Thriller musical com texto de Michel Marc Bouchard e direção de Alêxandre Bueno Biôndi segue em cartaz até o fim de abril
Após uma estreia bem recebida, o musical Onde Morre o Amor chegou às suas duas últimas apresentações, nos dias 19 e 26 de abril de 2026, domingos, às 20h, no Teatro West Plaza, em São Paulo. O Thriller retorna para uma única apresentação no dia 6 de junho às 23h no teatro Paiol Cultural.
Com texto de Michel Marc Bouchard e direção de Alêxandre Bueno Biôndi, a peça acompanha Cris, que viaja ao interior para o funeral do parceiro, Samir, e encontra uma família que desconhece completamente a relação dos dois. Na casa, marcada por tensão e silêncio, o irmão, Sandro, impõe uma regra: a verdade não pode ser dita.
Sob pressão, Cris se vê preso a um ambiente de violência emocional, em que mentir passa a ser estratégia de sobrevivência. A trama avança entre ameaças, conflitos e um passado que ninguém quer revelar, tensionando temas como luto, apagamento e memória.
A montagem adapta para o formato musical uma dramaturgia marcada por relações em estado de pressão. As canções funcionam muito bem como condutoras da dinâmica de conflitos, aprofundando a atmosfera de suspense.
O espetáculo reúne um elenco numeroso e em cena contínua, formado por Alêxandre Bueno Biôndi, Ana Cavazotto, Beatriz Rosa, Bia Santo’s, Breno Martins, Guilherme Sans, Jefferson Domingues, Jennifer Chuin Lee, Mateus Bandeira e Tiago Luiz Andrade, que sustenta a narrativa a partir de uma atuação coral e fisicamente próxima do público.
Com duração de 60 minutos e classificação 18 anos, Onde Morre o Amor propõe ao público uma experiência que atualiza uma dramaturgia de forte impacto e atravessa temas urgentes do presente, tensionando os limites entre afeto, poder e verdade.
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O Agente Secreto tem o maior número de indicações na edição que celebra o aniversário de 25 anos de premiações da Academia
A Academia Brasileira de Cinema acaba de divulgar a lista dos finalistas do Prêmio Grande Otelo, dando início à contagem regressiva para a maior premiação do setor audiovisual nacional, que este ano celebra o aniversário de 25 anos de premiações da Academia. A cerimônia acontecerá no dia 4 de agosto no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, às 20h15, com transmissão ao vivo para todo o país pelo YouTube da Academia e pelo Canal Brasil. O filme com maior número de indicações (18) é O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho.
Foto: divulgação/Rogério Resende
“Vinte e cinco anos é fato para comemorar. Estivemos, estamos e estaremos sempre junto com o que o audiovisual brasileiro produz”, diz a presidente da Academia Brasileira de Cinema, Renata Almeida Magalhães.
Ao todo serão anunciados 32 prêmios para longas-metragens, curtas-metragens e séries brasileiras: 31 produções serão escolhidas pelo amplo júri formado por profissionais associados à Academia Brasileira de Cinema, além do disputado Grande Otelo de Melhor Filme pelo Júri Popular, escolhido pelo público por meio de votação aberta realizada no site da Academia. Concorrerão ao voto popular os cinco finalistas das categorias Melhor Longa-metragem Ficção, Melhor Longa-metragem Comédia e Melhor Longa-metragem Documentário. A edição deste ano marca o retorno da categoria Melhor Longa-metragem Comédia e inclui o prêmio de Melhor Montagem Documentário.
“Os 25 anos são um marco para toda a indústria audiovisual brasileira e o Rio tem orgulho de fazer parte dessa história. O setor audiovisual movimentou R$ 4,7 bilhões na economia carioca em 2025, reúne mais de 2,7 mil empresas e gera emprego, renda e oportunidades. Somos hoje a cidade mais filmada da América Latina, com quase 11 mil diárias de filmagem autorizadas no ano passado. Apoiar o Prêmio Grande Otelo é fortalecer a cultura, a economia criativa e a projeção do Rio no Brasil e no mundo”, afirma o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Cavaliere.
O Prêmio Grande Otelo conta com o apoio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro, por meio da RioFilme, órgão que integra a Secretaria Municipal de Cultura, e tem a abertura dos envelopes e os resultados sendo apurados, acompanhados e auditados pela PwC Brasil.
Confira abaixo a lista completa dos finalistas do Prêmio Grande Otelo 2026:
MELHOR LONGA-METRAGEM FICÇÃO
HOMEM COM H, de Esmir Filho. Produção: Marcio Fraccaroli, Andre Fraccaroli e Veronica Stumpf por Paris Produções Cinematográficas
MANAS, de Marianna Brennand. Produção: Carolina Benevides e Marianna Brennand por Inquietude; Beto Gauss e Francesco Civita por Pródigo
O AGENTE SECRETO, de Kleber Mendonça Filho. Produção: Winston Araujo, Emilie Lesclaux e Kleber Mendonça Filho por Cinemascópio Produções Cinematográficas
O FILHO DE MIL HOMENS, de Daniel Rezende. Produção: Karen Castanho, Bianca Vilar, Fernando Fraiha por Biônica Filmes e Krysse Melo, Juliana Funaro e René Sampaio por Barry Company
O ÚLTIMO AZUL, de Gabriel Mascaro. Produção: Rachel Daisy Ellis por Desvia
MELHOR LONGA-METRAGEM COMÉDIA
AGENTES MUITO ESPECIAIS, de Pedro Antonio. Produção: Iafa Britz por Migdal Filmes; Luiz Noronha, Alberto Elias, Cecilia Grosso e Samanta Moraes por A Fábrica e Na Paralela
C.I.C – CENTRAL DE INTELIGÊNCIA CEARENSE, de Halder Gomes. Produção: Marcio Fraccaroli, Andre Fraccaroli e Veronica Stumpf por Paris Produções Cinematográficas
SEXA, de Gloria Pires. Produção: Belisario Franca, Bianca Lenti e Maurício Magalhães por Giros Filmes e Gloria Pires por Audaz Filmes
SONHAR COM LEÕES, de Paolo Marinou-Blanco. Produção: Eduardo Rezende e Thiago Mascarenhas por Capuri Filmes
UMA MULHER SEM FILTRO, de Arthur Fontes. Produção: Arthur Fontes por Conspiração
VELHOS BANDIDOS, de Claudio Torres. Produção: Claudio Torres, Renata Brandão e Juliana Capelini por Conspiração
MELHOR LONGA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO
A QUEDA DO CÉU, de Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha. Produção: Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha por Aruac Produções
APOCALIPSE NOS TRÓPICOS, de Petra Costa. Produção: Petra Costa por Busca Vida Filmes
HORA DO RECREIO, de Lucia Murat. Produção: Lucia Murat por Taiga Filmes
MAMBEMBE, de Fabio Meira. Produção: Fabio Meira por Roseira Filmes
RITAS, de Oswaldo Santana e Karen Harley. Produção: Karen Castanho, Bianca Villar e Fernando Fraiha por Biônica Filmes
MELHOR LONGA-METRAGEM INFANTIL
NARCISO, de Jeferson De. Produção: Cristiane Arenas por Buda Filmes
O DIÁRIO DE PILAR NA AMAZÔNIA, de Eduardo Vaisman e Rodrigo Van Der Put. Produção: Juliana Capelini e Renata Brandão por Conspiração
O ÚLTIMO EPISÓDIO, de Maurilio Martins. Produção: Thiago Macêdo Correia por Filmes de Plástico
OS DRAGÕES, de Gustavo Spolidoro. Produção: Gustavo Spolidoro por GusGus Cinema
THIAGO & ÍSIS E OS BIOMAS DO BRASIL, de João Amorim. Produção: João Amorim por Amorim Filmes
MELHOR LONGA-METRAGEM ANIMAÇÃO
AUTHENTIC GAMES NO IMPÉRIO DESCONECTADO, de Bruno Murtinho. Produção: Patrícia Chamon e Catarina Chamon por Rubi Filmes, Marco Túlio por Authenticgames Canal e Produções, Leonardo Edde por Urca Filmes e Bruno Murtinho por Aya Produções Cinematográficas
EU E MEU AVÔ NIHONJIN, de Celia Catunda. Produção: Celia Catunda, Ricardo Rozzino e Kiko Mistrorigo por Pinguim Content
NOSSO LOUCO AMOR, de Nelson Botter Jr. Produção: Nelson Botter Jr e Fernando Alonso por Tortuga Studios
TAINÁ E OS GUARDIÕES DA AMAZÔNIA – EM BUSCA DA FLECHA AZUL, de Alê Camargo e Jordan Nugem. Produção: Virginia Limberger por Sincrocine Produções Cinematográficas
MELHOR LONGA-METRAGEM IBERO-AMERICANO
BELÉN (Argentina) – Direção: Dolores Fonzi. Indicação: Academia de las Artes y Ciencias Cinematográficas de la Argentina
LA MISTERIOSA MIRADA DEL FLAMENCO (Chile) – Direção: Diego Céspedes. Indicação: Academia de Cine de Chile
O RISO E A FACA (Portugal) – Direção: Pedro Pinho. Indicação: Academia Portuguesa de Cinema
PEPE (República Dominicana) – Direção: Nelson Carlo de los Santos Arias. Indicação: Academia de las Artes y Ciencias Cinematográficas de la República Dominicana
UN POETA (Colômbia) – Direção: Simón Mesa Soto. Indicação: Academia Colombiana de Cine
MELHOR DIREÇÃO
DANIEL REZENDE por O Filho de Mil Homens
ESMIR FILHO por Homem com H
GABRIEL MASCARO por O Último Azul
KLEBER MENDONÇA FILHO por O Agente Secreto
MARIANNA BRENNAND por Manas
MELHOR PRIMEIRA DIREÇÃO DE LONGA-METRAGEM
DOUGLAS SOARES por Papagaios
GLORIA PIRES por Sexa
JÚLIA JORDÃO por Perfeitos Desconhecidos
MÁRCIA FARIA por A Procura de Martina
RAFAELA CAMELO por A Natureza das Coisas Invisíveis
MELHOR ATRIZ DE LONGA-METRAGEM
CAMILA PITANGA como Sabina por Malês
CAROLINA DIECKMMANN como Kátia por (Des)controle
DENISE WEINBERG como Teresa por O Último Azul
JAMILLI CORREA como Marcielle por Manas
TÂNIA MARIA como Dona Sebastiana por O Agente Secreto
MELHOR ATOR DE LONGA-METRAGEM
ANTONIO PITANGA com Pacífico Licutan por Malês
ARY FONTOURA como Rodolfo por Velhos Bandidos
IRANDHIR SANTOS como Valério por Os Enforcados
JESUÍTA BARBOSA como Ney Matogrosso por Homem com H
RODRIGO SANTORO como Crisóstomo por O Filho de Mil Homens
WAGNER MOURA como Marcelo, Armando e Fernando por O Agente Secreto
MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
ALICE CARVALHO como Fátima por O Agente Secreto
CAMILA MÁRDILA como Simone por A Natureza das Coisas Invisíveis
DIRA PAES como Aretha por Manas
GRACE PASSÔ como Maria por O Filho de Mil Homens
HERMILA GUEDES como Claudia por O Agente Secreto
MELHOR ATOR COADJUVANTE
ADANILO como Ludemir por O Último Azul
ALEJANDRO CLAVEAUX como Adriano por Ruas da Glória
AUGUSTO MADEIRA como Doutor Batista por Os Enforcados
CARLOS FRANCISCO como Seu Alexandre por O Agente Secreto
GABRIEL LEONE como Bobbi por O Agente Secreto
ROBÉRIO DIÓGENES como Delegado Euclides por O Agente Secreto
RODRIGO SANTORO como Cadu por O Último Azul
RÔMULO BRAGA como Marcílio por Manas
MELHOR ROTEIRO ORIGINAL
ANNA MUYLAERT por A Melhor Mãe do Mundo
ESMIR FILHO por Homem com H
FELIPE SHOLL, MARCELO GRABOWSKY, MARIANNA BRENNAND, CAROLINA BENEVIDES, ANTONIA PELLEGRINO e CAMILA AGUSTINI por Manas
GABRIEL MASCARO e TIBÉRIO AZUL por O Último Azul
KLEBER MENDONÇA FILHO por O Agente Secreto
RAFAELA CAMELO por A Natureza das Coisas Invisíveis
MELHOR ROTEIRO ADAPTADO
ALY MURITIBA e JESSICA CANDAL por Barba Ensopada de Sangue – adaptado da obra Barba Ensopada de Sangue, de Daniel Galera
BRUNO BINI por Cinco Tipos de Medo – adaptado do curta-metragem Três Tipos de Medo, de Bruno Bini
DANIEL REZENDE por O Filho de Mil Homens – adaptado da obra O Filho de Mil Homens, de Valter Hugo Mãe
ERYK ROCHA e GABRIELA CARNEIRO DA CUNHA por A Queda do Céu – adaptado do livro A Queda do Céu, de Davi Kopanawa e Bruce Albert
MARCO DUTRA por Enterre seus Mortos – baseado no livro Enterre seus Mortos, de Ana Paula Maia
WAGNER DE ASSIS por O Advogado de Deus – adaptado da obra O Advogado de Deus, de Zíbia Gasparetto e Lucius
MELHOR DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA
AZUL SERRA, ABC, por Homem com H
AZUL SERRA, ABC, por O Filho de Mil Homens
EVGENIA ALEXANDROVA por O Agente Secreto
GUILLERMO GARZA por O Último Azul
PIERRE DE KERCHOVE por Manas
MELHOR DIREÇÃO DE ARTE
DAYSE BARRETO por O Último Azul
DINA SALEM LEVY por Um Lobo Entre os Cisnes
MARCOS PEDROSO por Manas
THALES JUNQUEIRA por Homem com H
THALES JUNQUEIRA por O Agente Secreto
MELHOR FIGURINO
GABRIELLA MARRA por Homem com H
GABRIELLA MARRA por O Último Azul
KIKA LOPES por Manas
MANUELA MELLO por O Filho de Mil Homens
RITA AZEVEDO por O Agente Secreto
RÔ NASCIMENTO por Malês
MELHOR MAQUIAGEM
ANDREA TRISTÃO por Barba Ensopada de Sangue
JULIANA BOLZE por O Último Azul
MARISA AMENTA por O Agente Secreto
MARTÍN MACÍAS TRUJILLO por Homem com H
MARTÍN MACÍAS TRUJILLO por O Filho de Mil Homens
MELHOR MONTAGEM DE FICÇÃO
BRUNO BINI por Cinco Tipos de Medo
EDUARDO SERRANO e MATHEUS FARIAS por O Agente Secreto
GERMANO DE OLIVEIRA, EDT, por Homem com H
ISABELA MONTEIRO DE CASTRO por Manas
MARCELO JUNQUEIRA, AMC, por O Filho de Mil Homens
MELHOR MONTAGEM DOCUMENTÁRIO
ANDRÉ FELIPE SILVA e JOÃO WAINER por Zico – O Samurai de Quintino
CRISTINA AMARAL por Ecos do Teatro Experimental do Negro
DAVID BARKER, TINA BAZ, NELS BANGERTER, JORDANA BERG, VICTOR MIACIRO e EDUARDO GRIPA por Apocalipse nos Trópicos
FABIO MEIRA, JULIANO CASTRO e AFFONSO UCHÔA por Mambembe
JORDANA BERG por Cazuza, Boas Novas
OSWALDO SANTANA, AMC, por Ritas
MELHOR EFEITO VISUAL
ALEXANDRE BOIRON, LUUK MEIJER e DAVID VAN HEESWIJK por O Agente Secreto
CLAUDIO PERALTA por O Diário de Pilar na Amazônia
EDUARDO KURT, MAGDALENA MAIA, SOFIA SUSSEKIND, BEATRIZ PAIXÃO e VANDRÉ HUPPES por O Último Azul
JULIANO STORCHI por O Filho de Mil Homens
MASSAO ASAGA por Homem com H
MELHOR SOM
ANA LUIZA PENNA, MARTÍN GRIGNASCHI e ARMANDO TORRES JR, ABC, por Homem com H
LIA CAMARGO, ABC, TOCO CERQUEIRA e ALAN ZILLI, MPSE, por O Filho de Mil Homens
LILIANA VILLASEÑOR, HEVERSON BATISTA, MARÍA ALEJANDRA ROJAS, ARTURO SALAZAR RB e VINCENT SINCERETTI por O Último Azul
PEDRO MOREIRA, MOABE FILHO, TIJN HAZEN e CYRIL HOLTZ por O Agente Secreto
VALÉRIA FERRO, MIRIAM BIDERMAN, ABC, RICARDO REIS, ABC e ARMANDO TORRES JR, ABC, por Manas
MELHOR TRILHA SONORA
ANDRÉ ABUJAMRA e GEORGE NAHSSEN por A Melhor Mãe do Mundo
ANTONIO PINTO e BARULHISTA por Malês
FABIO GÓES por O Filho de Mil Homens
GUILHERME AMABIS, MARIANA AMABIS e RICA AMABIS por Homem com H
TOMAZ ALVES SOUZA e MATEUS ALVES por O Agente Secreto
MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING
ÂNGELA DINIZ: ASSASSINADA E CONDENADA – 1ª TEMPORADA – Produção: Conspiração – Andrucha Waddington e Renata Brandão
BELEZA FATAL – 1ª TEMPORADA – Produção: Coração da Selva – Geórgia Costa Araújo e Luciano Patrick
CANGAÇO NOVO – 2ª TEMPORADA – Produção: O2 Filmes – Andrea Barata Ribeiro
EMERGÊNCIA RADIOATIVA – 1ª TEMPORADA – Produção: Gullane – Caio Gullane e Fabiano Gullane
MÁSCARAS DE OXIGÊNIO NÃO CAIRÃO AUTOMATICAMENTE – 1ª TEMPORADA – Produção: Morena Filmes – Thiago Pimentel, Mariza Leão e Tiago Rezende
MELHOR ATRIZ SÉRIE DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING
ADRIANA ESTEVES como Cibele por Os Outros
ALICE CARVALHO como Dinorah por Cangaço Novo
BRUNA LINZMEYER como Léa por Máscaras de Oxigênio não Cairão Automaticamente
CAMILA PITANGA como Lola por Beleza Fatal
MARJORIE ESTIANO como Ângela Diniz por Ângela Diniz: Assassinada e Condenada
THAINÁ DUARTE como Dilvânia por Cangaço Novo
MELHOR ATOR SÉRIE DE FICÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING
ALLAN SOUZA LIMA como Ubaldo Vaqueiro por Cangaço Novo
CHICO DÍAZ como Galego por Os Donos do Jogo
JOHNNY MASSARO como Fernando por Máscaras de Oxigênio não Cairão Automaticamente
JOHNNY MASSARO como Marcio por Emergência Radioativa
RAVEL ANDRADE como Raul Seixas por Raul Seixas – Eu Sou
MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE DOCUMENTÁRIO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING
A MULHER DA CASA ABANDONADA – 1ª TEMPORADA – Produção: Coiote Produções – Marcia Vinci, Gil Ribeiro e Margarida Ribeiro
CAÇADOR DE MARAJÁS – 1ª TEMPORADA – Produção: Boutique Filmes – Gustavo Mello e Waking Up Films – Marcelo Campanér – Charly Braun
CAZUZA: ALÉM DA MÚSICA – 1ª TEMPORADA – Produção: Conspiração – Andrucha Waddington, Renata Brandão e Luísa Barbosa
CHICO ANYSIO – UM HOMEM À PROCURA DE UM PERSONAGEM – TEMPORADA ÚNICA – Produção: Casé Filmes – Augusto Casé
CONGONHAS: TRAGÉDIA ANUNCIADA – TEMPORADA ÚNICA – Pródigo – Beto Gauss e Francesco Civita; Sobretudo Produção – Angelo Defanti e Bárbara Defanti
O TESTAMENTO: O SEGREDO DE ANITA HARLEY – TEMPORADA ÚNICA – Produção: Globo – Fernanda Neves
MELHOR SÉRIE BRASILEIRA DE ANIMAÇÃO PARA TV ABERTA, TV PAGA OU STREAMING
AS AVENTURAS DE TITA – 1ª TEMPORADA – Produção: FK Sound – Felipe Andrade dos Santos e Viu Cine – Ulisses Brandão
ESQUADRÃO DO MAR AZUL – 2ª TEMPORADA – Produção: Belli Studio – Aline Belli, Rubens Belli e Cassio Schmitt
ESSE É O BICHO! – 2ª TEMPORADA – Produção: Sabiá Educacional – Daniel Neves Montezano
GNAKS! – 1ª TEMPORADA – Produção: Mandra Filmes – Paulo GC Miranda, Ricardo de Podestá e Thiago Camargo
O MUNDO SEM FILTRO DE ANY MALU – 1ª TEMPORADA – Produção: Combo Estúdio Animações – Marcelo Pereira e Vitor Campos
OSMAR, A PRIMEIRA FATIA DO PÃO DE FORMA – 3ª TEMPORADA – Produção: 44 Toons – Ale McHaddo, Guilherme Machado de Sá e Rafael Reinoso
SENNINHA NA PISTA MALUCA – 3ª TEMPORADA – Produção: Gullane – Caio Gullane e Fabiano Gullane
MELHOR CURTA-METRAGEM FICÇÃO
AMARELA, direção: André Hayato Saito
ARAME FARPADO, direção: Gustavo de Carvalho
BOIUNA, direção: Adriana de Faria
KLAUSTROFOBIA, direção: João Londres
PEIXE MORTO, direção: João Fontenele
PRESÉPIO, direção: Felipe Bibian
MELHOR CURTA-METRAGEM DOCUMENTÁRIO
CARTAS PELA PAZ, direção: Mariana Reade, Thays Acaiabe e Patrick Zeiger
CONSELHO, direção: Alice Riff
FILME SEM QUERER, direção: Lincoln Péricles
REPLIKA, direção: Piratá Waurá e Heloisa Passos
SEBASTIANA, direção: Pedro de Alencar
MELHOR CURTA-METRAGEM ANIMAÇÃO
A TRAGÉDIA DO LOBO GUARÁ, direção: Kimberly Palermo
COMO NASCE UM RIO, direção: Luma Flôres
MÃE DA MANHÃ, direção: Clara Trevisan
SAFO, direção: Rosana Urbes
SEU VÔ E A BALEIA, direção: Mariana Elisabetsky
UMA MENINA, UM RIO, direção: Renata Martins Alvarez
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A programação de junho está repleta de estreias esperadas do entretenimento asiático
Além de mês de Copa do Mundo e Festa Junina, junho é o mês de novidades no streaming Viki. Uma das maiores plataformas de conteúdo asiático no mundo, a Viki promete novas produções para todos os gostos e novos favoritos para seus fãs no catálogo deste mês.
Entre as novidades estão reality shows de culinária, comédias românticas, os tão queridos BLs (Boys Love), séries de mistério, animações e também adaptações inspiradas em mangás populares. Tudo isso e mais estreia em junho.
Veja abaixo a lista completa de novidades:
Kumusta (Filipinas) ー Já disponível!
Foto: divulgação/Viki
Uma nova colaboração culinária intercultural chegou! Lideradas pelo chef JP Anglo, as celebridades filipinas Jodi Sta. Maria, Francine Diaz, Janella Salvador e Arci Muñoz se unem ao ator sul-coreano Ji Chang Wook para desenvolver um restaurante pop-up filipino em Gangnam.
Luz na sua Vida (China) ー Já disponível!
Foto: divulgação/Viki
Após uma emergência familiar, Qing Ye (Guan Xiao Tong) retorna à sua cidade natal onde conhece Xing Wu (Li Yun Rui), um adolescente local com dificuldades na escola, que ela decide ajudar a se formar. Gradualmente, Xing Wu e Qing Ye se aproximam e nutrem sentimentos um pelo outro até Qing Ye se mudar para a universidade.
Será que o reencontro lhes dará a oportunidade de finalmente perceberem seus sentimentos um pelo outro? Este drama foi adaptado do romance “Yao Yan”, de Shi Jiu Yuan.
Menino que Não Vai para o Céu (Tailândia) ー 30 de maio
Foto: divulgação/Viki
Órfão desde criança, Tanrak (Nattawat Jirochtikul) acaba se juntando à igreja com a intenção de se tornar padre. No entanto, sua vida muda quando um novo aluno é transferido: Barth (Gemini Norawit Titicharoenrak), um delinquente enviado à escola na esperança de que isso corrija seu comportamento.
Tanrak é encarregado de cuidar de Barth e essa relação acaba levando-o a criar sentimentos pelo garoto que entram em conflito com seus aprendizados religiosos. Conseguirá Tanrak conciliar seu amor aparentemente proibido com sua fé, ou será forçado a fazer uma escolha impossível?
Renascendo como Novato (Coreia do Sul) ー 30 de maio
Foto: divulgação/Viki
Original do Viki, este dorama conta a história de Kang Yong Ho que é conhecido como o “Deus dos Negócios”. Um dia, ele sofre um acidente inesperado: colide com um jovem jogador de futebol chamado Hwang Jun Hyeon.
Devido ao acidente, a alma dos dois é trocada. Assim começa uma jornada imprevisível, com sua alma de empresário excepcional no corpo do jovem Hwang Jun Hyeon.
Um Cão e um Avião (Tailândia) ー 1 de junho
Foto: divulgação/Viki
Durante uma confusão no aeroporto, a mala do comissário de bordo Khanit (New Thitipoom Techaapaikhun) acaba nas mãos do paramédico Toto (Tay Tawan Vihokratana). Ao perceberem a troca, os colegas de Toto decidem pegar emprestado os pertences caros de Khanit para uma noite de diversão.
Mas quando ele descobre o que houve, decide perdoar a dívida apenas se Toto encontrar provas da infidelidade de seu namorado. E muitos sentimentos se afloram nessa aventura.
Os Feromônios Dizem que Não Temos Chance (China) ー 3 de junho
Foto: divulgação/Viki
Neste mundo, as pessoas desenvolvem subgêneros que afetam seus órgãos reprodutivos e atração feromonal durante a adolescência, e Luo Zhi Yu e Xiao Yan não escapam dessa. Os dois vivem em pé de guerra desde os três anos de idade, brigando constantemente e irritando um ao outro. No entanto, durante uma briga, ambos acabam desenvolvendo seus subgêneros ao mesmo tempo: Xiao Yan como alfa e Zhi Yu como ômega.
Apesar desses subgêneros geralmente se atraírem, Xiao Yan e Zhi Yu fazem exames médicos que comprovam 0% de compatibilidade. Mas tudo muda quando Xiao Yan, de repente, dá uma mordida de acasalamento em Zhi Yu – e diz que eles deveriam se casar.
Ele Está a Fim Dela 2 (Filipinas) ー 5 de junho
Foto: divulgação/Viki
Nesta sequência do drama de 2021, He’s Into Her, adaptado do romance online de mesmo nome escrito por Maxine Lat Calibuso, Deib Lohr Enrile (Donny Pangilinan) e Max Zin Del Valle Luna (Belle Mariano) finalmente começam a namorar depois de aprenderem a ser mais honestos um com o outro.
Infelizmente, confessar seus sentimentos foi apenas o primeiro obstáculo a superar, pois logo se deparam com o desafio de contar aos amigos e familiares sobre o relacionamento. Conseguirão encontrar uma maneira de ficarem juntos ou a pressão os separará?
Presos na Mentira (Coreia do Sul) ー 5 de junho
Foto: divulgação/Viki
A missão do assassino de aluguel Seo Yi Do (Kim Seung Beom) deveria ser simples: eliminar seu alvo, Heo Dong Hwa (Lee Jeong Ho), e desaparecer sem deixar rastros. No entanto, seu chefe muda os planos, ordenando que ele mantenha Dong Hwa vivo e em cativeiro.
A situação se complica ainda mais com a chegada de Chu Tae Jeong (Kim Gyeong Min), pronto para sua estadia de uma semana na casa de Dong Hwa, previamente combinada. Mas quando Yi Do e Tae Jeong desenvolvem uma forte atração um pelo outro, Yi Do terá que fazer uma escolha impossível que coloca tudo em risco.
Customized Lover (Hong Kong) ー 10 de junho
Antes de conhecer Lu Xiao, Chu Yi tinha um milhão de ideias diferentes sobre seu parceiro ideal. Naquela época, ele não sabia que, neste mundo, apenas os sentimentos não podem ser moldados. Mas, depois de conhecer Lu Xiao, Chu Yi sentiu que todas aquelas mil ideias não importavam mais. Ele disse para si mesmo: “”É ele”.
A Joia da Seção E (Filipinas) ー 12 de junho
Foto: divulgação/Viki
Embora Jay-Jay (Ashtine Olviga) finalmente tenha conquistado o respeito de seus colegas da Seção E, composta apenas por homens, seus problemas interpessoais ainda não acabaram. Jay-Jay acaba sendo forçada a tomar decisões difíceis sobre amor, família e seu futuro – e talvez não haja como seu coração permanecer intacto no final. Esta é a sequência do drama de 2025, A Joia da Seção E, baseado na trilogia de livros de Lara Flores.
Undercover Chef (Coreia do Sul) ー 12 de junho
Foto: divulgação/Viki
Chefs renomados da Coreia do Sul conseguem um emprego disfarçado como chefs novatos em uma cozinha na China continental, onde tudo começou para eles! Será que eles podem abandonar a fama na Coreia e serem reconhecidos por seu talento cozinhando apenas na China continental?
The Heir (China) ー 17 de junho
Em meados da Dinastia Ming, um caso envolvendo tinta de tributo quebrou o padrão estabelecido na indústria de tinta de Huizhou, e a família Li Mo, tradicional fabricante de tinta, caiu em desgraça. Li Mo ficou gravemente ferido, e a indústria da família Luo ascendeu. Após Li Mo, a empresa alcançou um sucesso sem precedentes, mas acabou envolvida com o governo e ruiu.
Com o passar do tempo, Li Zhen, a filha mais nova do oitavo reino do clã Li, decidiu trilhar o caminho da fabricação de tinta para garantir seu sustento. Com seu talento e trabalho árduo, ela se tornou uma figura importante na indústria de tinta de Huizhou.
Morra, Por Favor! (Coreia do Sul) ー 17 de junho
Foto: divulgação/Viki
Após nutrir uma paixão secreta por seu belo colega de classe, Yeo Myung, Mi Na está determinada a confessar seus sentimentos. No entanto, toda vez que ela tenta convidar Yeo Myung para sair, algo absurdo acontece: desde quase ser atropelada por um carro até ter seus grandes planos arruinados – entre suas diversas tentativas, ela já falhou doze vezes.
Mi Na reclama de seus problemas com seu melhor amigo, Yeong Woong, que, estranhamente, não demonstra nenhuma compaixão por seu fracasso. Mas há algo que Mi Na não sabe: Yeo Myung e Yeong Woong são, na verdade, médiuns de outro mundo, e a única maneira de retornarem para casa é matando Mi Na. Será que os três estudantes conseguirão o que desejam, ou alguém acabará infeliz no final?
Cherry Magic! Thirty Years of Virginity Can Make You a Wizard?! (Japão) ー 19 de junho
Foto: divulgação/Viki
Adachi Kiyoshi é um assalariado comum que, aos 29 anos, ainda era virgem. No seu aniversário de 30 anos, ele descobre repentinamente que adquiriu um novo poder: a habilidade de ler a mente das pessoas ao tocá-las. Chocado e perturbado com essa nova capacidade, ele luta para se adaptar.
Até que um dia ele toca acidentalmente no belo e popular colega de trabalho, Kurosawa Yuichi, e descobre que o colega nutre sentimentos românticos secretos por ele. Como Adachi lidará com essa revelação?
Saint Love Survivors (Japão) ー 26 de junho
Após ler um artigo em uma revista, Aizawa Haru se apaixona por Oji Kazuhiro, membro de uma banda popular. Movida pelo desejo de conhecê-lo, ela abandona seu emprego estável em uma grande empresa e se torna escritora freelancer. Seu desejo finalmente se realiza e ela consegue conhecer Oji.
Sem perceber, ela acaba se tornando a pessoa que cuida dele no dia a dia. Após um casamento repentino entre os dois, Aizawa Haru percebe que este é só o começo de suas preocupações.
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Mostra do Centro Cultural Coreano no Brasil celebra os 10 anos do reconhecimento das Haenyeo como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO
Quando se fala em cultura coreana, muita gente pensa imediatamente em K-pop, K-dramas ou gastronomia. Mas a Coreia do Sul guarda tradições centenárias que continuam fascinando o mundo até hoje. Uma delas é a das Haenyeo, as famosas mergulhadoras da ilha de Jeju, que serão homenageadas na exposição Sopro do Mar – Jeju Haenyeo, mulheres e coletividade, em cartaz no Centro Cultural Coreano no Brasil a partir de 12 de junho.
A mostra convida o público a mergulhar na história dessas mulheres que, há gerações, desafiam o mar para coletar frutos marinhos em apneia, sem o auxílio de cilindros ou equipamentos de respiração. Mais do que uma atividade profissional, o trabalho das Haenyeo representa um modo de vida baseado na cooperação, no conhecimento compartilhado e na força da coletividade.
Com curadoria de Jinhee Park, a exposição reúne fotografias, vídeos, objetos tradicionais e elementos que ajudam a recriar o cotidiano das mergulhadoras da ilha de Jeju. A iniciativa acontece em parceria com o Jeju Haenyeo Museum e conta com apoio da Associação das Jeju Haenyeo.
Foto: divulgação/KCCB
Uma tradição feminina que atravessa gerações
As Haenyeo ocupam um lugar único na história da Coreia. Organizadas em comunidades, elas mergulham juntas em águas geladas e enfrentam condições desafiadoras para garantir o sustento de suas famílias. Ao longo dos anos, desenvolveram técnicas próprias e criaram uma forte rede de apoio baseada na confiança e na ajuda mútua.
Essa cultura coletiva foi justamente um dos motivos que levaram a UNESCO a reconhecer a tradição como Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Em 2026, a conquista completa uma década, tornando a exposição ainda mais significativa.
Uma viagem à ilha de Jeju sem sair de São Paulo
Um dos grandes destaques da mostra é a recriação do bulteok, espaço tradicional construído com pedras próximo ao mar. Um lugar de descanso para as mergulhadoras, para trocas de roupa, compartilhar histórias e se aquecer ao redor do fogo antes e depois dos mergulhos.
O ambiente ajuda a transportar os visitantes para Jeju e oferece uma visão mais íntima sobre o cotidiano das Haenyeo, mostrando que a força dessa tradição vai muito além do trabalho no mar.
Outro elemento central da exposição é o sumbisori, o som característico produzido pelas mergulhadoras ao retornarem à superfície após longos períodos submersas. Considerado um dos símbolos mais marcantes dessa cultura, o som aparece em registros audiovisuais que ajudam a construir uma experiência sensorial imersiva.
Foto: divulgação/KCCB
Exposição também destaca produções audiovisuais sobre as Haenyeo
Parte do material apresentado foi cedida pela diretora Lygia Barbosa e pelo fotógrafo Luciano Candisani, responsáveis pelo documentário Haenyeo, A Força do Mar, exibido pela TV Cultura e pela National Geographic.
Os registros ajudam a apresentar ao público brasileiro uma tradição que continua despertando interesse internacional por sua relevância histórica, cultural e social.
Foto: divulgação/KCCB
Programação inclui bate-papos e atividades especiais
Além da exposição, o Centro Cultural Coreano preparou uma programação complementar dedicada ao universo das Haenyeo.
No dia 14 de junho, o público poderá participar de um encontro com Carlos Gorito, Embaixador Honorário do Turismo de Jeju, e a curadora Jinhee Park. A conversa abordará a história das mergulhadoras, os valores comunitários que sustentam essa tradição e curiosidades sobre a ilha de Jeju, um dos destinos turísticos mais conhecidos da Coreia do Sul.
A agenda também contará com painéis temáticos e oficinas culturais inspiradas nos costumes da ilha. Entre as convidadas confirmadas estão Yoo Yong-ye, presidente da Associação das Jeju Haenyeo, e a jornalista Koh Mi, que há mais de 20 anos documenta a vida dessas mulheres.
Mais do que apresentar uma tradição centenária, a exposição propõe uma reflexão sobre pertencimento, solidariedade e comunidade em um mundo cada vez mais individualista, como sugere o conceito da mostra: nenhum sopro é solitário — uma mensagem que atravessa o mar e chega ao público brasileiro através das histórias dessas mulheres extraordinárias.
Foto: divulgaçã/KCCB
Serviço
Exposição: Sopro do Mar – Jeju Haenyeo, mulheres e coletividade Período: 12 de junho a 30 de agosto de 2026 Local: Centro Cultural Coreano no Brasil – Avenida Paulista, 460, São Paulo Entrada: Gratuita
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O Encontro Perfeito traz uma história de reencontros, rivalidade e paixão em Peonyshire
A autora Stefany Nunes retorna ao universo de Peonyshire em seu mais novo livro, O Encontro Perfeito. Misturando romance contemporâneo e esporte, a obra acompanha a trajetória de Alexandra Cooper e Seth Maclogan, dois personagens marcados pelo passado e por uma conexão difícil de ignorar.
Com elementos de slow burn, reencontros e enemies to lovers, o romance aposta na construção gradual da relação entre os protagonistas, enquanto o universo do rúgbi ganha espaço importante no desenvolvimento da narrativa.
Segundo a autora, o interesse pelo esporte surgiu durante a adaptação de outra obra. “Desde que adaptei o livro Cancelados e transformei um personagem secundário em jogador de rugby, tive vontade de escrever uma história ambientada nesse universo. Quando Seth apareceu em A Melhor Surpresa, percebi que ele merecia protagonizar seu próprio livro”, explica. “Fiz muitas pesquisas, fui a jogos aqui em Londres e procurei trazer o rugby de forma relevante para a trama, sem tirar o foco do casal principal.”
Stefany também confirmou presença na Bienal do Livro de São Paulo, no estande da Editora Flyve. A escritora já publicou diversos romances contemporâneos e de época e reúne uma comunidade consolidada de leitores nas redes sociais.
Sinopse
A primavera chegou a Peonyshire e o amor também. Depois de um período turbulento, Alexandra Cooper se muda para a pequena vila em busca de um novo começo. Como nova gerente da pousada local, ela espera finalmente encontrar tranquilidade. Contudo, seus planos mudam ao descobrir que o vizinho ao lado é Seth Maclogan,jogador de rugbycom quem compartilha um passado complicado.
Foto: divulgação/Lavanda Literária
Determinado a conquistar o título da temporada e garantir seu futuro no esporte, Seth vive sob intensa pressão profissional. Mas a chegada inesperada de Alex ameaça tirar seu foco, especialmente porque os sentimentos entre os dois parecem mais vivos do que nunca.
Embora tentem manter distância, a convivência aproxima o casal e revela versões diferentes daquelas que conheceram anos antes. Entre rivalidades, traumas e segundas chances, Alex e Seth precisarão decidir se estão dispostos a arriscar o coração novamente.
Sobre a autora
Foto: divulgação/Lavanda Literária
Stefany Nunes nasceu em Sorocaba, em 1992, e é formada em Letras e Direito. Apaixonada por literatura desde a infância, sempre cultivou o hábito de criar histórias, mas foi após sua mudança para Londres que decidiu transformar a escrita em trabalho.
Hoje, a autora se dedica aos romances de época e contemporâneos, conquistando leitores no Brasil e no exterior. Stefany também possui publicação internacional com o livro Falling on a Duke, lançado no Reino Unido pela editora The Book Guild.
Foto: divulgação/Entretetizei
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Lançados pela Intrínseca no Brasil, os livros de Mikito Chinen combinam lendas urbanas, suspense psicológico e críticas à vigilância digital em uma experiência de leitura imersiva
O catálogo de literatura asiática da Intrínseca acaba de ganhar mais dois títulos que prometem agradar aos fãs de suspense e terror psicológico. Publicados em edição conjunta no Brasil, Não mexa neste celular e Não mexa neste arquivo, do autor japonês Mikito Chinen, chegam ao país após conquistarem o público japonês e venderem mais de 140 mil exemplares apenas no primeiro mês de lançamento.
As obras apresentam histórias independentes, mas conectadas por temas em comum: o medo de estar sendo observado, os limites entre realidade e sobrenatural e os impactos da vigilância constante em uma sociedade cada vez mais digitalizada.
A experiência começa em Não mexa neste celular, livro que utiliza um formato pouco convencional para contar sua história. A narrativa acompanha Kazuma Isshiki, um universitário que aceita investigar a lenda urbana de Doumeki em busca de uma renda extra. O que parecia apenas mais um trabalho logo se transforma em um pesadelo quando ele passa a sentir que está sendo observado a todo momento.
O diferencial da obra está na forma como ela é construída. Além da narrativa tradicional, o leitor encontra capturas de tela, mensagens e outros elementos visuais que simulam o conteúdo do celular do protagonista. A escolha torna a leitura ainda mais imersiva e contribui para a crescente sensação de paranoia que acompanha a trama.
Já em Não mexa neste arquivo, o mistério ganha novos contornos. A história é apresentada por meio de documentos relacionados a um massacre que chocou o Japão, incluindo entrevistas, relatórios, matérias jornalísticas e registros oficiais.
Foto: divulgação/Intrinseca
No centro da narrativa está o homem acusado pelo crime, que afirmava estar sendo perseguido por uma presença misteriosa. Determinada a entender o que realmente aconteceu, a psiquiatra responsável pelo caso inicia sua própria investigação e acaba se aproximando de respostas que podem ser mais perturbadoras do que imaginava.
Apesar das diferenças na estrutura narrativa, os dois livros se complementam ao explorar medos profundamente contemporâneos. Em uma época marcada por redes sociais, rastreamento de dados e monitoramento constante, Mikito Chinen utiliza o terror para questionar até que ponto a tecnologia ampliou nossa sensação de segurança — ou de vigilância.
Ao mesmo tempo, o autor incorpora elementos clássicos do horror japonês, especialmente as lendas urbanas e o suspense psicológico, criando histórias que mantêm o leitor em dúvida até as últimas páginas sobre o que é real e o que pertence ao campo do sobrenatural.
Quem é Mikito Chinen?
Nascido em Okinawa, em 1978, Mikito Chinen é médico formado pela Universidade Jikei e atualmente vive em Tóquio. Desde sua estreia literária, em 2012, tornou-se um dos autores mais populares do Japão, acumulando best-sellers, prêmios e adaptações para o cinema e a televisão.
Agora, com Não mexa neste celular e Não mexa neste arquivo, o escritor faz sua estreia no mercado editorial brasileiro, trazendo aos leitores uma combinação de terror, mistério e crítica social que já conquistou milhares de fãs em seu país de origem.
Foto: divulgação/instrinseca
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Cantora islandesa-chinesa retorna ao Brasil para apresentação única e traz ao público as músicas de seu novo álbum, A Matter of Time
A cantora, compositora e multi-instrumentista Laufey anunciou uma apresentação solo em São Paulo. O show acontece no dia 9 de setembro, no Espaço Unimed, e marca mais uma passagem da artista pelo Brasil em meio à divulgação de seu novo álbum, A Matter of Time.
Conhecida por misturar jazz, pop e música clássica em suas composições, Laufey conquistou uma geração de ouvintes ao transformar referências de artistas como Chet Baker, Carole King e Maurice Ravel em canções que dialogam diretamente com o público jovem. Com letras sobre amor, relacionamentos e autodescoberta, a cantora se tornou um dos principais nomes da nova cena musical internacional.
A venda geral de ingressos começa no dia 8 de junho, às 10h pela internet e às 11h na bilheteria oficial. As entradas poderão ser parceladas em até três vezes sem juros.
A apresentação faz parte da turnê de A Matter of Time, terceiro álbum de estúdio da artista. No projeto, Laufey trabalhou ao lado dos produtores Spencer Stewart e Aaron Dessner para expandir ainda mais sua sonoridade, explorando novas camadas emocionais e musicais sem abandonar as influências que a tornaram conhecida.
A trajetória da cantora começou ainda na adolescência, quando integrou a Orquestra Sinfônica da Islândia como violoncelista. Desde então, acumulou bilhões de reproduções nas plataformas digitais, conquistou discos de platina, entrou para a lista Forbes 30 Under 30 e foi reconhecida pela revista Time como uma das Mulheres do Ano em 2025.
Além da turnê, Laufey anunciou que US$ 1 de cada ingresso vendido será destinado a programas de orquestras juvenis e iniciativas voltadas à educação musical.
Foto: divulgação/Laufey
Serviço – Laufey em São Paulo
Data: 9 de setembro Local: Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo) Abertura dos portões: 19h Horário do show: 21h Classificação: 16 anos Ingressos: disponíveis a partir de 8 de junho
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Escritora comenta seu processo criativo e seu amor pelo futebol
Desde nova, Vanessa Reis já possuía talento para a escrita, percebido até mesmo por seus professores da escola. Seu primeiro livro, Interseção (2024), chamou atenção do público pela representatividade, relatada de forma sutil, de sua protagonista. Agora, em retorno a um novo romance, a autora aproveitou o clima do ano de Copa do Mundo para unir duas paixões que carrega consigo: livros e esporte.
Nascida em Jacobina, interior da Bahia, no final dos anos 80, Vanessa esbanja criatividade ao usar situações cotidianas que ocorreram em sua vida como inspiração para acontecimentos em suas obras. Formada em serviço social, a escritora também trabalha como servidora pública, e afirma gostar de ocupar seu tempo na internet “surtando com casais fictícios”.
Foto: divulgação/Verus Editora
Em entrevista ao Entretetizei, ela compartilha um pouco sobre sua infância e o processo de escrita da sua nova obra, Camisa Onze (2026). Confira:
Entretetizei: Camisa Onze é o seu segundo livro lançado. O que te levou a ser escritora?
Vanessa Reis: Eu sempre escrevi, acho que essa é a verdade. Sou filha de professora, e eu sempre gostei muito de ler e tive muita facilidade para a escrita. A minha antiga escola sempre incentivou muito nessa questão, qualquer apresentação cultural que tinha, a professora de literatura chegava e falava “a Vanessa vai fazer o texto”, “Vanessa vai criar a história”, então todo ano tinha uma exposição cultural e eu fazia algo relacionado.
Cresci ouvindo minha professora dizer que quando eu crescesse ela leria livros meus, e eu sempre dizia que era bobagem. Mas aí no lançamento do meu livro, Interseção, ela estava na primeira fileira, então ela foi para esfregar na minha cara. Então, eu acho que sempre foi muito natural esse caminho de escrever, mas também a partir do momento que me entendi como pessoa com deficiência, porque a minha deficiência é congênita, mas ela só foi dando os primeiros sinais depois de mais velha, eu precisava escrever. Era uma forma de acessar outros lugares enquanto minha cabeça estava se organizando.
E: Você já relatou em suas redes sociais e em seu próprio perfil como autora que, além de escritora, também é uma leitora voraz e fã de futebol. Imagino que você tenha um time do coração. Qual é e de onde veio a paixão por esse time?
V: Eu sou torcedora do São Paulo desde 1998, foi o São Paulo que me escolheu. Mas é uma história engraçada, de meninas doidas apaixonadas por romance, porque quando eu estava na quarta série eu tive crush em um menino da minha turma e ele era são paulino. Ele tinha até uma mochila com o escudo do São Paulo, e ali eu pensei “preciso de assunto para falar com esse querido”.
Eu assistia futebol por causa do meu avô, ele era minha babá, então cresci em mesa de barzinho, em oficina e assistindo futebol e esportes no geral. Ele torcia para todos os times, menos para o Vasco, então eu poderia torcer para qualquer um, menos esse. Mas então por conta desse menino que eu gostava, passei a prestar mais atenção nos jogos do São Paulo, para puxar assunto com ele no dia seguinte. Só que no decorrer do ano, eu já não tinha mais crush no menino, mas continuei assistindo aos jogos do São Paulo, por isso digo que o São Paulo me escolheu.
E: O que te deu inspiração para o seu novo livro, Camisa Onze?
V: Então, eu sempre quis fazer um romance com sobre esportes, com o plano de fundo do futebol, mas nunca parei para fazer.Tenho um grupo de amigos, somos três, eu, a Rebeca e o Pedro, e a gente comenta sobre qualquer coisa. Aí o Pedro veio com uma seguinte informação: “Vocês se lembram de uma reportagem antigaça do Fantástico que um pai batizou a filha com o nome de Romário?”
Um tempinho depois, isso ficou na minha cabeça, e eu comecei a escrever algumas coisas que surgiam, que foram esses primeiros capítulos. Então voltei no grupo e disse: “Gente, vocês se lembram daquela conversa que a gente teve? Então, acho que tá nascendo uma história”.
E: Em Camisa Onze, a história é ambientada na Bahia, que também é a sua terra natal. Poderia dizer que você se baseou nas lembranças de sua infância para criar a descrição dos costumes familiares da Ana Romário, sua nova protagonista?
V: Sim! É algo que eu gosto bastante de ter nas minhas histórias. É o meu sotaque, são as particularidades de onde eu vim, de onde moro, a nossa forma de falar, de ver o mundo, porque isso é quem eu sou, sabe? Eu amo ser baiana, amo estar neste lugar. Eu amo ouvir as palavras que a gente só escuta aqui e comer as coisas que às vezes as outras pessoas não conhecem.
Então, as famílias do Bebeto e da Romário nasceram e foram criadas numa cidade fictícia, mas que é inspirada na minha cidade. Então, quem é daqui, quando lê, consegue perceber os lugarzinhos, com um nome um pouquinho diferente, mas consegue perceber.
E: Em seu primeiro livro lançado, Interseção, Catarina, a protagonista, foi uma personagem com representatividade. Pode dizer se em Camisa Onze também veremos algum personagem com representatividade?
V: Eu parto desse princípio de que as minhas protagonistas sempre vão representar alguém que está à margem da corponormatividade, que é aquele padrão. Então, Ana Romário é uma mulher negra. Não tinha como não fazer uma mulher negra, a gente está falando da Bahia.
A mãe do Bebeto é uma mulher com deficiência, um leitor atento vai perceber o tipo de deficiência que ela possui. Tem capítulo que ela usa uma órtese, tem um capítulo que ela arrasta mais a perna, porque eu gosto de escrever de uma forma que as minhas personagens não sejam reconhecidas por uma característica. O técnico do time da Ana Romário, ele é um homem gay, e eu me lembro que durante a revisão, pontuaram o seguinte: “Ah, mas por que você não falou do marido do técnico antes?” Mas eu vou falar isso onde antes? Tem que ser natural. Não queria que fosse nada forçado, jogado.
E: Sua personagem, Ana Romário, é uma jogadora de futebol. Qual você acredita ser a importância de colocar uma representação feminina em uma profissão muito mais valorizada na área masculina?
V: É triste, né, a gente pensar que é chamado de país do futebol e não tem essa inclusão. Então, a minha primeira quebra de expectativa vem disso, os capítulos da Ana Romário jogando é casa cheia, é como a gente trata o futebol masculino. Eu acho que é tentar colocar nesse cenário tudo que a gente poderia ter se passasse a olhar com menos julgamento.
Sim, é diferente, são mulheres jogando, mas o esporte é o mesmo, e algumas jogam muito melhor do que muitos homens do time que defendem a unhas e dentes. Então, tento trabalhar com essa quebra de expectativa do que eu gostaria realmente de ver. Estádio cheio, de ver o mesmo tipo de comentário, o mesmo tipo de reconhecimento para essas atletas, que se dedicam da mesma forma.
E: Em seu processo criativo, quais são suas etapas e suas maiores dificuldades? Teve alguma dificuldade específica que você passou para escrever Camisa Onze?
V: A minha maior dificuldade sempre é achar que tudo está horrível. Então, eu não posso reler. Porque se eu reler, vou apagar. E aí sempre tenho que lembrar que eu não posso consertar o que não existe. Eu coloco os meus objetivos mentais e as metas, então, crio regras para mim. Todos os dias durante uma hora, eu parava para escrever Camisa Onze. Eu tinha que escrever 250 palavras por dia, era a minha meta.
Em Camisa Onze, tive que pegar várias informações de acordo com os anos em que vão passando. Eu preciso pensar nessa tabela de jogos, como vou distribuir a tabela de jogos do Campeonato Brasileiro pelos capítulos, como é a troca de carro, porque ninguém fica com o mesmo carro o tempo inteiro.
E: Em seus livros, o gênero romance é o principal. Você pensa em escrever algum livro voltado para outro gênero?
V: É engraçado, porque eu nunca tentei fazer outras coisas. Porém, no ano passado, fiz o roteiro de um jogo para videogame de fantasia. E eu gostei muito, achei muito legal, porque não tem limites, tudo é válido. Dava para criar muita coisa, mas eu nunca explorei de sentar e fazer algo nesse sentido, não.
E: Já tem algum outro projeto em mente para um próximo livro?
V: Então, eu acho que sim, mas não sei ainda porque eu só tenho um capítulo. Sou servidora pública, e foi algo que aconteceu, que é inspiração para minha história. Em frente a sala em que eu trabalhava, ficava uma sala de concessão de carteira para a pessoa idosa poder viajar para outros estados, já que eu trabalho na assistência. E aí, eu estava sentada na minha mesa, que fica paralela à porta. E uma senhora, muito bonita, entrou lá na sala, sentou do meu lado, e só me chamava de Clara. Tinha uma outra senhora na porta chorando, e eu não estava entendendo. Depois, essa senhora que estava chorando, voltou para falar comigo. Ela me disse que a mulher que tinha conversado comigo era a mãe dela, que tem Alzheimer. E ela falou que havia anos que não escutava a risada da mãe.
E então me contou também que Clara era o nome da melhor amiga da mãe dela, de quando ela era jovem, e são algumas memórias que a mãe dela não conseguiu esquecer, com essa Clara. Então, a gente acredita que a Clara fosse parecida comigo, porque a mulher olhou para mim, me chamou de Clara e grudou em mim. Ela só falava nisso. Isso ficou na minha cabeça desde sempre, e eu fiquei com um desejo de escrever sobre uma amizade bem forte entre duas mulheres. Temos nome? Não. Mas aí a gente já pensa no romance.
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Bianca Andrade, a Boca Rosa, no palco do Beauty Show (foto: @casteleprodutora/divulgação Beauty Show)
De maquiagem a esmaltes e skincare, reunimos as novidades que o Entretê testou e aprovou no Beauty Show 2026 para você descobrir em quais produtos vale investir no seu próximo girl math de beleza
Matéria por Amanda Marques e Luana Esperatti
Preparem os cartões! O Expo Center Norte ficou pequeno para o Beauty Show 2026, o maior evento do Brasil dedicado aos segmentos de maquiagem, unhas e cílios.
A 4ª edição da feira, promovida pela Beauty Fair CO., levou o público à loucura ao reunir mais de 70 marcas nacionais e internacionais. Os stands foram transformados em verdadeiros palcos para apresentar os produtos e as tendências que movimentarão o universo da beleza nos próximos meses. E, claro, a nossa equipe marcou presença já no primeiro dia.
Entre makes multifuncionais, skincare inteligente, soluções que unem cuidado e sensorial, cores e texturas únicas, separamos o que mais chamou a nossa atenção para te ajudar a fechar seu carrinho com as escolhas mais legais.
Creamy – Hydrogell Oil Control e Pore Refiner
Se tem uma coisa que chamou nossa atenção no estande da Creamy foi o Hydrogel Oil Control. O hidratante promete unir hidratação intensa e controle da oleosidade em uma única fórmula, algo que parece impossível para quem vive brigando com a pele oleosa.
Conhecida por adaptar tendências e tecnologias de skincare asiático para o público brasileiro, a marca apostou em uma textura gel aquosa com ácido hialurônico e peptídeos. “O grande diferencial do produto é entregar hidratação profunda sem aumentar a oleosidade ao longo do dia”, explicou Keila Leticia Sauer, Diretora de Marketing e Comunicação da Skelt Beauty Brands. Depois de conhecer a proposta, entendemos por que ele foi um dos destaques do estande.
Foto: reprodução/Creamy & Entretetizei
Já o Pore Refiner não chegou exatamente como novidade na feira, mas foi um dos produtos que mais nos causou interesse. Os pads de algodão vêm embebidos em uma solução com 2% de ácido salicílico e ácido glicólico, ajudando na limpeza profunda e na melhora da aparência dos poros.
O formato faz sucesso há anos entre marcas coreanas, mas ainda era difícil de encontrar por aqui. “Somos a primeira marca a trazer os pads nesse formato para o Brasil. Antes, a gente só encontrava opções coreanas, e nosso objetivo foi tornar essa tecnologia mais acessível sem abrir mão da eficácia”, contou Keila. Para quem ama skincare asiático, esse é um daqueles produtos que entram na wishlist na mesma hora.
Foto: reprodução/Creamy & Entretetizei
Nina Make Up – Duo Coffee Make
A febre por gloss segue altíssima e quem passou pelo stand da Nina Make Up com certeza sentiu a temperatura esquentar com a nova linha Coffe Make. A marca criada pela empreendedora maranhense Shirley Costa apostou em traduzir o universo do café em uma experiência de beleza e autocuidado sensorial.
O lançamento traz dois glosses com efeito espelhado, textura leve e efeito 3D que valoriza os lábios, além de uma formulação rica em ativos hidratantes como a vitamina E e o ácido hialurônico. É simplesmente perfeito!
Enquanto o Gloss Coffee possui aquele brilho quentinho e luminoso –assim como um café recém-passado –, ideal para retocar ao longo do dia durante uma pausa, o Gloss Latte chega com uma proposta mais elegante e brilho sofisticado para aplicar à noite. Amaram?
Foto: reprodução/Nina Makeup & Entretetizei
Dailus – Top Glass
Quem gosta de fazer as unhas em casa provavelmente vai gostar de conhecer o Top Glass. A novidade da Dailus promete entregar aquele brilho espelhado das unhas em gel sem precisar de cabine UV ou LED.
Além de secar rapidamente, ele cria uma camada protetora que ajuda a prolongar a esmaltação e deixa o acabamento mais uniforme. É o tipo de produto que faz você olhar e pensar: “ok, talvez eu não precise marcar horário na manicure essa semana”.
Foto: reprodução/Dailus & entretetizei
Pudim Beauty – PurpuriGloss
Se você está buscando um novo lip combo, com certeza vai amar o PurpuriGloss para finalizar seus lábios e chamar atenção por onde passar. A marca que expressa toda a diversão e criatividade da influencer Camila Pudim entregou tudo mais uma vez com esse lançamento que promete hidratação e brilho combinado.
O favorito da nossa equipe foi o PurpuriGloss na cor Sambei que mistura o dourado e o brilho rosé, mas a linha ainda conta com mais quatro opções: Arrasei, Brilhei e Entreguei. Agora é só escolher o seu mood e experimentar!
Foto: reprodução/Pudim Beauty & Entretetizei
Impala – Disney #TBT
Por esse lançamento a gente não esperava…e amamos! A nova coleção Disney #TBT da Impala foi um dos momentos mais nostálgicos da Beauty Show. Inspirada em clássicos do Disney Channel como Hannah Montana, Os Feiticeiros de Waverly Place, High School Musical e Camp Rock, a linha transforma memórias de infância em esmaltes.
São oito cores divididas em quatro duplas temáticas, incluindo glitter, acabamento metalizado e o famoso efeito Cat Eye, uma das tendências mais fortes de 2026. E vamos ser sinceras: foi impossível passar pelo stand sem precisar conferir tudo de perto.
Foto: reprodução/Impala & Entretetizei
Simple Organic – Skin AI, Solução Exossomos e Balm de Olhos
Marcando presença pela primeira vez na feira, a Simple Organic deixou a nossa equipe de queixo caído com todas as novidades. Quem passou pelas ativações do stand, recebeu uma mensagem especial do cosmos através da ilustradora Julia Barra, e também pode ter a chance de testar a Skin AI, uma tecnologia desenvolvida para personalizar rotinas de skincare por meio de inteligência artificial.
Os holofotes também ficaram em torno do lançamento da Solução Exossomos + PDRN que traz os ativos queridinhos do skincare coreano em uma versão vegana e sustentável, e do best-seller Balm de Olhos, ideal para quem busca hidratação profunda para a região dos olhos em uma rotina descomplicada.
Foto: reprodução/Simple & Entretetizei
SHEGLAM – Color Bloom Liquid Blush, Hydra Jelly Pocket e Lashlighter Up & Out
Se teve uma marca que fez muita gente parar para conferir de perto, foi a SHEGLAM. Depois de anos dominando as redes sociais e aparecendo em praticamente toda timeline de beleza, a marca finalmente chegou oficialmente ao Brasil durante a Beauty Show 2026.
Entre os produtos que mais chamaram nossa atenção estavam o famoso Color Bloom Liquid Blush, os primers tecnológicos e a linha de contornos, bronzers e iluminadores líquidos que ajudaram a transformar a marca em um fenômeno nas redes sociais. O Hydra Jelly Pocket e a máscara Lashlighter Up & Out também estavam entre os destaques.
Para quem sempre ficou namorando os lançamentos pela internet, foi muito legal finalmente poder testar tudo de perto e entender por que a SHEGLAM conquistou tantos fãs ao redor do mundo.
Foto: reprodução/SHEGLAM &Entretetizei
DIDS – Coleção Emilly & Katlen
Ok, nós realmente piramos com essas fragrâncias! A Coleção Emilly & Katlen Pink e Cosmic Vibes foi a grande novidade da DIDS na Beauty Show deste ano, revelando dois novos body splashs e dois glosses ideais para compartilhar com a sua dupla favorita.
Unindo a personalidade de cada irmã, as fragrâncias variam entre a delicadeza suave e a intensidade marcante, enquanto os glosses oferecem brilho e hidratação com vitamina E e manteiga de cacau.
Foto: reprodução/DIDS & Entretetizei
Mari Maria Makeup – Flush Up, Kit Kiss Me e linha Bubble Gum
A Mari Maria Makeup foi um dos stands mais movimentados da feira, e não por acaso. Entre as novidades, quem roubou a cena foi o Flush Up, que promete facilitar a aplicação do blush e criar aquele efeito corado natural que domina as redes sociais.
A marca também apresentou o Kit Kiss Me, focado em contorno e tratamento labial, além da nova linha Bubble Gum. Foram aqueles lançamentos que fizeram a gente parar, testar e entender por que tanta gente estava falando deles ao longo do evento.
Foto: reprodução/Mari Maria & Entretetizei
Qual desses lançamentos vai entrar para a sua wishlist? Conta pra gente nas redes sociais do Entretetizei– Facebook, Instagram e X– e nos siga para não perder nenhuma novidade do universo da beleza!
Novidades chegam às livrarias em 2 de junho e contemplam diferentes públicos
O mês de junho começa movimentado para os leitores. No dia 2, a Intrínseca lança títulos que transitam entre o terror, o romance, a fantasia, desenvolvimento pessoal e não ficção, reunindo autores consagrados, fenômenos editoriais e novidades que chegam pela primeira vez ao catálogo da editora.
Os lançamentos reforçam a diversidade do catálogo da Intrínseca, reunindo vozes consagradas da literatura contemporânea, sucessos internacionais e novos nomes que chegam pela primeira vez aos leitores brasileiros.
Um Lugar Ensolarado para Gente Sombria, de Mariana Enriquez
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
Inspirada por mestres da literatura gótica como Stephen King e Thomas Ligotti, Mariana Enriquez retorna ao gênero dos contos com 12 histórias em que o mal surge sem aviso e o sobrenatural invade cenários cotidianos. Em meio aos fantasmas que vagam pelos subúrbios de Buenos Aires, as exposições perturbadoras em estações abandonadas, os desaparecimentos misteriosos e as lendas urbanas assustadoras, a autora constrói narrativas em que o horror se esconde tanto nas grandes cidades quanto em vilarejos remotos.
Amor & Gelato (edição luxo de colecionador), de Jenna Evans Welch
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
Em comemoração aos dez anos da publicação original, o romance ganha uma edição especial com capa dura, impressão trilateral, fitilho, carta da autora e um conto inédito narrado por um personagem inesperado.
A história acompanha Lina, que viaja para Florença para realizar o último desejo da mãe: que a filha conhecesse o pai que nunca fez parte de sua vida. Ao encontrar o diário que a mãe escreveu durante a juventude na Itália, ela mergulha em uma história de amor repleta de segredos que pode transformar tudo o que acredita saber sobre sua família.
Open to Work, de Ryan Roslansky e Aneesh Raman
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
O futuro do trabalho já está sendo moldado pelas transformações provocadas pela inteligência artificial. Neste livro, os autores analisam as mudanças que vêm redefinindo carreiras e apresentam caminhos para que profissionais se adaptem ao novo cenário. Com base em dados de mais de um bilhão de usuários do LinkedIn, o livro combina tendências de mercado, reflexões sobre o desenvolvimento de habilidades e um plano prático de 30, 60 e 90 dias para enfrentar os desafios da nova era profissional.
Não Mexa Neste Celular (Vol. 1) e Não Mexa Neste Arquivo (Vol. 2), de Mikito Chinen
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
A série japonesa Não Mexa chega ao Brasil apostando em formatos inovadores que transformam a leitura em uma experiência imersiva.
No primeiro volume, os leitores têm acesso ao telefone de Kazuma Isshiki por meio de páginas que reproduzem o formato de um smartphone. Enquanto busca uma oportunidade de emprego para conseguir morar com a namorada, o jovem acaba envolvido em acontecimentos assustadores. Alternando trechos narrativos e capturas de tela, o livro mistura investigação sobrenatural, terror psicológico e recursos gráficos para construir uma trama repleta de reviravoltas.
Já Não Mexa Neste Arquivo apresenta reportagens, entrevistas, plantas baixas e documentos inquietantes que revelam, aos poucos, a verdade por trás de eventos bizarros. A narrativa acompanha os registros relacionados a um assassinato em massa que chocou o Japão e explora a mente de um homem consumido pela paranoia e pela sensação constante de estar sendo observado.
Juntos, os dois volumes formam um quebra-cabeça em que diferentes acontecimentos se conectam de maneira surpreendente.
Ninguém Ensina a Gente a Ser Adulto, de Matheus Rocha
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
Primeiro livro do autor pela Intrínseca, a obra propõe uma conversa honesta sobre os desafios do amadurecimento. Com a sensibilidade que conquistou milhares de leitores ao longo da carreira, Matheus Rocha reflete sobre temas como solidão na era digital, mercado de trabalho, saúde mental, independência financeira e relacionamentos. Entre angústias e pequenas conquistas, o autor transforma experiências pessoais em um espaço acolhedor de identificação e troca.
Me Prometa o Sol, de Cara Bastone
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
Desde a morte da melhor amiga, Lou, Lenny se sente incapaz de seguir em frente. Apesar de ter prometido cumprir uma lista criada para ajudá-la a reencontrar a alegria de viver, ela evita enfrentar o luto enquanto tenta reorganizar a própria vida. Tudo começa a mudar quando conhece Miles, o tio da criança de quem cuida como babá. Aos poucos, os dois constroem uma parceria improvável que os leva a enfrentar dores antigas, descobrir novas possibilidades e encontrar conforto um no outro.
Eu, Medusa, de Ayana Gray
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
Nesta narrativa, a autora revisita um dos personagens mais conhecidos da mitologia grega para apresentar uma nova perspectiva sobre a história da górgona. Única mortal em uma família de divindades menores, Medusa vê a oportunidade de mudar seu destino ao se tornar sacerdotisa de Atena. No entanto, após sofrer uma violência e ser responsabilizada por algo que não fez, ela é transformada em um monstro. Determinada a não ser definida pela tragédia, Medusa assume o controle da própria narrativa e se reinventa como protagonista de sua história.
O Som do Cristal e Os Guardiões do Brilho, de Mina Finch
Foto: reprodução/Intrínseca/Entretetizei
A série K-pop Academy ganha dois novos volumes que aprofundam a trajetória das integrantes do grupo AURA em uma escola especializada na formação de idols.
Em O Som do Cristal, Tae, Hana, Nari e Soojin precisam provar que dominam o kalgunmu, uma técnica que exige sincronia perfeita. Durante os preparativos, Tae encontra um misterioso instrumento capaz de transcender o tempo, dando início a uma aventura que coloca à prova não apenas o talento das garotas, mas também a amizade que construíram.
Já em Os Guardiões do Brilho, o grupo enfrenta uma competição acirrada contra seus maiores rivais. Enquanto tentam se destacar no torneio, as integrantes precisam lidar com sabotagens, forças sobrenaturais e os desafios da fama. Quando guardiões espirituais são invocados pelas apresentações e um deles foge do controle, a disputa deixa de ser apenas uma questão de desempenho e passa a representar um risco real para todas.
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