Em Me Prometa o Sol, a autora transforma a dolorosa jornada de Lenny em uma história de amor e recomeços
Como continuar caminhando quando a dor da perda parece paralisar cada passo?
Em Me Prometa o Sol, Cara Bastone traz a história de Lenny, uma mulher cuja vida está um caos depois que sua melhor amiga perdera a luta contra o câncer. Desde então, a protagonista não consegue retornar ao apartamento onde vivia com a amiga e, consequentemente, enfrentar as lembranças e o vazio gerado pelo luto.
Para mascarar seus sentimentos, Lenny vaga pelas ruas de Nova York, participando solitária de festas e caminhadas. Dessa maneira, ela se recusa a pedir ajuda para lidar com seus sentimentos e evita pensar na lista que sua amiga deixou, a qual tem sugestões de atividades para superar a dor.
Como cuidar de crianças parece ser seu único jeito de esquecer tudo que está vivendo, a protagonista trabalha em bicos como babá. Em um desses trabalhos conhece Miles, o tio da criança por quem Lenny está responsável. O rapaz insiste em ficar por perto, vigiando cada passo dela pela casa.
Por outro lado, ele parece ser o único a, de fato, ver o processo de luto pelo qual a babá de sua sobrinha está enfrentando.
Foto: divulgação/Autumn Layne Photography
Nessa narrativa, Cara Bastone propõe transformar um momento extremamente delicado em um romance envolvente, marca registrada de suas tramas.
Me Prometa o Sol já está disponível para compra nas plataformas literárias.
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A plataforma digital do Ministério da Educação reúne centenas de obras gratuitas. Veja uma seleção de romances, fantasias e outros títulos para incluir na lista de leitura
As férias são um convite para desacelerar, descobrir novos interesses e dedicar tempo a atividades que muitas vezes ficam em segundo plano durante a rotina. Nesse contexto, a literatura se torna uma importante aliada ao proporcionar momentos de lazer, estimular a imaginação, ampliar repertórios e apresentar diferentes perspectivas sobre o mundo. Quando o acesso aos livros também é facilitado, iniciativas de incentivo à leitura tornam esse universo ainda mais democrático e acessível para leitores de todas as idades.
É justamente essa a proposta do MEC Livros, biblioteca digital do Ministério da Educação, que reúne centenas de obras disponíveis gratuitamente em formato digital. Com um catálogo que vai de romances contemporâneos e histórias de época a fantasias, distopias e releituras de clássicos, a plataforma oferece opções para diferentes perfis de leitores. A seguir, confira uma seleção de títulos que podem tornar as férias ainda mais envolventes e repletas de boas histórias.
Ariadne, por Jennifer Saint (2022)
Foto: divulgação/MEC Livros/Entretetizei
Nesta releitura do mito grego, a autora coloca Ariadne no centro da narrativa. Filha do rei Minos e irmã do temível Minotauro, a princesa cresce cercada por histórias de deuses, heróis e pelos ecos do monstro preso no labirinto de Creta. Quando Teseu chega disposto a derrotar a criatura, Ariadne vê nele a oportunidade de mudar seu destino e desafia a própria família para ajudá-lo. No entanto, suas escolhas a conduzem por um caminho de amor, ambição e traição, em uma história que revisita a mitologia sob a perspectiva das mulheres.
As Horas Frágeis, por Virginie Grimaldi (2026)
Foto: divulgação/MEC Livros/Entretetizei
Depois que o marido decide deixá-la, Diane vê sua vida desmoronar. Consumida pela dor, ela demora a perceber que a filha adolescente, Lou, também enfrenta um momento delicado após uma grande perda. Determinada a ajudá-la, Diane precisará revisitar lembranças e feridas do passado para reconstruir a relação entre as duas. Com sensibilidade, Virginie Grimaldi apresenta um romance sobre maternidade, luto, recomeços e os laços que unem uma família mesmo nos momentos mais difíceis.
Romance Real, por Clara Alves (2022)
Foto: divulgação/MEC Livros/Entretetizei
Após perder a mãe, Dayana deixa o Rio de Janeiro para morar em Londres com o pai, de quem esteve afastada durante dez anos. Enquanto tenta se adaptar à nova realidade e conviver com a família que ele construiu, ela conhece uma garota misteriosa durante um passeio pelo Palácio de Buckingham. À medida que a amizade entre as duas se transforma em romance, Dayana percebe que a jovem esconde uma ligação inesperada com a família real britânica. Um romance contemporâneo que mistura amor, luto, autodescoberta e segundas chances.
Estilhaça-me, por Tahereh Mafi (2012)
Foto: divulgação/MEC Livros/Entretetizei
Juliette Ferrars vive isolada por causa de um poder capaz de matar qualquer pessoa com um simples toque. Enquanto ela enxerga essa habilidade como uma maldição, o Restabelecimento pretende transformá-la em uma arma a serviço do regime. Em meio a uma sociedade distópica, Juliette precisará decidir entre se tornar aquilo que os outros esperam ou lutar pelo direito de escrever o próprio destino. Todos os livros da série Estilhaça-me estão disponíveis no MEC Livros, permitindo que os leitores acompanhem a saga completa.
Só Mais Um Poema Épico de Amor, por Parisa Akhbari (2025)
Foto: divulgação/MEC Livros/Entretetizei
Mitra Esfahani e Beatrice Ortega cultivam uma amizade inseparável desde a infância, compartilhando um caderno onde escrevem juntas um poema épico que reúne seus sonhos, medos e lembranças. O problema é que Mitra guarda um segredo capaz de mudar completamente a relação entre as duas: ela está apaixonada pela melhor amiga. Conforme a formatura se aproxima e o futuro começa a seguir caminhos diferentes, ambas precisarão encontrar coragem para enfrentar os sentimentos que mantiveram escondidos. Com uma escrita poética, o romance aborda amizade, primeiro amor, amadurecimento e identidade.
Um Amor Mais Que Perfeito, por Maria Fernanda Leite (2024)
Foto: divulgação/MEC Livros/Entretetizei
A vida de Leticia muda completamente após um acontecimento traumático. De uma hora para outra, ela descobre que está noiva de um príncipe que nunca conheceu e que ele passará a morar em sua casa até o casamento. Como se isso não bastasse, um cantor carismático também chega ao castelo para acompanhar os preparativos. Em meio a tantas mudanças, Leticia precisará lidar com seus conflitos emocionais enquanto descobre que o amor, a amizade e o altruísmo podem transformar até os momentos mais difíceis.
Todas as Cores de Tilly, por Mazey Eddings (2024)
Foto: divulgação/MEC Livros/Entretetizei
Tilly Twomley encara um verão cheio de mudanças ao aceitar um estágio que inclui uma viagem pela Europa, mesmo sem saber qual caminho deseja seguir na vida. Já Oliver Clark, um jovem autista apaixonado por design e teoria das cores, acredita ter o futuro completamente planejado. Quando um encontro inesperado durante uma viagem faz seus caminhos se cruzarem, os dois passam a dividir experiências que desafiam suas certezas. Com protagonismo neurodivergente, o romance aborda autoconhecimento, amadurecimento e a beleza dos planos que saem do roteiro.
Haters do Amor, por Katherine Center (2026)
Foto: divulgação/MEC Livros/Entretetizei
Determinada a salvar a própria carreira, Katie Vaughn aceita a missão de produzir um documentário sobre um nadador de resgate em Key West. O problema é que ela não sabe nadar. Entre aulas desastrosas, furacões e situações inesperadas, Katie acaba descobrindo que alguns desafios podem mudar sua vida muito além do trabalho. Com humor e romance na medida certa, a história fala sobre coragem, recomeços e a importância de se permitir amar novamente.
Nada é Tão Romântico Quanto o Fim do Mundo, por J. Venegas Álvares (2021)
Foto: divulgação/MEC Livros/Entretetizei
Gustavo sempre foi apaixonado pelo vizinho Thales, mas nunca encontrou coragem para revelar seus sentimentos. Como se isso já não fosse complicado o suficiente, um apocalipse zumbi toma conta da cidade. Enquanto tentam sobreviver e escapar dos mortos-vivos, os dois embarcam em uma jornada repleta de ação, humor e momentos de tensão, na qual Gustavo precisa decidir se finalmente vai se declarar antes que seja tarde demais.
Amor em Pauta, por Samantha Markum (2025)
Foto: divulgação/MEC Livros/Entretetizei
Wyn e Three são rivais e disputam a mesma vaga de repórter no jornal da universidade. Dispostos a fazer de tudo para conquistar o cargo, eles protagonizam uma competição marcada por provocações, sabotagens e muita rivalidade. Ao mesmo tempo, Wyn passa a conversar anonimamente com um pretendente por um aplicativo de encontros, sem imaginar que sua vida amorosa e a disputa profissional podem estar mais conectadas do que parece. Uma comédia romântica universitária que combina romance, humor e uma reflexão sobre autoestima, pertencimento e primeiros amores.
Cilada Para Um Marquês, por Sarah MacLean (2016)
Foto: divulgação/MEC Livros/Entretetizei
Sophie Talbot sempre foi considerada uma das famosas Irmãs Perigosas, embora deteste a aristocracia e sonhe apenas em levar uma vida tranquila. Depois de se envolver em um escândalo, ela decide deixar Londres e partir rumo ao interior para abrir uma livraria. No caminho, acaba cruzando o destino de Rei, o Marquês de Eversley, um homem conhecido por arruinar casamentos e corações. Entre mal-entendidos, provocações e uma viagem repleta de imprevistos, os dois descobrem que talvez o maior perigo seja se apaixonar.
Amor Entre Livros, por Jasmine Guillory (2023)
Foto: divulgação/MEC Livros/Entretetizei
Izzy trabalha em uma editora e sonha em conquistar reconhecimento profissional, mas enfrenta desafios constantes em um ambiente onde raramente se sente valorizada. A oportunidade surge quando ela recebe a missão de convencer Beau Towers, um escritor famoso e conhecido por seu temperamento difícil, a entregar seu novo livro. Conforme passam mais tempo juntos, as primeiras impressões dão lugar a uma conexão inesperada. Inspirado em A Bela e a Fera, o romance combina os bastidores do mercado editorial com uma história de amor, crescimento e segundas chances.
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Voltamos ao passado para te contar história, curiosidades e bandas clássicas de 5 estilos musicais derivados do Rock, um dos gêneros mais ouvidos no mundo
Neste dia 13, celebramos uma das vertentes musicais mais apreciadas nos quatro cantos do planeta: o Rock. Hoje, Dia Mundial do Rock, o Entretê volta ao passado para contar um pouco sobre a história desse gênero musical tão apreciado.
O nascimento de um novo – ou reformado – som
Vindo de uma mistura de ritmos como blues, country, gospel e R&B (rhythm and blues), o rock’n’roll surgiu nos anos 50 em Nova Orleans. Artistas notáveis como Chuck Berry, Sister Rosetta Tharpe e Robert Johnson – três históricos guitarristas – estão ligados à disseminação do gênero.
Profundamente associado à cultura e vivência negra nos Estados Unidos, o estilo foi sendo afastado de suas raízes devido ao racismo estrutural que permeava a indústria fonográfica. Assim, sua reprodução em rádios, o sucesso entre o público e, principalmente, sua história são atribuídos a artistas brancos que foram surgindo pouco tempo depois.
Foto: reprodução/Antelope/Mick Csáky
O dia 13 de julho foi selecionado especificamente para homenagear o rock como forma de recordar o Live Aid, festival lendário que buscava angariar fundos para combater a fome na Etiópia, e que reuniu nomes como Queen, David Bowie e U2 em palcos nas cidades de Londres (ING) e Filadélfia (EUA). Contudo, é importante destacar que a data é celebrada quase somente no Brasil, tendo ganhado notoriedade por incentivo de rádios paulistas de rock por volta dos anos 90.
Foto: reprodução/Youtube
Em 2023, o gênero passou a ser o terceiro mais ouvido no Brasil, diferença considerável para uma categoria que até o ano anterior ocupava a 16ª posição nas pesquisas. Uma das possíveis hipóteses para esse salto notável é o retorno de diversas bandas clássicas – nacionais e internacionais – aos palcos brasileiros.
Não é à toa que o rock é um dos gêneros mais ouvidos hoje no mundo. Estima-se que o ritmo possua mais de 150 subgêneros catalogados, com uma extensa árvore genealógica espalhada por décadas de trajetória. Por isso, nesse Dia do Rock, te convidamos a conhecer a história de cinco subgêneros dessa vertente, que vão dos pesados riffs de guitarras do Heavy Metal, até a fusão entre rock e hip-hop do Nu Metal. Venha conferir:
Heavy Metal, os anos 60 e o começo de uma nova era para o rock
Foto: reprodução/Instagram @blacksabbath
Fortemente influenciado pelo blues, o Heavy Metal conta com uma estrutura próxima do rock tradicional. Ainda, marcado pelo frequente uso das escalas pentatônicas – sequência de cinco notas, responsável pela tensão e peso característicos – baterias marcadas e potentes vocais, o subgênero é o primeiro dessa lista por surgir pouco tempo depois do nascimento do rock clássico.
Originado no pós-Segunda Guerra, acredita-se que o movimento tenha ganhado forças após a influência de bandas como The Beatles e The Rolling Stones, entre as décadas de 1950 e 1960. Contudo, foi apenas no final dos anos 60 que músicas, mais tarde reconhecidas como Heavy Metal, começaram a surgir tendo a banda britânica Black Sabbath – conhecida por seu icônico frontman, Ozzy Osbourne – como pioneira do subgênero, criando um som descrito como sombrio, mórbido e sinistro.
Apesar disso, o Heavy Metal de fato ascendeu apenas por volta de meados da década de 70. Foi após o surgimento de bandas como Black Sabbath, Judas Priest e Iron Maiden, que o movimento começou a ganhar nome e espaço na cena musical.
No Brasil, o subgênero ganhou força no final dos anos 80, com a formação de um circuito underground no eixo dos estados da região Sudeste. A banda mineira Black Pantera, formada em 2014 e cujo primeiro álbum, de mesmo nome, foi lançado em 2015, é uma integrante desse circuito.
Foto: reprodução/Instagram @blackpanteraoficial
Punk e a revolução cultural dos anos 70
Imagem: reprodução/Instagram @sexpistols
O Punk Rock trouxe não apenas uma transformação sonora para meados da década de 70, mas também uma virada cultural. Isso porque, o movimento punk além de apresentar produções mais cruas e “sujas”, com vocais mais ríspidos e ritmo ainda mais acelerado – diferenciando-se da polidez de outras derivações do rock –, trazia o espírito antissistema e a revolta e frustração de gerações.
Com raízes na rebeldia do garage rock e proto-punk, o Punk Rock toma proporções maiores com o boom do punk britânico. Foi na terra da rainha que o subgênero se disseminou como movimento cultural da juventude britânica – ou contra-cultural, nesse caso. Isso porque, o Reino Unido vinha vivendo um frenesi social, derivado de diversas crises econômicas, dando espaço para letras anárquicas e culturalmente influentes de bandas como Sex Pistols, na Inglaterra, e Ramones, nos Estados Unidos.
Acompanhando sua identidade revolucionária e anárquica, as bandas do movimento punk seguiram a linha de lançamentos com gravadoras e selos independentes. Mudança que permitia uma maior liberdade criativa e, definitivamente, um grande tapa na indústria fonográfica.
“Quando não há futuro, como pode haver pecado?
Somos as flores na lata de lixo
Somos o veneno na sua máquina humana
Somos o futuro, o seu futuro”
God Save The Queen – Sex Pistols
Na cena brasileira, bandas como Ratos de Porão surgem como representantes do movimento e cultura punk. Segundo a própria banda, em sua biografia no Instagram, eles estão “desde 1981 mandando tudo e todos à m*rda 💀🤘”.
Foto: reprodução/Instagram @ratosdeporao
Thrash Metal e a fusão que acelerou o metal nos anos 80
Foto: reprodução/Instagram @slayerbandofficial
Marcado pela velocidade, riffs de guitarra precisos, vocais agressivos e breaks de andamento rítmico bruscos, o Thrash Metal começou a despontar no início da década de 80. Com influências musicais de bandas do Heavy Metal, como a anteriormente mencionada Black Sabbath, e culturais do punk, tal qual a essência antissistema, o Thrash ganhou espaço entre os amantes assíduos do rock.
O sucesso do subgênero não é à toa. Algumas das bandas mais conhecidas do metal mundial fazem parte da escola do Thrash Metal. Bandas essas que ficaram famosas ao ponto de receberem o apelido de The Big Four. Integram essa lista das quatro grandes, no português, Metallica, Slayer, Megadeth e Anthrax, assim tornando-se nomes clássicos, não só do Thrash Metal, mas como do gênero rock.
Enquanto isso, o Thrash é talvez um dos subgêneros mais expressivos na musicalidade do rock brasileiro. Isso porque, algumas das bandas de rock brasileiras com maior projeção – chegando a nível internacional – fazem parte desse subgênero, como o Sepultura, fundada em 1984 e com mais de 20 milhões de discos vendidos.
Foto: reprodução/Instagram @sepultura
Grunge, a década de 90 e o boom de Seattle no rock mundial
Foto: reprodução/Instagram @pearljam
Com vocais mais melódicos e melancólicos, contrastes marcantes e a energia “de garagem”, o Grunge começou a dar as caras na reta final dos anos 80. O subgênero, diretamente influenciado por uma mistura de punk e rock clássico, desenvolveu-se na cidade de Seattle. Foi nessa época que uma pequena gravadora da cidade utilizou o termo “grunge” para descrever a aspereza sonora do gênero.
Além disso, o Grunge foi responsável por uma irrupção na cultura pop, impactando diversas áreas. Isso se deve ao fato do movimento se diferenciar da cultura dominante e mainstream, resultando em – ironicamente – um grande apelo comercial para a juventude do início dos anos 90. Na moda, a contracultura grunge embarcou na utilização de roupas de segunda mão e acabou por popularizar os brechós e sebos, batendo de frente com o estilo formal e cultura corporativa da época.
Foto: reprodução/Vogue
Com a emergência da popularidade do subgênero, algumas bandas começaram a ganhar destaque no cenário musical do Grunge com suas letras angustiantes e riffs pesados. Bandas como Nirvana, Pearl Jam e Soundgarden, além de alavancarem ainda mais o som “grungiano”, trouxeram suas especificidades e contribuições para o estilo.
Nu Metal e o encontro entre metal e hip-hop dos anos 2000
Imagem: reprodução/Instagram @korn_official
Advindo principalmente do heavy metal, o Nu Metal é, como outras categorias dessa lista, uma mistura de sonoridades. Entre elas, o groove do hip-hop, o funk e o grunge, além de elementos de jazz e punk hardcore. O Nu Metal traz consigo algumas características como o uso de samples eletrônicos e efeitos que remetem à sonoridade do início dos anos 2000, uma alternância entre vocais melódicos-cantados e falados-rappados, além de uma ausência de grandes solos de guitarra, tradicionais de outros gêneros do rock.
A ascensão do gênero é altamente atribuída ao Korn, banda que lançou seu primeiro álbum em 1994. Foi a partir daí, que grupos como Limp Bizkit, Evanescence e Linkin Park foram influenciadas pela carga emocional sombria e intensa do subgênero e estouraram no início do século XXI.
No Brasil, por mais que o subgênero não tenha sido profundamente incorporado no cenário nacional, alguns nomes ainda se destacam. Como a Soulfly, grupo de Nu Metal fundado por Max Cavalera, ex-integrante do Sepultura, banda nacional conhecida no cenário do Thrash Metal.
Foto: reprodução/Instagram @thesoulflytribe
Do peso sombrio do Heavy Metal à fusão urbana do Nu Metal, os cinco subgêneros mostram como o Rock nunca parou de se reinventar, absorvendo diferentes influências e refletindo o momento cultural de cada década. Mais do que uma trajetória sonora, esse compilado mostra a capacidade histórica do gênero de se transformar sem perder sua essência rebelde. Não é por acaso que, décadas depois de seu surgimento, o Rock segue conquistando novos fãs ao redor do mundo, provando que o gênero continua tão vivo quanto 70 anos atrás.
Já conhecia a história de algum desses subgêneros? Qual sua banda favorita de cada um deles? Conta pra gente nas redes sociais do EntretetizeiFacebook,Instagram e X – e nos siga para não perder nenhuma novidade!
Confira as atualizações do entretenimento no mundo turco durante esta semana
Por Anna Mellado, Débora Lima, Gisélia Oliveira e Mariana Chagas
Com Pınar Deniz e Kerem Bürsin, filme Yorgun Güneş amplia elenco com três novos atores
O filme Yorgun Güneş (tradução livre: Sol Cansado), novo projeto do premiado diretor Nuri Bilge Ceylan, segue com as gravações em Assos (cidade na Turquia) após iniciar as filmagens em Istambul. Estrelado por Pınar Deniz no papel de Defne e Altan Erkekli como Sabri, o longa acompanha a emocionante história de um reencontro entre pai e filha, marcada por conflitos e acertos de contas do passado. Osman Sonant também integra o elenco como o marido de Defne.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
A produção confirmou ainda a entrada de Mahir İpek, Serkan Ercan e Şebnem Hassanisoughi no elenco. Além deles, Kerem Bürsin interpretará o ex-namorado de Defne, e suas cenas devem começar a ser gravadas nos próximos dias. O longa é uma das produções turcas mais aguardadas do período por marcar o retorno de Nuri Bilge Ceylan ao cinema.
Longe Demais (Uzak Şehir) já está disponível em streaming brasileiro
Os primeiros episódios da produção turca Uzak Şehir, que veio ao Brasil com o nome Longe Demais, já estão disponíveis na HBO Max. A dizi é estrelada por Sinem Ünsal e Ozan Akbaba.
Foto: reprodução/Dizilah
Longe Demais conta a história de Alya Albora, que deixa o Canadá para cumprir o último desejo do falecido marido e enterrá-lo em Mardin. Chegando lá, sua viagem toma um rumo inesperado quando a família do falecido se recusa a deixá-la voltar com o filho. Alya se vê envolvida em uma disputa pela guarda da criança, cercada por segredos do passado e conflitos familiares.
Ülkü Hilal Çiftçi, Melek em Yeraltı, aparece em O Amor Gosta de Coincidências 3
O terceiro filme da franquia Amor Gosta de Coincidências (Aşk Tesadüfleri Sever, 2011) começou suas filmagens em 7 de julho. O longa reúne Mehmet Günsür, como Özgür, e Devrim Özkan, como Mavi, nos papéis principais.
Ayda Aksel retorna ao papel de İnci, mãe de Deniz, personagem vivida por Belçim Bilgin no primeiro filme da franquia. Já a versão jovem de İnci será interpretada por Ülkü Hilal Çiftçi, conhecida por dar vida a Melek na dizi Yeraltı (tradução livre: Subterrâneo).
İpek de Ömür Usta, adaptação de Fina Estampa, será interpretada por Sude Zülal Güler
A dizi Ömür Usta, produzida pela Ay Yapım para o NOW, tem previsão de iniciar suas filmagens no fim de julho. A produção reunirá Nurgül Yeşilçay, Bülent İnal e Gonca Vuslateri, sob direção de Hilal Saral, conhecida por comandar grandes sucessos da televisão turca. Agora, foi definida a intérprete de İpek, par romântico de Mete, personagem de Enes Koçak.
Foto: reprodução/Instagram @zulalsudegul
Sude Zülal Güler dará vida a İpek, filha de Tunç (Bülent İnal) e Nevra (Gonca Vuslateri), que estuda na mesma escola que Mete. Adaptada da novela brasileira Fina Estampa, a dizi também conta no elenco com Cemre Arda (Nazlı), Gülçin Kültür (Gülsüm), Pınar Çağlar Gençtürk (Yıldız), Zerrin Sümer (Müzeyyen), Asilhan Kurşun (Cüneyt), Ceren Aslan (Dilara), Mert Carim (Şahin), Melis Girşen (Zeynep) e Aydan Kaya (Safiye).
Burcu Özberk será protagonista de Anne Yarısı, nova dizi turca
Burcu Özberk foi confirmada em uma nova dizi. A atriz irá protagonizar Anne Yarısı (tradução livre: Metade de uma Mãe), projeto da NOW, produzido pela NTC Media. Burcu será Zeynep, uma professora determinada que parte em busca do sobrinho Ege e se vê em uma jornada na Capadócia com uma grande guerra entre famílias.
Foto: reprodução/Dizilah
Conhecida por sucessos como Armadilha do Amor (Afili Aşk, 2019), Esqueça-me Se Puder (Aşk Mantık İntikam, 2022) e Kraliçe (tradução literal: Rainha, 2023), Burcu Özberk retorna às dizis com alta expectativa dos fãs. Em entrevista exclusiva ao Entretetizei, a atriz destacou que ver suas produções conquistando o público do Brasil “a deixa muito feliz e orgulhosa”. Além dela, Yeliz Korkmaz, vista recentemente em Rüya Gibi (tradução livre: Como um Sonho, 2025), e Merve Şen fecharam contrato com a produção.
Hilal Anay entra para o elenco da nova dizi de Burak Özçivit
A nova dizi Güneşin Doğduğu Yer (tradução livre: Onde o Sol Nasce), estrelada por Burak Özçivit, ganhou mais um nome importante no elenco. Hilal Anay interpretará Hanzade, filha de Devran (Devrim Yakut) e irmã de Ceyhun (Görkem Sevindik). A personagem será uma das protagonistas femininas da trama e é descrita como uma mulher culta, elegante e determinada.
Créditos: Birsen Altuntaş
Na história, Hanzade é vista por Celadet (Sibel Taşçıoğlu), mãe de Kenan (Burak Özçivit), como a candidata ideal para se casar com o filho. Enquanto isso, a produção segue procurando a atriz que dará vida a Tina, o grande amor de Kenan. As gravações de Güneşin Doğduğu Yer estão previstas para começar em agosto, na cidade de Adana.
O que mais aconteceu essa semana:
Bir Hayat Hikâyesi, a nova dizi para a próxima temporada: após renovar Sevdiğim Sensin (tradução livre: Você é Meu Amor) e Çirkin (tradução livre: Feio) para a próxima temporada e anunciar Başkalarının Hayatı (tradução livre: A Vida dos Outros), da Ay Yapım, a Star TV adquiriu mais um projeto, desta vez da Bozdağ Film, produtora de Mehmet Bozdağ. Segundo informações de bastidores, a nova dizi se chamará Bir Hayat Hikâyesi (tradução livre: Uma História de Vida). Deniz Ekinci e Esra Kızıldoğan já foram confirmados no elenco.
Nova atualização sobre Düğünümüz Var: Şükran Ovalı, que estava cotada para integrar o elenco da dizi de comédia Düğünümüz Var (tradução livre: Temos um Casamento), da Poll Production, deixou o projeto em comum acordo com a produção. A dizi está prevista para estrear na nova temporada da Star TV, com filmagens marcadas para a segunda quinzena de julho.
Köyden İndim Şehire ganhará sequência: uma novidade empolgante para o cinema turco foi anunciada. Os clássicos da Arzu Film, estúdio responsável por alguns dos maiores sucessos da era Yeşilçam, serão adaptados para uma nova geração. Entre os primeiros projetos está a sequência de Köyden İndim Şehire (tradução livre: Desci da Vila para a Cidade), clássico lançado em 1974 por Ertem Eğilmez como continuação de Salak Milyoner (tradução livre: O Milionário Tolo).
Emre Bulut e Mustafa Kırantepe entram para o elenco de Sevdam Karadeniz: Sevdam Karadeniz (tradução livre: Meu Amor, Mar Negro) segue reforçando seu elenco. A dizi promoveu Erdem Adilce, que interpretaria Barva Yeniceli, ao papel principal. Com isso, a produção definiu Emre Bulut, conhecido por viver Yıldırım em Halef: Köklerin Çağrısı (tradução livre: Halef: O Chamado das Raízes), como o novo intérprete de Barva. Além dele, Mustafa Kırantepe também foi confirmado no elenco e dará vida a Mahmut Yeniceli, filho de Durali Yeniceli, personagem de Şerif Erol. Além disso, a atriz Hivsa Zizan Alp deixou o elenco – ela interpretaria a personagem Fındık.
Afra Karagöz será Duru em Altı Üstü İstanbul: a dizi juvenil Altı Üstü İstanbul (tradução livre: De Ponta-Cabeça em Istambul), produzida pela NTC Medya para a ATV, segue conquistando o público nas noites de segunda-feira. Após a entrada de Ezgi Çelik no papel de Sezen, mãe de Naz (Elçin Zehra İrem), a produção confirmou mais um reforço para o elenco. Afra Karagöz foi escalada para interpretar Duru. A jovem atriz dará vida à filha do professor Tarık, personagem de Feyyaz Duman.
Aşk ve Taht (tradução livre: Amor e Trono) ganha novos nomes no elenco: A dizi de época Aşk ve Taht (tradução livre: Amor e Trono), produzida pela Bozdağ Film para a ATV, segue reforçando seu elenco. Os atores Murat Serezli, Ece Yüksel, Ahmet Kayakesen e Merve Polat foram confirmados. Serezli interpretará Kir Vard, pai da Princesa Destina, da atriz bósnia Merjem Šiljak. Já Ece Yüksel dará vida a Rita, braço direito da princesa, enquanto Ahmet Kayakesen será o guerreiro viking Thora, braço direito de Andreas, personagem de Halil İbrahim Ceyhan. E Merve será Mihrişah Hatun, responsável pela administração do harém e subordinada a Ümmühan Hatun.
Mert Yazıcıoğlu voltará aos sets como o médico Aras: após o fim de Kuruluş Orhan (tradução livre: Fundação Orhan), Mert Yazıcıoğlu avaliou os novos projetos que recebeu e escolheu protagonizar a nova dizi da TMC Film para a Netflix, atualmente desenvolvida sob o codinome Aras. A produção será dirigida por Ömür Atay, que também comandou Kızıl Goncalar (tradução livre: Botões Vermelhos), um dos últimos trabalhos do ator na televisão.
Berfin Kıymaz será Hülya em Haysiyet: com estreia prevista para a nova temporada e início das gravações marcado para 17 de julho, Haysiyet (tradução livre: Dignidade), nova dizi da Süreç Film para a Kanal D, será dirigida por Eda Teksöz e escrita por Leyla Uslu Oter e Cem Akyoldaş. A trama acaba de ganhar mais um reforço com a entrada de Berfin Kıymaz. Ela interpretará Hülya, jovem que mora no mesmo bairro de Mehmet, personagem de Doğukan Güngör, e é apaixonada por ele.
Nova dizi Evlilik Güzeldir ganha reforços no elenco: anova série Evlilik Güzeldir (tradução livre: O Casamento é Bonito), da TRT1, segue avançando na formação do elenco. Emre Bey e İlayda Alişan receberam propostas para interpretar Sinan e Yasemin, enquanto Seçkin Özdemir foi confirmado como Murat, antigo amor de Zeynep, papel vivido por Hande Soral. Produzida pela Greative Film, a trama acompanha Mesut Bahtiyar, um oficial de casamentos que vive com a mãe, o cunhado e suas cinco filhas, cujas histórias de amor serão o centro da narrativa.
Canal e direção de Karakuyu são definidos: anova dizi Karakuyu (tradução livre: Poço Escuro), produzida pela OGM Pictures, teve seu canal de exibição e direção confirmados. A série será exibida pela Kanal D e contará com direção de Nezaket Coşkun. Escrita por Deniz Akçay e ambientada em Divriği, na província de Sivas, a trama acompanhará Ferda, uma promotora que desafia o destino em uma intensa luta por justiça e honra. As negociações para o elenco seguem em andamento, mas os protagonistas ainda não foram anunciados.
Novo filme da franquia Çakallarla Dans estreia em novembro: acomédia Çakallarla Dans 8: Şututgart Çıkarması (tradução livre: Dançando com os Chacais 8: Missão em Stuttgart) chega aos cinemas turcos em 6 de novembro. Com filmagens realizadas entre Istambul e Alemanha, o longa reúne o elenco principal da franquia, incluindo Şevket Çoruh, Murat Akkoyunlu, Didem Balçın e Timur Acar, além da entrada de Nur Sürer, que interpretará a personagem Yenge. Na nova aventura, o grupo acaba envolvido em uma rede internacional de tráfico humano durante uma viagem à Alemanha, em uma história que mistura humor, ação e amizade.
Rapidinhas:
– Aras Bulut İynemli recebeu uma proposta para protagonizar a nova dizi İyilik Öğretmeni (tradução livre: Professor da Bondade), produção da Ay Yapım para a Kanal D.
– Caner Cindoruk conquistou o prêmio de Melhor Ator na 4ª edição do Da Nang Asian Film Festival (DANAFF), no Vietnã, por sua atuação no filme Salvação/Salvation (Kurtuluş, 2026).
– Ülkü Hilal Çiftçi, que interpreta Melek na dizi Yeraltı (tradução livre: Submundo), subiu ao palco na apresentação de fim de ano do colégio Mimar Sinan de Belas Artes, onde estuda. Veja aqui.
– As gravações de Kalbimin Rotası Karadeniz (tradução livre: A Rota do Meu Coração: Mar Negro), nova série promocional da Go Türkiye com İlhan Şen e Cemre Baysel, estão previstas para começar em 13 de julho.
– O ator Durul Bazan não faz mais parte do elenco de Sevdam Karadeniz (tradução livre: Meu Amor, Mar Negro), nova dizi da NOW produzida pela Mia Yapım.
– Özge Gürel e Serkan Çayoğlu participaram de um encontro com fãs durante o Italian Global Series Festival, em Rimini, na Itália. Veja aqui.
– Ayça Varlıer está de volta às dizis e foi confirmada no elenco de Haysiyet (tradução livre: Dignidade), nova produção da Kanal D.
– As gravações da segunda temporada de Enfes Bir Akşam (Berço de Ouro), estrelada por Aslı Enver e Engin Akyürek, foram adiadas para a segunda semana de agosto.
– Cansu Tosun, Murda e Sinan Eroğlu marcaram presença na pré-estreia de Polis (Polícia), realizada em Amsterdã. O longa estreia nos cinemas da Holanda em 23 de julho.
– O teatro turco perdeu um de seus grandes nomes com a morte de Zihni Göktay, aos 80 anos.
– Coproduzido pela Böcek Film e pela Benesta, O Amor Gosta de Coincidências 3 (Aşk Tesadüfleri Sever) chegará aos cinemas turcos em 20 de novembro.
– A.B.İ. passa por uma reformulação para a nova temporada. Após a saída de Afra Saraçoğlu, a série também se despede da roteirista Eylem Canpolat, do diretor Cem Karcı e dos atores Tülay Bursa, Esra Şengünalp e Serkay Tütüncü. O roteiro ficará a cargo de Ertan Kurtulan, enquanto a nova protagonista feminina ainda não foi anunciada.
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De clássicos que marcaram gerações a obras que revelam diferentes fases da música brasileira, seleção reúne discos indispensáveis para conhecer a diversidade da MPB
A mistura de diferentes ritmos, estilos e histórias que constroem a identidade cultural brasileira deu origem à Música Popular Brasileira, popularmente conhecida pela sigla MPB. Combinando elementos da música tradicional brasileira, a MPB deu luz ao movimento em que o samba, o jazz, a bossa nova, o sertanejo de raiz, a moda de viola, o baião nordestino, o rock e outros coexistem e dialogam entre si.
Ao longo das décadas, especialmente a partir dos anos 1960, com o início da Ditadura Militar, o gênero tornou-se palco de experimentações artísticas e manifestações culturais. Com letras poéticas carregadas de sentimentos, memórias e reflexões sobre amor, política, cotidiano e existência, muitos álbuns apresentam uma forma única de enxergar a música e o Brasil.
Embora essas obras tenham marcado diferentes gerações, muitos desses clássicos ainda passam despercebidos por grande parte dos ouvintes de hoje. Em tempos em que as redes sociais e descobertas rápidas influenciam cada vez mais no gosto musical dos ouvintes, revisitar discos atemporais que ajudaram a construir a história da música brasileira é também uma forma de conhecer as raízes de artistas contemporâneos e entender por que essas canções seguem tão atuais como nunca.
Seja para ouvir pela primeira vez ou redescobrir álbuns que atravessaram décadas, esta seleção reúne dez discos essenciais para entrar de cabeça na majestosa MPB e, quem sabe, encontrar um novo favorito. Confira:
Um Banda Um (1982) – Gilberto Gil
Foto: divulgação/Spotify
Um Banda Um é a entrega de uma fase de experimentação e liberdade criativa de Gilberto Gil. O disco mescla diversas referências musicais e, ao unir elementos do reggae, da música africana e de ritmos brasileiros, relembra a importância das raízes da cultura nacional.
O próprio título do álbum é um trocadilho: lido em voz alta, soa como “Umbanda”, referência à religião brasileira de matriz africana, o que reforça a ânsia de Gil em abordar os temas de espiritualidade, ancestralidade e diversidade cultural ao longo das faixas.
Neste trabalho, Gil aposta toda a sua versatilidade em composições que transitam entre a celebração cultural e espiritual e o simples cotidiano. Com destaque para faixas como Andar com Fé, um convite à esperança que se tornou um dos maiores clássicos de sua carreira, além de Esotérico e Drão, o álbum equilibra a experimentação do cantor e o apelo popular, consolidando-se como uma das obras mais marcantes da discografia do artista.
Ouça o álbum completo aqui:
A Tábua de Esmeralda (1974) – Jorge Ben Jor
Foto: divulgação/Spotify
Considerado um dos álbuns mais emblemáticos da discografia de Jorge Ben Jor e um dos mais importantes da música brasileira, A Tábua de Esmeralda representa o auge da criatividade do artista. Lançado em 1974, o disco rompe com o ideal de que a música popular deve optar por profundidade ou leveza: ao mesmo tempo em que cativa o ouvinte com um mix de samba, soul, funk, rock e influências da música africana, também carrega letras cheias de referências à alquimia, à filosofia, à espiritualidade e à história.
O disco é inspirado no texto Tábua de Esmeralda, obra do alquimista Hermes Trismegisto, e a partir dele Jorge Ben dá vida a todo um universo em que o místico e o cotidiano são uma coisa só. O resultado é um álbum inesquecível, que faz com que temas pouco explorados na música popular ganhem voz através de canções.
Entre os destaques estão Os Alquimistas Estão Chegando, que abre o disco anunciando o misticismo, Errare Humanum Est, com reflexões filosóficas, e Zumbi, uma das canções mais importantes da carreira do artista, que relembra a história de Zumbi dos Palmares e a valorização da cultura afro-brasileira. Mais de cinco décadas após seu lançamento, A Tábua de Esmeralda continua influenciando músicos de diferentes gerações e é uma porta de entrada para quem deseja adentrar o mundo da MPB.
Ouça o álbum completo aqui:
Coração Selvagem (1977) – Belchior
Foto: divulgação/Spotify
Repleto da melancolia e da poesia características que consagraram Belchior como um dos grandes letristas da música brasileira, Coração Selvagem é o terceiro álbum de estúdio do cantor cearense. Lançado após o sucesso de Alucinação (1976), o disco contém letras profundamente confessionais, marcadas por romantismo, inquietações existenciais e reflexões sobre o amor, o tempo e a condição humana que construíram a identidade do artista.
Ao longo de nove faixas, Belchior faz com que as experiências pessoais sejam transformadas em narrativas universais, com arranjos que transitam entre a MPB, o folk e o rock. Extremamente intimista e intenso, cada canção revela um artista que tal como qualquer mero mortal está refém das contradições da vida e das emoções.
Entre os destaques estão a faixa-título, Coração Selvagem, considerada uma das maiores canções de amor da música brasileira, além de Paralelas, uma das composições mais marcantes da carreira do cantor. Coração Selvagem reforça a delicadeza com que Belchior é capaz de fazer conflitos internos e sentimentos universais seguirem emocionando o público em qualquer século.
Ouça o álbum completo aqui:
Flagra (1982) – Rita Lee
Foto: divulgação/Spotify
Lançado em 1982, Flagra representa uma das fases mais maduras da carreira de Rita Lee, sem abrir mão do humor e desconstrução que fizeram da artista um dos maiores nomes da música brasileira. No álbum, acompanhamos faixas que transitam livremente entre o rock, o pop e a MPB, reinventando a sonoridade de Rita, sem a perda da identidade que conquistou gerações.
Com letras inteligentes e provocativas, temas como amor, desejo feminino e independência são abordados com um olhar crítico e a característica dose de ironia da eterna Rita Lee. Em uma época de transformações sociais e culturais, Flagra evidencia a personalidade única da cantora, que desafiava convenções sociais e o status quo ao tratar de liberdade, sexualidade e cotidiano de forma leve e, ao mesmo tempo, profunda.
A faixa-título, Flagra, tornou-se um dos maiores sucessos de sua carreira, enquanto canções como Cor de Rosa Choque consolidaram Rita Lee como um dos principais símbolos da emancipação feminina na música brasileira.
Ouça o álbum completo aqui:
Resposta ao Tempo (1998) – Nana Caymmi
Foto: divulgação/Spotify
Lançado em 1998, Resposta ao Tempo é um dos álbuns mais marcantes da trajetória de Nana Caymmi e um retrato da maturidade artística de uma das maiores intérpretes da música brasileira. Dona de uma voz única, grave, sofisticada e profundamente emotiva, a cantora traz no disco uma explosão de sensibilidade onde cada canção é uma narrativa cheia de emoção e nuances.
Passeando entre a MPB e o samba-canção, o álbum narra a passagem do tempo, a memória, o saudosismo e as complexidades das relações humanas. Mais do que apenas cantar, o que chama a atenção na performance de Nana é que ela imprime melancolia em cada faixa, com a força das melodias e das letras observadas através de sua interpretação intimista.
A faixa-título, composta por Aldir Blanc e Cristóvão Bastos, tornou-se um dos maiores clássicos de sua carreira e sucesso nacional ao ser escolhida como tema de abertura da telenovela Hilda Furacão (1998). A interpretação de Nana dialoga com o tom apaixonado da trama, fazendo com que a canção permanecesse na memória do público.
Com arranjos elegantes, Resposta ao Tempo reafirma Nana Caymmi como uma das grandes vozes da música brasileira, mostrando que a intensidade pode estar justamente na delicadeza.
Assista a abertura da minissérie aqui:
Ouça o álbum completo aqui:
Plural (1990) – Gal Costa
Foto: divulgação/Spotify
Plural, injustamente um dos discos menos lembrados de Gal Costa, marca uma nova fase na carreira da artista e coloca em pauta a versatilidade e a falta de receio ao se reinventar. Como o próprio título sugere, o álbum abrange diferentes facetas da cantora, reunindo influências da MPB, do pop, do rock e de sonoridades contemporâneas. Tudo isso sem abrir mão da interpretação intensa e da voz única que a consagraram como uma das maiores cantoras da música brasileira.
Ao longo do disco, Gal reafirma sua capacidade de caminhar por diferentes estilos e gerações. O repertório do álbum conta com composições de importantes nomes da música brasileira, um olhar apurado da cantora para escolher obras que valorizam sua maneira de se expressar e a ousadia de buscar novos caminhos artísticos.
Entre os destaques estão Cabelo, além da faixa-título Fon-Fon, que unifica a proposta do álbum ao celebrar a multiplicidade de sua trajetória.
Ouça o álbum completo aqui:
Bandido (1976) – Ney Matogrosso
Foto: divulgação/Spotify
Segundo álbum solo de Ney Matogrosso, Bandido é uma das obras que estabeleceram o cantor como um dos artistas mais originais, ousados e performáticos da música brasileira. Após deixar o grupo Secos & Molhados, Ney reafirma sua identidade artística solo em um disco que mistura MPB, rock, ritmos latino-americanos e elementos experimentais, explorando diferentes sonoridades sem abrir mão da intensidade marcante que tornaram suas interpretações aclamadas.
O álbum não é apenas fruto da potência vocal do artista, mas também de sua relação com a teatralidade, a performance e a liberdade de expressão. Em um contexto marcado pela censura e repressão da Ditadura Militar, Ney constrói um trabalho que quebra paradigmas e consolida sua presença cênica através das interpretações das canções.
A faixa Bandido Corazón, composta por Rita Lee, é um dos grandes destaques do disco. Não poderia haver compositora mais adequada para traduzir o espírito irreverente e provocador do álbum do que a Rainha do Rock Brasileiro, cuja escrita dialoga perfeitamente com a personalidade artística de Ney Matogrosso. Ao lado de canções como Trepa no Coqueiro e A Gaivota, ela reforça a capacidade de Ney Matogrosso de transformar cada interpretação em um espetáculo.
Ouça o álbum completo aqui:
Não é Azul, Mas é Mar (1987) – Djavan
Foto: divulgação/Spotify
Considerado um dos álbuns mais poéticos da carreira de Djavan, Não é Azul, Mas é Mar é uma metamorfose de sentimentos, paisagens e acontecimentos em canções sentimentais. Misturando MPB, jazz, soul, ritmos afro-brasileiros e influências internacionais, o disco apresenta sonoridade e composições sofisticadas que evidenciam a proximidade entre o íntimo e o coletivo.
Enquanto canções exploram o amor, a contemplação e as metáforas, a faixa Soweto se destaca por tratar da resistência ao Apartheid na África do Sul, tornando-se uma das primeiras músicas de protesto e caráter político de Djavan. Com o verso “O povo quer florescer e ganhar a vida” e a presença de vocalizações em Iorubá, grupo étnico-linguístico da África Ocidental, o compositor transforma a luta do povo sul-africano em uma reflexão esperança e reforça seu diálogo com a ancestralidade africana.
Com arranjos e melodias marcantes, o álbum também reúne sucessos como Dou-Não-Dou e Doidice”. Não é Azul, Mas é Mar une a sofisticação musical, marca registrada de Djavan, lirismo e um olhar atento para o mundo em um dos discos mais poéticos da carreira do astro.
Ouça o álbum completo aqui:
Só Se For a Dois (1987) – Cazuza
Foto: divulgação/Spotify
Lançado em 1987, Só Se For A Dois marca um momento de amadurecimento na carreira solo de Cazuza. Mais introspectivo, o cantor opta por uma abordagem mais íntima, tratando de experiências vividas universalmente, com o amor, as relações humanas, contradições e os conflitos pessoais no centro de suas composições.
Ao longo do disco, Cazuza expõe experiências pessoais em canções com grande força emocional, equilibrando romantismo, vulnerabilidade e inquietação. Transitando entre o rock e a MPB, o álbum evidencia a habilidade do artista de unir poesia, crítica e sensibilidade em letras que permanecem atuais e capazes de dialogar com diferentes gerações.
Entre os destaques está a faixa-título, Só Se For a Dois, além de Solidão, Que Nada, um dos maiores sucessos da carreira de Cazuza. O disco também reúne O Nosso Amor a Gente Inventa, Heavy Love e outras faixas que reafirmam o talento único de Cazuza para traduzir emoções complexas em versos memoráveis e identificáveis.
Ouça o álbum completo aqui:
Muito Estranho (1982) – Dalto
Foto: divulgação/Spotify
Muito Estranho foi o primeiro grande sucesso de Dalto e apresentou ao público um compositor que soube unir a delicadeza da MPB e o apelo do pop romântico como ninguém. O álbum aborda temas como amor, saudade e os desencontros das relações humanas, consolidando a identidade musical do cantor.
O grande destaque é a faixa Muito Estranho (Cuida Bem de Mim), composição que rapidamente se tornou um dos maiores sucessos da música brasileira dos anos 1980. Com versos que atravessam gerações, a canção ultrapassou o sucesso comercial e tornou-se um clássico, sendo regravada por diferentes artistas e permanecendo até hoje no imaginário popular.
Mais do que um disco marcado por um grande hit, Muito Estranho evidencia a habilidade de Dalto em transformar emoções cotidianas em canções atemporais. Com uma sonoridade delicada e interpretações sinceras, o álbum reafirma a força das baladas românticas dentro da MPB e permanece como uma obra essencial para quem deseja conhecer uma das facetas mais sensíveis da música brasileira.
Ouça o álbum completo aqui:
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Novo filme traz Leah Sava’ Jeffries, Carmen Sanchez, Kaileen Chang e Sophie Lennon como a nova geração das Cheetah Girls, além do retorno de Raven-Symoné e Adrienne Bailon
Foi confirmado o início da produção de The Cheetah Girls: Next Gen! O novo capítulo da franquia que marcou os anos 2000, será produzido na África do Sul e reunirá rostos conhecidos da saga original ao lado de uma nova geração de protagonistas.
Entre os retornos mais esperados estão Raven-Symoné, que volta ao papel de Galleria e também assina a produção executiva, e Adrienne Bailon, novamente como Chanel. O elenco ainda conta com Lynn Whitfield (Dorothea), Lori Alter (Juanita), além das participações especiais de Sabrina Bryan, que revive Dorinda, e Sophia Bush, novamente como Jennifré.
A nova formação das Cheetah Girls será liderada por Leah Sava’ Jeffries (Percy Jackson e os Olimpianos, 2023), que interpreta Faith, filha de Galleria. Também integram o grupo Carmen Sanchez (Electric Bloom – A Melhor Banda do Mundo, 2025) como Dior, irmã de Chanel, Kaileen Chang no papel de Ruby e Sophie Lennon como Brooklyn. O ator sul-africano Kamogelo Ramashala completa o elenco principal como Kendi.
Ao longo da trama, Galleria e Chanel vão acompanhar Faith e suas três amigas em uma viagem à África do Sul para realizarem um trabalho voluntário em um santuário de vida selvagem. A experiência, vai fazer com que as adolescentes precisem fortalecer ainda mais os laços de amizade, encontrar suas próprias vozes e enfrentar desafios para salvar a reserva natural. A jornada será finalizada quando elas forem capazes de assumir o legado das Cheetah Girls e subir ao palco como a nova formação do grupo.
A produção marca o retorno de Debra Martin Chase, produtora executiva dos três primeiros filmes da franquia. A direção conta com Bille Woodruff, que também co-produziu o longa. O roteiro é assinado por Kara Holden, Sarah Watson e Deborah Swisher, enquanto as coreografias serão criadas por Kyle Hanagami.
De acordo com o presidente da Disney Kids & Family, Ayo Davis, o propósito da franquia continua sendo a amizade, a música e a importância de fazer a própria voz ser ouvida. A executiva ainda afirmou que o novo filme busca mostrar esses valores a uma nova geração de espectadores.
Foto: divulgação/Disney+
Lançada em 2003, The Cheetah Girls se tornou uma das franquias mais populares dos Filmes Originais do Disney Channel. Com histórias sobre amizade, sonhos, música e empoderamento feminino, a série conquistou uma legião de fãs e segue relevante.
O anúncio de The Cheetah Girls: Next Gen acontece em um ano especial para os fãs do Disney Channel, que também celebra aniversários de franquias como High School Musical e Hannah Montana, além da chegada de novos títulos, como Descendentes: País das Maravilhas Malvado e Camp Rock 3.
Os três filmes originais da franquia, The Cheetah Girls, The Cheetah Girls 2 e The Cheetah Girls: Um Mundo, estão disponíveis no Disney+.
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De 15 a 26 de julho, o CCBB Educativo oferece programação gratuita de férias para todas as idades, com oficinas, contação de histórias, visitas mediadas, música e circo
Durante as férias escolares, o CCBB Educativo – Lugar de Encontros apresenta, entre os dias 15 e 26 de julho, uma programação gratuita que transforma o tempo livre em uma oportunidade de descoberta, criação e convivência. A agenda reúne contações de histórias, oficinas, laboratórios de arte, atividades musicais e visitas mediadas às exposições Vik Muniz – A Olho Nu, Do Sal ao Digital: o Dinheiro na Coleção Banco do Brasil e ao prédio histórico do CCBB RJ. A programação também contempla atividades acessíveis e propostas voltadas às primeiras infâncias, para crianças de dois a três anos e de três a seis anos.
Um dos destaques acontece no sábado, 18 de julho, às 14h, na Rotunda, com o espetáculo Circo Literário Show, apresentado pelos Irmãos Brothers. A montagem reúne circo, música e literatura em uma experiência lúdica que estimula o prazer pela leitura e a imaginação.
Outro destaque é a Maratona de Histórias CCBB Educativo, realizada às segundas, quartas, quintas e sextas, sempre às 11h. As sessões combinam música, palhaçaria, teatro de sombras e bonecos para aproximar o público do universo da literatura. Já os laboratórios propõem experiências práticas de criação artística, com oficinas de gravura, técnicas de revelação, modelagem em argila e teatro de sombras.
Foto: divulgação/Armazém Comunicação
“Os programas educativos entram em cena com o intuito de provocar olhares diversos, partindo das exposições em cartaz para criar diálogos, relações e aproximações”, afirma a coordenadora do projeto, Daniela Chindler. Segundo ela, mais do que oferecer explicações prontas, o CCBB Educativo – Lugar de Encontros busca despertar a curiosidade e revelar a poesia presente nas experiências, nos encontros e nas obras.
Circo Literário Show apresentado pelos Irmãos Brothers
Entrada gratuita
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro, Rio de Janeiro – RJ.
Local: Rotunda
Sábado: 14h
Classificação indicativa: livre
O Circo Literário Show une circo, música e literatura para despertar o interesse das crianças pela leitura de forma lúdica e divertida. Com humor, números circenses e personagens inspirados na literatura infantil, o espetáculo estimula a imaginação, promove o hábito da leitura e celebra a trajetória de três gerações dos Irmãos Brothers.
Hora Do Conto
Entrada gratuita por ordem de chegada
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro, Rio de Janeiro – RJ.
Local: Sala do CCBB Educativo, 1° andar.Programação de férias Maratona de Histórias
Segunda, quarta, quinta e sexta: 11h e 16h
Sábados, domingos e feriados: 14h
Classificação indicativa: livre
Como mediar o conteúdo de uma exposição com histórias? Ao incluir histórias na programação, é sugerido ao visitante um novo olhar sobre as obras expostas. Para que a história se desenrole usa-se o faz de conta. Quando o visitante se transporta para o papel de ouvinte, ele está compactuando com a ficção. Existe melhor forma de viver experiências?
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Foto: divulgação/assessoria de imprensa: Maria Anna/Lavanda
Escritora carioca lança seu novo livro publicado pela editora Flyve em evento Drag no Rio
Victoria Guimarães, escritora carioca, lançou seu novo livro Que se Dane o Shakespeare, publicado pela editora Flyve, no Experience Music. Acompanhando o tema do livro, houve uma apresentação Drag. A sessão de autógrafos começou às 17h, com entrada gratuita e o livro disponível a R$ 69,90.
O livro é uma carta de amor à arte em suas mais diversas manifestações: da escrita aos palcos, do formato de peça de teatro, do medo de falhar na hora de viver o seu sonho ou até mesmo de não superar alguma questão do passado. O livro também convida o leitor a mergulhar no colorido e brilhante mundo das drag queens, com representatividade de personagens drag queens e cenas que se passam em shows e concursos de drag.
Além de ter uma mensagem otimista de como enfrentar seus medos, o livro também retrata um romance entre os personagens. “Foi uma noite muito especial que resumiu muito o sentimento do livro quando terminamos de ler: leve, divertida e que rendeu boas risadas e momentos que vão ficar na memória“, disse Victoria, que estava muito animada com o lançamento.
O livro também está disponível no site da editora Flyve. Os interessados podem saber mais sobre o evento pelas redessociais de Victoria e daEditora Flyve.
Foto: divulgação/assessoria de imprensa: Maria Anna/Lavanda
Sobre Que se Dane o Shakespeare!
Após um acidente traumático – e talvez proposital – no dia de sua estreia, uma atriz apaixonada por Shakespeare acaba se frustrando com a carreira e com o seu autor favorito e se rende ao mundo dos comerciais de televisão que lhe dão dinheiro, apesar de a fazerem se sentir vazia. Tudo ia “bem” até que o medo de viver uma vida que não ama se torna maior do que suas memórias ruins e ela resolve voltar aos palcos.
Só que para isso, Catarina terá que lidar com muito mais do que esperava quando seu ex-melhor amigo ressurge como o par romântico na primeira peça que sua agente consegue, um texto justamente de Shakespeare.
Entre tapas e beijos com seu diretor, que também é uma Drag Queen espetacular, a atriz refaz seus passos para lembrar do motivo pelo qual se apaixonou pelos palcos em primeiro lugar e porque não consegue mais viver sem pisar neles.
Nada que uma turma de pirralhos de 11 anos, que se tornam seus alunos de forma completamente acidental, e um escritor tão rabugento quanto bonito não possam ajudar. Ou atrapalhar.
Será que Catarina conseguirá se curar, voltar a ser a protagonista de sua própria história e encontrar o seu Romeu, sem a parte do final trágico?
Sobre a autora
Carioca da gema, apaixonada por sua cidade, meio publicitária, meio bruxa e manteiga derretida em tempo integral. Victoria escreve livros com uma vibe que mistura filme sessão da tarde, dorama e boas doses de glitter.
Super fã da arte drag, todos os seus livros têm personagens drag queens, pois acredita na importância de representar aquelas que já trouxeram muita alegria, esperança e coração quentinho para os seus dias.
Hoje fala do assunto com um pouco mais de propriedade, já que também sobe aos palcos de peruca e salto alto com o nome de Alice Morningstar, sua persona drag queen.
Que se Dane o Shakespeare é seu primeiro livro publicado pela Flyve, mas também é autora de De Malas Prontas; Histórias de Amor & Compras; Laços e Panetones; Um Elfo e Um Milagre, publicados de forma independente.
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Atriz viverá uma professora que embarca em uma jornada marcada por perdas, reencontros e uma intensa disputa familiar na Capadócia
Burcu Özberk foi confirmada como a protagonista feminina de Anne Yarısı (tradução livre: Metade de uma Mãe), nova dizi da NOW produzida pela NTC Media. Na trama, a atriz dará vida a Zeynep, uma professora determinada que parte em busca do sobrinho Ege, deixado para trás por sua irmã Zeren após um trágico acontecimento na Alemanha. A jornada a levará até a Capadócia, onde acabará envolvida em uma grande guerra entre famílias.
Conhecida por sucessos como Armadilha do Amor (Afili Aşk, 2019), Esqueça-me Se Puder (Aşk Mantık İntikam, 2022) e Kraliçe (tradução literal: Rainha, 2023), Burcu Özberk retorna às dizis como protagonista de Anne Yarısı. Em entrevista exclusiva ao Entretetizei, a atriz falou sobre o carinho dos fãs brasileiros e destacou que ver suas produções conquistando o público do país “a deixa muito feliz e orgulhosa“.
Foto: reprodução/Birsen Altuntaş
O par romântico de Zeynep será Ali Altay, personagem interpretado por Cihangir Ceyhan. A série terá direção de Semih Bağcı e roteiro assinado por Melis Civelek, Zeynep Gür e Merve Göntem.
Segundo informações divulgadas pela jornalista Birsen Altuntaş, a leitura do roteiro está prevista para o fim de julho, enquanto as gravações devem começar em 1º de agosto. A expectativa é que Anne Yarısı esteja entre as principais apostas da NOW para a nova temporada.
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Produção da Touché Entretenimento e Déa Lúcia estreia dia 20 de agosto e reúne grande elenco
Após divertir e emocionar o público durante a temporada carioca, Meu Filho é um Musical desembarca em São Paulo para uma curta temporada no Teatro Renault, a partir de 20 de agosto, com sessões de quinta a domingo. Apresentado pelo Ministério da Cultura e pela BB Seguros, com patrocínio master EMS, patrocínio Epson, e apoio BNY, Robert Half e Banco Guanabara.
Foto: divulgação/Roberto Filho
Idealizado por Renata Borges e Déa Lúcia, o musical tem produção assinada pela Touché Entretenimento, em parceria com Déa Lúcia, e transforma a trajetória de PauloGustavo em uma grande montagem original construída a partir de sua memória, de sua obra e de seu legado artístico. A direção é de Ju Amaral e João Fonseca, que dirigiu Paulo Gustavo em Minha Mãe é Uma Peça e na série Vai Que Cola. O roteiro é de Fil Braz, parceiro do humorista no teatro, no cinema e na televisão, com colaboração dramatúrgica da pesquisadora e antropóloga Beatriz Coelho.
A equipe criativa reúne ainda direção musical de Tony Lucchesi, músicas e letras originais de Daniel Salve, coreografia e direção de movimento de Alonso Barros, cenografia de Nello Marrese, figurinos de Theodoro Cochrane, visagismo de AndersonBueno, desenho de luz de DanielaSanchez e desenho de som de Gabriel D’Angelo e André Breda.
Para Renata Borges, que idealiza e produz o espetáculo ao lado de Déa Lúcia, a montagem representa um compromisso com a preservação da memória e do legado de Paulo Gustavo.“Falar de Paulo Gustavo é falar de uma força da natureza. Ele não veio do nada, veio do tudo: do amor imenso de Dona Déa, da parceria de vida com Ju, de uma coragem rara e de um brilho que o Brasil inteiro reconhece. Produzir esse espetáculo é uma honra e uma travessia, porque cada cena carrega a memória viva de um artista que não apenas fazia rir, mas fazia sentir. Paulo Gustavo e Dona Déa são patrimônio afetivo do Brasil.”
O espetáculo inédito e original marca um novo momento na trajetória da Touché Entretenimento, a produtora realiza, com Meu Filho é um Musical, seu primeiro espetáculo 100% brasileiro, investindo em uma criação autoral inspirada na vida e na carreira de um dos artistas mais populares e inspiradores da cultura nacional.
Foto: divulgação/Roberto Filho
O musical também concretiza um desejo antigo de Paulo Gustavo, compartilhado por sua família desde antes de sua partida.“Meu filho tinha um talento e um coração raros. Tudo o que fez foi com muito amor e dedicação. Agora eu e Juju vamos render a ele todas as homenagens e realizar um dos seus maiores sonhos: um grandioso espetáculo“, afirma Déa Lúcia.
No papel de Paulo Gustavo, os atores João Pedro Chaseliov e Pierre Baitelli se alternam entre as sessões, dando vida às diferentes fases da trajetória do artista. A infância é interpretada, também em alternância, por Miguel Venerabile, GabrielGentil e GuilhermeBaleixo. StellaMariaRodrigues interpreta Déa Lúcia, personagem que também conta com a participação especial da própria Dona Déa em sessões selecionadas. O núcleo principal reúne ainda Marcelo Várzea como Júlio, Talita Castro como Penha, Castorine como Juju, além de Bella Moraes, Ivana Tkotz e Nina Vargens, que se alternam como Juju na infância.
O elenco se completa com Josie Antello (Iesa), Cris Pompeo (Malu Valle e Iafa), Pedro Madeira (Fil), Luiza Lewicki (Bia), Thiago Voltolini (Fábio Porchat), Gaspar (Marcus Majella), Oscar Fabião (Fábio) e Lucas Colombo (Thales), além de Valéria Barcellos, Fabrício Negri, Cássia Sanches, Elizândra Souza, Fernanda Sabot, Milena Machado, André Celant, Beto Macedo, Glauber Sevla e CaioNery, que dão vida a diversos personagens ao longo da narrativa.
A narrativa acompanha Paulo Gustavo desde a infância em Niterói, quando já divertia a família imitando a mãe e as tias, até sua consagração como um dos maiores nomes do entretenimento brasileiro. O espetáculo percorre seus primeiros passos no teatro, a criação de personagens que marcaram gerações, o reconhecimento nacional e momentos históricos da carreira, como o recorde de público de Minha Mãe é Uma Peça 3, maior bilheteria da história do cinema brasileiro. Com canções originais e músicas que fizeram parte de sua trajetória, a montagem concretiza um desejo manifestado pelo próprio artista em vida: transformar sua história em um grande musical brasileiro.
Foto: divulgação/Roberto Filho
Para Ju Amaral, que assina a direção ao lado de João Fonseca e conviveu de perto com Paulo Gustavo, o espetáculo busca traduzir a relação do artista com o teatro e com seu público. “O palco era a segunda casa do meu irmão. Ele pensava grande, queria tudo perfeito e tinha enorme respeito pelo público. É dessa forma que queremos homenageá-lo: com um espetáculo à altura de tudo o que ele foi e representou.”
Mais do que uma homenagem, Meu Filho é um Musical celebra a potência criativa, o humor, a humanidade e o legado de Paulo Gustavo, reunindo memória afetiva, excelência artística e a linguagem do teatro musical em um dos projetos mais aguardados da temporada.
Você pretende assistir ao musical? Conta pra gente nas redes socais do Entretetizei – Facebook, Instagram e X – e nos siga para não perder nenhuma novidade no mundo do entretenimento!
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