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Myles Smith e Niall Horan lançam a parceria Drive Safe

Coescrito pela dupla, o novo single aposta em uma narrativa emocional sobre o poder das conexões reais

Myles Smith começou 2026 com uma colaboração de peso. O cantor lançou oficialmente o single Drive Safe, que conta com a participação especial de Niall Horan. A faixa, que já vinha gerando grande expectativa nas redes sociais após prévias compartilhadas pelos artistas, marca a primeira parceria oficial entre a dupla e já está disponível em todas as plataformas digitais.

Coescrita por Myles e Niall, a canção é fruto da parceria profissional e pessoal entre os dois. Segundo o cantor britânico, a colaboração surgiu de forma genuína. “Colaborações só fazem sentido para mim quando vêm de algo real, e trabalhar com o Niall foi exatamente isso. Ele é um grande amigo que rapidamente se tornou uma das pessoas mais próximas de mim”, revelou o músico.

Com uma sonoridade quente e inspiradora, Drive Safe reforça a narrativa emocional que se tornou marca registrada do trabalho de Smith. A letra da música é otimista e reconfortante, trazendo a mensagem de que os obstáculos se tornam mais fáceis de superar quando temos as pessoas certas ao lado.

Dono de hits como Stargazing e Nice to Meet You, Myles Smith se tornou um dos nomes mais promissores do pop britânico. Com influências de folk, sua ascensão começou de forma orgânica no TikTok, onde seus covers acústicos viralizaram e atraíram milhões de ouvintes.

O lançamento chega em um momento de consolidação de sua carreira. Em 2025, o artista britânico conquistou prêmios importantes como o Ivor Novello e o Rolling Stone UK Breakthrough Award. Além do sucesso em premiações, Myles esgotou shows em diversos continentes e marcou presença no famoso festival Glastonbury.

Para os próximos meses, as expectativas são ainda maiores. Ele se prepara para acompanhar Ed Sheeran como ato de abertura principal na Loop Tour, colocando sua sonoridade acústica diretamente nos grandes palcos das arenas dos Estados Unidos.

 

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Leia também: Zayn anuncia turnê mundial

 

Texto revisado por Larissa Couto

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Laura Pausini lança Io Canto 2 e fala sobre releituras, memória e carreira em coletiva

Álbum traz releituras de clássicos italianos e versões de músicas brasileira, com participações de Ana Carolina e Ferrugem 

A artista italiana mais ouvida do mundo está de volta. Laura Pausini lançou, nesta sexta-feira (6) Io Canto 2, novo álbum que dá continuidade ao projeto iniciado em 2006, Io Canto, como uma homenagem aos grandes clássicos da música italiana e uma forma de apresentá-los ao público internacional, agora ampliado com canções em outros idiomas e fortes conexões culturais, especialmente com o Brasil.

Em coletiva de lançamento do novo álbum, Laura revelou bastidores, ressaltou parcerias, comentou sobre a escolha do repertório e se emocionou ao falar do Brasil, afirmando estar com bastante saudade do nosso país.

Segundo a cantora, o processo criativo de Io Canto 2 seguiu um caminho muito semelhante ao do primeiro álbum, lançado há 20 anos. “Foi uma busca muito semelhante àquela que fiz em 2006. Escutar, lembrar dentro de mim aquelas músicas que me acompanharam nos momentos mais importantes de minha vida”. A artista ainda fez questão de ressaltar a liberdade artística e a autenticidade total que teve ao longo de todo o projeto: “Ninguém me diz: você precisa cantar essa música porque agora funciona. Eu fui totalmente livre para escolher as músicas que canto agora”.

Laura explicou que ainda não conhecia profundamente muitas das músicas que regravou, apenas dez ou quinze canções de cada artista, mas não o repertório completo dos artistas homenageados. “Foi como estar dentro de uma universidade dea música. Algumas músicas que eu não conhecia antes dos demos me deram uma sensação muito mais forte do que eu pensava que era justa para mim. Então eu mudei durante a gravação”, ressaltou a artista.

Joana D’arc, liberdade artística, coragem e identidade
Foto: Reprodução/Nicolas Loretucci

Sobre o conceito visual do projeto, Laura explicou por que tem citado a figura histórica de Joana d’Arc como inspiração. Segundo ela, a personagem simboliza coragem, esta necessária para poder regravar e revisitar as canções de outros artistas sem perder sua própria identidade musical e suas próprias sensações. 

Quando me perguntam por que eu me inspirei em Joana d’Arc, eu falo sobre coragem. Coragem para respeitar a versão original. Segundo, encontrar a tua própria personalidade dentro de uma música que não escreveu. E terceiro, coragem porque hoje em dia todos são jornalistas, têm opinião e podem machucar você, julgando sem conhecer ou estudar”, concluiu Pausini.

Ela citou como exemplo a escolha por Detalhes, de Roberto Carlos. “É uma canção maravilhosa, conheci essa música desde sempre em italiano. Mas foi só quando viajei ao Brasil que conheci a verdadeira versão original dela”. 

Laura evidenciou que o público pode sentir uma certa estranheza ao escutar Detalhes em versão italiana, mas explicou que essa escolha está ligada às suas próprias referências de vida. “Como todo mundo, tenho meus ídolos, um dos meus grandes ídolos sempre foi o Ornella Vanoni, muita gente na Itália conhece essas melodias, mas acha que são canções dele”.

Um álbum movido por amor á música 
Foto: Reprodução/Nicolas Loretucci

Para apresentar o Io Canto 2, Laura destacou seu crescimento e evolução musical, e reforçou a paixão pela música e o desejo de homenagear canções, compositores e intérpretes. 

O segundo capítulo de Io Canto chega vinte anos depois do primeiro. Mudamos, crescemos e nos apaixonamos novamente pela música. Hoje, assim como naquela época, existe apenas um motivo para homenagear uma canção, seu autor ou seu intérprete: o amor. Nestes tempos difíceis, em que o ódio parece estar na ordem do dia, eu canto para colocar a música no centro. Cantar é dar protagonismo à música, tornar-se a voz de um sentimento poderoso. É dar um passo atrás como autora para dar um salto gigantesco como ser humano.” afirmou a cantora.

O repertório percorre diferentes décadas e idiomas, reunindo canções lançadas entre 1960 e 2023. Entre os destaques, estão desde uma adaptação em português de La Mia Storia Tra Le Dita, interpretada em dueto com Ana Carolina e Ferrugem, até o sucesso dos Tribalistas Já Sei Namorar, cuja cantora e compositora Marisa Monte tem raízes italianas. Há ainda a versão francesa de Due Vite, de Marco Mengoni, intitulada La Derniére Chanson (Due Vite), cantada com Julien Lieb, primeiro single para a França, que estreou em primeiro lugar no ranking Gram Top Francophone Artistes Globaux.

Conexão emocional com o Brasil 
Foto: Reprodução/Nicolas Loretucci

A cantora Ana Carolina comemorou o encontro com Laura e Ferrugem: “Tenho um carinho enorme por essa música e uma gratidão por tudo o que ela me trouxe. Revisitá-la agora, em uma nova versão, ao lado de dois grandes artistas, é um daqueles presentes raros que a carreira nos dá. A Laura Pausini é alguém que admiro respeito há muitos anos, uma artista gigante, com um amor verdadeiro pelo Brasil”, ressaltou a cantora.

Sobre a parceria com Ferrugem, Laura explicou que costuma buscar novos talentos e que gosta de procurar bastante até encontrar alguém que lhe chame a atenção. Foi assim com o cantor, cuja identidade vocal ela destacou como rara e única:  “Eu sempre gosto de buscar novos talentos, faço isso em vários países do mundo. Quando cheguei em Ferrugem, na voz dele, parei de buscar. A conexão foi imediata. Segundo a minha sensação musical, ele tem uma voz privilegiada. É ele, é uma identidade vocal. Você lembra da voz, do timbre, da maneira de interpretar. É uma personalidade vocal muito marcante”.

A decisão de regravar a canção também teve um “dedinho” de sua filha Paola, de 12 anos, que se encantou pela versão italiana da música: “Ela disse que gostava muito da canção e que iria dedicar a alguém. Isso não é normal, porque minha filha não gosta muito da minha música” contou.

Sobre a faixa Já Sei Namorar, Laura explicou por que assumiu os vocais sozinha e por que escolheu exatamente essa música para uma releitura.”Quando eu comecei a fazer as demos, comecei uma lista também somente em português, porque a ideia era: quero cantar canções, músicas de outros. Não estava pensando somente em música italiana. E as primeiras músicas que escrevi não eram aquelas clássicas que todo mundo espera de mim, porque adoro Caetano, Gilberto Gil, tudo de Elis Regina, de grandes cantores, Chico Buarque. Mas eu escrevi na lista Já Sei Namorar. Quando escutei essa música, fiquei muito feliz, porque finalmente uma música em português tocou nas rádios daqui. E eu falava pra todo mundo que viajava muito ao Brasil, que Marisa Monte, os Tribalistas são uma figura muito importante na cultura musical brasileira. Então sempre amei. Cantar isso me divertiu muito. Eu gostei muito de cantar a canção sozinha. E fiquei com ciúme. Então, deixei a minha versão sozinha somente”, afirmou ela.

Laura ainda falou, durante a coletiva, sobre a possibilidade de um álbum inteiramente em português .”Eu já tenho uma lista, acredito que tem possibilidade sim. Quero fazer isso no Brasil, com pessoas que conhecem minha personalidade“, afirmou, ressaltando seu carinho e apreço pelo país.

Ela também prometeu um show muito especial no Mercado Livre Arena Pacaembu, em 27 de fevereiro de 2027, o seu primeiro show em um estádio no país. A data marca outro momento especial em sua carreira: o dia em que venceu o Festival de Sanremo. “É incrível que a minha primeira vez na minha terra favorita, fora da Itália, vai ser no dia mais importante da minha carreira, vai ser um show muito especial, o meu coração bate forte, porque mal posso esperar de cantar para todos vocês em italiano e português, quero convidar muitos amigos brasileiros aí”,  encerrando a coletiva visivelmente emocionada e grata.

Laura finalizou com uma mensagem direta ao público brasileiro: “Trinta e três anos de carreira são uma benção. Eu amo o Brasil. Sempre.”  

Uma Trajetória que ultrapassa gerações e fronteiras
Foto: Reprodução/Nicolas Loretucci

Entre os destaques do novo álbum também estão o dueto com a cantora Annalisa em Ma Che Freddo Fa, versões em alemão, português e inglês de Il Cielo In Una Stanza de Gino Paoli eternizada por Mina, além de uma homenagem a Madonna, uma das maiores estrelas do pop mundial e também de ascendência italiana. Em 2004, Madonna escreveu para Laura a canção Mi Abbandono A Te incluída no álbum Resta In Ascolto, vencedor do Grammy. Agora, Laura reinterpreta La Isla Bonita. 

As músicas percorrem o período entre 1960 e 2023, incluindo Felicitá, uma faixa em que Laura une sua voz à do inesquecível Lucio Dalla, um dos pilares da música italiana, uma melodia doce e nostálgica.

Laura Pausini, que será a atração principal da Cerimônia de Abertura dos Jogos Olímpicos de Milão Cortina 2026, no estádio San Siro, também estará no palco do Teatro Ariston como coapresentadora, ao lado do diretor artístico Carlo Conti, da 76 edição do Festival de Música de Sanremo.

Três anos após o álbum Anime Parallelle, Io Canto 2 também ganhará uma versão em espanhol, Yo Canto 2, com lançamento marcado para 13 de março de 2026, pela Warner Records e Warner Music.

O disco reunirá canções dos maiores compositores latino-americanos, representando todos os países que consagraram Laura como um ícone musical, entre eles Espanha, Argentina, Chile, Peru e muitos outros. O álbum estará disponível em versão standard, com 18 faixas e edição deluxe, com três faixas adicionais.

Com mais de 75 milhões de álbuns vendidos e mais de 6 bilhões de streams, Laura Pausini é reconhecida como a artista italiana feminina mais ouvida fora de seu país. É a primeira e única artista italiana a vencer um Grammy Award e a entrar no Billboard Hot 100, com a versão de Se Fué, em parceria com Rauw Alejandro.

Vencedora de quatro Latin Grammy Awards, foi eleita Person Of The Year 2023 pela Latin Recording Academy, tornando-se a primeira artista não hispânica a receber a homenagem. Seu currículo ainda inclui um Globo de Ouro, indicações ao Emmy e ao Oscar, além de ser a primeira artista a se apresentar tanto no Estádio San Siro quanto no Circus Maximus.

A revista norte-americana Billboard incluiu o álbum Similares entre os 50 melhores discos latinos da década de 2010 e colocou a artista entre as 10 mais influentes do universo latino. Confirmando esse reconhecimento, ela recebeu o Billboard Icon Award e o Global Icon Award no Billboard Women Music, homenagens concedidas a artistas que inspiram e unem gerações ao redor do mundo. Os prêmios foram entregues na presença de Sua Santidade, o Papa Leão XIV. 

Ao longo de 30 anos de carreira, Laura Pausini tem ultrapassado gerações por meio de sua voz, autenticidade, força e poder. Suas canções exalam identidade, sentimento e, acima de tudo, amor, um amor que atravessa fronteiras, acolhe, emociona, enche os corações de quem a escuta e ilumina tudo ao redor. Não é à toa que a artista já bateu tantos recordes, foi a pioneira em diversos feitos e levou seus shows a públicos de mais de 40 países ao redor do mundo. Laura Pausini vai além do esperado: ela transforma, toca, permanece. Ela é mágica, única e inesquecível. E Io Canto 2 apenas reforça, mais uma vez, a dimensão do seu incrível poder artístico e humano.

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Leia também: Laura Pausini é homenageada como personalidade do ano de 2023

Laura Pausini colabora com Robin Willians na música Desire

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Entrevista | Cavetown detalha processo criativo e fala sobre sair da zona de conforto em novo álbum Running With Scissors

Em conversa com o Entretetizei, cantor refletiu sobre riscos criativos, novas colaborações e conexão com os fãs

Com uma carreira que teve início no Youtube em 2012, Robin Skinner, mais conhecido como Cavetown, começou a sua jornada musical ainda na adolescência, compartilhando com o público reflexões sobre diferentes momentos da própria vida. Em janeiro deste ano, após três anos desde o último projeto, o cantor inglês lançou o seu sexto álbum de estúdio, intitulado Running With Scissors, em tradução literal “Correr com Tesouras”.

Em inglês, a expressão significa agir de forma imprudente ou tomar decisões arriscadas. No caso de Cavetown, o novo trabalho representa uma saída da zona de conforto em busca de novas experiências criativas e sonoras, com uma produção mais voltada ao hyperpop.

Em entrevista ao Entretetizei, o artista contou sobre a criação do novo disco, os riscos assumidos durante esse processo, a preparação para a nova turnê e a conexão com os fãs, que o acompanham há mais de dez anos. Confira:

Foto: divulgação/Jaxon Whittington

Entretetizei: Gostaria de começar perguntando sobre o processo e como surgiu a ideia para Running With Scissors.

Cavetown: Foi um processo muito longo. Acho que foi o mais longo que já passei trabalhando em um álbum até agora. Levei cerca de três anos para escrever o álbum inteiro e, normalmente, não sou muito bom em ter um projeto inteiro como um pensamento coeso. Eu simplesmente escrevo constantemente e, assim que tenho músicas suficientes para um álbum, penso: “Pronto, esse é o álbum”. E, geralmente, elas naturalmente abordam alguns temas que são recorrentes na minha vida no momento em que as escrevo.

Mas como se estendeu por três anos, realmente… Comecei o projeto querendo que fosse definitivamente um projeto de hyperpop. E então, saí do meu momento hyperpop e pensei: “Oh, não, comecei a escrever músicas que não combinam muito com as faixas anteriores que fiz, mas amo as duas da mesma forma e quero que elas façam sentido juntas no mesmo projeto”. E, no final, voltei ao meu momento de produção hyperpop e emo.

E então, eu fiquei aliviado nesse momento, mas acho que escrevi tantos sons diferentes ao longo dos três anos e o desafio de fazer com que tudo se encaixasse sonoramente foi como se eu tivesse levado todas as músicas a serem realmente únicas, muito inovadoras, criativas, uma mistura de gêneros.

Eu realmente não tinha uma ideia geral do que queria ser no início. Eu apenas gosto quando deixo minha música me mostrar o que ela é ao longo do tempo e, à medida que vou conhecendo as músicas, encontro novos significados nelas.

Eu não necessariamente percebi que estava cantando sobre isso inicialmente. Então, todo o projeto meio que apenas surgiu e eu percebi que havia muitos temas recorrentes, como crescer, correr riscos e se sentir seguro consigo mesmo. 

Eu senti que Running With Scissors como título para o projeto realmente resumia essa fase da minha vida em que estou correndo mais riscos criativos, coisas que parecem riscos na minha vida, mas que na verdade são apenas eu me abrindo, me expondo e me tornando a melhor pessoa que posso ser. Tenho aprendido muito sobre minha família e Running With Scissors é algo que você aprende desde criança. É como uma lição que eu levei muito a sério no passado, quando me mantive excessivamente seguro e acabei perdendo experiências de aprendizado ou experiências positivas que eu poderia ter tido.

Todo o projeto tem sido sobre eu derrubar essas barreiras e confiar em mim mesmo para me manter seguro e aprender com os erros que vejo na minha família e valorizar essas partes de mim. 

E: Você disse que assumiu muitos riscos e podemos perceber isso na produção e na composição. Esse álbum foi um pouco mais experimental e tem um som maduro. Foi desafiador sair da sua zona de conforto e, ao mesmo tempo, manter a essência do Cavetown?

C: Sim, eu definitivamente decidi abordar meu processo de forma diferente para este álbum. Eu sempre fiz tudo sozinho e, desde o início, eu meio que me convenci de que era difícil trabalhar comigo, porque sempre fui muito teimoso em relação ao som que eu queria e ao meu controle sobre ele. Sou do tipo que, se cada pequena ideia não vier da minha cabeça, sinto que não consigo, que não pode ser algo de que me orgulhe.

E eu queria desafiar esse sentimento, porque via muitos dos meus amigos ao meu redor tendo experiências musicais muito colaborativas, como gravar álbuns com vários outros artistas, e amigos que tinham habilidades diferentes e sabiam tocar instrumentos interessantes. E eu pensei: “Isso parece muito legal, acho que gostaria de chegar lá também”. Então, acho que poder colaborar com novas pessoas que realmente pudessem impulsionar minha criatividade em novas direções e ajudar a manter um pensamento em movimento, mesmo que eu ficasse preso e frustrado com ele ou começasse a duvidar de mim mesmo, ter alguém para me dizer que estou fazendo algo que soa legal foi realmente útil para assumir mais riscos criativos.

E acho que o fato de eu ter começado o processo querendo fazer todas essas músicas pesadas e barulhentas e, no meio do caminho, ter escrito algumas mais clássicas do Cavetown, mais suaves, mais acústicas, e ter o desafio de fazer essas duas coisas se encontrarem foi, para mim, outra maneira de tomar algumas decisões sonoras interessantes. Parecia equilibrar uma linha entre aspereza, excesso e maximalismo com tudo, sentindo que ainda há um lugar para isso e que todos esses elementos sonoros ainda têm um propósito e são muito intencionais.

E estou muito satisfeito com o resultado. Pelo menos para mim, acho que consegui isso. Então, acho que meus riscos valeram a pena. Acho que essa é a mensagem geral do álbum: seus riscos podem valer a pena e se tornar algo de que você se orgulha ao mesmo tempo. 

E: Sailboat é a única música do álbum com uma participação. Como foi colaborar com Chloe Moriondo novamente e como a música surgiu?  

C: Foi ótimo. Adoro trabalhar com a Chloe, somos amigos há muito tempo. É como se fôssemos irmãos, porque temos o mesmo agente, então é como se compartilhássemos um pai, de certa forma, parece que crescemos juntos.

Ambos viemos de um lugar muito semelhante em nossas carreiras musicais, fazendo vídeos acústicos e de ukulele no YouTube, e sinto que nossa música também seguiu direções semelhantes. Ela definitivamente seguiu a direção do hyperpop antes de mim, então é muito bom nos reencontrarmos depois de divergirmos e experimentarmos coisas novas.

Ela é a melhor, é muito divertida. É muito animada e transmite confiança em qualquer situação. Estávamos filmando o vídeo de Sailboat em Coney Island [em Nova York] e tivemos de fazer lip sync da música em frente ao público e eu me senti envergonhado o tempo todo. Eu pensava: “Não olhem para mim. Isto é tão vergonhoso”. Mas ela simplesmente não se importava e foi a energia perfeita para me manter no momento. Então, ela é ótima. Ela é divertida. 

Acho que aconteceu, porque eu queria trabalhar com ela novamente nessa música, mas nossos estilos não combinavam há muito tempo e, com este álbum, isso voltou a fazer sentido. Então, fiquei animado em incluí-la.

E também colaborei com a underscores nessa música, que é uma artista de hyperpop que eu realmente admiro e ela é uma produtora incrível. Então, eu pude vê-la adicionar sua magia à música e acho que todos os elementos-chave que a tornam o que é vieram da cabeça dela. Me sinto muito animado por ter trabalhado com alguém que me inspirou a seguir na direção do hyperpop. Então, sim, essa é uma música divertida.

E: A cada projeto, seu som tem amadurecido. Você faz música desde a adolescência e os fãs têm acompanhado você nessa jornada. Como é compartilhar esse crescimento com seus fãs e, ao mesmo tempo, vê-los crescer com você? 

C:  É realmente ótimo. Recentemente, eu pude ver isso pessoalmente e em breve vou poder vê-los no Reino Unido. Estou fazendo várias apresentações em lojas para comemorar o lançamento do álbum. Acho difícil sentir realmente o impacto do que estou fazendo e perceber que há pessoas reais e histórias reais por trás, que as pessoas têm conexões com a minha música, até que eu esteja fisicamente na frente de alguém, ouvindo o que elas têm a dizer e olhando nos olhos delas e coisas assim.

É muito legal ver que tantas pessoas estão acompanhando tantas fases diferentes da minha carreira e sou muito grato por isso. Sinto que essas pessoas realmente me veem. Há algumas pessoas que tenho visto ao longo dos anos que vêm a todos os shows, sentam na primeira fila, e eu tenho visto elas crescerem, mudarem de estilo, e tenho ouvido sobre suas vidas e como elas passaram pela escola e agora estão vivendo no mundo como adultos, com empregos e tudo mais. É muito legal fazer parte da vida dessas pessoas e poder entrar em contato com elas de vez em quando. Espero conquistar muitos novos fãs com essa música e já conheci algumas pessoas novas.

Ontem, fiz uma sessão de autógrafos em Manhattan [em Nova York] e algumas pessoas disseram: “Este é o primeiro álbum que ouvi”, o que é muito legal. Estou animado por fazer esses novos contatos, mas também por trazer meus fãs mais antigos e talvez inspirá-los de uma maneira diferente. É muito legal crescer junto com a minha comunidade dessa forma.

E: Você também está se preparando para uma turnê e os fãs poderão ouvir algumas dessas músicas ao vivo pela primeira vez. Você está animado? Quais são as músicas que você mais quer tocar ao vivo?

C: Estou definitivamente animado e nervoso. Talvez mais nervoso agora, porque ainda não tocamos nenhuma dessas novas músicas diante de um público, mas tivemos alguns ensaios realmente ótimos. Tivemos uma semana em dezembro em que aprendemos tudo pela primeira vez e foi muito divertido. 

Estou muito impressionado com a minha banda. Sinto que eles se esforçaram ainda mais para essas músicas novas. É ótimo ter uma banda em que posso realmente confiar e com a qual posso contar, mesmo quando sinto que estou com a voz ruim ou não estou bom nas minhas partes, ou algo assim. Ter uma banda que se preocupa tanto com o som e em fazer tudo certo é realmente ótimo. Então, sim, estou animado para tocar essas músicas ao vivo.

Quando estava escrevendo, sabia que seria muito difícil de aprender e que isso seria um problema para o meu eu futuro e definitivamente é algo com que estou lidando agora. Há muitas partes realmente desafiadoras. Mas sinto que esse é outro elemento da minha vida em que estou tentando correr mais riscos e usar esses riscos para crescer e me tornar um músico melhor. Sinto que consegui colocar um pouco mais de pressão em mim mesmo para simplesmente evoluir.

E sinto que minhas habilidades com o violão melhoraram por ter que compor todas essas músicas complexas e aprendê-las ao vivo. Estou impressionado comigo mesmo por conseguir tocar e cantar ao mesmo tempo, quando há muitas partes complexas e partes vocais complexas também, que são realmente desafiadoras, mas sinto que, durante todo o álbum, eu estive pronto para um desafio e esse é o tema geral dele.

E: A última vez que você esteve no Brasil foi em 2022. Há alguma chance de você trazer a Running With Scissors Tour para o Brasil? 

C: Eu adoraria levá-la para todos os lugares. Eu definitivamente tenho feito muitas turnês nos últimos dois anos e tenho uma primeira metade do ano muito ocupada. Então, estou pensando em descansar um pouco, mas se não for este ano, no próximo ano eu definitivamente quero levar essa música o mais longe possível.

E: Você poderia enviar uma mensagem para seus fãs brasileiros?  

C:  Olá, fãs brasileiros. Espero poder ir até aí em breve e tocar o novo álbum. Sei que já faz um tempo, mas espero estar aí assim que puder. Não deixem de aprender todas as minhas letras para poderem cantar comigo.

 

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Leia também: Entrevista exclusiva | Big Ocean fala sobre crescimento, Brasil e a decisão de expandir o grupo

 

Texto revisado por Gabriela Fachin 

 

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Cultura pop Música Notícias

Zayn anuncia turnê mundial

São 31 datas que incluem uma apresentação única no Brasil

 

É oficial! Zayn acaba de anunciar o retorno aos palcos globais com sua maior turnê solo até o momento. A Konnakol Tour marca a primeira vez do artista multiplatinado, compositor, produtor e filantropo como atração principal em arenas e estádios na América do Norte, América do Sul, México e no Reino Unido.

Produzida pela Live Nation, a agenda conta com 31 datas, começando em 12 de maio de 2026 em Manchester, na AO Arena – passando por Londres, Los Angeles, Cidade do México, São Paulo e outras cidades –, até a última apresentação em 20 de novembro no Kaseya Center, em Miami. No Brasil, o show acontece no dia 10 de outubro em São Paulo, no Allianz Parque.

O anúncio reforça o sucesso recente de Zayn Malik, que acaba de encerrar sua primeira residência em Las Vegas, onde apresentou e divulgou trechos de músicas inéditas do quinto álbum de estúdio, Konnakol, uma prévia que deixou fãs e críticos empolgados.

Zayn
Imagem: reprodução/Instagram @zayn

Com lançamento agendado para 17 de abril de 2026, Konnakol é o projeto de Zayn com maior influência cultural até o momento. O álbum, com forte apelo pop, expande o som que os fãs ouviram pela primeira vez em seu álbum de estreia, Mind of Mine. Além disso, o primeiro single do álbum, intitulado Die For Me, será lançado nesta sexta (6) e o novo disco já está disponível para pré-venda.

Os ingressos para a Konnakol Tour estarão disponíveis primeiro na pré-venda exclusiva para membros ZAYN VIP KEY na terça, 10 de fevereiro, às 12h (horário local) para todas as cidades. Todos os membros ZAYN VIP KEY serão notificados e receberão automaticamente um código de acesso exclusivo, desbloqueado no aplicativo VIP Key. Fãs que ainda não possuem um ZAYN VIP KEY podem se juntar à comunidade neste link até domingo (8), às 23h59 (horário do leste dos EUA), para receber seu código de acesso exclusivo e desbloquear o acesso à pré-venda exclusiva.

A venda de ingressos para o público geral estará disponível a partir do dia 11 de fevereiro, começando às 10h online e às 11h na bilheteria oficial. Os ingressos, que podem ser adquiridos em até 3x sem juros, estarão disponíveis online e na bilheteria oficial (sem taxa de serviço). A realização é da Live Nation Brasil. Para obter mais informações, visite o site.

A turnê também oferecerá uma variedade de pacotes e experiências VIP para que os fãs levem sua experiência no show a um novo patamar. Os pacotes variam, mas incluem ingressos premium, acesso exclusivo ao lounge VIP antes do show, pôster da turnê autografado, brinde VIP exclusivo e muito mais. O conteúdo do pacote VIP varia de acordo com a oferta escolhida.

Zayn
Imagem: divulgação/Live Nation

DATAS DA TURNÊ DO KONNAKOL

Terça, 12 de maio – Manchester, Reino Unido – AO Arena

Sábado, 16 de maio – Glasgow, Reino Unido – OVO Hydro

Terça, 19 de maio – Birmingham, Reino Unido – Utilita Arena Birmingham

Sábado, 23 de maio – Londres, Reino Unido – The O2

Domingo, 14 de junho – Monterrey, México – Estádio Borregos

Quarta, 17 de junho – Guadalajara, México – Arena VFG

Sábado, 20 de junho – Cidade do México, México – Estádio GNP Seguros

Domingo, 19 de julho – Filadélfia, Pensilvânia – Xfinity Mobile Arena

Segunda, 20 de julho – Pittsburgh, Pensilvânia – PPG Paints Arena

Quinta, 23 de julho – Milwaukee, Wisconsin – Fiserv Forum

Sexta, 24 de julho – St. Paul, Minnesota – Grand Casino Arena

Segunda, 27 de julho – Chicago, Illinois – United Center

Terça, 28 de julho – Indianápolis, Indiana – Gainbridge Fieldhouse

Sexta, 31 de julho – Nashville, TN-Bridgestone Arena

Segunda, 24 de agosto – Phoenix, AZ – Mortgage Matchup Center

Terça, 25 de agosto – San Diego, CA – Pechanga Arena San Diego

Sexta, 28 de agosto – Inglewood, CA – Intuit Dome

Terça, 1º de setembro – Anaheim, CA – Honda Center

Quarta, 2 de setembro – São Francisco, CA – Chase Center

Sábado, 5 de setembro – Seattle, WA – Climate Pledge Arena

Sexta, 2 de outubro – Santiago, CL – Movistar Arena

Terça, 6 de outubro – Buenos Aires, AR – Movistar Arena

Sábado, 10/10 – São Paulo, BR – Allianz Parque

Quarta, 14 de outubro – Lima, PE – Costa 21

Sábado, 7 de novembro – Buffalo, NY – KeyBank Center

Domingo, 8 de novembro – Detroit, MI – Little Caesars Arena

Quarta, 11 de novembro – Washington, DC – Capital One Arena

Quinta, 12 de novembro – Charlotte, NC – Spectrum Center

Domingo, 15 de novembro – Boston, MA – Jardim TD

Quinta, 19 de novembro – Orlando, FL – Kia Center

Sexta, 20 de novembro – Miami, FL – Kaseya Center

 

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Leia também: Together, Together Tour: Harry Styles anuncia novas datas no Brasil

Texto revisado por Cristiane Amarante

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EVERGLOW confirma passagem pelo Brasil na turnê RE:CODE

Grupo de K-pop deve se apresentar em São Paulo, datas e ingressos ainda não foram divulgados

O K-pop segue firme no Brasil! O EVERGLOW anunciou oficialmente a turnê mundial RE:CODE e confirmou que o país está entre as paradas de 2026. A apresentação deve acontecer em São Paulo, mas, por enquanto, não há informações sobre data nem início das vendas de ingressos.

O anúncio veio pelas redes sociais do grupo, com a divulgação de uma imagem listando os países que receberão os shows no próximo ano. Além do Brasil, a turnê passa por Estados Unidos, Canadá, México, Argentina, Itália, Alemanha, Hungria, Bélgica, Holanda, França, Inglaterra, entre outros.

EVERGLOW
Foto: divulgação/CHXXTA COMPANY

Como está o EVERGLOW agora em 2026?

O EVERGLOW debutou em 2019 com seis integrantes: E:U, Sihyeon, Mia, Onda, Aisha e Yiren, e rapidamente conquistou fãs ao redor do mundo. O grupo, inclusive, já esteve no Brasil em outubro de 2024.

Em maio de 2025, a YUEHUA Entertainment anunciou o encerramento do contrato com o grupo. Em comunicado oficial, a empresa informou que, após discussões em conjunto, as partes decidiram seguir caminhos diferentes, com os contratos de exclusividade se encerrando em junho daquele ano.

Meses depois, em setembro de 2025, o EVERGLOW confirmou um novo comeback, agora com quatro integrantes: Sihyeon, E:U, Onda e Aisha. A nova fase marcou também a entrada do grupo na CHXXTA Company, além da divulgação de um visual film que apresentou a estética da nova era.

O lançamento mais recente do grupo aconteceu em 2024, com o EP ZOMBIE, que trouxe três faixas inéditas. Agora, com a turnê RE:CODE a caminho e o Brasil oficialmente incluído, resta aos fãs aguardarem os próximos anúncios que prometem movimentar o fandom por aqui.

Quem aí vai garantir o ingresso pro show? Compartilhe com a gente nas redes sociais do Entretê – Facebook, Instagram e X – e nos siga para ficar por dentro de todas as novidades do mundo do entretenimento e da cultura.

Leia também: Vem muito aí! BTS anuncia comeback com show ao vivo global em streaming e documentário inédito

Texto revisado por Laura Maria Fernandes de Carvalho @lauramariaheart

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Cultura asiática Música Notícias

BTS divulga nova ARMY Bomb Version 4 antes da turnê mundial e divide o fandom

Novo light stick marca o início da nova era do BTS, traz funções inéditas e mais tecnologia, mas decisão sobre o fim do suporte aos modelos antigos divide opiniões entre fãs

O comeback do BTS como grupo completo finalmente começou. Só que, em vez de teaser de MV ou tracklist misteriosa, o primeiro grande anúncio dessa nova fase veio em forma de merch: a HYBE apresentou oficialmente o BTS Official Light Stick Ver.4, a nova versão do famoso ARMY Bomb. O lançamento deixou claro que o grupo está entrando em uma nova era, mas também abriu um debate nada pequeno dentro do fandom.

De um lado, empolgação com o visual novo e as funções inéditas. Do outro, frustração de fãs que compraram versões anteriores do light stick do BTS durante o hiato militar e agora descobriram que elas têm prazo de validade nos shows do BTS. Resultado? O ARMY, mais uma vez, dominou as redes.

O que é o ARMY Bomb e por que ele importa tanto

Para quem não vive o universo BTS de perto, vale explicar: o ARMY Bomb é o light stick oficial do BTS, usado nos shows do grupo. Ele se conecta ao sistema do estádio e muda de cor automaticamente de acordo com a música, o momento do show e a iluminação do palco.

Na prática, isso transforma o público inteiro em parte do espetáculo. Para o fandom, o light stick vai muito além de um acessório bonito, ele representa pertencimento, identidade e aquela sensação única de fazer parte do show do BTS de verdade. Por isso, qualquer mudança nesse item sempre gera reação imediata.

Como é o ARMY Bomb Version 4

O Version 4 foi revelado no dia 5 de fevereiro, em um teaser divulgado pela HYBE. O novo design aposta em um formato mais limpo e moderno: um globo transparente com o logo do BTS centralizado. Junto com ele, chegam acessórios compatíveis – como o cradle (base de apoio) e peças adicionais com as palavras BTS e ARMY.

Mas o maior salto não está só na aparência. A nova versão estreia um sistema de controle sem fio reformulado e um aplicativo exclusivo, pensados para deixar a experiência em shows do BTS mais fluida, interativa e organizada, desde o pareamento até os efeitos de luz durante a apresentação.

Mais tecnologia, mais funções

A HYBE também detalhou o que muda na prática com o novo modelo. Entre os principais recursos do ARMY Bomb Version 4, estão: controle sem fio mais avançado, com mais cores e transições mais suaves; novo aplicativo com mapa do local do show e indicação dos pontos de pareamento; Concert Mode, que registra os shows que você já assistiu.

Além disso, a novidade apresenta a função Color Shaking, que muda a cor do light stick quando você chacoalha; Self Mode, para escolher e salvar cores favoritas; e a possibilidade de usar o ARMY Bomb em casa como luminária, com o cradle. E, em alguns momentos do show, o controle automático pode funcionar mesmo sem pareamento completo.

Segundo a empresa, a nova tecnologia permite efeitos mais detalhados e melhor integração entre palco, luz e público.

Preço e quando começa a venda

Por enquanto, a HYBE ainda não divulgou o preço oficial do BTS Official Light Stick Ver.4. As informações completas de venda, incluindo valor, regiões atendidas e envio, serão anunciadas separadamente no dia 6 de fevereiro, às 11h (KST), na Weverse Shop.

A expectativa é que o preço fique próximo ao das versões anteriores do light stick do BTS, mas com chance de aumento por conta do novo app, do sistema sem fio aprimorado e dos acessórios inclusos.

Como comprar o novo light stick do BTS

Quando as vendas forem abertas, o processo deve seguir o padrão da Weverse Shop: acessar a Weverse Shop no horário anunciado; buscar por BTS Official Light Stick Ver.4; conferir disponibilidade para o seu país; finalizar pagamento e envio; e baixar o aplicativo oficial quando o produto chegar.

A polêmica: por que parte do ARMY está insatisfeita

A empolgação com a novidade veio acompanhada de um balde de água fria. A HYBE confirmou que, a partir de junho de 2026, apenas o ARMY Bomb Version 4 terá suporte completo de controle sem fio nos shows do BTS.

Na prática, isso significa que modelos como a Ver.3 e a MAP OF THE SOUL Special Edition vão deixar de sincronizar com a iluminação dos shows. E é aí que mora o problema: muitos fãs compraram essas versões durante o hiato do BTS e nunca tiveram a chance de usá-las em uma turnê mundial completa.

Esse contexto pesa ainda mais porque a MAP OF THE SOUL Special Edition foi um dos itens mais vendidos na pop-up do BTS no Brasil, no ano passado. Ou seja, não se trata de um produto antigo ou fora de circulação.

Além disso, muitos fãs adquiriram essas versões pensando justamente na turnê de 2024, que acabou não acontecendo. Com isso, o ARMY Bomb virou um item guardado para quando o BTS voltasse, o que torna a decisão sobre o fim do suporte ainda mais frustrante.

Também vale esclarecer que esse controle sem fio citado pela HYBE não é apenas o Bluetooth comum. O Bluetooth serve para o pareamento inicial com o aplicativo, mas, durante os shows, o light stick do BTS se conecta a um sistema central exclusivo, operado pela produção do grupo, que sincroniza milhares de ARMY Bombs ao mesmo tempo com a iluminação do palco.

Nas redes sociais, surgiram comentários de frustração, críticas à decisão e desabafos de quem investiu alto em um item que agora tem data para expirar dentro dos shows do BTS.

Linha do tempo oficial de suporte

A HYBE deixou claro como vai funcionar o suporte a cada versão:

Até 28 de maio de 2026, show em Las Vegas: suporte sem fio para Ver.3, SE e Ver.4. A partir de 12 de junho de 2026, show em Busan: apenas o Ver.4 terá suporte.

Segundo a empresa, os shows do BTS que aceitarem exclusivamente o ARMY Bomb Version 4 terão efeitos mais variados e interações mais complexas entre luz e palco.

Turnê mundial e nova fase do BTS

O lançamento do novo light stick do BTS não é aleatório. Ele funciona como um sinal claro de que o BTS está oficialmente de volta às atividades em grupo. O novo álbum chega em 20 de março de 2026, marcando o primeiro projeto completo do grupo em mais de três anos.

Já a BTS WORLD TOUR ARIRANG começa em abril de 2026, com datas em grandes cidades ao redor do mundo e expectativa de expansão por causa da alta demanda. O grupo também já confirmou dois shows nas Filipinas em março de 2027.

 

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Texto revisado por Kalylle Isse

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 Novo longa chega aos cinemas brasileiro


O filme foi anunciado no dia  26 de janeiro e estreia em fevereiro 

Manual Prático da Vingança Lucrativa é o novo longa da Diamond Films e promete muita emoção nos cinemas . O filme conta com um elenco de grandes atores, como o protagonista da trama Glen Powell (Todos Menos Você, 2023) e já tem data de estreia no Brasil.
         

Foto: Divulgação\ Diamond Films




O filme anunciado pela maior distribuidora independente da América Latina conta o drama do jovem Becket Redfellow, interpretado por Powell. A mãe de Becket foi rejeitada pela família bilionária após tomar a decisão de ter o bebê quando tinha apenas 18 anos. O pequeno menino cresceu e decidiu recuperar a herança que lhe foi negada, mesmo que isso signifique eliminar cada parente que estiver no caminho.

O enredo, escrito e dirigido por John Patton Ford (Emily, a Criminosa, 2022), é uma sátira sobre ambição, poder e vingança e irá estrear nos cinemas brasileiros em 26 de fevereiro. O elenco conta também com Margaret Qualley (A Substância, 2024), Ed Harris (Uma Mente Brilhante, 2001), Topher Grace (Homem Aranha 3, 2007), Jessica Henwick (Ameaça Profunda, 2020), Bill Camp (Acima de Qualquer Suspeita, 2024) e Zach Woods (The Office, 2005-2013).

A Diamond Films participa do circuito de distribuição de filmes no Brasil desde 2013 com títulos como Orfã 2: A Origem (2022), Tudo em Todo o Lugar ao Mesmo Tempo (2022)  e Guerra Civil (2024) são alguns dos trabalhos que estão no catálogo da empresa.

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Leia também: 10 narrativas que abraçam a ideia de recomeçar

 

Texto revisado por Sabrina Borges de Moura

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Comportamento Cultura Música Notícias

Como surge um hit do carnaval?

Um guia não oficial sobre como uma música vira trilha sonora de fevereiro

Com batidas envolventes e composições chicletes, o carnaval pode ser definido por calor e muita diversão. Mas, se há algo que costura todos esses elementos, é a música. Durante o ano inteiro, o público aguarda ansiosamente o grande sucesso que irá dominar a festa. Para os artistas, o carnaval vai além do lucro ou das maratonas de shows de até nove horas sobre um trio elétrico: é o momento ideal para a consagração artística.

A corrida começa cedo, meses antes da folia. Os maiores nomes do país entram em uma verdadeira maratona, cujo prêmio vai muito além de ocupar o topo dos charts. Ser dono de um hit do carnaval é entrar para a história. A música, que sempre teve o poder de unir multidões, também se transforma em memória afetiva, capaz de transportar as pessoas para o furdunço gostoso dos blocos de rua.

Existe fórmula? Spoiler: não exatamente

Mas existe uma receita pronta para garantir esse sucesso? Em parte, sim. Os grandes hits costumam compartilhar alguns elementos: letras engraçadas, versos repetitivos, ritmos frenéticos e vozes marcantes. Ainda assim, é difícil bater o martelo sobre um único segredo. Há muito mais fatores simbólicos envolvidos na construção da canção que irá representar o carnaval de um determinado ano. Centenas de algoritmos tentam prever o sucesso, seja pelos BPMs ou aparições em playlists, mas certamente existe algo maior por trás.

Atualmente, a divulgação se espalha por todas as redes sociais, e o número de visualizações se tornou um forte indicativo do potencial de uma música. Muitos artistas, inclusive, apresentam suas apostas ao vivo antes mesmo do lançamento nas plataformas digitais. 

A coreografia entra como um bônus estratégico: carnaval é dança, fervor e multidão. Colocar milhões de pessoas para repetir o mesmo passinho é parte fundamental do processo. Com a popularização dos vídeos curtos no formato TikTok, geralmente com até 30 segundos, esse impacto alcançou um novo patamar.

Foto: reprodução/YouTube @IveteSangalo

Apesar de ser um fator relevante, a fama do artista não garante o topo do Spotify. Ela pode ajudar, facilitar e até acelerar o processo, mas tudo depende do timing e da estratégia de divulgação. No Brasil, alguns nomes se tornaram figurinhas carimbadas e criam grandes expectativas entre os foliões, como é o caso da rainha Ivete Sangalo, possivelmente a maior hitmaker carnavalesca do país. 

No entanto, ao analisar os sucessos da última década, chama atenção a quantidade de artistas desconhecidos ou recém-chegados à indústria que conquistaram o público, como J. Eskine, grande revelação de 2025. No fim das contas, sorte, timing e aceitação popular são determinantes para definir quem vai permanecer nos ouvidos e nas bocas do povo em fevereiro.

Aqui a vergonha não entra

A excentricidade do povo brasileiro une tribos, agita multidões e coloca todos para pular. A releitura do “jeitinho brasileiro” – seja na adaptação de músicas internacionais ou na mudança de ritmo de canções já conhecidas – também desempenha um papel importante. Um exemplo clássico é Taj Mahal, de Jorge Ben Jor, que ganhou novos contornos carnavalescos com os batuques do Monobloco.

Outro fator decisivo é a ousadia. Quanto mais estranha ou inusitada for a letra, maiores são as chances de ganhar força. Abraçar a própria estranheza cultural é um ato de orgulho. O bizarro pode surgir em forma de piada, jogo de palavras, batida exótica ou tema improvável. É justamente essa abordagem que separa a música passageira do feriado daquela que ficará eternizada na memória dos carnavalescos.

Em uma análise geral, a letra se mostra um dos principais pilares na construção de um hit. Ao incorporar elementos do cotidiano brasileiro, lutas diárias e doses de humor, a canção desperta identificação e estimula o desejo de ouvi-la repetidamente. O carnaval, afinal, é parte essencial da definição do que é ser brasileiro.

Tão característico e cultural, reconhecido mundialmente como símbolo de festa, o carnaval precisa ter a cara do povo. É um respiro em meio a uma rotina caótica, capaz de transformar sentimentos e provar que nada é tão livre quanto o desejo. Mais do que um feriado, o carnaval é a celebração máxima da liberdade de expressão.

 

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Leia também: 6 livros sobre o Carnaval para adicionar na lista de leitura

Texto revisado por Kalylle Isse

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Cultura Cultura turca Entretenimento Notícias

Çağlar Ertuğrul retorna à TV com a nova dizi Çirkin

Ator volta às dizis em nova produção da Star TV e reencontra Derya Pınar Ak após parceria em Prens

 

O ator Çağlar Ertuğrul já tem novo projeto confirmado na televisão turca. Ele será o protagonista de Çirkin (tradução livre: Feio), nova dizi da produtora 25 Film para a Star TV, que já está em fase de preparação e tem estreia prevista ainda para este ano.

Dirigida por Burcu Alptekin, a série terá roteiro assinado por Nil Güleç Ünsal e Özlem İnci Hekimoğlu. Na trama, Ertuğrul dará vida a Kadir, personagem central da história.

Çağlar Ertuğrul e Derya Pınar Ak
Foto: divulgação/Instagram @1birsenaltuntas

Ao lado dele estará Derya Pınar Ak, com quem o ator contracena novamente após a parceria na série Prens (O Príncipe, 2023) da HBO Max, onde interpretaram Hasharia e Kaptan Van Dijk. No novo projeto, Derya interpreta Meryem, uma jovem que, após ficar órfã, é adotada por uma família e acaba se apaixonando por Kadir, o filho da casa. 

Çağlar Ertuğrul na série Prens
Foto: reprodução/Turkiye Gazetesi
Derya Pınar Ak
Foto: divulgação/X @populicc

Outro nome de peso confirmado no elenco é Çetin Tekindor, que interpretará Ökkeş, o poderoso chefe de Kadir. Segundo informações da imprensa turca, o ator já fechou contrato com a produção.

As gravações de Çirkin estão previstas para começar no dia 1º de março e a nova parceria aumenta a expectativa do público em torno do projeto, principalmente porque Çağlar e Derya já fizeram parte de produções conhecidas, como Afili Aşk e Yan Oda, respectivamente.

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Leia também: Entrevista | Derya Pınar Ak comenta sobre Adım Farah e fala da comida brasileira

 

Texto revisado por Larissa Couto

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Cultura Cultura turca Especiais Notícias

Especial | Curiosidades e estilo de Cemre Baysel

No aniversário da atriz, relembramos como sua presença fora das dizis também ajudou a conquistar o público

 

Nesta quinta (5), a atriz turca Cemre Baysel completa 27 anos, e o clima é de celebração entre os fãs. Conhecida por personagens carismáticos e por uma presença que vai além das telas, a atriz vem conquistando o público não apenas por seus papéis nas dizis, mas também por seu estilo e sua personalidade fora da ficção.

Ao longo dos últimos anos, Cemre se consolidou como um dos nomes mais comentados da nova geração de atrizes turcas, chamando atenção tanto por suas atuações quanto por sua autenticidade no dia a dia, algo que se reflete diretamente na forma como se comunica com seus seguidores.

Cemre Baysel
Foto: reprodução/Instagram @cemrebaysel

Nascida em 5 de fevereiro de 1999, em Izmir, na Turquia, Cemre Baysel tem formação em Belas Artes, pela Buca Işılay Saygın Fine Arts High School. Sua trajetória na televisão começou com participações menores em produções como Yeşil Deniz (tradução livre: Mar Verde, 2014), İsimsizler (tradução livre: Os Sem Nome, 2017) e Payitaht: Abdülhamid (tradução livre: A Capital: Abdülhamid, 2017).

O seu primeiro papel de maior destaque veio em Elimi Bırakma (Força de Viver, 2018), em que interpretou Melis Çelen, irmã do personagem de Alp Navruz. No entanto, foi em Baht Oyunu (Jogos do Destino, 2021) que a atriz teve uma virada na carreira, ao dar vida à irreverente Ada Tözün, personagem que a projetou internacionalmente e ampliou sua base de fãs, inclusive no Brasil.

Personagem Ada em cena engraçada
Foto: reprodução/Instagram @cembafc
Estilo único

Assim como suas personagens, Cemre Baysel carrega uma personalidade marcante, e isso se reflete diretamente em seu estilo. Fora das telas, a atriz construiu uma imagem que conversa com uma estética moderna e extremamente autêntica.

Cemre Baysel vestindo um casaco colorido
Foto: reprodução/Instagram @cemrebaysel

Nos registros mais recentes, é possível perceber como Cemre aposta em um casual sofisticado, transitando entre peças básicas e elementos mais estruturados. Dessa forma, casacos bem cortados, jaquetas oversized e combinações simples, porém elegantes, aparecem com frequência em seus looks.

Além disso, diferente do estilo tradicional dos tapetes vermelhos, há uma valorização do conforto e da funcionalidade (o que também pode ser glamouroso), sem abrir mão da estética, tornando, dessa forma, suas produções ainda mais inspiradoras para o dia a dia.

Cemre com um look urbano no campo
Foto: reprodução/Instagram @cemrebaysel

As roupas mais soltas, as sobreposições e os looks voltados para passeios e ambientes urbanos ajudam a construir uma imagem mais contemporânea e mais voltada para a rotina

Outro ponto que chama atenção é a feminilidade sem muito excesso. Cemre costuma optar por maquiagens suaves, os cabelos quase sempre naturais e sem penteados exorbitantes, além de uma paleta de cores mais sóbria e acessórios minimalistas. Essa escolha dialoga diretamente com suas personagens mais recentes e reforça uma imagem elegante, atual e acessível.

Cemre com as mãos no rosto
Foto: reprodução/Instagram @cemrebaysel
Cemre Baysel tomando suco em uma lanchonete
Foto: reprodução/Instagram @cemrebaysel
Curiosidades sobre a atriz

Para além das telas e do estilo marcante, Baysel também desperta curiosidade por sua trajetória, hábitos e interesses pessoais. Ao longo dos anos, a atriz compartilhou detalhes que ajudam o público a conhecê-la melhor e que explicam, em parte, o forte vínculo que criou com os fãs. A seguir, reunimos algumas curiosidades sobre a turca:

No começo da carreira, Cemre não contou com o apoio da família para seguir na atuação. Ainda bem que ela insistiu nos próprios sonhos e nos deu as melhores cenas entre Ada e “Bora Bey”.

O talento artístico parece mesmo fazer parte do DNA da atriz! Seu avô era um pintor bastante conhecido localmente, enquanto sua mãe escrevia poemas, influências que ajudaram a moldar sua sensibilidade artística.

Cemre já revelou ter fobia de espaços fechados, o que faz com que prefira eventos menores, com menos pessoas e pouco barulho.

Cemre olhando para o mar
Foto: reprodução/Instagram @cemrebaysel

Quando o assunto é perfume, a atriz foge das fragrâncias intensas. Cemre prefere body splashes mais suaves, reforçando sua imagem de alguém que valoriza o conforto e a naturalidade.

A atriz viveu um relacionamento longo com Aytaç Şaşmaz, seu par romântico em Baht Oyunu. O casal conquistou muitos fãs na época e até nos dias de hoje, mesmo já estando separados.

Mais recentemente, Cemre protagonizou Leyla: Hayat… Aşk… Adalet (Leyla: Sombras do Passado, 2024), adaptação turca de Avenida Brasil, dando vida à personagem equivalente à nossa Rita/Nina.

Atualmente, ela está no ar em Güller ve Günahlar (tradução livre: Rosas e Pecados, 2025), no Kanal D lá na Turquia, conquistando uma ótima audiência e mais fãs para sua lista.

Cena de Güller ve Günahlar (tradução livre: Rosas e Pecados, 2025)
Foto: reprodução/Dizilah

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Leia também: Os três papéis que marcaram a carreira de Cemre Baysel

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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