Grupo pioneiro do K-pop amplia formação e reforça um novo jeito de pensar performance, música e representatividade na cultura pop asiática
O Big Ocean segue fazendo o que sempre se propôs desde o início: mudar as regras do jogo. O grupo, conhecido mundialmente por ser o primeiro idol group formado por artistas surdos e com deficiência auditiva, anunciou a abertura de uma seleção global para descobrir novos integrantes e expandir sua jornada nos palcos internacionais.
A seleção está aberta para candidatos do mundo todo e não se limita apenas à Coreia do Sul. A ideia é encontrar artistas que compartilhem da mesma visão do grupo: usar o K-pop como uma plataforma global, acessível e conectada a diferentes formas de expressão. Mais do que técnica vocal tradicional, o foco está em performance, ritmo, expressão corporal, presença de palco e comunicação visual; elementos centrais na identidade do Big Ocean desde o debut.
Podem se inscrever homens surdos ou com deficiência auditiva, além de CODA (Children of Deaf Adults), nascidos a partir do ano 2000. O processo exige informações básicas de perfil, fotos recentes e um vídeo de performance, que pode ser de dança, rap ou vocal, em formato livre ou cover. Experiência prévia em palco, uso de línguas de sinais e habilidades criativas como composição ou coreografia contam como diferencial, mas não são obrigatórias.
O anúncio reforça algo que o grupo já vem mostrando na prática: música não é só som. No Big Ocean, ela também é vibração, visual, movimento e conexão. Cada apresentação desafia a ideia tradicional de performance no K-pop e amplia o entendimento de acessibilidade dentro de uma das indústrias mais competitivas do entretenimento asiático.
A seleção fica aberta até 31 de janeiro de 2026, e apenas os candidatos escolhidos serão contatados individualmente. Todo o material enviado poderá ser usado para fins de avaliação e divulgação relacionados ao processo.
Mais do que formar novos idols, o Big Ocean segue construindo um espaço onde artistas surdos são visíveis, valorizados e protagonistas dentro da cultura pop global. E, pelo que essa nova seleção indica, essa onda ainda está longe de chegar ao fim.
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As músicas que a gente ouvia no fone do celular, os filtros do Snapchat, os filmes que davam treta no Twitter e as séries que a gente fingia que odiava, mas não perdia um episódio
Se você abriu o TikTok ou o Instagram nos últimos dias, já percebeu: 2016 voltou com força total. Fotos em baixa qualidade, vídeos com moldura rosa e gente confessando que sente saudade até das legendas toscas que colocava nas fotos do Tumblr. Mas não é só um flashback estético: a real é que todo mundo está começando a entender que aquele ano foi especial de um jeito difícil de repetir.
Estamos em 2026. Já passaram dez anos desde que a gente ouvia Work, da Rihanna, no ônibus, fazia coração com a mão para o Justin Bieber em Love Yourself, surtava com o erro do Oscar entre La La Land e Moonlight, e usava filtro de cachorrinho no Snapchat como se fosse o auge do glamour. A cultura pop estava em modo turbo, os fandoms estavam sedentos e o K-pop começava a deixar de ser nicho para virar tópico de grupo da escola.
O mais doido é que 2016 não parecia tão especial na época. A gente só estava vivendo. Mas agora, olhando para trás, fica óbvio: o ano teve hits que grudaram no ouvido, filmes que deram o que falar, séries que organizaram nossa rotina e trends que hoje parecem quase vintage. É como se tudo tivesse acontecido na velocidade certa, o suficiente pra marcar.
As músicas que todo mundo ouviu até cansar (e depois ouviu mais um pouco)
2016 foi o ano em que a gente ainda fazia download para ouvir música no celular, porque o 3G não dava conta. E, mesmo assim, as músicas estavam em todo lugar: nas caixas de som da escola, nas versões acústicas mal gravadas do YouTube, nos edits dramáticos que todo fã de K-pop ou de casal de série adolescente já fez.
Rihanna lançou ANTI e simplesmente redefiniu o que era ser pop. Work virou hino com aquele refrão enrolado que todo mundo fingia que entendia. Needed Me e Love on the Brain mostraram que ela não estava mais ali só para fazer número 1. Enquanto isso, Adele parava o mundo com Hello, música de chorar no banho mesmo quando nada estava acontecendo.
Drake ficou meses no topo com One Dance e Hotline Bling, que ganhava dancinha, paródia e remix. Ele era o dono do som ambiente de 2016. Já o Justin Bieber deixava o cabelo platinado, virava meme por respiração e entregava uma sequência de faixas em Purpose que estavam em todos os rankings, rádios e vídeos de casal no YouTube. Sorry, Love Yourself, What Do You Mean… não tinha pra ninguém.
Ariana Grande entrava na era Dangerous Woman com figurino, atitude e vocais que até quem não curtia pop tinha que respeitar. E, enquanto isso, The Chainsmokers e Halsey colavam na cabeça com Closer, que virou a trilha de fundo oficial do Instagram Stories de todo mundo que tinha um coração partido.
No K-pop, BTS explodia com WINGS, com Blood Sweat & Tears, deixando todo mundo intrigado com teorias e MVs que pareciam filme. TT, do TWICE, começava a viralizar fora da Coreia e BLACKPINK fazia o debut com Boombayah e Whistle, entregando tudo já na estreia.
Outros nomes que dominaram o fone de ouvido: 7 Years, do Lukas Graham, Pillowtalk, do Zayn, Starboy, do The Weeknd, This Is What You Came For, do Calvin Harris com a Rihanna de novo, Cheap Thrills, da Sia, Stressed Out, do Twenty One Pilots… se você viveu esse ano, com certeza ouviu todos, mesmo sem querer.
Os filmes que causaram briga, crush e crise existencial
2016 foi um daqueles anos em que dava para sair do cinema, abrir o Twitter e ver que já tinha gente surtando, explicando, xingando ou defendendo um filme com unhas e dentes. Era a época em que ver um filme era só o começo, o verdadeiro entretenimento começava nos comentários, nas tretas de opinião e nas threads com emojis de alerta e caps lock.
Começando pelo caos: o Oscar de 2016 virou história antes mesmo de a cerimônia acabar. La La Land foi anunciado como vencedor de Melhor Filme, o elenco subiu no palco, agradeceu, e só depois descobriram que o prêmio era, na verdade, de Moonlight. Foi confuso, constrangedor e virou meme eterno. O mais doido é que os dois filmes representavam lados opostos: um musical nostálgico com Emma Stone e Ryan Gosling todo em tons pastel, e um drama indie, íntimo e potente, que falava de identidade de um jeito que a academia raramente reconhecia.
Mas 2016 não foi só cinema-cabeça. Foi também o ano em que Deadpool chegou com um marketing agressivo e zoeiro que quebrou tudo. O filme era +18, cheio de piadas internas, metalinguagem e cenas que faziam qualquer fã de super-herói rir alto. Enquanto isso, o universo DC tentava se estabelecer com Batman v Superman, que dividiu o mundo entre “genial” e “horrível”, e Esquadrão Suicida, que foi massacrado pela crítica, mas arrasou na bilheteria e virou referência de figurino (a Arlequina, da Margot Robbie, estava em 10 entre 10 fantasias de Halloween naquele ano).
O universo Marvel, claro, entregou um dos filmes mais falados do estúdio: Capitão América: Guerra Civil. O mundo estava dividido entre #TeamCap e #TeamIronMan, e até quem não ligava para herói entrou na discussão. Foi o tipo de filme que rendeu fanfic, camisetas, debates e edits no Tumblr, com I Found, da Amber Run, de trilha sonora.
Entre os mais fofos, Zootopia surpreendeu geral. O filme animado parecia simples, mas fez todo mundo refletir sobre preconceito, sistema e empatia usando coelhinhos e raposas. Já Procurando Dory entregou o combo nostalgia + emoção e fez todo mundo querer reencontrar a própria infância. Moana também estreava e apresentava uma nova princesa da Disney, sem príncipe, com muito carisma e músicas grudentas (Saber Quem Sou tá tocando na sua cabeça agora, né?).
Também teve sci-fi cabeça com A Chegada, com a Amy Adams falando com alienígenas usando linguagem visual e mexendo com a linha do tempo, deixando muita gente saindo do cinema meio confusa e tentando entender se o filme era sobre ET ou sobre maternidade. Rogue One, da saga Star Wars, também causou: era sombrio, triste, bonito, e entregava um final que ninguém esperava. Mesmo quem não era fã da franquia saiu impactado.
E, no meio disso tudo, Como Eu Era Antes de Você fazia adolescentes chorarem com a história de amor entre a Emilia Clarke e o Sam Claflin, com aquela trilha de Photograph, do Ed Sheeran. Muita gente assistiu, se emocionou, passou raiva e foi atrás do livro no dia seguinte.
As séries que organizaram a nossa semana (e o nosso Twitter)
Antes dos algoritmos decidirem tudo, existia um tempo em que as séries eram assistidas por todo mundo ao mesmo tempo. Em 2016, o streaming já existia, mas o episódio da semana ainda mandava no calendário. Tinha série que virava evento, episódio que parava o Twitter e fandom que criava código próprio. E quem perdia um dia, perdia o assunto.
A maior estreia do ano foi sem dúvida Stranger Things. Lançada quase de surpresa pela Netflix, a primeira temporada conquistou geral com crianças nerds, Demogorgon e aquela estética 80s que fez todo mundo querer andar de bicicleta e ouvir synthpop. A Millie Bobby Brown virou ícone com o look careca + camisa florida + waffles, e a gente começou a desconfiar que a Netflix estava vindo com tudo.
Enquanto isso, Game of Thrones ainda era a maior série do mundo. A sexta temporada trouxe a tão esperada “Batalha dos Bastardos” e o momento em que a Cersei (de vestido preto icônico) explodia tudo, virando meme, gif e reação padrão para quem estava com raiva. Cada episódio novo era um campo de guerra no Twitter: ou você assistia junto, ou ficava no vácuo, porque ninguém queria tomar spoiler por pena.
No mundo teen, Pretty Little Liars já tinha perdido o rumo fazia tempo, mas ninguém conseguia largar. A cada semana, uma nova teoria maluca surgia sobre quem era A, e a timeline era tomada por prints, zooms, piadas internas e frases tipo “já cansei dessa série”, mas todo mundo voltava no episódio seguinte. The Vampire Diaries também tava nos seus últimos suspiros, mas ainda rendia choro, ship e fanfic.
American Horror Story teve uma temporada bem fora da curva, a Roanoke, que dividiu opiniões, mas pelo menos entregou sustos e sangue como prometido. Já How to Get Away with Murder fazia o pessoal surtar com os plot twists da Viola Davis, que tava simplesmente entregando aula de atuação toda semana. E quem curtia algo mais leve, mas com representatividade, ainda acompanhava Jane the Virgin e The Fosters, que estavam sempre nos favoritos do Tumblr.
Séries como Grey’s Anatomy e The Walking Dead estavam longe do auge, mas ainda tinham público fiel. Supernatural seguia existindo como uma entidade imortal, Teen Wolf entregava criaturas bizarras com elenco bonito, e Skam, a série norueguesa que pouca gente conhecia em 2016, começava a ser descoberta por alguns fandoms que juravam que era a nova revolução teen.
Assistir série nessa época significava mais do que ver episódios. Era acompanhar tags no Twitter, discutir no grupo, baixar reaction gifs e seguir perfis com teorias. Era uma experiência coletiva e, se hoje tudo é dropado de uma vez, em 2016 a gente ainda sabia esperar.
A moda e os apps que definiram o feed (e a vida) em 2016
Em 2016, estilo era algo construído na base do improviso. Ninguém falava em “aesthetic” como estratégia. As pessoas só vestiam o que viam no Tumblr, tiravam foto na frente do espelho com flash estourado e postavam com filtro do VSCO. Era a era das camisetas largas, calça jeans de cintura alta, tênis branco da Adidas e jaquetas bomber que todo mundo jurava que era vintage, mas comprava no shopping mesmo.
O Tumblr ainda era o oráculo visual da geração. Lá nasciam as ideias de look do dia, o conceito de “grunge suave”, os fundos com frase em Helvetica branca e a estética de fotos meio lavadas com Starbucks na mão. As meninas postavam fotos de delineado gatinho, chokers de plástico, batom escuro da quem disse berenice? e um moletom do boy (ou fingindo que era). Tudo isso com o título da música Sweater Weather em algum lugar.
No Instagram, o feed ainda era cronológico e isso mudava tudo. O que valia era a vibe do momento, não o número de curtidas. Gente usava filtro Valencia, Aden e Lark como se fosse edição profissional. E ainda tinha o hábito de colocar a @ de quem tirou a foto na legenda, porque isso era etiqueta.
Mas quem realmente dominava era o Snapchat. O filtro de cachorro era praticamente documento de identidade visual. Toda selfie passava por ele, às vezes até com o emoji de coração na bochecha. Vídeos com legenda branca e emojis viravam forma de flertar, mandar indireta ou só mostrar o que estava comendo. A galera usava Bitmoji, trocava “streaks” como se fosse tarefa séria e surtava quando alguém perdia o número de dias de troca.
No meio disso tudo, o VSCO ainda era app de filtro, não de rede social. As edições com o C1, A6 ou HB2 davam aquele ar “arrumado sem querer” nas fotos de Starbucks, coturno, céu nublado e tênis no meio-fio. E o Twitter, claro, seguia sendo o espaço do caos controlado: memes, reclamações da escola, surtos por série e indiretas com letra minúscula e sem pontuação.
2016 foi o ano em que a gente não pensava se o look combinava com o grid. O foco era parecer estilosa de um jeito descomplicado. Se tivesse uma luz boa, um espelho, uma jaqueta jeans e uma pose meio sem graça com o celular na frente do rosto, já era conteúdo de qualidade.
Trends que viralizavam sem filtro nem planejamento
Se hoje tudo parece ter que virar trend forçada, com roteiro, luz e dancinha coreografada, em 2016 era diferente. As trends simplesmente surgiam. Um dia ninguém conhecia; no outro, estava todo mundo fazendo, replicando, remixando, e ninguém sabia quem começou.
Começando pelos desafios aleatórios que dominaram a internet: o Mannequin Challenge parava salas inteiras, corredores da escola, grupos de amigos no shopping e até famosos. Todo mundo congelava e tocava Black Beatles, do Rae Sremmurd, ao fundo. Simples, barato, genial. Outro que estourou foi o Running Man Challenge, com a música My Boo, que fazia geral sair correndo e dançando do nada no meio de qualquer lugar.
Os memes também estavam no auge. Why You Always Lying, Damn Daniel, Cash Me Ousside Howbow Dah, Pepe the Frog e os edits com Vine energy dominaram o Twitter, o Tumblr, o YouTube e qualquer lugar com conexão.
Teve também a era dos vídeos em formato quadrado, com legenda em cima e embaixo, quase sempre com a música Panda, do Desiigner, de fundo ou com remix de Work From Home, do Fifth Harmony. Eram vídeos de “relatable content” que hoje seriam considerados meio cringe, mas, na época, bombavam no Facebook e nos canais de humor.
Falando em humor, o YouTube Brasil vivia o boom de Felipe Neto, Whindersson Nunes, Christian Figueiredo, Jout Jout, Kéfera e os “Desafio Chubby Bunny” com os amigos. Vídeos de “resposta ao ask”, tour pelo quarto, “se arrume comigo” e “minha rotina escolar” estavam no auge. A cultura de vlogger moldava tudo, do jeito de falar ao jeito de se vestir.
Em 2016, as trends vinham com gírias que todo mundo usava até cansar: “mitou”, “crush”, “deu ruim”, “topzeira”, “meta é ser feliz”, “inshalá” e o icônico “meu deus do céu”. No Facebook, páginas como Indiretas para Crush, Razões para Acreditar e os grupos de memes eram tipo clube secreto. No Twitter, quem tweetava com “— eu, com certeza” ou “se for pra desistir, desiste de ser trouxa” já era considerado filósofo contemporâneo.
O mais curioso é que a maioria dessas trends não foi feita para durar. E, mesmo assim, aqui estamos, em 2026, revivendo cada uma com uma saudade que parece mais viva agora do que na época. Porque ninguém sabia que estava fazendo história com um filtro de cachorro no rosto e uma música do Bieber de fundo… mas estava.
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Novo romance da autora best-seller Katherine Center equilibra humor, romance e emoção
Reconhecida por unir humor afiado, emoção genuína e romances que aquecem o coração, Katherine Center chega ao Brasil com Haters do Amor (2026), um dos lançamentos mais aguardados do ano. Aclamado pela crítica internacional, o novo livro da autora entrega o equilíbrio perfeito entre comédia romântica e profundidade emocional, reforçando por que Center é considerada uma das vozes mais queridas do romance contemporâneo.
Foto: reprodução/Aqui Tem Literatura
Best-seller do New York Times, a autora retorna às livrarias brasileiras com uma história espirituosa, romântica e cheia de situações inesperadas, capaz de conquistar o leitor logo nas primeiras páginas. A autora ganhou reconhecimento mundial com obras como The Lost Husband (O Marido Perdido, 2020) e Happiness for Beginners (Felicidade para Principiantes, 2023), que mais tarde foram adaptadas para o audiovisual.
Na trama, conhecemos Katie Vaughn, uma produtora de vídeo talentosa que, depois de ter o coração partido, decide que o amor definitivamente não é para ela. O problema é que sua carreira entra em risco, e a única forma de se manter no emprego é aceitar um trabalho de última hora ao lado de Tom ‘Hutch’ Hutcheson, um salva-vidas da Guarda Costeira em Key West, na Flórida.
Foto: reprodução/Instagram @colapso_literario
Há apenas um detalhe nada irrelevante: Katie não sabe nadar, mas finge que sabe. Para complicar ainda mais a situação, ela também precisa conviver com Cole, o irmão de Hutch, que faz questão de demonstrar o quanto não a suporta.
O que se desenrola a partir daí é uma sequência deliciosa de caos e romance: aulas de natação desastrosas, voos de helicóptero, desafios etílicos, furacões, beijos roubados e a presença inesperada de um dogue alemão tão fofo quanto travesso. Entre mentiras, risadas e momentos de vulnerabilidade, Katie passa a enxergar que o amor pode surgir onde menos se espera e que, às vezes, a pessoa que mais provoca você pode ser justamente aquela capaz de mudar tudo.
Foto: reprodução/Instagram @colapso_literario
Com sua escrita envolvente e personagens carismáticos, Katherine Center constrói uma narrativa que faz rir, emociona e convida à reflexão sobre recomeços, coragem e disposição para acreditar novamente. Haters do Amor é uma leitura essencial para fãs de comédias românticas contemporâneas e promete conquistar leitores que buscam histórias leves, divertidas e emocionalmente honestas, consolidando-se como um dos romances mais comentados do ano.
No Brasil, Haters do Amor, de Katherine Center, chega às livrarias pela Editora Jangada em 4 de fevereiro de 2026.
Sobre a autora
Foto: divulgação/Aspas e Vírgulas
Katherine Center é autora best-seller do New York Times e assina romances como How to Walk Away (2018), Things You Save in a Fire (2019) e Hello Stranger (2023). Frequentemente comparada a Jane Austen e Nora Ephron, teve suas obras descritas pelo Dallas Morning News como “livros para rir e chorar, que falam sobre os nocautes da vida e como nos levantamos depois deles”.
Katherine Center vive em Houston, no Texas, com o marido, dois filhos e seu cachorro fofo e bravo. É autora de Roteiristas do Amor (2025), publicado no Brasil pela Editora Jangada.
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Banda sul-coreana se apresenta no dia 12 de abril no Terra SP, com ingressos distribuídos por sorteio, e lança cover de À Sua Maneira, clássico do Capital Inicial
A conexão do 2Z com o Brasil deixou de ser curiosidade faz tempo e, em 2026, ganha mais um capítulo importante. A banda confirmou sua volta ao país com um show gratuito em São Paulo, marcado para o dia 12 de abril, no Terra SP, como parte da turnê 2026 2Z GloryDayz in Brazil.
O anúncio chega acompanhado de mais um gesto que ajuda a explicar por que o grupo construiu uma base tão fiel por aqui: o lançamento de um cover em português de À Sua Maneira, sucesso do Capital Inicial.
O show será gratuito, mas o acesso acontece exclusivamente por sorteio no aplicativo CisumVerse, plataforma que aposta em engajamento direto entre fãs e artistas. Para participar, é preciso baixar o app, acumular 100 pontos e usar esses pontos para tentar um ingresso.
Os sorteios começam no dia 16 de janeiro, às 12h, e cada pessoa pode tentar quantas vezes quiser, desde que tenha pontos suficientes. Eles podem ser obtidos gratuitamente no próprio aplicativo, seja no cadastro inicial, ao convidar amigos ou ao cumprir tarefas simples dentro da plataforma.
Os ingressos serão distribuídos entre Pista, Mezanino 1 e Mezanino 2, com o setor escolhido antes do sorteio. O evento também conta com ingressos específicos para Pessoas com Deficiência (PcD), disponibilizados gratuitamente pela plataforma Shotgun, respeitando a capacidade das áreas reservadas da casa.
Quem garantir a entrada gratuita poderá, se quiser, ir além do show. Estarão disponíveis para compra eventos de interação com a banda e produtos oficiais da turnê, vendidos separadamente pela Shotgun. Entre as experiências, estão: Meet & Greet, Hi-touch, Soundcheck com entrada antecipada, além de fotos profissionais, selfies individuais e itens exclusivos como o CD GloryDayz, preparado especialmente para o público brasileiro e com faixa em português.
Foto: divulgação/highway star
Essa aproximação com o Brasil também se reflete no lançamento recente do cover de À Sua Maneira, divulgado em formato de videoclipe. No vídeo, os integrantes cantam a música inteira em português, chamando atenção pela pronúncia e pela escolha do repertório. A canção, lançada originalmente em 2002, é uma versão brasileira do tema De Música Ligera, clássico da banda argentina Soda Stereo, e marcou o rock nacional nos anos 2000.
Esse não é um caso isolado. O 2Z já lançou outros covers de músicas brasileiras, passando por nomes como Gloria Groove, Pitty e NX Zero, e transformou essas releituras em uma espécie de assinatura da relação do grupo com o país. O lançamento de À Sua Maneira também funciona como aquecimento para a nova visita ao Brasil e para a apresentação de uma música inédita com versão em português, prometida para esta turnê.
Formado por Hojin (vocais), NUA (guitarra), Junghyun (baixo), Bumjun (bateria) e Zunon (DJ), o 2Z surgiu em 2020, apostando em um pop rock que funciona como ponte entre o K-pop e públicos menos ligados ao pop dançante e às coreografias. Além da música, os integrantes também atuam em K-dramas e no universo da moda, ampliando a presença do grupo dentro da cultura pop asiática.
Esta será a quarta vez do 2Z no Brasil. A primeira turnê aconteceu em 2022, passando por várias capitais. Em 2023, o grupo integrou o line-up do Asia Star Festival, em São Paulo, ao lado de artistas como MIYAVI e Jeff Satur. No ano seguinte, voltou ao país com uma nova turnê, consolidando a relação com o público brasileiro.
Agora, em 2026, o retorno com show gratuito, sorteio de ingressos e novas experiências com fãs reforça algo que o 2Z vem construindo visita após visita: não se trata apenas de tocar no Brasil, mas de dialogar com o público, incorporar referências locais e transformar cada vinda em uma troca real.
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No Brasil, serão dois shows em São Paulo (por enquanto)
A superestrela internacional Harry Styles fará seu aguardado retorno aos palcos pelo mundo com uma residência em sete cidades. O anúncio, às vésperas do lançamento do primeiro single da nova era, lançou a Together, Together Tour, que contará com 50 apresentações em Amsterdã, Londres, São Paulo, Cidade do México, Nova York, Melbourne e Sydney, entre maio e dezembro de 2026.
Um dos destaques desta temporada são os 30 shows no Madison Square Garden, em Nova York, seus únicos shows nos Estados Unidos, e uma sequência de seis noites no Wembley Stadium, em Londres. No Brasil, os shows acontecerão no Estádio MorumBIS, nos dias 17 e 18 de julho. Em 2026, Styles se apresentará exclusivamente nessas sete cidades.
Imagem: divulgação/Live Nation
Os convidados especiais para os shows de abertura incluem Robyn, Shania Twain, Fcukers, Jorja Smith, Jamie xx, Fousheé e Skye Newman. Antes do início da turnê, o astro global e vencedor do Grammy lançará seu quarto álbum de estúdio, Kiss All The Time. Disco, Occasionally., no dia 6 de março de 2026. O aguardado single Aperture estreia globalmente hoje, 22 de janeiro, às 21h do Brasil.
Com 12 faixas, o novo disco do artista britânico tem a produção executiva de Kid Harpoon e já está disponível para pré-venda em vinil de edição limitada e CD, além de produtos exclusivos, box sets e outros itens no site oficial.
Uma turnê que vai além dos shows
A Together, Together Tour tem alguns parceiros pelo mundo que farão ações de caridade por onde passar. Confira:
Foto: divulgação/Harry Styles/Johnny Dufort
Global: a turnê apoiará a Choose Love, organização humanitária com a qual Harry mantém parceria há uma década. Ela fornece ajuda essencial a quem mais precisa, atuando diretamente com as comunidades. O apoio de Harry viabilizou serviços fundamentais, como alimentação, abrigo e educação, para pessoas em todo o mundo. Neste ano, a Choose Love e a Together, Together darão continuidade a esse trabalho.
Londres: £1 de cada ingresso vendido na turnê será doado por Harry Styles à LIVE Trust, organização dedicada a proteger, ampliar e apoiar a música independente (grassroots) no Reino Unido.
Nova York: Styles continuará sua parceria com a HeadCount ao longo da Together, Together. Em Nova York, fãs elegíveis que comparecerem a qualquer data da residência poderão se registrar para votar no local, em uma ativação pop-up da HeadCount.
Harry Styles também está juntando forças com a Green Nation, da Live Nation, para, junto dos locais de eventos e parceiros da turnê, abordar as oportunidades para reduzir o impacto ambiental da mesma.
E quanto aos ingressos?
No Brasil, a partir do dia 26 de janeiro, clientes Santander Select e Private Banking, portadores dos cartões: Santander Unique Infinite; Santander Unlimited Infinite; Decolar Santander Infinite; GOL Smiles Santander Infinite; American Express® Gold Card Santander; American Express® Platinum Card Santander; American Express® Centurion Card Santander; Santander Unique Black; Santander Unlimited Black; Santander / AAdvantage® Black, poderão comprar os ingressos em pré-venda exclusiva.
Já a pré-venda para os demais clientes do banco acontece no dia 27 de janeiro. Neste caso, todos os cartões são elegíveis, exceto os de viagens e PJs. A venda para o público geral começa no dia 28 de janeiro. Clientes Santander podem parcelar em até 5x sem juros e os demais podem parcelar em até 3x sem juros.
Tanto na pré-venda quanto na venda geral, os ingressos estarão disponíveis a partir das 11h pelo site da Ticketmaster e ao meio-dia na bilheteria oficial (sem taxa de serviço). Será permitido comprar até seis ingressos por CPF, limitados a duas meias-entradas. A turnê no Brasil é apresentada pelo Santander Brasil. O show é promovido pela Live Nation Brasil. Para obter mais informações, visite o site.
Classificação: 16 anos. Menores de 5 a 15 anos apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais (sujeito a alteração por Decisão Judicial).
Preços:
ARQUIBANCADA: R$ 265,00 meia-entrada e R$ 530,00 inteira
PISTA: R$ 350,00 meia-entrada e R$ 700,00 inteira
CADEIRA SUPERIOR: R$ 400,00 meia-entrada e R$ 800,00 inteira
CADEIRA INFERIOR: R$ 440,00 meia-entrada e R$ 880,00 inteira
CIRCLE: R$ 705,00 meia-entrada e R$ 1.410,00 inteira
DISCO: R$ 705,00 meia-entrada e R$ 1.410,00 inteira
KISS: R$ 705,00 meia-entrada e R$ 1.410,00 inteira
SQUARE R$ 705,00 meia-entrada e R$ 1.410,00 inteira
BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA: Informações sobre bilheteria serão divulgadas em breve.
VENDA PELA INTERNET – SUJEITO À COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA: O único canal de vendas oficial é o www.ticketmaster.com.br (Obs.: não adquira ingressos em qualquer outra plataforma).
Parcelamento:
Clientes em geral – Parcelamento em até 3x sem juros; de 4 a 8x com juros Clientes Santander – Parcelamento em até 5x sem juros; de 6 a 10x com juros
Clientes em geral podem comprar até 8 ingressos por CPF, sendo 2 meia-entrada.
Já estão ansiosos para Kiss All The Time. Disco, Occasionally.? Conta pra gente! Siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
O disco Kiss All The Time. Disco, Occasionally. será lançado no dia 6 de março
Novo álbum, novas fotos, novo single, anúncio de turnê… Tudo começou com um clipe do último show da Love On Tour que terminava com a frase “We Are Together”. Logo em seguida, vieram os cartazes espalhados pelo mundo e, por fim, o anúncio oficial no perfil de Harry Styles. O quarto álbum de estúdio do artista britânico chega no dia 6 de março e – depois de quase quatro anos – temos um single a caminho.
E, para conferir tudo o que tem rolado nesse novo lançamento, fizemos um deep dive! Venha conferir tudo o que sabemos sobre a volta de Harry aos holofotes do mundo da música:
Kiss All The Time. Disco, Occasionally.
Isso não é um teste! No último dia 15, o Grammy winnerHarry Styles anunciou a estreia de seu quarto projeto solo. Com o nome Kiss All The Time. Disco, Occasionally., o disco traz 12 faixas inéditas e também tem como produtor executivo Kid Harpoon, amigo e colaborador de longa data de Styles.
Foto: reprodução/Instagram @harrystyles
De acordo com uma descrição nas playlists oficiais do Apple Music, o novo álbum se divide em duas descrições, uma para cada frase do título. Em primeiro lugar: “De coração partido ou com os olhos brilhando de paixão, desejando intensamente um novo amor ou sofrendo por um antigo, Harry Styles deixou uma coisa clara: ele está pronto e disposto a explorar todas as facetas do romance em suas canções de amor. Kiss All The Time. é onde você encontra músicas que capturam os altos intoxicantes do amor (Adore You), mas que também evocam as dores do arrependimento, da nostalgia e dos “e se” que permanecem depois que um relacionamento dá errado, como Love of My Life, Sweet Creature e outras baladas de partir o coração. Essas músicas talvez sejam as mais carinhosas de Harry – para os amores atuais e também para aqueles que escaparam”.
E, claro, não poderia faltar: “Quem já viu Harry Styles em turnê testemunhou seu desejo – sua necessidade, na verdade – de se perder no ritmo. Embora ele não seja estranho a baladas orquestrais grandiosas ou a momentos acústicos mais despidos, canções pop feitas sob medida para a pista de dança, idealmente banhadas pelos reflexos de uma bola espelhada, estão entre as mais queridas de sua carreira. As músicas que caminham para o Disco, Occasionally. abraçam essa dedicação ao groove, desde sua própria incursão no funk e disco dos anos 70 e 80 (como ouvimos ao longo de Music for a Sushi Restaurant, Late Night Talking e Grapejuice) até hinos efervescentes que fazem você se mexer sem nem perceber (As It Was, Lights Up)”.
A nova era de Harry Styles chega com tudo
Uma nova era combina com um visual novo, certo? Fotografado por Johnny Dufort, Harry Styles anunciou o novo disco apostando em um styling completamente diferente e uma estética descolada com um toque vintage. Nas imagens divulgadas, até o momento, o artista usou peças do acervo da Miu Miu, óculos funky da marca inglesa General Eyewear, um look Ready-To-Wear da coleção de Primavera 2026 da Versace e itens vintage diversos.
Foto: reprodução/Johnny Dufort
A Vogue Britânica não deixou isso passar batido: em uma matéria sobre o styling de Harry Styles, obra de Harry Lambert, a revista trouxe o título “Harry Styles Is In His Sustainable Fashion Era” (Harry Styles Está Em Sua Era De Moda Sustentável). O texto destacou: “Notavelmente, todas as roupas usadas por Styles até agora tiveram fortes credenciais de sustentabilidade (…) Havia a camiseta de malha personalizada por Patrick Carroll, feita de sobras de fios de lã, e o jeans vintage, proveniente do revendedor londrino The Vintage Showroom. Depois, havia o suéter do arquivo Miu Miu e a camisa de boliche da coleção primavera/verão 2000 da marca, estilizadas com uma gravata Prada, e todas provenientes do eBay”.
E, se durante a era de Harry´s House, os Adidas Gazelle se tornaram uma marca registrada, levando até o apelido de Satellite Stompers, chegou a hora de novos sapatos! Em algumas das fotos reveladas, pudemos ver alguns tênis que lembram os “sapatos de boxeadores”, um toque à la Freddie Mercury, que usava sempre os Adidas Hercules dos anos 1980.
Contagem regressiva para Aperture
A espera realmente acabou! Embora Kiss All The Time. Disco, Occasionally. chegue apenas no dia 6 de março, o primeiro single do álbum será lançado no dia 22 de janeiro. Aperture foi anunciada na terça (20) – com direito a uma foto de Harry no estúdio – e estará disponível para os fãs do mundo todo na quinta, a partir da meia noite do Reino Unido (23) e 21h do horário de Brasília (22).
Foto: reprodução/Instagram @harrystyles
Entretanto, fãs que estão em algumas cidades pelo mundo puderam ouvir a música antecipadamente, em lojas de discos selecionadas. O anúncio oficial foi feito pelo perfil oficial HSHQ no Instagram, e as localidades exatas têm sido divulgadas algumas horas antes de cada evento.
Por ordem cronológica, temos Tóquio (Japão), Sydney (Austrália), Amsterdam (Holanda), Paris (França), Berlim (Alemanha), Nova York (EUA), Londres (Inglaterra), Austin (EUA), Cidade do México (México), Toronto (Canadá) e, claro, São Paulo (Brasil). Alguns fãs que estiveram na first listen de Aperture compararam a música com Backseat, da banda neozelandesa de pop alternativo Balu Brigada.
Foto: divulgação/Harry Styles/Johnny Dufort
Aperture também é um termo técnico em inglês que significa abertura, muito utilizado ao se falar de câmeras fotográficas. A abertura das câmeras é o orifício ajustável por onde se controla a quantidade de luz que entra pelo visor. A ideia de fotografia foi trabalhada também na capa de Fine Line – quem lembra? –, que utilizava um fish eye para a foto. E, por falar em capa… a escolha da disposição dos escritos no novo álbum lembra muito os controles de uma câmera digital. O que será que vem por aí?
Chegou a hora dos beijos ou da discoteca?
Tudo começou com um site, no dia 17 de janeiro. Dois dias depois, os fãs descobriram que algumas possíveis letras de música foram enviadas em resposta a emojis específicos enviados para o número oficial do HSHQ, no WhatsApp. De repente, apareceu um relógio com ponteiros e, no lugar das horas, as palavras kiss e disco.
Em 20 de janeiro, a imagem atrás do relógio mudou e o relógio se moveu. Quando os ponteiros do relógio se alinharam com a palavra disco, Harry anunciou oficialmente Aperture em suas contas oficiais. Uma foto, outra foto, o anúncio de um single e… nos resta esperar! Tudo o que sabemos é que ainda temos tempo até dia 6 de março, e muita coisa pode acontecer – mais singles? Por favor! Anúncio de turnê? Estamos prontíssimos!
Foto: reprodução/webelongtogether.co
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Com orquestra e participação de Leo Foguete, cantora entregou uma das noites mais marcantes da carreira
Carol Biazin levou ao palco do Vivo Rio um espetáculo especial com orquestra, em apresentação marcada por casa lotada e forte conexão com o público. O formato orquestral ampliou a potência emocional do repertório, evidenciando novas camadas das canções e reforçando a versatilidade artística da cantora.
Foto: divulgação/Iris Alves
Um dos momentos mais celebrados da noite foi a participação de Leo Foguete, que dividiu o palco com Carol para a performance de O Que Sobrou Do Amor?, parceria recente que vem conquistando o público. A faixa já atingiu quase 800 mil plays no Spotify, consolidando-se como um dos destaques da nova fase da artista.
O show no Vivo Rio reafirma a força de Carol Biazin ao unir sofisticação musical, emoção e proximidade com os fãs, em uma noite que celebrou encontros, arranjos grandiosos e a maturidade de sua trajetória.
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Wagner Moura concorre a Melhor Ator, filme brasileiro entra em Melhor Filme e Internacional, e a fotografia de Sonhos de Trem garante presença técnica brasileira na premiação
Já dá pra sonhar com mais um Oscar? A lista de indicados ao Oscar 2026 saiu e, dessa vez, não deu para passar batido pelo Brasil. O Agente Secreto virou um dos destaques da edição ao conquistar quatro indicações importantes, incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Ator, com Wagner Moura na disputa.
Foto: reprodução/cnn
E não para por aí! O Brasil também aparece fora do óbvio na categoria de Fotografia, graças a Sonhos de Trem, que colocou um profissional brasileiro entre os indicados em uma das áreas técnicas mais concorridas da premiação. Não é o mesmo filme, mas o efeito é o mesmo: o país está presente em mais de uma frente.
Confira a lista completa de indicados e… vai Brasil!:
Melhor Filme
Bugonia F1 Frankenstein Hamnet Marty Supreme Uma Batalha Após a Outra O Agente Secreto Valor Sentimental Pecadores Sonhos de Trem
Melhor Direção
Chloé Zhao – Hamnet Josh Safdie – Marty Supreme Paul Thomas Anderson – Uma Batalha Após a Outra Joachim Trier – Valor Sentimental Ryan Coogler – Pecadores
Melhor Ator
Timothée Chalamet – Marty Supreme Leonardo DiCaprio – Uma Batalha Após a Outra Ethan Hawke – Blue Moon Michael B. Jordan – Pecadores Wagner Moura – O Agente Secreto
Melhor Atriz
Jessie Buckley – Hamnet Rose Byrne – If I Had Legs I’d Kick You Kate Hudson – Song Sung Blue Renate Reinsve – Valor Sentimental Emma Stone – Bugonia
Melhor Ator Coadjuvante
Benicio Del Toro – Uma Batalha Após a Outra Jacob Elordi – Frankenstein Delroy Lindo – Pecadores Sean Penn – Uma Batalha Após a Outra Stellan Skarsgård – Valor Sentimental
Melhor Atriz Coadjuvante
Elle Fanning – Valor Sentimental Inga Ibsdotter Lilleaas – Valor Sentimental Amy Madigan – Weapons Wunmi Mosaku – Pecadores Teyana Taylor – Uma Batalha Após a Outra
Melhor Filme Internacional
Brasil – O Agente Secreto França – Foi Apenas um Acidente Noruega – Valor Sentimental Espanha – Sirāt Tunísia – A Voz de Hind Rajab
Melhor Animação
Arco Elio KPop Demon Hunters Little Amélie ou O Caráter da Chuva Zootopia 2
Melhor Curta de Animação
Butterfly Forevergreen The Girl Who Cried Pearls Retirement Plan The Three Sisters
Melhor Documentário
The Alabama Solution Come See Me in the Good Light Cutting Through Rocks Mr. Nobody Contra Putin The Perfect Neighbor
Melhor Curta Documental
All the Empty Rooms Armed Only With a Camera: A Vida e a Morte de Brent Renaud Children No More: Were and Are Gone The Devil Is Busy Perfectly a Strangeness
Melhor Roteiro Adaptado
Bugonia Frankenstein Hamnet Uma Batalha Após a Outra Sonhos de Trem
Melhor Roteiro Original
Blue Moon Foi Apenas um Acidente Marty Supreme Valor Sentimental Pecadores
Melhor Elenco (Casting)
Hamnet – Nina Gold Marty Supreme – Jennifer Venditti Uma Batalha Após a Outra – Cassandra Kulukundis O Agente Secreto – Gabriel Domingues Pecadores – Francine Maisler
Melhor Fotografia
Frankenstein Marty Supreme Uma Batalha Após a Outra Pecadores Sonhos de Trem
Melhor Edição
F1 Marty Supreme Uma Batalha Após a Outra Valor Sentimental Pecadores
Melhor Design de Produção
Frankenstein Hamnet Marty Supreme Uma Batalha Após a Outra Pecadores
Melhor Figurino
Avatar: Fogo e Cinzas Frankenstein Hamnet Marty Supreme Pecadores
Melhor Maquiagem e Cabelo
Frankenstein Kokuho Pecadores The Smashing Machine The Ugly Stepsister
Melhor Trilha Sonora Original
Bugonia Frankenstein Hamnet
Uma Batalha Após a Outra
Pecadores
Melhor Canção Original
Dear Me – Diane Warren: Relentless Golden – KPop Demon Hunters I Lied to You – Pecadores Sweet Dreams of Joy – Viva Verdi! Train Dreams – Sonhos de Trem
Melhor Som
F1 Frankenstein Uma Batalha Após a Outra Pecadores Sirāt
Melhores Efeitos Visuais
Avatar: Fogo e Cinzas F1 Jurassic World: Renascimento The Lost Bus Pecadores
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Novo romance aborda luto e ansiedade a partir de uma narrativa leve e acolhedora
A escritora Stefany Nunes lança em janeiro de 2026 o romance contemporâneo A Melhor Surpresa, uma comédia romântica ambientada no interior da Inglaterra que combina leveza, sensibilidade e afeto. Conhecida por explorar emoções humanas com cuidado e empatia, a autora apresenta uma narrativa que dialoga com temas como luto, ansiedade e depressão, sem perder o tom acolhedor e envolvente característico do gênero.
A história acompanha Willow Hamilton, que, após uma desilusão, decide passar cinco semanas longe da rotina intensa de Londres, sem imaginar que essa pausa dará início a encontros inesperados, inclusive com um vizinho tão misterioso quanto irresistível.
Foto: reprodução/Stefany Nunes Escritora
Segundo Stefany Nunes, a proposta foi tratar temas delicados sem abrir mão do tom leve do gênero. “É um livro que fala sobre luto, ansiedade e depressão, mas com uma vibe de comédia romântica”, afirma. A inspiração para a história surgiu durante uma visita à região de Cotswolds, na Inglaterra: “Foi um dia muito bonito e inspirador. O cenário parecia perfeito para uma história sobre luto que já estava comigo há algum tempo”.
Uma comédia romântica sobre recomeços e segundas chances
Após viver um período difícil, Willow Hamilton deixa Londres rumo a Peonyshire, uma vila charmosa no interior da Inglaterra, onde passará as próximas cinco semanas. Controladora por natureza, ela decide encarar a viagem como uma resolução de ano novo, sem imaginar que dividirá o chalé com um homem alto, reservado e de voz grave, capaz de abalar suas certezas.
Jake Ashton vive em Peonyshire há dois anos, desde que se afastou da antiga vida após um trauma devastador. Divorciado, professor do time de hóquei da vila vizinha e conhecido como o faz-tudo da cidade, ele se acostumou à solidão e evita qualquer tipo de surpresa. A chegada inesperada de Willow, porém, ameaça virar sua rotina de cabeça para baixo.
Foto: reprodução/Instagram @stefanynunes_
À medida que convivem, Willow e Jake percebem que a conexão entre eles vai além da atração inicial. Com o apoio dos moradores da vila, ambos descobrem que algumas surpresas podem transformar tudo e que até corações partidos podem encontrar um novo lugar para se reconstruir.
Ao equilibrar romance, humor e temas emocionais profundos, A Melhor Surpresa se constrói como uma história sobre recomeços e segundas chances, mostrando que o inesperado pode ser justamente o que transforma tudo. A obra chegou ao público em 12 de janeiro de 2026 e está disponível em dois formatos: e-book e edição física, distribuída pela Uiclap, ampliando o alcance de uma narrativa pensada para tocar, acolher e fazer companhia às leitoras.
Sobre a autora
Foto: divulgação/Lavanda Literária
Nascida em Sorocaba, em 1992, Stefany Nunes é formada em Letras e Direito. Leitora apaixonada desde a infância, sempre cultivou o hábito de criar histórias, ainda que por muito tempo não as colocasse no papel. A mudança para Londres foi decisiva para que transformasse esse sonho em realidade, impulsionada pela atmosfera criativa da cidade.
Além de sua atuação no mercado brasileiro, a autora também é publicada no Reino Unido, com o romance Falling on a Duke (2025), lançado pela editora The Book Guild.
Foto: divulgação/Entretetizei
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Aclamada pela crítica, a série médica retorna com novos episódios repletos de tensão no hospital de Pittsburgh
A programação Hora HBO Max em janeiro traz novidades de peso para os fãs de dramas médicos. O primeiro episódio da segunda temporada de The Pitt, série Max Original aclamada pela crítica e indicada a 13 prêmios Emmy®, será exibido nos canais Space, Cinemax e TNT Séries ainda este mês, além de já estar disponível na plataforma de streaming.
Criada por R. Scott Gemmill e protagonizada por Noah Wyle, a produção estreou sua nova temporada no dia 8 de janeiro na HBO Max, com episódios inéditos lançados semanalmente, sempre às quintas-feiras.
Ambientada em um hospital de Pittsburgh, The Pitt retrata com maestria o cotidiano intenso dos desafios enfrentados pelos profissionais da saúde nos Estados Unidos, a partir do ponto de vista dos médicos e enfermeiros que atuam na linha de frente do sistema hospitalar.
Além de Noah Wyle no papel do Dr. Michael “Robby” Robinavitch, o elenco conta com grandes nomes como Patrick Ball, Katherine LaNasa, Supriya Ganesh, Fiona Dourif, Taylor Dearden, Isa Briones, Gerran Howell, Shabana Azeez e Sepideh Moafi.
A série é uma produção da John Wells Productions em associação com a Warner Bros. Television.R. Scott Gemmill assina a criação e a produção executiva ao lado de John Wells, Noah Wyle, Michael Hissrich, Erin Jontow e Simran Baidwan.
O primeiro episódio será exibido no Space no dia 28 de janeiro, às 23h30, no Cinemax em 30 de janeiro, às 22h30, e na TNT Séries em 31 de janeiro, às 22h. Mas você já pode assistir a nova temporada na HBO Max!
Confira o trailer da segunda temporada da série:
Você vaiassistir a nova temporada? Conta pra gente, siga o Entretetizei nas redes sociais – Facebook, Instagram e X – e não perca as novidades do mundo do entretenimento.
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