O quinto EP do grupo feminino de k-pop está previsto para 11 de maio e o videoclipe de Crescendo já está disponível nas plataformas digitais
Início de uma nova era! O girl group sul-coreano NMIXX anunciou seu quinto EP, o mini álbum Heavy Serenade. O projeto será lançado no dia 11 de maio de 2026 e é composto por seis faixas que marcam o início de uma nova fase na trajetória musical do grupo formado pela SQU4D, uma sub-gravadora da JYP Entertainment.
Guiado pelo conceito de um amor crescente, o álbum explora a ideia de descobrir o significado desse sentimento que cresce e se fortalece por meio das conexões. E a faixa-título Heavy Serenade promete reforçar o conceito central do álbum ao transmitir uma mensagem de amor profundo e inabalável.
Foto: reprodução/Instagram @nmixx_official
A partir desse universo conceitual, o resultado é um produto de emoções intensas e de narrativa que equilibra força e sensibilidade, com as famosas “serenatas”, uma das características marcantes do som desse grupo de k-pop.
Como parte da divulgação do seu comeback, o NMIXX vem revelando uma série de conteúdos desde o dia 21 de abril, incluindo o trailer do álbum e a tracklist que ampliam a experiência imersiva do Heavy Serenade.
Assista o trailer do álbum:
Agora, os fãs já conseguem ter um primeiro contato com a direção sonora e visual do mini-álbum por meio do lançamento do novo videoclipe de Crescendo, uma faixa de pré-lançamento do EP.
Assista ao videoclipe de Crescendo:
A narrativa do projeto fala sobre a “MIXXTOPIA”, um espaço que reflete a realidade, mas que ao mesmo tempo existe como um vazio em constante transformação. E, é nesse cenário que as integrantes Lily, Haewon, Sullyoon, Bae, Jiwoo e Kyujin constroem uma narrativa sobre amor em um mundo em construção.
Confira a tracklist completa:
Crescendo
Heavy Serenade
IDESERVEIT
Different Girl
Superior
LOUD
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A sequência é exatamente tudo aquilo que os fãs queriam e um pouco mais
Quase duas décadas depois do lançamento do primeiro filme, O Diabo Veste Prada 2 traz de volta para os cinemas os personagens que marcaram gerações e impactaram a cultura pop dos anos 2000. A continuação reapresenta nas telonas o universo da moda e das redações editoriais, agora redefinidos pelas transformações ao longo dos últimos 20 anos.
Explorando os avanços tecnológicos e sociais dentro do jornalismo, a sequência mostra a transição do impresso para o digital e todas as novas dinâmicas que envolvem números, métricas, cliques e publicidades. Inserida no cenário glamouroso do mundo da moda, a trama apresenta a mesma Andy (Anne Hathaway), para além das roupas melhores: agora como uma jornalista premiada e reconhecida por seus feitos.
Confira o trailer:
Com posicionamento firme e fiel às suas verdades, Andy faz um discurso potente sobre a importância do trabalho jornalístico, após receber uma mensagem de texto comunicando sua demissão durante uma premiação. Depois de ter sua fala viralizada, ela é convidada para trabalhar novamente na Runway, ao lado de Miranda Priestly (Meryl Streep), como editora de matérias especiais da revista, que enfrenta dificuldades diante de acusações que comprometem sua reputação e, consequentemente, a de Miranda. É nesse cenário que a protagonista entra em ação para reestruturar não só os conteúdos e credibilidade do veículo, como também para zelar por tudo que ele representa.
De uma forma agradável e nada forçada, as referências ao primeiro filme estão impecavelmente encaixadas na narrativa da segunda parte do clássico moderno, que carrega uma dose extra de reflexões sobre as escolhas feitas na vida adulta e suas consequências no cotidiano. O bom humor e a leveza utilizados para tratar assuntos sensíveis se destacam como pontos altos do longa, permitindo que questões complexas sobre trabalho e a correria do dia-a-dia sejam naturalmente assimiladas pelo público.
Foto: divulgação/Disney Plus
Acompanhar a rotina da Runway e suas mudanças é um verdadeiro presente para os fãs da duologia. Entre os corredores da redação, a maior e mais notável transformação, com certeza, é a de Miranda. Enquanto no primeiro filme a personagem mantinha sua postura gélida, autoritária e indiferente, no segundo, conhecemos uma Miranda mais humanizada e leve, sem perder sua acidez natural. Tudo sobre a chefe incisiva é redesenhado e apresentado para o público como uma evolução, assim ajudando na construção da ideia de que a mulher mais temida de uma empresa também é uma vítima do corporativismo. Andy e Emily (Emily Blunt) também demonstram amadurecimento, mas ainda é evidente a busca pela validação e aceitação de Miranda em seus respectivos trabalhos.
Entre referências icônicas, memórias saudosas e a criação de novos momentos que farão parte do imaginário do público, O Diabo Veste Prada 2 vai muito além da nostalgia, supera expectativas e se destaca em um cenário de crise criativa em Hollywood. A obra conseguiu trazer de volta tudo aquilo que o espectador já conhecia e amava, mas com um frescor da modernidade e críticas ainda mais acentuadas e necessárias.
O filme fará sua estreia nos cinemas em 30 de abril e vale muito a pena ser assistido.
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Com Any Gabrielly e Giulia Be, o longa baseado no livro de Fernanda de Castro Lima ganha cartaz
Dirigido por Diego Freitas e baseado no livro homônimo de Fernanda de Castro Lima, o filme é produzido por Marcio Fraccaroli, André Fraccaroli, Veronica Stumpf e o roteiro é assinado por Freitas ao lado de Rod Azevedo, a produção foi feita pela Paris Entretenimento e distribuição pela Paris Filmes.
Foto: divulgação/Paris Filmes/Amanda Aguiar
As Dez Vantagens de Morrer Depois de Você conta a história da amizade entre Gabi (Any Gabrielly) – que está estreando nos cinemas –, e Julia, interpretada por Giulia Be. As duas são amigas de infância inseparáveis, mas com personalidades completamente opostas. Gabi é tímida, reservada e tem medo de sair de sua zona de conforto. Enquanto isso, Julia é extrovertida, carismática e vive intensamente todas as suas experiências.
A pacata história sofre uma mudança quando Julia sofre um acidente de carro e, antes de morrer, escreve dez cartas para Gabi, deixando desafios que a incentivam a experimentar o novo e se abrir para a vida.
Todas as atividades incentivam Gabi a enfrentar seus medos, vencer sua timidez e se reconectar com ela mesma, entendendo melhor o luto e a importância do perdão. Para que isso aconteça, ela conta com a ajuda de sua nova colega, Lorena, interpretada por Pamela Germano.
Foto: divulgação/Paris Filmes
Sheron Menezzes assume o papel de Márcia, mãe de Gabi, preocupada com o futuro dela e do pai, André (Paulo Lessa), focado em fazê-la se sentir melhor no momento difícil.
O elenco ainda conta com Regiane Alves, interpretando a mãe de Julia, Lili. Léo Jaime, que vive Toninho, um senhor que acaba virando amigo de Gabi durante seus desafios. Como não poderia faltar para uma jovem, Michel Joelsas e Daniel Rangel vivem dois interesses amorosos da protagonista.
A estreia está marcada para o dia 13 de agosto de 2026 nos cinemas brasileiros.
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A edição deste ano aposta em um tema mais aberto e conceitual, que aproxima moda e arte e amplia as possibilidades de interpretação no tapete vermelho
A cerimônia de abertura do Met Gala acontece na próxima semana (4), no Metropolitan Museum of Art, em Nova York, e segue a tradição de ser na primeira segunda-feira do mês de maio, marcando o início de uma edição voltada à moda e arte.
O tema é diferente todos os anos, tanto para a exibição quanto para o baile. Sempre em harmonia, o código de vestimenta do tapete vermelho é inspirado na exposição do ano, funcionando como uma tradução visual do conceito curatorial. Em 2026, o tema escolhido é Costume Art (A Moda como Arte), com código de vestimenta definido como “Fashion Is Art” (Moda é Arte).
A proposta da mostra parte da ideia de aproximar os dois mundos a partir de um elemento em comum: o corpo. A curadoria reúne peças do acervo do museu e estabelece diálogos com pinturas, esculturas e fotografias, mostrando como o corpo vestido ou representado carrega significados culturais ao longo do tempo.
A partir do acervo do Museu, a exposição propõe que a moda seja vista dentro do mesmo campo das artes visuais, destacando como o corpo atravessa diferentes períodos, estilos e formas de representação.
Esse conceito orienta diretamente o dress code. O “Fashion Is Art” abre espaço para interpretações variadas, com foco em construções visuais que tratam a silhueta e o organismo como suporte.A expectativa é de figurinos que dialoguem com movimentos artísticos, explorando formas, volumes e referências que vão além do vestuário tradicional.
Na prática, isso tende a resultar em um tapete vermelho mais conceitual, com produções que podem se aproximar de esculturas ou composições visuais. Como o tema não é literal, a leitura depende da interpretação de cada convidado, o que costuma ampliar a diversidade estética do evento.
Na edição anterior, realizada em 2025, o tema foi Superfine: Tailoring Black Style (Superfino: Alfaiataria do Estilo Negro), com código de vestimenta “Tailored for You” (Sob medida para você), voltado à alfaiataria e à construção de identidade a partir do vestuário.
A mudança para 2026 indica um deslocamento para uma abordagem mais conceitual, menos centrada em códigos específicos e mais aberta à interpretação visual.
Entre os anfitriões do Met Gala estão Beyoncé, NicoleKidman e VenusWilliams, ao lado de Anna Wintour, que tradicionalmente lidera o evento. A escolha reforça o caráter multidisciplinar da edição e acompanha a proposta de aproximar diferentes áreas dentro de um mesmo conceito.
Quais as suas expectativas para os figurinos das celebridades no tapete vermelho de 2026? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook,Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!!
TINA – Tina Turner, o musical, indicado a 12 Tony Awards faz sua estreia no Teatro Santander e conta com protagonista potente na versão brasileira
Por Anna Mellado e Luana Chicol
O espetáculo Tina – Tina Turner, O Musical, em cartaz na cidade de São Paulo, apresenta a trajetória de uma das maiores cantoras do Pop e Rock dos anos 80. A produção, que contou com a própria Tina Turner (in memoriam) em seu desenvolvimento, revive clássicos que atravessaram gerações e vai muito além: nos leva para dentro da vida desse ícone que deixou marcas eternas na história da música – e o Entretê te conta como foi viver uma noite de sábado ao lado de Tina Turner!
Com Analu Pimenta – e Carol Roberto como alternante –, o musical já se faz empolgante: a forma como ambas incorporam Tina é impressionante. No dia em que estivemos presentes, com Analu no palco, a sensação era de que estávamos realmente vendo a grande diva em nossa frente. Certamente, a excelência na interpretação torna o espetáculo incansável, emocionante e inesquecível.
Por dentro da família Turner e do amadurecimento da pequena Tina
O musical inicia nos contando a história de infância de Anna Mae Bullock (Tina). Ela vem de uma família negra de Brownsville, em Tennessee (EUA), cidade que foi berço de ícones do blues, incluindo Turner e Sleepy John Estes, sendo também a terra do algodão, onde Tina encontrou sustento por um bom período de sua vida. Desde cedo, a vida da menina não foi fácil: o pai era pastor e levava Anna Mae, sua mãe, e a irmã aos cultos. Lá, a mãe da pequena não aprovava a empolgação da filha, que costumava se levantar dos bancos para cantar e interpretar.
Já em casa, descobrimos que a amargura da mãe vinha de uma realidade dura: ela convivia com um marido cristão e abusivo, e Anna Mae foi gestada contra a vontade da genitora. Sendo assim, nossa futura estrela começou a vida sendo rejeitada: primeiro pela mãe, que saiu de casa e levou sua irmã mais velha, e depois pelo pai, que decidiu deixar a menina aos cuidados da avó.
Em cena, as atrizes Aline Cunha, Renata Vilela eVanessa Melloentregaram atuações profundas e tocantes como avó, mãe e irmã de Tina, respectivamente. Imprescindível também citar o elenco infantil, que nos fez ter empatia e sensibilidade pela história da família Bullock desde a cena 1.
Do início ao fim do musical, algo chamou muito a nossa atenção: o poder da Ancestralidade. Apesar da infância e adolescência complexas, Anna Mae nunca perdeu sua essência e sede de viver. Muito conectada com sua avó materna, a menina cresceu com uma referência de mulher batalhadora e incansável e, até o fim da vida, levou consigo a figura da avó e de sua versão criança para o seu lado. As cenas de Analu como jovem Tina e sua avó nos lembram dessa força: nos momentos mais difíceis de sua carreira, quando precisava se reconectar consigo, era a Ancestralidade que a levava de volta à vida.
Além disso, entre a chegada de Anna Mae à cidade grande e a sua transformação em Tina Turner, o espetáculo nos apresenta uma mulher ainda muito inocente, mas apaixonada pelo canto. Em uma de suas primeiras noites na metrópole, já se destacou em um clube noturno e chamou a atenção de Ike Turner – seu primeiro marido e responsável por coroar Anna Mae como a inesquecível Tina Turner.
Foto: reprodução/Caio Gallucci
Tudo parece brilhante, até ela se deparar com um casamento forçado e com muita violência física e psicológica. Sim, a nossa diva do pop e do rock, infelizmente, foi apresentada ao amor de forma abrupta e equivocada. Sua primeira paixão, Raymond Hill (interpretado pelo gigante Abrahão Costa), foi logo destruída pelo marido egocentrista e abusivo.
Ike e Tina – como a carreira artística da cantora foi marcada por violências
O fato de Tina ter vivido parte de sua vida adulta ao lado de um marido agressivo pode parecer absurdo – visto a sua reputação posterior como uma mulher enérgica e irreverente –, mas é muito real: quando se deparou com a fama, Tina ainda era muito menina e viu naquele homem a oportunidade de ser grande, cedendo assim, pouco a pouco, às suas vontades. Com Ike, Tina deu à luz a Ronnie Turner e ainda criou os dois filhos de outra relação dele com Lorraine Taylor: Ike Turner Jr. e Michael Turner, o que comprova o coração acolhedor de mãe que a estrela carregava consigo.
Ainda assim, com tamanha beleza, voz, fama e apoio familiar, Ike foi capaz de ferir Tina a ponto de ela tentar contra a própria vida. O interessante é observar como, em nenhum momento, o amor abusivo foi fantasiado. Por trás de cada sucesso, havia uma Tina fortemente machucada.
Toda a fase desse relacionamento tão conturbado foi interpretada por Analu Pimenta com muita maestria, e fez o público sentir a dor daquela mulher tão talentosa, mas com uma dor que vinha da alma. Ike não a machucava apenas fisicamente, ele feria a sua alma. Ainda bem que Tina conseguiu se libertar desse monstro e finalmente viver livre – e que cena emocionante ver a estrela conseguindo sua liberdade!
Apesar disso, o ex-marido fez da vida de Tina um verdadeiro pesadelo nos primeiros anos depois da separação. Após perder o direito às próprias músicas – inclusive as escritas por Tina, que foram a maioria –, a cantora se viu sem dinheiro para arcar com as contas básicas e cuidar dos filhos, já crescidos, mas dependentes da mãe. E foi nesse recomeço que Tina Turner brilhou, construindo um futuro gigante e com muito sucesso.
Foto: reprodução/Andy Santana/Brazil News
Mais uma vez, Analu Pimenta nos transmitiu a força e a coragem dessa mulher tão admirável, que, mesmo sabendo que já não era tão nova, sentia-se capaz de conquistar o mundo com sua voz. A dor é o lugar onde, muitas vezes, encontramos nossa maior força e onde mais nos conectamos com nós mesmas – e foi isso que a fase conturbada trouxe de lição à Turner.
O sucesso depois dos 40 – como Tina
Não é uma surpresa que Tina teve seu grande “boom” após os 40. Com um cabelo marcante e uma voz inconfundível, sua história é uma das maiores quando falamos em superação e reinvenção. Já cansada de obedecer a ordens, ainda mais após finalmente se divorciar e se afastar de vez de Ike, a artista não queria mais cantar apenas pop: nessa nova fase, cantar rock era seu maior sonho.
Na peça, fica muito claro que Tina estava realmente disposta a viver uma fase diferente, na qual ela escolheria o que seria melhor para si mesma: desde os arranjos musicais até o seu cabelo e os seus figurinos. A maturidade trouxe muito mais que uma repaginação em sua carreira: também trouxe coragem, determinação e a certeza de que era possível ir muito mais longe – e isso foi muito bem apresentado para o público, que já conseguia ver aquela Tina “contemporânea” pelos olhos de Analu Pimenta – que, por acaso, também faz sua primeira protagonista nos palcos, aos 40 anos.
Após a morte da mãe, em uma fase na qual sua carreira estava voltando a prosperar após a transição para um novo gênero musical, Tina poderia ter sido desestruturada novamente. Entretanto, ela consegue manter as rédeas da sua própria vida, ao confiar em sua vasta experiência de vida e aptidão para sempre reencontrar a própria voz. O ápice do musical, e um detalhe muito bem-vindo para os fãs brasileiros em especial, ocorre no show no Estádio Maracanã ao fim dos anos 80, que teve a presença de mais de 180 mil espectadores, contando também com o seu grande amor, Erwin Bach, interpretado pelo carismático Bruno Sigrist.
A paixão madura entre a cantora estadunidense e o produtor alemão ocorre em um momento de crescimento em diversas frentes na vida de Turner, e foi impactante ver os resultados do recíproco na vida de uma mulher já tão poderosa. Ainda, ouvir What’s Love Got to Do with It? interpretada dentro do contexto de uma jornada de redefinição do amor na vida de uma mulher mais velha, estabeleceu novas camadas de interpretação à história.
Foto: reprodução/Andy Santana/Brazil News
Antes do início da apresentação, as cortinas que tomam o palco já apresentam o olhar hipnotizante de Tina, observando enquanto o público se acomoda nas cadeiras e desafiando-o a, quando o terceiro sinal tocar, prestar atenção e conhecer mais sobre a história da rainha do rock – a partir de sua perspectiva e em seus próprios termos.
De forma brilhante, Analu Pimenta incorpora Tina no palco do Santander e nos transporta diretamente para um verdadeiro espetáculo de força, empoderamento e verdade em cada fala e música apresentada. O musical – ou melhor dito, o show de Tina Turner – se encerra com uma seleção de hits da cantora interpretados tão empolgadamente que a plateia não teve alternativa a não ser se levantar e dançar junto. Veja um trecho aqui.
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Foto: reprodução/PEREZ MECA/EUROPA PRESS VIA GETTY IMAGES
O cantor volta ao Brasil em dezembro para uma apresentação única, que terá o show de abertura de FINNEAS
Matéria escrita por: Mayara Pereira
Na última terça (28), Ed Sheeran divulgou, por meio de suas redes sociais, que a sua turnê mundial, a Loop Tour 2026, passará pela América Latina e o Brasil não poderia ficar de fora dessa lista. O show acontecerá no dia 5 de dezembro, no Allianz Parque, em São Paulo.
Apesar da identidade visual da turnê ser predominantemente voltada para o seu projeto mais recente – o álbum Play (2025) –, é provável que o cantor britânico transite entre faixas de todo o seu repertório, reprisando hits como Shape Of You e Thinking Out Loud, intercalados com faixas mais recentes, como Azizam e A Little More.
Foto: reprodução/Luke Fenstemaker
No anúncio, também foi revelado que o cantor e compositor FINNEAS – que é irmão e colaborador da cantora Billie Eilish –, será o responsável pela abertura de todas as apresentações em terras latinas.
O show marcará o reencontro de Ed com os Sheerios brasileiros desde a sua participação no Rock in Rio 2024.
A venda de ingressos ocorrerá pela bilheteria Eventim, a partir do dia 4 de maio para os clientes Santander, e 6 de maio para o público geral.
SERVIÇO – SÃO PAULO
Data: 5 de dezembro de 2026 (sábado)
Local: Allianz Parque: Rua Palestra Itália, 200 – Água Branca – São Paulo, SP
Abertura dos Portões: 16h00 | Finneas: 19h30 | Ed Sheeran: 21h00
Classificação Etária: a partir de 16 anos desacompanhado. Menores de 16 anos apenas acompanhados dos pais ou responsável legal. Sujeito a alteração, conforme decisão judicial.
Limitação: 6 ingressos por CPF, limitado a 2 ingressos meia-entrada. A Eventim não se responsabiliza por compras efetuadas em canais não oficiais.
Pré-venda (*)
Pré-venda Santander
Para clientes Private e Select, começa no dia 4 de maio de 2026 (segunda-feira), às 10h. Será encerrada no dia 5 de maio de 2026 (terça-feira), às 09h59.
Para os demais clientes Santander, começa no dia 5 de maio de 2026 (terça-feira), às 10h. Será encerrada no dia 6 de maio de 2026 (quarta-feira), às 08h00.
*Os ingressos disponíveis para a pré-venda são limitados.
Venda para o público geral
Dia 6 de maio de 2026 (quarta-feira), às 10h.
Cartões válidos para a pré-vendaSantander (clientes Private e Select): Santander Unique Infinite; Santander Unlimited Infinite; Decolar Santander Infinite; GOL Smiles Santander Infinite; American Express Gold Card Santander; American Express Platinum Card Santander; American Express Centurion Card Santander; Santander Unique Black; Santander Unlimited Black; Santander/AAdvantage Black.
Cartões válidos para a pré-venda Santander, demais Clientes: todos os cartões são elegíveis, exceto os de viagens.
Condições de parcelamento
Clientes Santander podem parcelar em até 9 vezes (6 vezes sem juros e, de 7 a 9 vezes, com juros).
Portadores de outros cartões podem parcelar em até 6 vezes (3 vezes sem juros e, de 4 a 6 vezes, com juros).
ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA B(na abertura da pré-venda e na abertura da venda geral)
Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 (Portão B), Água Branca – São Paulo, SP
Funcionamento: de terça à sábado, das 10h às 17h. Fechado aos feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.
ALLIANZ PARQUE – BILHETERIA A (demais dias)
Endereço: Rua Palestra Itália, 200 (Portão A), Perdizes – São Paulo, SP
Funcionamento: de terça à sábado, das 10h às 17h. Fechado aos feriados, emenda de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.
Meia-entrada e ingressos promocionais
Confira aqui as leis de meia-entrada, identificando quem tem direito ao benefício e os documentos
comprobatórios.
E você, vai marcar presença na Loop Tour? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei (Facebook, Instagram e X) e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Trama disseca os limites da inteligência artificial e o poder da amizade feminina
Misturando ficção científica e crítica ao avanço das inteligências artificiais, Olivia Gatwood transforma inquietações contemporâneas em literatura em A Casa das Bonecas. Em sua obra de estreia, agora lançada no Brasil pela Editora Record, a autora explora o sentimento pessimista em relação à ascensão do Vale do Silício e à propagação em massa das inteligências artificiais.
Em 2024, o livro foi eleito como o melhor do ano pelas revistas Time e Vogue.
Qual a história de A Casa das Bonecas?
Foto: divulgação/Editora Record
Há dez anos, a jovem Mitty, de 28 anos, (sobre)vive com Bethel, uma idosa de 79 anos, em uma casinha caindo aos pedaços à beira-mar, na Califórnia. Longe da mãe e Mitty, ela se vê presa ao passado, apegada a coisas antigas e a um segredo que a fez fugir, em uma cidade tomada pelo avanço tecnológico e ricaços do setor.
Na casa de vidro, apelidada de casa das bonecas por Mitty e Bethel, chegam novos moradores: o casal Lena e Sebastian, um milionário do ramo de tecnologia que vem tomando Santa Cruz como uma praga. Agora vizinhos das duas mulheres, o casal divide a bondade rotineira e o desafio de puxar conversa fiada com elas.
Depois de conhecer as vizinhas, Lena, que, à primeira vista, aparenta ser perfeita, passa a questionar as lacunas de sua memória e a monotonia da vida. É convivendo com Mitty e Bethel – seus passados, suas memórias, seus segredos e seus erros – que Lena entende que há algo de errado em sua vida e questiona: o que aquelas paredes de vidro escondem?
Ao mesmo tempo, no fim do verão, um engenheiro de tecnologia – que Sebastian conhecia – é sequestrado e morto por quatro dos seus próprios estagiários. O boato que corre na cidade é de que o crime tenha sido motivado pela descoberta de um projeto que tornava a IA consciente. Um robô criado pelo engenheiro estava se tornando uma pessoa.
Foto: divulgação/Editora Record
Nessa ficção de estreia de Olivia Gatwood, a vida de cada um desses personagens esconde um segredo. A autora explora como o amor pode ir mais além do que o algoritmo. Em uma sociedade dominada por fome de poder e avanços tecnológicos, A Casa das Bonecas é a prova de que a nossa verdadeira humanidade ainda não pode ser copiada.
Sobre a autora
Foto: reprodução/Penguin Random House
Olivia Gatwood é roteirista e autora de duas coletâneas de poesia, New American Best Friend e Life of the Party. Ela foi reconhecida internacionalmente por seus poemas, suas oficinas de escrita e seu trabalho como educadora de prevenção e recuperação pós-agressão sexual em conformidade com a Title IX.
Suas performances foram exibidas na HBO, MTV, VH1, BBC, entre outros. Seus poemas foram publicados em veículos como Party Magazine, The Lambda Literary Review e The Missouri Review, entre outros.
Gatwood cresceu em Albuquerque, Novo México, e hoje mora na Califórnia. A Casa das Bonecas é seu primeiro romance
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O disco marca um novo momento na discografia da cantora
Dizem que a gente só sabe o valor de algo quando a gente perde. Anitta não perdeu nada, mas, ao sair para o mundo e conquistar fama internacional, precisou abdicar de momentos com pessoas queridas, de cuidados com a saúde e de tempo para se dedicar a muitas outras coisas. Assim, conseguiu entender que é no Brasil, na sua família e nas suas origens que mora a verdadeira felicidade.
Enquanto a internet teorizava que seu retorno a terra natal foi devido à falta de sucesso ou algo obscuro que ela possa ter visto oceano afora, Anitta conta em entrevista para o Flow que não há lugar no mundo como nosso país. “A gente ficou com uma herança, sanguínea talvez, de não acreditar que aqui pode ser melhor”, refletiu. Segundo ela, o constante apagamento das nossas origens faz o povo duvidar do quão rico o Brasil é.
Mas Anitta sabe do potencial que o seu país tem. Depois de mergulhar em um processo de autoconhecimento há três anos, ela lançou uma obra que reflete a sua fase de vida atual e retrata o Brasil como ela enxerga: existe fé, existe festa, e as duas coexistem em equilíbrio.
Desgraça
O álbum da Anitta começa em uma encruzilhada. Nas religiões de matriz africana, esse encontro de dois pontos que aparece no clipe de Desgraça representa a união do mundo material e espiritual, a vida e a morte, a passagem entre o presente, passado e futuro. E é nesse espaço central, carregado de significado e poder, que Anitta ressurge em EQUILIBRIVM.
A primeira faixa é potente e traz diversas referências afro-religiosas e aspectos da cultura brasileira. O chorinho no início, uma homenagem a Carmen Miranda, é um spoiler do que está por vir: um álbum repleto de alusão, samples e celebração da cultura brasileira.
Foto: divulgação/Anitta
A música também carrega claras influências do candomblé. No clipe, a artista aparece praticando rituais religiosos, como acender uma vela vermelha, simbolicamente ligada à Pomba Gira. Após a oferenda, a cantora se transforma, surgindo com uma nova roupa e mais postura – e é possível ver Anitta refletindo o brilho que a entidade de empoderamento e força feminina é capaz de trazer.
Aqui, o eu lírico canta para um antigo amor que foi embora da sua vida. Sem ressentimento ou mágoas, a letra e a batidade envolvente deixa claro que a ausência da pessoa não será sentida. Pelo contrário, Anitta afirma que vai embora e nem mesmo o sagrado seria capaz de reunir os dois. Essa constatação fica clara em versos muito fortes, como:
“Nem por um milagre você me merece /
Nem no teu jogo de búzios você vai me ver”
Mandinga (part. Marina Sena)
A música que mais marca a transição pela qual Anitta está passando na carreira é a segunda faixa do álbum. Mandinga, feat com Marina Sena, sampleia Canto de Ossanha, um clássico da música brasileira de 1966, gravado por Vinicius de Moraes e Baden Powell.
Ossanha, ou Ossaim, é conhecido nas religiões de matriz africana como orixá das plantas, que “sabe tudo sobre as ervas, sobre a alquimia do amor”, como cantou a dupla na década de 60.
É sobre o feitiço da paixão que o eu lírico de Mandiga se encontra. Anitta começa a música assumindo sentir saudade de um relacionamento que não acabou de forma efetiva e fica no vai e volta, mas a chegada de Marina muda o jogo.
Foto: reprodução/Instagram/@anitta
Segundo a artista, essa canção, além de reforçar o empoderamento feminino sobre as normas patriarcais e a sedução masculina, representa a quebra de um antigo estilo musical e a chegada de uma nova forma de cantar. Não é uma crítica aos seus trabalhos passados, mas um alerta de que algo novo, mais maduro, está vindo.
“Que eu não vou em mandinga de ninguém/Foi mamãe que ensinou a vigiar”, assim começa o trecho da cantora de Coisas Naturais. Em entrevista para a Billboard Brasil, Marina afirmou que queria que sua entrada na música fosse marcante e que, assim que o público ouvisse, pudesse atestar: “Marina Sena entrou”. E ela entrou com tudo.
Caminhador (part. Liniker)
Caminhador, com Liniker, foi descrita por Anitta como poesia em forma de música – e não poderia ser diferente. Com uma letra esperançosa, a dupla canta sobre ter fé em si mesma e, mesmo em momentos difíceis, continuar caminhando.
Foto: reprodução/Instagram/@anitta
No Candomblé, o termo “caminho” se refere ao destino espiritual e às orientações que a pessoa recebe dos orixás ao longo da vida. Não é um caminho único e fixo, e sim um acúmulo de conquistas, erros e destinos que são descobertos e aprofundados com ajuda da prática religiosa.
Bemba (part. Luedji Luna)
A quarta faixa do álbum nos leva em uma viagem para a Bahia. Bemba, com Luedji Luna, foi feita por Magary Lord, criador do gênero Black Semba.
A música, com ritmo agitado e dançante, começa exaltando comidas baianas, muito utilizadas também como oferendas em terreiros. Anitta escolheu a colaboração com a artista, que, segundo ela, traduz a cultura do estado em sua discografia.
Ternura (part. Melly)
Ternura reforça o lado espiritual que guiou as músicas de Anitta em EQUILIBRIVM. Dedicada à orixá Oxum, associada às águas doces de rios e cachoeiras, é uma faixa com Melly, repleta de composições românticas ao som do instrumento handpan.
O instrumento escolhido enriquece a faixa pelo som suave, relaxante, muito parecido com o barulho da água, compondo uma produção que acalma o coração e enche o ouvinte com verdadeira ternura.
Deus Existe (part. Ponto de Equilíbrio)
Anitta não teve medo de explorar diversos gêneros musicais no álbum, e outro ritmo que marcou presença em EQUILIBRIVM foi o reagge, na faixa Deus Existe. Nela, Anitta canta sobre vários momentos em que sente a presença de Deus em sua vida.
Foto: divulgação/Anitta
Escrita por uma das maiores artistas do Brasil, que já viajou o mundo, chegou ao Grammy e fez colaboração com grandes nomes da música, Deus Existe é uma faixa para lembrar que o verdadeiro valor está em passar uma tarde com a família, levar o seu cachorro para passear e beijar a pessoa amada. É um entendimento forte e honesto de alguém que pode ter tudo, mas acredita que o milagre reside no cotidiano.
Caso de Amor (part. Os Garotin) e Varias Quejas
E mesmo para quem tudo pode, também existe a necessidade de amar. As próximas faixas do disco mostram uma versão apaixonada de Anitta. Uma paixão leve e repleta de romance é cantada em Caso de Amor, que mistura gêneros como blues e R&B. A música com Os Garotin, como tantas outras músicas deles, é aquela que enche o coração com a vontade de viver um romance.
Romântica também é a faixa Várias Queixas em espanhol. Quando a empresária de Anitta pediu para a cantora traduzir a música do Olodum regravada por José Gil, Francisco Gil e João Gil, surgiu Varias Quejas, a versão em espanhol do sucesso brasileiro.
Por casar com a proposta do álbum e se aprofundar nesse lado romântico de Anitta, a música entrou na seleção e casou perfeitamente com o resto deEQUILIBRIVM.
So Much Love e Pinterest
O amor é tema central também de So Much Love, um funk rasteirinha que foi escrito e produzido para ser leve, como o amor tem que ser.
Ainda bêbada de paixão, Anitta canta Pinterest, na versão em espanhol. A canção, além de super gostosa de se ouvir, é um atestado de que até mesmo os corações menos acreditados podem acabar apaixonados.
“Ya no tenía fe
Y fuiste agua bendita”
Foto: reprodução/Instagram/@anitta
Nanã (part. Rincon Sapiência e KING Saints)
Retomando as referências religiosas, Nanã, com King & Rincon Sapiência, traz o sample ponto de Nanã, orixá conhecida como mãe ancestral. Misturando funk e reggae, Anitta quis nessa música glorificar o poder de uma orixá feminina, pois acredita que, na maioria das vezes, a fé louva apenas figuras masculinas.
Mais uma declaração que reforça a vontade da cantora de, nesse álbum, exaltar a potência da mulher – seja das cantoras com quem fez feat, seja das divindades em que acredita, seja de si mesma.
Vai Dar Caô (part. Ebony e Papatinho)
Num momento em que as mulheres do rap estão em ascensão, o hip hop foi mais uma onda em que Anitta quis surfar nesse álbum. Segundo ela, Vai Dar Caô foi produzida para os fãs matarem a saudade de Funk Generation – o que acabou deixando a faixa um tanto deslocada em comparação ao resto.
A música mistura a batida do funk com rimas de rap e contou com a participação de Ebony, um dos principais nomes da cena. Anitta se arrisca em uma rima no início da canção, mas não mantém a potência que demonstrou nos outros gêneros explorados no álbum.
Choka Choka (part. Shakira)
Outra surpresa das colaborações foi Choka Choka, com Shakira. Um dos maiores nomes da cultura latina entra em EQUILIBRIVM para cantar em português.
Nessa faixa, Anitta traz referências das caboclas, reforçando seu interesse em mostrar, na maior totalidade possível, as diversas influências que moldam a cultura brasileira e atravessam sua forma de produzir música.
Nos visuais, a cantora optou por mostrar a luta do Kuarup (ou Quarup), um ritual fúnebre do Xingu que festeja o encerramento do ciclo de luto.
A cantora ainda conta que Shakira não queria cantar sem saber mais sobre as influências indígenas e, por conta disso, pesquisou bastante sobre a cultura e o ritual que é ilustrado no clipe. O resultado? um hit animado que estreou com 2.1 milhões de streams no Spotify.
Meia-Noite (part. Los Brasileiros)
Em Meia-noite, Anitta faz uma verdadeira homenagem à sua Pomba Gira. Ela dá o espaço do eu lírico para sua entidade, colocando-se na noite, no som do atabaque, e numa letra que narra a Exu mulher trabalhando na rua.
A ideia é interssante, mas querendo construir um som abrangente, Anitta optou por elementos do pop e do funk para moldar a penúltima faixa do álbum.
A busca por maior indentificação do público, seja pelo pop ou pelo rap, não é de todo negativa, mas enfraqueceu as últimas faixas que não conseguem atingir a mesma qualidade das canções iniciais de EQUILIBRIVM.
Ouro (part. Emanazul)
O álbum acaba com Ouro, uma meditação que reforça suas influências budistas. Anitta narra um mantra sobre a busca pelo meio-termo: nem ódio, nem amor incondicional. Nem o grito, nem o silêncio.
Para Anitta, o equilíbrio é o balanço perfeito entre os opostos. É sentir tudo que a vida tem a oferecer, mas saber voltar. Voltar para si, para suas origens e para sua ancestralidade. Voltar para o que realmente importa e, olhando para dentro, conseguir entender o que está por fora. Anitta voltou para si mesma e nos presenteou com EQUILIBRIVM.
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Estrela em ascensão, atriz entra para elenco de produção inédita do streaming turco
Conhecida pela produção Kan Çiçekleri (tradução livre: Flores de Sangue, 2022), Yağmur Yüksel, um dos nomes em destaque da nova geração de artistas turcos, já tem novo projeto confirmado. A atriz fará parte do elenco de Kayıp Zaman (tradução livre: Tempo Perdido), nova dizi produzida pela ARC Film para streaming.
Foto: reprodução/Instagram @yagmryuksell
A participação de Yağmur Yüksel vinha sendo aguardada pelo público, especialmente após o crescimento de sua popularidade nos últimos anos. A atriz, que inclusive já conversou com o Entretê em entrevista exclusiva, dará vida à personagem Hayal, peça-chave da narrativa para a HBO Max.
Segundo informações divulgadas pela imprensa turca, ela será a mulher responsável por transformar a vida de Zeyno após um grave acidente que faz a protagonista perder a memória.
Zeyno será interpretada por Hazal Subaşı, enquanto Kaan Yıldırım viverá Pamir, marido da personagem. Já Damla Sönmez interpretará Belgin, melhor amiga e sócia de Zeyno.
Outro nome confirmado recentemente foi o veterano Yetkin Dikinciler, que interpretará Yiğit Ünalan, um ex-acadêmico com câncer que enfrenta transtorno dissociativo de identidade.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
Ainda cercada de sigilo, Kayıp Zaman vem sendo apresentada de forma misteriosa com o slogan “À sombra de um escândalo, a vingança de um pecado vindo do passado”. A frase sugere uma trama que provavelmente terá como enredo principal acertos de contas.
A direção ficará por conta de Deniz Yorulmazer, enquanto o roteiro é assinado por Levent Cantek e Gülsev Karagöz.
Já as gravações da nova dizi devem começar ainda em maio, aumentando a expectativa do público para mais uma produção original do streaming turco.
Foto: reprodução/Instagram @yagmryuksell
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