Dos mesmos diretores de Se Beber, Não Case! (2009), o filme narra três amigas que viajam em busca de paz, mas terão um encontro caótico e inesperado
A mais nova comédia da Diamond Films, Amigas Sem Filtro, promete trazer muita risada e diversão aos cinemas brasileiros no dia 20 de agosto. O filme, estrelado por Anna Faris (Todo Mundo em Pânico, 2000), Isla Fisher (Penetras Bons de Bico, 2005), Leslie Mann (Mulheres ao Ataque, 2014) e Michelle Buteau (Sobrevivendo em Grande Estilo, 2023), já ganhou seu primeiro pôster.
Foto: divulgação/Diamond Films
Com direção e roteiro de Jon Lucas e Scott Moore, dupla por trás dos sucessos Se Beber Não Case (2009) e Perfeita é a Mãe (2016), essa comédia conta a história de um trio de amigas que, em busca de um momento de paz, parte para uma viagem em um spa de luxo.
Porém, uma quarta e caótica amiga se une inesperadamente ao grupo. Entre massagens, bebidas e decisões duvidosas, o que era para ser uma escapada relaxante se transforma no fim de semana mais caótico e divertido de suas vidas.
O elenco de peso ainda inclui nomes como Adam Demos (Sex/Life, 2021), Yasmin Kassim (Anaconda, 2025), Peter Thurnwald (Com Carinho, Kitty; 2023) e Stephen Hunter (O Hobbit, 2012).
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Da inédita Bate no Peito, do Brasil, aos clássicos internacionais, os países apostaram em canções que representam sua identidade dentro e fora de campo
O maior torneio mundial de futebol ganhou um ingrediente extra de identidade cultural dentro dos estádios. Pela primeira vez, a organização do torneio permitiu que cada seleção escolhesse músicas oficiais para serem tocadas em momentos específicos das partidas.
Imagem: reprodução/GE
A proposta foi simples: cada federação poderia indicar canções para quatro categorias diferentes, chamadas “signature tracks” (que funcionam como uma espécie de hino da equipe): músicas de gol, trilhas para o aquecimento dos atletas e músicas pós-jogo, geralmente utilizadas nas comemorações de vitórias.
Enquanto algumas seleções optaram por utilizar uma única faixa para representar sua identidade, outras prepararam playlists completas para diferentes momentos da competição. O resultado é uma mistura que passa pelo pop, rock, eletrônico, rap e até músicas criadas especialmente para o torneio.
Foto: reprodução/JMonline
Entre todas as seleções, o Brasil chamou atenção por seguir um caminho diferente. Em vez de escolher um sucesso já conhecido do público, a Confederação Brasileira de Futebol apostou em uma faixa inédita criada especialmente para a competição. Bate no Peito reúne Ludmilla, Zeca Pagodinho, João Gomes, Veigh e Samuel Rosa, com produção de Papatinho. A música foi pensada para representar a diversidade sonora brasileira e já vem sendo utilizada nos estádios sempre que a amarelinha entra em campo.
Foto: reprodução/CNN
Algumas seleções apostaram em músicas que já são conhecidas pelos torcedores. A França escolheu o clássico eletrônico One More Time, do Daft Punk, para tocar sempre que balançar as redes. A escolha combina perfeitamente com o clima de festa criado pela dupla francesa ao longo de décadas. Já a Alemanha adotou Major Tom (Coming Home), de Peter Schilling, como trilha oficial para os gols.
As escolhas mostram que a trilha sonora do torneio mundial de futebol vai muito além do entretenimento. As canções ajudam a reforçar a identidade cultural de cada país e transformam os momentos de gol e vitória em experiências ainda mais marcantes para jogadores e torcedores. Após as primeiras rodadas do mundial, estas são algumas das músicas que já sabemos que estão sendo utilizadas pelas principais seleções:
Alemanha ー “Major Tom (Coming Home)”
Argentina ー “El Matador”
Austrália ー “Thunderstruck”
Brasil ー “Bate no Peito”
Coreia do Sul ー “Jump”
Espanha ー “Despechá”
Estados Unidos ー “Free Bird (Remix)”
França ー “One More Time”
Inglaterra ー “Chase the Sun”
México ー “La Negra”
Com a competição já em andamento, as músicas se transformaram em parte do espetáculo. E se depender dos torcedores, algumas dessas faixas têm tudo para virar trilha sonora oficial das melhores lembranças da competição.
Quem aí está acompanhando os jogos? Qual música chamou mais sua atenção até agora? Por aqui, seguimos na torcida pelo hexa! Para ficar por dentro das novidades do mundo da música, do cinema e do entretenimento, siga o Entretetizei nas redes sociais: Facebook, Instagram e X.
Os atores se reencontram em Kalbimin Rotası Karadeniz, projeto de incentivo ao turismo na Turquia
İlhan Şen e Cemre Baysel estrelam nova campanha de vídeos da Go Türkiye, uma iniciativa da Agência de Promoção e Desenvolvimento do Turismo da Turquia. O projeto faz parte de uma ação voltada à divulgação das belezas naturais do país e incentivo ao aumento do turismo na Turquia.
Desta vez, a região do Mar Negro será o foco da produção. A série de vídeos será produzida pela Han Medya, empresa de Tolgahan Sayışman. A direção fica por conta de Ketche, famoso por seu trabalho no longa Meu Porto Seguro (Sen Yasamaya Bak, 2022).
Foto: reprodução/Ask Filmi
Segundo informações da jornalista turca Birsen Altuntaş, o mini projeto Kalbimin Rotası Karadeniz (tradução livre: Rota do Meu Coração: Mar Negro) terá İlhan Şen e Cemre Baysel nos papéis principais.
Escrito por Emre Kavuk, o projeto tem previsão de início das filmagens na segunda semana de julho. İlhan Şen e Cemre Baysel já haviam trabalhado juntos anteriormente em Ramo: Entre o Amor e o Poder (Ramo, 2020) e também no filme Aşk Film (tradução livre: Filme de Amor), dirigido por Deniz Denizciler em 2024.
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Livro aposta em fake dating, protagonistas maduros e muito humor, mas perde força ao deixar algumas de suas melhores ideias sem conclusão
[Contém spoiler]
Comédias românticas vivem de fórmulas conhecidas. O fake dating, por exemplo, já foi explorado inúmeras vezes na literatura contemporânea, mas continua conquistando leitores quando encontra personagens carismáticos e uma dinâmica capaz de fazer o coração acelerar. Em Confusões do Amor (2026), Lynn Painter aposta justamente nessa combinação e entrega uma leitura leve, divertida e extremamente envolvente, ainda que nem todas as promessas da trama sejam cumpridas.
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei
A história acompanha Abi Mariano, uma jovem que está desesperada por um lugar para ficar. Após seu apartamento ser interditado por conta de uma infestação, ela precisa encontrar uma solução rápida enquanto tenta equilibrar dois empregos e as dívidas estudantis que continuam se acumulando. Quando surge a oportunidade de passar uma noite no apartamento luxuoso de um cliente que está fora da cidade, a decisão parece inofensiva.
O problema começa na manhã seguinte, quando ela acorda e dá de cara com os pais do proprietário. O dono do apartamento é Declan Powell, um empresário bem-sucedido que inventou uma namorada para escapar das constantes cobranças familiares sobre sua vida amorosa. Ao encontrarem Abi em sua casa, seus pais concluem imediatamente que ela é Abby Green. Sem conseguir desfazer o mal-entendido, Declan propõe um acordo: ela continuará interpretando esse papel em troca de dinheiro e um lugar para ficar.
A escrita de Lynn flui de forma natural e consegue envolver o leitor. Confusões do Amor é o tipo de livro que pode facilmente ser lido em uma única sentada, especialmente porque os primeiros capítulos apresentam um gancho muito eficiente e o leitor se deixa levar pela releitura moderna da Cinderela. A dinâmica entre Abi e Declan funciona desde o início, e o leitor logo se vê imerso na narrativa para descobrir até onde aquela mentira será capaz de chegar.
Foto: divulgação/Intrínseca/Entretetizei
Os diálogos são divertidos, as interações possuem química e a autora sabe equilibrar momentos cômicos com cenas que provocam aquele clássico friozinho na barriga dos romances. Há situações absurdamente engraçadas ao longo da trama – uma delas envolvendo um escorpião, o que levará o leitor a nunca mais enxergá-los da mesma maneira.
Outro ponto positivo está na construção do relacionamento. Diferentemente dos romances escritos pela autora protagonizados por personagens mais jovens, aqui acompanhamos adultos enfrentando dilemas compatíveis com a fase da vida em que se encontram e de acordo com sua classe social. A aproximação entre Abi e Declan acontece de forma gradual e convincente, permitindo que o leitor observe a transformação da parceria conveniente em algo genuinamente afetivo.
Contudo, quando a narrativa começa a se aproximar dos conflitos que ela própria construiu, algumas escolhas acabam enfraquecendo seu impacto.
O principal problema está justamente no uso do fake dating. Uma das grandes forças dessa trope costuma ser o momento em que a mentira deixa de ser sustentável e as consequências finalmente chegam. Em Confusões do Amor, entretanto, essa promessa nunca é cumprida.
Foto: reprodução/Instagram @intrinseca
Durante boa parte da história, a família e o círculo social de Declan se encantam por Abby Green – a versão sofisticada, elegante e bem-sucedida que ele cria para sustentar a mentira. Eles não conhecem Abi Mariano, a mulher que trabalha em dois empregos, enfrenta dívidas estudantis, usa roupas de dois dólares que sempre têm erros de impressão por serem mais baratas e carrega responsabilidades familiares que influenciam diretamente sua forma de enxergar a vida. A narrativa constrói um interessante contraste entre essas duas versões da protagonista, mas nunca leva essa ideia às últimas consequências.
Quando a trama finalmente deveria confrontar a realidade de Abi com a imagem idealizada de Abby Green, o conflito simplesmente não recebe a atenção que merece. O resultado é uma sensação de oportunidade desperdiçada, ainda mais porque esse talvez fosse o aspecto mais rico de toda a premissa.
Algo semelhante acontece com uma das reviravoltas envolvendo Declan eRoman. A ideia por trás do mistério funciona bem e ainda cria conexões interessantes com Lauren, uma das personagens secundárias mais carismáticas da obra. O problema é que a revelação perde força porque o leitor descobre boa parte da verdade muito antes da protagonista. Assim, o suspense deixa de existir para quem acompanha a narrativa, permanecendo apenas para Abi.
A classificação para maiores de 18 anos também pode gerar expectativas diferentes entre os leitores. Embora o romance acompanhe protagonistas mais maduros e inclua cenas íntimas, a abordagem escolhida por Lynn Painter pode dividir opiniões. Em vez de apostar em momentos mais diretos ou intensos, a autora constrói sequências bastante poéticas e fragmentadas, distribuídas ao longo de vários capítulos curtos.
Foto: reprodução/PS Amo Leitura
Para leitores que normalmente não buscam romances com forte carga de sensualidade, essa escolha pode funcionar muito bem. Já aqueles que chegaram ao livro esperando que a classificação indicativa e a premissa mais adulta resultassem em cenas mais marcantes talvez encontrem uma experiência menos impactante do que imaginavam. Em alguns momentos, a sensação é de que a narrativa prolonga essas passagens sem que elas entreguem uma recompensa emocional ou narrativa proporcional, o que faz pensar que uma abordagem mais simples – ou até mesmo um discreto “e se amaram a noite toda” – poderia ter produzido um efeito mais eficiente.
Nem mesmo o desfecho consegue dissipar completamente essa impressão. Lynn Painter entrega momentos românticos que certamente arrancarão suspiros de muitos leitores, mas algumas soluções parecem simplificar questões que vinham sendo construídas de maneira muito mais complexa ao longo do livro e as atitudes dos personagens nunca enfrentam as consequências esperadas – como, por exemplo, a proposta de Roman para Abi. Gestos concretos, que foram inventados por Abi no início da narrativa, como o presente do gato hipoalergênico ou o buquê formado por bombinhase canetas de adrenalina para asma, são fofos e coerentes com o tom da obra, mas não conseguem compensar totalmente a falta de aprofundamento de determinados conflitos.
Ainda assim, seria injusto ignorar o quanto Confusões do Amor funciona como entretenimento. O livro é engraçado, charmoso e extremamente fácil de ler. Abi e Declan formam um casal cativante, a química entre eles é inegável e a jornada de construção do romance mantém o leitor cativado até a última página.
Talvez este não seja o trabalho mais consistente de Lynn Painter, especialmente por deixar algumas de suas melhores ideias pelo caminho. Ainda assim, permanece uma comédia romântica divertida e acolhedora, capaz de proporcionar risadas, suspiros e algumas horas de puro escapismo – mesmo que, ao final, fique a sensação de que a história poderia ter ido um pouco além.
Foto: reprodução/Instagram @sisterbooksdaily
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Marília, dedicado à estrela do sertanejo, conta com nomes como Hermila Guedes, Klara Castanho, Marcelo Serrado, Sophia Valverde e Marina Versos, como Marília Mendonça
O Prime Video anunciou nesta quinta (25) a produção e o elenco de Marília, longa-metragem original da plataforma dedicado à trajetória da estrela do sertanejo Marília Mendonça. Com início das filmagens previsto para julho, este é o segundo projeto da plataforma em homenagem à artista, ao lado da série documental Marília Mendonça: Sentimento Louco, também em desenvolvimento. A série conta com direção de Susanna Lira e depoimentos de familiares, amigos e profissionais da música.
Marília é estrelado por Hermila Guedes, Klara Castanho, Sophia Valverde, Daniel Haidar, Alejandro Claveaux, George Sauma, André Torquato, Luccas Oliver, Igor Armucho, Davi Bensá e Marcus Gouveia. No papel de Marília Mendonça, a escolhida é Marina Versos. A direção é de Dainara Toffoli, com roteiro assinado por Carina Schulze e Patrícia Andrade. A produção fica a cargo de Chatrone e da Gullane.
Marina Versos é cantora, compositora e atriz goiana de 24 anos, formada em Direção de Arte pela Universidade Federal de Goiás e em Teatro pela Escola Basileu França. Ela desenvolvia sua carreira de forma independente quando foi selecionada para o papel, após disputar a vaga com mais de 1000 candidatas avaliadas pela produção
“A busca pela protagonista foi uma jornada ponderada e muito cuidadosa, porque temos a preocupação de honrar e preservar o legado de Marília. Encontrar a Marina Versos foi uma grata surpresa, uma cantora de Goiânia que nos impressionou pela potência vocal e por sua profunda identificação com a obra de Marília”, afirmou Javiera Balmaceda, Head de Originais para aAmérica Latina, Canadá, Austrália eNova Zelândia do Amazon MGM Studios.
“É uma grande responsabilidade produzir um filme ficcional sobre Marília Mendonça, uma artista que não apenas dominou as paradas musicais, mas também redefiniu a identidade da música sertaneja no Brasil. Para além dos sucessos, Marília deixou crônicas profundas sobre amor e amizade sob o olhar da mulher brasileira comum. Esse filme honra essa autenticidade ao trazer uma narrativa repleta de honestidade emocional, revelando a energia contagiante que a tornou uma figura tão amada e eterna. A Marina Versos é a atriz ideal para contar essa história, pois traz a autenticidade que este projeto merece”, completou a executiva.
Nascida em Cristianópolis (GO) e criada em Goiânia em um lar chefiado pela mãe, Marília Mendonça trilhou uma jornada de altos e baixos desde os primeiros passos, cantando na igreja e compondo para outros artistas ainda aos 12 anos, até se tornar uma das maiores artistas brasileiras de todos os tempos. Com um talento inigualável para a composição, a jovem Marília possuía uma maneira única de se expressar e soube se impor em uma indústria majoritariamente dominada por homens enquanto lidava com relacionamentos pessoais, as pressões da fama e os conflitos com o mercado musical. Ao transformar suas histórias em músicas e letras carregadas de emoção, amor e verdade, ela deu voz a milhares de mulheres e conquistou todos os cantos do Brasil.
Pioneira do chamado feminejo, Marília foi a primeira brasileira a atingir 10 bilhões de streams no Spotify e tem 345 obras musicais e 482 gravações cadastradas no banco de dados do Ecad. Ela morreu em 5 de novembro de 2021, aos 26 anos, em um acidente aéreo em Minas Gerais, deixando um legado imenso e eterno na música e no coração de cada brasileiro que foi tocado por suas composições e seu talento.
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Em meio à copa do mundo, qual personagem poderia sair do livro para ser convocado?
Estamos no mês da competição esportiva mais aguardada pelos brasileiros. De quatro em quatro anos, uma lista de jogadores de cada país é feita, convocando experientes atletas para disputarem a Copa do Mundo. Na vida real temos nossos esportistas, mas e no mundo literário? Já pensou se nossos personagens favoritos pudessem saltar para fora do livro e ajudar as seleções a levantarem a taça?
Separamos uma lista com alguns personagens literários que, com toda a certeza, fariam de tudo para terem seu nome gravado na lista de convocados para seu país. Confira:
Cassian e Nestha (Corte de Espinhos e Rosas)
Parceiros na vida e nas batalhas? Ou também nos esportes? Nestha é uma Valquíria, determinada, ágil e resistente. Para quem subiu algumas montanhas e desceu alguns degraus, chutar uma bola no gol não deve ser um problema. Em uma escalação ideal, Nestha seria uma atacante perfeita. Quem sabe até seja eleita artilheira do campeonato…
Para combinar com sua parceira, Cassian não poderia ser deixado no banco. Um comandante em batalhas, sejam elas reais ou de bolinhas de neve, o general Illyriano é alto, estratégico, competitivo e tem força o suficiente para derrubar alguns adversários pelo caminho. Nossa muralha daria um bom zagueiro, levando alguns cartões amarelos e vermelhos pelo caminho, mas rendendo boas defesas e títulos para sua seleção.
Imagem: reprodução/Instagram @mithy.art
Katniss Everdeen (Jogos Vorazes)
E se nosso tordo fingir que a bola são suas flechas e o gol é um tributo na arena? Será que seria titular na seleção? Jovem, obstinada, com uma ótima pontaria. Um meio-campo ficaria feliz em ter uma jogadora que corre como ninguém e acerta flechas (ou melhor, passes) no momento certo. Katniss poderia finalmente participar de jogos que não valessem sua vida, e que a sorte realmente estivesse a seu favor. Não se preocupe, Katniss, na Copa do Mundo os vencedores realmente ficam com tudo. E, com seu desempenho em campo, tenho certeza que o saldo de gols estará nas alturas.
Foto: reprodução/Lionsgate
Gina Weasley (Harry Potter)
Futebol nada mais é que um quadribol, mas em terra firme, certo? Quem melhor que a ruiva mais famosa do mundo bruxo? Gina dispensa comentários, a jogadora da grifinória que seguiu a carreira no esporte depois de formada seria, sem dúvidas, nossa camisa 10. Uma centroavante de respeito que vai precisar trocar a vassoura pelas pernas e dar tudo de si. Só não vamos trapacear usando magia, certo? Deixe de lado o feitiço Confundus, é contra as regras…
Foto: reprodução/Warner Bros
Alice Cullen (Crepúsculo)
Os personagens de fantasia estão tomando conta da lista, será por causa dos poderes? Seria bom ter um igual ao de Alice. Prever o futuro ou prever onde o jogador chutará a bola para o gol? Escalada como goleira, Alice, além da velocidade vampiresca, também tem visões do futuro, sendo a melhor catadora da história. Quem sabe assim não perdemos a copa bem em uma disputa de pênaltis nem levamos 7 gols novamente…
Foto: reprodução/Summit Entertainment
Edmond Dantès (O Conde de Monte Cristo)
Temos ataque, meio-campo, zaga e gol. O que nos falta? Um técnico! O personagem que é sinônimo de estratégia estuda seus inimigos e tem a paciência de aguardar anos pela esperada vingança. A copa acontece de quatro em quatro anos, tempo mais do que suficiente para analisar cada fraqueza dos adversários e, para quem já ficou 14 anos preso em uma cela, esperar mais um tempinho não lhe fará mal. Seu lema seria com certeza seria o famoso “ninguém morre nos devendo”, e ele leva muito a sério suas promessas.
Foto: reprodução/Spyglass Entertainment
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Autora revela como a vida na cidade, a poesia e a observação do cotidiano influenciam sua escrita
Para Fabiana Grieco, a poesia pode surgir em qualquer lugar: em um vagão de metrô, em um olhar trocado entre desconhecidos ou nas pequenas experiências que atravessam o cotidiano. É desse olhar atento para os afetos, os encontros e as transformações da vida que nasce a sua escrita.
Jornalista, escritora, professora universitária e mãe, Fabiana é mestre em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP e doutora em Ciências da Comunicação pela USP. Sua produção literária transita entre a poesia, a literatura infantil e a comunicação, sempre guiada pelo interesse em compreender as relações humanas e as múltiplas formas de sentir e narrar o mundo.
É autora dos livros de poesia Bom Amar (2025), Aquela que Vejo pelo Espelho (2024) e Uma Mãe Melhor do que Eu (2023), obra traduzida para o espanhol. Também publicou cinco livros voltados à infância, entre eles Colar de Contas (2019), selecionado pela Secretaria Municipal de Educação de São Paulo para integrar o acervo de escolas e bibliotecas da Rede Municipal de Ensino.
Foto: reprodução/Instagram @editoraurutau e @mosaicoafetivo
Na área acadêmica, é autora de obras dedicadas ao jornalismo e à comunicação contemporânea, conciliando a pesquisa, a docência e a criação literária. Em seus livros, temas como maternidade, desejo, identidade feminina e vida urbana aparecem com delicadeza e profundidade, revelando uma autora que encontra poesia tanto nos grandes acontecimentos quanto nos instantes mais simples do dia a dia.
Em entrevista ao Clube do Livro do Entretetizei, Fabiana falou sobre o processo de criação de Bom Amar, as inspirações por trás da obra, a influência da vida urbana em sua escrita e a forma como temas como maternidade e afeto atravessam sua produção literária.
Entretetizei: Bom Amar nasce a partir de encontros e observações no metrô de São Paulo. Em que momento você percebeu que essas experiências poderiam se transformar em poesia?
Fabiana Grieco: Comecei a escrever os poemas de Bom Amar logo após voltar da 22ª edição da Festa Literária Internacional de Paraty (Flip), em 2024. Naquele momento, não escolhi cenário ou espaço físico. O metrô acabou despontando como um espaço do encontro de maneira quase inconsciente, pois, para mim, representa esse local dos encontros e desencontros da metrópole, com troca física e simbólica.
Ademais, gosto do metrô de São Paulo. Moro perto de uma estação de metrô da linha azul e, sempre que posso, utilizo esse transporte. Percebi que estava contando uma história pela poesia e, quando me dei conta, tinha escrito cerca de 80 poemas sob uma mesma perspectiva, tratando de um casal que se conhecia nesse meio de transporte.
E: A canção Fullgás, de Marina Lima, aparece como uma das inspirações para Bom Amar. O que nessa música conversa com a essência do livro?
FG: Fullgás tem tudo a ver com Bom Amar. Primeiro, existe uma relação direta com Antonio Cicero – importante poeta, filósofo e irmão de Marina Lima –, que faleceu em 2024, na Suíça, por meio de uma eutanásia. Tal acontecimento mexeu comigo, não somente pela ausência, mas pela lucidez e força das ideias em escolher partir com dignidade, tal como o próprio Cicero declarou.
Desse modo, prestei uma homenagem a ele: “Em memória do poeta Antonio Cicero/que viveu e morreu na liberdade e no amor”. Na esteira da morte do Cicero, brotou a música escrita por ele e por Marina, de modo que a canção embala os três atos do livro e, em um determinado poema, indico que o casal está sendo embalado pelo álbum homônimo da cantora: “na agulha Marina/eu não sei dançar tão devagar”. O título é um recorte de um trecho de Fullgás e esse diálogo com a canção vai além da escolha em termos de referência pessoal, mas propõe uma retomada do zeitgeist dos anos 80, período marcado pela redemocratização e busca pelas liberdades políticas e individuais.
E: A protagonista vive um momento de redescoberta afetiva ao decorrer dos poemas. Você acredita que a literatura ainda fala pouco sobre o desejo feminino depois da maternidade?
FG: Acredito que o desejo feminino, principalmente depois da maternidade, é um tema a ser explorado na literatura, como o é na sociedade. Apesar disso, a ideia de tratar o desejo depois da maternidade não busca preencher um lugar na literatura ou levantar uma bandeira sobre a necessidade de se falar do desejo feminino, pois não tive essa intenção no momento da escrita de Bom Amar. Os contornos da minha poesia são muito sutis e acabo escrevendo/trazendo pautas que me atravessam pela vivência como protagonista da minha história e pela escuta ativa de mulheres da minha faixa etária.
Vale dizer que a protagonista se permite viver um caso, que prefiro deixar em aberto para o público decidir se foi um caso vivido ou inventado ou, ainda, se foi um caso de amor ou desamor. A partir de determinados recursos que utilizo na poesia, deixo essa abertura para estimular o leitor a pensar nessa mulher que, muitas vezes, se ocupa integralmente da maternidade: o que acontece com o desejo daquela que se torna mãe?
E: Existe algum poema de Bom Amar que tenha sido especialmente difícil ou libertador de escrever?
FG: Não diria que tenham sido difíceis de escrever, mas os poemas do Ato II foram os mais desafiadores, porque fogem da maneira como costumo criar. Naturalmente, algo me acontece ou me atravessa de tal sorte que me leva a pegar o caderno de anotações ou o bloco de notas do celular, o que me leva a escrever os poemas. Com Bom Amar, não vivenciei essa experiência de escrever sobre fatos do cotidiano, pois a narrativa nasceu como ela quis, ininterrupta e irrecusável. Os poemas vinham em sequência, um atrás do outro, contando uma história que não era a minha, mas que eu precisava contar. Escrevi em pouco menos de uma semana cerca de 80 poemas que nasceram por pura insistência e sobre os quais não raciocinava muito. Por essa razão, retratar um casal que se bagunça entre lírios e orquídeas foi instigante e, de algum modo, incomum.
E: O metrô aparece não apenas como cenário, mas como espaço simbólico de conexão e imaginação. O que mais te fascina nos encontros anônimos da vida urbana?
FG: A vida na cidade grande me rende muita poesia. Vivo em São Paulo desde que nasci e gosto de andar pela cidade, conhecer lugares novos, explorar os estabelecimentos a pé e manter um senso de curiosidade de turista em minha própria terra. Reconheço que os encontros anônimos nesse cenário me causam absoluta fascinação. Cruzo com muitas pessoas com as quais troco olhares e palavras, em expressões corriqueiras como “bom dia” e “obrigada”, e, com outras, converso mais longamente por conta da situação. Nesse contexto de vivência na metrópole, o metrô é um dos espaços mais convidativos para trocar ideias sobre o cotidiano ou a vida. Aliás, durante o mestrado em Comunicação e Semiótica, que cursei entre 2005 e 2007, estudei o trabalho do antropólogo francês Marc Augé, que cunhou o termo não-lugar. A proposição de Augé me arrebatou, pois trata dos espaços marcados pela transição e rápida circulação, como nas estações de metrô, nos pontos de ônibus, nas salas de embarque e desembarque dos aeroportos. Esses encontros anônimos nos não-lugares, dos quais podem surgir amizades, amores ou nada disso, me estimulam.
E: Bom Amar é dividido em três atos – Despertar, Entrega e Conexão. Como você pensou essa estrutura e o crescimento emocional da personagem ao longo dos poemas?
FG: Publiquei três livros de poesia. Todos eles são organizados em três partes. Isso é curioso. Tenho uma atração natural pela ordem das três partes, o que dialoga com a ideia de que o três é um número mágico, ligado à harmonia e ao equilíbrio. Essa lógica se faz presente na tríade semiótica, na santíssima trindade, no “o início, o fim e o meio”, como diria Raul Seixas. Enfim, é uma construção corriqueira em diversas esferas. Nessa onda, o três conta da aproximação, do envolvimento e de um depois, que a gente não sabe se é um término ou permanência. O crescimento emocional ocorre ao longo dos poemas e o leitor só consegue compreender melhor a protagonista no Ato III, quando a aproximação já aconteceu e existe uma reflexão sobre o enlace e seus personagens. É como acontece, muitas vezes, na vida: o fenômeno e os protagonistas se mostram somente depois do fato. O que vem antes é uma suposição.
E: Referências literárias como Grande Sertão: Veredas aparecem ao longo da narrativa. Quais autores ou obras mais influenciaram a construção desse livro?
FG: Tudo o que escrevo tem a ver com o meu repertório. O que leio, o que escuto, o que vejo e o que vivencio transborda vividamente em minha produção textual. Grande Sertão: Veredas é a obra que alinhava esses leitores-protagonistas, pois ele já tinha lido e ela está lendo um exemplar daquele livro, que segura enquanto está no metrô. Para além dessas duas menções diretas, a obra de Guimarães Rosa e a canção de Marina Lima e Antonio Cicero, acredito que a escrita de Bom Amar traz a magia da qual fala Adélia Prado, minha poeta favorita, e a linguagem mais direta da Ana Cristina Cesar, por quem tenho profunda admiração. Por fim, creio que a produção poética do próprio Antonio Cicero, com seu ritmo e beleza para tratar dos afetos na vida urbana, tem bastante influência.
E: Como foi construir uma narrativa contínua dentro de um livro de poemas, mantendo, ao mesmo tempo, a autonomia de cada texto?
FG: Não me pareceu difícil escrever Bom Amar porque os poemas vieram com muita veemência. Ao mesmo tempo, percebi que havia neles um fio condutor que foi se estabelecendo logicamente. Veio o encontro de uma mulher com um rapaz, depois o lugar do encontro, a maneira como se deu o encontro, depois o romance e, na sequência, o desfecho. Escrevi com a liberdade da poesia e, ao mesmo tempo, havia uma cadência nas ideias que acabou contando uma história.
E: Sua trajetória passa pela poesia, literatura infantil e comunicação. De que forma essas diferentes experiências dialogam com a escrita de Bom Amar?
FG: Escrevo textos acadêmicos e histórias para crianças que exigem construções próprias, textos em formatos específicos e determinados níveis de linguagens. Contudo, a minha linguagem existencial é a poesia. Sempre escrevi poemas em cadernos e agendas e passei a buscar formas de publicar minha poesia somente em 2018, ano em que minha filha nasceu.
Nesse sentido, a poesia é uma forma de escrever, mas também uma maneira de ver o mundo. Vejo poesia em tudo e esse tudo em Bom Amar se traduz como o amor entre dois adultos que se conhecem por acaso e se aventuram em um lance que é um devir, um possível, um talvez. Acredito que Bom Amar tenha nascido porque queria dizer algo sobre o desejo feminino na maternidade, mas não só. A obra é um convite à experimentação, uma vez que os protagonistas não têm nome e qualquer pessoa pode vivenciar um acontecimento próximo ao que acontece no livro e, de algum modo, experimentar o sentir, que é, para mim, o grande propulsor da poesia.
Foto: divulgação/Editora Urutau/Entretetizei
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Com títulos como Ligação Profunda, o streaming celebra o mês de junho com novas histórias LGBTQ+
O Mês do Orgulho traz novas produções asiáticas LGBTQ+ para a plataforma de streaming Rakuten Viki, incluindo dramas coreanos exclusivos, e animações de Hong Kong e da China.
Confira alguns dos novos títulos que chegam ao catálogo em junho:
Ligação Profunda
Foto: divulgação/Rakuten Viki
Dois atores interpretam um paciente e um psiquiatra que se apaixonam em um filme nesse BL de Hong Kong. No entanto, a ficção começa a afetar a vida real. O drama chega ao catálogo dia 26 de junho.
Presos Na Mentira
Foto: divulgação/Rakuten Viki
Um assassino de aluguel deve matar um jovem, mas sua missão se torna mais difícil quando um amigável detetive aparece e sentimentos começam a surgir entre eles.
Os Feromônios Dizem Que Não Temos Chance
Foto: divulgação/Rakuten Viki
Neste BL animado, um adolescente alfa e um ômega passaram a vida inteira discutindo e possuem 0% de compatibilidade. Porém, uma mordida de vínculo muda tudo.
Amante Customizado
Foto: divulgação/Rakuten Viki
A vida de um designer de joias de luxo vira de cabeça para baixo quando um garçom surge de forma inesperada em sua vida, dando início a um romance cheio de altos e baixos.
Depurando meu coração
Foto: divulgação/Rakuten Viki
Quando um designer de jogos é puxado para dentro do seu próprio jogo, ele cria uma aliança inesperada com um de seus personagens nesta animação de Hong Kong.
Esses lançamentos se juntam à coleção de títulos BL e GL do streaming, oferecendo aos assinantes uma gama diversificada de histórias que celebram o amor, a identidade e a conexão entre diferentes culturas e experiências.
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Estrelando Ester Expósito e Hugo Diego García, o filme é o primeiro da duologia Enfrentados
O lançamento Atraídos Pelo Destino, thriller romântico espanhol baseado na aclamada duologia Enfrentados, teve novas imagens divulgadas e sua estreia anunciada ainda para este ano. Confira o trailer abaixo:
Estrelado por Ester Expósito e Hugo Diego García, o filme dirigido por Óscar Pedraza acompanha Marfil Cortés, filha de um magnata espanhol, que vê sua vida perfeita em Nova York despedaçada ao ser sequestrada e misteriosamente libertada. Como resultado, seu pai contrata o enigmático Sebastian Moore como seu guarda-costas.
Apesar de sua independência feroz e da distância profissional dele, os dois se veem atraídos um pelo outro. Conforme eles retornam à Espanha e ameaças perigosas surgem, eles devem navegar em um mundo onde nada nem ninguém é o que parece.
Foto: divulgação/Amazon Prime
O elenco de Atraídos Pelo Destino também conta com Eric Masip como Iván, Pablo Molinero como Alejandro, Zoe Bonafonte como Gabriela, Lluís Homar como Logan e Joaquín Ferreira como Ray.
O longa-metragem tem estreia prevista para setembro deste ano e marca o terceiro estágio de colaboração entre o Prime Video e a autora best-seller Mercedes Ron, seguindo as adaptações de sua popular trilogia Culpados e Diga-me Baixinho.
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