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Elenco de Goblin se reúne para especial de 10 anos

Gong Yoo, Lee Dong-wook, Kim Go-eun e Yoo In-na participam de programa comemorativo que revisita o sucesso do drama

Foi a gente que pediu, sim! Os protagonistas de Guardian: The Lonely and Great God, conhecido como Goblin, vão se reencontrar em um especial que celebra os 10 anos do drama. O projeto foi confirmado pela emissora tvN.

Com o título provisório Goblin 10th Anniversary, o programa reunirá Gong Yoo, Lee Dong-wook, Kim Go-eun e Yoo In-na em uma viagem curta, na qual o elenco revisita momentos marcantes da série, incluindo cenas icônicas, falas memoráveis e o impacto duradouro da produção entre o público.

Foto: reprodução/tvn

Exibido originalmente em 2016, Goblin se tornou um fenômeno de audiência, ultrapassando os 20%, um marco para dramas de TV a cabo na Coreia do Sul. Mesmo após o fim, a produção continuou a conquistar novos espectadores por meio do streaming, consolidando seu status como um dos títulos mais influentes de sua geração.

O drama foi elogiado pelas atuações, pelo texto da roteirista Kim Eun-sook, pela direção de Lee Eung-bok e pela trilha sonora, que teve grande destaque nas paradas musicais. Em 2017, a produção venceu importantes premiações, incluindo o Baeksang Arts Awards, o Cable TV Broadcasting Awards e o Korea Drama Awards.

Segundo a tvN, o especial busca relembrar a trajetória de uma obra que segue popular anos após sua exibição. A emissora destaca que o programa também irá revisitar a química entre os protagonistas e a conexão construída com os fãs.

O especial Goblin 10th Anniversary integra as comemorações de 20 anos da tvN e tem estreia prevista para o primeiro semestre deste ano.

 

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Leia também: 22 idols de K-pop que brilharam em BL’s coreanos

 

Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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Resenha Crítica | Emergência Radioativa: acidente real do Césio-137

Tudo o que a gente faz gera uma consequência; e, às vezes, o que não fazemos gera uma consequência maior ainda

[Contém spoiler]

Em 1987, Goiás vivenciou um dos maiores pesadelos já registrados na história do estado. Em um país onde uma máquina de radioterapia abandonada vira sucata, dois catadores a acham valiosa o suficiente para tentarem vender. Nela encontram “um pó bonito” e, a partir daí, a tragédia se espalha, não por um vírus ou outra vilania caricata, mas por abandono, falta de informação e uma cadeia interminável de negligências.

Temos, então, o seguinte cenário: um inimigo invisível que parece inofensivo, até não ser mais. Em cinco episódios, criados por Gustavo Lipsztein, com um elenco liderado por Johnny Massaro e Paulo Gorgulho, Emergência Radioativa traz uma trama inspirada em fatos reais e uma tensão assustadora que não precisa ser inventada. A minissérie organiza o caos.

Emergência Radioativa
Foto: divulgação/Netflix

Em setembro de 1987, dois jovens entraram nas ruínas do antigo Instituto Radiológico de Goiânia, deixadas sem vigilância. Ignorando o perigo oculto em uma peça de chumbo, removeram do local uma cápsula de Césio-137, um isótopo altamente radioativo abandonado de forma irresponsável. A peça foi vendida para o ferro-velho de Devair Ferreira, que, encantado com o pó que havia ali dentro, compartilhou os 19 gramas de cloreto de césio com familiares e amigos.

Quando a Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) finalmente identificou a radiação, 15 dias depois, o rastro de contaminação já havia se espalhado por bairros inteiros. Na Escala Internacional de Eventos Nucleares, que vai até 7, o acidente foi classificado como de nível 5, com consequências de longo alcance, colocando o Brasil no mapa de piores acidentes radioativos do mundo.

Chernobyl x Césio-137
Foto: reprodução/Rolling Stone Brasil

Em abril de 1986, houve o maior acidente radioativo do mundo, na usina de Chernobyl, na antiga URSS. Em setembro de 1987, ocorreu o maior acidente radiológico do mundo, na cidade de Goiânia, em Goiás. A comparação entre os dois foi inevitável, e, apesar da série abraçar essa comparação e na época ter sido divulgada como tal, ambos possuem suas particularidades que merecem atenção.

Primeiramente, se há um acidente com material radioativo utilizado para fins de produção de energia ou de pesquisa, esse acidente é chamado de acidente radioativo. Agora, se esse material que desencadeou o acidente foi utilizado para qualquer outro fim, diferente desses dois, será classificado como acidente radiológico. Chernobyl, por exemplo, é o maior acidente radioativo da história, enquanto o Césio-137 é o maior acidente radiológico.

Emergência Radioativa
Foto: divulgação/Netflix

Outro ponto importante a ser considerado, é a diferença entre contaminação radioativa e irradiação radioativa. Suponhamos que temos um material que seja uma fonte de emissão de radiação – ou seja, um material radioativo –, se eu tiver contato direto, tocar este material, eu estou contaminado. No entanto, caso haja uma fonte de radiação – fonte de energia nuclear, material radioativo, etc – e eu não a toque mas esteja próximo o suficiente, eu estarei recebendo a irradiação, portanto, estou sendo irradiado

Várias pessoas foram irradiadas no acidente com o Césio-137; não tiveram contato direto, mas estavam próximas da fonte. O que fica mais claro em Chernobyl. As pessoas contaminadas desenvolveram problemas de saúde mais graves. Já as pessoas que foram somente irradiadas, ou acabaram desenvolvendo eles de forma mais amena ou nem mesmo os desenvolveram, dependendo da extensão de sua exposição.

Toda a espécie que foi contaminada, irradia, mas nem toda espécie que foi irradiada está contaminada, ou seja, quem foi apenas irradiado não está contaminado e nem contamina.

Os impactos sociais e o racismo ambiental
Emergência Radioativa
Foto: divulgação/Netflix

Um dos aspectos mais marcantes e dolorosos do desastre, que evidenciou a vulnerabilidade de populações periféricas, a desigualdade no acesso à informação e a negligência do poder público, foi o fato de que a contaminação atingiu majoritariamente trabalhadores braçais e pessoas com pouca escolaridade, que manusearam a cápsula de Césio-137 justamente por não conhecerem o risco radioativo.

O acidente começou quando dois catadores de lixo encontraram um equipamento de radioterapia abandonado em uma clínica desativada, enquanto buscavam materiais recicláveis. A necessidade de sobrevivência empurrou trabalhadores pobres para o contato direto com o lixo tóxico que o Estado falhou em fiscalizar.

O que se desencadeou a partir disso, mostra que as vítimas diretas, incluindo Leide das Neves Ferreira – na série representada pela personagem Celeste –, eram pessoas com pouca informação sobre o risco e que viviam em condições de marginalização, reforçando o conceito de que os maiores riscos ambientais são desproporcionalmente suportados por populações empobrecidas.

Emergência Radioativa
Foto: divulgação/Netflix

Na série, a abordagem das autoridades é retratada como reflexo direto do preconceito de classe e raça. A forma como as vítimas foram tratadas no início da crise destacou-se, principalmente, pela desumanização. Assim que a contaminação foi descoberta, a resposta não foi médica, mas de segurança pública. As vítimas foram cercadas por policiais e técnicos com roupas de proteção a uma distância que gerou pânico. Não houve diálogo, houve ordens.

As pessoas foram retiradas de suas casas sob forte vigilância, e quando abordadas não sabiam o que era radiação, fazendo com que muitas acreditassem que estavam sendo presas por algum crime que não cometeram. As explicações eram inexistentes ou técnicas demais. A prioridade era o isolamento físico, tratando os corpos das vítimas como lixo tóxico ambulante, fontes de contaminação, e não como pacientes.

O Estádio Olímpico de Goiânia foi transformado em um centro de triagem e alojamento, mas fica claro o ambiente extremamente hostil ao redor e o desprezo pela dignidade dos contaminados. Milhares de pessoas amontoadas em arquibancadas e gramados, sob sol forte, esperando por testes de contagem de radiação; banhos forçados com escovas grossas e vinagre – para tentar tirar o césio da pele –, muitas vezes feitos de forma bruta e sem privacidade, ferindo a pele já fragilizada; e o estigma racial, que é reforçado nas atitudes do técnicos que evitavam o toque humano, aumentando o sentimento de que aquelas pessoas eram “impuras” e “perigosas”.

Emergência Radioativa
Foto: divulgação/Netflix

As vítimas do acidente perderam tudo que possuíam, desde a casa até suas roupas e documentos pessoais, que se tornaram rejeitos radioativos. Após o acidente, se tornou impossível que retornassem às suas moradias e retomassem suas atividades rotineiras devido a falta de saúde e a discriminação e preconceito da sociedade que, por medo de se contaminar, impediu a reinserção destas pessoas no mercado de trabalho.

No entanto, a discriminação não foi restrita somente ao lugar no qual ocorreu o acidente e às vítimas que tiveram contato com o material. Ela se estendeu para os funcionários que atuaram tanto no trato da saúde dos doentes como aos policiais e repórteres que atuaram na cobertura do acidente. O medo da radiação se transformou em pânico generalizado, e o despreparo das autoridades constituídas, da imprensa em abordar o assunto e da grande maioria da população, reforçou a disseminação de desinformações.

O “pó azul” e o silêncio que mata
Emergência Radioativa
Foto: divulgação/Netflix

O acidente foi resultado direto de uma falha informacional: o Estado não fiscalizou o abandono do aparelho, e a população não possuía educação ambiental para identificar o risco. Destaca-se que nos três anos em que permaneceu abandonada, a cápsula de Césio-137 não foi objeto de nenhum ato de fiscalização da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN).

O césio foi descoberto em 1860, não existe na natureza, e é um subproduto do urânio. É um metal extremamente tóxico e radioativo, que emite raios alfa. Para a família de Devair – na série representado pelo personagem Evenildo –, o césio não era um veneno, era um “milagre” ou uma joia. A falta de sinalização e educação básica sobre radioatividade transformou uma arma letal em um brinquedo.

Em um primeiro momento, aqueles que tiveram contato apresentaram sintomas característicos de contaminação radioativa: náusea, vômito, diarreia, tontura e queimaduras na pele. À época, em razão do desconhecimento do possível causador daqueles efeitos, nem os médicos do hospital local puderam ajudar em um primeiro momento. Quando buscavam assistência, recebiam diagnósticos de possível intoxicação, fato que ajudou a ampliar o acidente radioativo.

Emergência Radioativa
Foto: divulgação/Netflix

Quando, enfim, o acidente foi identificado, foi acionado um plano de emergência com a participação de diversas entidades para contribuir na mitigação dos danos na “Operação Césio-137”. 

Após os testes, foi constatado que haviam 22 pessoas seriamente comprometidas, radiolesadas e internamente contaminadas, com quadros clínicos agravados. Elas foram internadas no Hospital Geral de Goiânia. Dessas 22 pessoas, algumas foram enviadas ao Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro, incluindo as quatro vítimas fatais do acidente.

Quando o caso estourou, a mídia, sem preparo técnico, tratou a radiação como algo “contagioso”, como um vírus, consolidando a imagem das vítimas como seres perigosos, e não como pacientes que precisam de cuidados.

Uma equipe de saúde foi formada às pressas para dar atendimento tanto aos hospitalizados quanto para atender a população que morava e trabalhava perto dos focos de contaminação. Essa foi a primeira grande dificuldade atrelada ao evento. Poucos profissionais estavam dispostos a enfrentar o perigo, isso porque a carência de informações adequadas dava asas à imaginação e fomentava o medo do desconhecido.

Emergência Radioativa
Foto: divulgação/Netflix

A série, e os registros históricos do acidente, mostram que a gestão da crise foi pautada pela “política do abafamento”. O governo, em vez de educar a população, agiu como um gerenciador de danos de imagem, priorizando a economia e a ordem pública sobre a saúde e a transparência. Essa postura, obviamente, gerou uma sucessão de decisões negligentes e autoritárias.

Um dos momentos mais graves de omissão foi a decisão de manter o transporte público funcionando normalmente. Mesmo sabendo que o material radioativo havia circulado em um ônibus, levado por Maria Gabriela – na série representada pela personagem Antônia –, as autoridades hesitaram em retirar os veículos de circulação para não causar pânico e não paralisar a cidade. Isso aumentou exponencialmente o número de pessoas monitoradas, pois o rastreio da contaminação se perdeu no fluxo urbano.

Emergência Radioativa
Foto: divulgação/Netflix

Houve, também, uma tentativa desesperada de se livrar dos rejeitos o mais rápido possível, sem um plano nacional coordenado. O governo tentou enviar o material para outros estados e municípios, mas foi barrado por liminares judiciais e protestos. Como o governo federal não assumiu uma postura de esclarecimento, o Césio virou praticamente uma “batata quente”. A falta de uma voz oficial explicando que o lixo, se bem condicionado, era seguro, fez com que estados vizinhos fechassem as fronteiras para produtos e pessoas vindas Goiás, o que agravou o isolamento econômico.

Para o governo, explicar o que era a radiação era perigoso demais, pois daria às pessoas o poder de questionar as falhas do Estado. Ao invés de transparência, cercaram os bairros contaminados com tropas militares, o governo dizia ter o controle, mas a população lia: “estamos sob ataque”. A série ainda destaca que o governo acreditava que a ignorância das vítimas facilitaria o manejo da crise, quando na verdade só gerou revolta e traumas psicológicos.

Um dos momentos mais fortes de todos os cinco episódios, é o enterro de Leide e Maria Gabriela – personagens de Celeste e Antônia, respectivamente. Moradores de Goiânia, desinformados e em pânico, tentaram impedir o sepultamento com pedradas e barricadas. Eles acreditavam que o corpo enterrado ali contaminaria o solo da cidade inteira para sempre. A autoridade tampouco cooperou, tratando o enterro como uma operação de descarte de lixo tóxico – caixões de chumbo pesando toneladas –, reforçando a ideia de que ali não havia mais um ser humano, mas um perigo.

Memórias radioativas
Emergência Radioativa
Foto: divulgação/Netflix

“Acho que séries como a nossa, que resgatam episódios tão importantes, tão trágicos e, nesse caso, realmente esquecidos, cumprem exatamente essa função de resgatar a memória, de colocá-la novamente no consciente coletivo, até na esperança de que algo não se repita, que possamos dar um passo adiante”, disse Johnny Massaro, intérprete do personagem Márcio, inspirado no físico Walter Mendes Ferreira, em entrevista coletiva.

Para o ator, a importância de abordar temas como esse ressalta a possibilidade de uma obra artística se tornar meio para um debate crucial, ainda mais envolvendo um trauma tão doloroso para diversos brasileiros.

“A minha esperança é que a gente consiga, sobretudo para as vítimas que ainda estão aqui e ainda sofrem as consequências deste evento, que elas tenham o que merecem, porque são dores que ainda estão pulsando”, reforçou Massaro.

A série faz o que Chernobyl, da HBO Max, fez com maestria, juntando a corrida técnica com o colapso social. As pessoas afetadas são, em sua maioria, trabalhadores, pessoas que não têm escolha, pessoas que vivem com o preconceito todos os dias e agora precisam lidar com um novo estigma: o de ser contaminado. A série mostra a simples realidade, que as tragédias no Brasil sempre vêm acompanhadas da culpa jogada nas vítimas e conveniência política tentando minimizar o estrago.

O terror, além da radiação, é burocrático. Autoridades tentando controlar a narrativa enquanto tudo vira de cabeça para baixo. Você sente raiva ao assistir justamente porque você reconhece o vilão. O vilão que nega, reduz, empurra, e depois diz “vamos aguardar”. O vilão que usa cargo, carimbo e coletiva de imprensa. 

Emergência Radioativa
Foto: divulgação/Netflix

Uma tragédia não é uma tragédia porque ela tem grandes números de vítimas, ela é uma tragédia porque afeta pessoas. E a série de Gustavo Lipsztein, também criador de Todo Dia a Mesma Noite, sobre o incêndio da Boate Kiss, não negligencia. Aqui, vítimas e pessoas que tentaram conter a contaminação são o eixo da história. 

Todos os personagens, no entanto, tiveram seus nomes trocados. Isso porque, apesar de se atentar aos fatos reais, o criador quis uma certa liberdade para dramatizar as circunstâncias de cada uma das pessoas envolvidas – as vítimas, no entanto, não concordam com tal mudança. Leide das Neves, a menina de seis anos que se tornou símbolo da tragédia ao morrer contaminada, é Celeste. Sua mãe, Lourdes das Neves, virou Catarina. O pai, Ivo, foi batizado de João, e o filho adolescente, Lucimar, aparece como Claudinei. Devair e Maria Gabriela Ferreira, dono do ferro-velho que recebeu o equipamento radioativo e sua esposa, tornaram-se Evenildo e Antônia.

Emergência Radioativa
Foto: divulgação/Netflix

A tônica da série é ser muito didática. A dramaturgia é direta, sem muitos adornos, é bastante descritiva e acompanha toda a história de forma linear, cruzando as várias linhas de ação à medida que os acontecimentos vão se desdobrando.

No entanto, justamente por essa escolha, em cinco episódios, a série precisa condensar muita complexidade. E é aqui que a gente perde um pouco a oportunidade de fazer um retrato maior. Há inúmeras situações de oposição – entre população e autoridade, entre ciência e política, entre bom senso e deslumbramento – mas eles não amplificaram as circunstâncias, as situações não foram traduzidas de forma visual mais abrangente. 

Ao assistir, o espectador sente que um arco acaba perdendo um pouco mais de tempo, ou que um personagem poderia ter sua profundidade mais explorada. O formato de minissérie é limitado, então o roteiro segue um impacto concentrado. 

Essa característica, apesar de ser um divisor de águas para o público em geral, talvez seja o motivo que faz a série funcionar de maneira clara e objetiva. Ela conscientiza, emociona, te deixa tenso, triste, e te faz refletir em torno de uma pergunta vergonhosa: “como um acidente dessa escala aconteceu fora de uma usina nuclear e como a gente foi capaz de esquecer tão rápido?”

O horror que se desenrolou não veio de uma grande explosão, veio do cotidiano.

Imagem real do acidente Césio-137
Foto: reprodução/CNEN

Apesar das críticas de alguns dos sobreviventes – que afirmam não terem sido contatados pela produção da série para darem seus relatos –, a visibilidade gerada pela obra resultou no reajuste da pensão para os mais de 1.500 afetados, um lembrete amargo de que o reconhecimento de direitos básicos ainda depende da pressão midiática. A pensão, depois de sete anos sem correção, foi aprovada da seguinte forma: os valores para radiolesionados graves subirão de R$1.908 para R$3.242, e para os demais beneficiários de R$954 para R$1.620.

O depósito de Abadia de Goiás permanece um sucesso da engenharia de isolamento. O projeto foi desenhado para resistir a abalos sísmicos e grandes inundações, garantindo que o Césio fique isolado por pelo menos 300 anos, tempo necessário para a radioatividade cair a níveis seguros. Sob controle da Comissão Nacional de Energia Nuclear, o depósito definitivo passa por análises trimestrais de solo, água e vegetação para evitar riscos de contaminação.

Hoje, técnicos da CNEN trabalham no local diariamente realizando rondas e manutenções preventivas na estrutura física, e o local é uma área de segurança nacional monitorada por câmeras e cercas, impedindo qualquer tentativa de invasão ou vandalismo que possa comprometer a integridade dos selos.

Imagem real acidente Césio-137
Foto: reprodução/CNEN

A contradição? O Estado investe milhões e mantém um rigor científico impecável para garantir que nenhum átomo de Césio saia de Abadia, mas os sobreviventes, vítimas humanas, não recebem o mesmo rigor e atenção em seus exames médicos de rotina e no acesso a medicamentos.

A luta por reconhecimento pleno e reparação justa continua, com sobreviventes enfrentando sequelas crônicas e a invisibilização de seus direitos. A justiça para as vítimas permanece negligenciada até os dias de hoje. 

Mas elas continuam na sua busca permanente pela dignidade, agora lutando pela construção de um memorial do Césio-137 para que o acidente/crime não caia no esquecimento e sirva de aprendizado para que outros crimes e negligências deste tipo não ocorram mais.

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Leia também: Especial | Dia do teatro: expressão humana através dos séculos 

 

Texto revisado por Angela Maziero Santana 

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Cinema Notícias

O Diabo Veste Prada 2: tudo sobre o filme do ano

20 anos após o lançamento do icônico filme, O Diabo Veste Prada 2 retorna com Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt

 

A aguardada sequência de um dos filmes mais amados dos anos 2000, O Diabo Veste Prada 2, chega aos cinemas este ano, e o mundo do cinema se prepara para seu lançamento. Com o retorno da equipe criativa do original, a sequência traz o mundo atual e mostra como as personagens de Meryl Streep, Anne Hathaway e  Emily Blunt se encaixam nesse novo cenário.

Qual é a história de O Diabo Veste Prada 2?
O diabo veste prada 2
Foto: divulgação/20th Century Studios

Após 20 anos da trama original, a sequência acompanha o retorno de Andy Sachs (Anne Hathaway) à revista Runway, que passa por um momento delicado, mesmo sob o comando da implacável editora-chefe Miranda Priestly (Meryl Streep). Em um século XXI completamente modernizado, elas buscam trazer a publicação de volta aos seus dias de glória. Para isso, elas precisam se reconectar com Emily Charlton (Emily Blunt), ex-assistente de Miranda, que agora comanda uma marca de luxo que pode ser a chave para manter a Runway na ativa.

O primeiro filme de O Diabo Veste Prada é uma adaptação do livro de Lauren Weisberger, que escreveu uma continuação em 2013 intitulada A Vingança Veste Prada. No entanto, a sequência não adapta o segundo romance, mas foca em contar uma história totalmente original.

Emily blunt em O diabo veste prada 2
Foto: divulgação/20th Century Studios

“As personagens principais ainda são as criações de Lauren, mas esse é um mundo novo com novas circunstâncias, dilemas, dificuldades e uma evolução no relacionamento delas”, explicou a roteirista Aline Brosh McKenna

Assista ao trailer oficial

Um dos elementos mais marcantes do filme original é o elenco, que retorna em peso para sua aguardada sequência, O Diabo Veste Prada 2. Além de Meryl Streep, Anne Hathaway e Emily Blunt, a continuação também traz Stanley Tucci como Nigel Kipling, o diretor de arte da revista Runway.

Grandes estrelas do cinema também se juntam aos veteranos, como Kenneth Branagh, Justin Theroux, Lucy Liu, B.J. Novak e Simone Ashley. Tracie Thoms, Tibor Feldman, Patrick Brammall, Caleb Hearon e Helen J. Shen completam o elenco do novo filme.

poster o diabo veste prada 2
Foto: divulgação/20th Century Studios

Mas não é só o elenco original que retorna para a continuação. O filme é um raro caso de sequência que reúne também todos os responsáveis pelo primeiro longa. A produção tem direção de David Frankel e roteiro de Aline Brosh McKenna, com base nos personagens criados pela escritora Lauren Weisberger.

O figurino e a trilha sonora são novamente assinados por Molly Rogers e Theodore Shapiro, respectivamente. A direção de fotografia ficou a cargo de Florian Ballhaus e Jess Gonchor volta como designer de produção.

Colocando fim a uma espera de 20 anos, O Diabo Veste Prada 2 chega aos cinemas de todo Brasil em 30 de abril deste ano.

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Texto revisado por Kaylanne Faustino

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Cinema Notícias

Comédia protagonizada por Mônica Martelli e Ingrid Guimarães estreia em maio

Dirigido por Susana Garcia, Minha Melhor Amiga é inspirado nas viagens da dupla de atrizes com suas filhas adolescentes

Depois de conquistar a internet mostrando perrengues engraçados durante suas férias na Europa, Mônica Martelli (Minha Vida em Marte, 2018) e Ingrid Guimarães (Fala Sério, Mãe!, 2017) estrelam na comédia Minha Melhor Amiga. 

O filme é inspirado nas experiências reais da dupla de amigas viajando com suas filhas adolescentes Julia e Clara, que inclusive dão nome às protagonistas. Dirigido por Susana Garcia (Minha Mãe é Uma Peça 3, 2019), Minha Melhor Amiga estreia exclusivamente nos cinemas de todo o Brasil no dia 28 de maio. 

Assista ao teaser: 

Gravado no Rio de Janeiro, em Lisboa e em Sevilha, o longa conta a história das melhores amigas Julia (Mônica Martelli) e Clara (Ingrid Guimarães) que estão em uma fase difícil da vida. No auge dos seus 50 anos, ambas encaram problemas no amor e na vida profissional. 

Porém, quando suas filhas Manu (Giulia Benite) e Isadora (Gabi Amaral), de 15 anos, vão fazer um intercâmbio em Portugal, as mães decidem que esta é a oportunidade para dar um basta na vida sem graça e embarcam também para Portugal em busca de novas aventuras. 

Gabi Amaral e Giulia Benite para comédia Minha Melhor Amiga
Foto: divulgação/Paris Filmes

Ao chegarem em solo europeu, nem tudo sai como planejado e o que seriam apenas umas férias divertidas se transformam em uma viagem que vai ressignificar a vida delas para sempre. 

cartaz comédia minha melhor amiga
Foto: divulgação/Paris Filmes

O roteiro final é de Andrea Batitucci, Ingrid Guimarães, Mônica Martelli e Susana Garcia. A produção é de Marcio Fraccaroli, André Fraccaroli e Veronica Stumpf, da Paris Entretenimento, e a distribuição é da Paris Filmes.

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Texto revisado por Angela Maziero Santana

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Do nada: ENHYPEN anuncia show no Brasil e pega fãs de surpresa

Grupo de K-pop confirmou apresentação em São Paulo em julho como parte de nova turnê mundial

Do nada mesmo. O ENHYPEN apareceu com uma novidade que deixou os fãs brasileiros em choque nesta semana: o grupo anunciou sua primeira passagem pelo Brasil. A apresentação acontece no dia 4 de julho, em São Paulo, e faz parte da turnê mundial Blood Saga.

Ainda não há informações sobre o local do show nem sobre a venda de ingressos, mas isso não impediu a internet de surtar. Nas redes sociais, fãs já se mobilizam para garantir presença no que promete ser um dos shows mais aguardados do K-pop no país em 2026.

Foto: reprodução/soompi

A turnê também chega em um momento delicado na trajetória do grupo. Recentemente, o ENHYPEN passou por mudanças importantes após a saída de Heeseung, que deixou a formação em março para seguir carreira solo. A decisão gerou forte reação entre fãs, com pedidos de explicações à empresa responsável pelo grupo. Poucos dias depois, a agência confirmou que o artista não retornaria.

Mesmo com o impacto, o grupo segue ativo e em alta. Formado atualmente por Jungwon, Jay, Jake, Sunghoon, Sunoo e Ni-ki, o ENHYPEN vem consolidando seu espaço global. Em janeiro, o grupo conquistou pela primeira vez o topo da parada Top Artists da Billboard e também alcançou o primeiro lugar na Top Album Sales com o álbum THE SIN: VANISH.

O show em São Paulo será a primeira parada da turnê fora da Coreia do Sul. Depois do Brasil, o grupo ainda passa por países como Peru, México, Estados Unidos, Japão, França e Itália, reforçando o alcance global da nova fase.

 

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Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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M.I.A. anuncia show em São Paulo

Rapper britânica marca apresentação na capital paulista em novembro

A ousadia musical de Mathangi (Maya) Arulpragasam, mundialmente conhecida pelo nome artístico M.I.A., estabeleceu uma relação de longa data com o público brasileiro. Em sua estreia nos palcos do país, como atração do TIM Festival há mais de duas décadas, a artista escancarou sua inspiração e se tornou uma estrela internacional que é frequentemente lembrada como uma das primeiras a incorporar o funk carioca à sua sonoridade.

Agora, os fãs podem comemorar: a rapper realiza um show em São Paulo, marcado para o dia 1º de novembro, na Audio. O espetáculo é realizado pela 30e, maior companhia brasileira de entretenimento ao vivo, e apresentado por Itaú Live. Clientes Itaú Unibanco têm pré-venda exclusiva de ingressos a partir de 31 de março, ao meio-dia, e a venda geral começa no dia 2 de abril, ao meio-dia, no site da Eventim.

Rapper Britânica
Foto: divulgação

M.I.A. é um nome de impacto no pop contemporâneo. O disco de estreia, Arular (2005), chegou deixando claro que as fórmulas convencionais da música mainstream da época não dialogavam com a sua criatividade e  referências, as quais a situam em posições de pioneirismo. Isso porque a rapper mistura gêneros, como hip-hop, punk, dancehall e house em suas canções. Todo esse repertório resultou, ao longo de sua carreira, em hinos como Paper Planes e Bad Girls, que, juntos, somam mais de 1 bilhão de streams apenas no Spotify. A origem familiar do Sri Lanka e o ativismo em prol de comunidades de refugiados e imigrantes ao redor do mundo complementam a característica marcante dos visuais da artista, presente no clipe de Born Free, lançado em 2010.

Parcerias de peso também ajudaram a cravar o nome de M.I.A. na cultura pop em diferentes episódios de sua trajetória. A artista ostenta colaborações em faixas como Give Me All Your Luvin, com Madonna e Nicki Minaj; Freedun, com ZAYN; Exodus, com The Weeknd; e Come Around, com o rapper e produtor Timbaland.

Em 2025, M.I.A. promoveu um retorno gradual aos palcos, com shows no Palomosa Fest, no Canadá, e no Harvest Rock Festival, na Austrália, além de datas pela Oceania. A partir de abril de 2026, a rapper inicia uma série de apresentações ao lado de Kid Cudi como convidada especial da The Rebel Ragers Tour, nos Estados Unidos.

O repertório dos shows recentes de M.I.A. reúne sucessos da carreira e celebra os 20 anos do álbum Arular. Nas redes sociais, a artista também instiga os fãs com a possibilidade de novos lançamentos pelo selo OHMNI Music, sua gravadora independente, o que sinaliza que o público brasileiro poderá testemunhar de perto os primeiros movimentos dessa nova fase criativa.

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Texto revisado por Ana Carolina Loçasso Luz

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22 idols de K-pop que brilharam em BL’s coreanos

Astros do K-pop vêm conquistando também as telas com romances envolventes e performances marcantes no universo dos K-dramas BL

Os idols de K-pop têm expandido cada vez mais suas carreiras para além dos palcos, marcando presença em dramas coreanos do gênero BL (Boys’ Love).

Seja como atores iniciantes ou já experientes — e até mesmo apenas começando  como atores para depois virarem idols — esses artistas vêm encantando o público com química envolvente e histórias emocionantes.

A seguir, confira 22 idols que entraram no universo dos BLs e deixaram uma impressão memorável:

Kim Ji Woong (ZEROBASEONE)

Conhecido por integrar o ZEROBASEONE, Kim Ji Woong atua em K-dramas desde 2017. Ele participou de produções como Kissable Lips (2022), um romance universitário com vampiros, e Roommates of Poongduck 304 (2022), que mistura convivência entre colegas e ambiente corporativo.

Foto: reprodução/soompi
Junseo (ALPHA DRIVE ONE)

Após passar por grupos como 1THE9 e WEi, Junseo retornou ao cenário musical no ALPHA DRIVE ONE após competir no BOYS II PLANET. Em 2025, estrelou o BL Secret Relationships (2025), interpretando um funcionário envolvido em uma dinâmica tóxica com três homens.

Foto: reprodução/soompi
Yoo Young Jae (B.A.P)

No drama Spring of Crush (2022), vive um jovem que entra em um casamento arranjado e acaba desenvolvendo sentimentos inesperados.

Foto: reprodução/soompi
Jaechan (DKZ) e Park Seo Ham (ex-KNK)

Protagonistas de Semantic Error (2022), um dos BLs coreanos mais populares, eles interpretam dois universitários de personalidades opostas que acabam se apaixonando.

Foto: reprodução/soompi
Yechan e Jaehan (OMEGA X)

Atuaram juntos em A Shoulder to Cry On (2023), uma história sobre um estudante acusado injustamente e outro colega que, aos poucos, passa a compreendê-lo.

Foto: reprodução/soompi
Kevin (OMEGA X)

Em My Bias is Showing (2025), Kevin interpreta um estudante que esconde ser fã de K-pop — até que seu ídolo aparece em sua escola.

Foto: reprodução/soompi
Gongchan (B1A4)

Em Unintentional Love Story (2023), vive um funcionário que precisa conquistar o artista favorito do chefe para recuperar seu emprego.

Foto: reprodução/soompi
Jinkwon (Newkidd)

Participou de Jazz for Two (2024), sobre dois pianistas que desenvolvem uma relação enquanto treinam juntos.

Foto: reprodução/soompi
Lee Minwook (Newkidd) e Yongseung (VERIVERY)

Estrelam You Want Some? (2024), série curta sobre dois amigos cuja dinâmica muda por causa de ciúmes e comparações.

Foto: reprodução/soompi
Hur Hyun Jun (ex-THE BOYZ)

Protagonizou Color Rush (2020), fantasia ambientada em um mundo onde algumas pessoas não veem cores até encontrarem suas almas gêmeas.

Foto: reprodução/soompi
Hyuk (VIXX)

Participou de Color Rush 2 (2022), continuação ambientada no mesmo universo, com foco em um novo casal.

Foto: reprodução/soompi
Lee Tae Vin (ex-MYTEEN) e Woongki (AHOF)

Estrelam Love for Love’s Sake (2024), romance com elementos de fantasia envolvendo um homem que entra em um jogo criado por ele mesmo.

Foto: reprodução/soompi
Leo (VIXX)

Atuou em Happy Ending Romance (2022), sobre um escritor em crise que encontra apoio em novas relações.

Foto: reprodução/soompi
Junhee (A.C.E)

Protagonista de Tinted with You (2021), drama que mistura passado e presente em uma história de amor entre diferentes épocas.

Foto: reprodução/soompi
Jeon Minwook (CLOSE YOUR EYES)

Participou de Love Class 2 (2023), interpretando um estudante que se apaixona à primeira vista por seu tutor.

Foto: reprodução/soompi
Zuho (SF9)

Estrelou Starstruck (2023), romance entre amigos de infância que escondem sentimentos.

Foto: reprodução/soompi
Subin (VICTON)

Protagonizou Peach Trap (2025), comédia romântica sobre relacionamentos complexos e inesperados.

Foto: reprodução/soompi
Yoon Ji Sung (Wanna One)

Fez sua estreia em BL com Thundercloud Rainstorm (2025), um drama que acompanha uma relação que evolui de empatia para sentimentos intensos e possessivos.

Foto: reprodução/soompi

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Leia também: Três décadas de transformação lésbica na TV

 

Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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Entrevista | Mario Salerno Junior aborda memória e reencontros em novo livro

Autor utiliza tragédia real para refletir sobre luto, identidade e o valor da vida

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Notícias da semana no mundo turco – 23/3 a 28/3

Confira as atualizações do entretenimento no mundo turco durante esta semana

Por Ana Matos, Anna Mellado, Débora Lima, Gisélia Oliveira e Mariana Chagas

Kerem Bürsin é confirmado em novo filme com Pınar Deniz

O diretor Nuri Bilge Ceylan segue avançando com seu novo longa Yorgun Güneş (tradução livre: Sol Cansado), e o projeto acaba de ganhar um reforço de peso no elenco: Kerem Bürsin. O filme já havia confirmado nomes como Pınar Deniz, Altan Erkekli e Osman Sonant, e agora surpreende ao incluir o ator, que recentemente esteve no ar com a dizi Çarpıntı.

Créditos: reprodução/Instagram @thebursin

A trama gira em torno do intenso conflito entre pai e filha, acompanhando os confrontos emocionais entre Defne e Sabri, em uma história centrada em relações familiares e acertos do passado. Este será o primeiro filme de verão de Ceylan, que aposta em uma narrativa mais íntima e sensível, enquanto Kerem Bürsin amplia sua trajetória com mais um projeto de destaque no cinema. Seguiremos acompanhando as atualizações do título.

Dizi Operasyon Alesta ganha reforços no elenco e avança nos preparativos

A dizi Operasyon Alesta (tradução livre: Operação Alesta), nova produção da plataforma de streaming tabii com o apoio do Ministério da Defesa Nacional da Turquia, segue em ritmo acelerado de preparação e vem revelando um elenco cada vez mais forte.

Entre os nomes confirmados, Cem Bender dará vida ao Comandante Levent Yıldırım, enquanto Onur Seyit Yaran interpretará o jovem protagonista Arda Boran, um comandante das forças especiais marítimas. Já Meltem Akçöl será Nehir Bozdoğan, uma jornalista experiente e ex-esposa de Arda, adicionando camadas emocionais à trama.

Foto mundo turco.
Foto: reprodução/ATV

O elenco também conta com reforços internacionais para a história: Fırat Çelik interpretará o francês Julien, enquanto a atriz italiana Denise Capezza viverá Isabelle Moreau, que atuará ao lado do personagem em missões conjuntas. Outro nome confirmado é Ersin Arıcı, que dará vida ao Capitão Murat, ampliando o núcleo militar da produção.

Com direção de Yunus Ozan Korkut e roteiro assinado por Onur Böber, a série abordará uma grande operação naval, mesclando ação e drama.

Foto mundo turco.
Foto: reprodução/DiziClub

Com o início das filmagens previsto para abril, Operasyon Alesta já se destaca como uma das apostas mais ambiciosas da tabii, tanto pela escala da produção quanto pelo elenco diversificado. As negociações com outros atores continuam e mais informações devem ser anunciadas em breve.

Daha 17 ganha novos nomes e fecha elenco para estreia

A dizi Daha 17 (tradução livre: Apenas 17) segue avançando em sua produção e vem formando um elenco amplo para sua estreia no Kanal D.

Entre os novos nomes confirmados, Ata Yaşat interpretará Teoman, um dos filhos gêmeos de Şebnem (Nesrin Cavadzade), enquanto Dilara Aksüyek dará vida à Nuray, mãe de Deniz e amiga da protagonista. Já Armağan Oğuz será Hakan Akkaya, marido de Şebnem e um influente empresário de Bodrum, completando o núcleo central da trama.

Foto mundo turco.
Foto: reprodução/Instagram @1birsenaltuntas

Com leitura de roteiro já realizada, a série terá suas gravações iniciadas em Istambul, neste fim de semana, antes de seguir para Bodrum, e aposta em um grande elenco que reúne tanto nomes experientes quanto jovens talentos. Além dos protagonistas, a produção contará com atores como Çağdaş Onur Öztürk, Çağan Efe Ak, Helin Elveren e Ceren Ayruk, além de diversas adições recentes que ampliam os núcleos da história.

Oğuzhan Şener também se junta ao elenco como Oğuz, um orientador vocacional na escola em que os jovens estudam e que se sente responsável por seus alunos. Prevista para estrear em breve, Daha 17 se posiciona como uma das principais apostas juvenis da nova temporada.

Miray Daner e Halit Özgür Sarı protagonizam Alıkara

A dizi Alıkara (tradução livre: Mancha Escura), nova produção da Karga Seven Pictures para a plataforma TOD, tem sua preparação já avançada e já teve seus protagonistas confirmados: Miray Daner e Halit Özgür Sarı. A dupla dará vida aos personagens centrais da trama, que acompanha o relacionamento conturbado entre uma psicóloga e um comissário.

Foto mundo turco.
Foto: reprodução/Instagram @1birsenaltuntas

A direção também foi revelada e será comandada por Hülya Gezer, enquanto o roteiro fica por conta de Bengü Üçüncü, a partir de uma história criada por Eylem Canpolat

Com início das gravações previsto para maio, Alıkara segue em fase de escalação de elenco e já desponta como uma das apostas do streaming turco para a próxima temporada.

Çirkin ganha data de estreia na Star TV

A aguardada dizi Çirkin (tradução livre: Feio) já tem data para chegar às telas. A produção estreia no próximo domingo, 29 de março, às 20h (horário da Turquia), pela Star TV.

Produzida pela 25 Film, a série é dirigida por Burcu Alptekin e Merve Çolak e reúne nomes como Çağlar Ertuğrul (Armadilha do Amor, 2019) e Derya Pınar Ak nos papéis centrais.

Foto mundo turco.
Foto: reprodução/Instagram @startv

A trama acompanha a história de Meryem, uma jovem que sofreu perdas na infância, cuja vida é atravessada por um amor proibido e cheio de conflitos por Kadir, personagem de Ertuğrul. Anos depois, os caminhos dos dois voltam a se cruzar por meio de um pedido de casamento.

Com um elenco extenso e uma história que mistura drama e romance, Çirkin promete ser um dos destaques da programação dominical.

Delikanlı ganha pôster e primeiro teaser

A dizi Delikanlı (tradução livre: O Cara Durão), nova produção da OGM Pictures para a Show TV, teve seu pôster e primeiro teaser divulgados, mostrando um pouco do que esperar da história (confira aqui).

Dirigida por Zeynep Günay e Recai Karagöz, e com roteiro assinado por Aybike Ertürk e equipe, a dizi traz Mert Ramazan Demir, Melis Sezen, Salih Bademci e Mina Demirtaş nos papéis principais. 

Foto mundo turco.
Foto: reprodução/ Instagram @showtv

A história acompanha Yusuf, um jovem que cresce nos subúrbios de Istambul tentando sustentar a família, mas acaba sendo arrastado para um universo de poder, segredos e disputas. Anos depois, ao retornar com uma nova identidade, ele se vê dividido entre o amor e a vingança, em uma trama que promete conquistar o público.

Daha 17 inicia gravações e aposta em história jovem e intensa

A nova dizi Daha 17 (tradução livre: Ainda 17), produção da Kanal D assinada pela Pastel Film, já começou suas gravações após reunir o elenco na leitura de roteiro realizada em Istambul. Escrita por Gökhan Korkusuz e Redife Zerener e dirigida por Emre Kabakuşak, a série traz como destaque Nesrin Cavadzade no papel de Şebnem, personagem central da trama, ao lado de Çağan Efe Ak, que vive o jovem Aras, protagonista da história.

A narrativa acompanha Aras, um adolescente criado em abrigos que embarca em uma jornada para descobrir suas origens e encontrar o irmão perdido, cruzando caminhos com personagens que mudarão seu destino, como Teoman (Ata Yaşat) e Leyla (Ceren Ayruk). Com uma trama que começa em Istambul e se estende até Bodrum, a produção reúne ainda nomes como Çağdaş Onur Öztürk, Dilara Aksüyek e Melis Babadağ, apostando em uma história emocional sobre identidade, passado e recomeços.

Veja algumas imagens a seguir:

Créditos: reprodução/Birsen Altuntaş
Créditos: reprodução/Birsen Altuntaş
Créditos: reprodução/Birsen Altuntaş
O que mais aconteceu essa semana

Doktor Başka Hayatta ganha novos roteiristas: a dizi Doktor Başka Hayatta (tradução livre: O Médico em Outra Vida) terá mudanças em sua equipe criativa após a saída da roteirista Pınar Bulut. A partir do 6º episódio, o roteiro passará a ser assinado por Aksel Bonfil e Anıl Can Beydilli. Estrelada por İbrahim Çelikkol e Sıla Türkoğlu, a produção segue no ar com novos episódios enquanto se prepara para essa transição criativa.

Goncagül Sunar participará de Teşkilat: a atriz Goncagül Sunar será uma das participações especiais da dizi Teşkilat (tradução livre: Organização), que segue firme em sua sexta temporada e exibirá seu 174º episódio neste domingo. A partir do capítulo 175, Sunar entra na trama interpretando Sultan, uma figura ligada a uma organização que lidera forças iranianas, prometendo movimentar ainda mais a narrativa da produção dirigida por Burak Arlıer.

Ceyda Ateş, Luca Peros e Müjde Uzman estrelam o filme Zarafel: o filme Zarafel teve suas filmagens concluídas e promete trazer uma história de fantasia e suspense para os cinemas. Dirigido por Burak Kuka e escrito por Elçin Sadıkoğlu, o longa acompanha a misteriosa história de um espelho chamado Zarafel, capaz de permitir transições entre dimensões e conexões com pessoas falecidas, descoberto após uma escavação arqueológica. Além de protagonizar a trama como Leyla, Ceyda Ateş também assina a produção do projeto, que conta ainda com Luca Peros, como o Professor Henry, e Müjde Uzman no papel de Havva Kadın, reunindo um elenco robusto para a narrativa que já tem continuação em discussão.

Naz Elmas participa de Doktor: Başka Hayatta: a atriz Naz Elmas fará uma participação especial no quarto episódio da dizi Doktor: Başka Hayatta (tradução livre: O Doutor em Outra Vida), contracenando novamente com İbrahim Çelikkol. Os dois já trabalharam juntos anteriormente em Kördüğüm (tradução livre: Nó Cego).

Özge Gürel e Fatih Gühan competem com The Annesi Ninja no Festival de Cinema de Istambul: o filme The Annesi Ninja (tradução livre: A Mãe Ninja), estrelado por Özge Gürel e Fatih Gühan, fará sua estreia no 45º Festival de Cinema de Istambul, organizado pelo İstanbul Kültür Sanat Vakfı (İKSV), e competirá na categoria Novos Olhares. Dirigido e escrito por Sinan Yabgu Ünal, o longa se destaca por sua narrativa em plano-sequência, sem cortes e em tempo real, e será exibido entre os dias 9 e 19 de abril de 2026, chamando atenção como uma das produções mais inovadoras da seleção.

Eren Hacısalihoğlu se despede da dizi Cennetin Çocukları: além da saída de alguns atores da trama, como Özgü Kaya, Yeşim Gül, Alper Türedi e Ali Düşenkalkar, após as últimas cenas do ator İsmail Hacıoğlu (İskender) serem exibidas na segunda (23), outro ator se despediu do elenco, sendo Eren Hacısalihoğlu quem dava vida ao amigo do protagonista. Escrita por Ali Kara e dirigida por Soner Caner, a dizi Cennetin Çocukları (tradução livre: Filhos do Céu, 2025), que vai ao ar às segundas na TRT1, foi reformulada e a partir do episódio 26, na próxima semana, terá Burak Serdar Şanal e Buse Meral como os novos protagonistas, além do ator Deniz Hamzaoğlu no elenco.

Dizi Yasak Elma pode retornar à televisão: de acordo com a jornalista Birsen Altuntaş, informações vazadas dos bastidores apontam que uma das dizis de maior sucesso da Turquia pode retornar à televisão na próxima temporada pelo canal NOW. A volta de Yasak Elma (tradução livre: Maçã Proibida, 2018), que foi ao ar por seis temporadas na antiga Fox Turquia (atualmente NOW) e já havia sido considerada para uma adaptação cinematográfica, estaria sendo preparada e reuniões já teriam sido realizadas. A história será contada através dos personagens Yıldız, Ender, Caner e Asuman, interpretados por Eda Ece, Şevval Sam, Barış Aytaç e Melisa Doğu, respectivamente. A atriz Eda Ece teria inclusive se encontrado com Fatih Aksoy, proprietário da Medyapım, a quem os direitos da produção, escrita por Melis Civelek, pertencem.

Atriz Seda Akman entra para o elenco da dizi Halef: a mãe da personagem Yıldız (Biran Damla Yılmaz), Ayten Taşçı, teve sua intérprete escolhida, sendo a atriz Seda Akman. Uma mulher atraente e culta, Ayten aparecerá na dizi a partir do episódio 27 da dizi, que irá ao ar na próxima quinta no canal NOW. A personagem aparecerá acompanhada de seu braço direito e motorista, Kenan, vivido por Hakan Dinçkol. A dupla promete intensificar as intrigas e alterar os rumos da história, que ganhará novos desdobramentos. A produção Halef: Köklerin Çağrısı (tradução livre: Sucessor: O Chamado das Raízes, 2025) da Most Production, com roteiro de Ercan Uğur, Eda Daş e Mustafa Dinç, nessa semana teve foco no divórcio de Melek (Aybüke Pusat) e Serhat (İlhan Şen), que aumentará a tensão na história.

Veliaht chega ao fim após 26 episódios: a dizi Veliaht (tradução livre: Herdeiro) exibiu seu episódio final na última quinta (26). A produção da Show TV, que chamava atenção pelo elenco forte e pela proposta, já havia tido seu desfecho definido anteriormente após não alcançar o crescimento esperado de audiência. O último episódio marcou o fim da história, com índices de 2,53 pontos no total.

Pınar Deniz estrela capa da Marie Claire Arabia em parceria com Cartier: Pınar Deniz foi destaque na capa da revista Marie Claire Arabia em um ensaio internacional realizado em colaboração com a marca de joias Cartier. Fotografada pelo francês Alvaro Gracia, a atriz protagoniza um editorial que, como explica a revista, ressalta sua autenticidade e força interior, apresentando uma imagem marcada pela elegância e introspecção. No material divulgado, Deniz é descrita pela Marie Claire Arabia como uma mulher que desafia rótulos e expectativas.

Ragıp Savaş entra para o elenco de Canvermezler: o ator veterano Ragıp Savaş foi confirmado no elenco da dizi Canvermezler (tradução livre: Aqueles que Não Morrem), nova produção da TRT que será ambientada na década de 1930 e inspirada no primeiro romance gótico da literatura turca, Canvermezler Tekkesi. Na trama, que está sendo gravada em Istambul e terá cerca de 20 episódios, Savaş dará vida ao personagem Kont.

Filme Sonunda Sen tem participação especial do filho de Pınar Deniz: o filme Sonunda Sen (tradução livre: Finalmente Você), estrelado por Eda Ece e Kaan Yıldırım, estreou na Netflix e chamou atenção pela participação especial do pequeno Fikret Hakan Yıldırım, filho de Pınar Deniz e Kaan Yıldırım. Ele apareceu em uma breve cena do filme, surpreendendo o público e emocionando os pais durante a pré-estreia.

Başak Gümülcinelioğlu lança música em português em projeto internacional: a atriz e cantora Başak Gümülcinelioğlu, conhecida por seu papel como Pırıl em Sen Çal Kapımı (Será Isso Amor?, 2020), lançou a música Vou Ficar (já disponível em todas as plataformas digitais), como parte do projeto 1nternat10nal, que reúne dez canções interpretadas em dez idiomas diferentes. A proposta tem como objetivo agradecer aos fãs ao redor do mundo em suas próprias línguas, com novos lançamentos previstos semanalmente em diferentes idiomas. Neste terceiro lançamento, o idioma escolhido foi o português. Saiba mais aqui.

Rapidinhas 

– O comediante Mahsun Karaca fechou acordo com a produtora da dizi Prens para protagonizar um filme e uma dizi.

– O filme de comédia Kardeşler Araştırma, com Doğu Demirkol e Cem Gelinoğlu, chegou aos cinemas.

Düşes, nova dizi vertical de comédia romântica estrelada por Pelin Karahan, teve suas primeiras imagens de bastidores divulgadas com o início das filmagens.

Ufuk Beydemir compôs a música Çukur especialmente para a série Kıskanmak.

Ahsen Eroğlu marcou presença no Saut Hermès, evento equestre de luxo realizado em Paris, sendo a única representante da Turquia entre os convidados internacionais.

– As primeiras fotos de Gustav Maier’in Tuhaf Hikayesi, que estreia em breve no Disney+, foram divulgadas (confira aqui).

– O episódio de sexta (27) da dizi Arka Sokaklar (tradução livre: Ruas Secundárias, 2026) não foi ao ar devido a falta de receita publicitária, sendo uma decisão de última hora, o que surpreendeu os telespectadores.

– O filme Sarı Zarflar (tradução livre: Envelopes Amarelos, 2026), coprodução turca-alemã e primeiro filme da Turquia a ganhar o Urso de Ouro no Festival de Berlim, estreou na sexta (27) na Turquia.

 

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Leia também: Notícias da semana no mundo turco – 16/3 a 21/3

 

Texto revisado por Cristiane Amarante @cris_tiane_rj

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Xuxa anuncia show nostálgico O Último Voo da Nave no Rio de Janeiro

Apresentação acontece dia 20 de dezembro e terá venda de ingressos a partir do fim de março

 

A apresentadora e cantora Xuxa Meneghel anunciou uma nova data da turnê O Último Voo da Nave, que será realizada no Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, dia 20 de dezembro. O espetáculo integra uma série de apresentações que revisitam diferentes momentos da trajetória da artista.

A turnê já havia registrado alta procura em São Paulo, com ingressos esgotados para o show no Allianz Parque, marcado para julho, além de uma data extra confirmada na capital paulista. Agora, o projeto chega ao Rio de Janeiro, cidade que teve papel central na consolidação da carreira da artista.

A venda de ingressos será realizada por etapas, com a pré-venda exclusiva para clientes Private Bank e Itaú Personnalité, do banco Itaú, a partir do dia 30 de março, às 10h, enquanto os demais clientes do banco poderão comprar a partir do dia 31 de março às 10h, até o horário do público geral. A venda geral será aberta em 1º de abril, ao meio-dia, por meio da plataforma Eventim. Além da pré-venda, clientes do banco têm 15% de desconto no valor dos ingressos.

Xuxa Meneghel
Imagem: divulgação/30e

Os preços variam de acordo com a modalidade do ingresso, sendo elas meia-entrada, meia social e inteira, e o setor de escolha: 

  • Superior (Leste, 2Sul e Nível 5): R$ 97,50 (meia-entrada) | R$ 136,50 (entrada social) | R$ 195,00 (inteira)
  • Inferior Sul: R$ 147,50 (meia-entrada) | R$ 206,50 (entrada social) | R$ 295,00 (inteira)
  • Pista: R$ 197,50 (meia-entrada) | R$ 276,50 (entrada social) | R$ 395,00 (inteira)
  • Inferior (Leste e Oeste):R$ 232,50 (meia-entrada) | R$ 325,50 (entrada social) | R$ 465,00 (inteira)
  • Maracanã (Mais Leste, Mais Oeste), Cativas Oeste, Tribuna Oeste, Pista Premium Itaú Personnalité e Camarote (Oeste e Leste): R$ 347,50 (meia-entrada) | R$ 486,50 (entrada social) | R$ 695,00 (inteira)
  • Pacote VIP Super Fã Itaú A e B: R$ 1.247,50 (meia-entrada) | R$ 1.386,50 (entrada social) | R$ 1.595,00 (inteira)

Com estrutura de grande porte, o espetáculo contará com cenários desenvolvidos especialmente para a turnê, incluindo projeções, efeitos visuais e iluminação imersiva. Também, a apresentação deve reunir personagens e elementos marcantes do universo da “rainha dos baixinhos”, além de percorrer diferentes fases de sua carreira, desde programas de televisão até projetos musicais e cinematográficos.

Entre os destaques estão referências a produções como Xou da Xuxa, Xuxa Park, Planeta Xuxa e o filme Lua de Cristal, além da série Xuxa Só Para Baixinhos, que marcou gerações mais recentes. “Desde que anunciamos as primeiras datas do show O Último Voo da Nave, o nosso time tem feito imersões em todo o universo da Xuxa para materializar o encantamento que se via nos programas de TV e que hoje habita o imaginário dos brasileiros em cima do palco“, afirmou Carol Pascoal, VP de Marketing e Comunicação da 30e, empresa brasileira de entretenimento responsável pela organização do show.

Xuxa Meneghel
Foto: divulgação/Blad Meneghel

Além disso, a cantora manifestou sua empolgação em estar de volta ao palco e afirmou: “Meu coração tá em festa. Tem gostinho de show de Natal. Tô louca pra ver meus novos baixinhos e meus eternos baixinhos serem abduzidos (pela última vez) na minha nave. TODO MUNDO TÁ FELIZ? Eu tô radiante! Maracanã, Rio! Beijo pra sua mãe, pro seu pai e pra você”. O novo espetáculo propõe uma revisitação dessa trajetória, reunindo diferentes gerações de fãs em torno de um repertório que atravessa décadas.

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Leia também: Tudo o que já sabemos sobre o musical de o diabo veste prada 

 

Texto revisado por Kaylanne Faustino

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