan e Clementine certamente existe. E é justamente essa mistura de fantasia e humanidade que torna a obra tão especial.
Sobre a autora
Foto: reprodução/Johnny Hawley/Berkley
Ashley Poston nasceu na Carolina do Sul e se formou em Letras. Antes de decidir se dedicar integralmente à escrita, atuou como designer de marketing no mercado editorial.
Além de Sete Anos Entre Nós, lançado no Brasil pela Arqueiro, já escreveu vários romances YA e figurou nas listas de mais vendidos do The New York Times e do USA Today.
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Séries de investigação seguem entre as produções de maior sucesso nos streamings
Quando falamos sobre séries de investigação, sejam policiais, de bandidos, de máfia ou centradas na busca por justiça, logo lembramos de produções que fazem muito sucesso nos streamings atuais. Um exemplo éBrooklyn Nine-Nine (2013), uma série com oito temporadas, é difícil encontrar alguém que nunca tenha ouvido falar da série. Além do humor, ela envolve investigação e, ao longo das temporadas, cria um vínculo afetivo com o público, que acaba se apegando aos personagens e ao ambiente da delegacia.
A construção dos personagens é um dos elementos que sustentam a popularidade dessas séries. Investigadores, advogados, peritos ou jornalistas ganham camadas ao longo das temporadas, revelando fragilidades, motivações, traumas e evoluções pessoais. O público não acompanha apenas crimes sendo resolvidos, mas também jornadas individuais. Esse vínculo emocional transforma cada episódio em algo mais do que um simples enigma, torna a história humana, próxima e envolvente.
Outro exemplo são as produções relacionadas à S.W.A.T., que trazem menos comédia, mas muita ação, aventura e claro, investigações. Já The Rookie (2018) combina elementos de investigação policial com reflexões filosóficas sobre a vida, as escolhas e os diferentes caminhos que seguimos. A série também explora relações entre personagens e até interações com o corpo de bombeiros, que, embora não seja o foco principal, aparece em situações relevantes para a narrativa e para a sociedade, mesmo que de forma ficcional.
Foto: reprodução/Instagram @swatcbs
Mesmo quando ambientadas em outros séculos, essas produções trazem a busca pela verdade, o desejo de fazer justiça, de revelar culpados e de proteger vítimas. É o caso de As Leis de Lidia Poët (2023), que não se concentra apenas na investigação policial, mas também no trabalho jurídico e na luta de pessoas para que a verdade venha à tona. Podemos citar também as diferentes versões de Sherlock Holmes, das mais clássicas às mais modernas, e até mesmo personagens como Enola Holmes (2020), com Millie Bobby Brown, no papel principal, que se tornaram muito populares. Apesar das semelhanças entre as narrativas, sempre há algo novo, seja um personagem, uma história, ou até mesmo a trilha sonora.
Muitas dessas grandes narrativas de investigação são ficcionais, mas nem todas. Algumas são baseadas em fatos reais, seja em documentários ou em dramatizações de acontecimentos marcantes, como o filme Isabela: O Caso Nardoni (2023). Ou seja, ao longo dos anos, a quantidade de produções sobre investigação só aumenta. Isso acontece porque o público gosta desse universo que mistura aventura, suspense, comédia e, às vezes, até romance. Não chega a ser terror, mas algumas histórias criam um clima mais tenso e envolvente.
Além disso, muitos casos apresentados fazem refletir sobre situações que existem no mundo real, algumas tão próximas do nosso cotidiano que nem imaginamos que poderiam acontecer conosco. Outras parecem impossíveis, mas a ficção as utiliza como forma de provocar questionamentos sobre a sociedade em que vivemos.
Foto: reprodução/Instagram @therookieabc
Ao apresentar dilemas éticos, falhas institucionais, desigualdades e conflitos humanos, essas obras dialogam com questões que fazem parte da vida real. Isso cria uma ponte entre ficção e realidade, despertando interesse não apenas pela solução do caso, mas também pelo contexto em que ele acontece. Assim, o gênero se torna uma forma de reflexão sobre o mundo contemporâneo.
Segundo o site TUPI, um estudo da USP divulgado em 2023 indica que consumir conteúdos de crimes e investigação ativa áreas do cérebro ligadas à resolução de problemas e à empatia. Ao seguir as investigações, o público decifra pistas e cria hipóteses, exercitando suas habilidades cognitivas.
Mesmo assistindo de casa, o espectador se sente parte do processo, acompanhando a construção do caso, observando detalhes e tentando prever o próximo passo dos personagens. Criando especulações, se emocionando, em alguns casos já sabendo quem é o possível culpado ou se decepcionando no final. Esse envolvimento cria uma experiência imersiva que prende a atenção do início ao fim, fazendo com que cada episódio funcione como um pequeno desafio intelectual, são muitos os fatores que influenciam o consumo frequente desses conteúdos.
Foto: reprodução/Instagram @therookieabc
E aí, quem é fã de carteirinha das séries de investigação? Conte para a gente e siga o Entretê nas redes sociais – Instagram, Facebook e X – para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.
Séries e filmes têm muitos personagens secundários que, mesmo com pouca aparição, conseguem marcar a história e torná-la ainda mais memorável
No universo das séries e dos filmes encontramos personagens de diferentes perfis e com diversas funções narrativas. Alguns são protagonistas claramente definidos e todo o enredo se desenvolve ao redor deles. Outros são personagens secundários ou até figuras que aparecem brevemente, mas que, nos poucos momentos em que estão em tela, transformam completamente a dinâmica das cenas e, muitas vezes, são justamente eles que tornam a produção ainda mais memorável.
Há personagens tão icônicos e cativantes que facilmente poderiam ganhar suas próprias histórias, assumindo o papel de protagonistas. Em algumas situações, até mesmo casais que tiveram poucas aparições conquistam o público, fazem grande sucesso e acabam formando uma base de fãs fiel, apesar do pouco tempo em tela. Por isso, separamos alguns dos que mereciam as suas próprias séries.
A professora Minerva McGonagall (Maggie Smith) é uma das bruxas mais carismáticas do universo da fantasia. Seria muito interessante acompanhar a história de uma bruxa talentosa descobrindo seus poderes, caminhando pelos corredores de Hogwarts com seu manto impecável e seu chapéu característico. A futura diretora de Hogwarts provavelmente enfrentou muitas aventuras, desafios e trapalhadas até chegar ao posto de professora.
A força de Annalise Keating é inegável na série, mas poucas advogadas conseguem alcançar o mesmo nível de magnetismo e intensidade, mas Eve Rothlo (Famke Janssen) é uma delas.
A elegante e brilhante advogada de Nova York, que atua defendendo presos no corredor da morte, tem um passado marcante com Annalise, que terminou seu relacionamento para se casar com o próprio terapeuta. A química entre as duas é poderosa, e Eve tem uma presença em cena tão forte que facilmente sustentaria uma série própria, especialmente uma de cunho jurídico no mesmo estilo eletrizante de How to Get Away With Murder.
Carol – The Walking Dead (2010-2022)
The Walking Dead é cheia de personagens marcantes e Carol, vivida porMelissa McBride, é um dos maiores exemplos disso. Em sua trajetória única, vimos uma mulher aparentemente frágil, agredida e silenciada pelo marido, se transformar em uma sobrevivente implacável. A evolução de Carol é tão poderosa que ela facilmente sustentaria uma série só dela.
Foto: reprodução/Ei Nerd
Daryl Dixon – The Walking Dead (2010-2022)
The Walking Dead tem personagens fortes, e Daryl Dixon é a prova disso. Mesmo sem existir nos quadrinhos, ele ganhou destaque absoluto na série e conquistou seu lugar entre os protagonistas.
Seria fascinante acompanhar a vida dele antes do apocalipse zumbi, sua infância difícil, o relacionamento conturbado com a família e, principalmente, como ele e o irmão, Merle, lidaram com a morte da mãe, que faleceu em um incêndio provocado pelo cigarro que fumava. Daryl tem história de sobra para render uma série inteira só dele.
Se você não leu os livros de George R. R. Martin antes de assistir Game of Thrones, nos primeiros episódios é comum sentir tensão diante do destino incerto dos Stark, especialmente do personagem interpretado por Sean Bean, mesmo havendo esperança de que tudo ficaria bem. Pelo menos até chegar o momento em que assistimos à morte de Eddard Stark.
A partida de um personagem bom, íntegro e essencial para a história, deixou um enorme vazio e, claro, muita curiosidade sobre tudo que ainda poderíamos ter descoberto sobre ele.
O homônimo personagem de Creed Rowland Bratton mal aparecia em The Office, mas, ainda assim, se tornou um dos personagens mais queridos pelos fãs, tão marcante quanto muitos dos protagonistas. Nos momentos em que ele surgia, fazia algo completamente nonsense, bizarro e hilário.
Sabíamos muito pouco sobre sua vida, além do fato de que Creed nem era seu nome verdadeiro e que ele claramente tinha um passado bem sombrio. Ao longo da série, fomos descobrindo pistas deliciosamente absurdas: ele já foi membro de uma banda de rock dos anos 60, viciado em drogas, sem-teto, cleptomaníaco, traficante de carne ilegal, presidiário e até fingiu a própria morte antes de aparecer na Dunder Mifflin.
Foto: reprodução/Heart
E aí, qual personagem deveria ter sua própria série? Conte para a gente e siga o Entretê nas redes sociais – Instagram, Facebook e X – para ficar por dentro de outras notícias do mundo do entretenimento.
Uma seleção de obras recentes e clássicos contemporâneos que revelam a força narrativa e estética do cinema indiano, todos disponíveis em plataformas no Brasil
Começar o ano com um novo hobby é sempre uma ótima meta, principalmente se esse hobby for conhecer mais sobre o cinema indiano.
Conhecer o cinema indiano exige disposição para cruzar uma porta: a do estranhamento inicial. Quem se permite atravessá-la descobre um universo narrativo que não se prende à uniformidade do cinema ocidental. Há ousadia, melodrama sem vergonha de existir, composições visuais meticulosas e um interesse genuíno por temas humanos como honra, dever, família, fé e sacrifício.
A variedade é grande: épicos históricos, dramas sociais, thrillers fantásticos, romances que tratam a beleza e a dor sem ironia.
Para quem está de férias e quer algo diferente, mergulhar nessas obras, além de entretenimento, pode ampliar o olhar e revelar formas de contar histórias que ainda preservam intensidade, sentimento e grandeza moral.
A seleção abaixo reúne filmes acessíveis nos streamings brasileiros, cada um mostrando uma face distinta dessa cinematografia exuberante. Confira:
Artigo 15
Foto: reprodução/Velivada
É um drama policial, baseado em fatos reais. Nele, um jovem inspetor é enviado a uma pequena cidade marcada por corrupção, tensões de casta e desaparecimentos misteriosos. À medida que investiga, ele confronta um sistema que resiste a qualquer tentativa de justiça.
Por que assistir: Um dos filmes sociais mais fortes do cinema indiano recente. Aborda corrupção, castas e o dever moral de enfrentar injustiças. Sério, enxuto e com tensão crescente. É uma escolha para quem busca temas densos e realistas.
Onde assistir: Netflix
Pilotos de Combate
Foto: reprodução/agenteviu.com
Neste longa de ação militar, uma equipe de pilotos da Força Aérea Indiana passa por treinamentos rigorosos enquanto tenta superar rivalidades internas e provar seu valor em uma missão decisiva.
Por que assistir: Segue a linha de Top Gun (1986), com rivalidade, treinamento rigoroso e patriotismo sem afetação. Entrega boas sequências aéreas e uma trama direta. Um filme pra quem é fã de ação clássica.
Onde assistir: Netflix
RRR: Revolta, Rebelião, Revolução
Foto: reprodução/Papo de Cinema
O épico de ação conta a história de dois homens, inicialmente em lados opostos do regime colonial britânico, que criam um laço improvável. A amizade se transforma em uma guerra aberta contra a opressão.
Por que assistir: Dirigido por S. S. Rajamouli (Baahubali, 2015), um dos maiores nomes do país. É exagerado, intenso e monumental, mas com uma estrutura narrativa sólida. Assista se você quer espetáculo, energia e personagens maiores que a vida.
Onde assistir: Netflix
A Voz do Empoderamento
Foto: reprodução/Pinterest/Ranjit Hullait
Um musical dramático que narra a trajetória de uma jovem traída pelo homem que ama e vendida a um bordel em Mumbai. Forçada a sobreviver naquele ambiente brutal, ela acaba se tornando uma figura influente dentro da comunidade, sem perder a dignidade nem a força para enfrentar quem tentou destruí-la.
Por que assistir: O diretor Sanjay Leela Bhansali trabalha luz, cor e composição com rigor, transformando uma história de violência e exploração em um drama de grande potência visual e moral. Se você gosta de melodrama e estética refinada, essa é a escolha certa.
Onde assistir: Netflix
Kalank
Foto: reprodução/The Guardian
Ambientado nos anos finais da Índia pré-Partition, esse romance trágico histórico acompanha uma história de amor proibido que se desenrola em meio a tradições familiares rígidas, interesses políticos e escolhas que cobram um preço alto.
Por que assistir: Grande produção, figurinos exuberantes, conflitos morais e um romance marcado por escolhas difíceis. Aqueles que apreciam dramas com visual luxuoso precisam incluí-lo na lista.
Onde assistir: Prime Video
Bhaagamathie
Foto: reprodução/Mubi
Neste suspense sobrenatural, uma servidora pública é interrogada por corrupção e enviada a uma mansão abandonada, onde fenômenos inexplicáveis começam a ocorrer, revelando interesses ocultos muito mais complexos.
Por que assistir: Mistura política, investigação e elementos sobrenaturais com bom ritmo. A escolha perfeita para quem prefere thrillers com viradas marcantes.
Onde assistir: Prime Video
Ponniyin Selvan – Parte 1
Foto: reprodução/The News Minute
Um épico histórico que se passa numa época de disputas dinásticas no sul da Índia. Nele, um mensageiro enfrenta conspirações, alianças secretas e batalhas, enquanto tenta proteger o herdeiro legítimo do império Chola.
Por que assistir: Adaptação de um clássico da literatura tâmil. Intriga política, batalhas, tradição, beleza plástica. Os fãs de narrativas históricas densas, no estilo de Rei Arthur (2017) e Gladiador (2000), vão gostar.
Onde assistir: Prime Video
Rainha Bandida
Foto: reprodução/The Movie DB
Para fechar a lista, uma biografia dramática inspirada na vida de Phoolan Devi. O longa acompanha a trajetória de uma mulher que, após sofrer abusos e injustiças extremas, se torna líder de um grupo de bandoleiros e posteriormente figura política.
Por que assistir: Conta a história real de Phoolan Devi, figura controversa: vítima de violência extrema, bandoleira e depois política. Um filme de resistência e sobrevivência. Uma ótima escolha para quem prefere narrativas reais, complexas e sem romantização.
Onde assistir: À La Carte
Agora que não faltam opções pra entrar nesse universo cinematográfico, pode preparar a pipoca, apertar o play e começar as férias com uma boa dose de hindi.
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O ano de 2026 será agitado para os fãs brasileiros
Em 2025, o Brasil foi palco de grandes shows nacionais e internacionais que contaram com grande número de público e impactaram a cena musical, como o show de Lady Gaga no Rio de Janeiro, evento histórico que lotou a praia de Copacabana. Além da Mother Monster, vários nomes abrilhantaram nosso país com a sua presença, como Dua Lipa, em novembro e Shakira em janeiro e fevereiro.
Também tivemos grandes festivais que contaram com line up impactante, como o The Town, em setembro, que contou com shows de Katy Perry e Green Day, e Lollapalooza com shows de Olivia Rodrigo, Shawn Mendes e Justin Timberlake como headliners.
Em 2026, não será diferente, teremos grandes shows que prometem grandes emoções para os fãs brasileiros. Confira a seguir uma lista com os eventos mais esperados para o próximo ano!
Doja Cat
A icônica dona do hit Say So fará uma única apresentação no Brasil, como parte da sua turnê mundial Ma Vue World Tour. O show acontecerá no Suhai Music Hall, em São Paulo, no dia 5 de fevereiro.
My Chemical Romance
Os emos de plantão vão a loucura!
A banda virá ao Brasil em fevereiro para realizar dois shows no Allianz Parque, em São Paulo. O show de abertura será da banda sueca The Hives.
Inicialmente, a banda havia anunciado apenas uma data, 5 de fevereiro, contudo, com o rápido esgotamento dos ingressos, uma data extra foi anunciada.
Bad Bunny
O vencedor do melhor álbum do ano no Grammy Latino, Bad Bunny, trará sua turnê mundial DeBí TiRAR MáS FOToS ao Brasil. Os ingressos para os shows que acontecem no dia 20 e 21 de fevereiro no Allianz Parque ainda estão à venda.
The Weeknd
Gif: reprodução/Campus Group
O cantor retorna ao Brasil, desta vez com sua turnê After Hours Til Dawn. The Weeknd passará pelo Rio de Janeiro no dia 26 de abril, no Estádio Nilton Santos, e em São Paulo nos dias 30 de abril e 1° de maio, no Morumbi.
Anitta, sua amiga de longa data, fará os shows de abertura.
Lollapalooza
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil
Entre os dias 20 e 22 de março, o Autódromo de Interlagos recebe novamente um dos maiores festivais de música. Neste ano, o Headline conta com nome de peso, como Sabrina Carpenter, Doechii e Deftones, na sexta (20), Chappell Roan, Skrillex e Lewis Capaldi, no sábado (21) e Tyler, The Creator, Lorde e Turnstile, no domingo (22).
Outros grupos e artistas estão confirmados, como Katseye, Addison Rae e Kygo.
Rock in Rio
Foto: reprodução/Popline
O mais icônico festival de música retorna à Cidade do Rock, no Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6,7,11,12 e 13 de setembro.
Até o momento, foram confirmados para o Palco Mundo o britânico Elton John, Gilberto Gil e os coreanos Stray Kids.
Vai estar em algum desses? Conte pra gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos siga para mais notícias sobre o mundo do entretenimento e da cultura.
Produções disponíveis em diferentes streamings para maratonar na estação mais vibrante do ano
Com a chegada do verão, histórias que celebram a descoberta, a liberdade, o romance e a identidade ganham ainda mais destaque nas plataformas de streaming. Nesta temporada, quatro produções se destacam como escolhas perfeitas para quem busca narrativas LGBTQIAPN+ intensas e cheias de sensibilidade.
Rafiki (2018) acompanha o romance proibido entre Kena e Ziki, duas jovens do Quênia que enfrentam conservadorismo, política e expectativas familiares enquanto vivem um amor vibrante e colorido. Protagonizado por Samantha Mugatsia e Sheila Munyiva, o filme foi ovacionado em Cannes e se tornou símbolo de resistência.
Foto: reprodução/Mulher no Cinema
Me Chame Pelo Seu Nome (2017) se passa no norte da Itália dos anos 80 e narra a paixão de verão entre Elio e Oliver em uma jornada sensorial sobre amadurecimento, desejo e a intensidade dos primeiros afetos. Vencedor do Oscar de Melhor Roteiro Adaptado, o longa é lembrado pela estética mediterrânea, fotografia quente e trilha sonora de Sufjan Stevens.
Foto: reprodução/O Globo
Retrato de Uma Jovem em Chamas (2019) segue o encontro arrebatador entre Marianne, uma pintora, e Héloïse, uma jovem destinada a um casamento arranjado. Em poucos dias à beira-mar, nasce um amor imortalizado pelo olhar artístico. O filme venceu o prêmio de Melhor Roteiro em Cannes e se destaca pela ausência de trilha sonora tradicional, criando um silêncio tenso e poético que amplifica cada olhar entre as protagonistas.
Foto: reprodução/Mulher no Cinema
Heartstopper (2022) apresenta a amizade transformada em romance entre Nick e Charlie, enquanto o grupo de adolescentes vive descobertas, inseguranças e momentos doces – tudo com uma fotografia leve e clima ensolarado. A série se tornou fenômeno global pela representação afetuosa de personagens LGBTQIA+, ampliada por um visual colorido e referências gráficas dos quadrinhos originais.
Foto: reprodução/Uol
Essas obras capturam diferentes formas de amor e experimentação. Algumas abrasadoras como o sol de janeiro, outras delicadas como uma brisa de fim de tarde. Você pode assisti-las pela Prime Video ou Netflix.
Para acompanhar mais listas especiais, estreias e novidades sobre filmes e séries LGBTQIAPN+, siga o Entretê nas redes sociais: Facebook, Instagram e X.
O ano promete uma disputa entre super-heróis, fantasia, nostalgia e universos já consolidados
2026 não vai ser um ano qualquer. Depois de adiamentos, mudanças de calendário e reestruturações em vários estúdios, o próximo ciclo chega cheio de franquias grandes tentando recuperar espaço.
Não é exatamente uma temporada de novidades, mas, sim, de retornos. Universos que o público já conhece voltam praticamente ao mesmo tempo, disputando atenção no cinema e no streaming.
A Marvel aparece com um dos títulos mais comentados da década, Vingadores: Doomsday. O filme está previsto para dezembro do próximo ano e funciona como o próximo grande evento do estúdio. A produção tenta reorganizar o caminho do MCU e retomar o impacto que os filmes dos Vingadores já tiveram
Foto: reprodução/Jesse Grant/Getty Images
A disputa no final do ano fica ainda maior com Dune: Part Three. O novo capítulo da saga de Denis Villeneuve segue adaptando a história de Paul e Chani. O filme consolida Dune como uma trilogia de ficção científica feita para a temporada mais concorrida do cinema.
Antes disso, Star Wars retorna aos cinemas com The Mandalorian and Grogu. O filme, previsto para maio, leva a dupla mais popular da fase atual da franquia para a tela grande, depois de anos concentrados no streaming.
A sequência de estreias inclui Toy Story 5, marcado para junho, e um novo capítulo de Jumanji em dezembro, fechando a trilogia moderna da série.
No meio disso, outro personagem conhecido retorna para as telas: Homem-Aranha: Um Novo Dia, com Tom Holland, chega em julho e marca mais um capítulo da parceria entre Sony e Marvel. O herói volta ao centro das discussões em um momento em que o gênero tenta se estabilizar.
No streaming, o ano começa com Westeros. A Knight of the Seven Kingdoms estreia em 18 de janeiro e recoloca Game of Thrones no centro do calendário. A história de Dunk e Egg funciona como porta de entrada para novos capítulos do universo ao longo do ano.
A Netflix também aparece nos primeiros meses com Bridgerton, que encerra a quarta temporada entre janeiro e fevereiro. A série repete o espaço que já ocupou em anos anteriores e deve manter a conversa em alta nas redes.
Foto: reprodução/Netflix
O Disney+ volta com Outlander em 7 de março. A série chega à sua conclusão após acompanhar Claire e Jamie por diferentes fases da vida, mantendo sua mistura de romance, fantasia e drama histórico.
A Marvel também ocupa o streaming com novas séries. Wonder Man integra esse bloco e continua a construção do estúdio fora dos cinemas.
No Prime Video, o universo de The Boys continua se expandindo. A quinta temporada estreia em 8 de abril e deve aprofundar o impacto dos supers na política e na cultura pop dentro da própria série.
Mais do que estreias inéditas, o que domina o calendário são universos já conhecidos. Resta saber qual dessas franquias vai ditar o ritmo do ano quando cada estreia enfim chegar.
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